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    Socicorreia e AFA investem um total de 55 M€ em Lisboa

    Através da Varino, empresa criada pela dupla madeirense, acabam de concluir o segundo edifício e preparam já o início das obras do terceiro edifício residencial de luxo

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    A Varino, empresa detida pelos grupos madeirenses Grupo AFA e Socicorreia concluiu a obra do edifício “Varino 02”, localizado no nº 81 da Avenida da República, junto ao Campo Pequeno. Num investimento de 18 milhões de euros, o “Varino 02” conta com um espaço comercial, 30 apartamentos acima do solo em tipologias T1, T2, T3 e T4, distribuídos em 10 pisos de um edifício com certificação energética classe A, e 4 pisos de estacionamento abaixo do solo.

    Este é já o segundo edifício destinado à habitação em Lisboa com a marca Varino, promovido em conjunto pela Socicorreia e pela AFA, que visa o segmento residencial de luxo. Em 2019 foi, também, inaugurado o “Varino 01”, localizado na Avenida Marquês de Tomar, num investimento de 21 milhões de euros. Também direccionado para o segmento residencial com tipologias T1, T2, T3, T4 e T5, conta ainda com dois espaços comerciais de 266 m2 e 340,85 m2.

    Aposta na reabilitação
    Com projecto dos arquitectos Francisco Monteiro e Artur Vilaça, do gabinete interno de Estudos e Projectos da Socicorreia, o edifício “Varino 02” foi totalmente reabilitado, à excepção da sua estrutura que mantém a construção original, e detém uma arquitectura moderna com aplicação de materiais de alta resistência e durabilidade que implicam baixos custos de manutenção e conservação no futuro.

    Com esta obra, a Varino atinge os 55 milhões de euros de investimento no Continente, mas pretende continuar a reforçar a sua posição. Neste sentido, anunciou, ainda, o início da construção de mais um edifício, o “Varino 03”, na Avenida 5 de Outubro, com  um investimento de 20 milhões de euros. À semelhança dos outros edifícios Varino, também este visa a reabilitação do imóvel já existente mas mantendo toda a estrutura do edifício

    A Varino foi fundada em 2016, resultado de uma sólida relação de confiança entre o Grupo AFA e a Socicorreia, cujos investimentos globais em projectos habitacionais e de hotelaria ascendem a 300 milhões de euros na Madeira e em Lisboa.

    Marca “Edifícios Século XXI”

    A Socicorreia detém projectos na Madeira, Açores, Lisboa e Braga, nas áreas da habitação e turismo. Em 2019 fechou com uma facturação de 45 milhões de euros e, este ano, apesar da pandemia, prevê ultrapassar os 50 milhões de euros. A pensar na habitação de luxo, criou a marca própria “Edifícios Século XXI”, cujo investimentos já ascendem aos 200 milhões de euros. Os empreendimentos, na Madeira e em Lisboa, possuem “uma arquitectura inovadora e aplicação de materiais modernos de alta resistência e durabilidade, voltados para a sustentabilidade ambiental, eficiência energética e térmica”. Em Lisboa, iniciou, recentemente, a construção do “Edifício Século XXI 16”, num investimento estimado de 6,8 milhões, depois de já ter concluído o “Edifício Século XXI 15” e o  “Edifício Século XXI 11”.

    Ao nível da hotelaria, vai dar início, ainda este ano, ao seu primeiro grande investimento hoteleiro – o Boutique Hotel – no centro histórico de Braga.

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    Turismo impulsiona ocupação da Rua de Santa Catarina no Porto

    De uma forma geral, o retalho na cidade consolidou-se com a entrada de marcas como Carolina Herrera ou Purificación García, reforçando a oferta da cidade que, até este ano, contava, quase exclusivamente, com marcas portuguesas e as do grupo Inditex e outras espanholas

    O crescimento do turismo no Porto, em particular de turistas estrangeiros, contribuiu para um aumento tanto de compradores, como de vendas nas principais localizações da cidade, com destaque para a rua de Santa Catarina.

    O relatório de retalho referente a 2023 daRetail, empresa de consultoria imobiliária especializada na venda e arrendamento de espaços comerciais e da Gesvalt, empresa de referência no sector da consultoria, avaliação e serviços técnicos, aponta para o aumento do turismo na cidade, tendo recebido mais 22 % de dormidas em 2023 face a 2022, representando 7,6 % do total do País.

    O destaque vai para a rua de Santa Catarina que, dos seus 131 espaços existentes, apenas cinco se encontram disponíveis, representando uma taxa desocupação de 93%.

    De uma forma geral, o retalho na cidade consolidou-se com a entrada de marcas como Carolina Herrera ou Purificación García, reforçando a oferta da cidade que, até este ano, contava quase exclusivamente com marcas portuguesas juntamente com as do grupo Inditex e algumas outras marcas espanholas, como a Bimba y Lola.

    Entre as lojas instaladas na rua de Santa Catarina, destacam-se os espaços dedicados à moda, representando mais de metade do total, mais precisamente 65,71 %. A seguir, ambos com 10%, surgem os espaços de restauração e cosmética, seguidos dos espaços de serviços, com 5,71%, e dos espaços de outro tipo, com 8,57 %.

    Já na zona dos Clérigos destacma-se as marcas premium e na zona dos Aliados como o principal destino das marcas de luxo, tal como se pode comprovar pela abertura da Tods, Burberry, Zegna ou Longchamp nesta localização.

    Neste caso, os espaços com mais de 1000 metros quadrados (m2) têm um custo de 50 €/m², enquanto aqueles entre 501 e 1000 m2 têm rendas entre 60 €/m² e 70 €/m². Nos espaços com menores áreas, entre 301 e 500 m2, a renda situa-se entre 80 €/m² e 90 €/m²; naqueles com uma área entre 101 e 300 m2, a renda situa-se entre 95 €/m² e 110 €/m²; e, por último, os espaços com menos de 100 m2 têm custo entre 120 €/m² e 150 €/m².

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    Problema da habitação exige “resposta complexa conjunta”

    Presente na V Conferência da Promoção Imobiliária, que decorreu esta terça-feira, dia 18 de Junho, em Lisboa, Patrícia Gonçalves Costa, secretária de Estado da Habitação, considera que é necessário “repor a confiança de investidores e promotores”, o que exige “medidas concretas e céleres”

    tagsCOPIP

    Equilíbrio foi a palavra de ordem na intervenção de Patrícia Gonçalves Costa, secretária de Estado da Habitação, no arranque dos trabalhos da tarde da V Conferência da Promoção Imobiliária, que decorreu esta terça-feira, dia 18 de Junho, em Lisboa e que reuniu algumas centenas de profissionais do sector, com organização da Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e da Vida Imobiliária.

    Na sua primeira intervenção pública junto da indústria, que representa volumes de investimento da ordem dos 15% do PIB nacional, a governante defendeu a necessidade de sector público e privado trabalharem conjuntamente para resolver a questão da habitação e criar soluções estruturais.

    “O problema da habitação está longe de ser resolvido e, por isso, é preciso trabalharmos em conjunto para dar os primeiros passos e criar um equilíbrio no sector”, declarou a secretária de Estado da Habitação, um desafio ao qual a indústria respondeu com a afirmação de que “está ao dispor do Governo e dos portugueses para conseguirmos ter mais habitação em Portugal”, nas palavras de Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII.

    O presidente da associação representativa deste sector frisou durante a conferência que “temos um problema habitacional há décadas” e que o mesmo “exige uma resposta complexa dada em conjunto”. Na sua perspectiva, é necessário repor a confiança de investidores e promotores, o que exige “medidas concretas e céleres”.

    “A conjuntura actual exigia uma mudança de paradigma, que a nova estratégia pública parece trazer ao propor-se dinamizar a oferta. Contudo, é preciso que esta mudança seja célere. Os portugueses precisam de mais casas a preços que podem pagar. E não podem esperar quatro anos. É fundamental urgência, celeridade e acção”, afirmou Hugo Santos Ferreira, destacando a redução do IVA na construção de habitação de 23% para 6%.

    Este foi um dos temas marcantes em debate no encontro com a titular da pasta da Habitação. Sem revelar uma data concreta para avançar com medidas nesta área e em que moldes serão realizadas, a responsável ressalvou que “é preciso tempo para trabalhar nesta medida e que a mesma não pode ser despida e isolada das outras medidas”.

    Patrícia Gonçalves Costa considera que “estas só farão sentido se forem todas tomadas em bloco e avançarmos com a mesma urgência para todos”, revelando que “precisamos de tempo, mas não estamos a trabalhar para o final de legislatura”. O Executivo defende que “a redução do IVA tem de ser trabalhada mais em pormenor para, no momento em que sai, ter benefícios para o promotor e para o utilizador. Não queremos avançar sem que haja esta garantia”.

    Em relação às medidas de uso do solo público, Patrícia Gonçalves Costa confirmou que o Governo está “a trabalhar no sentido de garantir a compatibilidade deste regime com outros diplomas já em vigor e que podem ter que sofrer alterações de maneira a não bloquear este interesse urgente na concretização, que é acelerar procedimentos e todas as parcerias que possam acontecer de privados com autarquias possam ser equilibradas”.

    Outro tema debatido foi o Simplex Urbanístico, uma medida que a APPII frisou ter sido bem acolhida pelo sector, embora com a necessidade de sofre correções e ajustes, também confirmada pela secretária de Estado garantindo, contudo, que “qualquer alteração não pode perder de vista o princípio essencial de simplificação e aceleração do processo administrativo”.

    Até Agosto, o Executivo pretende realizar as correções que têm a ver com as compatibilidades das portarias e, num momento à posteriori, resolver as questões mais profundas em conjunto com todos os stakeholders que têm vindo a ser auscultados.

    Em relação ao arrendamento acessível, evidenciou-se o built-to-rent e a importância do financiamento para esta área, com a Governante a anunciar que o Executivo está a “trabalhar várias linhas de financiamento que garantam um programa robusto de arrendamento, que poderá estar desenhado a mais breve trecho que o anunciado. O programa de arrendamento acessível também está a ser revisitado a nível de procedimentos, incluindo de valores de renda e garantir a confiança aos intervenientes para assumirmos o arrendamento como um produto estável e de confiança.”

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    Lisboa é o 8º destino para investimento em residências de estudantes na Europa

    A capital portuguesa emerge como um dos mercados com maior potencial de crescimento deste tipo de imobiliário entre 40 cidades europeias analisadas. Residências de estudantes na Europa terão défice de 3,2 milhões camas dentro de cinco anos, revela estudo internacional da JLL

    A procura por residências de estudantes (Purpose-built student accommodation, PBSA, no termo em inglês) de qualidade na Europa nunca foi tão elevada. O número de estudantes continua a crescer, reflectindo a crescente procura internacional pelas principais faculdades europeias. O interesse dos investidores também está a aumentar, atraídos pela solidez dos valores praticados e bom desempenho operacional. Contudo, a procura supera largamente a oferta existente, estimando-se que faltem 3 milhões de camas no stock para dar resposta às necessidades actuais. Este défice deverá agravar-se em mais 200.000 camas nos próximos cinco anos, mostra o relatório “European PBSA: Investing in the Future”, desenvolvido pela JLL.

    Este estudo analisa 40 cidades europeias em termos da procura por parte dos estudantes, da oferta de residências universitárias e do seu potencial de desenvolvimento, a maturidade do mercado, desempenho operacional, acessibilidade e adequação de eficiência energética do actual stock. Outra das conclusões essenciais deste estudo é o facto de a actual oferta de residências privadas de estudantes na Europa somar 800.000 camas, pelo que seria necessário crescer quatro vezes para satisfazer a procura existente. Esta procura sem resposta representa uma oportunidade de investimento de 450 mil milhões de euros, 34 vezes mais do que o recorde anual europeu de investimento imobiliário observado em 2022.

    O estudo da JLL elege, de entre estas 40 cidades, as 20 que se impõem como os destinos mais atractivos para investimento em nova oferta de PBSA, classificando Lisboa na 8ª posição do ranking liderado por Londres, Paris e Barcelona.

    A capital portuguesa é identificada como um dos “newcomers”, cidades emergentes que conjugam um forte crescimento da população estudantil com um custo de vida acessível, além de evidenciar o esforço realizado nos últimos anos para internacionalizar o ensino. De acordo com este relatório, o número de estudantes em Portugal cresceu 83% entre os anos lectivos de 2016/2017 e 2022/2023, e especificamente entre o segmento de alunos internacionais, a taxa de crescimento foi de 100%. De tal forma que Lisboa é a 10ª cidade com maior número de estudantes, contabilizando uma população universitária da ordem dos 170.000 alunos. Contudo, é também uma das cidades onde a escassez de oferta é mais acentuada, sendo a 4ª com maior carência de stock face à procura existente. Concretamente, a taxa de provisão existente em Lisboa é actualmente uma das mais baixas da Europa, com o stock actual a dar resposta a menos de 4% da procura activa.

    Lisboa consta, assim, entre as cidades com maior potencial de crescimento no investimento neste segmento de mercado, esperando-se que duplique o actual stock em cinco anos. Sem prejuízo, tal não configurará um choque de oferta, esperando-se que a taxa de provisão, mesmo com o novo investimento já previsto, se mantenha abaixo dos 10%.

    “Lisboa tem, de facto, uma procura elevada e crescente para as residências universitárias, quer por estudantes estrangeiros quer de mobilidade nacional. Actualmente a população internacional representa 16% da comunidade de estudantes universitários em Portugal, quando em 2010 a sua quota era de 6%. Com a vantagem de ser bastante mais diversificada, com representatividade de europeus, americanos, chineses e também de alunos do Médio Oriente, face a um padrão anteriormente dominado pelos estudantes oriundos dos PALOP”, começa por comentar Joana Fonseca, head of strategic consultancy & research da JLL. A mesma responsável acrescenta que “contudo, temos efectivamente um problema de falta estrutural de oferta e, de facto, é necessário bastante mais pipeline. Mesmo com o reforço previsto do stock que este estudo aponta e que coloca Lisboa entre as cidades com a taxa de crescimento da oferta mais elevada nos próximos cinco anos, vamos continuar muito abaixo das necessidades da procura, até mesmo num cenário conservador quanto ao crescimento do número de estudantes”.

    Em relação ao sector como produto de investimento, André Vaz, head of living & alternative investment da JLL, explica que “o PBSA é uma das classes de activos com maior dinâmica na Europa, essencialmente devido às yields mais atractivas face a outro tipo de activos e porque operacionalmente corre muito bem. Em Portugal, o potencial de investimento neste sector é enorme, porque partimos de um stock extremamente baixo face ao universo de procura que efectivamente existe”.

    Contudo, alerta este responsável, “existem bastantes desafios para o desenvolvimento deste tipo de produto. Por um lado, as questões de licenciamento, com processos muito demorados e o facto de não existir uma licença específica para PBSA. Por outro lado, as questões de localização e equação custo/retorno, que é comum a todos os mercados e que é também um tema relevante em Lisboa. A maioria dos polos universitários da capital situam- se em zonas prime, onde há falta de terrenos ou o custo de aquisição dos mesmos é muito elevado. Com os custos de construção actuais, comprar terrenos para PBSA implicaria um valor máximo de aquisição do solo na ordem dos 600€-700€, o que é uma tarefa difícil junto a estes hubs e que implicaria investir em áreas de influência mais alargadas. Isso é um desafio para os investidores e operadores, que pretendem entrar no mercado com produtos em zonas core. Contudo, há uma dupla circunstância que coloca Lisboa entre os destinos de investimento mais atractivos, nomeadamente ter um dos maiores índices de crescimento do número de estudantes e, simultaneamente, um dos menores stocks, com capacidade para satisfazer apenas 4% da procura”.

    O estudo da JLL revela que cerca de 40% da procura europeia de residências universitárias que não tem resposta – 1,2 milhões de camas – concentra-se nas 40 principais cidades universitárias, estimando-se que este défice aumente em mais 8% apesar do pipeline previsto de 130.000 novas camas, à medida que as universidades europeias continuem a registar crescimento de estudantes quer nacionais quer internacionais.

    Na última década, o número de estudantes na Europa e no Reino Unido cresceu 15%, alcançando-se uma comunidade estimada de 21,7 milhões em 2022/2023. A JLL estima que esta população vá crescer outros 10% até 2030/2031, o que se traduzirá num aumento nominal de 2,0 milhões de estudantes com necessidade de soluções de habitação face aos níveis de 2022/2023.

    Contabilizam-se cerca de 2,2 milhões de camas em residências universitárias nos principais mercados europeus, das quais apenas 40% são detidos por investidores institucionais privados. Os outros 60% são propriedade pública ou subsidiada, e muitas vezes restringem o acesso a estudantes nacionais e internacionais que não cumprem determinados critérios socioeconómicos. Contudo, quase metade do número de estudantes que acresceu à população universitária na última década é de origem internacional, o que significa que foram o grupo com maior índice de crescimento.

    Apesar do investimento em residências de estudantes na Europa ter registado um forte incremento entre 2008 e 2022, com uma taxa de crescimento anual da ordem dos 27%, inicialmente seleccionou quase exclusivamente o Reino Unido. Os principais mercados na Europa Continental teriam de crescer, em média, 13 vezes, para equiparar ao ritmo crescimento observado no Reino Unido entre 2008 e 2022. Para fazer face à procura insatisfeita, os maiores mercados de estudantes, como França e Alemanha, poderiam ver o investimento crescer de uma média de €500 milhões para €7.000 milhões. Em mercados mais emergentes, como Itália, ao ritmo actual que o investimento decorre, seriam precisos 100 anos para aplicar o investimento necessário.

     

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    Empreendimento Vertice chega ao Campo Pequeno

    Promovido pela Lantia e com arquitectura de Saraiva + Associados, a comercialização está a cargo da Savills, JLL e Porta da Frente Christie’s

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    ‘Vertice’ é o nome do mais recente empreendimento a figurar no Campo Pequeno, um dos ex-líbris da cidade de Lisboa. O projecto, promovido pela Lantia e com arquitectura de Saraiva + Associados, marcará a paisagem desta zona da capital. A comercialização está a cargo da Savills, JLL e Porta da Frente Christie’s.

    Na sua envolvente estão a praça do Campo Pequeno, a Avenida de Roma e Entrecampos, fazendo desta uma localização privilegiada no coração de Lisboa, próxima de alguns dos mais importantes acessos rodoviários e de redes de transportes como metro ou comboio. O projecto encontra-se, ainda, rodeado de escolas e universidades, cultura, arte, comércio, desporto e espaços verdes de qualidade.

    Com uma fachada com “design moderno e elegante” e interiores que se caracterizam pelas suas “áreas amplas, funcionalidade e acabamentos de qualidade superior”, o ‘Vértice’ conta com 119 apartamentos, com tipologias que vão desde o T0 a T5.

    O empreendimento encontra-se na vanguarda em relação aos critérios ESG (Environmental, Social and Governance), dando primazia à utilização de materiais sustentáveis, a uma reduzida pegada carbónica na sua construção e ao recurso a energias próprias e renováveis.

    Qualidade e critérios de sustentabilidade são as principais características destacadas pelas consultoras. Miguel Lacerda, Lisbon Residential director da Saviils Portugal considera que este empreendimento irá “marcar” o panorama dos empreendimentos residenciais em Lisboa “não só pelo seu design exterior e interior, mas também pelos seus elevados padrões em termos de critérios ESG”

    Um factor também salientado por João Cília, CEO da Porta da Frente Christie’s, cuja “elevada qualidade” e “localização central” o torna numa “oportunidade única”.

    Também Patrícia Barão, head of Residential da JLL Portugal, reforça a importância da localização e acessos existentes para quem queira viver no “coração” de Lisboa, assim como o “compromisso” com a inovação e a sustentabilidade.

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    Abril prolonga efeito da páscoa no alojamento local em Lisboa e Porto

    No mês que se seguiu à Páscoa, diárias mantiveram preços e ocupação média aumentou para 70% em Lisboa e 57% no Porto. Em Abril venderam-se 79.600 noites de AL em Lisboa e 65.460 no Porto, traduzindo maior procura do que a registada em Março, quando as duas cidades registaram 71.350 e 53.250 noites vendidas, respectivamente

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    A Confidencial Imobiliário divulgou os dados mais recentes das estatísticas do SIR-Alojamento Local, revelando que Abril prolongou o efeito positivo do período da Páscoa, com sustentação dos preços das diárias quer em Lisboa quer no Porto e um aumento dos níveis de ocupação nas duas cidades.

    Em Lisboa, o Alojamento Local registou uma ocupação média de 70% no mês de Abril, um resultado superior aos 65% verificados em Março. No Porto, este tipo de acomodação teve uma taxa média de ocupação de 57% em Abril, também superior aos 46% do mês anterior. Os níveis de preços praticados mantiveram-se relativamente estáveis entre os dois meses, comparando-se 119€ em Abril com 121€ em Março no caso de Lisboa, e 105€ com 104€, respectivamente, no caso do Porto.

    Traduzindo a maior dinâmica de ocupação, Abril registou também um acréscimo do RevPAR face ao mês anterior, com este indicador a atingir 80€ em Lisboa e 58€ no Porto, em comparação com os 76€ e 46€, respectivamente, observados no mês de Março.

    De assinalar ainda, o que parece ser a maior confiança dos operadores e proprietários neste mercado, com a oferta ativa a registar ligeiro acréscimo em abril face a março. Concretamente, em Abril contabilizavam-se 3.750 apartamentos T0/T1 activos em AL para ocupação na capital, mais do que os 3.550 registados em Março. No Porto, Abril somou 3.770 apartamentos T0/T1 com actividade no AL, também ligeiramente acima dos 3.700 registados no mês da Páscoa. Em qualquer dos casos, o volume de oferta activa em AL no mês de abril de 2024 é o mais elevado dos últimos quatro anos.

    Em Abril venderam-se 79.600 noites de AL em Lisboa e 65.460 no Porto, traduzindo maior procura do que a registada em Março, quando as duas cidades registaram 71.350 e 53.250 noites vendidas, respectivamente. Tal traduziu-se num volume de negócios de 9,5 milhões de euros em Lisboa e 6,9 milhões euros no Porto durante o mês de Abril.

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    Cushman & Wakefield responsável pela colocação da SKF no Alfrapark

    A multinacional sueca é a nova inquilina do parque empresarial localizado em Alfragide. Ao localizar a sua sede em Portugal no Alfrapark, a SKF junta-se aos inquilinos já presentes neste parque empresarial, como a Mondelez e Volkwagen Financial Services

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    Localizado em Alfragide, o Alfrapark, da autoria do arquitecto Frederico Valsassina, totaliza mais de 22.000m2 de espaço de escritório e cerca de 1.500 lugares de estacionamento. Os clientes têm à sua disposição restaurante, café, salas de congresso e reuniões, heliporto e grandes áreas verdes a envolver os edifícios. Em 2022, o Alfrapark deu início aos trabalhos de conclusão das infraestruturas do empreendimento, cuja conclusão beneficia os seus clientes e utilizadores: mais áreas verdes, áreas de circulação e zonas de estacionamento. Quando estiver concluído, terá mais de 35.000m2 de espaço de escritório. O empreendimento ganhou um novo inquilino: a SKF, multinacional sueca, especialista no fabrico de rolamentos, ocupa agora uma fracção no edifício F do espaço, numa operação liderada pela Cushman & Wakefield (C&W) C&W, em representação do proprietário

    Sobre esta operação, comenta: “A SKF procurava um espaço moderno e próximo das suas actuais instalações pelo que encontrou no Alfrapark, a localização, o ambiente empresarial e um espaço com qualidade, características que valorizam”, refere Afonso Almeida Fernandes, Consultor Sénior da Cushman & Wakefield

    “É com grande entusiasmo que damos as boas-vindas à SKF ao Alfrapark. Estamos honrados em tê-los como parte de nossa comunidade de negócios e confiamos que sua presença agregará imenso valor ao nosso ambiente corporativo. Acreditamos firmemente que a chegada da SKF trará novas oportunidades de colaboração, inovação e crescimento para todos os envolvidos. Sua reputação de excelência e compromisso com a qualidade certamente fortalecerá ainda mais o nosso ecossistema empresarial.”, sublinha por sua vez Pedro Galvão Pisco, administrador da Alfraparque, proprietária do empreendimento.

    Fundada em 1907, a SKF está actualmente presente em cerca de 130 países e conta com mais de 40.000 colaboradores e 17.000 distribuidores em todo o mundo. Ao localizar a sua sede em Portugal no Alfrapark, a SKF junta-se aos inquilinos já presentes neste parque empresarial, como a Mondelez, Volkwagen Financial Services, entre outros.

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    Novo projecto do Grupo Ferreira aposta em construção ‘off-site’

    “Com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, o processo construtivo permite reduzir o desperdício e obter um resultado mais uniforme e rigoroso”, explica o promotor, o Grupo Ferreira Holding

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    O  ‘The Yard’ é o novo empreendimento da Grupo Ferreira Holding (GFH). Localizado na zona dos Jardins da Arrábida, em Vila Nova de Gaia, o projecto de arquitectura tem assinatura do ODDA e curadoria do designer de interiores Rui Maciel.

    Uma das “principais bandeiras” do empreendimento é a sua aposta na sustentabilidade,  assumida desde a “concepção do projecto, na construção e sobretudo pensada para o futuro”. Esta mais-valia deve-se, em “grande parte” ao processo construtivo utilizado. “Com betão pré-fabricado, que passa por um apertado controlo de qualidade em fábrica, o processo construtivo permite reduzir o desperdício e obter um resultado mais uniforme e rigoroso”, explica o promotor.

    Este empreendimento oferece apartamentos de maiores dimensões, concebidos especialmente para famílias, sem deixar de lado as tipologias mais pequenas destinadas ao público mais jovem. Conta com um total de 92 unidades, com uma área média de 144m2, variando de T0 a T4, incluindo exclusivos duplex no último andar.

    Todos os espaços comuns, incluindo o ginásio, a área de co-working estão inseridos num lounge para os condóminos, que também dispõe de uma sala para crianças, uma sala de reuniões e uma sala de jantar gourmet.

    Viver em Vila Nova de Gaia está “estreitamente ligado à proximidade do mar e da natureza”, sendo esta a mensagem que o ‘The Yard’ pretende passar e que apesar de tudo esta a “um passo do Porto”, tornando o aspecto da acessibilidade um dos mais valorizados pelos clientes. Para integrar ainda mais a natureza, todo o design exterior foi planeado para que o edifício respire verde, com jardins verticais de plantas naturais preservadas na fachada.

    Rui Maciel, arquitecto e designer de interiores, com cerca de 20 anos de experiência, é o responsável pela curadoria da decoração de interiores, que se destaca pelos ambientes “requintados e luxuosos”. Segundo o designer “a ideia é que as pessoas sintam que estão a entrar num lobby de um hotel e não num típico hall de entrada de um prédio”.

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    Lisboa é a 100.ª cidade mais cara do mundo para expatriados

    Estudo “Custo de Vida” da Mercer aponta inflação, tendências económicas incertas, factores geopolíticos, guerras/crises locais e custos com habitação como os principais factores com impacto na decisão de seguir uma carreira internacional

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    Lisboa é a 100.ª cidade mais cara do mundo para expatriados, de acordo com a edição de 2024 do ranking “Custo de Vida”, divulgado pela consultora Mercer. A subida de 17 posições no ranking global em 2024 por comparação com o ano anterior revela um agravamento do custo de vida para quem decide vir trabalhar para a capital portuguesa. Atendendo apenas ao panorama europeu, Lisboa ocupa a 39.ª posição.

    O ranking “Custo de Vida” da Mercer, empresa do grupo Marsh McLennan, classifica o custo de vida de 226 cidades do mundo para expatriados a partir da análise do custo comparativo de mais de 200 itens em cada local, incluídos nas categorias de transporte, alimentação, vestuário, produtos domésticos e entretenimento. Este estudo pretende apoiar as empresas multinacionais na definição de políticas de compensação para colaboradores expatriados.

    Hong Kong segura uma vez mais a primeira posição do ranking, seguindo-se Singapura. Zurique, Genebra e Basileia são três das cinco cidades mais caras a nível mundial, podendo o elevado custo de vida da Suíça estar correlacionado com a sua qualidade de vida superior.

    O aumento do custo com habitação verificado em diversas cidades tornou a mobilidade num desafio para as organizações. A inflação é outro factor que está a diminuir o poder de compra e a exercer pressão sobre as políticas de compensação. Esta conjuntura deverá dificultar a atracção e retenção de talentos-chave, podendo aumentar os custos com benefícios/remunerações, assim como os custos operacionais e criando limitações à mobilidade dos colaboradores.

    “Os desafios do custo de vida têm um impacto significativo ao nível da mobilidade nas empresas multinacionais e nos seus colaboradores”, afirma Tiago Borges, Career Business Leader da Mercer Portugal. “É importante que as organizações se mantenham atentas às tendências e que tenham em conta o feedback dos colaboradores, de forma que possam gerir eficazmente o impacto destas questões”.

    “A subida do custo de vida leva a que os colaboradores repensem rotinas e reduzam despesas, podendo mesmo obrigar a um esforço adicional para que consigam satisfazer as suas necessidades básicas”, acrescenta. “Perante estes desafios, as empresas podem repensar a compensação associada à mobilidade, podendo, por exemplo incluir ou reforçar apoios à habitação prestar serviços de apoio ou explorar estratégias alternativas de atracção e retenção de talento”.

    No contexto europeu, além das quatro cidades suíças que surgem nas primeiras posições do ranking – Zurique (3.ª posição), Genebra (4.ª posição), Basileia (5.ª posição) e Berna (6.ª posição) –, as cidades mais caras são Londres (8.ª posição), Copenhaga (11.ª posição), Viena (24.ª posição), Paris (29.ª posição) e Amesterdão (30.ª posição).

    Por outro lado, Minsk, capital bielorussa, é a cidade europeia mais barata, ocupando a 212.ª posição. Outras cidades de baixo custo na Europa incluem Sarajevo (203.ª posição), Escópia (198.ª posição), Cracóvia (175.ª posição) e Breslávia (169.ª posição).

    Apesar de a economia europeia ter abrandado, há já sinais positivos de crescimento na maioria dos Estados-Membros da União Europeia. No Sul da Europa, verifica-se uma expansão económica mais acelerada, prevendo-se que a taxa de inflação anual diminua, o que indica uma maior estabilidade de preços.

    No panorama mundial, as duas cidades com um custo de vida mais elevado situam-se na Ásia, Hong Kong (1º posição no ranking) e Singapura (2º lugar), o que se deve sobretudo ao elevado preço das habitações. Estes importantes centros económicos atraem também um elevado número de colaboradores expatriados, o que também contribui para o aumento do custo dos bens.

    Todas as cidades norte-americanas estão classificadas nas 100 primeiras posições, com sete cidades entre as 20 primeiras. No extremo inferior estão as cidades do Canadá, sendo que a economia canadiana tem demonstrado uma forte resiliência e está a superar as expectativas. Toronto é a cidade canadiana mais cara (92.ª posição), seguida de Vancouver (101.ª posição). Por sua vez, o custo de vida nas cidades mexicanas registou um aumento significativo por comparação com o ano anterior, com a capital a ocupar a 33.ª e Monterrey a 115.ª posição, uma subida de 46 e 40 lugares, respetivamente.

    Na América do Sul, a capital do Uruguai, Montevidéu, é a cidade mais cara para colaboradores expatriados (42.ª posição). Devido às flutuações das taxas de câmbio e ao preço das habitações, v árias cidades sul-americanas registaram um movimento significativo por comparação com o ano anterior – Santiago, no Chile, caiu 73 lugares para a 160.ª posição do ranking, enquanto Bogotá, na Colômbia, subiu 40 lugares para a 174.ª posição.

    Já na região do Pacífico, a inflação deverá continuar a pressionar o poder de compra dos habitantes. Sydney (58.ª posição), na Austrália, é a cidade mais cara da região, ultrapassando Noumea, na Nova Caledónia, que ocupa a 60.ª posição, tendo subido 10 lugares.

    As cidades africanas mais caras são Bangui (14.ª posição), na República Centro-Africana, Djibuti, capital do país com o mesmo nome, (18.ª posição) e Djamena (21.ª posição), no Chade. Lagos (225.ª posição), na Nigéria, desceu 178 lugares desde o ano passado, sendo esta a maior alteração por comparação com o ano anterior. Esta mudança deve-se sobretudo às flutuações cambiais, incluindo as repetidas desvalorizações da naira.

    Na 15.ª posição, o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, é a cidade mais cara do Médio Oriente, enquanto Bombaim passou a ocupar a 136.ª posição e a ser a cidade mais cara da Índia.

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    Rivage Properties investe 20 M€ em imóvel de luxo junto ao rio Douro

    O ‘The View II’ é a primeira aposta da recém criada promotora que aposta na zona do Porto, onde já tem previstos mais três empreendimentos. Com 50% das fracções pertencentes à primeira fase já vendidas, a sua construção deverá estar concluída em 2026

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    A Rivage Properties acaba de lançar o The View II, um empreendimento de luxo com 29 apartamentos, situado na margem do Rio Douro, a 10 minutos do centro histórico do Porto, e que conta com um investimento de 20 milhões de euros.

    A comercialização do edifício arranca já em Junho, sendo que já se encontram vendidas 50% das fracções pertencentes à primeira fase. A sua construção deverá estar concluída em 2026.

    Com a assinatura  do arquitecto Paulo Merlini, o empreendimento de sete andares, é inspirado nos “socalcos da região vinhateira e desenhado para integrar a paisagem do Douro” e caracteriza-se por “espaços amplos, luz natural e varandas e piscinas privadas, com vista para o rio Douro”. Os futuros moradores terão, também, acesso a um ginásio totalmente equipado e um espaço de co-living.

    O The View II reflecte, também, um compromisso com a sustentabilidade, através da escolha diferenciada dos seus materiais e da sua frente virada a Sul, que diminuem a necessidade de consumo energético.

    Para João Ribeiro, CEO e fundador da Rivage Properties, o The View II espelha os objectivos da empresa enquanto promotora imobiliária de luxo. “Para nós, é importante investir em locais estratégicos que valorizem o património cultural e promovam, acima de tudo, uma boa qualidade de vida. Pretendemos expandir o nosso portfólio e realizar mais investimentos diferenciados, que se integrem no ambiente e que tenham um papel no desenvolvimento local da região, além de ser prioritário que estes tenham um sentido de comunidade, através de espaços que incentivem a interacção e a convivência”, refere o responsável.

    A arrancar no mercado imobiliário, a Rivage Properties está a apostar no Grande Porto, onde já conta com outros três projectos de luxo, dois deles na Foz do Douro e nas Antas e um terceiro também na marginal do Rio Douro, em Gondomar, com um investimento total de 45 milhões de euros.

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    Fusões e Aquisições movimentam 4,3MM€ em 2024

    Número de transacções diminui em 24% em comparação a 2023, embora o capital mobilizado tenha registado um aumento de 0,5%. O sector de Real Estate foi o mais activo no período, com 36 transacções, de acordo com o mais recente relatório do TTR Data

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    Entre Janeiro e Maio de 2024, o mercado transaccional português registou a concretização de 199 operações, que totalizaram 4,3MM euros . Destas, 37% revelaram seus valores, conforme aponta o mais recente relatório do TTR Data. De acordo com a análise, estes números representam uma queda de 24% no número de transacções em comparação com o mesmo período de 2023, no entanto, salienta o relatório, houve um aumento de 0,5% no capital mobilizado.
    No mês de Maio, foram registadas 21 fusões e aquisições, entre anunciadas e encerradas, que totalizaram um valor total de 828,92 milhões de euros.
    Em termos sectoriais, o sector de Real Estate foi o mais activo nos primeiros cinco meses de 2024, com 36 transacções, seguido pelo sector de Internet, Software & IT Services com 19 operações, o qual registou uma queda de 39% quando comparado com igual período de 2023.

    Âmbito Cross-Border

    No âmbito Cross-Border, quanto à número de transacções, a Espanha e França, foram os países que mais investiram em Portugal no período, contabilizando 27 e 15 transacções, respectivamente. Em sentido inverso, as empresas portuguesas escolheram a Espanha e o Reino Unido como principal destino de investimento, com 13 e sete transacções, respectivamente.
    As aquisições estrangeiras no sector de Tecnologia e Internet aumentaram em 56% em comparação ao mesmo período de 2023.

    Private Equity, Venture Capital e Asset Acquisitions

    Até Maio de 2024, foram contabilizadas 18 transacções de Private Equity e um total de 527 milhões de euros.
    Em Venture Capital, foram realizadas 44 rodadas de investimentos e um total de 215 milhões de euros, representando uma queda de 30% no número de transacções.
    No segmento de Asset Acquisitions, foram registadas 53 transacções com um valor de 1,7 mil milhões de euros, representando uma queda de 8% no volume de operações.

    The Oitavos é destaque no período em análise
    A transacção destacada pelo TTR Data em Maio de 2024, foi a venda pela Quinta da Marinha do The Oitavos para o BTG Pactual, Square View e Green Jacket. O valor da transacção é de 160 milhões de euros. A operação contou com a assessoria jurídica em lei portuguesa dos escritórios Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados e VdA, Vieira de Almeida. Do lado financeiro, foi assessorada pelo BTG Pactual e em Due Diligence pela EY Portugal.

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