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    Créditos: ©Presidência da República

    Arquitectura

    Belém veta revisão dos estatutos das ordens dos Engenheiros e Arquitectos

    Presidente faz críticas duras às alterações dos estatutos das Ordens dos Arquitectos e Engenheiros

    Ricardo Batista

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    Marcelo Rebelo de Sousa decidiu não promulgar os diplomas que previam a revisão dos estatutos das ordens dos Engenheiros e dos Arquitectos, devolvendo assim os decretos à Assembleia mas não sem antes deixar reparos fortes às propostas que estava a analisar.

    No caso da proposta de revisão de estatutos da Ordem dos Engenheiros, o Presidente da República considera que “a forma como são tratados os atos de engenharia e respectiva graduação, bem como a indefinição de competências que parece resultar do Estatuto, que é contrária ao interesse público e não acautela a segurança de pessoas e bens”, acrescentando que compromete, igualmente “a necessária confiança nos actos de engenharia dos profissionais devidamente habilitados”.

    “Na verdade, não basta ser-se licenciado em engenharia para se estar habilitado a assumir a direcção técnica de uma obra de maior complexidade, pelo que a graduação de actos de engenharia, de acordo com a experiência profissional, é fundamental para a confiança dos destinatários dos serviços de engenharia”, pode também ler-se na nota publicada na página da Presidência da República. No entender de Marcelo Rebelo de Sousa, “a Ordem dos Engenheiros, enquanto detentora de poderes de autoridade pública, que não podem nunca ser usados para restringir a concorrência ou o acesso às profissões, está especialmente bem colocada para regulamentar estas matérias. Porém, o Decreto remete para regulamentação posterior as matérias da definição de actos de engenharia e respectiva graduação, a organização em especialidades e a forma de atribuição do título de especialista, prevendo a homologação pelo Governo”.

    Deste modo, o Presidente considera que a solução proposta “parece configurar uma intromissão excessiva da tutela na autonomia das Ordens e ser menos compaginável com o interesse público, tendo em conta que a Ordem está preparada, tecnicamente, para definir em tempo útil os actos de engenharia passíveis de ser praticados”. Segundo Marcelo, “a evolução da ciência e do conhecimento recomendam que os actos de engenharia não sejam definidos em lei de forma estática, tendo antes em consideração a participação dos engenheiros em diversas áreas de actividade, que vão desde o desenvolvimento de infraestruturas e industrial à revitalização do património e do território, passando pela transformação dos espaços urbanos e contribuindo para a transformação digital, a interoperabilidade das redes de informação e a cibersegurança, ou seja, contribuindo decisivamente para a inovação, essa sim, geradora de crescimento económico”.

    Igual caminho levou a proposta de revisão dos estatutos da Ordem dos Arquitectos, que o Presidente da República considera geradora de ambiguidades. Marcelo Rebelo de Sousa sublinha que “o regime conjugado dos atos próprios da profissão e dos atos partilhados (com outras profissões) gera ambiguidades e revela-se pouco consentâneo com a prática profissional da arquitectura”. “Algumas das normas parecem contradizer as políticas públicas mais recentes que valorizam a prática arquitectónica enquanto transformadora do património público e capaz de satisfazer as necessidades crescentes da nossa sociedade”, acrescenta a presidência da República na sua página. Na mensagem que endereçou a Augusto Santos Silva, Marcelo vai mais longe ao sublinhar que “os actos próprios dos arquitectos são indistintamente referidos como actos, actividades e competências, deixando dúvidas sobre se os actos próprios da profissão (elaboração e apreciação de projectos, estudos e planos de arquitectura) poderão vir a ser praticados por pessoas sem prévio estágio profissional e que não estão sujeitas à jurisdição disciplinar da Ordem”.

    “Mais grave, algumas das normas parecem contradizer as políticas públicas mais recentes que valorizam a prática arquitectónica enquanto transformadora do património público e capaz de satisfazer as necessidades crescentes da nossa sociedade”, aponta. “Num contexto que se pretende que seja de simplificação dos licenciamentos da construção, é ainda mais relevante garantir a responsabilidade dos autores dos projectos, tendo em conta que se pretende suprimir mecanismos de fiscalização preventiva, mas sem comprometer a segurança, funcionalidade e sustentabilidade das construções”, concluindo que a promulgação do decreto seria “prejudicial ao interesse público e ter até efeitos contrários aos pretendidos com a presente reforma”.

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    WellBe recebe nova sede da CGD

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 m2 de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho. A mudança efectiva dos 2500 colaboradores para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026

    A sede da Caixa Geral de Depósitos vai ocupar o novo edifício WellBe, localizado na Avenida Dom João II, na zona do Parque das Nações e actualmente em construção. A aquisição do seu novo edifício-sede foi formalizada esta sexta-feira, dia 9 de Fevereiro, anunciou o banco em comunicado.

    O processo de mudança de instalações teve início em 2020, com a procura de instalações adequadas para os cerca de 2.500 colaboradores que trabalham nos Serviços Centrais. A mudança efectiva para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026.

    Os colaboradores da Caixa foram envolvidos no processo de decisão, tornando evidente a necessidade de escolher uma localização dotada de uma boa rede de transportes públicos, limitando a necessidade de recurso ao veículo privado para as suas deslocações para o trabalho. Tal como já acontece com a actual sede da Caixa, o novo edifício terá a classificação energética A, bem como as certificações Leed e Well, e será inclusiva, permitindo o acesso fácil a pessoas de mobilidade reduzida.

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 metros quadrados (m2) de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho.

    O projecto que foi desenvolvido desde o conceito até às especificações técnicas, pretende responder às expectativas presentes e futuras dos utilizadores. Desta forma, tem em conta as  condições de promoção de bem-estar, de sustentabilidade e que permitem que o espaço de escritório não seja um obstáculo ao estilo de vida de todos os que o vão utilizar. Entre as muitas características e soluções arquitectónicas e tecnológicas destacam-se as grandes áreas de espaços verdes e a vista sobre o rio Tejo.

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    Grupo Hipoges fecha 2023 com mais de 1.3 MM€ de vendas em activos imobiliários

    Em linha com a tendência de crescimento do sector imobiliário, em 2023 o servicer registou um recorde de vendas a nível global. Portugal também verificou um aumento do valor de vendas, do número de activos sob gestão e de contratos assinados

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    A Hipoges, servicer de referência em Asset Management no Sul da Europa, acaba de revelar que encerrou 2023 com resultados “muito positivos” e que representam “um grande crescimento”. A nível global, o Grupo somou mais de 1.3 mil milhões de euros em vendas de imóveis, “consolidando assim a sua posição de liderança neste sector”.

    Também a nível nacional, o servicer conseguiu aumentar o volume de activos imobiliários em 3,5% comparativamente com 2022, tendo, ainda, registado um crescimento na ordem dos 30% de contratos assinados, quando comparado com o ano anterior.

    Em termos de tipologias vendidas, continua a destacar-se o sector residencial, representando mais de 80% das operações do departamento de Real Estate do grupo.

    Já o sector comercial apresentou, de forma geral no mercado nacional, um decréscimo em comparação com o ano anterior. Ao nível das operações do Grupo, verificou-se uma grande diferença entre o volume de transacções de ambas as tipologias, com o comercial a representar apenas 12% do total de activos imobiliários vendidos.

    Em termos de território, a Hipoges aponta Braga como a zona do País que mais se destacou ao nível do crescimento de vendas, com um aumento de 65% em comparação com 2022. Seguem-se Coimbra e Castelo Branco, com crescimentos de 35% e 38%, respectivamente.

    “Estes valores são resultado de uma tendência que se vem a estabelecer nos últimos tempos e que reflecte um maior interesse pelas periferias, com as grandes cidades do Centro e interior do País a ganharem mais peso ao nível das operações imobiliárias, que oferecem preços mais atractivos”, indicou Nuno Antunes, global chief Real Estate Officer.

    Recorde-se que, recentemente, o Grupo anunciou a venda de uma herdade na região de Estremoz e reforçou o seu compromisso em acompanhar esta tendência do mercado nacional e continuar a apostar neste tipo de activos em localizações estratégicas de Portugal.

    Ainda assim, em 2023, Lisboa continuou a ser a região onde o servicer registou um maior número de vendas, representando mais de 35% do total de operações. Neste pódio encontramos também Setúbal (16%) e o Porto (10%), cidades onde o Grupo continua a ter uma presença muito forte.

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    Boavista Windows fecha ronda de investimento de 1,5 M€

    A ronda de investimento, liderada pela Insight Venture, tendo sido co-investidor o Banco Português de Fomento, tem como objectivo duplicar a área de produção e reforçar presença no mercado europeu

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    BOAVISTA Windows fecha ronda de investimento de 1,5 milhões de euros para duplicar área de produção e reforçar presença no mercado Europeu

     

    A Boavista Windows, empresa portuguesa especializada em janelas em fibra de vidro, levantou um investimento de 1,5 milhões de euros para “escalar a produção e consolidar a vertente exportadora do negócio”.

    Para Francisco Pereira Branco, CEO da Boavista, “este investimento vai permitir acelerar o nosso crescimento e aumentar a presença em mercados que consideramos estratégicos para o nosso crescimento internacional. É essencial diminuirmos a pegada de carbono dos edifícios durante todas as suas fases de vida. E torna-se fundamental conciliar a performance ambiental dos sistemas com um design que vá de encontro às solicitações dos projectos, cada vez mais focados na sustentabilidade dos edifícios”.

    A ronda de investimento foi liderada pela Insight Venture, tendo sido co-investidor o Banco Português de Fomento. Para Mónica Mendonça, CEO da Insight Venture, “a Boavista é uma empresa que nos atraiu desde a primeira apresentação. Desenvolvem produtos com reduzida pegada ecológica, promovendo a diminuição das emissões de carbono dos edifícios, uma das maiores fontes de CO2 para a atmosfera”.

    Quanto ao futuro, acrescenta que “para completar esta ronda de investimento a Boavista atingiu vários milestones de performance e tem já tem vendas em quatro mercados para além do mercado nacional, o que acreditamos que é possível consolidar e aumentar”.

    Com a aposta na duplicação da área de produção e no crescimento da equipa técnico-comercial, o investimento permitirá escalar as vendas da Infinnito, a primeira janela minimalista totalmente fabricada em fibra de vidro, que alia a componente ambiental à durabilidade e funcionalidade e a um design vanguardista.

    A estratégia passa por aumentar significativamente a presença em Portugal, mas também nos mercados-alvo na europa que, segundo o CEO da Boavista, são “os países com grandes zonas costeiras e os mercados do Norte da Europa onde, além das exigências térmicas elevadas, a pegada ecológica dos produtos mais influencia as decisões dos promotores e projetistas”.

    Os objectivos da empresa passam por, até 2027, ultrapassar os 50 mil metros quadrados (m2) de janelas instaladas, com uma redução superior a cinco mil toneladas de CO2 emitidos para a atmosfera.

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    Transfor Interiores realizou fit-out do novo escritório na LeYa no Porto.

    A LeYa seleccionou a Transfor Interiores para realizar o fit-out da sua nova sede no norte do país

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    Localizado nas Lake Towers, foi um desafio exigente em termos especialidade e soluções que aliassem o conforto e a funcionalidade, dentro do curto prazo de execução e rigor financeiro A equipa de Design&Build da Transfor Interiores desenhou e concebeu o espaço, priorizando as cores neutras, as madeiras e os tecidos, para criar e gerar o máximo de conforto e funcionalidade nos postos de trabalho em openspace, gabinetes, salas de reunião, zona de recepção, lounge e cafetaria.

    Um novo escritório que reflecte a identidade e valores da marca LeYa em cada detalhe.

    Para Ana Rita Bessa, CEO da LeYa, “Graças ao profissionalismo da Transfor, a nova sede da LeYa no norte do país é um espaço de conforto e funcionalidade. Desde o desenho do espaço, à escolha dos materiais e equipamentos, à muito relevante entrega atempada da obra, a LeYa encontrou na Transfor mais do que um fornecedor: um verdadeiro parceiro, conhecedor do seu métier e capaz de responder às necessidades da LeYa com as melhores soluções disponíveis. Os colaboradores da LeYa têm num espaço que reconhecem seu e do qual se orgulham da mesma forma que a Transfor se deve orgulhar de um trabalho bem feito!”

    A Transfor Interiores integra o grupo empresarial português que opera no sector da engenharia e construção e que alberga hoje várias áreas de negócio: Transfor Indústria (Carpintaria e Serralharia), a Transfor Interiores (Remodelação e Fit-out), e a por último a Transfor Sustentabilidade (Soluções Energéticas). Entre 2016 e 2022 o volume de negócios acumulado superou os 328 milhões de euros.

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    AIP leva empresa portuguesas à 9ª edição da SENCON da Dakar

    Nesta nova edição do evento, Portugal estará representado com um pavilhão, onde será dado palco a sete empresas portuguesas de pequena e média dimensão que em conjunto apresentam um volume de negócios de mais de 245 M€

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    A Associação Industrial Portuguesa (AIP) vai marcar presença, pelo segundo ano consecutivo, na Feira Internacional de Materiais de Construção e Equipamentos (SENCON), no Dakar, Senegal, que acontece de 8 a 10 de Fevereiro, no Centre des Expositions Diamniadio.

    Nesta nova edição do evento, Portugal estará representado com um pavilhão, organizado e dinamizado pela AIP, onde será dado palco a sete empresas portuguesas de pequena e média dimensão que em conjunto apresentam um volume de negócios de mais de 245 milhões de euros.

    A delegação portuguesa liderada pela AIP é composta por empresas que actuam em diferentes áreas, desde os equipamentos e infraestruturas, aos revestimentos, tintas, iluminação e até ao mobiliário.

    Além da presença numa feira com mais de duas centenas de expositores de 14 países em 4.800 metros quadrados, as empresas portuguesas têm agendadas mais de 40 reuniões com as empresários locais.

    “A SENCON, pela exposição que oferece, mas também pelo potencial de networking que proporciona, assume cada vez maior relevância no papel da AIP enquanto agente dinamizador do tecido empresarial português”, refere Filomena Pina Pires, directora da AIP para a Internacionalização, Empreendedorismo e Cooperação Empresarial. “Marcarmos presença neste evento pelo segundo ano consecutivo é a possibilidade para reafirmarmos a presença das empresas do setor, tanto no Senegal como nos restantes mercados da África Ocidental”.

    A AIP, a mais antiga e representativa associação empresarial de Portugal, tem como missão a defesa dos interesses das empresas portuguesas, a dinamização do tecido empresarial português, contribuir para o fortalecimento do associativismo empresarial e fornecer serviços de qualidade a empresas e associados para que estas possam crescer de forma mais sustentável, ajudando a impulsionar a economia nacional.

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    Pestana Hotel Group expande presença nos EUA com novo hotel em Orlando

    A unidade Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista, com 127 suites espaçosas e mais de 40 metros quadrados, reflecte a estratégia do Grupo na expansão internacional

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    O maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa reforça a sua aposta nos EUA, mercado onde está presente há mais de uma década e onde conta já com três hotéis: dois em Nova Iorque e um em Miami. Orlando, na Flórida, é a localização do quarto hotel do Pestana Hotel Group, nos Estados Unidos. Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista será assim a 109ª unidade da cadeira hoteleira do grupo.

    A expansão para Orlando vem assim complementar a actual oferta do Pestana Hotel Group em Miami, onde inaugurou a sua primeira unidade hoteleira nos EUA, em 2013. Em 2020, o grupo inaugurou o Pestana Park Avenue, localizado no coração de Manhattan, nas proximidades do Empire State Building e, no ano seguinte, em 2021, o Grupo alcançou um marco significativo com a abertura do Pestana CR7 Times Square, que se tornou o hotel número 100 da cadeia hoteleira do Pestana Hotel Group.

    José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group destaca que “o mercado norte-americano continua a ser um pilar estratégico para o Pestana Hotel Group e esta nova aquisição é um reflexo vivo da nossa estratégia asset right, que se concentra em manter a propriedade dos activos nos mercados com maior potencial reconhecido”.

    A cerca de 15 minutos dos principais parques temáticos da Walt Disney World, da Universal Studios e do Sea World, bem como do importante Centros de Convenções de Orlando, um dos maiores dos EUA, mas também muito próximo dos melhores outlets, com inúmeras lojas e restaurantes, o novo Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista oferece 127 suites espaçosas com mais de 40 metros quadrados (m2).

    Vocacionado para viagens em família, mas também, para negócios, dado a sua conclusão próxima do centro de convenções. Encontra-se, também, a poucos minutos da autoestrada Interstate 4, que liga Orlando a diversas cidades e regiões da Flórida.

    O hotel dispõe de várias comodidades incluindo restaurante, bar, jardim, piscina exterior, ginásio, business center e estacionamento.

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    Sonae Arauco reitera compromisso com fileira florestal

    Um dos projectos de I&D florestal está a testar a sobrevivência e o crescimento famílias de pinheiro-radiata e pinheiro-bravo, de forma contribuir para uma maior disponibilidade de matéria-prima com a previsão de uma procura cada vez maior do mercado por soluções sustentáveis, como a madeira

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    A Sonae Arauco organizou esta quarta-feira, dia 7 de Fevereiro, no Hotel Vila Galé Coimbra, que reuniu cerca de 70 profissionais entre produtores florestais, prestadores de serviços, grupos de certificação e fornecedores de madeira. O objectivo foi “reflectir sobre a sustentabilidade da fileira do pinheiro-bravo e sobre o modelo de relacionamento com os seus parceiros”.

    Enquanto empresa que trabalha com soluções derivadas de madeira, tem vindo a dinamizar uma estratégia que visa aumentar a rentabilidade da floresta e promover a sustentabilidade da fileira do pinheiro-bravo. Para tal, tem trabalhado de forma directa e através de parcerias em áreas diversas, como a geração e transferência de conhecimento e a gestão florestal.

    “A fileira do pinho é a fileira florestal que cria mais valor para o País e abrange uma enorme diversidade de mercados, produtos e agentes, que juntos formam uma cadeia de valor extensa e com elevadas relações de interdependência, através de transacções comerciais de produtos e subprodutos, num claro exemplo de economia circular”, explicou Nuno Calado, Responsável de Sustentabilidade Sonae Arauco.

    A equipa de gestão florestal da Sonae Arauco tem levado a cabo diversas iniciativas inovadoras para as florestas, no sentido de assegurar a sustentabilidade deste activo. Um dos projectos de I&D florestal está a testar a sobrevivência e o crescimento de várias famílias de programas de melhoramento genético de pinheiro-radiata e pinheiro-bravo, em diferentes tipos de solo e de localização, e que tem demonstrado excelentes resultados em Portugal, podendo, assim, contribuir para alinhar a disponibilidade de matéria-prima com a previsão de uma procura cada vez maior do mercado por soluções sustentáveis, como a madeira.

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    Rendas descem em Lisboa no 4º trimestre de 2023

    Valores dos novos contratos de arrendamento reduzem pelo segundo trimestre consecutivo, mostra o Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário 

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    As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados em Lisboa no 4º trimestre de 2023 apresentaram uma redução de 2,2% face ao trimestre anterior, mostram os resultados do Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário.

    Este é o segundo trimestre consecutivo em que as rendas dos novos contratos descem na capital, consolidando a entrada em terreno negativo registada no 3º trimestre de 2023, quando se observou uma variação em cadeia de -0,5%.

    A segunda metade do ano passado veio, assim, travar o ciclo de fortes aumentos das rendas sentidos desde meados de 2022, com variações em cadeia que se posicionaram entre 5,0% e 10,0% e das quais resultou um crescimento homólogo de 29,6% no 2º trimestre de 2023. Em virtude do comportamento destes dois mais recentes trimestres, a taxa de variação homóloga registou uma significativa desaceleração, fixando-se em 8,7% no 4º trimestre, ou seja, comprimindo em quase 21 pontos percentuais face ao pico do 2º trimestre.

    “A subida vertiginosa das rendas observada a partir de meados de 2022 terá sido, sobretudo, um reflexo da reacção dos proprietários aos limites de actualização então impostos aos contratos vigentes, bem como à crescente incerteza no arrendamento, que se agravou com as medidas anunciadas no âmbito do Mais Habitação. Daí resultou uma subida de quase 30% num ano, escalada após a qual começou a haver a percepção de que o mercado teria atingido o nível máximo de rendas, com um refreamento nos valores praticados nos novos contratos, como é visível nos dois últimos trimestres do ano passado”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    No Porto, a tendência é igualmente de desaceleração, embora mantendo as variações trimestrais em terreno positivo. No 4º trimestre de 2023, as rendas dos novos contratos neste mercado apresentaram um aumento trimestral de 0,9%, comparando com o incremento de 3,2% registado no 3º trimestre. Também neste mercado há uma evidente travagem das subidas vertiginosas registadas a partir de meados de 2022, comparando-se a taxa de variação homóloga inédita de 30,2% no 4º trimestre de 2022, com a de 11,7% alcançada no final de 2023.

    Sem prejuízo deste abrandamento, as rendas médias contratadas no cômputo de 2023 continuam a evidenciar o incremento acumulado do último ano e meio, atingindo os 19,0€/m2 em Lisboa e 15,1€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Arrendamento.

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    sublinha José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup Ibéria

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    “Não somos uma equipa numerosa mas temos uma forte componente de visão de mercado”

    Portugal é o primeiro mercado europeu, onde o grupo está presente, a testar o “revolucionário sistema universal de afinação de cores”. “Spectron” é o nome do novo sistema tintométrico o qual utiliza já os novos corantes da PPG. A tecnologia Spectron vai entrar em todo o nosso core business, trazendo valor acrescentado aos nossos produtos”, afirma José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup

    A PPG Dyrup promete revolucionar o seu sistema tintométrico e o processo já arrancou em Portugal. São vários os benefícios introduzidos, elevada precisão e garantia de qualidade dos produtos, maior e melhor oferta de cores (+41% de cores disponíveis) e o seu software permite uma rápida reprodução de qualquer cor. O “Spectron” permite ainda a utilização dos novos corantes PPG que se distinguem pela “elevada performance” em termos de opacidade, durabilidade e resistência, para além de estarem disponíveis em embalagens “bolsa” mais sustentáveis, que usam menos 20% de plástico incorporado. “O lançamento em Portugal do novo sistema de afinação de cores ‘Spectron’ é um marco significativo na procura contínua pela excelência e inovação”, sublinha José Pedro Barbosa, administrador da PPG Dyrup

    Portugal foi pioneiro no lançamento do ‘Spectron’. Porquê?
    Não somos uma equipa tão numerosa como a que os mercados de França ou Itália têm, mas temos uma forte componente de visão de mercado e para a PPG era também fundamental fazer este lançamento num local onde houvesse uma maior concentração geográfica para conseguir realizar o mais rapidamente possível este lançamento, de forma que outros mercados possam recolher os dividendos desta implementação. Temos previsto até ao final do ano, no máximo primeiro trimestre de 2025, terminar a implementação do sistema em todo o território, o que não seria possível em mercados de maior dimensão fazê-lo num tão curto espaço de tempo.

    Quando é que o processo iniciou e qual será o valor do investimento?
    Estamos com este processo há um ano e tínhamos previsto, e conseguimos, fazer o lançamento agora durante a convenção. O investimento em Portugal só em máquinas tintométricas que serão colocadas nos clientes, substituindo o anterior equipamento, ronda os dois milhões de euros. Depois temos todos os outros custos inerentes, especialmente em I&D e no próprio desenvolvimento dos corantes que são de facto muito superiores e que é o resultado da aquisição, pela PPG, há cerca de dois anos, de uma empresa do norte da Europa que desenvolve esta tecnologia.

    O processo irá continuar em 2024?
    2024 é o ano de lançamento. A tecnologia Spectron vai entrar em todo o nosso core business, trazendo valor acrescentado aos nossos produtos.

    A certificação ao nível dos produtos ETICS é outra das apostas para 2024.
    Em mercados como a França e Itália somos líderes de mercado neste domínio. Temos fábricas próprias de massas, que não temos cá, e estamos num processo de aprendizagem, de recolher a experiência destes mercados e temos ido a Lyon e a Milão, onde estão localizados os centros de desenvolvimento ETICS, para recolher este conhecimento para adaptá-lo ao nosso mercado. Há aqui um processo de sinergias dentro da multinacional. O processo está a decorrer com o apoio do LNEC e contamos em breve ter novidades. A certificação dos produtos irá permitir a entrada em concursos públicos, por exemplo. Este não é o nosso target o nosso target é estar ao lado dos nossos agentes revendedores, ajudar a desenvolver o negócio e ir à obra com eles para proporcionar que eles sim efectuem negócio. Esta é a nossa postura estratégica.

    Prevêem novos investimentos na estrutura em Portugal?
    Para já temos todo este investimento com o lançamento da ‘Spectron’. Estamos sempre com melhorias na fábrica, ou seja, há continuamento investimentos que visam uma melhoria contínua, mas para este ano não prevemos mais investimentos em maquinaria que não seja esse. O próximo ano será um novo ano. Vamos focar-nos no que temos que fazer bem e logo virão outros investimentos

    Como correu 2023 para a PPG Dyrup em Portugal?
    Correu bem. Portugal obteve o melhor rating entre os países da Europa da Sul. Conseguimos ultrapassar os nossos objectivos em praticamente 10%. Foi um ano muito interessante, e recebemos os parabéns de todo o board do Sul da Europa relativamente aquilo que foi a performance em Portugal e em Espanha.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Investimento será de “retoma gradual no segundo semestre”

    Depois de quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, 2024 deverá registar um crescimento de 7%

    Cidália Lopes

    O mercado imobiliário antecipa, para 2024, uma “evolução distinta” ao longo do ano e “influenciada pelas expectativas de redução das taxas de juro de referência pelo BCE” na Primavera”. De acordo a consultora da Cushman & Wakefield, “o primeiro semestre continuará a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”.

    É, por isso, expectável que depois do “abrandamento” verificado em 2023, que “todos os sectores registem aumentos homólogos durante este ano”, indica o 42ª edição do Marketbeat Primavera, realizado pela consultora.

    O estudo destaca, ainda, a importância da sustentabilidade e dos critérios de ESG, transversais a todos os segmentos, que vão continuar a ser o maior enfoque dos intervenientes no mercado, aumentando a disponibilidade para pagar um valor green premium.

    “Efectivamente, ocorreram quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, onde se atingiu o valor mais baixo de absorção da última década. Ainda assim, houve sectores a demonstrar uma evolução positiva, nomeadamente retalho, que registou uma retoma moderada, e hotelaria, com aumentos transversais para valores acima dos registados em 2019 (pré-pandemia)”, afirma Eric van Leuven, director geral da consultora em Portugal.

    Em 2023, a actividade de investimento imobiliário comercial registou uma “quebra homóloga expressiva” de 44%, com um volume de 1.690 milhões de euros, “em linha com outros mercados europeus” e caracterizado por uma “maior prevalência de transacções de menor dimensão, com o valor médio a reduzir para os 18 milhões de euros”.

    Dada a menor disponibilidade do capital estrangeiro, os investidores domésticos aumentaram a sua quota de mercado para 33% do volume total investido. A maioria do capital foi alocado aos sectores de hotelaria e retalho, que agregaram 38% do volume total investido cada.

    As estimativas actuais reflectem a expectativa de retoma gradual generalizada do investimento em imobiliário comercial na segunda metade de 2024, com o volume associado às transacções actualmente em diversas fases de negociação, e com conclusão prevista para este ano, na ordem dos 1, 8 mil milhões de euros, o que reflectirá um crescimento homólogo de 7%.

    O sector de escritórios deverá ser aquele que irá registar uma maior recuperação, agregando 47% do volume total, seguido da hotelaria com 27%.

    A este valor, a Cushman & Wakefield, antecipa, ainda, um valor acrescido de 1,1 mil milhões em transações, actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final de ano, assim como as usuais operações off-market.

    Desta forma, apesar de as yields de referência de mercado poderem ainda sofrer alguma correção em alta durante o início do ano, no final de 2024 deve registar-se uma estabilidade homóloga, possivelmente com redução de yields, e consequente aumento de valor.

    Antecipa-se, ainda, uma retoma progressiva do protagonismo dos grandes investidores internacionais, assim como algum alívio no acesso à dívida bancária e refinanciamento.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
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