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Flux uma marca internacional com um forte ritmo de expansão

: Para além de Portugal, o grupo Flux está hoje em Angola, Brasil, Marrocos, Espanha e, mais recentemente, em Cabo Verde e Moçambique. Para 2023, as previsões são de crescimento a dois dígitos nos diferentes mercados onde está presente. Ao CONSTRUIR, António José Fernandes, administrador do grupo, falou da actividade e da estratégia

Manuela Sousa Guerreiro
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Flux uma marca internacional com um forte ritmo de expansão

: Para além de Portugal, o grupo Flux está hoje em Angola, Brasil, Marrocos, Espanha e, mais recentemente, em Cabo Verde e Moçambique. Para 2023, as previsões são de crescimento a dois dígitos nos diferentes mercados onde está presente. Ao CONSTRUIR, António José Fernandes, administrador do grupo, falou da actividade e da estratégia

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Manuela Sousa Guerreiro
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Presente no mercado desde 2006, a Flux produz, comercializa e distribui uma ampla gama de ferramentas para construção, auto, segurança, pintura, químicos electricidade e iluminação, ferragens, máquinas agro-jardim, entre outras. Com presença em três continentes, em 2023 a expansão da marca será reforçada, acção influenciada pelo crescimento que o sector da construção tem conhecido, como explicou ao CONSTRUIR o administrador do Grupo Flux, António José Fernandes

 Fale-me um pouco do percurso da FLUXOREAL e da criação da Flux.
A FLUXOREAL começou a sua actividade em Portugal em 2006, com exportação directa para o mercado angolano. Face ao rápido crescimento do Grupo nesse mercado, foi necessário avançar com a criação da empresa Flux Angola em 2008. Para responder à procura e necessidade no segmento de Máquinas, Ferramentas, Químicos, Protecção, Agro, Jardim, Vedação, Construção, entre outras, foi criada a marca FLUX, uma marca abrangente e de proximidade marcada por uma gama diversificada de produtos. Durante esse período, a marca FLUX tornou-se referência no mercado angolano.
Em 2011 a FLUXOREAL abriu a sua empresa no Brasil, no Estado do Ceará, com uma estratégia diferente, adaptada à realidade do país.
No ano de 2016, introduziu a marca Flux em Portugal criando uma rede comercial e distribuição que actua em todo o Portugal Continental e Ilhas. No mesmo ano, arrancou a operação Flux Marrocos.
Paralelamente, iniciamos a nossa exportação para Espanha, Cabo Verde e Moçambique.
O crescimento do GRUPO FLUX tem sido rápido e sustentado, baseado no conhecimento dos produtos e do que o mercado consome, conhecimento esse que é mais moroso em mercados como o brasileiro e marroquino devido às suas características próprias (língua, moeda, cultura).
A exigência do mercado obriga-nos a recorrer a ferramentas tecnológicas e a estabelecer parcerias a vários níveis. O rigor dos clientes e fornecedores permite-nos crescer e evoluir em conjunto. Respeitando os valores de cada país, respondemos com dinamismo e profissionalismo à evolução dos tempos e empresas. Com uma ampla visão do mercado e do comportamento do público-alvo, a Fluxoreal consegue mais facilmente estabelecer as suas metas a curto, médio e longo prazo.

A Flux está em expansão, em que mercados estão presentes?
O processo de expansão da marca Flux veio responder às necessidades dos mercados e das várias solicitações que recebemos para criarmos uma operação com produtos com óptima relação qualidade/preço. A Flux está actualmente em Angola Brasil, Marrocos, Moçambique, Cabo Verde e Espanha.

A marca própria Flux está em constante crescimento. Quantas referências têm em catálogo? E quais as principais apostas/segmentos?
Não existe outra forma de estar neste sector. A competitividade dos mercados, exige o lançamento permanente de novas referências e aposta contínua em novos produtos que respondam a problemas do quotidiano dos consumidores. Procurando também apresentar soluções mais vantajosas e confortáveis para que as pessoas possam fazer um trabalho com menor esforço e custo. A Flux lançou recentemente o seu novo catálogo. Temos actualmente mais de 7 mil referências Flux, completando com outras marcas representadas.
A Flux tem introduzido novos produtos no mercado com uma excelente relação qualidade/preço, resultado do feedback que recebemos dos nossos parceiros, bem como dos utilizadores que têm um ou mais produtos Flux. Este ano, fizemos o lançamento da nossa gama Exock (gama a bateria 20v), fazendo previamente um estudo de mercado e recolhemos o feedback dos utilizadores. O nosso slogan “Construímos Juntos”, tem como pilar construir com os nossos parceiros e todos os intervenientes um óptimo produto final.
A construção da marca ao longo dos anos tem tido como base encontrar produtos equilibrados e ir ao encontro do consumidor final. Temos alargado o nosso catálogo nas gamas Ferramentas Eléctricas, Ferramentas Manuais, Máquinas Agrojardim, Calçado e Protecção, nos segmentos de Construção, Bricolage, Agrojardim e Segurança.

São simultaneamente fabricantes e distribuidores. Como é que desenvolvem as diferentes linhas de produtos?
Actualmente, temos diversas parcerias com fabricantes e somos distribuidores. Temos uma equipa multidisciplinar nos vários departamentos e com vários anos de experiência na área em que actuamos. Começa tudo de “inhouse”, desde o planeamento e estratégia de produto com o departamento de compras, comercial e marketing, passando depois para o departamento de design no desenvolvimento da imagem e packaging.
Controlamos todo o processo de produção, testando os produtos, garantindo o cumprimento dos altos padrões de qualidade. A nossa equipa comercial tem também um papel fundamental no processo e recolha de dados e informações que possibilitem a melhoria do desempenho dos produtos. O processo de melhoria é constante, cada detalhe é importante para o resultado final do produto.

Os vossos parceiros industriais estão onde?
Os nossos parceiros Industriais estão localizados no Continente Europeu (Portugal, Espanha, Itália, Alemanha e Turquia), América do Sul (Brasil) e Ásia (Japão, Índia, Taiwan, China). Todo o processo é controlado pela nossa equipa interna na selecção dos melhores componentes para cada equipamento e máquina. Esta é a grande diferença no trabalho que fazemos com os nossos parceiros.

Uma presença forte em três continentes

2020 e 2021 foi um período complicado, por todos os constrangimentos que o mundo viveu, de que forma o grupo superou os novos desafios?
O Mundo continua a ter constrangimentos, sejam eles socioeconómicos ou políticos, cabe a nós sabermos adaptarmo-nos às exigências e adversidades. A equipa da Fluxoreal tem conseguido ultrapassar os problemas da pandemia, guerra e logísticos, com que tem sido desafiada nos últimos anos.
Continuamos a trilhar o nosso caminho, seguindo o nosso ADN. Estamos perante uma situação atípica que nos colocou um grande desafio de adaptação da actuação do grupo, quer na adopção de medidas de protecção quer na definição de novas formas de comunicação com os nossos clientes, fornecedores e parceiros. Nesta altura, não é possível prever os efeitos da guerra, aumento dos custos energéticos e de matérias-primas, que poderão causar na economia em geral e, em particular, na actividade do grupo, mas estamos preparados para reagir e continuar a evoluir. Não podemos parar de acreditar. É preciso adaptar, transformar, comunicar e partilhar valores eticamente responsáveis de forma a “reConstruirmos Juntos” um mundo melhor.

E 2022? Que desafios coloca ao grupo os constrangimentos actuais? Quais os principais desenvolvimentos/novidades que 2022 trouxe?
Em 2022 fomos obrigados a redefinir estratégias comerciais face ao aumento dos custos energéticos e de produção. Definimos critérios ainda mais exigentes na selecção de produtos e parceiros.
O desafio da transformação digital está em permanente desenvolvimento no grupo com vista a responder aos novos métodos de trabalho e comunicação com os nossos clientes e parceiros. Foram desenvolvidos vários processos: melhoramos a nossa presença digital e comunicação intranet B2B (myflux) e aplicativo de compras Flux; reforçarmos a nossa equipa comercial em zonas estratégicas para a marca Flux; solidificamos o nosso serviço pós venda com SAT FLUX (Serviço de Assistência técnica Flux). Paralelamente, investimos em novas formações capacitando as equipas com melhores ferramentas e conhecimento dos produtos, lançamos a gama Exock reforçando a nossa gama de produtos a bateria comum, e activamos o Tour Flux de norte a sul do País, levando a marca aos consumidores.
Retomamos ainda a nossa participação em feiras profissionais, marcando presença na Concreta 2022.

Quais as perspectivas para 2023 nos diferentes mercados onde está presente? 
Em Portugal, vamos continuar a consolidar o posicionamento da marca nos últimos anos, estando atentos a novos nichos de negócio e apresentando produtos que respondam às novas oportunidades.
Em Angola e Brasil, esperamos para 2023, uma estabilidade cambial que contribua para o crescimento sustentado da Flux. O volume de vendas está a crescer, pelo que estamos aumentar o nosso nível de stock, bem como a nossa área de actuação.
Em Marrocos, esperamos crescer com a nova estratégia implementada após a pandemia.
Prendemos também dinamizar o estágio de crescimento do grupo através do reforço da actividade internacional e da diversificação dos canais de distribuição. Com exportações para vários países, o grupo pretende crescer acima dos dois dígitos em 2023 nos mercados em que opera.

A expansão está nos vossos planos?
A expansão da marca Flux vai continuar nos próximos anos, permitindo estar ainda mais perto dos revendedores e profissionais, respondendo melhor às suas necessidades e expectativas do consumidor.
Angola, continua a crescer e a modernizar-se no sector de materiais de construção, máquinas e equipamentos e agro-jardim.
Desenvolvimento e implementação de novas tecnologias na rede comercial e logística, bem como nos seus canais online. O objectivo da Flux é ampliar a sua influência nos mercados que opera indo de encontro às tendências de crescimento das áreas Bricolage, Casa, DIY (Do it Yourself) e Construção.

O Brasil é um dos vossos principais mercados. Em que Estados estão presentes e como avaliam o vosso potencial de crescimento?
Estamos sedeados no estado do Ceará, e presentes em todas as capitais dos estados do Nordeste. Actualmente, temos mais de 2500 parceiros a representar a marca Flux no Brasil, o que para nós é sinal de confiança na marca e que a mesma é desejada pelos consumidores.
Face à procura de produtos da gama casa e da gama ferramentas eléctricas a Flux tem apostado em novidades nestes segmentos.

Em Portugal a aposta no DIY e na venda em grandes superfícies é um potencial? Portugal pode ser base para abordarem outros mercados europeus?
No trabalho profissional, na arte e na vida, poder contar com as melhores ferramentas fazem toda a diferença. O trabalho profissional, seja qual for, independentemente do segmento, necessita contar com as ferramentas e equipamentos certos.
Estamos atentos às grandes superfícies visto fazerem parte do comércio e negócio. O nosso compromisso é respeitar todos os nossos parceiros que nos ajudam a crescer e consolidar estrategicamente a marca Flux.
A Flux Portugal, tem já uma operação sólida e sustentada que nos permite abordar outros mercados com melhores ferramentas e, consequência disso, são os investimentos comerciais e estratégicos no mercado de Espanha e França.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Diera inaugura nova unidade de produção em Rio Maior

Com um investimento superior a 2,5 M€, a nova unidade vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais

A fábrica de revestimentos, colas e tintas, Diera, adquirida pelo Grupo Barbot no início de 2019, vai inaugurar uma nova unidade de produção de argamassas em Rio Maior, no próximo dia 3 de Fevereiro. Uma aposta no crescimento da marca, que pretende reforçar a sua presença em território nacional.

Com um investimento superior a 2,5 milhões de euros, realizado pela Diera e Grupo Barbot, a nova unidade de produção representa uma etapa chave na estratégia comercial da Diera e  vai permitir um aumento da produção de argamassas de cerca de 50 mil toneladas/ano, com capacidade para expansão a 100 mil toneladas anuais.

“A instalação desta unidade de produção na zona de Rio Maior faz todo o sentido em termos económicos, pois permite-nos reduzir custos no acesso às matérias-primas que abundam na região, e é um elemento-chave na nossa política de expansão da marca para os mercados centro e sul” refere Carlos Barbot, gerente da Diera e ceo do grupo Barbot.

“Paralelamente, trata-se de um investimento que permitiu a criação de seis postos adicionais de trabalho no município, e que pretendemos que seja um importante polo dinamizador da economia local”, conclui ainda Carlos Barbot.

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CMM leva Portugal Steel à EXPOFERR 2023 em Espanha

A CMM marca presença na Feira Profissional de Acessórios e Ferramenta industrial, Protecção Laboral e Maquinaria, que terá lugar em Silleda, Espanha. Uma presença que pretende alavancar a presença e as exportações das empresas nacionais do sector para o mercado vizinho

A Associação de Construção Metálica e Mista (CMM) vai estar presente pela primeira vez na 3ª edição da feira de referência da indústria dos acessórios e ferramentas industriais, protecção laboral e maquinaria, em Espanha, para promover o projecto “Portugal Steel”, o qual pretende divulgar nacional e, agora, internacionalmente o sector da construção metálica e mista portuguesa, alavancar oportunidades de exportação e promover as competências e as qualidades do sector da Construção Metálica.

Dirigida a profissionais de todo o tecido empresarial como da automação, construções metálicas, indústria naval e aeronáutica, energia, auxiliar, alimentar e serviços, a Expoferr decorre de 9 a 11 de Fevereiro e irá reunir profissionais e peritos do sector, para dar a conhecer as recentes novidades da indústria.

a CMM ter neste certame um stand onde dará a conhecer o projecto “Portugal Steel”, que apresenta como objectivo aumentar a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica e mista portuguesa, evidenciando as vantagens deste método construtivo.

Luís Figueiredo Silva, director da CMM, sublinha que a presença do “Portugal Steel” na Expoferr 2023 é uma alavanca para “a promoção das empresas nacionais da fileira da construção metálica num mercado internacional importante para o sector. A presença neste evento será também uma óptima oportunidade para estabelecer contactos institucionais ao nível da CMM, promovendo a associação e todas as actividades desenvolvidas, em especial o XIV Congresso de Construção Metálica e Mista, que decorrerá este ano em Coimbra, nos dias 23 e 24 de novembro, e onde se espera uma participação de relevo de congressistas e empresas de Espanha”.

Após três anos, o evento Expoferr 2023 regressa com a participação de 320 marcas nacionais e internacionais e de 110 empresas expositoras para debater temas do sector e conhecer os mais recentes produtos através de zonas de exposições e demonstrações. Com programa variado e abrangente que inclui a apresentação e teste de novos produtos, a Expoferr 2023 conta com a presença de mais 3.000 profissionais especializados do sector.

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Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

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Carlos Mota dos Santos é o novo presidente da Mota-Engil

A nova comissão executiva da construtora já foi oficializada. Manuel António Mota é o novo vice-presidente e José Carlos Pinto Nogueira assume o pelouro financeiro

O conselho de administração da Mota-Engil oficializou esta segunda-feira a designação de Carlos Mota dos Santos como novo presidente executivo do grupo.

Em nota enviada à comunicação social, a Mota-Engil informa ainda as alterações introduções. Manuel António Mota, filho de António Mota, assume a vice-presidência do grupo, José Carlos Pinto Nogueira é o novo chief financial officer, (CFO), substituindo Xiangrong Wang, que deixou o conselho de administração da sociedade.
Fazem também parte da comissão executiva da Mota-Engil, para o triénio em curso 2021-2023, João Pedro dos Santos Dinis Parreira e Xiao Di.

A assembleia geral realizada no Porto, elegeu ainda três novos membros do conselho de administração, a par de José Carlos Pinto Nogueira e João Pedro Parreira, Paulo Portas é o novo administrador não executivo do Grupo. As nomeações fazem subir para 17 o número de membros deste órgão.

Na Assembleia Geral realizada no auditório da Fundação Manuel António da Mota, no Porto, “estiveram presentes representantes de 74,76% do capital social da empresa, tendo todos os pontos sido aprovados por votações favoráveis superiores a 97,58% dos votos emitidos na assembleia”.

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Empresas podem alcançar crescimento de 622 M€ com a transformação digital

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh

tagsRicoh

A transformação digital pode incrementar o PIB na Europa em mais de 3,4% nos próximos cinco anos, o que equivale a um crescimento de 622 mil milhões de euros, revela o estudo conduzido pela Opinium para a Ricoh.

Com a participação de 6000 colaboradores e 1500 profissionais com posições de chefia em empresas europeias, o estudo constata que os líderes de negócios reconhecem que os processos demorados tomam conta de grande parte do tempo da equipa, com 76% a tornar a automatização de tarefas rotineiras numa parte essencial da sua estratégia de transformação digital.

“É encorajador ver líderes empresariais a reconhecerem e adoptarem medidas para agilizar o trabalho, automatizar os processos rotineiros e reduzir as tarefas tediosas graças às estratégias de transformação digital. Não obstante, devem passar da intenção à acção muito mais rápido. Os colaboradores estão dispostos a incorporar tudo o que a automatização pode trazer-lhes de benéfico e procuram, de facto, ativamente que as suas empresas lhes proporcionem soluções. Acelerar a transformação digital e oferecer ferramentas que permitam às pessoas realizar um trabalho que traga mais valor é fundamental para que as empresas continuem competitivas, retenham talento e desencadeiem um crescimento sustentável”, considera Anna Vázquez, directora de Serviços e Soluções Digitais da Ricoh Espanha e Portugal.

De acordo com o estudo, os colaboradores estão claramente a desejar a tecnologia certa no local de trabalho para ajudá-los a simplificar as atividades e dedicar mais tempo à realização do trabalho. “A maioria (64%) acha que traria mais valor para a empresa se tivesse acesso à tecnologia certa, com 78% a defender as ferramentas de automatização como forma de reduzir tarefas rotineiras”, indica.

As empresas que implementaram software de automatização no último ano tiveram um aumento médio de produtividade na ordem dos 14%. Isso marca um ganho vital para as empresas que procuram manter-se competitivas em mercados sujeitos a turbulências crescentes.

A pesquisa revela, ainda, que um maior investimento nas ferramentas e sistemas que os colaboradores desejam pode aumentar o bem-estar laboral e reduzir a rotatividade. Os colaboradores de empresas que implementaram ferramentas de automatização no ano passado estão mais satisfeitos com os seus empregos e provavelmente permanecerão na empresa durante mais tempo. De facto, de todos os investimentos em tecnologia que as empresas fizeram, a introdução de ferramentas de automatização correspondeu à menor rotatividade de funcionários, na ordem dos 17%, em comparação com uma média de 19% em outras opções de tecnologia.

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Palbit desenvolve nova linha de ferramentas para gravação

A empresa lançou a nova linha intercambiável Engraving 64067 com o objectivo de optimizar a operação da gravação

tagsPalbit

A especialista no sector pulverometalúrgico, lançou recentemente uma nova gama de ferramentas para gravação. A linha intercambiável Engraving 64067, produzida pela equipa de engenharia, tem como objectivo optimizar a operação da gravação, através da rápida substituição da pastilha, que permitirá a redução do tempo de inactividade e potenciará o aumento da produtividade.

Esta nova ferramenta pode ser utilizada em diversos materiais, tais como: alumínio, aço inoxidável, metais não ferrosos, aço carbono e plástico e, devido à sua pastilha totalmente rectificada perifericamente, possui um excelente desempenho sem produzir rebarbas. Os novos instrumentos revelam-se uma solução competitiva, uma vez que dispõem de altas velocidades e taxas de alimentação que permitem reduzir o tempo do ciclo de gravação.

Para além da nova gama de materiais para gravação, a Palbit tem vindo a desenvolver as suas soluções de ferramentas de corte, nomeadamente para operações de fresagem, de modo a garantir uma maior produtividade e o aumento do desempenho das operações.

Desafios no desenvolvimento de materiais e processos mais sustentáveis

As empresas produtoras de ferramentas de corte têm enfrentado vários desafios no que diz respeito ao desenvolvimento da maquinagem de novos materiais para os diversos sectores, mas principalmente para o de mobilidade, quer seja aérea ou terrestre.

Para superar estes novos desafios, o sector das ferramentas de maquinagem é obrigado a impulsionar o desenvolvimento de novas composições, geometrias e processos, tendo em consideração que estes devem ser mais eficientes e sustentáveis, sem afectar a sua produtividade e os seus custos.

A Palbit, como fornecedora líder de ferramentas de corte, oferece uma solução para estes desafios através da utilização de ferramentas de corte com diamante policristalino (PCD). Estas ferramentas apresentam inúmeros benefícios, incluindo tempos de ciclo mais curtos, aumento da vida útil das ferramentas e melhoria da produtividade.

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OPENBOOK fecha 2022 com crescimento de 50% da facturação

O atelier terminou o ano com uma facturação de 6M€. Para 2023 a meta é chegar aos 7,5 M€, com aposta no reforço da actividade internacional e nos serviços de Investment Advisory e de Design

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O gabinete de arquitectura OPENBOOK registou uma facturação de 6 milhões de euros em 2022, valor que representa um crescimento de 50% face ao ano transacto. 2022 foi um ano decisivo, com aposta nas áreas Investment Advisory e no design, em complemento à arquitectura.

De entre as várias conquistas, o gabinete destaca ainda o crescimento da equipa, 33%. Hoje são 60 os colaboradores do atelier. 2022 foi ainda o ano de arranque da nova área de negócios da empresa, Investment Advisory, um serviço de apoio ao investimento imobiliário.

A actividade da OPENBOOK cresceu nas diferentes vertentes de actuação, da corporativa à hotelaria, sem esquecer o residencial. No segmento corporativo, imagem de marca de atelier destacam-se vários trabalhos como o edifício e fit-out da multinacional de jogos Miniclip em Portugal, bem como do fit-out do escritório da Ferring Pharmaceuticals e do Novo Banco Campus, ambos no Taguspark e do campus do BNP Paribas, no Parque das Nações. Destaque ainda para o projecto Ritz 77 com a renovação e reabilitação da zona de Galerias e do espaço exterior e zona de bar e piscina do icónico hotel lisboeta. A nível internacional a sede da Rotarex no Luxemburgo e o novo escritório da PwC em Angola são dois dos trabalhos destacados no mercado internacional.

A OPENBOOK reforçou ainda a sua aposta na vertente de turismo e lazer com a NOBK, recém-criado estúdio especializado em design de interiores, que assinou vários projetos de grande visibilidade. Destaque para o design de produto e mobiliário do bar e zona de piscina do hotel Ritz e a reabilitação do Choupana Hills, no arquipélago da Madeira, prestigiado hotel de luxo destruído pelos incêndios que deverá (re)nascer em breve.

“Queremos continuar a traçar um percurso sólido não só na área corporativa onde somos uma grande referência, mas também noutros sectores como o do turismo que está a ganhar cada vez maior relevância no nosso portefólio”, explica Paulo Jervell, partner da OPENBOOK.

Nova área, novos percursos

Vencedora na categoria “Melhor Atelier” nos Prémios Construir 2022, a OPENBOOK tem já algumas metas definidas para o ano que agora arranca, como alcançar 7,5 milhões de euros de faturação e apostar cada vez mais no mercado internacional onde tem desenvolvido vários projectos em diversas geografias: do Luxemburgo ao Brasil ou Angola.

Nos planos para 2023 está a aposta no reforço da equipa que deverá continuar a crescer em 2023 (cerca de 35%) e a criação de uma área de actividades de design do grupo, que permitirá expandir a oferta de serviços na área corporativa, tais como: design de ambientes, sinalética e wayfinding, branding e design de identidade de marca.

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OBO Bettermann com proteção certificada contra incêndio

Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão

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A OBO Bettermann Portugal, fabricante de material elétrico especialista em soluções para instaladores, está na vanguarda da certificação contra incêndios e assegura que os seus sistemas
antifogo estão equipados de acordo com as classificações e normas mais recentes em vigor. Deste modo, os autores de projetos e instaladores encontram-se mais protegidos, na medida em que a aprovação dos sistemas instalados é rigorosa e garantida pelos certificados emitidos, que comprovam a utilidade e adequação dos produtos em questão. Para garantir que a instalação corre em conformidade com o certificado, a OBO Bettermann disponibiliza os seus peritos que oferecem aconselhamento e assistência para cada situação de instalação.

A existência de ductos antifogo na construção constitui um requisito para edifícios onde existe elevado tráfego, nomeadamente hospitais, hotéis ou túneis. Em caso de incêndio, os sistemas elétricos e a sua função devem ser assegurados, garantindo o seu fornecimento sem interrupção. Para este efeito a OBO disponibiliza ductos antifogo e sistemas de
caminhos de cabos, verificados e certificados pela DIN 4102 parte 12.

As vias de evacuação e saídas de emergência podem ser protegidas através dos ductos antifogo, com revestimento que protege os cabos contra o efeito do incêndio, existindo um “encapsulamento” dos componentes inflamáveis dos cabos elétricos. Assim, as vias de evacuação e saídas de emergência continuam a poder ser utilizadas pelas pessoas, sem a presença de fogo ou fumo.
As calhas de instalação encontram-se certificadas de acordo com a Classificação Técnica Europeia, EN 1366 parte 5, oferecendo uma segurança de 30 segundos a 120 segundos.

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Casa Peixoto chega aos Açores

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca. Com uma área de cerca de 1000 m2 e um conceito contemporâneo de showroom, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração

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A Casa Peixoto, empresa nacional de comércio de materiais de construção, casas de banho, pavimentos e revestimentos, decoração, bricolagem e jardim, vai inaugurar a primeira loja no arquipélago dos Açores. Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, é o local escolhido, que se junta à rede de lojas da marca que passa agora a contar com oito lojas, sete das quais em território nacional.

A Casa Peixoto Açores enquadra-se no seguimento da expansão da marca que, em 2022, assinalou a abertura da sua maior loja no Porto.

Com uma forte aposta num serviço altamente personalizado, assegurado por profissionais especializados, a nova Casa Peixoto nos Açores, com uma área de cerca de 1000 m2, inclui uma oferta abrangente de materiais de construção e artigos de decoração dispostos em dezenas de ambientes diferentes que dão resposta às necessidades dos profissionais destes sectores (arquitectos, empreiteiros, donos de obra, entre outros) bem como do público em geral.

Com um conceito contemporâneo de showroom e ambientes, as lojas Casa Peixoto, destacam-se pela sua modernidade e inovação com uma exposição renovadora dos materiais de construção que proporciona uma nova experiência ao cliente.

Para responsável da nova loja nos Açores, a marca nomeou Daniel Avelar, com 10 anos de experiência no sector, que ficará encarregue das operações e expansão da empresa no arquipélago açoriano.

A cerimónia de inauguração da nova loja, com abertura oficial no dia 1 de Fevereiro, vai contar com a presença do sócio e administrador, Augusto Peixoto, juntamente com a equipa técnica e com mais de uma dezena de colaboradores dos diversos departamentos.

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UHU lança nova gama para profissionais

Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura” a pensar nos “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores”

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Concebida para “acabamentos e renovações em espaços interiores e exteriores” a UHU acabou de lançar a sua nova gama para profissionais. Com cinco novos produtos no mercado, a UHU Pro pretende ser “uma solução rápida e duradoura”.

Ideal para colar e fixar diversos tipos de materiais em distintas superfícies – lisas, porosas e não porosas, a cola e veda de construção universal “conta com uma tecnologia única de Polímeros SM”. Sem solventes, é, igualmente, resistente aos raios UV, água e alterações de temperatura.

Pensado para a colagem de todo o tipo de materiais de construção, a nova cola de montagem universal, à base de neoprene de borracha, conta com uma aderência extra directa devido ao método único de ligação de potência. Além disso, é resistente à água e a produtos químicos.

Disponível em transparente e branco, o selante Pro é um vedante de silicone permanentemente elástico, resistente ao bolor, à água do mar, aos raios UV e a produtos químicos. Além disso conta, ainda, com uma excelente colagem sem primário e seca muito rápido, em apenas duas horas. É adequado para vedações sanitárias, selagem de juntas, fissuras e fendas.

Também o silicone neutro “de alta qualidade”, disponível em transparente, branco, alumínio, cinzento, preto, castanho e verde, mantém a sua elasticidade ao longo do tempo e ástico, ideal para a adesão universal em todos os materiais de construção. É resistente à água do mar, aos raios UV e ao bolor.

Para selar juntas e fissuras, a gama Pro apresenta o acrílico “de elevada qualidade e de fácil aplicação”. Disponível em branco, pode ser pintado, resistente à humidade e conta com uma excelente colagem sem primário.

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Jungheinrich em processo de aquisição do grupo Storage Solutions

Operação visa reforçar a sua posição no mercado de automação dos EUA e acesso aos principais centros logísticos daquele país

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A intralogistica alemã Jungheinrich está em processo de aquisição do grupo Storage Solutions, um fornecedor de soluções de racking e automação de armazéns sedeado em Indiana, nos EUA.

A operação tem como intuito “reforçar o seu acesso ao atraente mercado de armazenamento e automação dos EUA”. Neste sentido, a Jungheinrich assinou um acordo de compra de acções com a Merit Capital Partners, a MFG Partners e a gestão da Storage Solutions para a aquisição de 100% do capital social da Storage Solutions.

A contrapartida total, acordada no âmbito do contrato de compra de acções, consiste num preço de compra de aproximadamente 375 milhões de dólares (que está sujeito a ajustes finais) e de uma componente flexível e baseada no desempenho na faixa percentual média a alta de um só dígito do preço de compra, que pode ser alcançado pela gestão da Storage Solutions durante três anos após a conclusão da transacção. A aquisição será financiada com os fundos disponíveis e débito com um impacto de alavancagem limitado.

Para a Jungheinrich, esta aquisição complementa a sua pegada global e reforçará ainda mais a posição de mercado da empresa. É uma oportunidade única para entrar num grande segmento de mercado de crescimento rápido, com uma posição estratégica nos EUA. A cobertura de mercado da Storage Solutions proporcionará à Jungheinrich o acesso aos principais centros logísticos nos EUA e a oportunidade de apoiar a actual base de clientes europeia neste mercado. A aquisição será complementar e não terá qualquer impacto na parceria existente da Jungheinrich com a Mitsubishi Logisnext Americas (MLA), que continuará a ser a única actividade da Jungheinrich no mercado norte-americano de empilhadores.

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