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ASAVAL promove pós-graduação em Avaliação e Gestão Imobiliária

Esta formação decorre até 19 de Julho e vai funcionar em regime pós-laboral no Instituto Superior de Gestão e em sistema ”b-learning”

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Esta formação decorre até 19 de Julho e vai funcionar em regime pós-laboral no Instituto Superior de Gestão e em sistema ”b-learning”

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A ASAVAL, Associação Profissional das Sociedades de Avaliação, vai promover em parceria com o ISG – Instituto Superior de Gestão, o Curso de Pós-graduação em “Gestão e Avaliação Imobiliária”.

Esta formação decorre até 19 de Julho e vai funcionar em regime pós-laboral e em sistema ”b-learning”. Serão 335 horas de aprendizagem, divididas em 275 horas em e-learning e 60 horas em seminários presenciais, o custo será de 1.950 euros.

A Coordenação Científica estará a cargo de Artur Bezelga e a Coordenação do Curso de Fernando Neto.

Para Paulo Barros Trindade, presidente da Direcção da ASAVAL, este curso “é uma excelente oportunidade para todos os que querem ter acesso à profissão de perito avaliador de imóveis, mas sobretudo para aqueles que residem fora dos grandes centros e têm dificuldade em se deslocarem, permitindo assim através do “b-learning” que frequentem este curso com toda a comodidade. É também uma oportunidade para quem já é Perito Avaliador de fazer um “refresh” geral dos seus conhecimentos”.

Os destinatários alvo para esta formação são: arquitectos, engenheiros, economistas e/ou outros técnicos que pretendam exercer as funções de Perito Avaliador inscrito na CMVM. Consultores imobiliários, técnicos ligados à aprovação de gestão de financiamentos, técnicos ou gestores de fundos de investimentos imobiliários, assim como técnicos de serviços públicos ligados ao licenciamento de obras ou técnicos responsáveis pela gestão de imóveis em empresas públicas ou privadas.

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Escritórios no Porto com forte recuperação em Agosto

Segundo a JLL, o mercado tenderá a reactivar-se e o seu ritmo de recuperação deverá acelerar até final do ano. Agosto é já uma prova desta tendência

O mercado de escritórios do Porto registou cinco operações em Agosto, atingindo 12.200 m2 de absorção, revela a JLL no seu relatório mensal sobre este segmento, o Office Flashpoint.

A recuperação face aos meses anteriores e homólogo é assinalável, já que em qualquer dos períodos a ocupação não tinha alcançado os 1.000 m2. Tal também significa que o mercado acelerou fortemente o seu ritmo de recuperação face a 2020, passando de uma contracção de 55% no final de Julho para uma de apenas 15% no final de Agosto.

A actividade do mês praticamente duplicou o volume de absorção acumulada que se registava até final de Julho, posicionando o take-up anual em cerca de 26.000 m2.

Mariana Rosa, head of Leasing Market Advisory da JLL, sublinha que “o mercado do Porto tem sido bastante limitado pela escassez de oferta de qualidade disponível para ocupação imediata, porque há bastantes empresas activamente à procura de instalações, especialmente para áreas de grande dimensão. À medida que os projectos em carteira forem sendo concluídos, o mercado tenderá a reactivar-se e o seu ritmo de recuperação deverá acelerar até final do ano. Agosto é já uma prova desta tendência”.

A actividade em Agosto no Porto registou duas operações de grande dimensão, nomeadamente uma com 7.000 m2 e outra com 3.500 m2, o que colocou a área média por operação nos 2.400 m2. A expansão de área foi a principal motivação para a ocupação em Agosto, sendo a zona 6-Matosinhos a mais dinâmica (57% da absorção) e as empresas de “Outros Serviços” as que geraram maior take-up (57%).

Em termos acumulados, a ocupação situa-se agora em 26.000 m2 num total de 32 operações, com uma área média de 800 m2. Neste período de oito meses, as zonas 1-CBD Boavista e 6-Matosinhos lideraram a procura, com quotas de 33% e 36% no take-up, respectivamente. As empresas de “Outros Serviços” são o sector da procura mais dinâmica, gerando 42% da área ocupada.

Lisboa, ao contrário do Porto, observou baixos níveis de actividade em Agosto. Neste mês, o mercado registou 8 operações num total de 5.600 m2, numa queda de 58% face quer ao mês anterior, quer ao mês homólogo. Todas as operações foram para ocupação imediata e a maior diz respeito à tomada de 1.600 m2 pela CME no Lagoas Park (Corredor Oeste), um negócio mediado pela JLL, que actuou ainda noutras duas operações. Neste mês, a área média por operação foi de 700 m2, sendo a zona 6 – Corredor Oeste a mais activa em termos de área absorvida (36% da actividade) e a “Construção e Imobiliário” o sector que mais absorveu espaço (54%).

No período de Janeiro a Agosto, as empresas tomaram 74.500 m2 de escritórios em Lisboa, uma actividade que fica 24% abaixo do mesmo período de 2020. Nestes oito meses realizaram-se 75 operações, ficando a área média pouco abaixo dos 1.000 m2. A zona 5 – Parque das Nações é o destino mais robusto ao longo do ano, concentrando 29% de toda a ocupação, ao passo que a procura é claramente liderada pelas empresas de “TMT’s & Utilities”, responsáveis por 44% da área tomada.

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Hipoges vende carteira residencial superior a 44 M€

A carteira é composta por sete activos premium localizados no centro de Lisboa. Para a gestora de activos Portugal está no radar dos investidores internacionais

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A Hipoges fechou a venda de uma carteira residencial no valor de mais de 44 milhões de euros, encerrando uma das maiores operações de venda de activos residenciais do ano na cidade de Lisboa. A carteira, composta por sete activos premium localizados no centro da capital, era uma das mais destacadas da cidade e uma operação de grande relevância dentro do sector em Portugal.

“Esta operação é um reforço da nossa estratégia de venda de activos únicos, em que oferecemos aos nossos clientes soluções de vendas únicas graças à nossa vasta experiência no sector”, sublinhou Nuno Antunes, Chief Global Real Estate Officer da Hipoges,

Esta operação seguiu-se à recente aquisição, durante o mês de Julho, da gestão do maior portfólio de arrendamento residencial em Portugal, com mais de 4.400 activos espalhados por todo o território nacional, e a criação de um departamento próprio dentro da empresa para gerir este tipo de cativos

Mercado residencial em Lisboa está a recuperar

Para a empresa de gestão de activos, “a venda desta carteira residencial confirma a recuperação que o mercado residencial está a viver em Portugal e sobretudo na sua capital, Lisboa”.

“Depois de uma queda nos preços e das operações em 2020 devido à crise gerada pela COVID-19, no início de 2021 e, especialmente nos últimos meses, a reactivação do mercado tem feito com que grandes fundos internacionais fechem as suas operações para criarem novos projectos residenciais e casas de luxo na cidade”, explica a Hipoges. Esta procura levou ao crescimento de mais de 10% dos preços na cidade.

“Através da sua plataforma de comercialização de activos imobiliários, Portal Now, a Hipoges tem testemunhado o aumento da catividade no mercado de compra de habitações. Tudo aponta para que esta recuperação se mantenha nos próximos anos, uma vez que Lisboa continua a ser um destino muito atractivo para os investidores estrangeiros, com o preço por m2 inferior a outras grandes capitais europeias”, refere a empresa gestora.

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Revive Natureza: candidaturas até 19 de Novembro de 2021

Prorrogação do prazo para apresentação de candidaturas aos concursos para atribuição dos direitos de exploração de seis imóveis

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Prorrogação do prazo para apresentação de candidaturas aos concursos para atribuição dos direitos de exploração de seis imóveis

A sociedade gestora do Fundo Revive Natureza, TF Turismo Fundos – SGOIC, S.A, decidiu prorrogar o prazo de apresentação das candidaturas dos seis concursos abertos.

Designadamente Casa Florestal de Sul, na Figueira da Foz, o antigo posto fiscal em Monte Fidalgo, em Castelo Branco, a Antiga Sede da Administração Florestal na Figueira da Foz. O Chalet de São Pedro e a Casa do Pinheiro Mando, ambos na Marinha Grande, e o edifício Florestal da Abrigada, Alenquer.

Os interessados podem apresentar as suas candidaturas até ao dia 19 de Novembro.

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Atraso no licenciamento pode “inviabilizar” primeiro projecto da Vanguard para a classe média

O arranque do Riverbank Tejo, em Lisboa, está ainda longe de se concretizar já que aguarda, ainda, pelo respectivo licenciamento. Sem saber quando poderão ter início as obras, a promotora antecipa custos acrescidos com este atraso e que terão “um impacto directo no preço final”

Cidália Lopes

Anunciado em finais de 2019 e com arranque da construção previsto para 2020, o Riverbank Tejo é o primeiro projecto da Vanguard Properties direccionado para a classe média. Localizado na Avenida Marechal Gomes da Costa, nas antigas instalações da Air Liquide, o pedido de licenciamento do loteamento já deu entrada no departamento urbanístico da Câmara Municipal de Lisboa, contudo, a promotora continua a aguardar notícias concretas sobre esse mesmo procedimento não tendo, até ao momento, uma data concreta a avançar. “Por ora, não conseguimos ter uma perspectiva real sobre quando haverá um despacho oficial que nos permita antecipar o início da construção das infra-estruturas”, confirmou ao CONSTRUIR, José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties

Embora confiante na aprovação do projecto, o que segundo José Cardoso Botelho “cumpre na íntegra as disposições legais tendo o arquitecto responsável desenvolvido diversos estudos de várias soluções todas elas oferecendo soluções de continuidade urbana com o território envolvente, incluindo preocupações quanto à morfologia, volumetria envolvente e corredores visuais”, o mesmo não se passa quanto à viabilidade da oferta final a que se propunham, já que a promotora antecipa custos imprevistos com este atraso e que irão ter “um directo impacto no preço final”.

Plano de investimento mantém-se

Com um amplo portfolio no imobiliário residencial e turístico de luxo, a Vanguard Properties espera conseguir investir, também, em larga escala em projectos para a classe média exactamente pela “vertente social e dimensão do mercado”. Até porque este é um investimento core do Grupo na Suíça, onde mais de 95% dos activos imobiliários em gestão e promoção são destinados à classe média.

O objectivo passa por arrancar primeiro com o projecto em Lisboa, e depois “avançar para outras urbes”, estando o Grupo já a analisar eventuais investimentos noutras cidades. Ainda assim, o CEO do Grupo em Portugal considera que são vários os factores que dificultam tornar mais acessível a habitação em Portugal e aponta o dedo ao “excessivo” tempo que é necessário para os licenciamentos, assim como ao IVA de 23%. José Cardoso Botelho, considera, ainda, os impostos a que os promotores estão sujeitos, tais como o AIMI e o IMT “excepcionalmente elevados”, o que torna “quase impossível apresentar um projecto abaixo dos 3.500 euros por m2”. “A este factor acresce, ainda, a dificuldade de encontrar terrenos compatíveis com este mercado”, acrescenta.

O Riverbank Tejo

O projecto contempla a construção de três edifícios – um com nove andares e os outros dois com quatro pisos cada um, com uma pequena componente de comércio e serviços. No total estão previstos 86 apartamentos, com tipologias T1 a T3, com áreas compreendidas entre os 60 e os 130 m2. O projecto contempla, ainda um jardim, que funcionará como charneira entre os edifícios e a sua envolvente.

Uma das características do empreendimento foi a preocupação em utilizar materiais que permitam baixos custos de manutenção, tal como a fachada, que é revestida a tijolo. Outro elemento marcante da arquitectura são as grandes varandas que permitem usufruir, a partir do exterior, das vistas do estuário do Tejo.

Muito próximo do empreendimento, encontramos ainda novo jardim público da zona ribeirinha do Parque das Nações, várias escolas e colégios como o United Lisbon International School, para além de várias grandes superfícies comerciais como o Decathlon, Staples, Leroy Merlin, Pingo Doce, Lidl e o Centro Comercial Vasco da Gama.

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iCapital Network instala-se em Lisboa

A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade

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A iCapital Network, plataforma de tecnologia financeira líder em acesso e eficiência em investimentos alternativos, chega a lisboa e vai ocupar três andares do Edifício Café Lisboa, situado no número 131 da Avenida da Liberdade, numa operação imobiliária intermediada pela Cushman & Wakefield e pela CBRE.

O edifício de escritórios conta com 4.600 metros quadrados, distribuídos por seis pisos, onde a iCapital vai ocupar 1.825 metros quadrados.. A CBRE representou a iCapital nesta transacção enquanto que a Cushman & Wakefield actuou do lado da Revilla, sociedade imobiliária espanhola proprietária do edifício.

Em Outubro do ano passado, a iCapital anunciou Lisboa como localização principal para desenvolvimento tecnológico e de operações após a aquisição de uma equipa de tecnologia à Runtime Group, empresa de desenvolvimento de produtos sediada em Lisboa. Esta equipa de 79 pessoas é composta por engenheiros, programadores e designers na área da inovação tecnológica, e conta ainda com funções nas áreas financeira, de recursos humanos e facilities. O novo espaço de escritórios apoiará o crescimento da iCapital e a contínua expansão a nível global.

“Estamos entusiasmados com o nosso novo espaço localizado no coração de Lisboa, um vibrante centro de tecnologia global com um vasto conjunto de talentos”, refere Tom Fortin, Chief Information Officer e Managing Partner da iCapital Network. “Estas instalações representam uma oportunidade para novos talentos se juntarem a uma das empresas mais empolgantes e de crescimento acelerado na área das Fintech, à medida que continuamos a expandir a nossa equipa de ponta para desenvolver soluções líderes de mercado que melhor sirvam os nossos clientes”, acrescenta.

“A colocação da iCapital neste edifício de escritórios do Café Lisboa é um testemunho não só do seu estatuto icónico como edifício histórico, mas também do espaço contemporâneo e da sua invejável localização na Avenida da Liberdade”, sublinha André Almada, Director de Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.
“O arrendamento destes escritórios vem reforçar a localização acessível e de qualidade do Edifício Café Lisboa. Estamos muito satisfeitos em receber a equipa da iCapital neste espaço”, conclui Vera Roquette Geraldes, Associate for Offices Department da Cushman & Wakefield.

O Edifício Café Lisboa é um edifício do século XIX onde funcionou o célebre Café Cristal, um projecto de 1940/42, do arquitecto Cassiano Branco. Uma intervenção por parte dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Mário Costa e Crespo, na década de 90, conferiu-lhe o Prémio Eugénio dos Santos de 1995.

A transacção foi concluída no primeiro trimestre de 2021.

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Número de fogos reais de AL contrastam com os números legais

Apartamentos activos para alojamento local são apenas 15% dos registos existentes em Lisboa e 27% no Porto. Em Julho no conjunto das duas cidades eram apenas 5 mil os fogos em actividade

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Em Julho de 2021, o número de fogos com actividade efectiva no Alojamento Local (AL) perfazia pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta, apurou a Confidencial Imobiliário.

Os actuais 2.800 fogos activos em Lisboa representam apenas 15% do universo de 19.000 unidades que possuem registo, o que quer dizer que em Julho se encontravam registados para AL mais de 16.200 alojamentos sem qualquer actividade. No Porto, os fogos activos pesam 27% no total dos 8.600 registos, o que significa que outras 6.300 unidades que têm registo de AL não praticam actividade neste mercado.

“Esta redução na oferta efectivamente activa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, avançou Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário
A Confidencial Imobiliário apurou ainda que a actual dimensão do mercado contrasta fortemente com o padrão pré-Covid, quando Lisboa registava cerca de 8.800 fogos activos no AL e o Porto cerca de 4.100 fogos. Tal traduz a saída de cerca de 6.000 fogos do circuito de actividade em Lisboa e de 1.800 fogos no Porto.

“De qualquer forma, ainda que este gap esteja agora muito mais acentuado, esta realidade não é um exclusivo da pandemia. Já anteriormente os alojamentos com actividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%). Os números de Dezembro de 2019 mostram que em Lisboa o mercado de AL rondava os 8.800 fogos, um volume muito inferior aos mais de 19.000 fogos então registados no Turismo de Portugal. No Porto, estavam registados cerca de 9.000 fogos, quando de facto em actividade estavam somente 4.100”, explicou o mesmo responsável.

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Condomínio fechado The Brick nasce em Marvila

Com promoção de Bxxi Project e traço do atelier ACTS Arquitectos, a comercialização é da JLL

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Marvila, um dos principais eixos de expansão urbana dentro da cidade de Lisboa, vai ter um novo condomínio residencial. The Brick, promovido pelo Bxxi Project e com traço do atelier ACTS Arquitectos, cuja herança industrial daquele bairro lisboeta serviu de inspiração. A consultora JLL assume a comercialização do empreendimento em exclusivo. O montante de investimento não foi revelado.

“O design inteligente e contemporâneo é um dos traços distintivos do novo condomínio fechado que homenageia a memória do bairro de Marvila, integrando elementos como as grandes janelas de inspiração industrial, linhas depuradas e tijolos maciços”, refere a consultora.

Os 10 apartamentos que compõem o The Brick, disponíveis nas tipologias T1 a T3 e T3 Duplex, foram desenhados de acordo com os mais elevados padrões de bem-estar e conforto, simultaneamente apostando em espaços sofisticados e modernos. As generosas áreas abertas para o exterior, com amplos terraços e jardins privados que funcionam quase como uma extensão das zonas de estar, são outro trunfo do The Brick, que contará ainda com um jardim comum.

Para Patrícia Barão, head of Residential da JLL, “o The Brick é uma adição icónica a um dos bairros mais promissores da cidade de Lisboa. Marvila está em pleno desenvolvimento e tem um enorme potencial de valorização, estando a afirmar-se como um destino incontornável para viver, trabalhar e investir. Este novo projecto residencial dá um contributo muito importante para esta afirmação”.

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Hipoges abre escritório em Barcelona

A empresa de gestão de activos reforçou a sua estratégia de expansão com a abertura de um novo escritório em Espanha

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A Hipoges reforçou a sua estratégia de expansão com a inauguração de um novo escritório em Barcelona. O novo escritório da empresa de asset management vem assegurar o desenvolvimento e crescimento da empresa e reforçar a sua posição no mercado com a presença em quatro grandes cidades de Espanha.

“A abertura do espaço em Barcelona é um marco muito importante para a expansão da Hipoges e visa apoiar o crescimento exponencial que temos tido em termos de novas carteiras e novos activos sob gestão. Enquanto responsável pelo Departamento de Real Estate, acredito que este será um escritório fundamental para a nossa gestão. Sempre fui um defensor da proximidade, o que se aplica a tudo, desde a proximidade com as pessoas e os nossos colaboradores, à proximidade com os nossos fornecedores e brokers. Estar próximo torna tudo mais fácil e torna toda a nossa gestão mais ágil e eficiente”, justificou Marco Sales, director de Real Estate da Hipoges em Espanha.

A proximidade tem sido um factor determinante em todo este processo de expansão do servicer, pelo que “a mudança para Barcelona também teve este pressuposto em conta, com o novo escritório a beneficiar de uma excelente localização, mesmo no centro da cidade, facilitando assim a comunicação com as restantes cidades espanholas”, sublinhou a empresa. O novo escritório, que segue a linha das restantes delegações, inclui ainda novos elementos corporativos com o objectivo de promover a concentração, produtividade e o trabalho em equipa, ao mesmo tempo que a empresa procura criar um espaço mais confortável e acolhedor para os novos colaboradores.

A abertura do novo escritório em Barcelona implica a criação de novos postos de trabalho ainda em contexto de pandemia. Assim, aos 800 colaboradores da Hipoges distribuídos pelos escritórios de Portugal, Itália, Grécia e restantes cidades espanholas, juntar-se-ão ainda este mês mais 16 pessoas em regime presencial.

A expansão geográfica é um dos principais pilares da estratégia da Hipoges. Ao mesmo tempo que tem vivido um período de grande crescimento ao longo dos últimos anos, a empresa de de gestão de activos procurou também identificar novas oportunidades de desenvolvimento que permitissem a sua expansão e a abertura de novas sedes tanto em Portugal, como a nível internacional com a criação de escritórios nas principais cidades de Espanha, Grécia e Itália. Incluindo nessa estratégia está a abertura, no final de 2020, de um escritório de menor dimensão em Múrcia e a aquisição, já este ano, em Junho, da participação maioritária na Axis S.p.A, uma plataforma italiana de servicing com mais de 2.000 milhões de euros de activos sob gestão.

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DS Private abre primeira agência em Portugal

A primeira agência da marca está localizada em Vila Nova de Gaia mas o objectivo é criar uma rede nacional e para isso a marca conta inaugurar mais 11 agências, que vão criar 200 novos postos de trabalho

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Vila Nova de Gaia foi a cidade escolhida para abrir a primeira loja da DS Private em Portugal. A consultora imobiliária trabalha as áreas imobiliária no segmento de luxo, intermediação de crédito e construção de imóveis. A marca premium do Grupo Decisões e Soluções e conta inaugurar mais 11 agências no país.

No Norte Amarante, Braga, Viana do Castelo e Esposende são os locais escolhidos. Lisboa irá receber três novas agências, mas a presença irá estender-se também a Oeiras, Cascais e Setúbal. Mais a sul Vilamoura irá juntar-se à rede. Estas aberturas vão representar a criação de cerca de 200 postos de trabalho e o modelo de negócio será semelhante ao franchising.

“É um enorme privilégio ser a primeira agência da marca a abrir em Portugal. Queremos mostrar ao mercado que somos uma marca diferenciadora e aos nossos clientes que podem contar com um serviço de excelência. Para isso contamos com uma equipa de 15 profissionais que diariamente estarão sempre disponíveis para prestar o melhor aconselhamento”, sublinha Victor Osório, Director da DS Private Vila Nova de Gaia.

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Sugee Group com plano de investimento de grande escala até ao final do ano

Com dois projectos já em desenvolvimento, o grupo imobiliário indiano pretende atingir, pelo menos, “10 projectos de construção autónomos e olhar para um mix de empreendimentos de grande escala” ainda em 2021

Cidália Lopes

Fundado em 1984, o Sugee Group é um dos grandes promotores imobiliários de Mombai (Bombaim, a maior cidade da Índia e o principal centro económico do país asiático. Ao longo de mais de 30 anos de actividade, promoveu e construiu 16 projectos residenciais num total de mais de 280 mil m2 de área construída.
O grupo “chegou” a Portugal em Março de 2019 para analisar o mercado e ponderar as suas potencialidades. No final desse ano já estava a arrancar com dois projectos em Lisboa: a reabilitação de um edifício do séc. XIX no Príncipe Real — o “Royal 20” – e um projecto residencial construído de raiz – o Alcântara Vista.
Segundo os responsáveis do grupo Sugee, a entrada no continente europeu através de Portugal foi ponderada. Lisboa foi encarada como “um dos mercados imobiliários mais promissores de toda a Europa, tal como o referem as recentes tendências e projecções de especialistas”. O crescimento da indústria do turismo e políticas para atrair investidores estrangeiros estimularam novas actividades de desenvolvimento e apoiaram os aumentos de preços.
O grupo indiano ponderou estes dados, assim como constatou “a falta de stock de fracções residenciais, o que está a impulsionar o sector de investimento com yelds residenciais brutos de cerca de 6% no centro da cidade e 8% na sua periferia”. Os responsáveis do grupo foram também sensíveis ao facto de Lisboa “estar emergindo como um novo centro de tecnologia, uma capital da Europa Ocidental cada vez mais conhecida como um dinâmico centro cultural e de negócios; oferecendo para os seus residentes uma elevada qualidade de vida com um clima apelativo e um baixo custo de vida, em comparação com outras grandes cidades”, referem.
Na ponderação, pesou a maturidade e oportunidades do mercado imobiliário nacional, mas, também, as consequências inevitáveis do ‘Brexit, com a saída eminente do Reino Unido da União Europeia. Tradicionalmente a Grã-Bretanha, tem sido o destino preferencial dos investimentos indianos na Europa.

“Players de longo prazo”
Até à data, a empresa já investiu mais de 6,5 milhões de euros em dois projectos em pleno centro de Lisboa, para os quais afirma possuir uma procura significativa em todos os continentes. O grupo diz-se determinado em desenvolver esses e outros empreendimentos no próximo ano, totalizando mais de 150 milhões de euros de investimento.

Para já estão focados em trabalhar num ciclo imobiliário de mais ou menos quatro anos, sabendo que pode haver necessidade de adaptar a estratégia às condições e necessidades do mercado, mas “gostaríamos de afirmar que queremos ser players de longo prazo em Portugal”
“Viemos para ficar”, declaram peremptórios os responsáveis do Sugee Group: “temos dois projectos em franco desenvolvimento e um deles já em comercialização, e estamos a estudar novas oportunidades de investimento em Lisboa e no resto do País”.
Apostando no desenvolvimento de projectos de requalificação imobiliária de alto padrão, o Sugee Group pretende expandir a sua actividade a todo o território nacional através da sua subsidiária “The Strokes & Ground”. Com sede em Lisboa, a empresa está focada na construção e promoção de imóveis residenciais e comerciais e gestão de activos imobiliários através da venda, compra, arrendamento e aquisição.

“Para 2021, estaríamos a olhar para um mix de alguns empreendimentos de grande escala e pelo menos de 10 projectos de construção autónomos para o nosso portfolio e estabelecer a marca ‘Sugee’ no mercado imobiliário português”.

Também, por isso, a estratégia do grupo passa por diversificar.

“Preferimos o investimento em vários projectos em vez de colocar todos nos mesmo cesto”. Além do segmento residencial, a aposta vai também para hospitality, assim como para o build to rent, que o grupo considera um activo “atractivo”, seja na vertente “residencial, comercial ou alternativo”.

Além de Lisboa, o Sugee Group tem procurado desenvolver o seu negócio noutras regiões do País e para tem identificado “várias cidades estratégicas com potencial para bons retornos sobre o investimento imobiliário”. O plano de investimento está traçado e o objectivo passa por “desenvolver cerca de 50 mil metros quadrados de promoção nos próximos anos, podendo alguns desses projectos destinar-se ao mercado de arrendamento de média/longa duração para a classe média portuguesa”, garantem os responsáveis. A cidade de Setúbal, onde outro importante grupo indiano – o Grupo Pitroda – está a desenvolver a Cidade do Conhecimento, é uma das cidades já analisadas e cujo potencial pode vir a revelar-se de interesse dentro de alguns anos.
“É tudo uma questão de oferta e procura. Acreditamos fortemente que existe um espaço para investir em projectos que visem um mercado mais internacional e outros mais adaptados ao mercado nacional. No segmento residencial queremos ser equilibrados”, concluem.

FICHA TÉCNICA

Alcântara Vista
Localização: Tapada das Necessidades
10 Apartamentos
Tipologias: T2, T3 e T4
Áreas: 110 m2 – 141 m2
Em desenvolvimento
Data conclusão: Último trimestre de 2023
Royal 20
Localização: Príncipe Real (Mercês)
9 Apartamentos (1 penthouse + 2 apartamentos c/ jardim privativo)
Tipologias: T1
Em construção
Data conclusão: Final de 2021

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Cidália Lopes

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