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Reynaers Aluminium e Renson unem-se para lançar nova geração de fachadas e sombreamentos

O novo Fixscreen Minimal da Renson, capaz de suportar cargas de vento até 65 quilómetros/hora quando em funcionamento, é compatível com o sistema de fachada ConceptWall 50

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Reynaers Aluminium e Renson unem-se para lançar nova geração de fachadas e sombreamentos

O novo Fixscreen Minimal da Renson, capaz de suportar cargas de vento até 65 quilómetros/hora quando em funcionamento, é compatível com o sistema de fachada ConceptWall 50

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A Reynaers Aluminium e a Renson juntaram-se e lançaram o novo sombreamento Fixscreen Minimal da Renson. Aquela que é considerada pela empresa “a próxima geração de soluções de fachadas e de sombreamentos”, é compatível com o sistema de fachada ConceptWall 50.

O sistema de fachada ConceptWall 50, para superfícies de vidro até 700 quilos foi pensado para responder às necessidades dos edifícios em altura, residenciais ou de escritórios. “Embora grandes painéis de vidro sejam esteticamente muito apelativos, podem ocorrer frequentemente sobreaquecimento ou encandeamento indesejados. É aí que entra o Fixscreen Minimal da Renson, ao proporcionar sombreamentos e conforto a todos os colaboradores”, explica a Reynaers Aluminium.

A concepção desta gama de produtos teve em conta o utilizador final, mas outros intervenientes também beneficiam. Por exemplo, esta solução de sombreamento pode ser assemblada com apenas três componentes de perfil, em vez dos cinco habituais. Menos parafusos, menos problemas e um sistema testado para que instaladores possam dar resposta ágil às necessidades dos seus clientes.

A combinação de sombreamento de fachadas pode suportar cargas de vento até 65 quilómetros/hora quando em funcionamento ou até 130 quilómetros/hora quando não. Estes valores correspondem ao desempenho original do sistema Fixscreen Minimal. Após os testes de pressão intensivos o sistema não mostrou qualquer sinal de flexão, não havendo, também, evidências de expansão térmica: tanto a fachada como o sombreamento revelaram-se perfeitamente compatíveis.  

Além disso, o sombreamento como estratégia de arrefecimento passivo é ideal para climas mais solarengos e traz enormes benefícios ao nível do conforto e poupança energética ao permitir a redução ou até eliminação do arrefecimento por meios mecânicos, como por exemplo ar condicionado, e consequentemente a pretendida redução do consumo energético.

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Opinião: “2023 entre a incerteza e o impulso”

2023 será seguramente um ano marcado pela Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade (VUCA), sobretudo para uma economia periférica e pequena como a nossa

O grande indicador do ano de 2022 foi a inflação. Tivemos de aprender a viver com ela e a ler indicadores de inflação.
Trimestre após trimestre, estivemos à espera de ver atingido o pico da inflação, mas tal não sucedeu, embora tudo indique que o mesmo possa ser atingido no último trimestre de 2022.

Neste momento, todos os indicadores para 2023 dão como certa uma descida da inflação. A questão é saber se fica em valores controláveis, ou mesmo que se verifique uma descida, se a sua média será superior a 5%.

Finalmente, as taxas de juro que se espera que subam mais alguns pontos percentuais, encarecendo o valor do dinheiro como forma de controlar a inflação. Mas será esta medida ainda eficaz, ou será que o estímulo económico por parte do estado, o reforço da criação de empresas, aumentando a oferta disponível no mercado, obrigando os preços a estarem a um nível mais competitivo será tão ou mais importante?

Desta forma, antevejo para 2023 um ano a duas velocidades, o primeiro semestre ainda marcado pela inflação e subida das taxas de juro e no segundo semestre uma eventual descida da inflação e estabilização em baixa das taxas de juro.

Também nos diferentes mercados, o profissional (B2B) e o residencial (B2C) iremos ter diferentes “acelerações”, pois no mercado B2B após um ano de abrandamento na tendência de crescimento na área da construção, em 2023 irá estabilizar e retomar o seu crescimento. No que respeita ao mercado B2C, irá no primeiro semestre de 2023 estabilizar em baixa e talvez no segundo semestre possa crescer de forma ténue.

No sector da Construção e do Imobiliário, espera-se que se consiga inverter em 2023 o problema da escassez de mão de obra qualificada, a sua manutenção e “atração de talento”, um dos maiores problemas do sector nos últimos tempos, conseguindo assim manter este sector num dos mais relevantes e resilientes do mercado em Portugal.

Devido à crise energética que estamos neste momento a viver, originada pela conjuntura atual, está criada para o ano de 2023 uma grande oportunidade na área da eficiência energética e tecnológica, que irá permitir às empresas que dominam esta área terem um desempenho provavelmente acima da média.
A implementação do PRR e do 2030, poderá ser uma grande alavanca de crescimento económico no nosso setor, pois a reabilitação, a reconstrução e a eficiência energética estarão na vanguarda da implementação dos mesmos.

Portanto, face aos fatores atrás descritos, 2023 será seguramente um ano marcado pela Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade (VUCA), sobretudo para uma economia periférica e pequena como a nossa.

No que respeita ao mercado em que a LEDVANCE atua e, em particular no setor da Iluminação, a União Europeia implementou diretivas no âmbito da eficiência energética e ambiental. A Diretiva RoHS 2011/65/EU, com grandes implicações no nosso mercado, irá proibir a entrada no mercado europeu dos tubos fluorescentes e das lâmpadas fluorescentes compactas durante o próximo ano. Também a Diretiva Single Lighting Regulation (SLR) 2019/2020 irá banir do mercado europeu as lâmpadas de halogéneo de pinos a partir de 1 de setembro 2023. O cumprimento desta legislação abre mais uma janela de oportunidade para que as empresas que atuam no mercado da iluminação possam propor aos seus clientes soluções LED mais eficientes e amigas do Ambiente.
NOTA: O Autor escreve segundo o Novo Acordo Ortográfico

Sobre o autorMário Barata

Mário Barata

Diretor Geral / CEO da LEDVANCE Portugal
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StartUp Barreiro e Atlantic Hub debatem sobre futuro das empresas e poder das marcas na sustentabilidade

A Conferência organizada pela Atlantic Hub, “Atlantic Talks Barreiro: O futuro das empresas e o poder das marcas na defesa da sustentabilidade”, em parceria com a Câmara Municipal do Barreiro e StartUp Barreiro discutirá os novos cenários para a procura de novos talentos e como as empresas podem contribuir para um mundo mais sustentável

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O evento vai decorrer no dia 24 de Janeiro nas instalações da Startup Barreiro, no Parque Empresarial da Baía do Tejo, Rua 2, Edifício n.º 23 do Barreiro. A abertura estará a cargo de, Eduardo Migliorelli, o CEO da Atlantic Hub, explicará a importância das missões empresariais antes de iniciar o seu negócio em Portugal como vantagem competitiva.

“O emprego mudou: quais os cenários para a procura de novos talentos?” é o segundo painel, às 16h50, que contará com as presenças da Coordinator da StartUp Barreiro, Nádia Leitão, como moderadora e Ariane Gomes (Business Developer da Growyx), Hugo Nunes (Founder e CEO da Cosmic Futures), Rodrigo Varela (Country Manager da Blend It) e André Pereira e Yola Goulart (CEO’s e Founders da The Pear Mkt) como oradores.

A última sessão, às 17h30, “Sustentabilidade – Como podem as empresas contribuir?”, terá Andreia Mourão (Entrepreneur com a empresa Momentum), Miguel Fernandes (Chief Technology Officer da Witseed), Patrícia Saldanha (Sustainability Director da Ecologika), Pedro Coelho (Managing Partner da INODEV) e Verónica Pimenta (Entrepreneur na StartUp Barreiro) como oradores e Nádia Leitão (Coordinator da StartUp Barreiro) como moderadora.

O Atlantic Talks é uma iniciativa organizada pela Atlantic Hub, com o apoio do Atlantic Station, para que todas as empresas instaladas na incubadora do Atlantic Station tenham oportunidade de promover e divulgar os seus negócios. Promover e identificar os pontos fortes de cada região portuguesa para integrar o seu negócio é outro elemento desta actividade.

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Soluções da Saint-Gobain Portugal voltam a ser reconhecidas pelos portugueses

Prémio Cinco Estrelas 2023 incide sobre os produtos Glasroc X e o webercol flex lev

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Na edição deste ano do Prémio Cinco Estrelas, duas soluções das marcas Placo e Weber da Saint-Gobain Portugal, voltaram a ser reconhecidas “pela sua qualidade e excelência”, nas categorias placas de gesso e cimento-cola. Este prémio de grande importância para a insígnia, avaliado directamente pelos portugueses, incide nos produtos Glasroc X, vencedora pelo segundo ano consecutivo e no webercol flex lev, que arrecada o prémio pelo terceiro ano .

Decorridos vários meses de avaliação, durante os quais 325.400 consumidores testaram 1.081 marcas, produtos e serviços, segundo um processo rigoroso e exigente, a Placo e a Weber são agora reconhecidas, nas duas categorias acima referidas, entre as 147 marcas vencedoras do Prémio Cinco Estrelas 2023.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes nas suas escolhas. Acreditamos que estes prémios trarão uma confiança acrescida na hora de eleger as soluções Saint-Gobain, pela satisfação e benefício que os produtos aportam”, frisa Rita Bastos, directora de Marketing da Saint-Gobain Portugal.

A Glasroc X da Placo, trata-se de uma placa de gesso Laminado, reforçada com fibra de vidro, com excelente comportamento em zonas de elevada humidade e exteriores. Relativamente ao webercol flex lev da Weber é uma argamassa para colagem de cerâmica, pedra natural e mosaico hidráulico, aplicável em interior e exterior.  Trata-se da primeira argamassa com metade do peso para o mesmo rendimento, que facilita o transporte e reduz os seus custos.

Recorde-se que o Prémio Cinco Estrelas é “um sistema de avaliação que anualmente mede o grau de satisfação que os produtos, serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação as cinco principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores: satisfação pela experimentação, relação preço – qualidade, intenção de compra ou recomendação, confiança na marca e Inovação”.

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Opinião: Preparar o setor para um ano ainda mais desafiante

Continuamos sem políticas públicas ambiciosas, que tornem um desígnio nacional melhorar a qualidade de vida das populações, através do aumento da qualidade das habitações e dos edifícios

Num cenário positivo de oportunidades de negócio em obras novas e de renovação, vários obstáculos e problemas tiveram de ser ultrapassados, durante 2022, pelas empresas do nosso setor. Agora que o ano termina, novos desafios e obstáculos estão no horizonte. Com o início da guerra na Ucrânia, novos problemas acrescem aos que já existiam, desde o final da pandemia COVID-19: o aumento dos custos das matérias-primas, energia e combustíveis, o aumento das taxas de juro e a consequência negativa para a procura dos produtos e serviços das empresas do nosso setor. Problemas e obstáculos que serão desafios para o próximo ano de 2023.

Um dos desafios continua a ser a enorme quantidade de edifícios de habitação, que temos em Portugal, sem o mínimo de conforto térmico que se exige no século XXI. Com o início de mais um inverno, temos, novamente, muitos portugueses a passar mais frio em casa do que na rua, tendo como consequência o agravamento dos problemas de saúde da população mais idosa.
Esta é uma situação que exige que o cenário mude. Isto porque, face às políticas públicas, programas e medidas existentes, a situação do parque habitacional português continua sem perspetiva de melhoria significativa, quanto à possibilidade de corrigir a má qualidade da construção e a falta de conforto térmico (e acústico) das habitações. Continuamos sem políticas públicas ambiciosas, que tornem um desígnio nacional melhorar a qualidade de vida das populações, através do aumento da qualidade das habitações e dos edifícios.

No próximo ano, estaremos confrontados com um cenário ainda mais negativo. Devido à carestia de vida, a maioria das famílias portuguesas terá menos recursos financeiros para aquecer e/ou arrefecer as suas habitações. Porém, mesmo que estas tenham a disponibilidade financeira, o dinheiro e a energia sai diretamente pelas frinchas das janelas velhas com vidro simples. Infelizmente, a depauperização dos rendimentos das famílias, reforça a quantidade de população que cai na denominada ‘pobreza energética’, continuando a colocar Portugal na cauda dos países da União Europeia.

Por isso, neste quadro de enormes dificuldades, urge aproveitar e mobilizar todos os recursos financeiros europeus e nacionais para o lançamento e execução de políticas públicas, programas e medidas ambiciosas que permitam um combate eficaz à degradação do parque habitacional.

Em suma: é urgente a execução das medidas previstas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente no eixo da ‘Transição Climática’, referente ao aumento do conforto e eficiência energética dos edifícios. Para isso, urge reforçar o montante de investimento para o Programa de Apoio ‘Edifícios Mais Sustentáveis’, bem como corrigir e melhorar a execução do programa ‘Vale Eficiência’. Urge, igualmente, garantir o apoio através de benefícios fiscais, em sede de IRS, aos proprietários de habitações que realizem obras que tenham, como objetivo, melhorar o conforto térmico. Para que este desígnio nacional mobilize todos os esforços, é fundamental criar soluções de financiamento para obras de melhoria do conforto térmico (com o envolvimento do Banco de Fomento), com taxas de juro reduzidas ou próximas de zero (conforme soluções existentes noutros países da União Europeia). Exige-se, assim, garantir o volume de financiamento, que conjuntamente com o reforço da capacidade de execução, permita continuar a promover a reabilitação, a descarbonização, a melhoria do conforto e do desempenho energético e ambiental dos edifícios, por forma a assegurar o cumprimento das metas e objetivos definidos no Plano Nacional Energia e Clima 2021-2030 (PNEC 2030) e na Estratégia de Longo Prazo para a Renovação dos Edifícios (ELPRE).

Por tudo isto, as empresas do nosso setor terão um ano de 2023 ainda mais desafiante.

NOTA: O Autor escreve segundo o Novo Acordo Ortográfico

Sobre o autorJoão Ferreira Gomes

João Ferreira Gomes

Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE)
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Agendas do PRR para a inovação vão gerar quase 9 MM€ de riqueza e 18 mil empregos

As Agendas Mobilizadoras para a Inovação do Plano de Recuperação e Resiliência vão criar um valor quase três vezes superior ao investimento que vai se feito. A visita do Primeiro-Ministro, António Costa, à fábrica de componentes para produção de hidrogénio verde da Fusion-Fuel Portugal, em Benavente, integrou o roteiro “PRR em movimento”

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António Costa referiu que os produtos e serviços inovadores desenvolvidos a partir das Agenda Mobilizadoras vai gerar 8,7 mil milhões de euros de riqueza, para um investimento de 2,9 mil milhões de euros.

Com as 51 Agendas Mobilizadoras já aprovadas, a riqueza nacional “vai aumentar porque se, para alem de continuarmos a fazer o que já fazemos bem, fizermos coisas novas, vamos ter mais valor”, afirmou.

As 51 agendas mobilizadoras envolvem 1228 entidades, 900 das quais empresas, 114 entidades do sistema científico e tecnológico, e entidades da Administração Pública ou outras.

O Primeiro-Ministro sublinhou que as empresas portuguesas têm “conseguido ser das mais competitivas à escala mundial no hidrogénio verde2, o qual “vai ser um verdadeiro catalisador da criação de uma nova fileira industrial e para a reindustrialização de Portugal”. No seu conjunto, as Agendas Mobilizadoras criarão também 18 mil empregos, assinalou ainda.

A Fusion-Fuel Portugal é uma empresa de tecnologia de energia que desenvolveu um gerador fotovoltaico para produzir hidrogénio verde (através da quebra das moléculas de água), que reduz o preço de fabrico através da transformação inovadora dos métodos de produção de energia, e que já está em aplicação em Portugal e em instalação em Espanha, em Itália, em Marrocos e nos Estados Unidos.

A empresa integra o consórcio do Sines Green Hydrogen Valley para produção de hidrogénio verde, com componentes produzidas no país, que resultam de investigação e de patentes nacionais, destinando-se a servir a indústria nacional e a exportação.

O Sines Green Hydrogen Valley representa investimento total de 122 milhões de euros, 8,7 milhões dos quais destinados a investigação, inovação e desenvolvimento, tendo obtido um incentivo de 36 milhões de euros do PRR.

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Produtos da CIN protegem Túneis de Águas Santas e Portagens no Nó de Ermesinde

A CIN é uma das marcas envolvidas nas obras de alargamento da A4 no sublanço Águas Santas/Ermesinde. Nesta intervenção, a CIN foi escolhida para responder às necessidades de reabilitação e conservação das infraestruturas já existentes (galerias central e sul), bem como de protecção das novas portagens, em ambos os sentidos

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Para esta obra da Brisa, a CIN forneceu produtos que permitem a protecção integral de estruturas de betão e a protecção anticorrosiva de estruturas metálicas. Para as primeiras foram utilizados dois produtos: C-POX W210 HB, revestimento epóxi aquoso com partículas cerâmicas especialmente desenvolvido para protecção de túneis e C CRYL S600 HB, revestimento acrílico mate com excelentes propriedades anti-carbonatação do betão. Para as estruturas metálicas, foram utilizados os produtos C POX PRIMER ZP230 FD, primário epóxi com fosfato de zinco e C-THANE® S350, esmalte de poliuretano alifático brilhante com excelente retenção de cor e brilho.

“Os principais desafios desta obra dividem-se em função do elemento a proteger: no caso dos túneis, o maior desafio foi o facto de ser necessário apresentar uma solução que não só protegesse estas infraestruturas de betão dos agentes agressivos a que são sujeitos, mas que também que tivesse um impacto positivo na segurança rodoviária, com características adequadas para o conforto visual dos usuários. No caso das estruturas metálicas, como habitual, há a preocupação de fornecer a solução tecnicamente mais adequada para que a protecção anticorrosiva dessas estruturas seja assegurada para o prazo de vida útil estimado”, explica Inês Martins, Head of Business Development da CIN Performance Coatings.

Acabada a empreitada, o sublanço da A4 entre Águas Santas (Maia) e Ermesinde (Valongo) terá duas faixas de rodagem com quatro vias de circulação em cada sentido: quatro vias na galeria Norte em ambos os sentidos; duas vias de circulação na galeria Sul no sentido Porto/Ermesinde; e duas vias de circulação na galeria Central no sentido Matosinhos/Ermesinde.

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Economia circular e redes sociais no sector da construção e dos materiais em análise pela AICEP

A AICEP acaba de publicar um relatório sobre o impacto da economia circular e outro dedicado ao social media no sector dos materiais de construção, duas tendências que, segundo a agência, o sector não pode ignorar

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O sector dos materiais de construção é um dos que mais exige a adopção de práticas sustentáveis como a limitação de resíduos ou a reutilização de materiais, no quadro de uma abordagem baseada na economia circular. As redes sociais são também uma ferramenta importante para o desenvolvimento de negócios neste sector. Argumentos que levaram a AICEP a debruçar-se sobre os temas. As análises, Economia Circular nos Materiais de Construção e Optimização dos Social Media nos Materiais de Construção, estão agora disponíveis na plataforma online da AICEP.

Ambos os trabalhos integram o projecto Tendências em Gestão e Marketing Internacional cujo objectivo é identificar as principais tendências internacionais que podem tornar as empresas exportadoras mais competitivas.

É abordado o conceito da economia circular e a forma como tem sido aplicado no sector da construção na Europa. A reutilização, reparação ou reciclagem permitem aumentar o ciclo de vida dos materiais de construção e, para além disso, os cidadãos e as empresas estão hoje dispostos a pagar mais pela aquisição de bens duráveis.

A aposta na economia circular é simultaneamente uma necessidade e uma oportunidade para as empresas de construção, atendendo a que o sector é responsável por cerca de um terço dos resíduos produzidos na União Europeia. A transição para uma estratégia de economia circular não é rápida nem fácil e tem impacto nas várias fases da construção, do design dos edifícios à reciclagem dos materiais em fim de vida, passando pela construção eficiente e a extensão de vida útil do edifício.

Quanto à optimização do recurso aos social media pelas empresas de materiais de construção, é abordada a forma como as redes sociais podem promover o negócio B2B, a importância de escolher cuidadosamente aquelas em que se está presente e de definir uma estratégia específica em cada caso.

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Portas Vicaima promovem “design funcional” da Vita Student Pedralbes

Para os quartos do edifício, que representa o primeiro investimento do “Vita Group” fora do mercado britânico, foram seleccionadas diferentes opções do modelo Block. Já a escolha de revestimentos recaiu na gama Dekordor

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A residência universitária Vita Student Pedralbes elegeu as soluções da Vicaima para os quartos e zonas comuns do novo empreendimento. Localizada na cidade de Barcelona, ao redor de algumas das mais prestigiadas escolas de negócios de Espanha, esta acomodação estudantil é composta por 274 apartamentos.

Para os quartos do edifício que representa o primeiro investimento do reputado “Vita Group” fora do mercado britânico, foram seleccionadas diferentes opções do modelo Block – conjunto composto por porta, prumos, guarnições e acessórios pronto a instalar.

Para as entradas dos quartos a escolha incidiu no Block Ei30 AC32dB, uma solução que responde aos exigentes requisitos de resistência ao fogo e de isolamento acústico, preponderantes num edifício desenhado para acolher estudantes. Já nos seus interiores, foram instaladas diversas unidades do modelo Block de Correr, solução que contribui para maximizar a funcionalidade e o aproveitamento dos espaços.

Quanto às áreas comuns que incluem as salas de estudo e de jantar, um ginásio de última geração, piscina e lounges, as condições de protecção são asseguradas através da solução corta-fogo Block Ei60.

Já a escolha de revestimentos recaiu no Lacado Satin White RAL 9010, no Dekordor 3D Cinza e no Dekordor 3D Preto. “Cores sóbrias e elegantes que equilibram a presença de arrojados pormenores de decoração, transformando os diferentes locais em espaços únicos e diferenciadores”, refere a marca.

Consciente da   responsabilidade   em   torno   de   projectos   mais  sustentáveis, a   empresa disponibiliza todos os seus produtos com certificação FSC® (Forest Stewardship Council).

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AIMMP organiza presença portuguesa na Domotex 2023

Arranca no dia 12 deste mês a Domotex 2023, em Hannover. A feira que é uma das mais importantes da área de floorings da Europa, contará com a presença de 11 marcas nacionais

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O certame decorre de 12 a 15 de Janeiro e contará com a presença da A. Barbosa, Cadeinor, Golden-Parquet, Magna Natura, MF Timber, Revesperfil, Ribadão Wood Boutique, SPAZIOdeck, Strong Wood Floors, Thunther Target e TradingTimber. Esta, que é a principal feira mundial de revestimentos para pisos e carpetes, “constitui uma oportunidade única para a indústria portuguesa apresentar mundialmente a sua oferta de produtos de qualidade comprovada e de excelente design”, considera a AIMMP, Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, entidade responsável pela organização da presença portuguesa no evento.

Em Hannover, as empresas portuguesas vão poder demonstrar “a sua grande experiência aliada ao elevado grau de dinamismo e criatividade em materiais de construção em madeira e design de interiores”. Esta participação tem como objectivo principal “representar e promover os interesses destas empresas portuguesas e apresentar internacionalmente a sua capacidade competitiva e a oportunidade de serem fornecedores globais na área de pavimentos”.

Esta iniciativa é organizada no âmbito do Inter Wood & Furniture, um projecto de internacionalização gerido pela AIMMP para o sector das Madeiras e Mobiliário, e que apoia empresas portuguesas interessadas no desenvolvimento de estratégias de internacionalização para novos mercados em crescimento. Ao longo dos anos, este programa já apoiou mais de 400 empresas, através de 140 acções, em cerca de 50 mercados, com incentivos até 50%, tendo contribuído para o crescimento das exportações do sector em cerca de 1.000 milhões de euros, nos últimos 10 anos.

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Weber eleita Escolha dos Profissionais

A marca da Saint-Gobain Portugal volta a ser eleita pelos profissionais do sector da construção pelo terceiro ano consecutivo

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A marca Weber, da Saint-Gobain Portugal, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo como a marca ‘Escolha dos Profissionais’ na Categoria de Colagem e Betumação de Cerâmica. Foram realizados estudos independentes e estatisticamente representativos com consumidores, recorrendo a técnicas de avaliação adequadas à categoria de Colagem e Betumação de Cerâmica, para identificarem a marca com maior grau de satisfação e aceitabilidade na categoria.

A “Escolha dos Profissionais” integra o sistema de avaliação de referência de marcas em Portugal “Escolha do Consumidor”. A Weber participou nesta 9ª edição, sendo uma das marcas eleita pelos profissionais, em diversos critérios de avaliação, como durabilidade dos produtos, longevidade do material, resistência, acabamento, facilidade de aplicação, aderência dos materiais, etc.

“Esta distinção vem uma vez mais reforçar o nosso posicionamento perante os profissionais do sector da construção, evidenciando a qualidade eximia dos nossos produtos”, refere Rita Bastos, directora de Marketing da Saint Gobain Portugal.

De acordo com o comunicado da empresa, esta é uma área onde a “Saint-Gobain Portugal pretende continuar a ser pioneira, desenvolvendo novos produtos e melhorando os já existentes com vista a responder às necessidades presentes e futuras dos profissionais de construção, arquitectura e design. Prova disso é a gama de colagem de cerâmica reformulada no ano passado, repensada para suportar mais formatos, mais aplicações e ser mais sustentável”.

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