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ACL apresenta Slimcrete o revestimento de betão flexível e leve

A Cimenteira do Louro lança Slimcrete um novo revestimento de betão para tectos e paredes, com apenas três milímetros de espessura, que é leve, flexível e amigo do ambiente

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A Cimenteira do Louro lança Slimcrete
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Devido à sua espessura fina, o Slimcrete é um revestimento de betão que optimizará os projectos de construção, desde logo por permitir “uma obra rápida e limpa”. “É muito fácil de aplicar. Basta colar o revestimento, ficando imediatamente visível o betão aparente”, afirma Dinis Silva, CEO da A Cimenteira do Louro, ACL.

Dadas as suas características físicas e composição, o revestimento de betão Slimcrete adquire uma extrema flexibilidade. “Essa flexibilidade do Slimcrete permite o revestimento de superfícies curvas, côncavas e convexas”, explica Dinis Silva, frisando que a inovação do revestimento está precisamente “na sua leveza e flexibilidade”.
O responsável da empresa de produtos de betão de Vila Nova de Famalicão garante ainda que o Slimcrete “é um revestimento natural de betão sem contaminantes”, pelo que “contribui para a protecção do meio ambiente”.

Produto exclusivo da ACL, o revestimento Slimcrete apresenta outra grande vantagem: um metro quadrado pesa apenas quatro quilos, pelo que “estamos em presença de um produto fácil de transportar para qualquer ponto do mundo”, destaca Dinis Silva.

A leveza, as dimensões optimizadas a cada projecto, a facilidade de transporte e a rapidez da instalação tornam o revestimento de betão Slimcrete num “investimento mais reduzido” em relação a um revestimento em betão tradicional.
Dinis Silva revela ainda que o Slimcrete “é fabricado com as mais recentes tecnologias produtivas e recorrendo à utilização de refinadas matérias-primas”. É, portanto, “amigo do ambiente, com reduzidas emissões de CO2”.

O Slimcrete será uma das novidades que ACL apresentará na DecorHotel 2022, a feira profissional de projecto, construção, decoração, equipamentos, produtos e serviços para hotelaria, que decorre na Exponor, em Matosinhos, entre 27 e 29 de Outubro.“O Slimcrete foi muito bem recebido pelo mercado nas feiras Cersaie, em Bolonha, e na Batimat, em Paris, que decorreram no último mês de Setembro”, acrescentou Dinis Silva, estando muito confiante “na boa receptividade” que o novo produto terá na DecorHotel 2022.

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Betão Verdi Zero é eleito Produto do Ano 2023

O Betão Verdi Zero, desenvolvido pela Secil, acaba de ser eleito pelos consumidores como Produto do Ano, na categoria de Produtos Sustentáveis com a subcategoria de Betão Sustentável. O Produto do Ano 2023 é um prémio da ConsumerChoice, que distingue os produtos e serviços que se destacam pela inovação, com avaliação directa dos consumidores

A grande inovação apresentada pela cimenteira portuguesa ao mercado, no ano passado, é o primeiro betão neutro em carbono do país e vem ao encontro dos objectivos para atingir a neutralidade carbónica da indústria cimenteira em 2050 e da necessária descarbonização do sector da construção.

O tema da sustentabilidade assume cada vez mais preponderância na escolha dos consumidores, sendo que 61% afirmaram estar disponíveis a pagar um preço mais elevado por este produto, devido à sua inovação. O betão é essencial à nossa sociedade e as suas propriedades únicas fazem com que seja um material de construção de eleição. O betão é o produto de construção manufacturado mais utilizado no mundo, pelo que o caminho de descarbonização é muito valorizado pelos consumidores. Neste estudo, 72% dos inquiridos consideraram ainda que este produto inovador o diferencia dos seus concorrentes.

Para Pedro de Goulart Mendes, D«director de Marketing da Secil “este prémio traz uma satisfação acrescida para a Secil porque reconhece que estamos no caminho certo rumo a um planeta mais sustentável. É mais um excelente exemplo do bom trabalho que temos feito pela proteção do Planeta e das Pessoas, sendo que a distinção dos consumidores nos dá motivação redobrada para prosseguirmos o nosso caminho, de respeito ambiental e cidadania responsável. Estas são as nossas fundações estratégicas que nos inspiram a fazermos sempre melhor”, conclui.

O Produto do Ano 2023, prémio da ConsumerChoice – Centro de Avaliação da Satisfação do Consumidor, é um prémio mundial que distingue os produtos e serviços que se destacam pela inovação, com avaliação directa dos consumidores.

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4ª fase do Programa Apoiar Gás decorre até final de Março

Este mecanismo de apoio directo à liquidez das empresas mais afectadas pelos aumentos excepcionais do preço do gás. O Governo vai estender o apoio às empresas com consumos mais elevados com o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 2M”, “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 5M”, que terão um apoio máximo de 2M€ e de 5M€ euros por empresa

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O período de candidaturas à 4.ª fase do Programa Apoiar Gás já arrancou e decorre até 31 de Março.

Este mecanismo de apoio directo à liquidez das empresas mais afectadas pelos aumentos excepcionais do preço do gás natural atribui um incentivo a fundo perdido de modo a permitir a continuidade da actividade económica e preservar as capacidades produtivas e postos de trabalho.

Nesta quarta fase de candidaturas, em que o período elegível é de 1 de Outubro de 2022 a 31 de Dezembro de 2022, mantêm-se as regras das fases anteriores, ou seja, uma taxa de incentivo de 40% e um montante máximo de 500 mil euros por empresa.

Nas primeiras três fases, foram apoiadas mais de 300 empresas com um apoio de mais de 61,5 milhões de euros.

O Governo vai estender o apoio às empresas com consumos mais elevados o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 2M”, que poderá canalizar um máximo de 2.000.0000 euros por empresa, e o “Apoiar Indústrias Intensivas em Gás 5M”, com um apoio máximo de 5.000.0000 euros para empresas com perdas operacionais, valores cumulativos com o apoio máximo de 500 mil euros do presente aviso.

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A Cimenteira do Louro lança Slimcrete

O novo produto é o resultado de quatro anos de investigação e desenvolvimento. O Slimcrete é um betão leve e flexível, com o qual a A Cimenteira do Louro pretende revolucionar o mercado dos revestimentos

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O Slimcrete é um revestimento em betão ultrafino criado pela A Cimenteiro do Louro, ACL. Tem apenas três milímetros de espessura e destina-se a revestir paredes e tectos. Ao contrário da rigidez do betão tradicional, o Slimcrete é “flexível, leve e amigo do ambiente”, inúmera a empresa portuguesa. A sua principal característica é a flexibilidade que lhe permite moldar a qualquer superfície, sem necessidade de recurso a acabamentos finos. “Pode revestir superfícies curvas, côncavas e convexas”, sublinha Dinis da Silva, CEO da ACL, empresa fundada em Vila Nova de Famalicão, em 1975, que celebra este mês de Janeiro 48 anos de existência. A expectativa da empresa é que até 2027 este seja responsável por cerca de 5M€ em vendas.

“Em comparação com outros produtos de betão, o revestimento Slimcrete permitirá a uma construtora economizar cerca de 60%, em matérias-primas, transporte e mão de obra”, estima Dinis da Silva, acrescentando que, “não sendo utilizado o betão tradicional, não é necessária argamassa, nem tempo de secagem, nem são utilizados equipamentos pesados, tradicionalmente usados na construção”, acrescenta o responsável.

Acresce o facto das paredes e tectos revestidos com o Slimcrete também dispensam a pintura, dado que o revestimento de betão ultrafino está disponível em 10 cores.

Segundo o CEO da ACL, este é “um produto amigo do ambiente”, sendo “fabricado com as mais recentes tecnologias produtivas e recorrendo à utilização de refinadas matérias-primas, com reduzidas emissões de CO2”. “Estamos perante um revestimento natural de betão, com zero por cento de contaminantes biológicos, zero por cento de compostos orgânicos voláteis, zero por cento de plastificantes, zero por cento de ftalatos e zero por cento de formaldeídos. Assim, contribui para a protecção da saúde humana e do meio ambiente”, inúmera Dinis da Silva.

Cada metro quadrado pesa apenas quatro quilos, facto que faz do Slimcrete um produto em betão fácil de transportar, o que poderá ter reflexos positivos no aumento das exportações da empresa. “Pela primeira vez na história da construção, temos um produto em betão que pode ser exportado para qualquer parte do mundo com facilidade”, sublinha Dinis da Silva. Um dado tanto mais importante para uma empresa que tem 40% das suas vendas nos mercados externos. Em 2022 o volume de negócios da empresa foi de 23,3 milhões de euros, o que representou um crescimento de 6% face ao exercício anterior.

Apresentado ao mercado no último trimestre do ano, o novo produto esteve na Cersaie, em Bolonha, na Batimat, em Paris, na Downtown Design, no Dubai, e na DecorHotel, na Exponor, em Matosinhos. “Pelas reações que recolhemos de arquitectos, decoradores e construtoras, acreditamos que o Slimcrete será um sucesso”, afirma Dinis da Silva, revelando que a ACL “já está a trabalhar para novos projectos imobiliários, onde o Slimcrete será o elemento-chave”.

O novo revestimento de betão flexível pode ser aplicado em paredes e tectos de qualquer projecto de construção, seja em habitação, indústria, comércio, escritórios ou todo o tipo de edifícios públicos.
O próximo desafio da empresa de Vila Nova de Famalicão será desenvolver o Slimcrete para a sua aplicação também em pavimentos e fachadas ventiladas.

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Grupo ao qual pertence a STET adquire nova empresa em Espanha

Aquisição da empresa do sector da locação por parte do Grupo Tesya vai ao encontro dos objectivos traçados no plano industrial para 2025

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A Tesya, grupo internacional do qual faz parte a empresa portuguesa STET, especialista no fornecimento de serviços sofisticados e soluções integradas B2B altamente customizadas para construção, geração de energia eléctrica e mecânica, gestão de obras, armazéns e logística, inicia 2023 com uma nova aquisição na Europa, a Emerent em Espanha.

A aquisição da empresa especializada no aluguer de máquinas de construção, obras de construção civil e industriais, equipamentos completos e soluções de montagem na organização de eventos sociais, de lazer e culturais, com sede nas Astúrias, em Espanha, representa um importante investimento para o Grupo, assim como a consolidação do seu plano estratégico.

Com um volume de negócios de 1.600 milhões de euros e mais de 3.400 colaboradores em 15 países, a aquisição da empresa do sector da locação, vai ao encontro dos objectivos traçados pelo Grupo no plano industrial para 2025.

“No processo de desenvolvimento e consolidação do nosso plano estratégico, pretendemos fortalecer significativamente a nossa presença no aluguer de curto prazo em Espanha, de forma semelhante ao que fizemos na Itália com a CGTE. Como Grupo, ambicionamos uma maior cobertura geográfica no setor e uma forte interação com o objetivo de aumentar significativamente a oferta em Itália e alargar a nossa presença na Península Ibérica em todos os segmentos onde o valor acrescentado das nossas soluções é recompensado . Esta aquisição marca a conclusão de um longo processo de procura de uma empresa onde alicerçar a ambição de nos tornarmos uma empresa de referência no sector do aluguer de curta duração também na Península Ibérica”, declara Lino Tedeschi, presidente e ceo do Grupo Tesya.

Em particular, no setor do aluguer, o Grupo consolida décadas de experiência em vários segmentos de mercado, oferecendo soluções diversificadas: desde as máquinas de movimentação de terras CGT, até aos carros e equipamentos do sector da intralogística com CLS, passando pelos veículos industriais da CGT Trucks até aos multiespecialistas de aluguer da CGTE.

A CGTE oferece aos seus clientes soluções integrais de aluguer em diferentes aplicações: edificação e construção, infraestruturas (estradas, pontes e túneis), manutenção e cuidado de zonas verdes e reestruturação. Além disso, em 2016 inaugurou uma unidade vocacionada para eventos e espetáculos, Indústria e Serviços, especializada na conceção, gestão e aluguer de grandes sistemas e instalações.

Em Espanha, o Grupo Tesya está actualmente presente com a Finanzauto Rental, que oferece soluções chave-na-mão para as necessidades de produção de electricidade a médio e curto prazo. Uma empresa que alia as competências e mais de 20 anos de experiência da Energyst à força comercial e rede de assistência da Finanzauto em Espanha e da STET em Portugal, que conta com um total de 25 delegações.

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Diera inaugura nova unidade de produção em Rio Maior

Com um investimento superior a 2,5 M€, a nova unidade vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais

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A fábrica de revestimentos, colas e tintas, Diera, adquirida pelo Grupo Barbot no início de 2019, vai inaugurar uma nova unidade de produção de argamassas em Rio Maior, no próximo dia 3 de Fevereiro. Uma aposta no crescimento da marca, que pretende reforçar a sua presença em território nacional.

Com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, realizado pela Diera e Grupo Barbot, a nova unidade de produção representa uma etapa chave na estratégia comercial da Diera e  vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais.

“A instalação desta unidade de produção na zona de Rio Maior faz todo o sentido em termos económicos, pois permite-nos reduzir custos no acesso às matérias-primas que abundam na região, e é um elemento-chave na nossa política de expansão da marca para os mercados centro e sul” refere Carlos Barbot, gerente da Diera e ceo do grupo Barbot.

“Paralelamente, trata-se de um investimento que permitiu a criação de seis postos adicionais de trabalho no município, e que pretendemos que seja um importante polo dinamizador da economia local”, conclui ainda Carlos Barbot.

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CMM leva Portugal Steel à EXPOFERR 2023 em Espanha

A CMM marca presença na Feira Profissional de Acessórios e Ferramenta industrial, Protecção Laboral e Maquinaria, que terá lugar em Silleda, Espanha. Uma presença que pretende alavancar a presença e as exportações das empresas nacionais do sector para o mercado vizinho

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A Associação de Construção Metálica e Mista (CMM) vai estar presente pela primeira vez na 3ª edição da feira de referência da indústria dos acessórios e ferramentas industriais, protecção laboral e maquinaria, em Espanha, para promover o projecto “Portugal Steel”, o qual pretende divulgar nacional e, agora, internacionalmente o sector da construção metálica e mista portuguesa, alavancar oportunidades de exportação e promover as competências e as qualidades do sector da Construção Metálica.

Dirigida a profissionais de todo o tecido empresarial como da automação, construções metálicas, indústria naval e aeronáutica, energia, auxiliar, alimentar e serviços, a Expoferr decorre de 9 a 11 de Fevereiro e irá reunir profissionais e peritos do sector, para dar a conhecer as recentes novidades da indústria.

a CMM ter neste certame um stand onde dará a conhecer o projecto “Portugal Steel”, que apresenta como objectivo aumentar a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica e mista portuguesa, evidenciando as vantagens deste método construtivo.

Luís Figueiredo Silva, director da CMM, sublinha que a presença do “Portugal Steel” na Expoferr 2023 é uma alavanca para “a promoção das empresas nacionais da fileira da construção metálica num mercado internacional importante para o sector. A presença neste evento será também uma óptima oportunidade para estabelecer contactos institucionais ao nível da CMM, promovendo a associação e todas as actividades desenvolvidas, em especial o XIV Congresso de Construção Metálica e Mista, que decorrerá este ano em Coimbra, nos dias 23 e 24 de novembro, e onde se espera uma participação de relevo de congressistas e empresas de Espanha”.

Após três anos, o evento Expoferr 2023 regressa com a participação de 320 marcas nacionais e internacionais e de 110 empresas expositoras para debater temas do sector e conhecer os mais recentes produtos através de zonas de exposições e demonstrações. Com programa variado e abrangente que inclui a apresentação e teste de novos produtos, a Expoferr 2023 conta com a presença de mais 3.000 profissionais especializados do sector.

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Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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Carlos Mota dos Santos é o novo presidente da Mota-Engil

A nova comissão executiva da construtora já foi oficializada. Manuel António Mota é o novo vice-presidente e José Carlos Pinto Nogueira assume o pelouro financeiro

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O conselho de administração da Mota-Engil oficializou esta segunda-feira a designação de Carlos Mota dos Santos como novo presidente executivo do grupo.

Em nota enviada à comunicação social, a Mota-Engil informa ainda as alterações introduções. Manuel António Mota, filho de António Mota, assume a vice-presidência do grupo, José Carlos Pinto Nogueira é o novo chief financial officer, (CFO), substituindo Xiangrong Wang, que deixou o conselho de administração da sociedade.
Fazem também parte da comissão executiva da Mota-Engil, para o triénio em curso 2021-2023, João Pedro dos Santos Dinis Parreira e Xiao Di.

A assembleia geral realizada no Porto, elegeu ainda três novos membros do conselho de administração, a par de José Carlos Pinto Nogueira e João Pedro Parreira, Paulo Portas é o novo administrador não executivo do Grupo. As nomeações fazem subir para 17 o número de membros deste órgão.

Na Assembleia Geral realizada no auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, “estiveram presentes representantes de 74,76% do capital social da empresa, tendo todos os pontos sido aprovados por votações favoráveis superiores a 97,58% dos votos emitidos na assembleia”.

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Empresas podem alcançar crescimento de 622 M€ com a transformação digital

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh

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tagsRicoh

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, o que equivale a um crescimento de 622 mil milhões de euros, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh.

Com a participação de 6000 colaboradores e 1500 profissionais com posições de chefia em empresas europeias, o estudo constata que os líderes de negócios reconhecem que os processos demorados tomam conta de grande parte do tempo da equipa, com 76% a tornar a automatização de tarefas rotineiras numa parte essencial da sua estratégia de transformação digital.

“É encorajador ver líderes empresariais a reconhecerem e adoptarem medidas para agilizar o trabalho, automatizar os processos rotineiros e reduzir as tarefas tediosas graças às estratégias de transformação digital. Não obstante, devem passar da intenção à acção muito mais rápido. Os colaboradores estão dispostos a incorporar tudo o que a automatização pode trazer-lhes de benéfico e procuram, de facto, ativamente que as suas empresas lhes proporcionem soluções. Acelerar a transformação digital e oferecer ferramentas que permitam às pessoas realizar um trabalho que traga mais valor é fundamental para que as empresas continuem competitivas, retenham talento e desencadeiem um crescimento sustentável”, considera Anna Vázquez, directora de Serviços e Soluções Digitais da Ricoh Espanha e Portugal.

De acordo com o estudo, os colaboradores estão claramente a desejar a tecnologia certa no local de trabalho para ajudá-los a simplificar as atividades e dedicar mais tempo à realização do trabalho. “A maioria (64%) acha que traria mais valor para a empresa se tivesse acesso à tecnologia certa, com 78% a defender as ferramentas de automatização como forma de reduzir tarefas rotineiras”, indica.

As empresas que implementaram software de automatização no último ano tiveram um aumento médio de produtividade na ordem dos 14%. Isso marca um ganho vital para as empresas que procuram manter-se competitivas em mercados sujeitos a turbulências crescentes.

A pesquisa revela, ainda, que um maior investimento nas ferramentas e sistemas que os colaboradores desejam pode aumentar o bem-estar laboral e reduzir a rotatividade. Os colaboradores de empresas que implementaram ferramentas de automatização no ano passado estão mais satisfeitos com os seus empregos e provavelmente permanecerão na empresa durante mais tempo. De facto, de todos os investimentos em tecnologia que as empresas fizeram, a introdução de ferramentas de automatização correspondeu à menor rotatividade de funcionários, na ordem dos 17%, em comparação com uma média de 19% em outras opções de tecnologia.

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Palbit desenvolve nova linha de ferramentas para gravação

A empresa lançou a nova linha intercambiável Engraving 64067 com o objectivo de optimizar a operação da gravação

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tagsPalbit

A especialista no sector pulverometalúrgico, lançou recentemente uma nova gama de ferramentas para gravação. A linha intercambiável Engraving 64067, produzida pela equipa de engenharia, tem como objectivo optimizar a operação da gravação, através da rápida substituição da pastilha, que permitirá a redução do tempo de inactividade e potenciará o aumento da produtividade.

Esta nova ferramenta pode ser utilizada em diversos materiais, tais como: alumínio, aço inoxidável, metais não ferrosos, aço carbono e plástico e, devido à sua pastilha totalmente rectificada perifericamente, possui um excelente desempenho sem produzir rebarbas. Os novos instrumentos revelam-se uma solução competitiva, uma vez que dispõem de altas velocidades e taxas de alimentação que permitem reduzir o tempo do ciclo de gravação.

Para além da nova gama de materiais para gravação, a Palbit tem vindo a desenvolver as suas soluções de ferramentas de corte, nomeadamente para operações de fresagem, de modo a garantir uma maior produtividade e o aumento do desempenho das operações.

Desafios no desenvolvimento de materiais e processos mais sustentáveis

As empresas produtoras de ferramentas de corte têm enfrentado vários desafios no que diz respeito ao desenvolvimento da maquinagem de novos materiais para os diversos sectores, mas principalmente para o de mobilidade, quer seja aérea ou terrestre.

Para superar estes novos desafios, o sector das ferramentas de maquinagem é obrigado a impulsionar o desenvolvimento de novas composições, geometrias e processos, tendo em consideração que estes devem ser mais eficientes e sustentáveis, sem afectar a sua produtividade e os seus custos.

A Palbit, como fornecedora líder de ferramentas de corte, oferece uma solução para estes desafios através da utilização de ferramentas de corte com diamante policristalino (PCD). Estas ferramentas apresentam inúmeros benefícios, incluindo tempos de ciclo mais curtos, aumento da vida útil das ferramentas e melhoria da produtividade.

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OPENBOOK fecha 2022 com crescimento de 50% da facturação

O atelier terminou o ano com uma facturação de 6M€. Para 2023 a meta é chegar aos 7,5 M€, com aposta no reforço da actividade internacional e nos serviços de Investment Advisory e de Design

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O gabinete de arquitectura OPENBOOK registou uma facturação de 6 milhões de euros em 2022, valor que representa um crescimento de 50% face ao ano transacto. 2022 foi um ano decisivo, com aposta nas áreas Investment Advisory e no design, em complemento à arquitectura.

De entre as várias conquistas, o gabinete destaca ainda o crescimento da equipa, 33%. Hoje são 60 os colaboradores do atelier. 2022 foi ainda o ano de arranque da nova área de negócios da empresa, Investment Advisory, um serviço de apoio ao investimento imobiliário.

A actividade da OPENBOOK cresceu nas diferentes vertentes de actuação, da corporativa à hotelaria, sem esquecer o residencial. No segmento corporativo, imagem de marca de atelier destacam-se vários trabalhos como o edifício e fit-out da multinacional de jogos Miniclip em Portugal, bem como do fit-out do escritório da Ferring Pharmaceuticals e do Novo Banco Campus, ambos no Taguspark e do campus do BNP Paribas, no Parque das Nações. Destaque ainda para o projecto Ritz 77 com a renovação e reabilitação da zona de Galerias e do espaço exterior e zona de bar e piscina do icónico hotel lisboeta. A nível internacional a sede da Rotarex no Luxemburgo e o novo escritório da PwC em Angola são dois dos trabalhos destacados no mercado internacional.

A OPENBOOK reforçou ainda a sua aposta na vertente de turismo e lazer com a NOBK, recém-criado estúdio especializado em design de interiores, que assinou vários projetos de grande visibilidade. Destaque para o design de produto e mobiliário do bar e zona de piscina do hotel Ritz e a reabilitação do Choupana Hills, no arquipélago da Madeira, prestigiado hotel de luxo destruído pelos incêndios que deverá (re)nascer em breve.

“Queremos continuar a traçar um percurso sólido não só na área corporativa onde somos uma grande referência, mas também noutros sectores como o do turismo que está a ganhar cada vez maior relevância no nosso portefólio”, explica Paulo Jervell, partner da OPENBOOK.

Nova área, novos percursos

Vencedora na categoria “Melhor Atelier” nos Prémios Construir 2022, a OPENBOOK tem já algumas metas definidas para o ano que agora arranca, como alcançar 7,5 milhões de euros de faturação e apostar cada vez mais no mercado internacional onde tem desenvolvido vários projectos em diversas geografias: do Luxemburgo ao Brasil ou Angola.

Nos planos para 2023 está a aposta no reforço da equipa que deverá continuar a crescer em 2023 (cerca de 35%) e a criação de uma área de actividades de design do grupo, que permitirá expandir a oferta de serviços na área corporativa, tais como: design de ambientes, sinalética e wayfinding, branding e design de identidade de marca.

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