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Cushman & Wakefield responsável pela gestão de projecto da Huawei Portugal

O novo escritório resultou da expansão da empresa no edifício Art’s e totaliza, agora, com 1.800 m2 distribuídos por dois pisos

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A Cushman & Wakefield foi a consultora responsável pela gestão de projecto dos novos escritórios da Huawei Portugal. O novo escritório surgiu na sequência de uma expansão da empresa no edifício Art’s no Parque das Nações, e totaliza agora com 1.800 m2 distribuídos por dois pisos.

A equipa de gestão de projectos da Cushman & Wakefield, em estreita colaboração com a Huawei, prestou um serviço integrado de design e gestão, incluindo procurement e gestão de concursos das entidades executantes/fornecedores; gestão de projecto, e obra nas várias fases do processo.

A expansão e modernização da sede da Huawei em Lisboa, segundo Diogo Madeira da Silva, Head of Public Affairs & Communications da Huawei Portugal, “materializa o investimento em Portugal e a cada vez maior consolidação da empresa no nosso país, atestada pelo crescimento que temos vindo a registar ao longo de mais de 15 anos”.

De acordo com Rui Rodrigues e Ricardo Passarinho, da equipa de Gestão de Projeto da Cushman & Wakefield, “no âmbito da parceria internacional entre a Huawei e a Cushman & Wakefield, fomos convidados para desenvolver o projecto de expansão e remodelação dos seus escritórios em Lisboa”.

Nesse sentido, referiu Rui Rodrigues, “o foco principal do projecto passou por modernizar e adaptar os escritórios à realidade actual da empresa, sem descurar a sua identidade e imagem corporativa”, ainda acrescentando que, no interior do escritório, “foram idealizadas diferentes soluções práticas e estruturadas, proporcionando ambientes personalizados às várias necessidades do cliente”.

Para os novos escritórios da Huawei Portugal, a conjugação das cores e dos materiais foi pensada de forma a criar um ambiente de trabalho moderno, estimulante e confortável, assumidamente direccionado para uma equipa multicultural, tendo essas premissas desempenhado um papel fundamental na materialização de uma atmosfera corporativa.

“O facto de termos passado parte da obra em plena fase de confinamento, foi um desafio para todas as partes envolvidas. Garantimos que todas as normas e procedimentos de segurança e saúde foram cumpridos”, fez questão de destacar Ricardo Passarinho.

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Fóruns bilaterais com o Quénia e a Nigéria reforçam agenda africana

Esta semana terão lugar dois fóruns de negócio dedicados a duas economias africanas. Quénia, a 29 de Junho, e Nigéria, a 30 de Junho trarão África para a agenda empresarial portuguesa

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O primeiro destes dois encontros realiza-se a 29 de Junho, em Lisboa. O Fórum Económico Portugal-Quénia realiza-se no âmbito da visita a Portugal do Presidente do Quénia e é uma organização conjunta do governo deste país e da AICEP. O evento juntará no Picadeiro Real (antigo Museu dos Coches) representantes institucionais e empresariais dos dois países e pretende ser um espaço de debate de formas de colaboração, com foco em áreas temáticas em que as competências de Portugal e Quénia se possam complementar no sentido da criação ou reforço de parcerias, com destaque para o Ambiente, Infraestruturas e Economia do Mar.

A economia do Quénia é a terceira maior da África Subsaariana e uma das mais diversificadas do continente africano.
O encerramento do encontro será feito pelo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo seu homólogo queniano, Uhuru Kenyatta.

Um dia depois, a 30 de Junho, o Centro de Congressos de Lisboa irá receber o segundo Fórum Economico Bilateral Portugal, Nigéria. O evento conta com a presença de representantes institucionais e empresariais dos dois países. A Nigéria é a maior economia da África Subsaariana e um dos principais exortadores de petróleo do continente. Os hidrocarbonetos do país geram cerca de 50% da receita do Governo e são responsáveis por mais 80% das receitas de exportação, mas a agricultura e os serviços superam a indústria dos combustíveis para a formação da riqueza nacional.

A sessão de encerramento contará, do lado de Portugal, com a presença de António Costa e Silva, responsável pela pasta da Economia e do Mar e do presidente nigeriano, Muhammadu Buhari.

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“Estudos mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo”

“O uso de betão leve de cânhamo industrial (cal com aparas de cânhamo industrial e fibras de celulose), seleccionado pelo excelente conforto térmico e acústico que proporciona, tem uma forte presença na casa, mantendo-se à vista em algumas paredes e no revestimento do tecto”

Cidália Lopes

Actualmente professora do departamento de Engenharia Civil e membro do Centro de Território e Ambiente Construído da Universidade do Minho, foi em 2006 com a dissertação do mestrado que Rute Eiras estudou, pela primeira vez, o betão de cânhamo, também conhecido como “hempcrete”, naquela que “terá sido a primeira dissertação portuguesa a abordar o uso do cânhamo na construção”. À boleia de um maior interesse por materiais sustentáveis, também o interesse pelo cânhamo tem crescido. Neste sentido, Rute Eiras considera ser “a altura ideal” para dar um passo na transformação e passar a produzir este material também em Portugal.
A falta de apoio tem sido o principal entrave para o crescimento da indústria do cânhamo em Portugal.

“Todo o processo de separação da fibra do caule, sendo este último o utilizado no betão do cânhamo, requer muito investimento financeiro”, explica Rute Eires. O maior interesse neste material construtivo surge associado a um maior procura por materiais sustentáveis e, também, graças ao enquadramento que temos sobre as alterações climáticas que levou a uma mudança de mentalidade a nível global. Neste sentido, a arquitecta considera ser a “altura certa para concretizar o passo que falta na transformação e começar a ter cânhamo produzido em Portugal para ser utilizado na construção” e, desta forma, “tornar a matéria-prima um custo mais acessível e mais sustentável ainda”.

Não obstante, já é possível adquirir misturas de cânhamo para usar directamente em obra e também já existem blocos de betão de cânhamo produzidos em Portugal, ainda que com cânhamo importado nesta primeira fase.

Sustentável e Isolante
Tendo como principal vantagem a sustentabilidade, sobretudo se for produzido em Portugal, trata-se de um material “bastante isolante em termos térmicos e acústicos e tem que a capacidade de controlar a humidade do ambiente interior”. “Além disso, o betão de cânhamo capta dióxido de carbono e compostos poluentes do ar. Como tal, proporciona um ambiente saudável, confortável e reduz os gastos com aquecimento e arrefecimento.”, reforça Rute Eires.

Enquanto solução construtiva, esta apresenta-se, também, como opção relativamente fácil, já que “apenas precisa de reboco pelo lado exterior, sendo opcional, ter ou não revestimento pelo lado interior e não precisa de nenhum material de isolamento extra para cumprir o regulamento térmico, com apenas 20 cm de espessura mínima”.

Segundo alguns estudos, o cânhamo já foi aplicado na construção desde há cerca de 800 a.C. em argamassas em Ellora Caves, na India, também há referência ao seu uso numa ponte em França no Séc. VI. Hoje em dia, este material é utilizado em diversos edifícios contemporâneos e em reabilitações, em paredes, pisos e coberturas. É aplicado de diversas maneiras, compactado no local, em blocos ou projetado. Todavia, já existem estudos que mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo comparativamente à solução mais corrente de construção, a alvenaria de tijolo cerâmico, verificando-se, por exemplo, que durante o Inverno a temperatura dentro do edifício está 4◦C a 6◦C mais quente.

O bom desempenho do betão de cânhamo deve-se ao seu comportamento higrotérmico, ou seja, consegue regular a humidade e a temperatura do ambiente interior, tal como na construção em terra, mas com o cânhamo tem-se vantagem de se poder construir paredes com menor espessura.

O projecto da Casa-Moinho
A recuperação de uma casa-moinho, provavelmente da era medieval ou da idade moderna, cuja habitação no piso superior terá sido construída em 1928 e se encontrava em estado de degradação, foi um dos projectos em que utilizámos betão de cânhamo. O conceito de projecto foi de manter um compromisso entre o antigo e o contemporâneo, tanto nas técnicas de construção como nos detalhes de arquitectura. A opção pelo uso de materiais naturais e tecnologias de construção baseadas nas técnicas tradicionais tiveram influência na arquitectura, tendo sido considerados desde o início do projecto.

Deste modo, foi possível construir com paredes de espessura reduzida, mas mantendo um bom desempenho. A estrutura de madeira e taipa de fasquio continuam presentes, mas de uma forma mais contemporânea. O uso de betão leve de cânhamo industrial (cal com aparas de cânhamo industrial e fibras de celulose), seleccionado pelo excelente conforto térmico e acústico que proporciona, tem uma forte presença na casa, mantendo-se à vista em algumas paredes e no revestimento do tecto.

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CBRE instala Spaces no Joana d’Arc em Matosinhos

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade

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A CBRE foi responsável pela colocação, em Matosinhos, da primeira unidade Spaces na zona Norte do país. Spaces é a marca de flexible workspace do Grupo IWG que oferece ambientes de trabalho criativos, com espírito empreendedor e um conceito de comunidade único.

A Spaces vai ocupar a totalidade do edifício Joana d’Arc, antiga sede da Sociedade de Conservas Joana d’Arc, em Matosinhos Sul, que será convertido num espaço de escritórios e estacionamento, com uma área bruta de construção de 8.500 m2. Numa demonstração de responsabilidade urbanística, a fachada do Joana d’Arc foi integralmente mantida e recuperada, e vai contrastar com um interior moderno e atractivo.

Mais do que um simples lugar para ligar o computador, o conceito do Spaces centra-se na disponibilização de espaços de trabalho flexíveis, em localizações prime, onde cada empresa pode configurar o escritório à medida das suas necessidades. Os centros Spaces estão em funcionamento 24 horas por dia, durante todo o ano, e oferecem, para além de escritórios privativos, zonas de cowork e colaborativas, salas de reuniões e escritórios virtuais.

O imóvel, propriedade da Geo Investimentos, representada pela CBRE na transacção, oferece uma localização de excelência, onde o Spaces ganhará muita visibilidade. A meio caminho entre a praia e o parque da cidade, numa zona repleta de ameneties que incluem todo o tipo de comércio e serviços, o Joana d’Arc está também próximo do metro e dos principais acessos rodoviários da cidade, o que completa o leque de características que fazem deste edifício uma excelente opção de localização para qualquer empresa que procure a região do Porto para se instalar.

“O mercado de flexs tem registado um forte crescimento e está a tornar-se uma opção para determinado tipo de projectos e empresas, que procuram flexibilidade contratual e espaços de ultima geração em termos tecnológicos e de conceito, sem investimento. Assim, conseguimos oferecer à Spaces o seu primeiro espaço a Norte do País, com uma excelente localização na região do Porto. Esta é uma zona que, pelo estilo de vida que oferece, se tem tornado um polo de captação de conceitos inovadores e diferenciados”, afirma André Almada, Senior Director Offices Advisory & Transaction da CBRE.

Este é a quinta unidade do Grupo IWG na zona Norte, onde opera centros Regus há mais de uma década, e a primeira sob a marca Spaces. A marca nasceu em Amesterdão e reflecte o espírito livre e descontraído da cidade, tendo chegado a Portugal em 2020, com a abertura da sua primeira unidade em Lisboa.

“Há várias décadas que estamos na vanguarda das novas formas de trabalhar, desenvolvendo uma rede global de flexible workspaces que possibilita às empresas e profissionais optar por soluções de trabalho híbridas. A crescente procura destes espaços exige que continuemos a ampliar a nossa rede e por isso trazemos para Matosinhos o nosso conceito mais contemporâneo. Spaces, mais que um espaço de trabalho flexível e com um design fantástico, é também uma comunidade de empreendedores de enorme diversidade, um conceito novo mas que encaixa na perfeição no espírito de uma região cujo tecido económico respira empreendedorismo” afirma Jorge Valdeira, Country Manager da IWG Portugal.

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Reabilitação: Carteira de Encomendas cresce 8,5% em Maio

No que concerne à produção contratada, indicador que tem por objetivo estimar o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, este fixou-se em 10,7 meses em maio, o que traduz um aumento face aos 8,3 meses verificados no mês homólogo de 2021

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No mês de maio, de acordo com a informação recolhida no inquérito mensal realizado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) junto dos empresários do Setor que atuam no segmento da Reabilitação Urbana, assiste-se a uma aceleração do ritmo de crescimento do índice Nível de Atividade, o
qual, após uma subida de 0,7% no mês anterior, regista, agora, uma variação de 5,5%, em termos homólogos.

De forma semelhante, o indicador que mede a evolução da opinião dos empresários quanto à Carteira de Encomendas das empresas cresce 8,5%, em termos homólogos, o que traduz uma melhoria de 5,7 pontos percentuais face ao apurado no mês anterior.

No que concerne à produção contratada, indicador que tem por objetivo estimar o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, este fixou-se em 10,7 meses em maio, o que traduz um aumento face aos 8,3 meses verificados no mês homólogo de 2021.

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Epiroc antecipa presença na Bauma 2022

Epiroc marcará presença na Bauma 2022. Já na sua 33ª edição a feira terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados

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A Epiroc marcará presença na Bauma 2022. A 33ª edição da feira mundial de máquinas de construção, máquinas para materiais de construção, máquinas de mineração, veículos de construção e equipamentos de construção realiza-se em Outubro, em Munique. Um certame que terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados. Temas que estão a transformar todo o sector da construção, desde a escavação de túneis e infraestruturas, até à demolição e gestão de resíduos.

O grupo, com sede em Estocolmo, na Suécia, desenvolve e fornece equipamentos inovadores, onde se incluem equipamentos de perfuração, escavação de rocha e acessórios para construção para aplicações de superfície e subterrâneas, emprega hoje cerca 14 000 funcionários, espalhados por cerca de centena e meia de mercados, com especial destaque para as indústrias mineiras e de infraestruturas. “As novas tecnologias são essenciais para ajudar os nossos clientes a manterem-se competitivos. O nosso objectivo é oferecer equipamento, software e serviços inovadores e garantir que os nossos clientes obtenham o máximo benefício da evolução digital em curso”, refere o grupo em comunicado.

Entre as várias novidades tecnológicas, a Epiroc levará a Munique a sua nova gama de fresadoras em forma de V, cujo lançamento decorreu em Abril último. A fresadora em V é uma nova forma de trabalhar com rochas, paredes de betão e saneamentos de superfícies, valas, escavação de rochas macias, escavação de solos congelados e demolição. Uma solução com patente pendente, que foi rigorosamente testada em todas estas aplicações.

“A montagem dos tambores numa forma em V permite um corte com uma base plana e nenhum material é intocável entre os tambores. Uma fresadora regular tem de deslocar-se lateralmente para criar uma vala uniforme, uma abordagem que causa desgaste adicional no braço da máquina portadora, a fresadora em V pode atingir o mesmo resultado seguindo a direito. Isto significa que o utilizador pode escavar uma vala mais precisa muito mais rapidamente. Basicamente, funciona como um balde, o que facilita a sua utilização, é mais amiga da máquina portadora e são necessários menos energia e tempo. Uma solução aparentemente simples com uma eficácia extraordinária, a fresadora em V permite poupanças de energia de até 40%, explica a Epiroc. Na Bauma, a empresa irá apresentar a mais recente adição à gama de fresadoras V – um modelo mais pequeno adequado para máquinas portadoras de 15-28 toneladas.

Sustentabilidade no seio da indústria
O tema da sustentabilidade marcará presença não só pela preocupação em desenvolver tecnologia mais eficiente e que exige menor consumo de energia, mais precisa, que reduz o impacto no meio ambiente, mas também menos poluente. É o caso da massa de lubrificação Bio da Epiroc que foi recentemente aprovada pela Comissão Europeia para utilização em aplicações ambientalmente sensíveis ao abrigo do certificado DE/027/243.

“Como parte do objectivo de protecção do ambiente, todos os novos martelos demolidores hidráulicos da Epiroc são agora fornecidos com a massa de lubrificação Bio da Epiroc.

Utilizada para lubrificar os casquilhos nos martelos demolidores hidráulicos, a massa de lubrificação Bio da Epiroc é produzida à base de ésteres sintéticos especiais que são facilmente biodegradáveis e desenvolvidos para os martelos demolidores hidráulicos. A massa ajuda a prevenir o desgaste dos casquilhos e prolonga a vida útil da ferramenta. A massa possui características de transporte de carga elevadas com uma capacidade de separação muito boa e oferece um excelente desempenho num amplo intervalo de temperaturas”, refere a Epiroc.

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ASMIP celebra 61º aniversário da mediação com evento online

O webinar realiza-se no dia 30 de Junho, a partir das 14h20 e conta com a participação de Fernando Baptista, presidente do IMPIC, que vai intervir sobre os desafios futuros da mediação imobiliária

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A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) promove no dia 30 de Junho, a partir das 14h20, um webinar com vista a celebrar o 61º aniversário da mediação imobiliária em Portugal e que pode ser acompanhado na página de Facebook da associação.

A alteração da legislação da mediação imobiliária, cujo processo se encontra em curso, poderá ditar mudanças significativas no funcionamento da actividade. A versão final, que será conhecida em breve, poderá trazer novidades sobre a capacidade dos profissionais de mediação. “Falo de maior capacidade técnica, deontológica e, ainda, do reconhecimento perante o público, como uma mais-valia na hora de tomar uma das maiores decisões na vida das pessoas, sem correr riscos desnecessários”, alerta Francisco Bacelar, presidente da ASMIP.

Destaque, também, para a importância das duas intervenções da UIF (Unidade de Intervenção Financeira da PJ), através do Pedro Morais, que vai falar das competências desta unidade, e de Paulo Matos com uma abordagem mais técnica sobre o portal de comunicações eletrónicas e a forma de comunicar operações suspeitas.

 A fechar um tema ligado ao marketing, mais ‘leve’, mas de enorme importância para os profissionais do ramo, abordado por um expert da matéria com larga experiência formativa, Pedro Pinheiro.

Sobre o mercado imobiliário, o presidente da ASMIP destaca o facto de, embora os negócios continuarem em alta, “há um temor generalizado com os efeitos que a guerra, e sobretudo a sua duração, podem ter no futuro próximo. Depois do aumento do custo de materiais, da dificuldade de mão de obra, assistimos agora à subida dos juros. Haverá factores que podem ser controlados parcialmente pelas políticas europeias, e pelo BCE, mas se os factores de instabilidade se mantiverem, pode ser difícil de comportar”.

Por outro lado, destaca Bacelar, “o aumento de preço da habitação é incomportável para os consumidores da classe média, o que vai dificultar que muitos dos que até aqui ainda conseguiam comprar casa deixem de ter essa possibilidade. Pelo meio haverá menos negócio imobiliário, e a economia, muito dependente deste sector, irá ressentir-se, tal como os mediadores que serão os primeiros a sofrer se houver quebra de vendas”.

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Archi Summit 2022 anuncia ‘um programa histórico’

O japonês Go Hasegawa, cujo trabalho pôde ser apreciado na exposição “E depois, a história”, em 2018, em Serralves, é uma das presenças confirmadas no Archi Summit, que conta ainda com a participação de Fokke Moerel (MVRDV), além dos portugueses OODA, Fala ou Nuno Brandão Costa

Ricardo Batista

O premiado estúdio MVRDV da Holanda, Office da Bélgica e Go Hasegawa do Japão juntam-se ao Pritzker Siza Vieira numa edição única do Archi Summit, no Porto.
Pesos pesados estão a ser anunciados no programa do Archi Summit de 2022. O conceituado e premiado gabinete holandês MVRDV está confirmado, tal como os belgas Kersten Geers e David Van Severen do gabinete OFFICE e do Japão, Go Hasegawa. Neste painel de luxo, nomes portugueses como os Fala Atelier, OODA ou mesmo o Pritkzer Álvaro Siza Vieira subirão ao palco para partilhar conhecimento, cultura e conteúdo, num evento que conta com o apoio do Jornal CONSTRUIR.

Uma visão radical e criativa a pensar cidades futuras
O premiado gabinete MVRDV, fundado em 1993 por Winy Maas, Jacob van Rijs and Nathalie de Vries, em Roterdão, Holanda, é uma das presenças internacionais de destaque nesta edição, representado por Fokke Moerel. E, não fosse o tema deste ano “IMPACTO”, habituados a criar e construir espaços impactantes, sustentáveis e felizes, os MVRDV prometem contribuir para a reflexão. Já de Tóquio, a presença do japonês Go Hasegawa (cujo trabalho pôde ser apreciado na exposição “E depois, a história”, em 2018, em Serralves) pela 1a vez no Archi Summit. Antigo partner dos OMA, o italiano curador e arquitecto multidisciplinar Ippolito Pestellini também
estará presente, assim como os portugueses OODA, Paulo Moreira, Fala, entre outros.

Lançamento do novo livro de Siza Vieira, “04 Textos”

Com um portfólio internacionalmente reconhecido, a curiosidade paira no ar, este ano, com o regresso de Siza Vieira, também, e o lançamento do livro “04 Textos – Álvaro Siza” (Álvaro Siza Vieira, Jorge Figueira, António Choupina, Carlos Campos Morais). O lançamento do livro estará integrado no programa de conferências do evento.

Bilhetes à venda em https://hello.last2ticket.com/event/4304

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Dia Nacional do Arquitecto 22 presta homenagem a Helena Roseta

A escolha de Helena Roseta deve-se “ao seu intenso percurso” que deixou uma marca indelével no “permanente envolvimento em movimentos cívicos, causas sociais e atividade política”, segundo o Conselho Directivo Nacional, pela voz do seu presidente Gonçalo Byrne, e Jorge Figueira, responsável pelo pelouro da Cultura

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Depois dos tributos a Manuel Tainha (2010), Bartolomeu Costa Cabral (2011), Francisco Silva Dias (2012), Alcino Soutinho (2013), Raul Hestnes Ferreira (2014), Eduardo Souto Moura (2015), Gonçalo Byrne (2016), Nuno Portas (2017) e Álvaro Siza Vieira (2018), o Dia Nacional do Arquitecto de 2022, que se celebra a 3 de Julho, vai distinguir Helena Roseta. Está é a primeira vez que vez que uma mulher será distinguida.

No ano 2019 foi prestada uma homenagem colectiva aos arquitectos que tinham mais de 50 anos de vida associativa, sendo que em 2020 e 2021 a iniciativa foi suspensa em consequência da pandemia. Em breve será divulgada a data da Sessão Solene e o programa definido para a ocasião do Dia Nacional do Arquiteto de 2022.

O Dia Nacional do Arquiteto visa celebrar anualmente a função social, a dignidade e o prestígio da profissão de arquiteto em Portugal, assinalando a data de publicação do Estatuto da Ordem dos Arquitetos, a 3 de julho de 1998, assim como a data de revogação do Decreto n.º 73/73 com a publicação da Lei n.º 31/2009, a 3 de julho de 2009.

Segundo o Conselho Directivo Nacional, pela voz do seu presidente Gonçalo Byrne, e Jorge Figueira, responsável pelo pelouro da Cultura, a escolha de Helena Roseta deve-se “ao seu intenso percurso” que deixou uma marca indelével no “permanente envolvimento em movimentos cívicos, causas sociais e atividade política”.

De acordo com Gonçalo Byrne e Jorge Figueira, o papel de Helena Roseta foi determinante “em diversos contextos históricos e políticos”, onde “foi sempre a voz da arquitectura no plano social e urbano, cruzando como poucos, essa demanda com as exigências de uma vida política activa”, tendo mantido sempre “um timbre infatigável e generoso, a premissa de traçar a difícil intersecção entre a política e a arquitectura, assumindo frontalmente a sua condição de mulher, desde o início, e com isso fazendo também a diferença”, indica a Ordem dos Arquitectos em comunicado.

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Novas sanitas Roca aliam tecnologia e sustentabilidade

Desde o design vintage ao moderno, a Roca oferece a opção de sanita com bidé integrado, uma solução dois-em-um desenhada para poupar água e com acabamentos totalmente personalizados

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Numa casa nenhum pormenor é escolhido ao acaso, e o espaço de banho não é exceção à regra. A InTank é a primeira sanita da Roca com tanque integrado. Uma proposta inovadora que permite poupar entre 10 e 20cm no espaço de banho, e cuja tecnologia inovadora Soft Air activa a descarga impulsionando a água para cima, de forma silenciosa e eficaz.

Sanita com bidé incorporado
São as funções de lavar e secar totalmente personalizáveis que caracterizam a smart toilet In-Wash, uma sanita com bidé incorporado que proporciona uma experiência de higiene completa. Disponível nas versões suspensa e de chão, ou no modelo In-Wash In-Tank para ganhar ainda mais espaço.

Formas minimalistas em vários acabamentos
Os contornos e as cores entrelaçam-se nas propostas da colecção Inspira, que, além dos formatos Round e Square, oferece agora a possibilidade de personalizar os produtos com até seis cores diferentes.

Um toque retro no espaço de banho
O design vintage faz da colecção Carmen uma opção exclusiva. A colecção Carmen combina elementos clássicos, como o manípulo lateral para activar a descarga, com pormenores modernos, como a possibilidade de escolher uma sanita em acabamento na cor preta.

Sustentabilidade e design compacto

Tecnologia e design ao serviço da poupança de água é a chave do conceito W+W , uma solução dois em um exclusiva, em que a água utilizada no lavatório é reaproveitada na descarga para a sanita. Uma ideia sustentável com um design compacto que optimiza o espaço de banho.

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Revive lança concurso para Casa Grande de Pinhel

Vai ser lançado o concurso para a concessão de uma casa nobre, da primeira metade do século XVIII, em Pinhel, tendo em vista a sua exploração com fins turísticos. Este é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive

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Conhecido por “Casa Grande”, este imóvel histórico pertenceu, inicialmente, à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila. Durante as Invasões Francesas o edifício foi ocupado pelas tropas francesas, que aí se instalaram no ano de 1810. Mais tarde, passou a pertencer à família Noronha e Avilez e em finais do século XIX foi vendido ao Conde de Pinhel.

No século XX a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel. O solar, que estava então adossado ao edifício dos Paços do Concelho, foi objecto de algumas obras de conservação, passando depois a desempenhar funções de sede da autarquia. Actualmente, está desocupado e sem utilização.

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 5.869,57 euros. Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

A “Casa Grande” em Pinhel foi um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE, uma iniciativa dos ministérios da Economia, da Cultura, das Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais, e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

“A implementação do programa Revive segue a bom ritmo e o lançamento deste concurso contribui de forma evidente para dinamizar o turismo e todas as actividades com ele relacionadas – restauração, comércio, cultura, artesanato, e outras – em zonas menos densamente povoadas e economicamente desenvolvidas, promovendo uma maior coesão territorial e a prosperidade para as comunidades locais residentes, que recordo são dois importantes objectivos da Estratégia 2027 para um turismo mais sustentável”, sublinhou a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, no lançamento daquele que é o 27º imóvel colocado a concurso no âmbito do Revive.

O programa foi lançado em 2016 com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e já em 2021 foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote, cujo concurso será anunciado até ao final de 2022. O programa integra, actualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Foi já adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

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