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    Qantara inaugura era dos mega armazéns em Portugal

    O Grândola Logistics Park – Euro Atlantic, representa um investimento de 500 milhões de euros e será um dos maiores parques logísticos privados em Portugal. Em entrevista ao Construir Hadrien Fraissinet, CEO Qantara Capital, justifica o investimento e a aposta num projecto que o Governo classifica de PIN – Potencial Interesse Nacional

    Manuela Sousa Guerreiro
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    Qantara inaugura era dos mega armazéns em Portugal

    O Grândola Logistics Park – Euro Atlantic, representa um investimento de 500 milhões de euros e será um dos maiores parques logísticos privados em Portugal. Em entrevista ao Construir Hadrien Fraissinet, CEO Qantara Capital, justifica o investimento e a aposta num projecto que o Governo classifica de PIN – Potencial Interesse Nacional

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    Grândola vai receber aquele que será um dos maiores parques logísticos privados em Portugal. O Grândola Logistics Park – Euro Atlantic, ou GLPEA, terá uma área de 130 hectares divididos em megalotes, com um total de 670 000 m2 de área de construção destinados a logística, indústria e serviços, 300 000 m2 para infraestruturas adjacentes e 330 000 m2 para áreas verdes. Promovido e desenvolvido pela promotora suíça de investimentos e consultoria, Qantara Capital, o projecto promete ser um game-changer na indústria nacional, mas também internacional e, de acordo com Hadrien Fraissinet deverá ser uma realidade em menos de 10 anos.

    Que argumentos e factores trazem a Qantara Capital a Portugal?
    Portugal é um destino de investimento muito atractivo: todos entenderam isso nos sectores imobiliário e comercial, mas apenas recentemente começaram a reconhecer o potencial estratégico do país para fins industriais e de supply chain. A localização geográfica do país no Atlântico revela-o como a plataforma de trânsito ideal para mercadorias e commodities vindas de África e das Américas e exportações da Europa. Para além do aumento previsto dos transbordos, Portugal tem uma oportunidade única de criar valor para si e para os seus cidadãos. Graças a uma mão-de-obra qualificada, a incentivos fiscais atractivos e a uma posição de destaque na produção de energias renováveis, eu olho para Portugal como um claro vencedor na reindustrialização da Europa.
    Este não é o primeiro projecto em Portugal. Começamos a investir em Lisboa em 2015. Mais tarde, fomos muito bem acolhidos em Grândola onde estamos a desenvolver vários projectos incluindo o primeiro hotel de 4 estrelas no centro de Grândola.

    O que faz de Grândola a localização chave para esta nova plataforma logística?
    Fizemos uma pesquisa por todo o país antes de escolhermos Grândola, que é o local perfeito para desenvolver a nossa visão. Sendo o nosso projecto grande, precisávamos de ser capazes de explorar diferentes vectores de crescimento e, portanto, diferentes tipos de ocupantes e indústrias que valorizassem as infraestruturas excepcionais do GLPEA: rodoviárias, ferroviárias, marítimas. Assim, o GLPEA apela a empresas multinacionais de logística e indústria que pretendam integrar o corredor Euro-Atlântico na sua origem. O GLPEA é também uma alternativa ao corredor logístico de Lisboa, através do qual os operadores podem deslocar as operações non-last mile para locais mais económicos e ecológicos. O crescimento económico do Alentejo e do Algarve vai também exigir infraestruturas industriais modernas para servir as indústrias agro-alimentar e turística.

    Qual o plano de desenvolvimento definido para a GLPEA? Em termos financeiros, como está estruturada a operação?
    Foram investidos cerca de 500 milhões de euros, com base no custo genérico do terreno, infraestruturas e construção. No entanto, o valor final dependerá de diversos factores relacionados com a taxa de utilização das infraestruturas e os futuros ocupantes da plataforma. O cold storage, armazém de ecommerce e centros de montagem têm todos um custo de investimento diferente.

    A Qantara está sozinha neste investimento ou as parcerias são bem-vindas?

    É uma ideia nossa e temos vindo a desenvolvê-la desde 2020. O GLPEA já despertou a atenção de operadores logísticos internacionais e lojistas multinacionais com quem estamos a avaliar diferentes formas de trabalhar em conjunto.

    Estimam o desenvolvimento do projecto em quantos anos?
    Num prazo de 10 anos, mas talvez seja necessário menos do que isso.

    Qual o impacto esperado deste investimento no sector logístico nacional?
    Em primeiro lugar, destaco a escala do projecto. Estamos na era dos megaarmazéns e, até agora, Portugal não era competitivo nesse segmento. Segundo, destaco o factor da sustentabilidade. Enquanto projecto greenfield, o GLPEA será muito mais apelativo do que locais brownfield e vai ainda estabelecer uma nova referência regional em logística verde. Terceiro, o facto de Portugal se tornar uma alternativa viável à Espanha. A maioria dos potenciais ocupantes já têm operações em Espanha, mas com a infraestrutura, intermodalidade, escala e o factor verde do GLPEA, estamos confiantes que iremos atrair a procura para Portugal. Esperamos conseguir as licenças necessárias e ter um processo burocrático tranquilo para inaugurarmos, juntamente com os nossos ocupantes, este centro logístico pioneiro na Ibéria.

    A aposta neste novo eixo de entrada para o interland europeu irá concorrer com outras rotas há muito estabelecidas. Quais os principais constrangimentos identificados?
    Há três factores a considerar. A concorrência entre as rotas marítimas do Atlântico e do Mediterrâneo. É mais dispendioso trazer a carga para os portos espanhóis ou franceses, mas até hoje a infraestrutura ferroviária e de armazéns portuguesa não foi capaz de lidar com os volumes e carga. Agora isto será possível graças à modernização ferroviária entre o porto de Sines e Madrid. O GLPEA vai estar ligado a estas novas ferrovias, tornando o transporte e armazenagem mais barato e “mais verde” do que as rotas do Mediterrâneo. Depois, como já referi, a reindustrialização da Europa onde Portugal está bem localizado e equipado para se tornar num player chave. E, finalmente, o próprio crescimento doméstico e orgânico de Portugal, que ainda requer investimentos em infraestrutura.

    Quais as actividades que poderão estar mais interessadas em se estabelecer no GLPEA?

    O terreno está classificado para fins logísticos, industriais e de serviços. No entanto, não queremos ter indústria pesada no nosso parque, especialmente porque Sines já oferece esta alternativa no seu grande complexo petroquímico. Vamos, portanto, favorecer indústrias “mais leves e limpas”, como distribuição, ecommerce, agroalimentar, farmacêutica, aeronáutica, tecnologia e montagem.

    O projecto está classificado como projecto PIN, qual o impacto e vantagens deste reconhecimento?
    É o reconhecimento de que o Governo valoriza uma iniciativa de investimento privado que trará muitos resultados positivos para o país a nível económico e social. Em segundo lugar, vivemos num mundo competitivo onde as circunstâncias podem mudar da noite para o dia, por isso, o momento para este projecto é de importância crítica e o status do PIN vai ajudar com alguns atrasos administrativos. Seria uma pena Portugal perder a oportunidade de acolher o maior parque logístico verde em vez da Espanha, por exemplo.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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    LIV Santa Catarina

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    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”

    Com promoção da Oxy Capital e da Zaphira Capital, o LIV Santa Catarina está a ser comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle

    O projecto, da Oxy Capital e da Zaphira Capital, comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle, resulta da transformação de um edifício histórico em 13 apartamentos de “charme”.  A renovação integral inspirou-se na “alma tradicional portuguesa” e no “espírito boémio” de bairro.

    Localizado no centro de Santa Catarina, em Lisboa, entre os bairros da Bica, Bairro Alto, Santos-o-Velho e Chiado, o LIV Santa Catarina, no antigo número 5 da Rua Marechal Saldanha, onde em tempos funcionou uma das dependências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ser alvo de uma reabilitação que combina a “rica história da arquitectura do século XIX com um design de interiores contemporâneo e a solidez estrutural de uma nova construção”.

    “Assistimos a um momento especial assente na notoriedade que Lisboa foi granjeando ao longo dos últimos anos um pouco por todo o mundo. A intenção do comprador internacional já não está condicionada apenas pelo preço. A qualidade da habitação, assim como a oferta de um conjunto de valências que se estendem além das fachadas de um imóvel, tem um papel decisivo na escolha da propriedade e, cada vez mais, terão que estar alinhados com os padrões internacionais de luxo e de vivência das principais capitais do mundo”, salienta Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva.

    A procura por produtos de excelência é “uma tendência que se irá manter”, não só pelo “conhecimento que os mercados internacionais vão tendo da cidade de Lisboa, mas igualmente pela constante procura de casas no tradicional triângulo associado ao luxo em Lisboa (Chiado-Príncipe Real-Avenida da Liberdade) e face à escassez de produto”, acrescentou Francisco Quintela.

    Foi a pensar neste cliente, “que conhece Lisboa e procura uma arquitectura tradicional sem descurar da qualidade esperada num produto imobiliário ao nível das principais cidades europeias e mundiais”, que foi concebido o LIV Santa Catarina.

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    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

    A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, Lisboa, foi palco de uma nova transacção, com a compra do edifício de escritórios Corpo Santo 13 por um conjunto de investidores privados, representados pela consultora imobiliária JLL. O imóvel foi vendido com o apoio da consultora imobiliária Cushman & Wakefield enquanto assessor da parte vendedora.

    Em tempos sede da Companhia de Seguros Fidelidade, o icónico imóvel situa-se numa das esquinas mais movimentadas deste eixo do Cais do Sodré, em pleno Largo do Corpo Santo, e distingue-se, entre outros factores, pela sua visibilidade, ao dispor de três frentes de rua. O edifício é actualmente ocupado pelo Tribunal da Relação.
    Outro ponto forte do edifício agora transaccionado é a sua localização privilegiada, próxima de pontos de transporte de metro, comboio e barco, além de estar no epicentro de um bairro muito apelativo para trabalhar, viver ou usufruir em lazer e turismo, onde a oferta de hotéis, retalho e serviços tem vindo a crescer e qualificar-se.

    Para João Sacadura, co-head of commercial real estate investment na JLL, “este imóvel é um activo muito apetecível com um ocupante de excelência. Mas evidencia-se também pelo potencial de reconversão que tem. Dada a sua excelente localização numa das zonas de Lisboa mais dinâmicas em termos de requalificação urbana, é um imóvel com inúmeras possibilidades no futuro”.

    “Foi com enorme prazer que assessorámos o vendedor nesta transacção. Esta demonstra mais uma vez o interesse de investidores por edifícios de escritórios bem localizados, com inquilinos de qualidade, e que têm ainda a plasticidade de poder eventualmente ser convertidos para outros usos”, acrescenta, por sua vez, Cristina Machado, head of office investment da Cushman & Wakefield.

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    C&W responsável pela modernização dos escritórios da Intelcia

    Para uma área de três mil m2, a obra passou por uma intervenção geral de arquitectura, rede de telecomunicações e componente eléctrica, uma nova área dedicada à administração com diversos gabinetes, salas de reunião e uma sala de videoconferência, assim como vários espaços de colaboração e descanso

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    A Cushman & Wakefield (C&W) foi o parceiro escolhido pela Intelcia para a execução da obra de transformação das suas novas instalações no edifício Espace, no Parque das Nações, em Lisboa. O projecto terminou com a entrega de um escritório “moderno e eficiente” num prazo recorde.

    Neste sentido, a consultora prestou serviços de Design & Build para uma área de três mil metros quadrados (m2), sendo que a obra passou por uma intervenção geral de arquitectura, rede de telecomunicações e componente eléctrica. Foi construída uma nova área totalmente dedicada à administração com diversos gabinetes e salas de reunião, incluindo uma sala de videoconferência totalmente equipada. Foram, também, desenhados vários espaços de colaboração e descanso, criando ambientes mais informais e acolhedores no escritório.

    “O desafio principal do projeto passou por executar uma obra com uma dimensão considerável num curto espaço de tempo, sem prejuízo da data estipulada para o início da operação”, afirmou Bruno Martins dos Reis, da equipa de Project & Development Services da Cushman & Wakefield Portugal, acrescentando, ainda, que “foram executados e incorporados neste prazo diversos trabalhos adicionais, respeitando as várias necessidades e requisitos do cliente”.

    Em Portugal desde 2018 e com 13 escritórios espalhados em território nacional, a especialista em contact centres anunciou, recentemente, a expansão da sua oferta e, além de prestar serviços de BPO (Business Process Operations), passou a trabalhar as áreas de Permanent Placement e RPO (recruitment process outsourcing), nomeadamente centrada nas funções de RH, Sales&Marketing, Finance&Banking e Customer Experience.

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    Volume de negócios da Tiko cresce 57% em Portugal

    Entre Janeiro a Abril, o marketplace imobiliário transaccionou cerca de uma centena de imóveis, o que representa um crescimento de 57% face aos números registados os últimos quatro meses de 2023

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    tagsTiko

    A Tiko, marketplace imobiliário, fechou os primeiros quatro meses de 2024 com um crescimento de 57% face aos meses de setembro a dezembro de 2023 em Portugal. Os números reforçam a ideia que os portugueses estão cada vez mais disponíveis para comprar casa através de processo online, particularmente na região de Lisboa (60%) e Setúbal (33%). Ao nível da oferta os apartamentos são o segmento preferido de 64% dos compradores, ainda que os dados da Tiko permitem ainda afirmar que as “vivendas”, nomeadamente com piscina, começam a “ter maior procura”. Nos primeiros quatro meses de 2024 e por comparação aos quatro últimos meses do ano passado este segmento cresceu cerca de 50%.

    De acordo com a Impulsa, a plataforma criada pela proptech para facilitar o trabalho dos consultores no seu dia a dia e que reúne funções como a integração de um CRM, serviço de captação de leads, posicionamento de casas, aconselhamento jurídico e financeiro, e suporte de marketing e atendimento ao cliente, o tempo médio para venda de uma casa foi reduzido em 62% e situa-se agora em 29 dias. Actualmente, 77% do portefólio da Tiko são apartamentos e 23% vivendas nas mais diversas tipologias e com piscina.

    Manuel Holstein, Country Manager da Tiko em Portugal, sublinha que “não obstante 2023 ter sido um ano marcado por algumas dificuldades que influenciaram o mercado, como a subida das taxas de juro, a instabilidade internacional, a Tiko efectuou uma trajectória de crescimento, não apenas em resultados, como também organicamente, com o reforço da sua rede de consultores, que ronda atualmente a meia centena. Face aos últimos quatro meses de 2023, para além da boa performance nos indicadores mais relevantes estes meses de 2024 ficam marcados pelo incremento da experiência de compra de casa através de processos inovadores de trabalho, o que nos permite concluir que os portugueses estão disponíveis para comprar online também a sua casa”.

     

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    Pouca oferta acelera “arrendamento expresso”

    Cerca de 14% da oferta fica menos de 24h no mercado. A análise é do Idealista e tem por base a actividade do primeiro trimestre do ano deste marketplace imobiliário  

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    Cerca de 14% das casas arrendadas através do idealista durante o primeiro trimestre do ano estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo a análise de dados deste marketplace imobiliário. Ainda assim, os valores variam consoante o intervalo de preço das casas, sendo que, 25% das casas em Portugal até 750€/mês foram arrendadas em menos de 24 horas, 19% entre 750 e 1.000 euros/mês, 12% entre 1.000 e 1.500 euros/mês e 7% custavam mais de 1.500 euros/mês.

    Analisando as seis capitais de distrito com mais oferta de casas para arrendar no primeiro trimestre, Setúbal foi a cidade onde a percentagem de casas arrendadas em menos de 24 horas foi mais alta, alcançando 32% do total de operações. Seguem-se o Funchal (26%), Faro (20%), Porto (14%), Aveiro (13%) e Lisboa (11%).

    Os arrendamentos mais acessíveis, com preços inferiores a 750 euros mensais, concentram grande parte da procura, marcando assim, as taxas de “arrendamentos expresso” mais elevadas. No Funchal, 100% das casas arrendadas no primeiro trimestre por menos de 750 euros/mês esteve menos de um dia na base de dados do idealista. Segue-se Setúbal, com uma percentagem de 75%, Faro (50%), Aveiro (33%), Porto (30%) e Lisboa (22%).

    À medida que os intervalos de preço sobem, a percentagem de “arrendamentos expresso” reduz-se, apesar de que em alguns mercados esse valor continuar a ser relevante. Nas casas com preços compreendidos entre 750 e 1.000 euros, Faro e Funchal são líderes nos “arrendamentos expresso”, sendo que 33% das casas foram arrendadas em menos de um dia. Segue-se Lisboa (31%), Setúbal (29%), Aveiro (14%), e Porto (11%).

    Já no caso das casas com custo mensal compreendido entre 1.000 e 1.500 euros, 25% foram arrendadas em menos de 24 horas no Funchal e Setúbal, 15% em Lisboa e 14% no Porto. Por último, no arrendamento de casas por mais de 1.500 euros/mês, 10% das casas no Funchal estiveram no mercado menos de um dia, 9% no Porto e 5% em Lisboa.

     

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    DPD inaugura o seu maior hub de encomendas em Portugal

    Novo hub pretende dar resposta ao crescimento da actividade da empresa em Portugal. O hub de Loures representa um investimento de 30 milhões de euros e será decisivo para as metas de crescimento da empresa no país

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    A DPD, empresa de transporte expresso, inaugurou o seu novo hub de distribuição de encomendas em Loures. A aposta no novo centro faz parte do plano de expansão da empresa, que estima fechar o ano de 2024 com uma facturação na ordem dos 115M€ em Portugal, apenas na actividade de transporte expresso. A inauguração contou com a presença do ministro da Economia, Pedro Reis, e o presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão.

    O novo espaço vem dar resposta ao crescimento da actividade que a DPD tem vindo a verificar em Portugal, após em 2023 ter alcançado o seu melhor ano de sempre, ultrapassando o marco histórico dos 101€ milhões de euros em facturação, destacando-se como um dos países em que o grupo Geopost mais cresceu no ano passado.

    “Estamos muito entusiasmados com a inauguração do novo hub, que dá resposta à procura verificada e acompanha a evolução das necessidades dos nossos clientes. Com este novo centro logístico pretendemos prestar serviços de entrega cada vez mais rápidos, fiáveis e sustentáveis. E acreditamos que este será um passo importante para continuarmos a crescer em Portugal, onde esperamos fechar o ano com um crescimento na ordem dos 13%, alcançando os 115M€ de facturação”, refere Olivier Establet, CEO da DPD Portugal.

    “O novo hub tem uma área total de 12.000 metros quadrados (m2): 3.100m2 de escritórios, destinados aos 140 responsáveis pela parte administrativa da empresa, e

    um armazém de 9.000 m2, onde operam 230 colaboradores, encarregues da triagem e distribuição de encomendas. O novo espaço, com uma área total de 12.000 metros quadrados, vai agora juntar no mesmo local a sede da empresa e as respectivas operações na área da Grande Lisboa, actualmente localizadas em São João da Talha (Loures) e Olivais (Lisboa), tornando este hub o maior da DPD em Portugal. O investimento do mesmo ronda os 30 milhões de euros. O hub dispõe de uma máquina de triagem com um sistema de crossbelt único em Portugal que, através dos seus 405 metros de cumprimento, consegue gerir mais de 10.000 encomendas por hora, destinadas à área da Grande Lisboa: Lisboa, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, Mafra, Torres Vedras, Alenquer, Carregado.

    O edifício conta com uma das mais elevadas certificações Breeam Excellent, sistema de avaliação internacional desenvolvido pelo BRE (Building Research Establishment), que permite medir o grau de sustentabilidade ambiental dos edifícios, e disponibiliza, também, 120 postos de carregamento eléctrico, algo fundamental para a DPD, tendo em conta o seu compromisso com a sustentabilidade e o processo de descarbonização da sua frota.

    Em 2023 a DPD entregou mais de 26 milhões de encomendas em Portugal, através das 14 estações, 1.500 pontos pickup e várias centenas de circuitos de distribuição que possui em todo o território nacional.

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    Pedro Lancastre e Giuseppe Amitrano

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    Pedro Lancastre nomeado o novo CEO da Dils em Portugal

    “A reputação e credibilidade de Pedro Lancastre no sector irão reforçar a nossa marca e contribuir significativamente para a evolução do nosso negócio”, afirmou Giuseppe Amitrano

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    A Dils, grupo imobiliário de origem italiana, acaba de anunciar a nomeação de Pedro Lancastre como CEO para liderar as operações em Portugal. Uma nomeação que surge na sequência da recente aquisição da Castelhana, enquanto estratégia de internacionalização da Dils.

    Pedro Lancastre junta-se assim à Dils, trazendo consigo uma “vasta experiência” no sector imobiliário. Anteriormente, o responsável liderou a JLL em Portugal, uma das maiores consultoras imobiliárias do mercado português, onde desempenhou a função de CEO, tendo a seu cargo a responsabilidade máxima pelas operações e estratégia de negócio da empresa.

    Durante os doze anos do seu mandato, o responsável destacou-se pela sua capacidade de liderança e desempenho, bem como pelo comprovado sucesso na gestão de grandes projectos imobiliários, tendo contribuindo para impulsionar o crescimento e inovação do negócio.

    “Estamos extremamente satisfeitos por receber Pedro Lancastre no nosso grupo para liderar as operações em Portugal. O seu profundo conhecimento do mercado imobiliário português e a sua forte rede de contactos, posicionam-no de forma única para conduzir a futura expansão da Dils no País. Além disso, a sua reputação e credibilidade no sector irão reforçar a nossa marca e contribuir significativamente para a evolução do nosso negócio. O nosso objectivo é acelerar o crescimento no sector residencial e expandir a nossa área de actuação para serviços imobiliários comerciais, tais como escritórios, retalho, logística e hotelaria”, afirmou Giuseppe Amitrano, CEO da Dils.

    Já Pedro Lancastre considera tratar-se de uma “honra” à equipa da Dils. “Com a experiência e conhecimento da Dils, juntamente com a força e o legado impressionante da Castelhana, estamos prontos para acelerar a expansão no mercado e oferecer serviços de excelência aos nossos clientes. Acredito que a minha experiência no mercado imobiliário português permitirá reunir uma equipa de topo extremamente talentosa”, afirmou.

    Para Portugal, a Dils traz o seu modelo de negócio “único”, desenvolvido no mercado italiano, baseado no know-how orientado para a inovação e na capacidade de antecipar tendências do mercado. Este é um passo importante na estratégia de expansão europeia do grupo, que já inclui o mercado holandês e italiano e continuará com planos futuros para Espanha, Alemanha, França, Polónia e Reino Unido.

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    Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin

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    Norfin assinala 25 Anos com objectivo de “continuar a crescer” e a “diversificar o negócio”

    Ao longo destes anos, o Grupo contabiliza a gestão de 34 fundos de um total de 61 veículos, correspondentes a cerca de cinco mil milhões de euros em activos

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    tagsNorfin

    A celebrar 25 anos em Portugal, a Norfin contabiliza a gestão de 34 fundos de um total de 61 veículos, correspondentes a cerca de cinco mil milhões de euros em activos. Para o futuro, o objectivo passa por continuar a crescer “de forma sustentada e sustentável”, através de serviços “profissionais e rigorosos”, confirma Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin.

    “A história mostra-nos que o Grupo tem tido sucesso por saber adaptar-se e posicionar-se, ao longo dos diferentes ciclos económicos e fases do mercado imobiliário, indo ao encontro das necessidades do mercado e, nomeadamente, dos investidores, nacionais e internacionais, que procuram Portugal para investir”, explica Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin.

    Neste sentido, e “olhando para o presente e o futuro, a nossa visão é continuar a ultrapassar os limites do que é possível em desenvolvimento urbano e gestão de activos”, reafirma, com o foco em “espaços que não sejam apenas funcionais e apelativos”, mas, também, “sustentáveis e que sirvam e promovam as comunidades a que se destinam”.

    Nos últimos anos, o Grupo tem registado um crescimento significativo no volume de negócios, com os activos sob gestão a ultrapassarem os dois mil milhões de euros em 2024. Do Grande Porto à Grande Lisboa e estendendo-se ao Algarve, a actividade do Grupo está hoje, conjunturalmente, centrada na promoção imobiliária de projetos de habitação, hospitality, mas também de escritórios e logística.

    O Office Park Expo, que deu origem ao Campus da Justiça em Lisboa ou a reabilitação do Palácio da Junqueira, integrado num fundo em 2005, são alguns dos activos sob gestão da Norfin que Francisco Sottomayor destaca.

    Mas actualmente, o CEO acredita que projectos como o Campo Novo, o Monview, em Miraflores ou os “escritórios do futuro” Oriente Green Campus irão “impactar muito positivamente as áreas onde estão localizadas”. A estes junta-se, por exemplo, os diferentes projectos que gerem no Algarve, de Vilamoura a Palmares, entre outros.

    A sustentabilidade dos projectos que gere é outro dos focos do Grupo Norfin.  que, como refere Francisco Sottomayor, acrescentando que “o segredo para acrescentar valor efectivo nos activos que gerimos está em conseguirmos rodear-nos dos melhores advisors, construtores, prestadores de serviços e demais fornecedores, que formam uma equipa alargada com os nossas equipas, distribuídas pelas diferentes áreas de negócio”.

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    Jamestown garante ocupação total da Factory Lisbon

    Escola 42 e TUMO juntam-se, assim, ao ecossistema “inovador” de empresas e startups já presentes no edifício, naquela que é a maior unidade do edifício, que conta com dois mil metros quadrados

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    A empresa de investimento e gestão imobiliária, Jamestown, anunciou a ocupação total da Factory Lisbon, o campus de inovação e empreendedorismo localizado no Beato Innovation District. Este marco foi alcançado depois da empresa ter firmado o contrato de arrendamento da maior unidade do empreendimento, de dois mil metros quadrados (m2) com a Escola 42 e a Tumo.

    Ambas as organizações, reconhecidas internacionalmente como “disruptivas” e pelo seu contributo para “uma aprendizagem e reskilling fora dos paradigmas convencionais”, irão contar com hubs no edifício, onde irão desenvolver os seus programas e dinamizá-los junto dos residentes da capital portuguesa.

    A Escola 42, com mais de 21 mil alunos, em mais de 30 países, é reconhecida como uma das melhores escolas de programação do Mundo e disponibiliza um programa gratuito para pessoas com mais de 17 anos sem a obrigatoriedade de ter um background ou experiência em programação. Já o TUMO é um programa educativo gratuito, direccionado a jovens entre os 12 e os 18 anos, que têm a possibilidade de adquirir competências em oito áreas na intersecção da tecnologia com a criatividade: Fotografia, Animação, Desenvolvimento de Jogos, Programação, Música, Design Gráfico, Cinema e Robótica.

    A chegada destes dois centros educativos à Factory Lisbon vem contribuir para “solidificar o posicionamento do edifício como um hub de inovação, complementando o ecossistema vibrante de startups e tecnológicas que já fazem parte do ambiente colaborativo e inovador do edifício”, referem os responsáveis da Jamestown.

    A par disso, irá contribuir para “solidificar a capital portuguesa como um polo tecnológico global” e criar “mais oportunidades” para que a comunidade lisboeta possa desenvolver as suas aptidões e conhecimento.

    Com este arrendamento, a Factory Lisbon passa então a contar com 12 empresas inovadoras com escritórios e sedes no edifício: a Web Summit, a Unicorn Factory Lisboa, o Interactive Technologies Institute (do Instituto Superior Técnico), a Sixt, a Midwich Portugal, a Inetum, a Microharvest, a GWEC – Global Wind Energy Council, as ofertas gastronómicas dos Foodriders, o The Royal Rawness e, agora, a Escola 42 e a TUMO.

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    Junqueira 27 reabilita edifício histórico junto ao Tejo

    Novo projecto residencial promovido pela LX Capital reabilita edifício do século XVIII e coloca no mercado nove apartamentos. A comercialização foi entregue à Athena Advisers e JLL

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    A transformação da zona ribeirinha entre Alcântara e Belém continua a crescer e a trazer para esta área lisboeta numerosos projectos de habitação, escritórios e hotelaria, mas também novos destinos culturais, de comércio e de restauração.

    O projecto residencial Junqueira 27 é exemplo dessa renovação no lado ocidental da cidade e surge da recuperação de um edifício histórico de características apalaçadas, típico da construção nobre que foi despontando na zona da Junqueira na segunda metade do século XVIII (após o terramoto de 1755) e ao longo do século XIX.

    O projecto de reabilitação preserva o carácter histórico do edifício, mantendo ou replicando grande parte dos seus elementos arquitectónicos originais, ao mesmo tempo que aposta numa construção com a qualidade própria de um empreendimento criado de raiz.

    É composto por nove apartamentos de design contemporâneo, distribuídos por três pisos, e ainda um jardim ao nível do primeiro piso. Com tipologias entre o T1 e o T3 e áreas que vão dos 83 m² aos 189 m², os apartamentos irão conservar a altura dos pés direitos com mais de três metros, replicando nos tectos os ornamentos da época, bem como as amplas janelas que proporcionam vistas sobre o rio no último piso. Os preços de venda oscilam entre 680.000 euros e 1.500.000 euros.

    Promovido pela LX Capital, o Junqueira 27 já se encontra em fase avançada de construção, prevendo-se que esteja concluído no primeiro trimestre de 2025. A comercialização está a cargo da Athena Advisers e JLL.

    “A atenção sobre esta zona está a crescer significativamente, impulsionada não só pelo facto da regeneração de Alcântara estar a tornar esta área num novo centro residencial e de negócios mas também pela nova ligação de metro que irá melhorar a sua conectividade com o centro da cidade”, sustenta David Moura-George, director-geral da Athena Advisers Portugal. “Antecipamos, por isso, uma procura dinâmica para o Junqueira 27, atraindo jovens famílias que apreciam a localização junto ao rio e a um dos mais interessantes polos culturais da cidade, além de bons equipamentos e serviços. Numa zona com um potencial de crescimento e valorização muito expressivo, contamos ainda atrair a atenção de investidores.”

    “Este novo projecto, cheio de charme, num prédio que foi totalmente renovado, está em harmonia com a história, a grandiosidade, a estética e a luminosidade do edifício.”, comenta Patrícia Barão, Head of Residential na JLL. “Num momento de falta de oferta na cidade, este projecto, combina uma localização de prestígio, um preço de investimento atractivo, que consegue responder quer a quem procura uma alternativa de investimento numa óptica de rendimento, quer a quem procura uma casa para viver com requinte e tranquilidade”, acrescenta.

    O projecto arquitectónico restitui ao edifício o seu ambiente palaciano ao recuperar ou recriar os seus principais elementos históricos. A fachada do edifício é mantida, reabilitada e reforçada, preservando a maior parte dos seus componentes, como os vãos das janelas, as varandas e a porta original, que serão restaurados.

    No interior, o hall de entrada (com pé-direito de 4,40 metros) é também recuperado e irá exibir uma antiga cadeira Olaio restaurada e que foi encontrada no próprio edifício. Será igualmente reabilitada a escadaria original, mantendo, assim, uma peça fundamental na preservação da estética da época. As portas dos apartamentos mantêm o desenho das originais.

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