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B. Prime comercializa imóvel da INAPA

Armazém com escritório, espaço de armazenagem e showroom, num total de 1.125 m2 localiza-se junto ao Lagoas Park

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B. Prime comercializa imóvel da INAPA

Armazém com escritório, espaço de armazenagem e showroom, num total de 1.125 m2 localiza-se junto ao Lagoas Park

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A B. Prime encontra-se a comercializar um armazém com cais de carga localizado junto ao Lagoas Park.  Este activo, detido pela INAPA, dispõe de um armazém com uma área de 1.125 m2 dotado de um pé direito com 8 metros assim como de dois cais para carga e descarga para veículos pesados.

O imóvel, dispõe, ainda, de um escritório/showroom distribuído em dois pisos com 660 m2 e um amplo estacionamento para ligeiros, em logradouro.

Segundo Luís Reis, responsável pela área de Logística, da B. Prime, “este edifício é ideal para empresas que procuram um espaço que tenha uma identidade corporativa com necessidades mistas (escritório, espaço de armazenagem e showroom) e que esteja próximo de excelentes acessibilidades rodoviárias (autoestradas A5 e CREL) para Lisboa e Cascais.”

 

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Hotéis e Logística impulsionam investimento imobiliário para os €640 milhões no 1º semestre

Em conjunto, os dois segmentos geraram 66% do montante investido nos primeiros seis meses do ano. O 2º trimestre foi o motor deste resultado

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A JLL acaba de divulgar os resultados do seu mais recente research trimestral, o Market Pulse, revelando que as transacções de hotéis e de industrial & logística impulsionaram o investimento imobiliário comercial no 1º semestre. Em conjunto, os dois segmentos garantiram 66% do montante transaccionado no semestre, o qual ascendeu a 640 milhões de euros. O 2º trimestre deu o principal contributo a este resultado, registando €436 milhões de investimento. Os dois sectores geraram 84% do investimento no trimestre em questão.

Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal, explica que “depois de um 1º trimestre pouco animado, o 2º trimestre acelerou fortemente e duplicou o investimento. Neste trimestre foi ainda mais visível a influência da compra de hotéis e de activos de industrial & logística, pois foram responsáveis por quase €370 milhões dos €436 milhões transaccionados”. Para o responsável, “a forte recuperação dos indicadores hoteleiros e a intensificação da absorção e das rendas de industrial & logística” são alguns factores a explicar o foco dos investidores nestes dois segmentos.

Quanto ao resto do ano, “a perspectiva para os próximos trimestres mantém-se positiva com o foco nos segmentos que têm tido maior procura em termos de volume. Acreditamos que 2022 vai superar o montante transaccionado o ano passado. Existem actualmente muitos portfólios já em processo de venda e outros em fase de negociação. Claro que as condições macroeconómicas e geopolíticas são desafiantes, mas os negócios imobiliários continuam a ser bastante competitivos e Portugal destaca-se no panorama internacional. O nosso país tem uma boa posição geográfica, segurança e boa qualidade de vida, bons fundamentais de mercado, incluindo as yields. Inicialmente tínhamos previsto uma nova compressão das yields, mas neste cenário de aumento da inflação e taxas de juro, deverão manter-se estáveis e Portugal continua a ter um diferencial muito apelativo face a outros mercados. Temos, em geral, retornos mais atractivos, num mercado percebido de baixo risco”.

O novo relatório da JLL evidencia ainda o desempenho dos mercados ocupacionais, liderados pelos escritórios, onde a ocupação em Lisboa em seis meses já supera a actividade de todo o ano passado, atingindo 168.000 m2. No Porto, soma mais de 30.000 m2, em forte crescimento com os semestres idênticos de 2019, 2020 e 2021. Grande destaque para o 2º trimestre, que gerou mais de 60% do take-up anual em Lisboa e 80% no Porto.

Num contexto de recuperação do turismo, os hotéis estão a destacar-se uma vez que os indicadores de desempenho se aproximam já do período pré-Covid. No caso de Lisboa, a Diária Média actual já supera a de 2019 e no Porto a diferença é residual.

Em industrial & logística, especial nota para o bom desempenho na ocupação (160.000 m2 no semestre) e para uma trajectória de crescimento das rendas, um movimento que se antecipa também para o retalho prime até ao final do ano. O comércio de rua tem registado bons níveis de procura, com novas aberturas em Lisboa e Porto, estimulado pela recuperação do consumo e do turismo.

Na habitação, a nota continua a ser de forte nível de actividade das vendas e níveis robustos de preços, evidenciando-se a crescente dinâmica dos compradores nacionais, ao mesmo tempo que os internacionais continuam a gerar uma procura sólida, liderada pelos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

“Um dos principais desafios do mercado imobiliário português continua a ser as limitações do lado da oferta, transversais a todos os segmentos. Acontece que há um forte aumento nos custos de construção e é natural que os novos produtos planeados sofram ajustamentos, afectando ainda mais o fluxo de oferta disponível. Isso deverá ter um impacto no desempenho do mercado a nível de absorção e vendas, sendo importante enfatizar que este facto não é o resultado de escassez de procura. Continua a haver um forte apetite pelo mercado imobiliário, seja enquanto utilizador, comprador, ocupante ou investidor, quer nacionais quer estrangeiros”, sublinha ainda Pedro Lancastre.

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Revive lança concurso sobre Paço Real de Caxias

É hoje lançado o novo concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias, em Oeiras, imóvel construído em meados do século XVII. Estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros

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O imóvel será, no âmbito deste novo procedimento, concessionado por 50 anos, por uma renda anual mínima de 174.912 euros, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros. A área de construção total é de 5.817 m2. Os investidores interessados terão agora um prazo de 48 dias para apresentação de propostas no novo concurso, em condições idênticas às do concurso anterior.

O Paço Real de Caxias é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis, sendo este um programa conjunto das áreas governativas da economia, da cultura, das finanças e da defesa, desenvolvido em estreita articulação com as autarquias locais e que tem por principal objectivo recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

Recorda-se que este imóvel já fora anteriormente concessionado, em Março de 2020, à IMOBIMACUS, Sociedade Administradora de Imóveis SA, do Grupo Hotéis Turim. A celebração do contrato coincidiu com o início da pandemia COVID-19, que originou inesperadas transformações e que tiveram um impacto decisivo no sector do turismo e, em concreto, na actividade, planeamento e capacidade de execução da concessionária. Já este ano, e reconhecendo a inviabilidade da execução dos termos do contrato pela concessionaria, as partes acordaram na sua revogação, sendo agora lançado novo concurso que pretende dar uma nova vida a este imóvel histórico, com uma localização excepcional, em frente à linha de costa, no concelho de Oeiras, no qual se destacam as esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

“O Paço Real de Caxias é um activo estratégico, que merece ser valorizado e divulgado. O Programa Revive ajudará a que este património seja requalificado, passando a acolher um projecto turístico de qualidade tal como se impõe”, sublinha a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Actualmente, no âmbito do Revive estão abertos os concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

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Casa no Minuto pretende chegar a todo o território nacional em 2023

Nova marca imobiliária Casa no Minuto quer revolucionar e inovar o mercado imobiliário português e prevê facturar 3 M€ no primeiro ano de actividade

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Casa no Minuto pretende posicionar-se no mercado como uma marca “moderna, pragmática, ágil e especialmente sensível a uma das grandes questões que se colocam na altura de comprar, vender ou arrendar casa: o tempo que tudo demora!”, sublinha em comunicado.

Nesta fase inicial a imobiliária digital vai actuar apenas na área metropolitana de Lisboa, mas pretende, em 2023, chegar a todo o território nacional. Durante o primeiro ano a marca associada ao portal “Notícias ao Minuto”, irá investir 500 mil euros no reforço e expansão da sua actividade, tendo como meta facturar três milhões de euros no mesmo período. As duas marcas são detidas pela mesma estrutura accionista que pretende potenciar os cerca de 1.3 milhões de visitantes únicos diários do portal de notícias. Até ao fim do ano, a imobiliária digital pretende aumentar a sua equipa, estimando a contratação de cerca de 15 novos colaboradores.

Last call para o Drop imobiliário

Para deixar bem vincado o seu posicionamento enquanto imobiliária moderna e tecnológica a Casa ao Minuto lançou a campanha Drop, que termina amanhã, dia 5, a qual dá a oportunidade de aquisição de um imóvel (tipologia T2) na freguesia do Parque das Nações, em Lisboa, com um desconto de 100.000€ sobre o seu valor de mercado.

“A transformação digital é cada vez mais uma prioridade no sector imobiliário, por isso, estamos muito orgulhosos por ver este projecto nascer e por marcarmos a nossa entrada no mercado com uma campanha inovadora, nunca antes realizada em Portugal. Foi a pensar em todos os consumidores, que tanto procuram estar informados sobre as movimentações do mercado imobiliário, como comprar, vender ou alugar casa, que surgiu a Casa No Minuto. Este é um desafio pelo qual muito ansiámos, estando confiantes de que podemos trazer um novo olhar sobre o mercado imobiliário”, afirma Miguel Santos, Diretor Geral da Casa no Minuto.

Ainda é cedo para resultados, até porque a campanha está ainda a decorrer, mas a imobiliária digital refere o impacto “extremamente positivo”, da mesma “com contactos directos e indirectos de clientes e parceiros de negócio, no que a esta acção diz respeito”.

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Habita assessorou negócios de mais de 10 M€ em Torres Vedras

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila

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A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, integrada no Grupo Himo, firmou, recentemente, um conjunto de negócios na região de Torres Vedras, que representaram um valor total de mais de 10milhões de euros.

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila.

Segunda a Habita, a região do Oeste “é uma das geografias actuais mais emergentes, dadas as múltiplas oportunidades imobiliárias que têm surgido” e que “reúne todas as condições para que investidores nacionais e internacionais estejam atentos e ambicionem investir”. 

Segundo José Pedro Pinto, CEO do Grupo Himo e Partner Habita, “este negócio vem reforçar a nossa presença estratégica na zona do Oeste, uma das prioridades geográficas para a habita e para o Grupo Himo, de forma transversal. Pretendemos compreender e incorporar na gestão dos negócios as dinâmicas sociais, económicas, demográficas e tecnológicas desta região, oferecendo uma resposta assertiva a clientes que procurem alargar o seu investimento nesta zona. É este o propósito do Grupo. Sempre atento a novas dinâmicas e oportunidades de negócio e em total relação de proximidade com os clientes”.

O negócio da EITV foi uma oportunidade detectada pela Habita e trata-se de um activo composto por um edifício, com cerca de 11 mil m2, que integra vários equipamentos desportivos, totalmente circundados por uma vasta área de espaços verdes. O primeiro objectivo, na EITV, mantendo a mesma direcção, é a educação, com investimentos para qualificar tecnologicamente e apostar no desporto de forma a fazer crescer a escola. Este negócio, desde a identificação de investidores, até à gestão transversal de toda a operação, foi possível graças à criação de uma parceria entre a Habita e a Leapassets.

A Portela da Vila é um empreendimento localizado a 5 minutos de Torres Vedras e a 30 minutos de Lisboa, cuja aquisição, parcialmente em parceria com Alvarez Marinho, visa a consolidação urbana de toda a urbanização praticamente contigua à EITV.

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JLL inaugura loja na Quinta do Lago e prepara abertura em Vilamoura

A consultora reforça aposta no Algarve, onde quer continuar a crescer e a investir, com a abertura de dois novos espaços

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Um ano depois de ter rumado ao Algarve com a abertura de um escritório na região, a JLL abriu uma loja para a área residencial na Quinta da Lago. A região é um mercado de forte aposta para a consultora e onde esta pretende continuar a investir, estando também a preparar a abertura de um segundo espaço de atendimento ao público em Vilamoura.

A nova loja residencial da JLL abriu portas no Quinta Shopping, na zona comercial da Quinta do Lago, empreendimento onde a consultora tem também instalado o seu escritório. O espaço de Vilamoura está a ser ultimado e vai nascer na Avenida da Marina, com inauguração prevista para breve.

“Abrimos o nosso escritório do Algarve com óptimas perspectivas, mas o último ano superou completamente as nossas expectativas. Este é um mercado onde temos uma equipa multissectorial em permanência, mas sem dúvida alguma a área residencial tem tido um papel crucial no nosso crescimento na região. O mercado de habitação no Algarve está muito dinâmico, com muita procura e cada vez mais estrangeiros a quererem comprar casa não só para férias como para se estabelecerem em Portugal, além de um público nacional também muito activo”, refere Patrícia Barão, head of residential da JLL.

“Queremos continuar a crescer no Algarve. Esta nova loja e a que vamos abrir em breve em Vilamoura são um passo muito importante na nossa expansão, pois permitem-nos ter mais pontos de contacto personalizado com o cliente final e, ao mesmo tempo, ter mais espaço para a nossa equipa, que tem crescido muito para dar resposta a esta procura. E esperamos uma evolução ainda mais acentuada, pois cada vez mais promotores estão a confiar-nos os seus produtos para comercialização exclusiva no Algarve”, justifica a mesma responsável.

Com actividade em várias linhas de serviço no Algarve, a JLL tem estado especialmente dinâmica no segmento residencial, área para a qual integra já uma equipa de 6 consultores e para onde tem vindo a reforçar a sua carteira de empreendimentos em comercialização. Uma das mais recentes entradas no portfólio de angariações exclusivas da consultora foi o Del Mar Waterfront Living, um condomínio privado com 118 apartamentos que nascerá em Olhão, na primeira linha de mar, de frente para a Ria Formosa e para as suas ilhas, dispondo de um amplo jardim e várias piscinas, entre muitas outras valências.

“O Del Mar Waterfront Living é um óptimo exemplo da qualidade dos produtos e da diversidade de destinos que estão a emergir no Algarve. As zonas mais consolidadas como Vilamoura, Albufeira e Portimão continuam a ter muita procura, mas o Sotavento e o Barlavento estão cada vez mais fortes, com localizações em crescimento e com grande potencial de valorização. O Algarve está na pole position das localizações não só para aqueles que procuram um local para investir, mas também e cada vez mais para aqueles que pretendem criar raízes e estabelecer-se seja para viver e trabalhar, seja para estudar. É importante termos um leque de opções diversificado para esta procura e continuar a apostar em novos produtos de qualidade”, termina Patrícia Barão.

Além do Algarve, a rede de lojas JLL com atendimento ao público conta com espaços também em Lisboa, Cascais, Oeiras, Porto e Comporta.

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Athena Advisers comercializa Alecrim 51

Promovido pela Vivium Properties, o projecto residencial Alecrim 51 recupera um antigo edifício do século XVIII com o objectivo de colocar no mercado 15 novos apartamentos

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Promovido pela Vivium Properties, o projecto residencial Alecrim 51 encontra-se, actualmente, em fase de comercialização, a cargo da Athena Advisers.  A sua conclusão está prevista para o último trimestre de 2023.

Em resultado da reabilitação de um antigo edifício do século XVIII, situado na Rua do Alecrim, que liga o Chiado e o Bairro Alto ao Cais do Sodré, a promotora visa colocar no mercado 15 novos apartamentos num dos bairros mais cosmopolitas e mais procurados para a compra de casa na capital portuguesa.

A comercialização teve início em meados de Julho, e desde então a consultora considera que “a procura registada tem superado todas as expectativas”, tendo despertado bastante interesse por parte de “norte-americanos, britânicos e holandeses”, entre outras nacionalidades.

Com projecto de arquitectura assinado pelo atelier Fragmentos, cada apartamento tem um carácter muito próprio e a remodelação combina elementos restaurados com um design contemporâneo e funcional. Os T1 têm uma divisão extra que tanto pode ser usada como quarto de hóspedes, escritório ou sala de jogos; algumas unidades T2 têm acesso a um pátio exclusivo; e o sótão dos T3 duplex é inteiramente ocupado por uma espaçosa suite com acesso a um jardim de inverno. A luz natural, potenciada pelos tectos altos e amplas janelas, predomina nos interiores e os andares superiores usufruem de vistas de rio em ambas as fachadas (Rua do Alecrim e Rua das Flores).

O loft do piso térreo – que tomou o nome de Archos – é um espaço aberto e multifuncional de 245 m², que tanto pode ser usado como residência ou local de trabalho. A sua renovação combina os tectos abobadados, colunas e arcos originais com influências de estilo industrial que se manifestam na escada flutuante, na cantaria exposta e na grelha metálica preta no mezzanino.

Outro espaço de destaque é o imponente átrio de entrada – que será mobilado e decorado – o qual irá manter o chão ladrilhado em desenho geométrico, o arco que precede a escadaria e os azulejos que acompanham os degraus.

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Empreendimentos habitacionais lançados em 2022 já estão 48% vendidos

Nos primeiros seis meses do ano foram lançados 280 novos empreendimentos residenciais no país, num total de 12 mil novos fogos, metade dos quais já estão vendidos. Algarve, a Margem Sul e Oeiras (na AML) têm os melhores desempenhos

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Nos primeiros seis meses de 2022 foram lançados em venda cerca de 280 novos empreendimentos residenciais no país, os quais englobam um total de mais de 12.000 fogos. Os dados resultam da nova base de dados “Edifícios em Comercialização” produzida pela Confidencial Imobiliário, que estima que 48% desta oferta chegada ao mercado este ano esteja já vendida.

Lisboa destaca-se como o mercado com maior volume de oferta em venda, com cerca de 1.800 fogos em comercialização, registando uma taxa de comercialização de 36%, um dos ritmos de absorção menos robusto da região metropolitana. No contexto regional, destacam-se Oeiras, com uma taxa de absorção de 72% para um universo de 650 fogos lançados este ano; bem como Loures e Amadora, na coroa de Lisboa e com taxas de absorção em torno dos 50%; e Seixal e Barreiro, na Margem Sul, com vendas a superar os 80%. Estes são mercados que contabilizam entre 400 e 800 fogos em venda.

No Porto, a oferta lançada este ano soma 1.225 unidades, das quais 46% se estima estarem vendidas. Gaia tem indicadores semelhantes, com os mesmos 46% vendidos para um universo superior, em torno dos 1.450 fogos. Matosinhos tem um stock para venda muito menor, em torno dos 200 fogos, assim como a Maia (105 fogos), mas apresentam desempenhos idênticos, garantindo o escoamento, respectivamente, de 43% e 41% das carteiras.

Alargando o foco a outras cidades do país, pode ver-se que a procura por novos fogos está também especialmente activa. Em Aveiro, onde se identificaram cerca de 650 fogos em comercialização, 81% estão já vendidos, uma taxa alcançada também em Guimarães, cuja escala é menor, em torno da centena de fogos. Na capital algarvia, os cerca de 200 fogos identificados estão praticamente todos escoados, apurando-se uma taxa de comercialização superior a 90%.

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Eurostars Hotel Company integra nova unidade em Guimarães e reforça em Portugal

Com esta integração, a cadeia gere agora um total de 23 estabelecimentos em Portugal, um país que se tornou o segundo mercado mais importante para a cadeia, a seguir a Espanha

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A Eurostars Hotel Company reforçou a operação em Portugal com a integração de um novo hotel, o Eurostars Santa Luzia 4* (antigo Santa Luzia Art Hotel), localizado em Guimarães. Esta integração reforça o forte empenho da cadeia hoteleira do Grupo Hotusa na internacionalização e consolida a posição do país como o segundo mais importante do grupo, a seguir a Espanha, com uma carteira de 23 estabelecimentos, distribuídos por Lisboa, Porto, Cascais, Figueira da Foz, Matosinhos, Óbidos, Espinho e agora Guimarães, totalizando mais de 1800 quartos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, em consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento. Continuaremos atentos às oportunidades oferecidas por este país, onde já gerimos 23 hotéis, um número que esperamos continuar a aumentar”, sublinhou Amancio López Seijas, presidente do Grupo Hotusa.

O hotel, que funciona em regime de aluguer, dispõe de instalações completas para satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas. Tem 99 quartos espaçosos, decorados em tons quentes e completamente equipados. A sua vasta gama de serviços inclui uma cafetaria, um restaurante, ginásio e uma atraente área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Além disso, o estabelecimento dispõe de uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar. A oferta é completada por quatro salas de diferentes capacidades, ideais para a realização de eventos.

O Eurostars Santa Luzia 4* goza de uma localização privilegiada na cidade de Guimarães, Património Mundial da UNESCO, a apenas 30 minutos do Porto.

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Coporgest conclui Sottomayor Premium Apartments

Composto por 43 apartamentos, desde T1 a T3, com áreas que variam entre os 51 e os 198 m2, o empreendimento goza de uma das melhores localizações em Lisboa

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A Coporgest, empresa especializada no desenvolvimento de projetos imobiliários, acaba de concluir um novo empreendimento residencial no centro de Lisboa. Trata-se do Sottomayor Premium Apartments, um projeto que representou um investimento total de 27 milhões de euros, dirigido ao segmento alto do mercado imobiliário.

Composto por 43 apartamentos, desde T1 a T3, com áreas que variam entre os 51 e os 198 m2, o empreendimento goza de uma das melhores localizações em Lisboa. Atualmente, restam apenas três frações para venda, tendo as restantes sido vendidas por valores que variaram entre os 420 mil euros e 1,75 milhões de euros.

Situado a 500 metros do Marquês de Pombal e da Avenida da Liberdade, o edifício de linhas clássicas, foi adquirido pela Coporgest em estado de ruína. O interior foi totalmente renovado, preservando-se as fachadas e os elementos arquitectónicos de referência. A área bruta de construção é próxima dos 10 mil metros quadrados.

“O empreendimento oferece a vantagem única de permitir unir o melhor de dois mundos: o prazer de estar no centro de Lisboa, a uma curta distância de tudo aquilo que é importante e, simultaneamente, o privilégio de desfrutar da serenidade de uma zona tranquila”, refere Sérgio Ferreira, CEO da Coporgest.

Este é o segundo empreendimento residencial da Coporgest concluído nos últimos meses em Lisboa. Antes, a empresa tinha terminado a construção do Álvares Cabral Premium Apartments, um antigo edifício de escritórios reconvertido em 13 luxuosos apartamentos, onde investiu 21,6 milhões de euros. Desde a sua criação, em 2004, a promotora imobiliária liderada por Sérgio Ferreira já conta com mais de 20 projectos imobiliários desenvolvidos.

 

 

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Escritórios: Sector das telecomunicações potencia crescimento no CBD Baixa, Boavista e Matosinhos

Segundo a Predibisa, o sector de TMT’s & Utilities representou 46% da área total colocada no 2º semestre de 2022 na cidade do Porto

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O sector das telecomunicações – TMT`s & Utilities – motivado pela necessidade de mudança de instalações e expansão de área para espaços superiores a 500 metros quadrados (m2), potenciaram o crescimento do mercado de escritórios, na região do Grande Porto, sobretudo no Central Business District (CBD) da Baixa e da Boavista, mas também Matosinhos, ao longo do último trimestre com um aumento de 50% no total de operações registadas (35 no total) e um crescimento de 100% no volume de área contratada (30.287 m2)

“Apesar da conjuntura actual e depois de dois anos extremamente desafiantes (2020-2021) assistimos agora ao aumento de área colocada; número de operações realizadas e área de superfície média contratualizada, face ao período homólogo, o que nos faz perspectivar um ritmo de recuperação positivo para o segundo semestre de 2022 na cidade do Porto”, segundo o director do departamento “corporate” da Predibisa, João Leite de Castro.

“Verificamos que estes novos projectos, quer pela sua eficiência, quer pela sua sustentabilidade e dimensão, serão uma mais-valia na cidade do Porto, enquanto “destino” empresarial, sobretudo no sector de TMT’s & Utilities, que continua a expandir-se com 46% da área total colocada (14.050 m2) comparativamente a outros sectores, como os “Serviços a Empresas” (7.165 m2), os “Serviços Financeiros” (4.347 m2) e as empresas ligadas ao sector “Outros Serviços” (2.634 m2)”, conclui.

A dinâmica na construção de novos projectos e na reabilitação de espaços de escritórios, cada vez mais eficientes e sustentáveis na cidade, impulsiona o ritmo de procura e a rápida absorção, valorizando também o investimento em zonas estratégicas.

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