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JLL coloca IT Sector no Porto Office Park

A tecnológica irá ocupar uma área de 1 725 m2 onde irão funcionar os seus escritórios na Invicta

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O departamento de Office Agency da JLL colocou a IT Sector no POP – Porto Office Park. Com o arrendamento de uma área de 1.725 m², a tecnológica irá aí instalar os seus novos escritórios na Invicta.

“Mais do que uma novidade no mercado, o POP – Porto Office Park distingue-se por ser um projecto de escritórios de excelência, que veio colmatar algumas das dificuldades que enfrentávamos para satisfazer os mais exigentes critérios de qualidade de uma certa procura que continua na cidade, com especial destaque para o sector de IT que, mesmo neste ano atípico, continua a ser um dos mais activos na procura de escritórios na região. A coroar a qualidade de toda a infraestrutura, a proximidade aos transportes públicos e a variedade de serviços e amenities oferecidos no edifício são, sem dúvida, factores muito valorizados pelos seus ocupantes no processo de tomada de decisão, como aliás ficou patente nas duas operações já concluídas pela nossa equipa neste projecto”, comenta Mariana Rosa, head of office, logistics agency & transaction management da JLL Portugal.

Promovido pelo Grupo Violas Ferreira e concluído no final do ano passado, o POP – Porto Office Park preconiza a nova geração de escritórios da cidade do Porto, investindo na qualidade, eficiência e tecnologia. Uma aposta certificada pelo mundialmente conhecido sistema BREEAM, que lhe atribuiu a classificação de «Excelente» na categoria International New Construction.

Com uma área de construção de aproximadamente 30.000 m², o POP é composto por dois edifícios de escritórios com nove pisos acima do solo, oferecendo áreas médias por piso de 1.725 m², aos quais se somam outros três pisos de estacionamento subterrâneo com 600 lugares. Rodeado por 15.000 m² de áreas verdes exteriores, disponibiliza uma panóplia de espaços e serviços comuns aos seus ocupantes, incluindo auditório, salas de reunião e eventos, cafetaria com área lounge exterior e serviço de concierge, entre várias outras comodidades como restaurante, ginásio e campos de padel.

Situado na avenida Sidónio Pais, na zona da Boavista, em pleno centro do CBD do mercado de escritórios do Porto, tem na localização um dos seus pontos fortes, já que se trata de uma área “dotada de óptimos acessos rodoviários e de uma extensa rede de transportes públicos”.

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Obras de restauro do Convento de Nossa Senhora da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor, arrancam em 2022

Entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4,5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo

As obras de valorização e conservação do Convento de Nossa Senhora da Conceição – Museu Rainha Dona Leonor, vão arrancar no início de 2022 e tem um prazo de execução de 18 meses.

O investimento ascende a 1,7 milhões de euros e o financiamento é assegurado por fundos comunitários do Programa Operacional regional, no âmbito de candidatura apresentada ao Alentejo 2020, pela Associação Portas do Território, na sequência de uma parceria constituída entre a Direcção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a Associação Portas do Território e a Câmara Municipal de Beja.

A empreitada compreende a reparação de coberturas, caixilharias exteriores e rebocos interiores e exteriores, renovação da instalação eléctrica, melhoria das condições gerais de acesso e de funcionamento.

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A esta intervenção segue-se uma outra, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento complementar de mais 2,8 milhões de euros. Estas obras, que terão início no primeiro trimestre de 2023 e deverão estar concluídas no final do ano seguinte, contemplam intervenções de conservação e restauro no interior, a instalação de sistemas de climatização, iluminação e vigilância, a reabilitação do Claustro, a melhoria das condições gerais de acessibilidade, assim como a reabilitação dos terraços e a instalação de rede wifi.

Assim, nos próximos três anos, entre 2022 e 2024, serão investidos mais de 4, 5 milhões de euros neste monumento nacional e emblemático do Alentejo. O Convento de Nossa Senhora da Conceição encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922. O Museu Regional de Beja, instalado no Convento, integra desde Dezembro de 2019 a Direcção Regional de Cultura do Alentejo.

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CUF: 50M€ na construção de um novo hospital

A CUF vai investir 50M€ na construção de um hospital em Leiria, cujo funcionamento está previsto para 2025 e que irá criar mais de 300 postos de trabalho. O projecto esta já em fase de licenciamento

A CUF vai investir 50 milhões de euros na construção de um hospital em Leiria, junto ao Itinerário Complementar 2, cujo funcionamento está previsto para 2025.

A apresentação do futuro Hospital CUF Leiria, foi feita esta semana, o projecto é realizado em parceria com o grupo local Mekkin, disponibilizará “uma clínica diferenciada, equipamento e tecnologia de diagnóstico e tratamento de última geração, sendo uma unidade hospitalar capaz de responder, com qualidade e segurança, até aos casos mais complexos”, adiantou o presidente da comissão executiva da CUF, Rui Diniz. “A CUF tem vindo a apostar numa estratégia de expansão, procurando proporcionar acesso a cuidados de saúde com diferenciação e qualidade em diferentes regiões do país”, acrescentou o responsável.

A nova unidade hospitalar terá uma área de mais de 12 mil metros quadrados e irá contar com mais de 30 camas de internamento, incluindo uma Unidade de Cuidados Intermédios, três salas de bloco operatório e 34 gabinetes de consulta.

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Entre a oferta disponibilizada conta-se ainda os serviços de Imagiologia, Atendimento Médico Não Programado Adultos e Pediátrico, Hospital de Dia Médico e Oncológico, contando com mais de 20 especialidades médicas e cirúrgicas.
Com conclusão prevista para 2025, o Hospital CUF Leiria irá criar mais de 300 postos de trabalho, directos e indirectos, e ficará localizado na Urbanização da Quinta da Malta, local onde já a partir de 2022 irá nascer uma Clínica CUF para responder às necessidades da população com uma vasta oferta de consultas e exames.

O projecto terá uma área de influência de mais de meio milhão de habitantes da região Centro, abrangendo as zonas de Leiria, Coimbra, Torres Vedras e Santarém.

A Rede CUF conta com um milhão de clientes no país distribuídos por 19 hospitais e clínicas, implementados em Lisboa, Porto, Almada, Oeiras, Cascais, Sintra, Mafra, Torres Vedras, Santarém, Coimbra, Viseu, S. João da Madeira e Matosinhos. Com mais de sete mil colaboradores, a rede realizou dois milhões de consultas, 860 mil exames, mais de 320 mil urgências e 55 mil cirurgias, em 2020, refere a CUF.

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Obras licenciadas cresceram 12% até Setembro

Durante os primeiros nove meses do ano foram licenciados 13 972 obras em edifícios residenciais No mesmo período o consumo de cimento cresceu 6,6% face ao período homólogo

As obras licenciadas em edifício residenciais cresceram 12% até Setembro, para um total de perto de 14 mil obras, revelou a AICCOPN – Associação das Industriais de Construção Civil e Obras Públicas, na Síntese Estatística da Habitação, referente ao mês de Novembro.

Até ao final de Setembro, o consumo de cimento no mercado nacional totalizou 2,87 milhões de toneladas, o que corresponde a um acréscimo de 6,6%, em termos homólogos.

“Esta variação foi fortemente influenciada pelo crescimento ao nível dos fogos licenciados em construções novas que, registam um aumento de 15,3%, em termos homólogos uma vez que, no que concerne ao licenciamento das obras de reabilitação, apura-se uma variação de apenas 1,2%, também em termos homólogos”, refere a AICCOPN.

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Relativamente ao crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação este registou, até Setembro, um crescimento de 37,8% face mesmo período de 2020, totalizando 11 157 milhões de euros.

No mês de Setembro, o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário apresenta uma valorização de 9,6% em termos homólogos, em resultado de variações de 11,0% nos apartamentos e de 4,7% nas moradias.

A associação do sector destaca nesta edição a região do Alentejo, onde o número de fogos licenciados em construções novas nos doze meses concluídos em Setembro deste ano, foi de 1.044, o que traduziu um crescimento de 9,1%, face aos 957 alojamentos licenciados nos doze meses anteriores. Destes, 5,3% são de tipologia T0 ou T1, 15,2% são de tipologia T2, 52,8% de tipologia T3 e 26,7% de tipologia T4 ou superior.

Observando ainda o mês de Setembro, em relação ao valor de avaliação bancária na habitação nesta região verificou-se uma subida homóloga de 4,6%.

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‘Collecting Architectural Ideas’: Niall Hobhouse à conversa com Álvaro Siza

A iniciativa tem lugar esta quarta-feira, dia 24 de Novembro, às 17h30, no Auditório Fernando Távora. A organização é da FAUP e da Associação Cultural Contentor e Conteúdo

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A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e a Associação Cultural Contentor e Conteúdo organizam a conferência ‘Collecting Architectural Ideas’ com Niall Hobhouse, seguida de conversa com Álvaro Siza. De entrada livre, a iniciativa tem lugar esta quarta-feira, dia 24 de Novembro, às 17h30, no auditório Fernando Távora.

O evento integra a programação do 40º aniversário da FAUP, na sua linha relativa ao olhar sobre obras e espólios de antigos docentes, e é, simultaneamente, a primeira sessão de cinco do ciclo de conferências e conversas ‘The Art of Collecting Architecture: From Drawings to Real Estate’ da Associação Contentor e Conteúdo, no qual se “pretende debater o estado da arte do coleccionismo de arquitectura no panorama internacional, desde desenhos e maquetas a edifícios de autor, com alguns coleccionadores de referência na área”.

A apresentação estará a cargo da arquitecta Susana Rosmaninho [Contentor e Conteúdo] e a moderação da conversa será assegurada pela arquitecta Ana Neiva, docente convidada da FAUP e doutorada com a tese ‘Exhibiting Portuguese Architecture. Twentieth-century Curatorial Strategies’.

Niall Hobhouse é coleccionador de arte, desenhos, esquissos e maquetes de arquitectura. Editor e autor de diversos textos e livros sobre arquitectura e curadoria, exerceu cargos em várias instituições, nomeadamente Holburne Museum, em Bath, National Museums of Liverpool, Canadian Centre for Architecture; Campaign for Museums; Sir John Soane’s Museum, entre outros. Em 2015, foi distinguido com o RIBA Honorary Fellow.

É, actualmente, o director da Drawing Matter, considerada a mais extensa colecção particular de desenhos de arquitectura, integrando material que data do século XVI até aos dias de hoje. Localizada numa quinta em Somerset, Inglaterra, a colecção conquistou visibilidade através do seu site/repositório, publicações, workshops e, em especial através de duas grandes exposições: ‘Land Marks: Structures for a Poetic Universe’ [curadoria – Nicholas Olsberg e Markus Lähteenmäk] na Hauser & Wirth Somerset, em 2015; e ‘This Was Tomorrow: Reinventing Architecture 1953–1957’ [curadoria – Markus Lähteenmäki, Manuel Montenegro e Nicholas Olsberg com Hubertus Adam], no S AM Swiss Architecture Museum em Basel, em 2016.
Em 2014, a Drawing Matter adquiriu um número considerável de desenhos e cadernos de esquissos de Álvaro Siza, relacionados com os seus principais projectos de habitação social no pós-25 de Abril, que tem sido alvo de vários ensaios e publicações.
Recentemente, em 2021, a Drawing Matter distinguiu o estudante Ahmed Belkhodja, do Programa de Doutoramento em Arquitectura (PDA) da FAUP, com o Drawing Matter Writing Prize 2021, na categoria “General Archive”.
A conferência conta com o patrocínio da empresa Tintas Cin e com o apoio da OLI.
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Tecnoplano adquire 100% do capital da Integra Mais

A empresa passa, assim, a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores

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A Tecnoplano decide dar mais um passo na sua estratégia de crescimento e adquire 100% do capital da Integra Mais, passando assim a ter um departamento ‘one-stop-shop’ para o sector residencial de luxo, integrando projecto, construção/remodelação e decoração de interiores.

Com o negócio da compra e venda de casas de luxo em crescimento Portugal, tendo sido um dos segmentos imobiliários residenciais que melhor resposta deu durante a pandemia da Covid-19, a empresa considera que desta forma consegue oferecer uma melhor oferta de serviços aos seus clientes, como explica Bernardo Matos de Pinho, administrador executivo da Tecnoplano: “A aquisição de 100% do capital da Integra Mais faz parte da nossa estratégia de podermos oferecer aos nossos clientes um serviço cada vez mais 360º e chave na mão”.

Agora, e à frente desta “nova” Integra Mais está Francisca Bettencourt, assumindo funções de Gestão da Unidade de Negócio e Comerciais. Licenciada em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa, com um PAGE da Universidade Católica Portuguesa e Curso de Avaliação Imobiliária da Escola Superior de Actividades Imobiliárias, Francisca Bettencourt conta com mais de 20 anos de experiência na Coordenação e Gestão de Projectos ‘Design & Build’ e com um “extenso portfólio” nas áreas de Habitação, Retail, Fit Out Escritórios e Imobiliária.

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Para a nova directora geral da Integra Mais, este novo rumo será “uma grande mais-valia num mercado que sabemos que está a crescer em Portugal”. “Passarmos a integrar na totalidade a Tecnoplano tranquiliza-nos pois fazemos parte de um Grupo com um know-how e expertise de mais de 55 anos que nos irá certamente permitir ampliar a oferta e torná-la cada vez mais completa”, acrescenta.

De destacar, que a Integra Mais conta já com mais de 15 anos de experiência no mercado e resulta da fusão do atelier Graça Viterbo – Arquitectura de Interiores e Decoração e a Tecnoplano, que, passa agora, a deter a totalidade da empresa.

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Engie Hemera implementa “maior sistema de autoconsumo fotovoltaico” em Cacia

Os cerca de 13 mil módulos instalados irão permitir uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2

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A Engie Hemera está a implementar na fábrica da Renault em Cacia, situada no concelho de Aveiro, o “maior sistema solar de autoconsumo fotovoltaico” em Portugal.

Com esta solução, a fábrica do Grupo Renault que produz órgãos e componentes para a indústria automóvel desde Setembro de 1981, vai passar a produzir e a consumir agora energia verde nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a descarbonização e sustentabilidade, a poupança de energia e a aposta estratégica de produção de energia própria.

Os cerca de 13 mil módulos instalados ocupam um terreno com uma área total de 46 mil metros quadrados, o equivalente a mais de quatro campos de futebol. Atingem uma potência instalada superior a 6 megawatt-pico (MWp), gerando, em média, uma produção energética anual de 8 GWh.

A instalação destas unidades de produção para autoconsumo (UPAC) permite uma poupança energética de 13% à Renault Cacia, reduzindo assim a sua pegada ecológica, evitando a emissão de 1,8 mil toneladas de CO2.

Para estes 13% do seu consumo, a Renault deixa de estar exposta às flutuações do preço de mercado da electricidade, durante os próximos 25 anos, numa altura em que estes preços batem recordes.

Duarte Caro de Sousa, director-geral da Engie Hemera, sublinha que “este projecto, o maior sistema de autoconsumo fotovoltaico em Portugal, permite à Renault Cacia dar um passo fundamental rumo à transição energética. A aposta permite a esta instalação fabril produzir a sua própria energia, ainda mais verde, e obter elevadas poupanças na sua factura energética”.

Por sua vez, Christophe Clement, director-geral da Renault Cacia, salienta que “este é um investimento estratégico e representa um passo importante no compromisso do Grupo Renault na descarbonização das nossas fábricas em toda a Europa, até 2030. A Engie Hemera revelou-se desde a primeira hora o parceiro ideal para este projecto ambicioso e no qual depositamos muitas esperanças, a todos os níveis”.

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Portugal terá mais 1M de idosos em 2050 e precisará de mais 55 mil camas

Estudo desenvolvido pela CBRE analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal. O investimento em activos de saúde e residências seniores é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos

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De acordo com o estudo ‘Building a healthier and more thriving future’, divulgado pela consultora imobiliária CBRE, mais de um terço da população residente em Portugal em 2050 será sénior, o que equivale a um total de 3,3 milhões de pessoas (mais 1 milhão que os actuais 2,3), pelo que serão necessárias mais 55 mil camas em residências seniores, metade do que existe actualmente.

Esta é uma das principais conclusões do estudo desenvolvido pelo departamento de Research da CBRE, que analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal, destacando a atractividade destes activos para operadores e investidores.

O potencial de crescimento da procura é elevado

Portugal é actualmente o terceiro país na Europa com um maior peso de população idosa (+ 65 anos) e em 2050 será o primeiro. Consequentemente, o índice de dependência está previsto quase duplicar nos próximos 30 anos, tornando-se em 2050 o mais elevado na Europa, com uma estimativa de 63 idosos para cada 100 pessoas em idade activa.

Apesar de ser dos países com maior esperança média de vida na Europa, é também onde o número médio de anos de vida sénior saudável é menor.
O elevado preço das residências seniores tem sido um dos entraves ao crescimento da oferta, mas a população está mais consciente e começa a criar complementos à reforma

O valor de uma estadia numa residência privada é elevado para o rendimento médio dos portugueses, pois inclui elevados custos de pessoal associados a um acompanhamento 24 horas e a serviços médicos, tornando-se um dos principais obstáculos ao crescimento da oferta em Portugal.

Os preços em residências privadas variam consideravelmente consoante o grau de dependência do residente, cuidados médicos necessários e serviços adicionais (como actividades de lazer, cabeleireiro, etc.). O preço base médio numa residência privada com uma gestão profissionalizada é de aproximadamente 1.200 euros, o que representa um custo muito elevado face ao valor médio das pensões de reforma, que é de 5.811 euros/ano, ou seja, 484,25 euros/ mês, em Portugal, atingindo um valor máximo de 771,25 euros/mês em Oeiras.

Contudo, a população portuguesa, nomeadamente da classe média, está hoje mais consciente deste problema e utiliza soluções particulares de poupança, incluindo o esforço de aquisição de casa, cujo valor poderá ser monetizado ou rentabilizado na velhice para suportar o pagamento dos cuidados necessários na idade maior. Importa lembrar que em Portugal 75% das casas são propriedade do próprio ocupante e a venda ou o arrendamento da mesma permitirá complementar o valor da reforma.

Por outro lado, diversos factores como a segurança, o clima e os incentivos fiscais têm contribuído para a atracção de estrangeiros reformados para Portugal, os quais, de um modo geral, têm um valor de reformas muito superiores aos dos portugueses. O aumento de estrangeiros a viver em Portugal tenderá a reflectir-se num acréscimo da oferta de residências sénior de maior qualidade e com uma maior oferta de equipamentos e serviços.

A oferta residencial destinada à população sénior é ainda escassa e pouco qualificada. No entanto, estão a surgir novos operadores com ambiciosos planos de crescimento

Em Portugal, a oferta de alojamento para a população sénior integra as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e é complementada pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e por algumas residências para idosos independentes.

Existem actualmente cerca de 100.500 camas em ERPI, das quais apenas 23% pertencem a entidades privadas com fins lucrativos. Acrescem pouco mais de 10 mil camas na RNCCI, mais de metade geridas por Misericórdias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a oferta de camas em residências para seniores deve corresponder a 5% da população idosa. Deste modo, Portugal está actualmente com um défice de 4.500 camas e até 2050, deveriam ser criadas pelo menos mais 55.000, ou seja, metade do que existe actualmente. Tendo em conta a previsão de população acima dos 80 anos, a CBRE considera que as necessidades poderão ser muito superiores.

Para cumprir este objectivo, será necessária uma maior participação do sector privado. Diversos operadores de residências para seniores estrangeiros entraram recentemente em Portugal e têm já residências em funcionamento ou em projecto, como a Opera, a Domus Vi, a Domitys e a Clece; juntando-se a operadores portugueses como a UHub, a Amera, a BF, entre outras, também a expandir neste sector.

A CBRE tem conhecimento de mais de 20 projectos em construção ou em fase de licenciamento, compreendendo uma capacidade superior a 1.500 camas. Dada a escassez de oferta, prevê-se que possam surgir mais.

Investimento em Portugal é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos
O investimento em activos de saúde e residências seniores tem verificado um crescimento expressivo em muitos países europeus. Em Portugal, há poucas evidências de transacções realizadas sobre imóveis já a gerar rendimento, destacando-se algumas aquisições por parte do fundo francês Pierval Santé e a compra do Expo Living (que integra a Residência Montepio Parque das Nações) por parte da Square Asset Management.

No entanto, a CBRE acredita que o desenvolvimento de novos projectos e a entrada e expansão de diversos operadores irá impulsionar o investimento nesta classe de activos nos próximos anos, nomeadamente através de contratos de projectos e forward finance, onde o investidor acorda a aquisição do imóvel antes do mesmo se encontrar concluído.

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Neolith cresce como fornecedor especializado de pedra sinterizada dos EUA

A abertura dos três novos centros da Neolith e a expansão da sua rede de distribuição, permitem responder às necessidades crescentes da comunidade de arquitectos e decoradores dos EUA e contribuem para o reforço do grupo no mercado

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Na esteira da sua forte estratégia de crescimento no mercado norte-americano, a Neolith, empresa líder mundial no sector da pedra sinterizada, acaba de abrir um novo centro de distribuição com 4.200 metros quadrados em Nova Jersey, destinado a cobrir a região de Nova Iorque e a área tri-estatal.

O novo centro de distribuição da Neolith acontece na sequência das recentes aberturas de dois centros de última geração em Atlanta (Georgia) e Miami (Florida), com uma área total de 9.500 metros quadrados de superfície. A empresa passa assim a dispor, de forma directa e através da sua rede de parceiros, de um total de 35 centros de distribuição nos EUA, convertendo-se desta forma no maior distribuidor de pedra sinterizada neste país.

“Conforme anunciámos aquando do nosso plano de expansão de negócio para todo o mundo, os EUA são um mercado estratégico para nós. É com grande satisfação que anunciamos a concretização do nosso objectivo”, refere José Luis Ramón, CEO do Grupo Neolith. “Temos uma excelente perspectiva de crescimento para os EUA, que este ano será superior a 50%, devido ao forte aumento da procura que a pedra sinterizada está a registar. Os segmentos de decoração de cozinhas, casas de banho e também design de interiores são aqueles que estão a crescer de forma mais significativa.”

A abertura dos três novos centros da Neolith, e a sua rede de distribuição, permitem responder às necessidades crescentes da comunidade de arquitectos e decoradores dos EUA, para a qual a marca dispõe de uma equipa de design especialmente vocacionada para este mercado e que é, além disso, responsável também por criar uma linha de design, cores e colecções especialmente concebidas para inspirarem o mercado norte americano.

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OTIS reforça a sua presença no centro do país

A OTIS foi a escolhida pelo Glicínias Plaza Shopping Center, para o mais recente projecto de ampliação e renovação do Centro Comercial da cidade de Aveiro, com equipamento e manutenção de um total de 16 unidades

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A OTIS foi a escolhida pelo Glicínias Plaza Shopping Center, para o mais recente projecto de ampliação e renovação do Centro Comercial da cidade de Aveiro, com equipamento e manutenção de um total de 16 unidades, entre elevadores e escadas rolantes.

Neste projecto a sustentabilidade está bem patente na selecção das quatro escadas rolantes Link™, cujo modelo é de última geração e ainda com uma estética e acabamentos, renovados e exclusivos. O Glicínias Plaza Shopping Center foi ainda equipado com elevadores Gen2 Stream, com capacidade até 2500 Kg e elevadores Gen2 Life, com capacidade até 1600 Kg.

“Este projecto é muito importante uma vez que, não só aumentamos o nosso portfolio, como reforçamos a presença da marca no centro do país, geografia também estratégica para a OTIS. Neste projecto também é visível a nossa preocupação em termos de sustentabilidade e a sua aplicabilidade nos nossos equipamentos”, de acordo com Filipe Oliveira, director de Negócio de Novos Equipamentos da OTIS Portugal

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Este novo projecto foi implementado pelas delegações da OTIS, na zona centro, o que permitiu uma maior proximidade e apoio local ao projecto a nível 360º, desde a consultoria e acompanhamento, à execução do projecto, até ao serviço pós-venda de entrega e montagem. O serviço de manutenção dos elevadores e escadas rolantes, está também entregue à OTIS, com os requisitos de exigência próprios deste serviço num espaço que movimenta milhares de pessoas diariamente. A OTIS disponibiliza na região centro do país 3 delegações com mais de 40 colaboradores para uma total proximidade e rapidez de resposta aos seus clientes desta área do país.

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Senceramic, Stonex ou Surfex são as novidades da ROCA

A Roca apresenta três novos designs de bases de duche antiderrapantes que proporcionam uma sensação reconfortante, quando em contacto com os pés

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Feitas de materiais exclusivos, estas peças aliam carisma e funcionalidade a qualquer espaço de banho. Para estas bases de duches há ainda a possibilidade de escolher a que melhor se adequa a cada espaço de banho: Senceramic, Stonex ou Surfex.

Senceramic, em porcelana vitrificada muito fácil de limpar, já que a sua porosidade nula evita a absorção de humidade ou a proliferação de bactérias. Com uma superfície texturizada de agradável sensação ao toque, a segunda proposta Senceramic é resistente a produtos abrasivos e à luz ultravioleta, mantendo assim as suas propriedades ao longo do tempo. Além disso, graças ao seu formato ultrafino, as bases de duche podem ser instaladas ao nível do chão, criando um espaço de duche sofisticado e cheio de personalidade. Esta proposta é apresentada nas cores branco mate, bege, café, pérola ou ónix, multiplicam-se as possibilidades de combinação com outras peças do espaço de banho. A válvula central, numa muito discreta forma circular e de desenho rectangular completa o design desta base de duche de porcelana, disponível em dez tamanhos que variam entre 1000 x 700 mm e 1800 x 800 mm.

A Roca desenvolveu uma mistura exclusiva de resinas de alta qualidade e cargas minerais para criar Stonex, uma fórmula altamente resistente com a qual as bases de duche de ardósia são fabricadas e com um desempenho melhorado. Uma textura rugosa inovadora e antiderrapante que gera uma sensação muito natural ao toque. Resistente ao desgaste, à descoloração ou a agentes químicos, proporciona durabilidade e facilidade de limpeza, graças à sua porosidade nula. Com um formato ultrafino que se integra perfeitamente no chão da casa de banho, este material é tão versátil que oferece múltiplas possibilidades de corte e design em diferentes modelos.

De extraordinária suavidade ao toque, Surfex é o material com que são produzidas as bases de duche antiderrapante Modo. Altamente moldável, Surfex consiste numa mistura de minerais e resinas, altamente resistentes a altas temperaturas, impactos e produtos químicos de limpeza. O conforto da textura e a sua impecável aparência mate fazem de Modo uma proposta de grande impacto visual com um design ultrafino e uniforme, em branco. Em formato rectangular e com descarga circular no mesmo material, Modo está disponível em medidas que vão de 1000 x 700 a 1600 x 800 mm.

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