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    Investimento superior a 35 M€ transforma antigo edifício da Ageas no Porto

    Aquela que é a primeira aquisição do grupo internacional em Portugal e desenvolvido em parceria com a Adriparte, conta com projecto da Openbook e Project Management da Alphalink para transformar o edifício num “escritório do futuro”

    Cidália Lopes

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    Aquela que é a primeira aquisição do grupo internacional em Portugal e desenvolvido em parceria com a Adriparte, conta com projecto da Openbook e Project Management da Alphalink para transformar o edifício num “escritório do futuro”

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    O edifício Campo Alegre, antiga sede da Ageas, no Porto, foi vendido à Osborne +Co, promotora com uma vasta experiência no desenvolvimento de escritórios. Aquela que é a primeira aquisição do grupo internacional em Portugal, em parceria com a Adriparte, representa um investimento superior a 35 milhões de euros. Com assinatura do atelier Openbook, o projecto conta, ainda, com a equipa da Alphalink para Project Management. Ainda em fase de licenciamento, as obras de reabilitação do imóvel deverão estar concluídas no final de 2024.

    “Estamos ansiosos para aproveitar o potencial do edifício existente de Campo Alegre e transformá-lo em um espaço de escritórios de primeira linha que exceda os padrões da indústria. A nossa equipa está muito satisfeita por estar envolvida na criação de uma localização privilegiada dinâmica e sustentável para atrair novos ocupantes internacionais para a Zona 1 CBD Boavista”, afirma Fernando Caldas, general manager da Osborne+Co em Portugal.

    Com 15 mil metros quadrados (m2), este será “um dos melhores projectos de escritórios na cidade do Porto”, que poderá vir a receber mais de 600 colaboradores, distribuídos por sete pisos. A aquisição “deste edifício emblemático”, que conta com uma “localização privilegiada, acessibilidades e excelente visibilidade” vai, ainda, colmatar a “crescente procura no mercado de ocupação de escritórios”.

    “Altamente sustentável e moderno”

    Desenhado para promover um espaço “altamente sustentável e moderno” e com foco no bem-estar dos seus ocupantes, a intervenção no edifício prevê a substituição da fachada e M&A, criando um edifício de escritórios de classe A.

    A zona central do edifício irá oferecer, ainda, uma área significativa para amenities e espaços de escritórios adequados para ocupantes de menor dimensão, criando neste espaço um ponto vibrante e de encontro.

    Tendo em conta a grande procura por espaços de grande dimensão, este edifício de escritórios irá também colocar no mercado pisos com áreas entre os 800 m2 e os 2000 m2, o que o torna “altamente atraente para novas empresas que queiram entrar no Porto ou para aquelas que pretendam aumentar as suas operações”.

    O ‘Campo Alegre’ conta, ainda, com mais de 2.500 m2 de terraços exteriores, que se encontram em diferentes pisos, e cuja utilização se tornou ainda mais importante e mais procurada pelos ocupantes dos edifícios de escritórios depois da pandemia de Covid. “Esta é uma característica única quando comparada com o stock existente de prédios de escritórios disponíveis no núcleo CBD”, refere.

    O projecto de requalificação prevê, ainda, espaços de estacionamento ao nível da rua e subsolo (-1 e -2) e conta, também, com parque para bicicletas, carregamento de veículos eléctricos, fornecimento de energia através de fontes renováveis, sistema inteligente e centralizado de todo o edifício e IoT disponível através de app.

    “O nosso vasto track-record global na promoção de edifícios de escritórios de vanguarda, contribui de uma forma decisiva para o desenvolvimento sustentável das cidades, cumprindo com os requisitos ESG. Esperamos que os futuros ocupantes deste edifício possam usufruir de um ambiente e serviços complementares com elevados padrões de qualidade”, adianta Fernando Caldas.

    Concluída venda do portefólio Invictus

    A operação foi assessorada pela CBRE, tendo, desta forma, concluído a venda do portefólio Invictus, que pertencia à seguradora. Para a AGEAS, esta transacção corresponde às suas reais expectativas na conclusão de um processo estruturado que incluía três importantes activos da cidade do Porto, e é com grande satisfação que reconhece a importância do projecto de transformação apresentado pela Osborne, o qual dará uma nova vida ao edifício no qual funcionou a sede daquela seguradora durante cerca de 10 anos e que, com a requalificação prevista, contribuirá para uma cidade cada vez mais regenerada.

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    Coldwell Banker lança nova solução build-to-rent no centro de Lisboa

    O Palma Lofts, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2, totalmente equipadas e mobiladas

    A Coldwell Banker Portugal, através da sua franquiada Coldwell Banker Luxus, acaba de lançar os Palma Lofts, um build to rent da imobiliária em Portugal. Fruto da reabilitação de um edifício histórico, este será o primeiro de outros projectos que a rede pretende adicionar ao seu portfólio.

    O Palma Lofts, localizado na Cidade Universitária, é o resultado de um trabalho de reabilitação de um edifício cuja vestígios de construção remontam a 1208, que foi  “cuidadosamente” renovado para preservar o seu espírito de comunidade e manter elementos arquitectónicos originais, como os tons de amarelo e azul típicos que identificam a zona.

    O projecto, composto por 14 unidades habitacionais de tipologias T0, T0 duplex (studios) e T1, começa com preços desde os 1,250 euros e áreas entre os 30 e os 44 m2. Todas as propriedades são entregues totalmente equipadas e mobiladas, incluindo um serviço de limpeza. Inicialmente, estarão disponíveis três imóveis para arrendamento, com as restantes unidades a serem disponibilizadas progressivamente.

    Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, destaca a importância destes novos modelos de habitação afirmando que, “acreditamos firmemente que todos os operadores do sector imobiliário devem trabalhar em conjunto para encontrar soluções que aumentem a oferta de habitação, como é o built-to-rent. Estamos a assistir a uma mudança de paradigma, onde os clientes procuram soluções prontas a habitar para arrendamento, como os Palma Lofts, que oferecem apartamentos totalmente equipados e mobilados, com serviços associados”.

    O modelo built-to-rent, já estabelecido em países como Inglaterra, Suíça, Áustria e Alemanha, começa agora a ganhar terreno em Portugal, como resposta à “crescente necessidade de habitação”, atraindo a atenção de investidores privados e grandes entidades públicas.

    No que diz respeito à sua actividade, a Coldwell Banker Portugal registou o seu melhor trimestre no início de 2024 desde que iniciou actividade em Portugal, tendo já alcançado 50% dos objectivos a nível de aberturas para este ano.

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    Empreendimento ‘Vivva Setúbal’

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    Primeiro projecto do The Edge Group em Setúbal já está em comercialização

    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

    O empreendimento ‘Vivva Setúbal’, com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com áreas entre 62 m2 a 165 m2 e com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros.

    Com uma arquitectura contemporânea e um design “sofisticado”, com linhas limpas e uma palete de cores neutras, os apartamentos destacam-se pelas “amplas” janelas panorâmicas, terraços, varandas e jardins privativos que “optimizam” a entrada de luz natural, onde se pode contar, ainda, com estacionamento privativo e piscina.

    A empreitada estará a cargo da empresa Ageiron, uma empresa do universo da promotora, com um prazo de conclusão para o final do segundo trimestre de 2026. Dividida em três fases, a primeira consiste na construção do arruamento intitulado de ‘Rua Particular’, infraestruturas viárias, acessos ao terreno, passeios, ciclovias, muros periféricos, construção dos edifícios 1 e 2, respectivas caves e, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios.

    A segunda fase inicia com a construção dos edifícios 3 e 4, respectivas caves, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios e a terceira fase prossegue com a construção dos edifícios 5, 6 e 7.

    Além do empreendimento, serão, também, feitas alterações ao nível rodoviário. Neste sentido, está prevista a implantação de uma “praça de ligação entre a rotunda dos quatro caminhos e a Avenida do Alentejo” e um “passeio pedonal/ciclovia e faixa verde, do lado nascente da Avenida Pedro Álvares Cabral”.

    Além da componente residencial, o novo espaço vai contar com uma zona central onde vão poder encontrar-se áreas de “piscina exterior, espelho de água, parque infantil, zona de fitness e jardins”, explica o documento da proposta.

    Apresentado pela primeira vez em 2012, enquanto ‘Setúbal Center’, o projecto sofreu, entretanto, algumas alterações, nomeadamente a redução de área de construção e do número de apartamentos, além de, obviamente, ter adoptado uma nova designação. Neste sentido, o empreendimento passou de quase 30 mil m2 para 20 mil m2 e de 277 apartamentos para os actuais 237.

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    Home Tailors comercializa projecto Casa dos Azulejos

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros

    O Departamento de Development and Corporate da Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o projecto Casa dos Azulejos situado em Sarilhos Pequenos, na Moita.

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias T4 com 160 metros quadrados (m2) de área bruta, terraço, jardim, dois lugares de garagem e arrecadação e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade desta superfície é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros.

    “As Casas dos Azulejos são moradias verdadeiramente únicas com um design contemporâneo muito diferenciador. Trata-se de um projecto com qualidade de excelência, situado num local verdadeiramente paradisíaco e muito próximo de Lisboa”, segundo David Carapinha, CEO & Founder da Home Tailors Real Estate.

    A funcionalidade das moradias Casas dos Azulejos foi pensada ao pormenor apresentando soluções como acesso directo desde o hall de entrada ao escritório e acesso individual para a cave, separando-se assim as áreas mais funcionais dos espaços sociais e privativos.

    A área social de cada moradia foi projectada em formato open space de forma a maximizar a ligação entre este espaço e o exterior. Todas as moradias apresentam design contemporâneo com amplas janelas e acabamentos e materiais de alta qualidade.

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    Recuperação das vendas de casas provoca subida de preços

    Os preços das casas aumentaram 1,5%, face a Março. Um aumento que é explicado pela recuperação das transacções, que de acordo com a Confidencial Imobiliário aceleraram entre Fevereiro e Abril. Neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Mais 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 

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    Em Abril os preços das casas aumentaram 1,5% face a Março, invertendo a tendência de estabilização observada ao longo dos últimos meses. A taxa de variação mensal é apurada através do Índice de Preços Residenciais para Portugal Continental, da Confidencial Imobiliário, o qual incide sobre os valores efectivos de transacção.

    No último ano e meio, em reflexo do abrandamento nas transacções de habitação, os preços mostraram maior resistência nas subidas, com taxas de variação mensal quase sempre inferiores a 1,0%. Ao longo deste período, esta é a uma das excepções com valorização mensal acima desse patamar, invertendo o ciclo de variações residuais especialmente visível desde o Verão do ano passado.

    Este comportamento de reactivação das subidas dos preços é já evidente na taxa de valorização homóloga do Índice de Preços Residenciais. Em Abril, esse indicador atingiu 10,6%, em recuperação face aos 9,6% de Março. Mês em que a valorização homóloga foi a menor em quase três anos, consolidando uma trajectória de perda de intensidade que levou as subidas de preços a passarem da ordem dos 19,0% para menos de 10,0% no espaço de um ano e meio.

    Esta nova subida de preços reflecte uma recuperação das transacções, que no período acumulado de Fevereiro e Abril terão voltado a acelerar. De acordo com as projecções da Confidencial Imobiliário a partir dos dados reportados ao Sistema de Informação Residencial, SIR, neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Isso traduz um aumento da ordem de 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 e confirma a tendência de recuperação das vendas já sinalizada no 1º trimestre deste ano, conforme as estimativas do SIR.

    “No contexto do desagravamento das condições de acesso ao crédito e de regresso progressivo da fatia da procura que foi mais penalizada pelo aumento dos juros, a perspectiva é de recuperação da dinâmica da procura e consequente estímulo da valorização do mercado”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário. “Esta é uma realidade que começa a dar maior confiança aos operadores do mercado, que estão agora mais optimistas quanto à possível evolução das vendas e ao impacto na subida de preços, conforme mostram os últimos inquéritos de confiança Portuguese Housing Market Survey”.

    Nos últimos três meses, entre Fevereiro e Abril, as casas em Portugal Continental foram vendidas por uma média de 2.412€/m2, posicionando-se em 3.386€/m2 no segmento de habitação nova e 2.298€/m2 na usada.

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    Pujolinvest lança novo projecto com investimento de 22M€ (c/ galeria de imagens)

    O Alfama 83, que está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num projecto da EntrePlanos e engenharia da A2P, deverá estar concluído no primeiro trimestre de 2025

    Na sua totalidade para uso de hab

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    O Alfama 83, localizado no bairro lisboeta que lhe dá o nome, iniciou a sua comercialização. Promovido pela Pujolinvest, o edifício está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num investimento de 22 milhões de euros. A obra deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.

    Na sua totalidade para uso de habitação, o edifício tem 3.100 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, é constituído por 13 apartamentos em cinco pisos, com tipologias de T1 a T4 e dois Duplex.

    Para além dos apartamentos, os residentes dispõem de espaços comuns de lazer e trabalho, como ginásio equipado, sauna, parqueamento de bicicletas, sala de reuniões e espaço de co-working.

    No último piso, os residentes têm, ainda, acesso livre a um espaço designado de “vista navios”, com vista panorâmica sobre o Rio Tejo.

    Com projecto de arquitectura do gabinete EntrePlanos e a engenharia a cargo da A2P, o Alfama 83 situa-se na confluência da Rua de São João da Praça e do Largo do Marquês do Lavradio, a dois minutos a pé da Doca da Marinha.

    Com o objectivo de “homenagear” as tradições e cultura lisboetas, a Pujolinvest retirou e classificou mais de 16 mil azulejos do século XVIII para os reinstalar posteriormente nos apartamentos e áreas comuns. Também a estrutura gaioleira pombalina do edifício, tectos em arco e abóbadas de tijolo burro foram preservadas.

    Com uma aposta clara na “reabilitação de edifícios históricos” na cidade de Lisboa, o Alfama 83 segue essa estratégia que, segundo Carlos Patrício, administrador da Pujolinvest, se iniciou com o Áurea 72, com a recuperação de dois edifícios no quarteirão Rua do Ouro, Rua da Conceição e Rua dos Sapateiros, passando pelo premiado edifício de Art Nouveau – Duke Residences Saldanha. “Em todas estas obras aliamos a paixão pela preservação e reposição do património histórico da cidade com a qualidade dos materiais e das tecnologias aplicadas”, reforça.

    Projectos estes que se inserem no plano de investimentos na ordem dos 120 milhões de euros para o período entre 2021 e 2026.

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    Associados da ASMIP beneficiam do portal Habitar Portugal de forma gratuita

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional

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    Os mediadores associados da ASMIP já podem, de forma gratuita, colocar anúncios no portal Habitar Portugal. A novidade foi anunciada no Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2024), que se realizou na primeira semana de Maio, em Lisboa.

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, alargando este serviço a todas as empresas de mediação, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional.

    Destinado exclusivamente a anúncios imobiliários colocados por mediadores profissionais, legalmente licenciados pelo IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção – na génese da criação do Habitar Portugal está a vontade da ASMIP de criar ferramentas de valor, que respondam às necessidades do sector da mediação na promoção e divulgação das suas carteiras de imóveis para venda e arrendamento, permitindo aos consumidores obter acesso a informação credível, prestada apenas por profissionais habilitados e com conhecimento absoluto do negócio e das transacções imobiliárias.

    Francisco Bacelar, vice-presidente da ASMIP, destaca: “O anúncio da gratuitidade, por um período determinado, levou ao aumento da procura do serviço por parte dos associados, mas também ao aumento do número de sócios”.

    Com esta postura a ASMIP assegura sempre a gestão e a propriedade do portal, permitindo “independência da classe” sobre os portais puramente comerciais, fornecendo ao mercado um portal fidedigno onde só entram anunciantes credíveis e devidamente licenciados, ou seja, mais garantia para o consumidor final.

    A plataforma Habitar Portugal permite pesquisa imóveis tanto para compra, como para arrendamento, e pela sua localização. Nos resultados da pesquisa o portal dá prioridade à lista dos resultados com apoio de geolocalização com representação em mapa, trazendo mais informação ao utilizador e melhor suporte à pesquisa. Permite delimitar área geográfica, informa sobre pontos de interesse e permite a distribuição dos imóveis no mapa com representação de preços.

    O utilizador do Habitar Portugal pode guardar pesquisas, criar alertas de redução de preços e explorar uma área privada com dezenas de funcionalidades pensadas para ajudar na pesquisa e selecção de casas. A área privada permite, ainda, configurar o perfil do utilizador, aceder e guardar pesquisas, criar colecções, receber notificações do sistema e ainda convidar os seus familiares e amigos a participar e interagir.

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    Gaia Hills

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    Comercialização do ‘Gaia Hills’ avança ainda em Maio

    A morosidade do licenciamento e a conjuntura internacional levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por m2. Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron

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    O empreendimento Gaia Hills, em Vila Nova de Gaia, vai começar a sua comercialização ainda no mês de Maio, com o início da construção apontada para o último trimestre do ano. Uma confirmação avançada esta quinta-feira, dia 23 de Maio, na ocasião da apresentação oficial do projecto, que decorreu no World of Wines, em Vila Nova de Gaia e que contou com a presença de António Miguel Castro, presidente da Gaiaurb, de Pedro Silveira, presidente do Grupo SIL, e ainda de arquitecto Paulo de Sousa, em representação do gabinete de arquitetura da Saraiva + Associados, responsável pelo projecto.

    Promovido pelos promotores Thomas & Piron e pela Promiris, o ‘Gaia Hills’ é um projecto direccionado para famílias e para o segmento médio / médio-alto que vai contemplar a construção de oito edifícios com 4 e 5 pisos, divididos em quatro lotes, num total de 251 apartamentos de tipologias de T1 a T5.

    “A morosidade dos processos de licenciamento levou a que só agora estivéssemos em condições de iniciar a construção do Gaia Hills, passados que estão seis anos da sua aquisição. Este facto a par da conjuntura internacional que bem conhecemos, levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por metro quadrado (m2). Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron.

    As dimensões dos apartamentos variam entre 62 m2 (T1) e 278 m2 (T5) e o preço médio de venda será de 4.800 €/ m2. Todas as fracções beneficiarão de áreas de terraço amplas com uma vista deslumbrante para o rio Douro, para a cidade do Porto ou para o Parque Urbano de Lazer a Sul.

    Com uma área total de construção a rondar os 30.500 metros quadrados (m2) será, numa primeira fase, construída uma área residencial de 16.200 m2, 640 m2 de área comercial e 9.100 m2 de parques de estacionamento subterrâneo, áreas técnicas e arrecadações, dos quais 1.600 m2 serão dedicados a um parque de estacionamento de uso público.

    Na segunda fase, será construída uma área total de construção residencial de 15 mil m2 e de 6.600 m2 subterrâneos para parques de estacionamento, áreas técnicas e arrecadações.

    O início da construção da primeira fase está previsto para o quarto trimestre de 2024 e a sua conclusão para o final de 2026. O início da construção da segunda fase está planeado para 2027, com previsão de início de comercialização cerca de três meses antes, e a sua conclusão em 2029.

    Situado em plena zona ribeirinha, entre um parque de aproximadamente três hectares e o rio Douro, está ainda prevista a construção de uma praça central denominada de Ágora. A Sul, as áreas verdes serão transformadas num parque natural, que será posteriormente cedido ao município para utilização pública.

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    Remax Portugal: Mês de Abril foi o que registou maior número de transacções

    Entre Janeiro e Abril, a rede mediadora alcançou um total de volume de preços na ordem dos 1,99 MM€, relativos às 21.422 transacções, com o mês de Abril a registar um incremento de 21% em volume de preços e 20% no número de transacções face ao período homólogo

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    Nos primeiros quatro meses do ano, a Remax Portugal fechou com um volume de preços de cerca de 1,99 mil milhões de euros, relativos a 21 422 transacções. Destes valores, 4942, ou seja, 23.1%, corresponderam ao arrendamento e 16480, na ordem dos 76,9%, relativos a compra e venda de imóveis.

    Estes resultados permitiram à empresa fechar este período com um aumento do volume de preços, na ordem dos 9,5%, e no número total de transacções (5,5%) quando comparado com igual período homólogo. Destaca-se, ainda, o mês de Abril como o “mais dinâmico”, com um aumento de 20% no número de transacções e 21% em volume de preços.

    Neste período, assistiu-se a um reforço da participação dos clientes nacionais, com a Remax a transaccionar mais 9% do total de imóveis face ao ano anterior. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a sua posição de liderança entre aqueles que mais negoceiam em imobiliário. Destaque, ainda, para os clientes norte-americanos, já bem próximos de serem a segunda nacionalidade estrangeira. Nos primeiros quatro meses do ano, o número de transações imobiliárias com esta nacionalidade cresceu 3%.

    Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o distrito de Lisboa representou mais de um terço das transacções (35,1%) nos primeiros quatro meses do ano, o que demonstra bem o enorme peso que representa na rede.

    Coimbra e Braga foram outros dos distritos que registaram crescimentos acima dos 20%, concretamente 27,4% e 24%, respectivamente. Já Viseu cresceu 15,2% no número de transacções face a igual período de 2023 e o Porto foi o distrito que consolidou a segunda posição nacional com quase 2.900 transacções.

    Face ao período homólogo, registou-se um decréscimo do peso dos apartamentos nas transações da rede, colmatado pelo aumento verificado nas moradias, pelo que os imóveis habitacionais continuaram a representar cerca de 80% das transacções. Já os terrenos, tradicionalmente a terceiro tipo de imóvel mais movimentado, manteve o seu peso praticamente inalterado.

    “A julgar pelas tendências que vão sendo mais claras, esperamos que o ano de 2024 seja sinónimo de um reforço da posição de liderança no mercado por parte da nossa rede, com um crescimento na ordem dos dois dígitos, quer em facturação, quer em transacções”, afirma Manuel Alvarez, presidente da Remax Portugal.

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    Vanguard avança com Terraços do Monte

    Nove anos depois de ter dado entrada com o projecto para licenciamento, finalmente, a Vanguard Properties recebeu luz verde para avançar com a construção dos Terraços do Monte, num investimento de 40M€. O projecto, localizado na Graça, foi lançado esta semana e a empreitada de fundações e contenções, a cargo da Casais, arranca na próxima semana. O projecto deverá estar concluído em 24 meses

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    A Vanguard Properties lança o seu novo projecto habitacional em Lisboa: os Terraços do Monte. localizado no icónico bairro da Graça, em Lisboa. Este empreendimento, que representa um investimento superior a 40 milhões de euros, promete tornar-se um dos edifícios mais exclusivos e emblemáticos da cidade.

    Com assinatura dos arquitectos Nuno Mateus e José Mateus da ARX Portugal Arquitectos e o interior design a cargo de Gracinha Viterbo, a mesma equipa responsável pelo premiado Castilho 203, Terraços do Monte oferece uma das vistas mais deslumbrantes de Lisboa, a partir da encosta da Senhora do Monte.

    O design do projecto é caracterizado por linhas simples e depuradas, materiais excelsos e intemporais e uma atenção minuciosa aos detalhes. Destaque para a utilização de cores suaves, da pedra e azulejo numa reinterpretação da tradição lisboeta, bem como para a qualidade e a durabilidade dos materiais, como as rochas ornamentais e as madeiras nobres maciças. Os fornecedores são nacionais e muitos dos elementos que compõem estes apartamentos foram desenhados de propósito para este projecto.

    Terraços do Monte conta com 15 apartamentos distribuídos por cinco pisos, com tipologias que variam entre T2, T3 e T5, incluindo duas penthouses com terraços privativos e áreas espaçosas. O empreendimento oferece também 55 lugares de estacionamento e um conjunto de amenities de excelência, como piscina interior e exterior, ginásio, banho turco, sauna, jardim e serviço de concierge.

    “Este projecto será um marco na paisagem de Lisboa devido à sua localização privilegiada, linhas arquitectónicas, serviço e qualidade dos materiais. Terraços do Monte vai proporcionar aos seus residentes uma qualidade de espaços e um conjunto de serviços únicos e de excelência. Trata-se, de facto, de um projecto inovador e inigualável em Portugal que marcará a diferença”, sublinha José Cardoso Botelho, CEO Vanguard Properties.

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    Match Real Estate com foco no residencial prime em Cascais, Lisboa e Comporta

    Em apenas 10 meses agência boutique transaccionou um volume de negócios de quase 20M€. De olhos postos na inovação digital, a Match Real Estate prevê dobrar facturação já em 2024

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    Criada pelos sócios Miguel Freitas e Manuel Perestrelo, a Match é uma agência boutique, focada no segmento residencial prime nas zonas de Cascais, Lisboa e Comporta que nasceu em Março de 2023 “movida pela vontade de oferecer um serviço diferenciado na área da mediação imobiliária, assente numa rede forte de parcerias em mercados estratégicos, na inovação digital e na capacidade de antecipação de tendências de mercado”.

    No final de 2023, a Match tinha já transaccionado um volume de negócios na ordem dos 19M€ tendo sido responsável, em 2023, pela mediação de diversos imóveis em empreendimentos como Marinha Prime (Cascais), Alcântara Lofts (Lisboa), Pestana Comporta (Comporta), um projecto hoteleiro no Príncipe Real, em Lisboa, e diversas moradias particulares desde Cascais até Melides. Para 2024, a Match prevê duplicar os números de 2023 e apostar noutros mercados como Oeiras, Costa da Caparica e Algarve onde o segmento residencial prime está a florescer.

    “A Match, como o próprio nome indica, conecta pessoas, vendedores e compradores, ligando-os de uma forma eficiente, profissional e rápida. Somos altamente focados em estratégia e temos um modelo de negócio muito oleado, assente em parcerias sólidas com brokers internacionais que nos permitem alcançar os nossos objectivos, e dos clientes, de forma eficiente”, refere Miguel Freitas.

    “Os resultados de 2023 superaram todas as nossas expectativas. Acreditamos que a nossa abordagem ao mercado com uma estratégia diferenciadora, a aposta e uso que fazemos das novas tecnologias para estarmos sempre um passo à frente das tendências e o cuidado que temos com o serviço e com a contratação da nossa equipa foram determinantes para o sucesso da empresa em tão pouco tempo”, acrescenta Manuel Perestrelo.

    Criada há apenas um ano, a Match pretende ocupar um lugar de destaque no mercado fazendo uso da tecnologia e da inovação digital, com recurso à Inteligência Artificial, para conectar compradores e vendedores de todo o mundo de forma mais certeira e eficiente. Esta estratégia, aliada ao seu portfolio de imóveis exclusivos, à sua rede de parcerias internacionais nos principais mercados compradores em Portugal (desde o Brasil aos EUA passando pelo norte da Europa) e à sua equipa jovem e multidisciplinar está a determinar a estratégia da empresa num mercado tão concorrencial.

    Sedeada em Lisboa, a Match é composta por uma equipa de 12 consultores distribuídos pelas diferentes geografias e ainda por uma equipa de suporte inteiramente dedicada aos mesmos que presta apoio directo em matérias de Marketing, Legal, Training, entre outras.

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