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    Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor

    Construção

    “Futuro é Ecológico” desafia empresas e arquitectura

    É já esta quinta-feira, dia 16 de Novembro, que arranca a primeira a edição da “MaisConcreta23”, o evento especializado é palco para as mais recentes tendências de produtos e materiais portugueses para o mundo da arquitectura e design de interiores. Sob o lema “O Futuro é Ecológico”, a MaisConcreta23 irá reunir fabricantes, marcas, arquitectos e designers numa reflexão sobre os desafios que o sector enfrenta

    Manuela Sousa Guerreiro

    Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor

    Construção

    “Futuro é Ecológico” desafia empresas e arquitectura

    É já esta quinta-feira, dia 16 de Novembro, que arranca a primeira a edição da “MaisConcreta23”, o evento especializado é palco para as mais recentes tendências de produtos e materiais portugueses para o mundo da arquitectura e design de interiores. Sob o lema “O Futuro é Ecológico”, a MaisConcreta23 irá reunir fabricantes, marcas, arquitectos e designers numa reflexão sobre os desafios que o sector enfrenta

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    Manuela Sousa Guerreiro
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    Amélia Estevão, directora de Marketing da Exponor, tem a seu cargo a gestão de mais uma feira: a MaisConcreta23. O certame tem um formato diferente do habitual, com menos expositores e num lugar diferente, trocando as instalações do parque de feira da Exponor em Matosinhos, pela Alfândega do Porto. Durante dois dias o certame irá mostrar e debater o contributo da fileira da Construção num “Futuro” que terá que ser, seguramente “Ecológico”.

    Há um ano que esta edição está a ser preparada, inaugurando um novo formato. Todos os objectivos inicialmente traçados foram cumpridos?
    Estamos a preparar este evento há mais de um ano, num esforço colectivo para apresentarmos uma oferta premium. Todo o processo acabou por seguir um rumo bastante natural, até porque já trabalhávamos com o arquitecto e professor Diogo Aguiar enquanto curador da Concreta, por isso a escolha para conceber este formato recaiu, uma vez mais, no seu nome.

    A ideia inicial surgiu com a necessidade de desenvolvermos um formato em que a arquitectura e o design português tivessem o papel principal. Quanto ao tema “Futuro é Ecológico”, foi pensado como resposta aos desafios que a arquitectura, o próprio sector da construção e a sociedade estão a viver.

    Destaco ainda que não trabalhámos este mote apenas na sua conceptualização, mas também na sua estrutura. Temos consciência de que a organização de um evento tem um impacto na pegada ecológica, por isso este evento teve como premissa a diminuição desse impacto, desde logo com a abolição da alcatifa, na utilização de andaimes como estrutura de stands, facilmente reutilizáveis, e ainda na redução do papel em toda a comunicação.

    A escolha foi criteriosa, desde o início, queríamos ter “Crème de la Crème” das empresas portuguesas que estão na vanguarda da arquitectura e design, com propostas de valor acrescentado nos mais variados segmentos, que vai da domótica, dos pavimentos, dos revestimentos, do banho, das cozinhas, às janelas e portas”

    Quantas empresas estarão presentes e como foram seleccionadas? Houve quem ficasse de fora?
    A escolha foi criteriosa, desde o início, queríamos ter “Crème de la Crème” das empresas portuguesas que estão na vanguarda da arquitectura e design, com propostas de valor acrescentado nos mais variados segmentos, que vai da domótica, dos pavimentos, dos revestimentos, do banho, das cozinhas, às janelas e portas.

    Tendo em conta que a MaisConcreta23 foi desenhada para receber apenas fabricantes e marcas portuguesas, tivemos necessidade de recusar algumas, nomeadamente, marcas e empresas internacionais.

    O que podemos esperar desses dois dias de feira? Ela será aberta ao público?
    O evento é dirigido a profissionais e, mais do que uma exposição de arquitectura e design, será um ponto de encontro do sector reforçando relações de confiança e proporcionando momentos de networking. Na Alfândega do Porto, apresentaremos uma área expositiva muito diversificada e com novidades nas áreas da sustentabilidade, dando conta do esforço e caminho que as empresas estão a fazer nesse sentido.

    Paralelamente, estão a ser desenvolvidas, em parceria com a Ordem dos Arquitectos da Região Norte e os DepA Architets, um ciclo de conferências que apresentarão novas abordagens da arquitectura. Nesta edição, lançámos um desafio “Movimento +Concreta” como uma reflexão sobre aquilo que queremos agregar ao sector com este Mais/+: mais sustentabilidade; mais circularidade; mais produtos autóctones, mais criatividade; mais contactos; mais cor; mais trabalho em equipa. Entre os dias 16 e 17, o programa completa-se com diversos momentos de partilha, visitando diversos temas da actualidade da arquitectura e do design.

    A Concreta 2024 vai para a sua 31ª edição e o tema vai na continuidade da MaisConcreta23: ‘Descarbonização da Arquitectura e Engenharia’”

    Uma feira intimista e objectiva

    Qual a receptividade das empresas e do sector a este novo formato mais intimista?
    A receptividade tem sido muito interessante, porque permite reunir o perfil de visitantes que os expositores procuram, sobretudo, os gabinetes de arquitectura e os designers.
    Um evento mais pequeno concentra-se em nichos específicos e em temas especializados, práticas mais conscientes e ecológicas, atraindo um público profissional mais segmentado e interessado, garantindo que as informações compartilhadas sejam altamente relevantes para os participantes.

    O tema “O Futuro é Ecológico” é uma antevisão do que podemos esperar da edição de 2024 da Concreta?
    A Concreta 2024 é uma feira de construção, engenharia e arquitectura já consolidada, que vai para a sua 31ª edição. O tema da Concreta vai na continuidade do tema da MaisConcreta23: “Descarbonização da Arquitectura e Engenharia”.

    Alinhado com o panorama internacional, Portugal assumiu o compromisso de atingir a neutralidade carbónica em 2050. Os vários sectores da sociedade terão de demostrar resiliência e inovação na eminente resposta a novos desafios. Uma vez que o sector da construção, de grande importância na economia nacional, é um dos principais emissores de CO2, a CONCRETA 2024 desafia as empresas e os profissionais a implementar a “Descarbonização da Arquitectura e Engenharia”

    Do ponto de vista da organização Exponor, qual a vantagem e o que retiram de eventos de menor dimensão e que não são de massas?
    Com base na nossa experiência, eventos de menor dimensão permitem interacções mais próximas entre expositores e visitantes, estimulando relações e negócios.

    De modo a tirarmos proveito desta característica, organizaremos também um jantar, a 16 de Novembro, para networking. Este momento poderá proporcionar a parceiros, expositores e visitantes oportunidades de negócios valiosas. Além disso, os participantes têm mais possibilidades de se envolver activamente nas actividades, nomeadamente nas conferências. Podem participar em reflexões, discussões e interagir directamente com os oradores, tornando a experiência com mais significado.

    A afirmação da descarbonização da Construção

    Diogo Aguiar (Atelier Diogo Aguiar Studio)

    “O Futuro é Ecológico”! É a partir desta afirmação que se desenvolve a MaisConcreta23. Um mote para abordar a problemática da pegada de carbono de que o sector da construção é responsável ao mesmo tempo que pretende dar a conhecer empresas que estão a desenvolver soluções que contribuem para a descarbonização da fileira. “Perante cenários mais ou menos catastróficos, a construção ecológica já está hoje a ser impulsionada por financiamentos e pela própria legislação. Temos, de facto, que repensar a forma como temos construído e passar a fazê-lo de um modo muito mais consciente”, justifica Diogo Aguiar. O arquitecto, fundador do atelier Diogo Aguiar Studio, e professor na faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, foi o curador do certame, da mesma forma que anteriormente esteve ligado à edição de 2022 da Concreta e à Bienal de Veneza 2023, que tiveram em evidência a problemática e o desafio que se colocam aos profissionais do sector. A consciência leva à acção e ao “Futuro” que já está em marcha. “Vivemos um tempo muito acelerado e em que o que fazemos hoje tem impacto directo na definição do amanhã. As novas gerações de arquitectos e de profissionais da área estão, de facto, muito preocupadas com o impacto das suas práticas na transformação/destruição dos ecossistemas do planeta e precisam da colaboração de todo o sector da construção na persecução de práticas mais conscientes e ecológicas”, sublinha Diogo Aguiar.
    Nesse sentido, as marcas e empresas, nacionais, que marcam presentes irão responder ao desafio lançado. “Esta feira procura perceber de que forma os produtos, as marcas e as empresas portuguesas se posicionam perante a inviabilidade de sermos necessariamente mais ecológicos. Consciente da pegada de carbono do sector da construção (um dos principais emissores de CO2), o evento MaisConcreta23 quer dar a conhecer as estratégias e os produtos que fabricantes e marcas portuguesas estão a desenvolver hoje para contribuírem para a descarbonização da arquitectura num futuro próximo”, avança Diogo Aguiar.
    A MaisConcreta2023 foca-se em produtos, marcas e empresas portuguesas, na área dos acabamentos e design de interiores. Está confirmada a presença de cerca de quatro dezenas de empresas uma dimensão reduzida face a feiras como a Concreta, “que se foca na construção num sentido mais generalizado e que acontece, a cada dois anos, na Exponor e, nesse sentido este evento, tem necessariamente uma dimensão mais reduzida do que a Concreta”, refere Diogo Aguiar.
    A proposta temática estende-se à forma como a feira será equipada, procurando dar “o bom exemplo” o certame será montado “a partir da reutilização de estruturas de andaimes que, após evento, reintegrarão o seu normal ciclo de vida”.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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    Câmara de Anadia e IHRU assinam acordo para habitação no valor de 3M€

    Esta intervenção tem como objetivo a construção de habitações para resolver situações de pessoas e agregados familiares que vivem em condições habitacionais indignas, promovendo a melhoria da sua qualidade de vida

    O Município de Anadia celebrou um protocolo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU)para a concessão de um apoio financeiro não reembolsável, no valor de mais de três milhões de euros, destinado a financiar a construção de 21 fogos, em Sangalhos, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, comparticipada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência. No seguimento deste protocolo, o Município de Anadia irá lançar, brevemente, o concurso público para a empreitada de construção.

    Esta intervenção tem como objetivo a construção de habitações para resolver situações de pessoas e agregados familiares que vivem em condições habitacionais indignas, promovendo a melhoria da sua qualidade de vida.

    De acordo com a Estratégia Local de Habitação de Anadia, aprovada em Fevereiro de 2021 e atualizada em junho de 2023, a Câmara Municipal assumiu o compromisso de construir 37 fogos para disponibilizar a agregados que vivem em condições habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.

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    Nuno de Sousa Lider Coach Operacional

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    Leroy Merlin investe em nova loja em Guimarães

    A Leroy Merlin investe 1 milhão de euros numa nova loja de construção de Guimarães, que conta com 1.200m2 . A pensar nas necessidades do cliente profissional, a nova loja de construção apresenta serviços diferenciadores, como entrega em obra com camião-grua e drive-in, facilitando a logística e rapidez do processo de compra

    Se até agora os clientes de Guimarães apenas contavam com um espaço de 400 m2 dedicados à construção dentro da loja principal, neste momento dispõem de um novo espaço de construção com 1.200 m2 de área, contíguo à loja principal e localizado no mesmo Retail Park, que lhes permitirá encontrar uma oferta alargada e superior à existente anteriormente e onde encontrarão produtos indispensáveis à concretização de uma grande ou pequena obra como: gesso cartonado, massas e perfis, isolamento, cobertura, escoamento de água, impermeabilização, ferramentas de construção, cimento, areia e brita, reboco, gesso, ou cimentos cola.

    Com um investimento de 1 milhão de euros, a nova loja LEROY MERLIN de materiais de construção em Guimarães, abre com o objectivo de oferecer um espaço mais preparado para responder às necessidades e especificidades do cliente profissional, tendo igualmente, serviços distintos e pensados para esse fim, como: entrega em obra com camião-grua em 24h, disponibilidade de stock imediato, drive in, que permitirá aos clientes a possibilidade de entrar na loja com o carro e sair com a mercadoria carregada.

    “A nossa aposta numa loja de materiais de construção em Guimarães, vem no seguimento da elevada procura dos nossos clientes por esta tipologia de produtos, e também para dar um melhor serviço aos nossos clientes profissionais. Houve assim, a necessidade de assegurar uma maior oferta, que vai ao encontro das necessidades desta tipologia de clientes, com um espaço que lhes permitirá beneficiar de uma melhor experiência de compra e de um atendimento e aconselhamento especializados. Queremos continuar ao lado dos nossos clientes e melhorar a nossa oferta para que a Leroy Merlin continue a ser a resposta para os desafios destes profissionais”, refere Nuno Sousa, líder coach operacional da Leroy Merlin Portugal.

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    Resultados de 2023 da Schindler indicam “melhoria do desempenho e aumento da rentabilidade”

    O aumento tanto de encomendas, como de receitas, permitiu alcançar um crescimento de 1,7% e 7,45%, respectivamente

    Em 2023, a Schindler registou um aumento tanto de encomendas, como de receitas, alcançando os 11.439 milhões de francos suíços e 11.494 milhões de francos suíços (CHF), respectivamente. Em moeda local, o crescimento foi de 1,7% e 7,45%, para ambas as situações.

    Também o lucro operacional aumentou para 1.188 milhões CHF, correspondendo a um EBIT de 10,3% (EBIT ajustado de 10,9% vs. 9,2% em 2022). O lucro líquido aumentou significativamente para 935 milhões de CHF, correspondendo a uma margem de 8,1%. O cash-flow operacional aumentou 84,7%, para os 1.271 milhões de CHF.

    “Apesar do enfraquecimento dos mercados de construção e da persistente pressão da taxa de câmbio, continuamos no nosso caminho de melhorar a rentabilidade e o crescimento sustentável”, declarou Silvio Napoli, presidente e CEO da Schindler. “Com a nossa estratégia reorientada, construída em torno de um serviço dedicado ao cliente, nas fortes capacidades do nosso pessoal da primeira linha e em medidas de melhoria da eficiência, estamos determinados a continuar neste caminho e a melhorar ainda mais a nossa competitividade, passo a passo, ano após ano”.

    Ao nível das encomendas o negócio das Novas Instalações registou um decréscimo, embora inferior ao do mercado global. Já os Serviços registaram um forte crescimento, enquanto as Modernizações começaram a recuperar no último trimestre.

    Quanto às receitas, todas as linhas de negócio cresceram devido à sólida execução do volume de encomendas. As regiões EMEA, América e Ásia-Pacífico registaram um forte crescimento, enquanto as receitas da China diminuíram ligeiramente.

    Ainda em 2023, e em matéria de sustentabilidade, a Schindler foi reconhecida pelo Carbon Disclosure Project (CDP) pelos seus “esforços em combater as alterações climáticas”, mantendo-se na lista CDP A, que integra o grupo de empresas que operam de acordo com os mais elevados padrões ambientais.

    Para 2024, ano em que a Schindler comemora o seu 150º aniversário, a empresa continua a rota de crescimento de receitas, na ordem de um dígito em moeda local, com uma margem EBIT de 11%. Olhando para o futuro, em linha com o compromisso de alcançar uma maior competitividade, o objectivo da Schindler é atingir um EBIT reportado de 13% a médio prazo.

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    IP avança com investimento na modernização da Linha do Oeste

    A empreitada, que vai intervir no troço Caldas da Rainha – Louriçal, tem um valor base de 7,5 milhões de euros. A fase de entrega de propostas encontra-se a decorrer

    O concurso público para o projecto de execução da Electrificação e Modernização da Linha do Oeste, que serve directamente os concelhos de Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, Marinha Grande, Leiria e Pombal, já foi lançado. Com um valor base de 7, 5 milhões de euros, decorre, actualmente, a fase de entrega de propostas.

    Promovido pela Infraestruturas de Portugal (IP), no âmbito do Programa Nacional de Investimentos – PNI2030, este projecto dá continuidade aos investimentos actualmente em execução e procura dotar a Linha do Oeste de uma infraestrutura “mais moderna e eficiente”, assim como mais “competitiva”.

    A empreitada, que vai intervir no troço Caldas da Rainha – Louriçal, prevê um conjunto de intervenções que irão permitir o aumento de velocidade para o patamar de referência de 160 km/h, duplicar os troços para articulação com a Linha de Alta Velocidade na zona de Leiria, a electrificação a 25kV-50Hz, a instalação de sistemas de sinalização e telecomunicações mais modernos, a supressão de Passagens de Nível e, ainda, a reabilitação em pontes metálicas.

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    Câmara de Lisboa avança com cooperativas de habitação

    A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou a proposta para a realização de operações no novo programa de “Cooperativas 1ª Habitação Lisboa” para habitação sem fins lucrativos

    O programa identifica património imobiliário com capacidade e potencial habitacional por desenvolver, no sentido de garantir preços acessíveis à habitação e aproveitando, em muitos casos, pequenos terrenos municipais.

    “A habitação é e continuará a ser a grande prioridade do nosso mandato. Nunca existiu na história da Câmara de Lisboa um valor que se comparasse de investimento nesta área e que irá alcançar os 800 milhões de euros até 2028. Tudo temos feito para procurar também novos caminhos e soluções para responder ao problema. Foi precisamente o que fizemos hoje ao aprovar uma proposta para o modelo de cooperativas na cidade”, salienta o presidente da CML. “Este é mais um caminho que queremos trilhar para aumentar a oferta de habitação acessível na cidade. O primeiro passo está dado e irá avançar na freguesia do Lumiar” acrescenta Carlos Moedas.

    A produção de habitação acessível por via da cedência de património municipal ao abrigo da figura jurídica do direito de superfície a cooperativas de habitação é uma solução que permite prosseguir o objectivo de alargar e acelerar a oferta habitacional acessível com base em património e apoio público.

    Foram já identificados terrenos vazios em património municipal com potencial de habitação em pequena escala e adequados a este programa de habitação sem fins lucrativos. Os terrenos estão mapeados na Carta Municipal de Habitação de Lisboa, estando alguns já com projectos de arquitectura em curso.

    Neste modelo a “CML assume os encargos dos projectos de arquitectura, licenciamento e execução retirando este encargo financeiro às cooperativas e procurando garantir assim uma diminuição considerável do prazo de execução da obra. As cooperativas que se candidatem e sejam seleccionadas podem de imediato iniciar a construção. Sabemos que o desafio é difícil, mas não baixamos os braços para procurar todas as respostas e soluções de habitação para quem vive ou ambiciona viver na nossa Lisboa”, defende o autarca.

    O modelo proposto dá a oportunidade a que as famílias possam participar ou organizarem-se em cooperativas para concorrem a terrenos municipais, com o direito de superfície por 90 anos, e assim terem acesso às suas casas, assumindo apenas os custos da construção.

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    Adesivo Extremo PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701

    No mundo da construção, fabrico e bricolagem, a chave do sucesso reside na escolha do adesivo certo. Neste contexto, os adesivos híbridos estão a assumir um papel central.

    O poder dos Adesivos Híbridos

    Nos últimos tempos, os adesivos híbridos conquistaram a preferência de profissionais e amadores, substituindo outras opções no mercado. A sua popularidade baseia-se numa fusão única de versatilidade e resistência, combinando as melhores propriedades de tecnologias adesivas como o silicone, o poliuretano e os polímeros.

    Adesivos Penosil

    Dentro da vasta gama de Adesivos Penosil, destaca-se o Adesivo Extremo Penosil TURBO-tack 701. Este adesivo é a escolha superior para projectos que exigem juntas rápidas e sólidas em interiores e exteriores. O seu bico em forma de V não só facilita a aplicação, como também assegura uma distribuição óptima e uma aderência inicial excecional.

    Adesivo multi-superfície TURBO-tack 701

    O PENOSIL Polímero Híbrido TURBO-tack 701 é excelente em aplicações que requerem ligações elásticas e duradouras. Desde a união de painéis de isolamento a placas e perfis de construção, a sua formulação única permite-lhe acomodar o movimento e a expansão sem comprometer a integridade da união. Consegue imaginar a sua utilização na indústria automóvel? Desde a colagem de painéis de caravanas, autocaravanas, veículos comerciais… O Turbo-tack 701 prova o seu valor com a sua excecional aderência e propriedades de amortecimento de choques e ruídos.

    Segurança e Sustentabilidade

    O TURBO-tack 701 é isento de silicones, isocianatos e solventes. Está certificado com o rótulo EC1+, que garante uma utilização segura em interiores sem emissões nocivas para o ar.

    O teu parceiro perfeito, quer sejas um profissional ou um amador.

    Quer estejas a enfrentar um projeto de construção em grande escala ou um projeto de melhoramento da casa, o PENOSIL Polymer Hybrid TURBO-tack 701 foi concebido para satisfazer qualquer necessidade de colagem com uma eficiência e fiabilidade inigualáveis.

    O Futuro da Tecnologia Adesiva

    Com uma colagem extraforte e rápida, o TURBO-tack 701 representa o futuro da tecnologia adesiva.

    Descobre a gama completa de Adesivos Penosil.

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    Novo projecto em Marvila pode ser adquirido através de criptomoedas

    O projecto Atelier resulta da combinação de elementos industriais e da “delicadeza” do design a partir da “reimaginação” da antiga casa criativa do artista português Tomaz Hipólito num imóvel de oito lofts. A fase de vendas deverá arrancar ainda este ano

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    O antigo espaço criativo do artista português Tomaz Hipólito, em Marvila, vai ser transformado em habitação. Promovido pelos franceses LFV des Vosges, o Atelier, que vai ser colocado à venda ainda este ano, vai poder ser adquirido com criptomoedas.

    Segundo a promotora, o projecto, que resulta da remodelação de um antigo estúdio em oito apartamentos, apresenta traços de arquitectura japonesa e uma fachada de dupla camada, de vidro e malha.

    Situado na Rua Afonso Annes Penedo, os apartamentos, em estilo loft com até quatro assoalhadas, contam com uma sala de estar, uma cozinha e um estacionamento subterrâneo privativo com capacidade para doze veículos. O rés do chão e o primeiro andar vão diferenciar-se pela coexistência de duas realidades complementares: uma varanda na fachada principal, com acesso à casa, e um jardim privativo de 100 m2, nas traseiras, que se vai assemelhar a um casulo verde. Adicionalmente, o edifício vai ser totalmente ecológico, com uma certificação energética de B+.

    “Este equilíbrio entre a dureza dos elementos industriais e a delicadeza do design levou à reimaginação da antiga casa criativa do famoso artista português Tomaz Hipólito num elegante refúgio de oito casas com uma configuração que ecoa o seu passado artístico” comenta Stanislas Maistre, CEO do LFV des Vosges.

    Com desenho da SIA Arquitectura, os apartamentos são marcados por um “design cuidado e uma estética simples”, que confere “calor e textura” a cada espaço. Paralelamente, os pavimentos em madeira natural e os tecidos “suaves e orgânicos” transmitem uma sensação de “tranquilidade” e “simplicidade” que funcionam como “uma tela em branco” para os moradores.

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    Portugal pode entrar na metade de países mais ricos da UE em 2033 com reformas pró-crescimento

    Contudo, sem mudança de políticas, podemos, em contrapartida cair para antepenúltimo em nível de vida em 2033 e ter uma perda significativa de população, refere estudo da faculdade de Economia da Universidade do Porto

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    O Gabinete de Estudos Económicos, Empresarias e de Políticas públicas (G3E2P) da faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) apresenta o 2º capítulo do 1º número da publicação “Economia e empresas: tendências, perspectivas e propostas”.

    O capítulo mostra os principais resultados de um modelo de dinâmicas relativas de nível de vida e população na União Europeia, com projecções em retrospectiva e em perspectiva para Portugal. Conclui-se que é a criação de condições de crescimento económico que retém e atrai população (e capitais) para gerar riqueza, dado o nível de vida relativo de partida.

    Aponta-se como objectivo ambicioso, mas realizável, que Portugal atinja a 13ª posição em nível de vida na União Europeia (UE) em 2033, entrando assim na metade de países mais prósperos (com a actual configuração de 27 países), o que levará ainda a uma população superior.

    Para tal, o nosso crescimento económico anual terá de superar a média simples dos valores de crescimento dos países da UE – o novo referencial estratégico proposto no estudo – entre 1,4 e 1,7 pontos percentuais (p.p.), consoante os cenários, o que corresponde a valores absolutos entre 3,1% e 3,8%, mas as metas em diferencial são mais robustas. Diferenciais entre 0,4 a 0,6 p.p. acima da média apenas permitem alcançar a metade de países mais ricos da UE em 2043.

    Sem alteração de políticas, Portugal pode cair para a 25º posição em nível de vida em 2033 e registar uma perda bastante significativa de população (superior à prevista no Ageing Report).

    Apostar em reformas estruturais que elevem o potencial de crescimento da economia, incluindo aproveitar melhor os apoios europeus disponíveis (cujo impacto é reduzido e temporário, atendendo às projecções da Comissão Europeia para o nosso crescimento potencial), é crucial para melhorar o nosso nível de vida relativo e preservar a dimensão populacional – bem como a soberania do País, que não existe sem povo –, preparando o fim previsível desses apoios.

    “Há uma necessidade urgente de adoptar reformas estruturais conducentes a um maior crescimento económico. A sua não adopção resultou numa economia pouco mais que estagnada, em empobrecimento (queda de posições em nível de vida na UE) e numa perda relativa de população entre 1999 e 2022, que se tornará em perda absoluta nas próximas décadas devido ao baixo nível de vida a que chegamos”, destaca o director da FEP, Óscar Afonso.

    Quanto às projecções em retrospectiva, se a nossa economia tivesse crescido ao ritmo da média simples dos países da UE desde 1999 (ou seja, 2,4% ao ano, em vez de 0,9%), em 2022 teríamos alcançado a 12ª posição em nível de vida (em vez da 20ª, a 7ª pior), claramente na metade de países mais ricos, e teríamos mais um milhão de pessoas. Crescendo ao ritmo da UE (1,5%), teríamos ficado na 19ª posição, pouco melhor.

    A média simples de crescimento dos países da UE, o novo referencial estratégico base proposto, em que cada país pesa o mesmo, continuará a ser mais ambicioso nas próximas décadas do que crescer ao ritmo da UE e (pior ainda) a Área Euro, os referenciais dos nossos governos, cuja dinâmica é travada pelo forte peso das três maiores economias da UE (Alemanha, França e Itália), há muito estagnadas, como é demonstrado neste segundo capítulo.

    A substituição de referencial de crescimento é uma reforma estrutural, apontando para um novo rumo em termos de nível de vida e dimensão populacional, como proposto. Se o novo referencial tivesse sido seguido desde 1999, bastaria para ficarmos consistentemente na metade dos mais ricos até 2043, ao contrário do referencial UE, que nos colocaria sempre perto do fundo da tabela.

    Dado o baixo desempenho passado (o nosso crescimento económico de 0,9% ao ano em 1999- 2022 foi o 3º pior entre os países da UE), crescer em linha com o novo referencial estratégico base proposto após 2022 apenas trava a perda de posições em nível de vida até 2033, pelo que atingir a metade de países mais ricos exige os diferenciais adicionais acima apontados.

    “Alcançar um nível de vida e uma população mais elevados requer políticas ambiciosas e consonantes em matéria de crescimento económico, o que implica, desde logo, escolher um referencial com uma dinâmica mais ambiciosa para nos compararmos. As metas de crescimento e nível de vida, de fácil escrutínio, elevarão a exigência dos cidadãos”, revela Óscar Afonso.

    O estudo conclui ainda que o recente surto de crescimento económico não é estrutural, mas um resultado de impulsos temporários do turismo e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Por fim, salienta-se que os resultados do modelo inovador apresentado são muito significativos e as projecções incorporam vários cenários, o que lhes confere uma elevada robustez.

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    Crédito: José Campos

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    Obra de Raulino Silva conquista prémios internacionais de arquitectura

    A casa com uma piscina interior e um generoso terraço sobre a copa dos grandes pinheiros, está localizada nas proximidades do Mosteiro de Pedroso, em Vila Nova de Gaia e é uma das mais recentes obras concluídas do premiado atelier de arquitetura de Vila do Conde

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    Uma habitação unifamiliar, em Pedroso, está a merecer destaque em reconhecidos prémios internacionais de arquitetura, com cinco distinções nos últimos meses, no Canadá, Estados Unidos da América, França e Suíça.

    A casa com uma piscina interior e um generoso terraço sobre a copa dos grandes pinheiros, está localizada nas proximidades do Mosteiro de Pedroso, em Vila Nova de Gaia e é uma das mais recentes obras concluídas do premiado atelier de arquitetura de Vila do Conde, com fotografias de José Campos.

    No IDA Design Awards 2023 em Los Angeles, a obra foi premiada com o Gold Winner na categoria arquitectura residencial, no Grands Prix du Design 2023 no Quebec, venceu o Gold Winner na categoria edifício residencial/casa privada, no Architecture MasterPrize 2023 de Los Angeles, foi distinguida com uma Menção Honrosa na categoria habitação unifamiliar, no Paris Design Awards 2023 foi Winner na categoria habitacional/casas e no BLT Awards 2023 em Lucerna venceu na categoria de arquitectura residencial.

    O arquitecto Raulino Silva esteve presente nas duas últimas galas de entrega dos prémios realizados em locais emblemáticos da arquitetura mundial, em Paris no Espaço Oscar Niemeyer do arquitecto brasileiro que deu nome à obra e em Lucerna no Centro de Congressos KKL do arquitecto Jean Nouvel, tendo sido uma oportunidade para conhecer alguns dos melhores arquitectos da actualidade e os mais recentes projectos internacionais na área da Arquitetura, Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produto.

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    Kronos Homes lança ZEN

    Chama-se ZEN, é o quarto empreendimento residencial da Kronos Homes na capital, representa um investimento de 65 milhões de euros e irá adicionar ao mercado residencial mais 169 apartamentos, mais de 40% dos quais já está vendido

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    A Kronos Homes, marca de promoção imobiliária residencial da Kronos, anuncia o lançamento de um novo projecto em Telheiras, ZEN, o quarto empreendimento residencial da empresa na região de Lisboa, que inicia agora construção, com 70 apartamentos já reservados.

    No âmbito de um investimento de 65 milhões de euros, este edifício exclusivo promete dinamizar e inovar o mercado imobiliário numa das áreas familiares mais cobiçadas de Lisboa, estabelecendo uma nova referência de qualidade e design, garantindo a integração estética e o respeito pelo meio ambiente envolvente.

    “Este é o nosso quarto projecto de primeira habitação em Lisboa e mais um passo na consolidação da nossa marca em Portugal. A preocupação por encontrar espaços que prezam o conforto e o equilíbrio aumentou e o ZEN é o lugar ideal para proporcionar essas experiências. Direccionado sobretudo a jovens famílias, é um edifício que vai procurar respeitar a natureza e transparecer os pontos mais fortes da sua envolvente, sem abdicar do design arquitectura especial da Kronos”, sublinha Rui Meneses Ferreira, CEO da Kronos Homes. “A localização central, a estética vanguardista e o conceito inovador, complementados por um maravilhoso jardim central e a zona social com piscina e ginásio, fazem deste um projecto único para quem procura um ambiente calmo e harmonioso apesar de urbano”, acrescenta.

    Com disposição por blocos paisagísticos, o ZEN vai reinventar a rede urbana tradicional com 3 blocos de 169 apartamentos de design distintivo e acabamentos de excelência, de tipologias T1 a T4, ao longo de 7 pisos. Os preços das casas variam entre 300.000€ e 850.000€. Para além disso, o empreendimento terá ainda um simpático pátio paisagístico, com uma grande piscina que funcionará como o centro da vida comunitária, assim como um ginásio totalmente equipado. A comercialização é co-exclusiva da Porta da Frente Christie’s e da JLL.

    Pertencente à freguesia do Lumiar, Telheiras é o local ideal para quem procura casa num centro urbano, sem renunciar à riqueza natural dos parques e zonas verdes. Num bairro próximo de comércio, escolas e equipamentos culturais, o ZEN terá acessos privilegiados, graças às linhas verde e amarela do Metro, bem como à estação de Campo Grande, a cerca de cinco minutos. Além disso, oferece diversas soluções de actividades para as pessoas com uma vida mais activa, sendo uma zona privilegiada para a prática de desporto ao ar livre, com um campo de golfe e um clube de ténis ao virar da esquina.

    A Kronos Homes conta, também em Lisboa, com três empreendimentos residenciais em desenvolvimento: The One, localizado na Avenida de João XXI, Distrikt, no Parque das Nações e Native, no Belas Clube de Campo.

    O portefólio de activos inclui ainda a gestão e desenvolvimento imobiliário de Vale do Lobo Golf & Beach Resort e a gestão das vendas imobiliárias do Salema Beach Village, Cascade Wellness Resort, Monte Santo Resort, Conrad Algarve, Salgados Palm Village e Salgados Dunas Suites. Este negócio representa um potencial de mais de 1.000 milhões de euros em vendas de propriedades, localizadas maioritariamente na região do Algarve. Um portefólio que coloca a Kronos Real Estate entre os principais gestores de resorts e promotores imobiliários em Portugal.

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