Edição digital
Assine já
    PUB
    Imobiliário

    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

    CONSTRUIR
    Imobiliário

    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro
    Imobiliário
    Concurso para requalificação do Barreiro Velho estimado em 27 M€
    Construção
    Patrícia Barão anuncia saída da JLL
    Imobiliário
    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights
    Imobiliário
    Logicor amplia capacidade logística na Azambuja
    Imobiliário
    Exposição dá a conhecer projectos municipais para renovar Lisboa
    Arquitectura
    Cushman & Wakefield procura novo inquilino para Braga
    Imobiliário
    MAPIC apresenta edição de 2024 e antecipa tendências
    Imobiliário
    Esposende avança com segunda fase da recuperação da Secundária Henrique Medina
    Construção
    Câmara de Aveiro assegura financiamento para construção de pavilhão e obras no estádio municipal
    Construção

    A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, Lisboa, foi palco de uma nova transacção, com a compra do edifício de escritórios Corpo Santo 13 por um conjunto de investidores privados, representados pela consultora imobiliária JLL. O imóvel foi vendido com o apoio da consultora imobiliária Cushman & Wakefield enquanto assessor da parte vendedora.

    Em tempos sede da Companhia de Seguros Fidelidade, o icónico imóvel situa-se numa das esquinas mais movimentadas deste eixo do Cais do Sodré, em pleno Largo do Corpo Santo, e distingue-se, entre outros factores, pela sua visibilidade, ao dispor de três frentes de rua. O edifício é actualmente ocupado pelo Tribunal da Relação.
    Outro ponto forte do edifício agora transaccionado é a sua localização privilegiada, próxima de pontos de transporte de metro, comboio e barco, além de estar no epicentro de um bairro muito apelativo para trabalhar, viver ou usufruir em lazer e turismo, onde a oferta de hotéis, retalho e serviços tem vindo a crescer e qualificar-se.

    Para João Sacadura, co-head of commercial real estate investment na JLL, “este imóvel é um activo muito apetecível com um ocupante de excelência. Mas evidencia-se também pelo potencial de reconversão que tem. Dada a sua excelente localização numa das zonas de Lisboa mais dinâmicas em termos de requalificação urbana, é um imóvel com inúmeras possibilidades no futuro”.

    “Foi com enorme prazer que assessorámos o vendedor nesta transacção. Esta demonstra mais uma vez o interesse de investidores por edifícios de escritórios bem localizados, com inquilinos de qualidade, e que têm ainda a plasticidade de poder eventualmente ser convertidos para outros usos”, acrescenta, por sua vez, Cristina Machado, head of office investment da Cushman & Wakefield.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro
    Imobiliário
    Concurso para requalificação do Barreiro Velho estimado em 27 M€
    Construção
    Patrícia Barão anuncia saída da JLL
    Imobiliário
    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights
    Imobiliário
    Logicor amplia capacidade logística na Azambuja
    Imobiliário
    Exposição dá a conhecer projectos municipais para renovar Lisboa
    Arquitectura
    Cushman & Wakefield procura novo inquilino para Braga
    Imobiliário
    MAPIC apresenta edição de 2024 e antecipa tendências
    Imobiliário
    Esposende avança com segunda fase da recuperação da Secundária Henrique Medina
    Construção
    Câmara de Aveiro assegura financiamento para construção de pavilhão e obras no estádio municipal
    Construção
    PUB
    Imobiliário

    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil conta com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 M€), e está situado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil já tem previsão para começar a operar: 1 de Novembro deste ano. Com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 milhões de euros), o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está “estrategicamente” posicionado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco.

    A linha Collection é a submarca do grupo que distingue alguns dos hotéis, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. “Estas são unidades boutique com um conceito diferenciado não só pelo requinte e qualidade das instalações, mas também e, sobretudo, pelos serviços disponibilizados e pela localização”, explica o Grupo em comunidado.

    Assim como todos os empreendimentos da Vila Galé, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco une turismo e cultura, homenageando as obras de grandes cantores e compositores brasileiros e internacionais. Os quartos já finalizados têm uma decoração inspirada em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

    “As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente. Os hóspedes poderão hospedar-se no final de ano e ter uma experiência única. Este empreendimento difere dos demais pelo seu conceito e também pela sua impecável localização, onde o céu ganha vida com as pipas de kitesurf, proporcionando um espectáculo de cores incomparável”, explica Carlos Magno, director adjunto de operações do Nordeste do Brasil.

    O empreendimento contará com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega, com Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness, além do Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo. Também terá um centro náutico para apoiar as actividades aquáticas.

    Ao nível gastronómico, o hotel conta, ainda, com três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Fonte: CM Barreiro

    Construção

    Concurso para requalificação do Barreiro Velho estimado em 27 M€

    Intervenção, que irá decorrer em duas fases, permitir “reformular todo o espaço público” desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro

    O lançamento do concurso para a execução da empreitada referente à requalificação do Barreiro Velho, num valor global de cerca de 27 milhões de euros, vai ser esta quarta-feira, dia 17 de Julho, submetido a votação na reunião pública do executivo municipal, avança o jornal O Setubalense.

    A obra vai dividir-se em duas fases: a primeira, que começa por reperfilar a Rua Miguel Bombarda, representa “um investimento na ordem dos 5 milhões de euros, sustentado na íntegra pelo município, com recurso a crédito bancário”, e a segunda, no valor de 22 milhões de euros, é “financiada ao abrigo do Portugal 2030”, diz Rui Braga, vice-presidente da Câmara do Barreiro, que detém o pelouro das Obras Municipais.

    A intervenção vai permitir “reformular todo o espaço público” do Barreiro Velho, desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro, transformando-o num espaço de visitação e de fruição.

    “Tudo o que é público, menos habitações degradadas”, resume o responsável pelas Obras Municipais, que olha também para a operação como um estímulo para acções paralelas dos proprietários privados. “O sector público deve dar o exemplo do que deve ser a renovação da cidade. Que esta obra possa contagiar os privados a reabilitarem os seus imóveis degradados”, frisa.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Patrícia Barão anuncia saída da JLL

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate)

    Ricardo Batista

    Patrícia Barão, que desde o início do ano presidia ao comité de gestão da JLL, anunciou esta terça-feira a sua saída da consultora, naquele que é o fim a uma ligação de nove anos na companhia.

    Num texto publicado na plataforma Linkedin, Patrícia Barão assume-se orgulhosa pelas conquistas alcançadas desde 2015, altura em que entrou para a consultora, enaltecendo o feito de ter “criado de raiz a área residencial da JLL e tê-la tornado na área de negócio mais bem sucedida da empresa em Portugal”.

    “Quero expressar a minha mais profunda gratidão a todos que caminharam ao meu lado todos os dias, clientes, parceiros e amigos, pelo seu apoio incondicional e confiança. Relacionamentos profundos serão sempre o segredo do sucesso no setor imobiliário e na vida”, adianta Patrícia Barão, que termina o seu texto com uma nota para Carlos Cardoso, nomeado há cerca de uma semana como novo CEO.

    A JLL anunciou, em Janeiro, que com a saída de Pedro Lancastre a filial portuguesa passaria a ser liderada por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, até então Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal.

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate). Coordena também o curso de Real Estate Consulting no ISEG e é docente no curso de Luxury Real Estate Sales Management na mesma Instituição.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Imobiliário

    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights

    A ALMA Development, deu início à venda do Caxias Heights, um projecto imobiliário residencial localizado no concelho de Oeiras, mais precisamente no Alto do Lagoal, em Caxias, com conclusão prevista para o final do 1.º trimestre de 2026

    CONSTRUIR

    De desenho simples e funcional, baseado numa linguagem arquitectónica identificadora da contemporaneidade, este novo empreendimento residencial tem uma área bruta de construção de 4.583 m2, este empreendimento é composto por 24 apartamentos distribuídos por 4 blocos contíguos, que variam entre o T3 e o T4 Duplex com áreas compreendidas entre os 145m2 e os 340m2.

    Os novos apartamentos, inseridos num condomínio privado, privilegiam o espaço exterior privativo, mas também o comunitário, promovendo o convívio, e apresentando uma sala multifunções, um kids e teen club e uma piscina exterior perfeitamente enquadrada numa ampla zona verde.

    Para Carlos Morgado, director Executivo da ALMA Development, “este segundo empreendimento do portfólio da ALMA Development representa um investimento significativo na valorização da zona de Caxias e Oeiras, e uma afirmação do compromisso da empresa em desenvolver imóveis de alta qualidade e com serviços exclusivos. Com o lançamento do Caxias Heights, a ALMA Development reitera o seu compromisso em oferecer aos seus clientes, mas também à comunidade, a melhor qualidade e conforto, nunca prescindindo de promover o desenvolvimento urbano e social responsáveis.”

    A comercialização do projeto está a cargo da JLL. “Estamos muito entusiasmados com o início das vendas do Caxias Heights, um empreendimento que representa uma fusão harmoniosa entre a vida urbana e a tranquilidade da natureza. Com a sua localização privilegiada em Caxias, este projecto oferece uma oportunidade única para as famílias que procuram sair do centro da cidade e desfrutar de uma localização com vista sobre o mar. Com áreas acima da média para responder às dinâmicas familiares, este projecto reflecte o compromisso com a inovação no sector imobiliário, alinhando-se perfeitamente com a nossa visão de negócio”, afirma Telmo Azevedo, director de Projectos Residenciais da JLL. O mesmo responsável reitera que “o Caxias Heights combina de forma única investimento, localização privilegiada, espaços verdes, rentabilidade e serviços de excelência.”

    O projecto arquitectónico é da responsabilidade da Semgaffes e a construção está a cargo da ARPECDOURO, com fiscalização da FICOPE.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Logicor amplia capacidade logística na Azambuja

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024

    CONSTRUIR

    A Logicor está a alargar a sua oferta logística na Azambuja com a expansão de um armazém em cerca de 10 mil metros quadrados (m2). Localizado num dos principais parques logísticos da grande Lisboa, a ampliação do armazém tem como objectivo a obtenção da certificação BREEAM Very Good e incluirá uma central fotovoltaica de 105kW, como medida para reduzir o impacto ambiental.

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024.

    Esta intervenção irá aumentar a área já detida actualmente pela empresa neste parque e passará dos actuais 75 mil m2 para 85 mil m2.

    “A Logicor está a expandir a sua presença em localizações estratégicas em todo o País, desenvolvendo novos espaços logísticos, mas também remodelando os activos existentes. O nosso objectivo é oferecer aos nossos clientes propriedades modernas e sustentáveis que contribuam para o crescimento do seu negócio, entregando bens nos principais centros urbanos”, afirma André Machado, director of Asset Management da Logicor Portugal.

    Em Portugal, a Logicor detém e gere um portfolio de mais de 900 mil m2 de activos imobiliários nos principais centros do País, incluindo Lisboa e Porto, e está a dar continuidade à sua expansão em locais estratégicos, como nos principais centros de transporte e centros populacionais.

    Recentemente, a empresa concluiu a construção de um novo centro logístico de 30 mil m2 na Ermida, em Santo Tirso, e é um dos principais proprietários, gestores e promotores de imobiliário logístico europeu.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    render do projecto para a Praça do Martim Moniz (site www.fc-ap.com)

    Arquitectura

    Exposição dá a conhecer projectos municipais para renovar Lisboa

    A Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa Ocidental SRU inauguram dia amanhã, dia 17 de Julho, a exposição Lisboa Imagina a Nova Bauhaus Europeia, na Praça Central do Centro Comercial Colombo

    CONSTRUIR

    A exposição dá a conhecer os diversos concursos públicos de concepção para projectos de habitação, equipamentos e espaço público, lançados pelo município e que concretizam a transição da cidade de Lisboa para um futuro sustentável, de acordo com os princípios da Nova Bauhaus Europeia.

    Enquadrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a exposição pretende dar a conhecer o resultado dos concursos e do desafio lançado aos projectistas para pensarem a onda de renovação do edificado da cidade, com a mostra de 12 concursos de concepção: seis concursos de Habitação (renda acessível municipal e cooperativas); cinco concursos de Equipamentos (escolas, pavilhão desportivo, HUB do Mar); e um concurso de Espaço Público (Praça Martim Moniz)

    Os visitantes poderão ver as propostas ganhadoras e conhecer exemplos da nova expressão arquitectónica que assume o compromisso da inovação e sustentabilidade, de acordo com os princípios da Nova Bauhaus Europeia, para tornar Lisboa uma cidade mais bela, inclusiva e sustentável.
    A exposição, que esteve primeiramente patente na Sala do Risco e na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, estará patente no Centro Colombo até 2 de Agosto.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Cushman & Wakefield procura novo inquilino para Braga

    O espaço disponível para arrendamento totaliza mais de 800 metros quadrados (m2), conta com 79 workstations e distingue-se por estar pronto para ocupar

    CONSTRUIR

    A Cushman & Wakefield (C&W) foi mandatada para o arrendamento de um espaço de escritórios em Braga. O espaço disponível para arrendamento totaliza mais de 800 metros quadrados (m2), conta com 79 workstations e distingue-se por estar pronto para ocupar.

    Áreas comuns totalmente mobiladas, copa equipada, auditório próprio e data center equipado são apenas algumas das características deste imóvel, que conta também com excelentes acessos, nomeadamente à A11 e à N103, que faz ligação com a A3.

    Localizado a apenas 12 minutos do centro histórico da cidade, beneficia igualmente de uma boa rede de transportes públicos, tendo quatro linhas de autocarro com paragens muito próximas da entrada do edifício.

    “A cidade de Braga tem conseguido atrair muitas empresas do sector tecnológico, seja pela qualidade de vida que a cidade oferece, seja pelo talento altamente qualificado que podemos encontrar nesta cidade. Recentemente, foi reconhecida como “Cidade do Futuro”, um título que espelha bem a inovação e o compromisso com o desenvolvimento sustentável. Este espaço é uma oportunidade muito interessante para um ocupante único que procure um escritório pronto a ocupar, sem necessidade de qualquer investimento, uma vez que se encontra totalmente acabado e inclusivamente mobilado.” comenta Maria João Pinto, consultora sénior do departamento de escritórios da Cushman & Wakefield em Portugal.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    MAPIC apresenta edição de 2024 e antecipa tendências

    Para compreender a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, a Meridiana, representante da MAPIC na Península Ibérica, vai organizar no IDB Lisbon uma mesa-redonda sobre como “Adaptar os espaços comerciais às novas formas de viver, socializar e fazer compras”

    CONSTRUIR

    Hoje, os espaços comerciais enfrentam uma transformação significativa impulsionada pelas mudanças nas expectativas e necessidades dos consumidores. Para compreender a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, a Meridiana, representante da MAPIC na Península Ibérica, vai organizar em Lisboa, no IDB Lisbon uma mesa-redonda sobre como “Adaptar os espaços comerciais às novas formas de viver, socializar e fazer compras”.

    Além de serem exploradas as tecnologias emergentes e como estas estão a transformar os espaços comerciais, será feita a antecipação das tendências futuras no design e operação destes espaços, fornecendo insights práticos e exemplos do mundo real.

    Esta apresentação começará por analisar a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, destacando a crescente preferência pela conveniência, a mistura entre online e físico e a experiência de compra, sem esquecer a tecnologia, incluindo o comércio online e como os espaços comerciais podem ser integrados com estas plataformas digitais.

    As estratégias para projectar espaços de retalho que sejam envolventes, funcionais e que ofereçam experiências memoráveis, será outro dos temas, apresentando exemplos de como a tecnologia pode ser utilizada para personalizar a experiência de compra e incentivar uma maior interação com os clientes.

    Igualmente, a importância da sustentabilidade na concepção e operação de espaços comerciais estará em destaque, incluindo a utilização de materiais ecológicos e a implementação de práticas de gestão sustentáveis, bem como a forma como os espaços comerciais podem apoiar as comunidades locais e promover iniciativas de responsabilidade social corporativa.

    A tendência para a utilização mista dos espaços, combinando o comércio com escritórios, habitação e entretenimento para criar ambientes mais dinâmicos e atrativos será outras das análises, assim como a importância de conceber espaços que se possam adaptar rapidamente às novas necessidades do mercado e aos novos comportamentos dos consumidores.

    Um ponto crucial, também, será a exploração de como a inteligência artificial está a revolucionar o sector retalhista e de que forma a IA pode melhorar a personalização da experiência do cliente, optimizar a gestão de stocks, prever tendências de consumo e melhorar a eficiência operacional em espaços de retalho.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Esposende avança com segunda fase da recuperação da Secundária Henrique Medina

    Para o presidente da Câmara Municipal, “este é um momento histórico para o concelho, atendendo ao investimento previsto e à obra que está projetada e que vai dotar o território de uma escola nova e contemporânea”

    Ricardo Batista

    A Câmara de Esposende apresentou publicamente a segunda fase dos trabalhos de reconstrução e ampliação da Escola Secundária Henrique Medina, um investimento estimado em 20 milhões de euros.

    “Esposende merece uma escola secundária com qualidade, a exemplo do que o país está a construir”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, na sessão de apresentação realizada naquele estabelecimento de ensino, onde a equipa projectista, pela voz de arquitecta Cátia Ferreira, apresentou o projecto que será concretizando de modo a “melhorar a qualidade das instalações para os professores, alunos e funcionários”. Tendo como premissa a ligação entre os vários edifícios, o projecto procura responder às necessidades actuais de um edifício escolar do ensino secundário, de onde se destaca a criação de um ginásio como uma “mais-valia”.

    Nesta segunda fase será concretizada a requalificação integral da escola, prevendo-se demolições, novas edificações, remodelações e arranjos exteriores. A intervenção prevê a requalificação e ampliação das salas de aula existentes, da zona da cozinha, bar e dos espaços de apoio aos colaboradores, bem como a requalificação do pavilhão gimnodesportivo, que integrará o referido ginásio. A intervenção engloba, ainda, a construção de um novo edifício e a requalificação de todos os espaços exteriores e da globalidade das infraestruturas prediais (redes de água, saneamento, electricidade). Todo o complexo terá ligações interiores entre os vários edifícios, circuitos que evitam percursos exteriores.

    Para o presidente da Câmara Municipal, “este é um momento histórico para o concelho, atendendo ao investimento previsto e à obra que está projectada e que vai dotar o território de uma escola nova e contemporânea”. Benjamim Pereira fez questão de detalhar todo o processo, que remonta a 2014 e que foi marcado por um conjunto de vicissitudes, desde logo o facto de a obra ter sido excluída da Parque Escolar, programa governamental que contemplou intervenções em diversas escolas do país e que previa uma dotação de 14 milhões de euros para a requalificação da Escola Secundária Henrique Medina.

    Apesar de sinalizada pela Associação Nacional dos Municípios Portugueses como “muito urgente” a obra integral nunca avançou. Ao invés da requalificação total, a escola foi parcialmente intervencionada numa primeira fase por via de um acordo estabelecido com o Ministério da Educação e Ciência, com o Município a aproveitar o financiamento do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da CIM Cávado. A obra orçou em 2,6 milhões de euros, tendo o Município assumido encargos financeiros superiores a 600 mil euros, referiu o autarca, notando que foi acertada a estratégia adoptada pelo Município, de executar a obra faseadamente, não obstante ter esbarrado com a incompreensão dos pais.
    Na primeira fase da obra foi concretizada a requalificação da zona administrativa, papelaria e biblioteca, a construção de um novo auditório e a ampliação da cantina escolar, incluindo a demolição do Bloco D e ampliação do parque de estacionamento. A inauguração ocorreu em Maio de 2022, com a presença do Secretário de Estado da Educação à altura, António Leite, e, desde logo, o Município avançou com o projecto para a segunda fase da intervenção, que irá ser agora concretizada ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O investimento global, incluindo a instalação de um Centro Tecnológico Especializado em Informática, eleva-se a cerca de 20 milhões de euros. “Não há memória de uma obra desta dimensão no Município”, afirmou.

    Benjamim Pereira deixou claro que a obra terá de estar concluída até Junho de 2026 e que avançará no terreno logo que estejam cumpridos os formalismos legais, ou seja os procedimentos do concurso público e a autorização do Tribunal de Contas, sendo que está em curso a revisão do projecto. O autarca alertou que há sempre a possibilidade de impugnação do concurso, mas mostrou-se confiante de que o governo criará mecanismos para ultrapassar essas questões.

    Deu nota de que durante o período em que decorrerem os trabalhos, a actividade lectiva decorrerá em contentores, instalações provisórias, mas com a qualidade que se exige. Ciente dos condicionalismos e transtornos associados a uma obra desta dimensão, referiu que haverá diálogo permanente e vincou que “a palavra-chave é compreensão”.
    Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal agradeceu a permanente colaboração da direcção da Escola Secundária, tanto da anterior como da actual, destacando em particular o antigo director João Furtado, para quem pediu um aplauso.

    Com uma população escolar superior a um milhar de alunos, mais de cento e vinte professores e cerca de meia centena de colaboradores, a Escola Secundária Henrique Medina, construída há cerca de quatro décadas, estará apta a atender às exigências do ensino actual. Esta intervenção reveste-se de um especial significado num contexto de afirmação enquanto comunidade que valoriza o conhecimento, numa aposta enquadrada na estratégia como Município Educador, que assume o seu papel fulcral no desenvolvimento sustentado do território, contribuindo, assim, para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Construção

    Câmara de Aveiro assegura financiamento para construção de pavilhão e obras no estádio municipal

    A autarquia liderada pela coligação PSD/CDS/PPM poderá agora avançar com a consulta a seis entidades para a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo, no valor de 19,35 milhões de euros

    CONSTRUIR

    A Câmara de Aveiro recebeu na última noite ‘luz verde’ da Assembleia Municipal para consultar a banca para a contratação de um empréstimo de cerca de 20 milhões de euros, com vista a financiar duas obras em equipamentos desportivos.

    A proposta da autarquia de abertura de procedimento de contratação de um empréstimo de médio e longo prazo foi aprovada na Assembleia Municipal, na segunda-feira à noite, com os votos a favor do PSD, CDS-PP, PPM e Chega, a abstenção do PCP e os votos contra do PS, Bloco de Esquerda e PAN.

    A autarquia liderada pela coligação PSD/CDS/PPM poderá agora avançar com a consulta a seis entidades para a contratação de um empréstimo de médio e longo prazo, no valor de 19,35 milhões de euros.

    O dinheiro do empréstimo destina-se a financiar a construção do novo Pavilhão Municipal – Oficina do Desporto e a requalificação e beneficiação do Estádio Municipal de Aveiro.

    O presidente da Câmara, Ribau Esteves, explicou que este empréstimo irá servir para financiar investimento e resolver a “tensão de tesouraria” existente, devido ao atraso na entrada de receita nos investimentos que têm financiamento comunitário.

    O autarca assegurou ainda que a câmara “tem condição, com solidez, e sem colocar em causa o processo de consolidação da sua fortaleza financeira”, atualmente em curso, de recorrer a esta fonte de financiamento do investimento à qual já não recorre há muitos anos.

    Francisco Picado, do PS, questionou o ‘timing’ desta operação, uma vez que não é conhecido o que vai acontecer à inflação e às taxas de juro nos próximos meses.

    “Se as taxas de juro não baixarem ou se, na pior das hipóteses, subirem, muito provavelmente vamos estar a contrair um empréstimo num cenário macroeconómico que é de todo desfavorável à realização desta operação”, avisou o socialista.

    Apesar de compreender a utilidade e as vantagens desta ferramenta financeira, Pedro Rodrigues, do PAN, questionou a estratégia politica e as opções e prioridades dos investimentos feitos pela câmara.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.