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    Arquitectura

    Reynaers participa no Archi Summit 2019

    “Acentuar-se enquanto referência na indústria da arquitectura e construção” é o objectivo da estreia da empresa no evento de arquitectura

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    Pela primeira vez, a Reynaers ai juntar-se à edição de 2019 do Archi Summit. O evento terá lugar nas Carpintarias de São Lázaro em Lisboa, de 10 a 12 de Julho. Nesta iniciativa de três dias, a marca pretende “apresentar-se” aos arquitectos e, desta forma, “acentuar-se enquanto referência na indústria da arquitectura e construção”. “Vamos fazê-lo através da presença da nossa equipa de apoio ao desenvolvimento de projectos com soluções de caixilharia em alumínio, bem como através da apresentação de algumas das ferramentas digitais que a marca disponibiliza para o sector – desde os profissionais de projecto e construção ao dono de obra”, refere a empresa em comunicado.

    De 10 a 12 de Julho, o Archi Summit vai ser palco de debate e diálogo de grandes nomes da arquitectura nacional  e internacional, com destaque para o arquitecto Siza Vieira, logo no dia de abertura. Além das conferências, haverá também uma mostra de soluções com grandes marcas que voltam a responder ao desafio de marcar presença no ArchiSummit – entre elas, e no sector do alumínio, a Reynaers.

    Ao nível do produto, a Reynaers vai apresentar as mais recentes inovações da marca, com fortes argumentos para o estilo arquitectónico e especificidades que geralmente são solicitadas para os edifícios e residências portuguesas: linhas minimalistas, com fina expressão do alumínio, máxima entrada de luz e desempenhos térmicos e acústicos acima do comum. O sistema de correr SlimPatio 68 e o sistema de portas e janelas SlimLine 38 são algumas das soluções que vão ser apresentadas.

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    Simon – Switch Barcelona (@puigdellivol)

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    Sede da Simon em Barcelona distinguida nos Prémios Cataluniya Construcció

    A transformação da antiga fábrica num edifício de escritórios recebeu o prémio ex aequo para a Remodelação 2024

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    A Switch, a nova sede corporativa da Simon em Barcelona, foi galardoada com o prémio ex aequo para a Remodelação 2024 na XXIª edição dos Prémios Catalunya Construcció.

    De acordo com o Colégio de la Arquitetura Técnica de Barcelona (Cateb), que atribuiu os prémios com o apoio da Arquinfad e do Consejo de la Arquitetura Técnica de Catalunya, o edifício destacou-se pela “notável” transformação da sua antiga fábrica num edifício de escritórios moderno e sustentável, preservando e realçando a estrutura original.

    Os Prémios Catalunya Construcció destacam a qualidade da obra construída, os métodos e processos de execução e o trabalho profissional das equipas técnicas, muitas vezes multidisciplinares.

    Esta conquista foi possível graças aos principais colaboradores no desenvolvimento e execução da obra, entre os quais Dalmau Morros, Bis, b720 Fermín Vázquez Arquitectos, Calaf, Agefred, Martí Avilés, Antoni Arola, Katty Schiebeck, MMAS Lighting Design con Michela Mezzavilla, e JG Ingenieros.

    O júri desta edição foi constituído por profissionais de renome, como Teresa Arnal, chefe de obra e empresária, Josep Augé, coordenador de Saúde e Segurança, Vanessa Ballester, profissional liberal, Miquel Espinet, arquiteto, Josep Lluís Gil, gestor de projeto e Ismael Guerrero, engenheiro.

    Estes peritos efectuaram uma selecção entre as 22 candidaturas finalistas que concorriam em seis categorias: Gestão de Execução da Obra, Chefe de Obra, Gestão Integrada de Projeto, Coordenação de Segurança e Saúde, Inovação em Construção e Reabilitação (Patrimonial, Funcional, Energética).

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    Nova Loja Online Gyptec

    A Gyptec renovou e melhorou a sua loja online, e oferece agora uma experiência de compra completamente nova aos seus clientes.

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    A nova loja conta com um novo design e uma navegação mais rápida, foram também adicionadas novas funcionalidades e simplificada a gestão de encomendas. O objetivo desta atualização é simplificar as rotinas dos clientes, poupando-lhes tempo no processo de compras.

    Entre as várias novidades, destacam-se:

    • Consulta / modificação / cancelamento das propostas na área de clientes;
    • Possibilidade de descarregar os documentos da conta corrente
    • Gerir pagamentos na área dos documentos por regularizar
    • Cálculo do volume das cargas
    • Atualização do catálogo de prémios

    Estas novas funcionalidades permitem aos clientes consultar as propostas que já foram inseridas no sistema (ativas), as que foram canceladas / modificadas e ainda as que passaram a encomendas. Por outro lado, poderão também descarregar as faturas em conta corrente, e os restantes documentos.

    Poderão ainda consultar a conta corrente, documentos por regularizar e emitir referências MB de um lote de pagamentos que se pretenda liquidar ou efetuar o pagamento por transferência bancária.

    A Gyptec fortalece assim a sua presença digital, dando mais um passo na modernização e simplificação dos processos de gestão. Com a nova loja online nunca foi tão fácil fazer compras.

    Saiba tudo em: https://gyptec.eu/nova-loja-online-gyptec/

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    Alunos da Universidade de Évora

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    2ª edição do ArchiRevi já conhece os primeiros 10 finalistas

    Aveiro, Cascais, Castelo Branco, Matosinhos e Vila Nova de Famalicão foram alguns dos pontos do País de onde chegaram os projectos que responderam ao desafio da Revigrés e do Archi Summit

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    O júri já elegeu os 10 melhores projectos da primeira fase da segunda edição do ArchiRevi Challenge. Aveiro, Cascais, Castelo Branco, Matosinhos e Vila Nova de Famalicão foram alguns dos pontos do País de onde chegaram os projectos que responderam ao desafio da Revigrés e do Archi Summit: criar um projecto sustentável inspirado no minimal space design, através da aplicação dos materiais cerâmicos da Revigrés.

    De Dezembro a Abril, foram quase três centenas os alunos de Arquitectura, Design e Engenharia Civil que assistiram às masterclasses sobre as características e contributo da cerâmica para a sustentabilidade da construção.

    Desde estabelecimentos comerciais e espaços de restauração, a apartamentos e pequenas divisões, foram variadas as propostas apresentadas, aos quais os futuros profissionais deram uma nova vida com combinações de cores, formatos e efeitos estéticos, soluções alternativas e, nalguns casos, disruptivas do uso tradicional da cerâmica.

    Para Victor Ribeiro, CEO da Revigrés, “a crescente adesão ao ArchiRevi vem comprovar que marcas como a Revigrés podem e devem continuar a contribuir para a formação das novas gerações de profissionais do sector da construção, sensibilizando-os para a utilização de materiais mais sustentáveis”.

    Os 10 finalistas vão estar em exposição no Archi Summit 2025 juntando-se aos que serão apurados na segunda fase do ArchiRevi Challenge, a partir de setembro de 2024.

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    Frederico Valsassina assina novo campus de medicina da Universidade de Lisboa em Torres Vedras

    O contrato de adjudicação de serviços foi assinado a 3 de Julho. O novo campus de medicina vai ser projecto integrará um polo de cuidados de saúde, um polo académico e de investigação e um polo de medicina humanitária, de emergência e catástrofe

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    O contrato de aquisição de serviços para elaboração do projecto de arquitectura do Medicina ULisboa – Campus de Torres Vedras, foi assinado hoje entre o Município de Torres Vedras, representado pela presidente da Câmara Municipal, Laura Rodrigues, e o arquitecto Frederico Valsassina.

    O projecto irá transformar o antigo Hospital Dr. José Maria Antunes Júnior, encerrado desde 2015 e que se encontra em processo de revitalização, num centro clínico, académico e de investigação nas áreas dos cuidados de saúde primários, cuidados interdisciplinares em doenças crónicas e medicina humanitária e de catástrofe, esta última em parceria com Harvard Medical School.

    A cerimónia contou com a presença do director da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, João Eurico da Fonseca, e o coordenador do projecto por parte da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, Joaquim Ferreira.

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    Mafra: Carvalho Araújo ganha concurso para projecto do novo Arquivo Nacional do Som

    O júri selecionou a proposta do Atelier Carvalho Araújo por ser aquela que de forma mais inovadora responde a um caderno de encargos com elevadas exigências técnicas e se inscreve exemplarmente no território, situado nas proximidades do Real Edifício de Mafra, inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO

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    O Atelier Carvalho Araújo é o vencedor do concurso público de arquitetura para a conceção do projeto das instalações do Arquivo Nacional do Som, a construir em Mafra.

    O anúncio foi feito esta quinta-feira, em Mafra, numa cerimónia que contou com a presença da Secretária de Estado da Cultura, Maria de Lurdes Craveiro, e do presidente da Câmara Municipal de Mafra, Hélder Sousa Silva.

    O júri selecionou a proposta do Atelier Carvalho Araújo por ser aquela que de forma mais inovadora responde a um caderno de encargos com elevadas exigências técnicas e se inscreve exemplarmente no território, situado nas proximidades do Real Edifício de Mafra, inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO.

    O futuro edifício do Arquivo Nacional do Som será uma peça fundamental para assegurar a preservação do património sonoro nacional e é entendido pelos Arquitetos como uma “caixa-forte de um património inestimável”.

    Localizado na Rua Coronel Vítor Alves, em Mafra, vai acolher os diversos serviços do Arquivo Nacional do Som, nomeadamente o laboratório de conservação, laboratórios de áudio e os depósitos de suportes de som.

    O edifício tem cinco pisos: um piso enterrado com a entrada e zonas de serviço; o piso aberto para infraestruturas técnicas; o piso de entrada com os escritórios e as zonas de maior interação com visitantes. Por cima deste, o piso dos laboratórios de áudio e o último piso onde se localizam os depósitos.

    O programa contempla ainda o arranjo do espaço envolvente para uma utilização pública e uma futura, eventual, expansão do edifício do Arquivo.

    O concurso público de arquitetura para a conceção do projeto das instalações do Arquivo Nacional do Som foi lançado a 17 de janeiro, na sequência do Protocolo de Colaboração entre o Município de Mafra e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

    A construção do edifício será financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num valor total de 4,5 milhões de euros. Está também prevista a aquisição de parte substancial do equipamento através do mesmo plano europeu, num valor de 2 milhões de euros.

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    Herdade da Barrosinha procura o equilíbrio entre o edificado e o património natural [c/ galeria de imagens]

    OODA e MASSLAB assinam o masterplan da Herdade da Barrosinha. O projecto abrange uma área de cerca de dois mil hectares e propõem segmentar a propriedade em nove unidades de gestão operativa, com espaços reservados ao turismo, habitação, comércio e lazer. “Edificar sem devastar” foi o princípio seguido pelos arquitectos, num exercício que teve como objectivo “redefinir a vasta paisagem, convertendo-a numa nova identidade em profunda sintonia com o património agro-florestal do lugar”. O concurso de concepção do Masterplan foi lançado depois de efectuadas as alterações ao Plano de Urbanização da Herdade da Barrosinha, que delimita o número máxima de camas em 3500, contra as 8054 inicialmente previstas

    Com quase oito décadas de história (a Companhia Agrícola da Barrosinha foi fundada em 1947), a Herdade localizada no município de Alcácer do Sul estende-se desde a vila de Alcácer acompanhando para sul o início do montado alentejano. O seu património é o reflexo das actividades que ao longo das décadas foram ali desenvolvidas, da produção de vinho, à pecuária, passando pela produção de arroz (de que o espólio industrial das antigas fábricas de descasque/embalamento de arroz faz adivinhar a dimensão), cortiça, pinha e caça.

    Hoje, o projecto agro-industrial mantém-se vivo, assim como a hotelaria que ganhou novo impulso com a ampliação da unidade hoteleira de quatro estrelas de 17 para perto de 40 quartos em 2019. Mas a intenção é crescer e muito. Os planos de expansão datam de 2011, na altura com a aprovação do plano de Plano de Urbanização da Herdade da Barrosinha que previa a criação de novos hotéis, habitação, comércio e lazer e a criação de 8054 camas. O “Barrosinho Nature Farm Resort” recebeu inclusive o selo de Projecto de Interesse Nacional (PIN) e previa um investimento de 600 milhões de euros. O projecto não resistiu à falência do seu promotor e a empresa proprietária do activo acabou por ser integrada no Fundo Lazer, Imobiliário e Turismo, gerido pela ECS Capital, que em 2022 foi protagonista do projecto Crow, o maior negócio imobiliário realizado nesse ano. Contudo, a Herdade da Barrosinha foi um dos sete imóveis que saíram do portfólio inicial do projecto.

    Já em 2020 e 2021 o plano foi revisto, e as suas alterações estiveram em discussão pública na segunda metade de 2023, em virtude da necessidade de se adequar à Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solo, de Ordenamento do Território e de Urbanismo, bem como ao Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão do Território, de reduzir o número de camas e se harmonizar com o PDM de Alcácer do Sal.

    Daqui resulta o novo Masterplan, cuja proposta vencedora foi ganha pelos gabinetes de arquitectura do Porto, OODA e MASSLAB, com intervenção do P4 ao nível do paisagismo.

    O novo projecto da Companhia Agrícola da Barrosinha, que abrange cerca de 2 000 hectares, mantém a ocupação e a divisão do projecto em nove unidades de gestão operativa, mas reduz, para 3334, o número de camas afectos aos empreendimentos turísticos que ali vão surgir e que incluem um campo de golfe de 18 buracos, que será servido por unidade hoteleira de cinco estrelas (a única no projecto, já que os restantes unidades previstas são de quatro estrelas, de acordo com o quadro síntese que resultou das alterações).

    “Simbiose entre a natureza, a herança e o futuro”
    Para os arquitectos o desafio colocava-se com a preocupação com a preservação do património, natural, histórico e construído ao longo das várias décadas, e um programa, que apesar de ter eliminado mais de 4700 camas, continua a manter as nove Unidades de gestão operativa previstas em 2011. O Masterplan vencedor do concurso lançado pela Companhia Agrícola da Barrosinha estrutura-as em anéis concêntricos, com um esquema de ocupação turística, habitação, comércio e lazer.

    “Este projecto transcende a mera construção, adoptando um ethos de coexistência, seguindo o princípio de ‘edificar sem devastar’. Tem como objectivo redefinir a vasta paisagem da Herdade da Barrosinha, convertendo-a numa nova identidade em profunda sintonia com o património agro-florestal do lugar”, descrevem os arquitectos na apresentação do projecto enviada ao CONSTRUIR.

    “A análise do terreno teve em consideração, não só as mais cuidadas avaliações técnicas urbanísticas, inerentes a uma operação com esta tipologia urbanísticas inerentes a uma operação com esta tipologia e escala, mas também uma profunda avaliação emocional no domínio da essência da memória do lugar. Este conhecimento lato do vínculo geracional humano com a paisagem assegurou um planeamento estratégico sobre o que preservar e onde seria possível intervir. Sendo o resultado uma arquitectura que se destaca pela sua especificidade, flexibilidade e resiliência, assegurando que as intervenções representam uma síntese harmoniosa entre o passado, o presente e o futuro”, subscreve a proposta.

    Desta visão resulta a organização por “anéis de ocupação” que arruma de forma assertiva as diferentes tipologias previstas no plano: no primeiro anel o foco destina-se a habitações permanentes; o segundo está destinado a uma ocupação de turismo premium, circunscrito num raio de 5 km; o terceiro anel destina-se a um turismo familiar, com dois aldeamentos e outros equipamentos turísticos; o quarto anel abrange um raio de 16 km e é destinado ao ecoturismo, incluindo glamping e torres de observação.

    Paralelamente, está prevista a criação de uma rede global de percursos principais e vias secundárias, que será complementada por corredores verdes. “A abertura destes corredores verdes e a observância cuidada das características naturais do terreno, reflectem a vontade de construir de forma consciente, respeitando a essência e identidade do local. Esta abordagem, embora subtil, desafia o paradigma tradicional de desenvolvimento massivo, sugerindo que é possível promover avanços urbanísticos preservando a integridade da paisagem e da saúde do ecossistema existente”.

    Um projecto com escala nacional
    A escala do projecto, que compreende um largo espectro de área: habitação, turismo, comércio, lazer e compromisso social, tendo subjacente “uma estratégia que visa, não apenas enaltecer a ecologia local, mas também destacar a Herdade da Barrosinha como um ponto de referência e um centro de atracção nacional”.

    Olhando para as unidades operacionais previstas (e que não foram alteradas): a unidade operacional um (Vila da Barrosinha) prevê um estabelecimento hoteleiro de 4 estrelas com 220 camas; as unidades 3, 4, 5 e 7, aldeamentos turísticos, constituídos por moradias isoladas, geminadas e em banda, num total de 3334 camas; unidade identificada com o número seis compreende o conjunto turístico e resort, constituído por um estabelecimento hoteleiro de 5 estrelas, SPA e Aldeamentos turísticos. O conjunto turístico inclui também equipamento de animação constituído por um campo de golfe com 18 buracos, e ainda um espaço verde de uso comum onde se integram campos de ténis, piscina e parque infantil.

    Ficha Técnica
    Herdade da Barrosinha
    Arquitectura: OODA + MASSLAB;
    Paisagismo: P4
    Engenharia: AdF
    Tipo: Concurso, Hotel 1ºLugar
    Cliente: Companhia Agrícola da Barrosinha
    Data: 2023/2024
    Fase: em curso
    Imagens: Fusão 3D / Mino
    Localização: Barrosinha, Alcácer do Sal
    Área: 2.000 hectares

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Arquitectura

    Secção Regional dos Açores procura curadoria para exposição itinerante

    Pretende-se que a proposta vencedora seja “flexível e adaptável” a espaços com diferentes configurações e que o catálogo da exposição inclua os trabalhos expostos, mas também contributos de concorrentes, jurados e entidades promotoras”.

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    A Secção Regional dos Açores da Ordem dos Arquitectos (SRAZO) promove, até 15 de Julho, o concurso para a “melhor proposta” de curadoria tendo em vista a realização da exposição itinerante: Concursos de Arquitectura. Além da curadoria, a equipa escolhida será, também responsável pela concepção do suporte expositivo e a elaboração do catálogo da exposição.

    Os trabalhos a integrar a exposição, que irá percorrer as nove ilhas do Arquipélago dos Açores, foram premiados e distinguidos no âmbito dos concursos de arquitectura a que a SRAZO prestou assessoria técnica e jurídica.

    Segundo as condições do concurso pretende-se que a proposta vencedora seja  “flexível e adaptável” a espaços com diferentes configurações e que o catálogo da exposição inclua os trabalhos expostos, mas também contributos de concorrentes, jurados e entidades promotoras”.

    O conteúdo da exposição itinerante incluirá integralmente os 20 painéis A1 dos trabalhos premiados e distinguidos, conforme foram apresentados pelos respectivos autores, bem como meios digitais com informações complementares, designadamente os cadernos A3 que fazem partes das propostas entregues a concurso e eventualmente os demais trabalhos que não foram premiados.

    A promoção desta exposição itinerante visa, por um lado, “promover e incrementar” boas práticas na aquisição de serviços de arquitectura na região, através da implementação de mecanismos que promovam “qualidade e sustentabilidade”, e, por outro lado, “sensibilizar os decisores políticos e a população”, no geral, para as vantagens que estes procedimentos concursais representam para a valorização do território e do património edificado e para a qualidade de vida, bem-estar e saúde dos cidadãos.

    A SRAZO, desde a sua criação em meados de 2020, através dos serviços de concursos assessorou a promoção de quatro processos concursais, nomeadamente, os procedimentos para a intervenção no Mercado de Vila Franca do Campo, para a intervenção no Miradouro Serreta, em Angra do Heroísmo, para a requalificação do Centro Histórico de Ponta Delgada, e para a requalificação da zona norte da Baía de Santa Cruz, Lagoa.

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    Lã Mineral com alta resistência térmica Volcalis ALPHA PLUS 32

    Respondendo ao desafio “a melhor energia é a que não se gasta”, o Grupo Preceram, reforçou a sua gama de produtos de isolamento Volcalis com uma nova referência, ALPHA PLUS, ainda mais eficiente, com uma condutibilidade térmica muito baixa: 0,032 W/(m.K)

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    ALPHA PLUS é uma lã mineral com alta resistência térmica, semirrígida, incombustível, resistente ao fogo e hidrorrepelente, fornecida em painel ou rolo, disponível também com barreira de vapor em papel Kraft, para aplicação em sistemas de construção e reabilitação.

    As suas características técnicas de excelência, fruto de um extenso trabalho de investigação e desenvolvimento, possibilitam soluções construtivas de elevado isolamento térmico, tanto no interior como no exterior dos edifícios.

    Aplicações

    A sua utilização permite a aplicação de sistemas de isolamento, ocupando menos espaço com a mesma eficiência. Adequada para a utilização em obras de construção e reabilitação, tais como: revestimento de paredes, tetos, coberturas e fachadas ventiladas.

    Vantagens

    • Excelente comportamento térmico com menor espessura.
    • Fácil de manusear e com toque suave.
    • Excelente isolamento acústico.
    • Resistente ao fogo, não é combustível nem conduz o calor.
    • Processo sustentável. Produto 100% reciclável.

    A preocupação da Volcalis é disponibilizar ao mercado uma ampla gama de soluções ecológicas e de alta qualidade, que contribuam para o conforto e a eficiência térmica e acústica dos edifícios.

    A lã mineral Volcalis é fabricada em Portugal, à base de areia, um recurso natural abundante, e a sua produção está otimizada para minimizar o impacto ambiental. Para além de ser um ótimo isolamento térmico e acústico, é incombustível.

    A lã mineral Volcalis não liberta poluentes voláteis pelo que é inócua para a saúde. Volcalis tem classificação A+ na qualidade do ar interior, significando emissões muito baixas ou nulas de substâncias no ar interior.

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    Arquitectura

    8.º Workshop PNUM associa-se ao projecto europeu ‘Greenincities’

    O objectivo do WPNUM24 é verificar a correlação entre forma urbana e resiliência urbana testando técnicas e processos que se inserem no âmbito da morfologia urbana, da ecologia e da paisagem

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    A Universidade Portucalense (UPT) vai realizar, entre os próximos dias 26 e 29 de Junho, o 8.º Workshop da Rede Lusófona de Morfologia Urbana (PNUM), organizado pelo Departamento de Arquitectura e Multimédia Gallaecia (DAMG).

    O ‘Workshop PNUM 2024: Resiliência e Forma Urbana’ (WPNUM24) abordará as formas urbanas a partir da respectiva relação com os sistemas naturais que estruturam, metabolicamente, o território, com o propósito de explorar métodos de análise morfológica que conduzam a leituras cruzadas, qualitativas e quantitativas, sobre o território e os seus sistemas.

    “O objectivo do WPNUM24 é verificar a correlação entre forma urbana e resiliência urbana testando técnicas e processos que se inserem no âmbito da morfologia urbana, da ecologia e da paisagem, visando a convergência do ambiente natural com o ambiente construído. A modificação de ambos, à luz da resiliência urbana, exige o aprofundar de soluções de base natural para as formas urbanas, almejando cidades de base natural”, explicou David Leite Viana, coordenador do WPNUM24 e professor do DAMG da UPT.

    No contexto do projecto europeu GreenInCities (EU Research and Innovation Funding Programme “Horizon Europe”), no qual o município de Matosinhos participa, pretende-se desenvolver uma nova abordagem cocriativa, integrada e colaborativa para o planeamento e regeneração climática urbana, em áreas desfavorecidas e disfuncionais, através do desenvolvimento de ferramentas e metodologias inovadoras.

    A área do Parque de Real e sua envolvente, que apresenta vulnerabilidades em aspectos relativos à sua integração e articulação urbana e paisagística, foi seleccionada para área de estudo e proposta no projecto GreenInCities.

    Devido à componente metodológica a ser explorada, bem como às problemáticas morfológicas e de resiliência a serem endereçadas, justifica-se trazer esta área também para o WPNUM24, enquanto área sobre a qual aprofundar o conhecimento e respectivas opções de projecto na interdependência entre forma urbana e resiliência urbana.
    “Pretende-se que do WPNUM24 resulte a consolidação de soluções urbano-ambientais, que tenham como referência uma matriz comum entre o ambiente construído e os sistemas naturais, assentes em processos de estudo e de projecto que partilhem visões relacionais das cidades, das pessoas, do ambiente, seus recursos e condições eco sistémicas, sendo expectável que se construa um chão comum capaz de responder aos inerentes desafios societais e urbano-ambientais.”, acrescentou ainda David Leite Viana, coordenador do WPNUM24 e professor do DAMG da UPT.

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    Portugal vence concurso internacional de estudantes de arquitectura Saint-Gobain

    Portugal venceu, pela primeira vez, a fase internacional do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain com o projecto “SIENI PARK” apresentado por alunos da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

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    Mais de 224 universidades de 29 países participaram na 19.ª edição do Concurso de Estudantes de Arquitectura Saint-Gobain. Estudantes de todo o mundo pensaram num projecto arquitectónico para transformar um espaço urbano/rural pertencente à Universidade de Helsínquia, localizado na zona de Viikki, nos arredores da cidade de Helsínquia, na Finlândia. Os vencedores foram agora revelados durante um evento realizado esta semana pela Saint-Gobain na capital finlandesa. Comemoraram-se ainda os 20 anos de realização deste Concurso Internacional, que se realizou pela primeira vez em 2004, na Sérvia.

    O projecto “SIENI PARK”, proposto pela equipa portuguesa, composta por Francisco Peneda Ferreira, Pedro Tiago Gaspar e João Pedro Henriques da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, está enraizado na cultura finlandesa e no seu sentido de comunidade. O projecto oferece um refúgio tranquilo em Viikki, ligando casas, locais de trabalho e o Campus Universitário nas proximidades. Combina estruturas antigas e novas num design coerente que assenta em três pilares fundamentais: sustentabilidade, inovação e conforto. Assim, cria-se um projecto futurista, duradouro, de baixa energia incorporada, que honra e desenvolve a tradição local de práticas de construção ecológicas.

    O painel de jurados que avaliou os projectos na fase internacional do concurso justificou a escolha do projecto português declarando: “Em termos de planeamento urbano, detalhes arquitectónicos e qualidade geral, a solução é abrangente e de alto nível. O edifício apresenta uma proposta de fachada interessante, possivelmente ainda aperfeiçoável devido às condições climáticas adversas do local. A composição urbana é inovadora e a estrutura em madeira é sofisticada. Importa referir que a integração do edifício antigo na arquitectura geral foi perfeita, e as soluções de sustentabilidade foram integradas na proposta desde o início, em vez de serem uma consideração posterior.”

    “É com enorme satisfação que ano após ano recebemos projectos de estudantes de arquitectura de todo o mundo, que honram o compromisso da Saint-Gobain com a promoção da arquitectura sustentável. Particularmente este ano, verificar que um projecto português vence este concurso atesta a qualidade e a diferenciação dos nossos estudantes a nível mundial”, sublinha Vasco Pereira, director da Academia Saint-Gobain e gestor do concurso em Portugal.

    A 20ª edição decorrerá no próximo ano, em Nord-Isère, França. Durante a cerimónia de entrega de prémios foi lançado um primeiro esboço do desafio arquitectónico a propor aos concorrentes.

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