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    SunEnergy cria soluções ajustadas aos apoios do Fundo Ambiental

    SunEnergy é uma das empresas que reúne todos os requisitos exigidos pelo apoio para execução de projectos das tipologias definidas no programa, sendo que as candidaturas estarão abertas a partir do dia 16 de Agosto até 31 de Outubro de 2023, mas os investimentos podem ser feitos desde já

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    SunEnergy é uma das empresas que reúne todos os requisitos exigidos pelo apoio para execução de projectos das tipologias definidas no programa, sendo que as candidaturas estarão abertas a partir do dia 16 de Agosto até 31 de Outubro de 2023, mas os investimentos podem ser feitos desde já

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    No âmbito do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis 2023, do Fundo Ambiental, a SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol, vai apoiar os proprietários portugueses, de moradias ou apartamentos, que procurem adoptar soluções que melhorem a eficiência energética das suas habitações. 

    As candidaturas estarão abertas a partir do dia 16 de Agosto até 31 de Outubro de 2023, mas os investimentos podem ser feitos desde já.  

    Para realizar este tipo de intervenções, é necessário responder a alguns critérios e a SunEnergy é uma das empresas que reúne todos os requisitos exigidos pelo apoio para execução de projectos das tipologias definidas no programa, nomeadamente ao nível da instalação de sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento e/ou águas quentes e ao nível da instalação de sistemas fotovoltaicos ou de outro tipo de equipamentos de energia renovável. 

    A dotação global é de até 30 milhões de euros e os candidatos poderão beneficiar de um reembolso de até 85% em soluções para a melhoria da eficiência energética das suas habitações (sobre o valor sem iva). Existem limites máximos de reembolso, por exemplo: limite máximo até 1.100€ para sistemas de autoconsumo sem bateria e 3.300€ para sistemas de autoconsumo com bateria.

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    Novo acordo entre a STET e a Sandvik

    A STET é o distribuidor exclusivo da linha fixa de britadores e crivos Sandvik em Portugal

    A STET e a Sandvik anunciam uma parceria estratégica para a distribuição de britadores e crivos para instalações fixas. No decurso dos próximos meses, de modo progressivo, existirá uma transição integral para a STET da distribuição em exclusivo de equipamentos, peças e serviços de pós-venda de toda esta gama de equipamentos.

    A Sandvik é um grupo global de engenharia de alta tecnologia com mais de 160 anos de experiência. A gama Sandvik de britadores e crivos fixos premium é projectada para máxima produtividade e para superar qualquer desafio de redução de tamanho e classificação. Com a Sandvik, a STET será o parceiro para acompanhar os seus clientes, do desenvolvimento do projecto à operação.

    A STET reforça assim a sua parceria com a Sandvik, oferecendo toda a gama de soluções fixas e móveis, respondendo às necessidades dos clientes na indústria extractiva.

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    Nhood Portugal desenvolve solução de estacionamento “inteligente”

    A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, anuncia o lançamento do Par.QR uma solução de estacionamento, movida a QR Code

    A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, anuncia o desenvolvimento de uma solução de estacionamento, movida a QR Code. O novo serviço Par.QR vem facilitar a visita ao centro comercial em duas frentes: permite encontrar o carro no parque de forma simples e intuitiva; e indica o melhor caminho no centro, de acordo com a mobilidade do utilizador

    Desenvolvida em exclusivo pela Nhood, e em parceria com a Expert Mode, esta solução procura revolucionar a experiência do consumidor em grandes superfícies comerciais e é adaptável a diferentes sectores, estando aberta ao mercado.

    Num momento em que o “phygital” já faz parte dos hábitos de consumo, o novo serviço da Nhood responde a esta evolução, uma vez que a experiência do cliente em espaços comerciais é cada vez mais integrada com a utilização do smartphone. Assim, o Par.QR garante uma experiência conveniente e acessível à distância de um clique (não é necessária qualquer instalação ou download), procurando evoluir em sintonia com o feedback dos utilizadores e com novos tipos de comportamento e consumo.

    “Na Nhood procuramos desenvolver soluções in-house que respondam às necessidades do cliente e do mercado. No caso do Par.QR, focámo-nos em desenvolver uma solução que apoiasse no estacionamento no parque, mas também na navegação no interior do centro comercial. Ao permitirmos não só localizar o carro, mas também escolher um percurso adaptado a diferentes tipos de mobilidade (em cadeira de rodas, com carro de bebé, por exemplo), acrescentámos valor e diferenciámo-nos de outras propostas já existentes no mercado”, afirma Maura Teixeira, head of marketing & innovation da Nhood Portugal. “Pensado desde a raiz pela Nhood (conceito, idealização, branding), o Par.QR é neste momento um serviço chave na mão. Tanto que estamos já a analisar a implementação noutros activos geridos pela Nhood”.

    Nesta fase, o serviço está implementado no centro comercial Alegro Sintra, activo gerido pela Nhood.

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    Portugueses representaram cerca de 70% das transacções da Remax Portugal

    Entre os investidores além-fronteiras, foram os brasileiros, angolanos e norte-americanos quem mais negociaram em imobiliário neste período, tendo representado cerca de 27% das transacções realizadas

    Os clientes portugueses foram responsáveis por 11 781 transacções da Remax Portugal no período de Julho a Setembro deste ano, o que representou cerca de 73% das operações realizadas, mantendo-se como aqueles que mais negoceiam em imobiliário com a rede imobiliária.

    No mesmo período em análise, os clientes estrangeiros representaram cerca de 27% das transacções da Remax Portugal, com destaque para os clientes brasileiros que reforçaram a sua posição como principal nacionalidade estrangeira, com 8,2% das transacções. Angolanos, com 2,2%, norte-americanos, com 1,5% e franceses e ingleses, com 1,2% cada foram as nacionalidades que também se destacaram neste período.

    No que se refere ao número de transacções, neste período foram cinco concelhos do distrito de Lisboa que ocuparam as cinco primeiras posições a nível nacional, o que evidencia que a capital mantém a sua liderança, sobretudo ao nível dos arrendamentos, com a concretização de mais de um quinto das transacções de toda a rede.

    Os dados agora apresentados pela Remax mostram a importância significativa que o distrito de Lisboa possui para a actividade imobiliária da rede, o que se reflecte em alguns dos seus concelhos, sendo que o top 5 a nível nacional a ele pertencem (Sintra, Cascais, Oeiras e Amadora), com um 24,7%, cerca de um quarto do total de transacções. Seguem-se os concelhos de Braga, Loures, Porto, Almada e Odivelas, que fecham o ranking dos 10 principais concelhos com maior peso nas transações a nível nacional.

    Os apartamentos de tipologia T2 foram aqueles que a rede mais comercializou, representando quase 23% de todos os imóveis vendidos com intervenção da marca. De referir apenas que houve uma quebra do peso dos apartamentos, em boa parte absorvida pela subida das moradias (28,7%) e terrenos (9,6%).

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax, o ano, não obstante o “dinamismo” da rede foi pautado por uma “conjuntura internacional difícil” e por “uma subida da inflação e das taxas de juro”.

    Para o último trimestre do ano, a responsável refere que “será pautado por desafios acrescidos, designadamente pela intensificação da escassez da oferta e por uma procura receosa face à evolução das taxas de juro de referência”.

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    Grupo Visabeira avança para a aquisição da HCI Construções

    O Grupo Visabeira assinou um acordo de aquisição da maioria de capital da empresa portuguesa HCI Construções Os actuais accionistas da HCI mantêm-se e a equipa de gestão permanece inalterada

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    A HCI Construções, constituída em 1979, é uma das mais relevantes empresas nacionais na área da construção, tendo um volume de negócios anual superior a 100 milhões de euros. Com sede em Lisboa, a HCI Construções opera em todo o território nacional. Entre o seu portfólio de projectos constam os projectos Allo Alcântara Lisbon Offices, em Alcântara, o Exeo Lumnia Office Campus ou a sede da EDP, só para referir os mais recentes, já que a HCI esteve à frente da construção de importantes edifícios de uso privado e colectivo, complexos administrativos, sociais e industriais no panorama nacional, como a Nova School of Business & Economics, a Fundação Champalimaud, o Hospital da Luz, Hospital Lusíadas Porto, Porto Magnum, CAM Fundação Calouste Gulbenkian ou o Hotel Epic Sana Lisboa, entre outros.

    Na área da reabilitação e reconstrução, onde a HCI Construções tem uma posição de destaque a nível nacional, realçamos as intervenções na Assembleia da República, Sede do Banco de Portugal, Edifício Ivens Arte, antigo edifício do Diário de Notícias, Hotel Tivoli Palácio de Seteais, Casino de Estoril, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Coimbra), Pousada Convento Vila Viçosa, Pousada Convento Tavira, Centro Cultural de Cascais, Cine Teatro de Tomar, São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), Casino da Póvoa do Varzim e outros edifícios e complexos de grande valia arquitectónica e social.

    Com esta aquisição, o Grupo Visabeira reforça, assim, a sua capacidade na actividade de construção e engenharia civil, até agora desempenhada pela sua subsidiária Edivisa, correspondendo a aquisição da HCI Construções à sua estratégia de expansão neste sector. Como corolário, o processo de incorporação da HCI Construções no Grupo Visabeira irá potenciar sinergias entre as duas empresas em termos nacionais.

    A transacção tramita com as habituais aprovações regulatórias de concorrência.

    O Grupo Visabeira é uma holding multinacional e multissetorial, que actua nos sectores das Telecomunicações, Energia, Tecnologia, Construção, Indústria, Imobiliário e Turismo. Fundado há 43 anos, está presente em 17 países, operando em toda a Europa, África e Estados Unidos da América, e comercializa os seus produtos e serviços em mais de 116 nações. Com mais de 14.000 colaboradores terá um volume de negócios consolidado superior a 1.700 milhões de euros em 2023.

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    O edifício, com assinatura do arquitecto Paulo Moreira, enverga um jardim vertical na sua fachada

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    Grupo CVM inicia construção do projecto Royal Green

    Com um investimento de 18 milhões de euros, o novo empreendimento está localizado em Vila Nova de Gaia e irá colocar no mercado uma centena de novas habitações, cerca de 60% das quais já foi comercializada

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    O grupo Construções Vila Maior (CVM) iniciou a execução de um investimento de 18M€ no empreendimento Royal Green em Vila nova de Gaia, que compreende 14 pisos, 3 dos quais subterrâneos, com 100 fracções de habitação, uma fracção de comércio e um espaço de co-work para usufruto dos moradores, numa área total de 962m2

    prédio, situado na Avenida dos Descobrimentos e que contará com 51 apartamentos de tipologia T1, 36 apartamentos T2 e 12 apartamentos T2 duplex, estará concluído em Março de 2026, mas já só tem 40% das fracções disponíveis que variam entre os 140 mil€ e os 350mil€.

    O edifício, com assinatura do arquitecto Paulo Moreira, enverga um jardim vertical na sua fachada e tem a particularidade de apenas contemplar tipologias pequenas, as mais procuradas actualmente pelo mercado.

    “Continuamos a trabalhar para que consolidar a nossa posição no mercado, e com isso, reforçar a oferta habitacional em Gaia, com uma arquitectura arrojada, adequada à procura dos dias de hoje, dando preferência à localização central na cidade e perto da linha Ruby do metro”, explica Severino Ponte, ceo do Grupo CVM.

    Recorde-se que o grupo CVM está a construir 26 obras no Porto, Gaia, Espinho e Matosinhos, totalizando 870 fracções, das quais 600 encontram-se em obra e as restantes 270 em projecto, o correspondente a um investimento de 170M€ nos próximos 3 anos.

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    Grupo Névoa compra Campera Outlet Shopping e Ferrara Plaza

    O grupo Névoa adquiriu o Campera Outlet Shopping e o Ferrara Plaza, ao Fungepi – Fundo de Gestão de Património Imobiliário do Novo Banco, reforçando o seu posicionamento no segmento do retalho, em Portugal. Ambas as transacções ficaram concretizadas em Outubro mas só agora foram comunicadas

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    Inaugurado no ano 2000, no Carregado, o Campera Outlet Shopping foi o primeiro centro comercial outlet a abrir em Portugal. Detém cerca de 23 mil metros quadrados de área locável e um total de 124 lojas. Lojas como a Lion of Porches, Saccor, Lefties, Levi Strauss, Mango, Decénio, Tiffosi, marcam presença no tenant mix do Campera, ao lado da ancora alimentar Auchan.

    O Ferrara Plaza, em Paços de Ferreira, é o maior centro comercial da região do Vale de Sousa, e conta com 28 mil metros quadrados de área locável e um total de 92 lojas, entre as quais a Sportzone, Benetton, ForteStore, Seaside, Salsa, Vila Nova, com a ancora alimentar Continente.

    Estas duas aquisições juntam-se ao portfólio do Grupo Névoa que inclui o Shopping Cidade do Porto, no Porto, adquirido em Janeiro deste ano, o Braga Retail Center, em Braga, o Mira Maia Shopping, na Maia, ambos adquiridos em Dezembro de 2021, o Darque Retail Park em Viana do Castelo e o Beja Retail Park em Beja.

    Com estes sete activos, o Grupo Névoa totaliza 115 mil metros quadrados de área locável e 386 lojas em carteira.

    “No espaço de pouco mais de um ano, o Grupo Névoa adquiriu cinco activos relevantes, localizados nas grandes áreas do Porto e de Lisboa, que apresentam um elevado potencial de expansão. Estamos convictos do crescimento que pretendemos para estes sete centros comerciais, com a captação de novas marcas e serviços e a atracção de mais visitantes. Temos a certeza que a dinâmica económico-social associada a estes investimentos terá um grande impacto nas regiões e nas comunidades”, afirma Sousa Ribeiro, director-geral da área imobiliária do Grupo Névoa.

    O grupo Névoa, sediado em Lisboa, e com raízes em Braga, actua em vários sectores – distribuição automóvel (concessionários da Mercedes-Benz, Smart, Jaguar, Land Rover, Ford e XEV), promoção imobiliária, construção civil, centros comerciais (gestora e proprietária), ambiente (águas e resíduos), parques de estacionamento e hotelaria.

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    Paulo Barros Trindade, presidente da Direcção da ASAVAL

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    ASAVAL realiza congresso anual sobre “Avaliação e Sustentabilidade”

    A integração dos critérios ESG na avaliação imobiliária e a nova base de valor das avaliações para crédito hipotecário, a aplicar a partir de 1 de Janeiro de 2025, são alguns dos temas do congresso, que se realiza a 10 de Novembro, no Centro de Congressos de Lisboa

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    tagsASAVAL

    Com o tema “Avaliação e Sustentabilidade – O Novo Paradigma”, a Associação das Sociedades de Avaliação e Avaliadores de Portugal (ASAVAL) organiza o seu congresso anual. Em formato presencial, a iniciativa tem lugar esta sexta-feira, dia 10 de Novembro, no Auditório VII, do Centro de Congressos de Lisboa.

    Sobre o congresso, Paulo Barros Trindade, presidente da Direcção da ASAVAL, destaca os temas que considera serem os “hot topic” do sector da avaliação imobiliária para 2024: por um lado, a integração dos critérios ESG na avaliação imobiliária e, por outro, a definição de property value, que será a nova base de valor das avaliações para crédito hipotecário, a aplicar a partir de 1 de Janeiro de 2025.

    Sobre a a aplicação do ESG na avaliação bancária será apresentado um caso prático em França, assim como o seu impacto no sector financeiro nacional. Também as alterações previstas para o ‘property value’, um conceito que de acordo com o TEGOVA, deve ser analisado num contexto de progressiva orientação de critérios/práticas, para o sector das avaliações na União Europeia e que assume uma particular importância no quotidiano dos seus profissionais. Também a avaliação imobiliária, com base na supervisão da CMVM é outro dos temas em torno das avaliações. Neste sentido, será apresentada a metodologia de avaliação aplicada ao imobiliário, apresentada numa abordagem mais abrangente e permitindo uma visão mais detalhada e profunda da mesma e, por isso, tecnicamente mais exigente.

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    5M€ para empresas e projectos turísticos afectados pelos incêndios de Agosto

    O valor será disponibilizado através de duas linhas – Linha Regenerar Empresas do Turismo e Linha Regenerar Territórios – destinadas aos concelhos de Odemira, Aljezur, Monchique, Proença-a-Nova e Castelo Branco

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    O Governo anunciou uma verba de cinco milhões de euros destinadas a apoiar as empresas do turismo na recuperação e reabilitação dos activos atingidos pelos incêndios de Agosto deste ano. O valor será disponibilizado através de duas linhas de apoio destinadas aos concelhos de Odemira, Aljezur, Monchique, Proença-a-Nova e Castelo Branco.

    Desta forma, três milhões de euros serão disponibilizados através da Linha Regenerar Empresas do Turismo – Incêndios 2023 para todas as empresas de turismo localizadas nos territórios impactados, com o limite máximo de 400 mil euros por projecto e uma taxa de comparticipação de 90% podendo ter apenas a natureza de fundo perdido até aos 200 mil euros ou apresentar uma dimensão compósita entre fundo perdido e incentivo reembolsável, à taxa zero, em montantes superiores aos 200 mil euros.

    Os restantes dois milhões de euros, através da Linha Regenerar Territórios – Incêndios 2023, visa apoiar projectos de estruturação de produtos turísticos e de promoção turística. Esta linha dirige-se a entidades públicas e entidades privadas sem fins lucrativos com o limite máximo absoluto de 400 mil euros por projecto, a fundo perdido, com uma taxa de comparticipação de 90%.

    Os procedimentos de apresentação de candidaturas a estas linhas de apoio ocorrem mediante formalização junto do Turismo de Portugal.

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    Siza Talks 2023 regressam a Serralves

    A 5ª edição do “The Álvaro Siza Talks” regressa este ano com o tema “Conversas e Intercâmbios”, no Auditório de Serralves, de 8 a 10 de Novembro

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    A 5ª edição do “The Álvaro Siza Talks” regressa este ano com o tema “Conversas e Intercâmbios”, no Auditório de Serralves, de 8 a 10 de Novembro. O colóquio internacional que reúne alguns dos mais conceituados arquitectos nacionais e estrangeiros, bem como académicos e estudantes para a discussão de temas relevantes para a arquitectura contemporânea, enquanto celebra o espírito da obra de Álvaro Siza.

    O tema proposto pretende reflectir sobre o quanto as viagens, os períodos de estudo no estrangeiro e o trabalho em países e culturas diferentes dos seus locais de origem, transformaram e enriqueceram a prática da arquitectura através de diferentes formas de intercâmbio. A arquitectura, na verdade, é o resultado de uma série de transplantes e enxertos sucessivos que alimentam uma forma específica de conversação entre diferentes culturas e lugares.

    Este intercâmbio sempre se verificou, mas alargou-se e acelerou-se nas últimas décadas. Devido a este processo de difusão e aceleração sem precedentes, talvez não tenha sido dada a devida atenção a esta questão. Destacar o valor deste intercâmbio – e das diferentes formas de mestiçagem que dele resultam – na formação e no trabalho dos arquitetos contemporâneos será um dos objetivos deste evento.

    Os arquitectos que participam na edição deste ano das Siza Talks representam, de diferentes maneiras, todas as formas possíveis destes intercâmbios, quer através da sua formação, do seu trabalho ou do seu ensino, tendo frequentemente atravessado as fronteiras físicas e conceptuais do vasto território da arquitectura.

    A abertura estará a cargo de Yvonne Farrell e Shelley Mcnamara (Grafton Architects, Pritzker Prize 2020), e os outros oradores serão Ahmadreza Schricker, Francesca Torzo, João Pedro Serôdio, Stéphanie Bru e Emanuel Christ.

    Para além de Álvaro Siza, o comité científico das “The Álvaro Siza Talks” é composto por Eduardo Souto de Moura, Farrokh Derakhshani, director do Prémio Aga Khan de Arquitectura, Philippe Vergne, director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e Carles Muro,curador das The Álvaro Siza Talks.

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    AIMMP feira
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    AIMMP com 14 marcas nacionais em Nova Iorque

    De 12 a 13 de Novembro, 14 marcas de mobiliário nacional vão participar na Boutique Design New York, BDNY, para mostrar a competitividade da indústria de madeira e mobiliário de Portugal na área de interior design

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    A Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, AIMMP, organiza a participação da delegação portuguesa na Boutique Design New York, BDNY, que decorre, nos Estados Unidos da América, em Nova Iorque, de 12 a 13 de Novembro. A delegação portuguesa é composta pelas empresas: Cobermaster Concept; Fagotel Interior Contract; Formefeitos; Maju; MBN Industry; Mindol; MYFace; Mythica Collection; OPR Luxury House; Salma; Sentta; Toronobre; TradingTimber e X8 Solutions Group.

    Com uma duração de 2 dias, a BDNY é a principal feira dirigida ao segmento de contract e reúne uma enorme comunidade criativa composta por designers, arquitectos, investidores e outros players colocando-os em contacto com marcas de referência no sector, numa experiência de networking e negócio bastante interessante. A feira irá decorrer no Jacob K. Javits Center.

    “Esta é uma exposição que serve de “montra” para o lançamento de produtos inovadores e soluções para os compradores mais influentes do sector, já que estes procuram manter-se informados sobre os desenvolvimentos do sector”, justifica a associação em comunicado.

    Esta iniciativa é organizada no âmbito do Inter Wood & Furniture, um projecto de internacionalização gerido pela AIMMP para o sector das Madeiras e Mobiliário, e que apoia empresas portuguesas interessadas no desenvolvimento de estratégias de internacionalização para novos mercados em crescimento. Ao longo dos anos, este programa já apoiou mais de 400 empresas, através de 140 acções, em cerca de 50 mercados, com incentivos até 50%, tendo contribuído para o crescimento das exportações do sector que, no ano de 2022, atingiram o máximo histórico de mais de 3 mil milhões de euros.

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