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    O Congresso da APPC, Architect@Work, a ‘revolução do aço’, o novo hotel do grupo fmMagalhães e a revista TRAÇO na edição 496

    O primeiro Congresso promovido pela APPC em destaque na edição 497 do CONSTRUIR, onde lhe mostramos também as conclusões do encontro promovido pela CMM, o balanço do Architect@Work e a estrat´gia do Grupo fmMagalhães. Mas há mais neste número, acompanhado da revista de Arquitectura TRAÇO

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    O Congresso da APPC, Architect@Work, a ‘revolução do aço’, o novo hotel do grupo fmMagalhães e a revista TRAÇO na edição 496

    O primeiro Congresso promovido pela APPC em destaque na edição 497 do CONSTRUIR, onde lhe mostramos também as conclusões do encontro promovido pela CMM, o balanço do Architect@Work e a estrat´gia do Grupo fmMagalhães. Mas há mais neste número, acompanhado da revista de Arquitectura TRAÇO

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    Uma profícua jornada de reflexão. O primeiro Congresso promovido pela Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores teve inúmeros méritos, o maior dos quais colocar boa parte dos principais players do mercado a pensar num cenário comum, do qual são não apenas parte interessada mas também grandes impulsionadores: processos mais digitais, materiais mais industriais e sustentáveis para que o produto final seja uma verdadeira mais-valia

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    Quando a arquitectura reinventa a função

    Mais Concreta: ‘Liberdade’ criativa num futuro que se quer sustentável

    Colectivo VASSCO assina projecto para Biblioteca de Genebra

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    Photo-by-Frederico-Martinho_Square-and-Tourist-Office-Piodao.

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    Um português entre os finalistas ao prémio europeu de Arquitectura Contemporânea

    A Comissão Europeia e a Fundació Mies van der Rohe revelaram os sete finalistas que irão concorrer ao Prémio da União Europeia de Arquitectura Contemporânea 2024 — Prémios Mies van der Rohe, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente

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    Já estão seleccionados os sete finalistas ao prémio bienal “Mies van der Rohe”, cinco na categoria Arquitectura e dois na categoria Emergente. Portugal tinha três candidatos entre os 40 projectos em shortlist anunciada em Janeiro, entre eles a Praça e Posto de Turismo do Piódão, com assinatura do atelier Branco del Rio, que é agora um dos finalistas na categoria Emergente. Na mesma categoria concorre a Biblioteca Gabriel García Márquez em Barcelona (Catalunha, Espanha), da autoria da SUMA Arquitectura.

    As cinco obras de arquitectura finalistas são a Galeria de Arte Contemporânea Plato em Ostrava (Morávia-Silésia), da autoria do gabinete KWK Promes, o Pavilhão de Estudos no Campus da Universidade Técnica de Braunschweig (Baixa Saxónia), da autoria dos arquitectos alemães Gustav Düsing & Max Hacke, a Escola Reggio em Madrid, da autoria de Andres jaque/escritório de inovação política, o Renascimento do Convento Saint-François em Sainte-Lucie-de-Tallano/Santa Lucia de Tallà (Córsega), da autoria de Amelia Tavella Architectes, e o Hage em Lund (Condado de Scania), da autoria de Brendeland & Kristoffersen Architects.
    O anúncio do vencedor do prémio e do vencedor emergente está previsto para o final de Abril e a cerimónia de entrega dos prémios decorrerá no dia 14 de Maio de 2024, no Pavilhão Mies van der Rohe, em Barcelona.

    O finalista português
    A aldeia de Piódão, na serra do Açor, surge-nos, a concurso com a reabilitação do seu Posto de Turismo e a Praça que lhe é adjacente, num projecto conduzido pela dupla do estúdio de arquitectura de Coimbra Branco Del Rio, criado pelos arquitectos Paula del Rio e José Branco.
    O seu espaço aberto e desafogado é o principal acesso à aldeia de ruas ingremes. Ao longo dos anos a praça foi sendo ocupado para estacionamento e o projecto de reabilitação devolveu o seu uso aos habitantes. A intervenção descrita como “silenciosa”, privilegiou o uso dos materiais e soluções construtivas locais. “As árvores existentes, a estátua, a iluminação pública, foram preservadas. O novo pavimento foi construído com o mesmo material e técnica de toda a aldeia, o xisto, seguindo uma tradição dominada pelos construtores locais.

    As árvores plantadas, na entrada da praça, são cerejeiras autóctones.
    Os dois alpendres, nos acessos ao Posto de Turismo e Sanitários Públicos, foram construídos com uma delicada estrutura de colunas metálicas e vigas de madeira, e cobertos com lajes de ardósia, à semelhança de todas as coberturas da aldeia.
    A abordagem global do design visa contribuir para um arranjo onde é difícil compreender o que é novo e antigo, evitando prejudicar a ligação dos habitantes locais ao local”, justificam os seus autores.

    A ligação entre a sustentabilidade cultural e material concorre para a fixação de novos habitantes neste interior tão recuado do país, assim se espera.

     

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    Atelier espanhol Batlleiroig escolhido para projecto da Quinta do Morgadinho

    Albert Gil Margalef , CEO do atelier, vê o futuro da Quinta do Morgadinho como “um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza” e que se irá fundir com as casas de “design único e sustentável”

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    O gabinete espanhol Batlleiroig foi o seleccionado para o desenvolvimento do projecto de arquitectura do empreendimento Quinta do Morgadinho, em Vilamoura, que se encontra a ser promovido pela sociedade gestora de fundos Bondstone.

    Após a celebração do Contrato-Promessa Compra e Venda (CPCV) da Quinta do Morgadinho, em 2023, a Bondstone tem vindo a trabalhar no conceito e no projecto de arquitectura, com o objectivo de disponibilizar ao mercado um produto “residencial de topo, com base em padrões elevados de sustentabilidade, tendo em conta a localização privilegiada do empreendimento e também a evolução do estilo de vida”.

    Assim, para o concurso de ideias foram convidados três gabinetes de arquitectura – Gensler, Studio MK27 e Batlleiroig, que durante seis meses colaboraram com a Bondstone nas propostas apresentadas.

    “Todas as propostas apresentadas eram bastante atractivas, e em linha com o que ambicionávamos, mas o projeto desenvolvido pela Batlleiroig foi o que se destacou pela inovação que trará ao mercado, o respeito pelo ambiente, e pela apresentação de soluções que irão contribuir para a preservação dos recursos naturais durante todas as fases do projeto, e posteriormente, na sua vivência.”, destaca Frederico Pedro Nunes, chief operating officer da Bondstone.

    Naquele que é o primeiro projecto da Batlleiroig em Portugal, Albert Gil Margalef , CEO do atelier destaca o “entusiasmo” por terem sido seleccionados.

    “Na Batlleiroig, vemos o futuro da Quinta do Morgadinho como um jardim infinito que resulta numa sequência de espaços naturais de grande beleza que potenciam as condições naturais do local. Neste jardim infinito, a natureza irá fundir-se com as casas de design único e sustentável, promovendo o bem-estar dos futuros residentes, e um estilo de vida que tira partido da comunidade sem descurar a privacidade”.

    A Quinta do Morgadinho fica localizado numa floresta de 68,5 hectares, a cinco minutos da marina de Vilamoura, das praias e de toda a oferta associada. O projecto será apresentado a 2 de Maio no Salão Imobiliário de Lisboa (SIL).

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    Tiko adquire Housell com o objectivo de criar “a maior agência imobiliária digital” a nível ibérico

    A Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko

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    A Tiko, a marketplace de compra e venda de casas, acaba de adquirir a Housell, empresa de serviços imobiliários. Esta operação reforça a estratégia de negócio da Tiko e converte-se na “maior agência imobiliária digital a operar em Espanha e Portugal”.

    Assim, e através da aquisição da Housell, a Tiko dá o primeiro passo com vista a multiplicar por 10 o volume das suas transacções imobiliárias e atrair mais de 700 consultores nos próximos 12 meses.

    Sem revelar os valores envolvidos no negócio, a Tiko assume o controlo da Housell a partir desta terça-feira, dia 20 de Fevereiro, e estende a sua presença a todas as regiões de Espanha, tornando-se na maior agência imobiliária digital. O AVIV Group, que detinha até agora a Housell, passa a ter uma participação minoritária na Tiko.

    “Com a aquisição da Housell, a Tiko consolida a sua liderança como a mais importante empresa imobiliária digital de Espanha”, diz Ana Villanueva, cofundadora e CEO Iberia da Tiko. “A Tiko e a Housell colaboram com sucesso desde há vários anos, por isso, estou bastante entusiasmada por dar mais um passo com o Guillermo Llibre e com a sua equipa. Um passo que reforça a nossa estratégia de negócios para 2024”, conclui Ana Villanueva.

    “Estamos muito felizes por nos juntarmos ao projecto Tiko e poder contribuir com toda a nossa experiência para melhorar o processo de compra e venda de casa, algo que faz parte do ADN de ambas as empresas. Por via desta operação vamos redefinir o panorama imobiliário e estamos muito orgulhosos por fazer parte deste conceito”, afirma Guillermo Llibre, CEO da Housell.

    Em Portugal, a Tiko já opera no Porto, Lisboa e Setúbal e com perspectiva de aumentar a sua presença nos próximos meses. Tendo como objectivo “oferecer ao cliente uma experiência de compra e venda fácil e rápida”, a Tiko passa, também, a oferecer um acompanhamento total por parte dos melhores profissionais do sector imobiliário. Para tal, a Tiko criou a Impulsa, uma plataforma criada pela proptech para facilitar o trabalho dos consultores no seu dia a dia, através de múltiplos serviços no mesmo local e em ambiente online.

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    Programa de trainees do Grupo Casais com nova edição

    A construtora portuguesa retoma o programa de trainees “Arte e Engenho”, que no passado reteve 95% dos jovens na empresa após o primeiro ano. O prazo de candidaturas é entre 19 de Fevereiro e 8 de Março

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    O Grupo Casais volta a desenvolver o Programa Arte e Engenho, um projecto anual com o objectivo de desafiar e motivar jovens talentos a enfrentar os desafios de um mercado dinâmico e prepará-los para uma vida profissional de sucesso.

    A 16ª edição deste programa de trainees consiste em nove meses de estágio remunerado, acompanhamento de um tutor que terá o intuito de orientar o estágio e garantir que as linhas condutoras são aplicadas de forma eficaz. Ao longo deste período, os seleccionados irão ter oportunidade de experimentar a passagem por diferentes áreas e ainda poderão estar três meses na esfera internacional.

    Para as candidaturas a esta iniciativa, é necessário ser portador de uma licenciatura nas áreas procuradas pela empresa, assim como ter estudado numa das universidades de referência e mostrar motivação e ambição de aprender e crescer neste mercado.

    “O Programa Arte e Engenho é um motivo de orgulho para o Grupo Casais, pois está pensado para criar uma dinâmica onde podemos transmitir os conhecimentos que desenvolvemos a jovens talentos interessados e com potencial para também acrescentar à empresa. Procuramos perfis que estejam alinhados com a nossa cultura e ADN, que valorizem um percurso internacional e que tenham perseverança. Acreditamos na inovação para a transformação do sector e para este ponto também uma cultura de partilha, curiosidade, motivação são importantes focos. Este programa permite-nos criar impacto positivo na sociedade, que é um dos grandes objectivos do grupo”, comenta António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

    As candidaturas poderão ser submetidas a partir do dia 19 de Fevereiro e até ao dia 8 de Março, através do site do programa. Já o processo de selecção será composto por três fases, todas elas eliminatórias, onde, através de dinâmicas de grupo, serão seleccionados os finalistas.

    A empresa tem concentrado o seu foco na construção sustentável, inovação e tecnologia, com o desenvolvimento de vários projectos de construção híbrida, através do sistema CREE e da implementação de soluções off-site industrializadas.  Desenvolveu recentemente o novo posicionamento: “Well Built for Well Living”, que traduz o compromisso que o Grupo assume.

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    Exportações de cortiça ascendem 1.232 M€ em 2023 e batem novo recorde

    As exportações portuguesas de cortiça atingiram o valor histórico de 1.232M€ em 2023, um novo recorde do sector, correspondendo a um crescimento de cerca de 2%, face a 2022. Vendas para os EUA sobem 10%, consolidando a posição do país como segundo melhor mercado nacional, depois da França

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    A balança comercial ultrapassou pelo terceiro ano consecutivo os 900 milhões de euros, tendo atingido os 938 milhões de euros, graças a uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 4,2 vezes, um desempenho sólido que demonstra a importância e a competitividade do sector no mercado internacional e o grande valor acrescentado para a economia portuguesa.

    As exportações para os EUA cresceram para 214 milhões de euros, tendo ultrapassado pela primeira vez na história a barreira dos 200 milhões. Consolidou assim o segundo lugar na hierarquia depois de França e à frente de Espanha, Itália e Alemanha respectivamente 3º, 4º e 5º do ranking.

    As rolhas de cortiça continuam a ser o principal produto exportado em valor tendo crescido 2,1% e tendo ultrapassado pela primeira vez os 900M€. De acordo com João Rui Ferreira, secretário-geral da APCOR, “estes resultados confirmam a resiliência das nossas empresas, suportada pela performance dos seus produtos e pela estratégia de valorização de toda a fileira”. “Enquanto sector que exporta mais de 90% da sua produção, a conjuntura internacional continua a ser um factor preponderante no nosso desempenho, não estando o sector imune ao ajustamento das cadeias de abastecimento e ao abrandamento significativo na procura. Este facto foi evidente ao longo do ano, marcado por um primeiro trimestre de forte crescimento e os restantes de equilíbrio com os períodos homólogos do ano anterior.”, explica João Rui Ferreira.

    A APCOR destaca o facto de a cortiça ser um material único do ponto de vista das suas credenciais, técnicas e ambientais, ter uma clara preferência de profissionais e de consumidores e o sector estar alinhado com os grandes desafios globais, seja na sustentabilidade seja num modelo de economia circular.

    “É por tudo isto que apesar da actual conjuntura, encaramos o futuro com optimismo. Num sector estratégico para o país, nas diferentes dimensões da sustentabilidade: ambiental, económica e social e de forma a consolidar a liderança mundial, será necessário reforçar e activar rapidamente os programas de promoção internacional, bem como dar continuidade ao desenvolvimento tecnológico do sector”, conclui o secretário-geral.

     

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    STET lança novo website de máquinas usadas

    A Cyclica representa uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes

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    tagsSTET

    O Grupo Tesya, empresa mãe da STET, anunciou o lançamento da Cyclica, uma plataforma internacional que pretende ser uma “referência global para o desenvolvimento sustentável na indústria”.

    A nova plataforma dispõe de um stock de milhares de máquinas, motores, peças e outros equipamentos industriais à disposição dos clientes, que possibilita aos clientes a oportunidade de dar uma segunda vida útil aos seus equipamentos, estabelecendo assim uma nova forma de entender a venda de unidades usadas baseada na sustentabilidade e na confiança dos nossos usuários.

    “As pessoas que compõem a Cyclica trabalham todos os dias para oferecer informações precisas sobre o estado dos equipamentos publicados. Esta experiência e conhecimento do sector representa um elemento diferenciador que faz da plataforma o portal mais confiável para aquisição de máquinas, equipamentos industriais e peças de reposição recondicionadas”, indica Felipe Fernández-Urrutia, director de equipamentos usados do Grupo Tesya.

    A Cyclica representa, também, uma aposta firme na economia circular, ao prolongar os ciclos de vida dos equipamentos, reduzindo substancialmente a utilização de matérias-primas e os gastos energéticos no fabrico de novos componentes. Desta forma, a STET reforça o seu papel como “referência e líder inovador na transformação positiva da indústria”, desenvolvendo soluções que promovem a “eficiência e a vanguarda” no sector.

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    Knauf Insulation integra Cluster Habitat Sustentável

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat

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    A Knauf Insulation é, desde início do ano, membro do Cluster Habitat Sustentável, reconhecido pelo Governo Português como ‘Cluster de Competitividade’, reforçando assim o seu papel nas “entidades que promovem activamente a construção sustentável”.

    O Cluster Habitat Sustentável é gerido em Portugal pela Associação Plataforma para a Construção Sustentável, uma entidade sem fins lucrativos que envolve em rede instituições de I&D, municípios e a comunidade empresarial da fileira do Habitat, na afirmação de uma especialização em construção sustentável. Foi reconhecida pelo Governo como ‘Cluster de Competitividade’, pela primeira vez, em 2007, abrangendo todas as fileiras dos materiais de construção, da construção e do imobiliário.

    O objectivo do Cluster é desenvolver uma “dinâmica concertada” que procure, através da inovação, da qualificação e da modernização das empresas, o reforço da sua competitividade, mobilizando para tal um conjunto de entidades, das quais a Knauf Insulation faz agora parte.

    Para a Knauf Insulation, enquanto empresa, é “extremamente relevante” poder integrar os diálogos que envolvem a criação de soluções e sinergias que contribuam na prática para a sustentabilidade na construção, sabendo-se de antemão que este é um dos sectores que mais contribui para as emissões de CO2 e que tem por isso um papel fulcral na saúde, na eficiência energética e no ambiente.

    Internacionalmente, neste momento, dentro da categoria “Construção”, apenas dois Cluster na Europa possuem o Gold Label, sendo um deles o Cluster Habitat Sustentável

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    Lagoas Park produzirá a sua própria energia nos próximos dois anos

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa

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    A Henderson Park, gestora de fundos de investimento imobiliários privados, que adquiriu o Lagoas Park em 2020, anunciou que nos próximos dois anos pretende desenvolver o seu próprio sistema de produção de energia.

    Esta medida insere-se no plano de investimentos de 25 milhões de euros que pretende tornar o Lagoas Park não só “o maior parque empresarial de Portugal, mas também um dos mais sustentáveis” da Europa. O plano tem vindo a ser implementado em várias áreas do parque, centrado na reabilitação dos edifícios de escritórios, na melhoria das infraestruturas existentes e na criação de novos sistemas e equipamentos que optimizem a gestão e a eficiência operacional global e que tem como objectivo reposicionar a oferta do parque, melhorando a experiência dos milhares de colaboradores que ali trabalham, mas também atrair e reter inquilinos nacionais e internacionais.

    Entre as principais medidas destinadas a esta optimização em termos de sustentabilidade, o Lagoas Park passará a dispor de um novo e mais eficiente sistema de rega, cujo objectivo é atingir o mínimo consumo de água necessário. A fonte de água a utilizar neste sistema será através de água de furo e do reaproveitamento de águas pluviais.

    No âmbito desta missão de criar um parque mais sustentável, está também em projecto a instalação de painéis fotovoltaicos no interior do parque, de modo que parte da energia consumida pelos edifícios provenha de fontes renováveis.

    Os projectos de eficiência energética em curso no parque estão a progredir de forma constante e têm sido bem recebidos pelos ocupantes que reconhecem a importância, tanto a nível comercial como de reputação, ao fazer parte de um parque empresarial empenhado em atingir objectivos ambientais ambiciosos. O investimento em iniciativas de sustentabilidade para nos tornarmos cada vez mais autossuficientes em termos energéticos e minimizarmos o consumo de recursos, enquanto fornecemos as melhores instalações, serviços e ambiente para os nossos ocupantes, garantirá que o Lagoas Park se mantenha entre os parques empresariais líderes na Europa no futuro”, considera Ronan Webster, director de Gestão de Activos da Henderson Park.

    A implementação destas medidas, em paralelo com uma estratégia de sustentabilidade, alinhada com os requisitos da avaliação BREEAM In-Use, desenvolvida entre a equipa de consultoria de ESG da CBRE e a Henderson Park permitiu a obtenção desta certificação para os primeiros dois edifícios, com um resultado de Excellent no final de 2023.  A intenção é concluir as certificações de mais quatro edifícios, até ao final de 2024.

    No âmbito deste projecto de intervenção, o Lagoas Park já implementou uma série de medidas para melhorar o seu desempenho e eficiência ambiental, incluindo a transformação de toda a iluminação em LED (interior e exterior), a instalação de painéis fotovoltaicos na cobertura de alguns dos edifícios (o que permite uma poupança de mais de 20% no consumo anual de energia), a substituição da utilização de gás para aquecimento em todos os edifícios de escritórios por equipamentos de origem energética mais eficientes, a instalação de torneiras de baixo consumo para reduzir o consumo de água, incluindo um sistema de alarme para monitorizar o consumo e evitar fugas, monitores para o consumo de energia, a redução da utilização de fontes e lagos decorativos, a substituição completa da rede de irrigação, a realização de estudos de biodiversidade e de impacto ambiental e, finalmente, a contabilização das taxas de resíduos e de reciclagem, bem como a avaliação e melhoria das questões relacionadas com o bem-estar.

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    Paços de Ferreira vai ter nova ETAR; obra ascende a 22M€

    “Será aberto um aviso para a construção desta nova ETAR. Será um projeto de conceção e construção, não será o município a fazer o desenho, nem o projeto dessa construção”, acentuou, acrescentando que “haverá no concurso a prévia qualificação das empresas, que têm de ser com uma demonstração inabalável de conhecimentos nesta matéria, para que não possa haver aqui qualquer erro”

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    Paços de Ferreira vai construir uma nova estação de tratamento de águas residuais (ETAR), num investimento que pode chegar aos 22 milhões de euros, para resolver definitivamente os problemas do equipamento existente, foi esta segunda-feira anunciado.

    O presidente da Câmara, Humberto Brito, sinalizou, em conferência de imprensa, que aquele investimento foi priorizado pelo Governo, seguindo-se, agora, a preparação de um concurso público internacional de conceção e construção do equipamento ambiental, ficando a futura exploração a cargo da concessionária do serviço de saneamento naquele concelho do distrito do Porto.

    “Esta priorização em termos de resolução do Conselho de Ministros identifica a ETAR de Arreigada como uma necessidade de intervenção para tratar definitivamente este problema”, disse o autarca.

    Em declarações aos jornalistas, Humberto Brito acrescentou que a obra vai ser realizada em terrenos contíguos à atual ETAR, na localidade de Arreigada, junto ao rio Ferreira.

    O autarca recordou que a remodelação da atual estação de tratamento, concluída em 2020, num investimento de 5,1 milhões de euros, não correspondeu às necessidades, o que obrigou o município a ponderar a construção de raiz de uma ETAR, seguindo um modelo diferente do adotado quando se realizou a remodelação da estação original de 1993.

    “Será aberto um aviso para a construção desta nova ETAR. Será um projeto de conceção e construção, não será o município a fazer o desenho, nem o projeto dessa construção”, acentuou, acrescentando que “haverá no concurso a prévia qualificação das empresas, que têm de ser com uma demonstração inabalável de conhecimentos nesta matéria, para que não possa haver aqui qualquer erro”.

    A atual estação de tratamento continuará em atividade, em complementaridade à nova que se pretende construir. Até lá, prometeu, continuarão a ser cumpridos “os requisitos mínimos que a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) impõe, para que as águas residuais possam ir para o rio”.

    Essa situação ocorre, anotou, porque, a 06 de outubro de 2022, quando foi possível constatar que a ampliação e remodelação não resolvia completamente o problema do tratamento dos efluentes drenados para o rio, foi instalado na estação um sistema de tratamento biológico.

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    Siemens implementa “Sustainable & Smart Campus” em Alfragide

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização do objectivo da neutralidade carbónica até 2030. Considerado um laboratório vivo, onde clientes e parceiros podem experienciar as soluções da Siemens, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto

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    Nos últimos anos, a Siemens Portugal têm adoptado soluções sustentáveis na sua sede, nomeadamente tecnologias para infraestruturas inteligentes, que incluem, por exemplo, mais de uma centena de carregadores para veículos eléctricos ou uma central fotovoltaica que cobre os telhados de praticamente todos os edifícios, tornando-a num projecto pioneiro em Portugal, de descarbonização, maior independência energética e reduzido impacto ambiental.

    Neste sentido, a empresa desenvolveu em Alfragide o “Sustainable & Smart Campus” que materializa os compromissos da empresa tecnológica com a “sustentabilidade e com a premissa de criar tecnologia com propósito”.

    Neste Campus é possível acompanhar, em tempo real, a concretização de um objectivo mundial da Siemens, o da neutralidade carbónica até 2030. Os resultados registados entre 2019 e 2022 indicam já uma redução das emissões de CO2 em 60% e dos consumos energéticos em 20%.

    O projecto, considerado um laboratório vivo no qual os clientes e parceiros da empresa podem experienciar as soluções da Siemens a operar e a interagir, está estruturado em quatro pilares: sustentabilidade energética, experiência do utilizador, protecção do meio-ambiente e segurança e conforto. Além disso, inclui, por exemplo, um sistema inteligente de controlo da microrrede que integra e optimiza a produção de energia da central fotovoltaica, a ligação à rede eléctrica nacional, a gestão dos vários edifícios, o sistema de armazenamento de energia, o sistema de segurança integrado, bem como a infraestrutura de carregamento de veículos eléctricos, disponível no Campus para todos os colaboradores e visitantes.

    Além disso, 100% da energia consumida em todas as instalações da Siemens Portugal tem origem em fontes renováveis e está em curso a electrificação da frota automóvel da empresa, que conta actualmente com cerca de 40% dos automóveis elétricos ou plug-in.

    Noutra vertente, a sede da Siemens conta ainda com 10 mil metros quadrados (m2) de espaços verdes, com 50 espécies de árvores e arbustos, assim como com uma horta biológica, mantida por colaboradores-voluntários, que já permitiu doar à Refood mais de 500 quilogramas de legumes e fruta.

    “A Siemens tem as tecnologias necessárias para tornar as empresas e as economias mais produtivas, eficientes, flexíveis, sustentáveis e resilientes. Então porque não aplicá-las às nossas próprias instalações? Acreditamos veemente que ‘sem tecnologia não há sustentabilidade’, por isso estamos orgulhosos do ecossistema tecnológico que implementámos no nosso Campus e que pode ser adaptado a outras empresas, independentemente do sector onde operam. Aliás, se pensarmos que a indústria, infraestruturas e transportes são responsáveis por cerca de 75% das emissões globais, o potencial de melhoria e o impacto que as nossas tecnologias podem ter no processo de descarbonização da economia é, portanto, muito significativo”, afirma Fernando Silva, presidente executivo da Siemens Portugal.

    Projectos como este contribuíram para que, a nível global, a Siemens tenha sido incluída pelo CDP (Climate Disclosure Project) na sua Climate Change A List anual, a classificação de performance mais elevada possível.  

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