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CBRE participa “activamente” na colocação de 59 mil m2 até Setembro

Do total de 110 mil m2, referentes a compra de edifícios, a CBRE participou “activamente” na colocação de 59 mil m2, registando uma quota de mercado de 43%

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Entre Janeiro e Setembro deste ano, o mercado de escritórios em Lisboa registou uma ocupação de cerca de 247 mil metros quadrados (m2), o que revela que “um enorme dinamismo”.

De acordo com a CBRE, deste total, cerca de 110 mil m2 são referentes a negócios que implicaram a compra do edifício por parte do seu ocupante ou a negócios sem intervenção de agentes na sua mediação. Neste contexto, a consultora participou activamente na colocação de 59 mil m2, registando uma quota de mercado de 43%, face ao total dos 137 mil m2 transaccionados por consultoras em mercado de arrendamento, reforçando, assim, a sua posição de liderança no sector.

“O sector de escritórios continua a registar uma actividade ímpar em Lisboa. Por um lado, pela entrada de novas marcas internacionais atraídas pela qualidade do talento local e pelo surgimento de produto novo ou reabilitado de elevada qualidade. Por outro lado, temos assistido à expansão ou procura por novas localizações por parte de empresas já estabelecidas em Lisboa e que representam uma parte significativa da ocupação registada”, sublinha André Almada, senior director de A&T Offices da CBRE Portugal.

A consultora constata, ainda, que diversas empresas locais começam a procurar espaços mais actuais e dotados de características mais em linha com as suas actuais preocupações, como as certificações de sustentabilidade, a disponibilização de áreas comuns dedicadas ao bem-estar dos utilizadores e a incorporação de tecnologia nos edifícios. Este factor irá cada vez mais, e a curto prazo, representar uma parte significativa das transacções no sector de escritórios.

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CORUM Eurion compra instalações industriais da Fusion Fuel por 10M€

O fundo gerido pela empresa francesa CORUM Asset Management, adquiriu as instalações industriais à Fusion Fuel, em Benavente, numa operação de sale and leaseback

A Savills Portugal apoiou a venda e o arrendamento desta operação após ter vendido o activo à Fusion Fuel, no primeiro semestre de 2021. Os trabalhos de remodelação realizados entre 2021 e 2022 transformaram este espaço industrial num edifício verde, com produção de energia renovável em autoconsumo, bem como estações de carregamento de veículos eléctricos, entre outras características que contribuem para o cumprimento dos critérios ESG e tornaram possível a sua integração no fundo CORUM Eurion, um fundo certificado como Socially Responsible Investing.

“A Savills está extremamente orgulhosa de ter gerido com sucesso esta operação de sale and leaseback, depois de ter ajudado a Fusion Fuel a garantir o activo em 2021. Esta transacção bem-sucedida é mais uma demonstração da nossa oferta completa de serviços, que permitiu ao nosso cliente alcançar os seus objectivos, ocupando um activo totalmente concebido para as suas necessidades garantido no âmbito de um arrendamento de longo prazo”, refere Alberto Henriques, Director de Investimento da Savills Portugal

O edifício, localizado no Parque Industrial de Vale Tripeiro, em Benavente, foi construído em 2004 e totalmente remodelado em 2022. A Fusion Fuel, que ocupa toda a instalação, é uma empresa portuguesa e subsidiária da Fusion Fuel Green PLC, cotada na NASDAQ, um líder emergente no sector do hidrogénio verde que criou um gerador solar a hidrogénio modular e integrado, alimentado por um electrolisador PEM miniaturizado, que permite a produção fora da rede de hidrogénio verde.

“Temos a sorte de ter encontrado o parceiro ideal para esta transacção na CORUM. Com uma vasta experiência no mercado português e alinhamento com os nossos princípios fundamentais e a ambição dos objectivos ESG. A CORUM tem fortes sinergias com a nossa empresa, tendo em conta a qualidade do activo, e os nossos objectivos empresariais. Estamos confiantes que esta transacção irá reforçar ainda mais o nosso balanço e proporcionar à Fusion Fuel uma maior flexibilidade para financiar as nossas iniciativas de crescimento na Europa e América do Norte”, sublinha Frederico Figueira de Chaves, Co-Head e Diretor Financeiro da Fusion Fuel.

A CORUM entrou em Portugal em 2014 e já investiu mais de 100 milhões de euros no país, através de uma carteira de quinze edifícios. A CORUM Investments vende os seus fundos Corum Origin e CORUM XL em Portugal, que estão abertos a investidores privados que queiram rentabilizar as suas poupanças através do sector imobiliário. Os fundos imobiliários CORUM investem em imóveis comerciais arrendados a inquilinos robustos financeiramente e a longo-prazo. “Estamos satisfeitos por ter iniciado esta parceria com a Fusion Fuel, um líder emergente no sector do hidrogénio verde com um papel relevante no processo de transição energética globalmente. Este activo cumpre com os mais avançados critérios ESG, está subjacente a um contracto de longo prazo com uma empresa financeiramente sólida em crescimento e está situado numa localização em consolidação para os sectores logístico e industrial. Este investimento marca a quarta aquisição da CORUM em Portugal nos últimos dois anos, o que reforça a nossa dedicação e track record no mercado nacional”, considera por sua vez Miguel Valente Bento, responsável pelos investimentos da CORUM Asset Management no sul da Europa.

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Limehome encerra 2022 com “balanço muito positivo”

A empresa continua a aumentar as operações em toda a Península Ibérica, onde está perto de mil unidades, em mais de 13 cidades. No caso de Portugal, o operador anunciou recentemente o seu primeiro projecto no Porto, em parceria com a Ratisbona

O especialista em tecnologia hoteleira e operador de serviced apartments totalmente digitalizados, a Limehome, obteve “um balanço muito positivo no exercício do ano de 2022”. “Durante o ano passado, a Limehome abriu aproximadamente de 600 novos apartamentos equipados e com serviços completos em 24 cidades europeias. Isto significa que a empresa tem actualmente mais de 3300 suites abertas e planeadas em 110 localidades na Alemanha, Áustria, Países Baixos, Bélgica, Espanha, Portugal e Hungria”, refere Cesar de Sousa Freitas, diretor geral da Limehome.

“Atingimos os nossos objetivos ambiciosos apesar de ter sido um ano difícil para a indústria, o que mais uma vez demonstra o grande potencial do nosso modelo de negócio. Este é um sinal claro para o mercado”, afirma.

A empresa continua a aumentar as operações em toda a Península Ibérica, onde está perto de mil unidades, em mais de 13 cidades. No caso de Portugal, o operador anunciou recentemente o seu primeiro projecto no Porto, em parceria com a Ratisbona. A par com Lisboa, a cidade invicta, é uma “cidade-chave para o seu crescimento, sem excluir outros destinos de potencial interesse para o seu modelo de negócio, o que lhe permite operar em cidades de diferentes dimensões, tanto capitais como cidades provinciais, diferentes tipos de procura, bem como numa grande variedade de bens imobiliários”.

Também em Espanha reforçou a sua expansão com novas aberturas em cidades onde já tinha presença (Madrid, Barcelona, Málaga, Valencia, Sevilha e Granada), e em novas cidades, como Palma, Haro e Jerez.

Fora da Península Ibérica, e com a abertura de uma última propriedade em Dusseldorf, a Limehome completou a sua presença em todas as cidades alemãs de grau A, assim como em cidades como Amesterdão e Budapeste.

Desta forma, a Limehome indica que “entra no novo ano fiscal com mais de 45 milhões de euros”. No Outono de 2022, os investidores existentes HV Capital, Picus Capital e Lakestar anunciaram a renovação dos seus investimentos. O grupo AW Rostamani Group e a Capital Four investiram pela primeira vez na empresa de tecnologia hoteleira.

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PlanAPP mandatado para a realização de estudos sobre o mercado da habitação

O IHRU atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização de estudos sobre o mercado de habitação em Portugal, entre eles a avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano

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O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização do estudo relativo ao mercado da habitação, que tem como objectivo analisar as práticas internacionais em matéria de regulação e os respectivos resultados, bem como a situação actual do mercado de arrendamento em Portugal e respectivo regime legal.

O trabalho mais imediato pedido ao PlanAPP passa por uma avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano, no sentido de tentar apurar o número exacto de agregados abrangidos pelas medidas transitórias de protecção dos arrendatários em situação de carência económica ou com idade igual ou superior a 65 anos ou com deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60% e cujos contratos sejam anteriores ao Regime de Arrendamento Urbano, salvaguardando uma solução definitiva que garanta a protecção do arrendamento e o equilíbrio da relação contratual.

O segundo estudo, no âmbito do qual serão ouvidas as entidades representativas do sector, é mais abrangente e resulta da decisão do Governo, definida num despacho de Setembro de 2022, de avaliar as práticas internacionais em países que enfrentam este contexto comum de difícil acesso das famílias a uma habitação digna e a preços compatíveis com os seus rendimentos, que se tem agravado pela conjuntura internacional particularmente complexa, com origem multifactorial, mas, em particular, em dinâmicas especulativas e financeiras partilhadas.

Para a realização destes estudos, e ao abrigo do protocolo de colaboração assinado entre as duas instituições, o IHRU prestará cooperação técnica ao PlanApp, sendo ainda promovida a participação de investigadores e outros especialistas.

Além da elaboração destes dois documentos, o protocolo assinado entre IHRU e PlanAPP prevê também a realização de seminários, colóquios, conferências e outros eventos de carácter técnico, bem como a concretização de outros projetos de interesse comum, relevantes para a política de habitação.

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Home Tailors Real Estate fecha 2022 com um volume de vendas de 92M€

Actividade do ano transacto representou um crescimento de 18% face a 2021. David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate, acredita que “2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”

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A empresa de mediação imobiliária Home Tailors Real Estate fechou 2022 com um volume de vendas de 92 milhões de euros, o que representou um crescimento de 18% face a 2021.

Foram no total 382 imóveis transaccionados, entre quintas, herdades e moradias, que representaram 23% das unidades vendidas pela Home Tailors, mas corresponderam a mais de 50% no volume de vendas. Cerca de 44% dos imóveis transaccionados tiveram promoção exclusiva da Home Tailors.

Os compradores dividiram-se de forma muito próxima entre nacionais e internacionais. Os compradores portugueses representaram 54% das vendas. Quanto aos compradores internacionais, destacam-se os brasileiros, norte americanos e franceses que procuraram imóveis nas principais avenidas de Lisboa e Cascais e, normalmente, com compras de maior valor.

“Os resultados obtidos em 2022 são muito positivos, fruto do grande esforço e empenho da nossa fantástica equipa a quem desde já agradeço. A Home Tailors nasceu há apenas cinco anos e temos tido um percurso sempre em crescendo. Estamos confiantes que 2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”, considera David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate.

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Risco de incumprimento do pagamento da renda é maior

Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios alerta que poderá haver um agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios nos próximos meses

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No seguimento do estudo da Associação Lisbonense de Proprietários, a Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC) alerta que poderá haver um agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios nos próximos meses. O estudo refere que “três em cada dez proprietários têm rendas em atraso” e que “84% dos participantes estão seguros de que os níveis de incumprimento do pagamento de renda pelos inquilinos vão aumentar durante o próximo ano”.

Apesar do regime jurídico da propriedade horizontal imputar a responsabilidade do pagamento das despesas do condomínio aos proprietários das fracções, independentemente das obrigações que constem do contrato de arrendamento, que apenas vincula as partes, muitos inquilinos pagam essas despesas directamente à administração do condomínio. Os inquilinos que deixem de pagar as rendas, deixarão também de pagar as despesas do condomínio, podendo resultar, a curto ou médio prazo, no agravamento da gestão corrente e financeira dos condomínios.
No seguimento dos resultados do inquérito, 40% dos entrevistados afirma que vai manter inalterada a forma como pratica o arrendamento, ao passo que “um terço dos respondentes refere que este ano irá apenas celebrar novos contratos de arrendamento com a duração mínima e não renováveis”.

Neste sentido, a direcção da APEGAC relembra que as administrações devem estar atentas a esta possibilidade e dar imediato conhecimento aos proprietários das frações arrendadas, de forma a que estes procedam ao pagamento e possam agir, se for o caso, contra os seus arrendatários.

De acordo com o presidente da APEGAC, Vítor Amaral, “este é um sector de actividade que é imediatamente atingido em qualquer crise, razão pela qual a associação está preocupada, face à realidade que já vivemos e que poderá agravar-se, o que levou a recomendar aos seus associados que tomem medidas que possibilitem ultrapassar a crise sem prejudicar a qualidade do serviço, como o aumento dos seus honorários; recurso às novas tecnologias; substituição do papel pela digitalização de documentos; medidas para redução do consumo de energia; renegociação dos contratos de prestação de serviços, entre outros”.

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Madeira e Açores atraem cada vez mais estrangeiros para residir

“Grande parte dos nossos clientes, mais de 35%, é proveniente dos EUA, seguidos pela Grã-Bretanha, com mais de 25%, que procuram viver uma reforma tranquila ou para passar, pelo menos, seis meses do ano” em Portugal”, indica Michael Vincent, ceo da Berkshire Hathaway HomeServices | Portugal Property

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Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são destinos de eleição para visitar e viver, mas também para investir. Ambas as regiões têm vindo a atrair atenções, de forma consistente, pela sua beleza natural, mas também pela sua localização estratégica, o que faz com que os respectivos mercados imobiliários se encontrem em franca expansão e com grande potencial de crescimento, como revela Michael Vincent, ceo da Berkshire Hathaway HomeServices | Portugal Property.

“As ilhas são um mercado privilegiado para o investimento imobiliário. A Berkshire Hathaway HomeServices | Portugal Property está presente na Madeira e está prestes a inaugurar o seu primeiro escritório nos Açores. A oportunidade de obter um Golden Visa, aliada à possibilidade de conseguir adquirir imóveis com preços competitivos proporcionam o ambiente ideal para investir, quer a título pessoal, quer comercial”, refere Michael Vincent.

“Actualmente, grande parte dos nossos clientes, mais de 35%, é proveniente dos EUA, seguidos pela Grã-Bretanha, com mais de 25%. Há cada vez mais olhos postos nos arquipélagos da Madeira e dos Açores que oferecem muitas vantagens para quem procura viver uma reforma tranquila ou para passar, pelo menos, seis meses do ano rodeado de sol, ar puro e natureza. O esquema NHR em vigor também é bastante atractivo para quem deseja passar mais tempo nestas regiões”, acrescenta.

Ao nível de faixas etárias e de perfis socioprofissionais Michael Vincent partilha que “a maioria dos nossos compradores encontram-se na faixa etária entre os 40 e os 60 anos; são pessoas que desejam passar aqui a reforma ou famílias que desejam trazer os seus filhos para terem uma vida melhor.”

A segurança, o clima agradável, com temperaturas amenas durante todo o ano e a grande beleza natural, aliada a um custo de vida acessível, quando comparadas com outras cidades europeias, são algumas das vantagens.

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Grupo Garland expande porfólio para Sul

“Esta aposta a Sul é mais uma meta relevante na história da Garland Logistics, pois a partir deste momento o grande desafio é passar a discutir a liderança do mercado logístico nacional”, indica Ricardo Sousa Costa, membro do conselho de administração do Grupo Garland e CEO da Garland Logistics

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O Grupo Garland, especialista nacional nas áreas de logística, transportes e navegação, abre mais um centro logístico, em Alcochete. Com 15 mil m2 e capacidade para movimentar 26 mil paletes, o novo centro permite à Garland Logistics, empresa do Grupo, dedicada a esta área, aumentar a sua representação na área sul do país e, assim, equilibrar a sua cobertura nacional.

“Já tínhamos uma boa cobertura das áreas Norte e Centro do país, onde se concentra um maior número de empresas industriais, e queríamos que a nossa expansão, sobretudo neste período em que temos sentido uma maior procura pelos nossos serviços a nível nacional, ficasse mais equilibrada. Com este novo armazém, passamos a disponibilizar dois centros logísticos modernos, seguros e com boa performance ambiental para cobrir toda a área sul do país”, explica Ricardo Sousa Costa, membro do conselho de administração do Grupo Garland e CEO da Garland Logistics.

Segundo o responsável, a Garland está a desenvolver uma forte aposta comercial nesta zona do país e cerca de 30% do novo centro logístico de Alcochete está já ocupado, fruto das suas características diferenciadoras, visto que está equipado com um completo sistema de sprinklagem e dispõe também de uma nave com temperatura controlada, assim como 38 cais desnivelados.  “Esta aposta a Sul é mais uma meta relevante na história da Garland Logistics, pois a partir deste momento o grande desafio é passar a discutir a liderança do mercado logístico nacional”, acrescenta Ricardo Sousa Costa.

Com uma forte expansão no sector logístico em Portugal, a Garland passou em 2022 de um parque com 91.500 m2 para um com 163.000 m2, distribuídos por centros logísticos em Cascais (7.000 m2), Alcochete (15.000 m2), Aveiro (35.500 m2), Vila Nova de Gaia (91.500m2) e Maia (14.000 m2).

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Imobiliário: Norte-americanos vão continuar a apostar em Portugal em 2023

Esta é uma das conclusões do relatório internacional Sotheby’s Luxury Outlook 2023, que apresenta as grandes tendências para o mercado imobiliário de luxo

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Com a valorização do dólar, é esperado que o investimento norte-americano continue a fazer uso do seu poder de compra no estrangeiro, em que Portugal surge como um dos grandes destaques. Esta é uma das conclusões do relatório internacional Sotheby’s Luxury Outlook 2023, que apresenta as grandes tendências para o mercado imobiliário de luxo.

“Ao lado de Espanha, Grécia, França e Itália, Portugal (Lisboa, Porto, Algarve e Madeira) já se colocou no top de destinos destes compradores de luxo”, refere o estudo. 

Recorde-se que em 2022, a Sotheby’s verificou que pela primeira vez os norte-americanos subiram ao top de investidores de imobiliário em Portugal, surgindo em primeiro lugar na compra de imóveis de luxo na região de Lisboa. “Um interesse que tem tido um crescimento consistente” e que, explica a Sotheby’s Realty, “registou recentemente um novo aumento da procura quando, em Novembro passado, o Turismo de Portugal fez uma acção de activação em Times Square, Nova Iorque, a propósito do lançamento da figura de Cristiano Ronaldo no Museu Madame Tussauds”.

Aos norte-americanos juntam-se os portugueses, os ingleses e os alemães no top de nacionalidades mais recorrentes entre os compradores em solo português no segmento de luxo. A segurança, qualidade de vida, hospitalidade dos portugueses, infraestruturas, educação e saúde surgem entre as qualidades mais valorizadas no País.

“A pandemia reforçou este interesse no imobiliário português com cada vez mais investidores a focarem-se em Portugal. Acredito que esta tendência de compradores de luxo norte-americanos se vai manter e crescer ainda mais nos próximos anos” explica Miguel Poisson, ceo da Portugal Sotheby’s Realty.

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Candidaturas a programas de habitação nos municípios da AML chegam aos 300 M€

As 85 candidaturas dos municípios da área metropolitana de Lisboa aos programas habitação financiados pelo PRR representam um investimento global de 300 M€. Cerca de 40 foram já aprovadas

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“Até ao dia 9 de Janeiro de 2023, os municípios da área metropolitana de Lisboa tinham submetido 85 candidaturas, 62 para habitação, cinco para alojamento urgente e temporário, e oito para alojamento estudantil. Destas, 40 já foram aprovadas, 33 para habitação, quatro para alojamento urgente e temporário, e três para alojamento estudantil. As candidaturas apresentadas representam 3012 fogos para habitação, 182 alojamentos urgentes e temporários e 361 camas para alojamento estudantil, num investimento global de cerca de 300 milhões de euros”. O balanço foi feito pelo Grupo de Trabalho Metropolitano da Habitação.

Relativamente à operacionalização das consultas dos municípios no âmbito dos acordos-quadro, celebrados no dia 20 de Dezembro de 2022, foi divulgado um conjunto de informação que permite aos municípios começar a utilizá-los, desde já, bastando para isso solicitar à AML a indicação do grupo de co-contratantes a convidar. Os acordos-quadro são promovidos no âmbito da prestação de serviços para elaboração e revisão de projectos de arquitectura e/ou especialidades e prospecção geológico-geotécnica para obras de edifícios de habitação, de alojamento urgente e temporário e de alojamento estudantil na área metropolitana de Lisboa.

Em comunicado a AML avançou ainda que está a ser desenvolvida, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, uma plataforma de informação “metropolitana” sobre habitação “que terá como principais objectivos a obtenção de dados em tempo real da execução física e financeira das candidaturas, a caracterização das soluções, a identificação de tendências, a realização de análises comparativas e a identificação de potenciais obstáculos à celeridade de execução dos projectos”. A expectativa é que a mesma venha a estar activa até ao final de Março de 2023, data a partir da qual estará apta para produzir, periodicamente, sínteses globais de informação e também relatórios com informação mais detalhada, tanto à escala municipal, como à escala metropolitana.

Integram a AML os concelhos de Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra e Vila Franca de Xira.

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Savills apoia AUTODOC na abertura do seu novo centro tecnológico em Portugal

O novo tech hub do retalhista automóvel europeu irá ocupar perto de 1000 m2 no Lagoas Park, com projecto do departamento de arquitectura da Savills Portugal, consultora responsável pelo colocação

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A equipa da Savills Office Agency assistiu a AUTODOC, um dos principais retalhistas on-line de peças e acessórios para veículos na Europa, durante o processo de leasing no Lagoas Park. Depois de apoiarem a sua localização temporária, no edifício The Tower, o departamento de arquitectura de Savills é agora responsável pelo projecto do novo escritório da AUTODOC.

Com sede em Berlim, a AUTODOC, que está presente em 27 países europeus, procurou a Savills para encontrar um espaço flexível para o seu escritório em Portugal.

Inicialmente, a equipa de Escritórios da Savills Portugal ficou responsável pelo arrendamento num espaço temporário localizado no edifício The Tower, tendo ficado a cargo do departamento de arquitectura o projecto de fit out. Após a experiência no espaço flex, a AUTODOC avançou agora para a ocupação de um espaço de escritório com cerca de 950 m2, Lagoas Park.

Com mais de 100 mil m2 de espaços de escritórios, o Lagoas Park integra 14 edifícios independentes. Localizado em Oeiras, beneficia de excelentes acessos à Grande Lisboa, integrando um leque diversificado de empresas de prestígio.

“Foi realmente um privilégio trabalhar durante os últimos meses com uma equipa dinâmica, com objectivos bem definidos como a equipa da AUTODOC. É o exemplo de outra empresa grande e internacional que escolheu Lisboa para a implementação do seu centro tecnológico, tendo decidido instalar-se na zona 6 do Mercado de Escritórios de Lisboa”, afirma Frederico Leitão de Sousa, head of corporate solutions da Savills Portugal.

“A abertura em Lisboa oferece-nos o potencial significativo para o desenvolvimento de talentos tecnológicos e para um maior crescimento da nossa empresa. Portugal é um local estrategicamente importante para nós. Vemos que a reserva de talentos portugueses está em contínua expansão e mostra a excepcional qualidade dos profissionais que gostaríamos realmente de ter como parte da nossa equipa AUTODOC. Estamos felizes por termos encontrado um parceiro comercial local tão fiável e criativo na Savills Office Agency para nos apoiar na abertura do nosso novo tech hub”, conta Dmitry Zadorojnii, Co-CEO da AUTODOC.

O departamento de Arquitectura da Savills Portugal está envolvido no processo de colocação da AUTODOC, sendo responsável pela concepção do novo escritório. “Apoiámos a entrada e a personalização do escritório temporário no The Tower, para garantir que os colaboradores entravam num escritório com a imagem e ambiente AUTODOC. Pela excelente experiência relação de confiança estabelecida, estamos a desenvolver o projeto do novo escritório no Lagoas Park em formato Design & Build, que deverá estar concluído no início do 2º trimestre de 2023, explica Pedro Gomes, arquitecto associado da Savills.

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