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    Prémio Regional Paulo Gouveia em fase de candidaturas

    A data limite é dia 5 de Fevereiro de 2021, sendo que a entrega do prémio está prevista para 19 de Março deste ano

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    A data limite é dia 5 de Fevereiro de 2021, sendo que a entrega do prémio está prevista para 19 de Março deste ano

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    O Governo Regional dos Açores, através da Direcção Regional de Cultura, lançou o Prémio Regional de Arquitectura Paulo Gouveia. O objectivo é premiar as obras de recuperação, reabilitação, reconstituição e reinterpretação na Região Autónoma dos Açores, “cujo projecto mereça destaque por respeitar o património edificado, e privilegiar o uso de materiais endógenos, sem excluir o uso de linguagem contemporânea” e que tenha sido concluída nos dois anos anteriores à candidatura.

    O prémio é dedicado ao arquitecto açoriano Paulo Gouveia, considerado o expoente do pós-modernismo nos Açores e que faleceu em 2009. Com uma obra singular premiada e dispersa pelas ilhas, Paulo Gouveia foi o arquitecto responsável pelos projectos de diversos edifícios emblemáticos, alguns deles premiados a nível nacional, destinados tanto ao uso público como à habitação privada, em várias ilhas do arquipélago.

    Do júri faz parte o arquitecto Ângelo Regojo dos Santos, em representação da Direcção Regional da Cultura, o arquitecto João Mendes Ribeiro, convidado pela Direcção Regional da Cultura, o arquitecto Nuno Costa, em representação da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Arquitectos Nuno Filipe Medeiros Martins, em representação da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores e Alexandra Bragança, em representação da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas dos Açores (ou Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas dos Açores).

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    Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos

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    Arquitectos apresentam estratégia de actuação para a próxima década

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que obras como o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo e a Alta Velocidade vão ter em diferentes sectores

    Tendo em conta os desafios que Portugal vai enfrentar na próxima década em termos de intervenções no território, onde se incluem o novo aeroporto, a terceira travessia sobre o Tejo ou o comboio de Alta Velocidade, os arquitectos defendem uma “estratégia conjunta de actuação”, que envolva especialistas, universidades e centros de investigação.

    Num documento intitulado Plano 2034, a Ordem dos Arquitectos define um conjunto de acções que antecipam o impacto que as obras vão ter em diferentes sectores e que foi já entregue a Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    Criar equipas especializadas de arquitectos com experiência relevante em matérias como infraestruturas, urbanismo, planeamento e instrumentos de gestão territorial, mobilidade urbana, transportes ou interfaces é um dos primeiros pontos do documento.

    No âmbito da arquitectura, criar um ‘Think Tank’ com diferentes personalidades que permita reflectir e desenvolver “pensamento estratégico” sobre as diferentes implicações na sustentabilidade urbana e do território nacional.

    Envolver as universidades nacionais de arquitectura e respectivos centros de investigação na introdução imediata de conteúdos para que os seus alunos, os seus docentes e os seus investigadores produzam conhecimento e reflexão já a partir do ano lectivo de 2024/2025 é outro dos pontos em destaque.

    O documento agora apresentado ao Governo será também entregue às entidades públicas envolvidas nestes projectos e aos partidos políticos.

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    (@Ricardo Gonçalves)

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    City Cortex desce à cidade (c/ galeria de imagens)

    De um programa de pesquisa que assume a cortiça como “paradigma de matéria-prima sustentável” nasce o City Cortex, onde um grupo de arquitectos e designers de renome internacional, desenvolveram um conjunto de projectos originais à escala urbana desenhados para as cidades do presente e do futuro. Esses projectos tomaram, finalmente, forma e poderão ser vivenciados, até Novembro, num circuito que começa em Belém e atravessa o Tejo até à Trafaria

    O City Cortex tem a chancela da Corticeira Amorim e já leva uns bons anos de desenvolvimento. Lançado em 2019 o projecto teve como objectivo central explorar o uso da cortiça em contexto urbano, tendo na altura sido lançado um desafio a vários gabinetes internacionais. A pandemia atravessou-se no caminho e a apresentação do projecto foi adiada, mas o trabalho de desenvolvimento ganhou um novo impulso.

    Seis anos volvidos, o City Cortex irá fez a sua apresentação, em Lisboa, num contexto de crescente sensibilização para a importância de consumir, produzir e vender produtos que ajudem a mitigar os impactos das alterações climáticas. Um contexto onde a cortiça ganha, naturalmente, protagonismo.

    Através do contributo de seis arquitectos e estúdios de design, com nome reconhecido internacionalmente –  Diller Scofidio + Renfro, Eduardo Souto de Moura, Gabriel Calatrava, Leong Leong, Sagmeister & Walsh  e Yves Béhar – o City Cortex cria e oferece oito projectos originais para espaços públicos e semi-públicos, os quais exploram a relação deste material natural e sustentável com o design e a arquitectura.

    O programa encara a cidade como um organismo vivo e dinâmico, respondendo aos desafios urbanos do século XXI, onde questões como fruição, protecção, intergeracionalidade, coesão social, conforto, sustentabilidade e gestão de recursos são essenciais. Propondo, simultaneamente, uma experiência lúdica ao cidadão, transformando espaços urbanos comuns um espaço de interacção multidisciplinar e multicultural.

    O City Cortex é concebido e comissariado pela experimentadesign e tem o apoio à produção da ArtWorks.

    Uma proposta de circuito para experimentar a cortiça na cidade

    O proposto por City Cortex é colocar “a cortiça como mote para repensar a experiência do espaço público urbano, despertando o interesse para uma utilização de materiais sustentáveis, que possam fazer parte de uma economia circular e tenham um papel fundamental na activação participada e lúdica do espaço”, descreve a organização.

    Esta “experiência” propriamente dita arranca a 6 de Junho e irá unir, num circuito, a freguesia de Belém, em Lisboa, à Trafaria, em Almada. Arrancamos neste percurso com a “Life Expectancy”, que tem a assinatura de Sagmeister & Walsh, localizada na passagem pedonal, por baixo da via férrea, para o Padrão dos Descobrimentos. A proposta explora as propriedades de isolamento sonoro e térmico da cortiça, através da colocação de painéis deste material no tecto do túnel, “proporcionando uma melhor atmosfera sonora e experiência estética”.

    A segunda participação da equipa de designers da Sagmeister & Walsh neste projecto poderá ser vista no Museu de Arte Popular e transforma a cortiça em garrafas onde as rolhas são vidro. Abordando, com sentido de humor, os ruídos num espaço de lazer e a flexibilidade da manipulação deste material. Também com assinatura deste gabinete o “Humpbacks”, um colchão flutuante ecológico produzido a partir de esferas de cortiça, estará localizado no Espelho d’Água, na Av. Brasília.

    Avançamos um pouco mais adiante e na mesma margem do Tejo, junto dos jardins do MAAT, encontramos a instalação “Port_ALL”, do designer Yves Béhar, que tem como inspiração a Torre de Belém e a histórica ligação do local como ponto de chegada e partida da capital portuguesa.

    Do ponto de reflexão que “Port_ALL” oferece passamos, ainda nos jardins do MAAT, à paisagem sensorial que as esculturas urbanas que o estúdio de arquitectura e design nova iorquino Leong Leong criou, inspirado pela ideia da cidade como espaço lúdico e de recreio. O arquitecto recorre de um aglomerado natural de cortiça para criar elementos esculturais que definem uma nova paisagem micro‑urbana.  Uma reflexão sobre a utilização da cortiça nos equipamentos urbanos, como “forma de amenizar a dureza da paisagem da cidade, tendo em conta as diferentes exigências de cada corpo para se sentir confortável nos espaços urbanos”, justifica Leong Leong.

    Com assinatura do arquitecto Souto de Moura, a “Conversadeira”, surge do lado Oeste do MAAT, entre este e o Museu de Electricidade. Souto de Moura utiliza a cortiça “para criar um ambiente de calma e refúgio, possibilitando o encontro entre duas pessoas, quase privado originando um espaço quase privado, num local onde passam centenas de pessoas. O ângulo relativamente ao rio e as duas alturas dos assentos fazem com que cada uma das pessoas tenha uma perspectiva distinta sobre a mesma vista, promovendo também uma proximidade física invulgar entre as duas”. A cortiça não é um material estranha ao arquitecto que desde o início de actividade a usa. “Este protótipo vai funcionar como um teste para vermos o seu comportamento, que já sabemos que é altamente resistente e isolante, contra o tempo e o uso”, sublinha.

    Ainda na mesma margem do Tejo, no pequeno jardim público junto à Biblioteca Municipal de Belém, que integra também o projecto, encontramos a “Second Skin”. A peça criada pelo estúdio de design nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro foca-se na importância da leitura e da literacia, bem como na relevância dos espaços verdes nas cidades.

    “Second Skin” utiliza a cortiça como principal material para a construção de uma pequena biblioteca comunitária ao ar livre. O projecto cria uma segunda pele de cortiça que envolve o tronco das árvores, desenhando estantes e bancos.

    Quase a terminar este percurso precisamos de atravessar o Tejo, para a Trafaria, onde está localizada a intervenção do arquitecto e engenheiro Gabriel Calatrava e do colectivo CAL. A “Onda” utiliza a cortiça como componente central de um sistema de ocupação, temporário ou permanente, com o objectivo de criar um novo espaço colectivo num terreno público na Trafaria, a sul do Tejo.  “Onda” premeia o encontro e o convívio da comunidade local e dos visitantes da Trafaria e em parceria com uma associação local, a comunidade da Trafaria participa na instalação, trazendo de suas casas para o espaço expositivo cadeiras já sem uso que serão renovadas através de uma membrana de cortiça, não só numa óptica de reutilização e reciclagem, mas também com o intuito de que a população local se relacione emocionalmente com o espaço, criando as suas próprias referências.

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Openbook cria ‘workplace design strategy’ para novo hub do BNP Paribas

    O gabinete de arquitectura é responsável pela criação do conceito “highlighted workplace” que servirá de mote ao novo hub do BNP Paribas em Lisboa. Espaços de contacto e comunicação, que surgem intercalados com espaços de foco e concentração e dão ritmo e compartimentação aos 30 000 m2 de escritório

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    Openboook é responsável pelo projecto de arquitectura de interiores e workplace design strategy do novo hub do BNP Paribas, o qual abrange dois dos três edifícios do complexo EXEO, o Aura e o Echo, no Parque das Nações em Lisboa. O novo hub do BNP Paribas, com uma área total aproximada de 30.000 m2, é um projecto que nasce da vontade do grupo em centralizar num único local a maioria das suas equipas, até agora dispersas por diversas zonas de Lisboa. Esta estratégia permitirá criar um espaço desenvolvido à medida da empresa e que será adaptado às necessidades em constante evolução dos colaboradores, promovendo a inovação, a colaboração, o dinamismo e o bem-estar no local de trabalho.

    O desenvolvimento da workplace design strategy, a cargo da Openbook, teve como principal objectivo a criação de um ambiente funcional e inspirador que prioriza o bem-estar dos colaboradores e que optimiza a produtividade, com base na diversidade, flexibilidade, conforto e inovação. Num estudo que envolveu todos os colaboradores do BNP Paribas, a empresa quis que este espaço fosse desenhado tendo em máxima conta as necessidades de quem todos os dias utiliza o escritório. Num dia a dia em que tudo acontece a uma velocidade vertiginosa, é fundamental garantir a adaptação à mudança e o foco no que é importante. Foi este o mote que serviu de base ao conceito highlighted workplace, criado pelo escritório de arquitectura para o novo hub do BNP Paribas. Com base neste conceito, as zonas highlighted são espaços de contacto e comunicação, que surgem intercalados com espaços de foco e concentração e dão ritmo e compartimentação ao escritório no seu todo.

    Neste contexto, “o espaço de trabalho assume a dinâmica do mundo em que vivemos, com uma arquitectura criteriosa que irá permitir focar e destacar o que realmente interessa, por forma a ir ao encontro das necessidades e expectativas dos colaboradores do BNP Paribas”, explica Paulo Jervell, partner do Grupo Openbook.

    Como reforço e garantia do foco nas pessoas e em práticas sustentáveis, foi também definida a meta de obtenção de certificações LEED e WELL Gold, dois estatutos que podem ser complementares para criar uma união mais eficaz entre o ambiente físico e o colaborador, optimizando recursos para garantir a protecção do meio ambiente.

    “Para o BNP Paribas Portugal este projecto significa muito mais do que apenas novos escritórios. É sobre como nós, enquanto indivíduos, enquanto instituição, e enquanto parte da sociedade, vivemos, trabalhamos e evoluímos, tanto dentro, como fora deles. Assim, era crucial não apenas que este projecto fosse totalmente centrado nas pessoas, como também que conseguíssemos materializar estes valores e ambições nos nossos espaços, e é muito entusiasmante para nós ver o resultado deste alinhamento perfeito a começar agora a ganhar forma”, justifica Xavier Jombart, COO do BNP Paribas Portugal”.

    Nos diversos espaços que serão criados, o novo HUB do BNP Paribas contará ainda com um auditório, salas de formação, salas multiusos, centro médico, cafetarias, terraços e um piso dedicado a eventos.

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    Portimão vai converter Casa Manuel Teixeira Gomes em núcleo museológico

    Desde há alguns anos, parte do edifício já era propriedade da Câmara de Portimão e servia a comunidade como centro de exposições e local para pequenas conferências, tendo a autarquia adquirido recentemente a parte restante do imóvel

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    A casa de Manuel Teixeira Gomes, situada em Portimão, será convertida num núcleo museológico dedicado ao ilustre portimonense, que se notabilizou como comerciante, diplomata, escritor e Presidente da República, num investimento estimado em 3,6 milhões de euros.

    Desde há alguns anos, parte do edifício já era propriedade da Câmara de Portimão e servia a comunidade como centro de exposições e local para pequenas conferências, tendo a autarquia adquirido recentemente a parte restante do imóvel, onde funcionou uma loja de antiguidades, o que permitirá a expansão do espaço disponível.

    O projeto, desenvolvido pelo arquiteto local Marco Rodrigues, foi apresentado no final de Maio, data que assinalou o 164º aniversário do nascimento de Manuel Teixeira Gomes, tendo na ocasião a chefe da Divisão de Museus, Património e Arquivo Histórico do Município, Isabel Soares, explicado que, para a concretização do futuro núcleo, o arquiteto “teve em linha de conta o acervo existente e a narrativa que se pretende contar.”

    O futuro Núcleo Museológico contará com uma exposição permanente, uma área para exposições temporárias no edifício recém-adquirido, um espaço dedicado aos frutos secos (produto que gerou a riqueza da família de Teixeira Gomes), dois pátios internos, uma área para serviços educativos e gabinetes de investigação, além de espaços técnicos e administrativos.

    Marco Rodrigues explicou que o objetivo é prestar homenagem a Manuel Teixeira Gomes, para o que foi necessária a compra de edifícios contíguos pela Câmara, entretanto demolidos, o que possibilitou a criação de uma nova rua e a abertura da cidade ao rio, proporcionando também um novo acesso para a Casa.

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    ©jgphoto.graphy – João Guimarães

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    Openbook reconhecida internacionalmente com projecto ‘Ritz Pool Bar’

    Projecto no Hotel Ritz Four Seasons Lisboa foi distinguido com o prémio Architizer A+Awards, na categoria de Bares e Adegas. O espaço foi desenhado para “trazer uma nova experiência e vivência do espaço a todos os visitantes do hotel”, afirma Rita Piçarra, arquitecta associada na Openbook Architecture

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    O projecto da Openbook para o Ritz Pool Bar, no Hotel Ritz Four Seasons Lisboa, foi distinguido com o prémio Architizer A+Awards, na categoria de Bares e Adegas. Com mais de cinco mil participações de mais de 80 países, o Architizer A+Awards é uma competição global que celebra “a melhor arquitetura do ano”.

    É por isso, um “orgulho” receber esta distinção, relativamente a um espaço que foi desenhado para “trazer uma nova experiência e vivência do espaço a todos os visitantes do hotel”, afirma Rita Piçarra, arquitecta associada na Openbook Architecture.

    O Ritz Pool Bar em Lisboa é parte integrante do projecto de renovação do terraço e galerias do Hotel Ritz Four Seasons Lisboa. Um projecto desenvolvido sob a premissa de respeitar a traça arquitectónica existente do edifício, bem como o seu significativo valor histórico e patrimonial.

    O Bar da Piscina, de forma circular, foi desenhado para ser um elemento integrado no conceito de resort urbano desenvolvido para o terraço. Com um design orgânico e uma total abertura para o terraço, o bar convida a desfrutar de uma bebida ou refeição ligeira.

    Os azulejos de terracota em tons verde e castanho, desenhados pela Openbook e produzidos pela Viúva Lamego, misturam-se com o verde do jardim circundante.

    Este projecto contou, ainda, com peças de mobiliário exclusivas desenhadas pela NOBK, marca pertencente à Openbook Studio, nomeadamente as mesas do bar, que foram pensadas para conviverem harmoniosamente com a arquitectura existente, numa abordagem complementada pela selecção e design das restantes peças de mobiliário e por um esquema de cores que realça e unifica o conceito.

    Este projeto inspirou ainda a criação da peça Bugio, uma luminária em bronze maciço, lançada recentemente pela NOBK.

    Para além deste prémio agora conquistado, o Bar da Piscina do Ritz foi já anteriormente premiado nos Loop Design Awards e IDA Design Awards.

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    Rock in Rio Lisboa: Um festival que não é só música

    Para celebrar os 20 anos de Rock in Rio Lisboa e também o novo local, agora no Parque Tejo, a organização vai contar com um dos “pontos altos da nova Cidade do Rock: o ALL Experience”, um espaço que visa “dar voz aos jovens para manifestarem as mudanças que querem ver concretizadas e incentivá-los a dar o exemplo”

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    20 anos depois do primeiro Rock in Rio em Portugal, a forma de trazer música e entretenimento também mudou e isso aquilo que entendemos normalmente como um ‘festival de música’.

    Para celebrar a data e também o novo local, agora no Parque Tejo, a organização do Rock in Rio Lisboa, vai contar com um espaço inovador que será um dos “pontos altos da nova Cidade do Rock: o ALL Experience”.

    A icónica pala que acolheu o Papa Francisco nas Jornadas Mundiais da Juventude de 2023, o novo espaço, dedicado ao projecto “Por Um Mundo Melhor”, vai ser um epicentro de inspiração que representa o movimento ALL Experience.

    Criado pelo colectivo ‘Jovens do Rock in Rio’, do qual fazem parte Ana Carolina Jucá Moreira Dias, Ana Leonor Bento, Anna Luisa Marotti, Carlota de Noronha Vieira, Carolina Martins Rainho, Diogo Robledo, Ericson Pereira Macedo, Eva Rua, Gabriela Cunha, Helena Segura, Isabella Passalacqua, Joana Jorge, Larissa Maia, Mafalda Baptista, Margarida Graça, Maria Costa, Maria Domingues, Mariana Leitão, Nicole Ferreira, Patrícia Santos, Pedro Borges, Ricardo Pinheiro, Rita Pires, Steven Ferreira, Victoria de Almeida dos Passos e Vitória Montijo Medina, o projecto nasce da vontade da organização do festival e do Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (UNRIC) de “dar voz aos jovens para manifestarem as mudanças que querem ver concretizadas e incentivá-los a dar o exemplo”.

    “Feito de jovens para jovens”, este movimento materializa-se numa “experiência imersiva e sensorial”, localizada no ALL Experience na Cidade do Rock. “Mais do que um espaço físico, o ALL Experience é um catalisador de mudança que pretende sensibilizar o público para a importância de uma cidadania activa”, explica a organização.

    Nesse sentido, os jovens envolvidos no movimento foram desafiados a reflectir sobre os principais temas a serem trabalhados em sociedade, de acordo com a sua própria visão, e identificaram oito pilares fundamentais, considerados prioritários, que estarão representados no ALL Experience. Cada um desses pilares está associado a uma Organização Não Governamental (ONG) que trabalha o respectivo tema no seu dia a dia e que são “All for Planet” (clima): Quercus; “All for Peace” (paz): AMI; “All for Respect” (respeito/migração): CPR; “All for Love” (pobreza/dignidade): Banco Alimentar; “All for Rights” (direitos humanos / igualdade): FENACERCI; “All for Education” (educação): SIC Esperança; “All for Dreams” (empreendedorismo/prosperidade): Dress for Success e “All for the Future” (consumo e produção sustentável): EntreAjuda/Banco de Bens Doados.

    Assim, o ALL Experience vai ter uma zona lounge com backdrops com grafismos que representam os pilares e que permitem que os visitantes criem conteúdos atractivos, pulseias coleccionáveis, desenhadas pelo Colectivo, com frases inspiradoras associadas a cada um dos oito pilares fundamentais do movimento, com o objectivo de incentivar o público a comprometer-se activamente com esses temas e demonstrar, de forma leve e divertida, o seu apoio ao movimento. As pulseiras podem ser levantadas gratuitamente no espaço ALL Experience na Cidade do Rock ou numa das ONGs associadas ao movimento, com um custo simbólico de 1 euros, revertido integralmente para a ONG correspondente.

    Outro dos destaques é o espaço Box ALL Experience, uma activação imersiva que acontece dentro do ALL Experience que apresenta conteúdos audiovisuais que estimulam a reflexão e a conexão com os oito pilares fundamentais do movimento.

    “Pensámos muito no que colocar na Pala depois da passagem do Papa e, numa altura em que tanto se discute a evasão dos jovens talentos de Portugal para o mundo, achámos que seria uma ótima oportunidade de inverter a fala e deixar que fossem eles a dizer o que é importante para estas gerações. E foi bom ver como a proposta do festival de ser “ALL” e para “ALL” tem total afinidade com o mundo que eles desejam ter. O ALL Experience é mais do que uma atração de jovens para jovens, é um convite para assumirmos a responsabilidade pela construção do Mundo Melhor onde tanto queremos viver”, comenta Roberta Medina, vice-presidente Executiva do Rock in Rio.

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    Arquitectos europeus assinam manifesto por um “ambiente de qualidade para todos”

    Tendo como missão alcançar, através da arquitectura, “ambientes com qualidade de vida para todos”, os arquitectos alertam para a forma como se tem “habitado o planeta”, num documento subscrito pela Ordem dos Arquitectos portugueses

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    ‘Time to Act: for high–quality architecture and living environment for all’ é o título do Manifesto pelo ACE-CAE – Conselho dos Arquitectos Europeus, que representa a posição conjunta das associações de arquitectos europeus para as próximas eleições europeias apelando aos eurodeputados para que actuem em prol de uma “arquitectura e de um ambiente de vida de alta qualidade para todos”.

    “O ambiente de vida que criámos e a forma como o governámos utiliza uma parcela significativa do nosso território, consome matérias-primas e energias de combustíveis fósseis e gera quantidades significativas de resíduos e provoca emissões de gases com efeito de estufa. Por outro lado, assistimos, com demasiada frequência, a uma perda de qualidade no ambiente construído das nossas cidades, evidenciado a banalização da construção, a falta de valores e qualificação no desenho do edificado, dos espaços públicos e na deterioração do património histórico”, lê-se no documento.

    A Ordem dos Arquitectos portugueses subscreveu esta posição conjunta que sublinha aspectos essenciais da profissão no espaço comum da Europa. Tendo como missão alcançar, através da arquitectura, “ambientes com qualidade de vida para todos”, os arquitectos alertam para a forma como se tem “habitado o planeta”, que é “determinante para o contexto da crise climática que se vive”.

    Para mudar a forma como os espaços de vida são concebidos, construídos, mantidos, renovados, geridos e regulamentados, torna-se necessário adoptar uma atitude que “favoreça o bem comum e a qualidade de vida” e coloque “as pessoas e a natureza no centro” de todos os desenvolvimentos urbanos e paisagísticos.

    Neste sentido, o Conselho dos Arquitetos da Europa estabeleceu como objectivos promover os “mais elevados padrões de educação e garantir a qualificação dos profissionais, estabelecer um “quadro regulamentar favorável às PME e apoiar a inovação” no sector e privilegiar “soluções arquitectónicas e de planeamento” no ambiente construído.

    “Em colaboração com outras partes interessadas do sector da construção, os arquitectos contribuem para esta mudança de paradigma, para uma construção de ambientes mais bonitos, sustentáveis e inclusivos”, afirmou a presidente da ACE – CAE, Ruth Schagemann.

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    “Casa da Gaiola”

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    PLCO Arquitectos vencem prémio de reabilitação urbana de Odemira

    Além primeiro prémio para o projecto ‘Casa da Gaiola’, no vale da Ribeira de Seixe, o júri do PRUMO atribuiu ainda uma menção honrosa à “Casa de Campo”, em Torquines de Cima, da autoria de Inês Regato

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    O Prémio de Reabilitação Urbana do Município de Odemira (PRUMO), referente ao ano de 2023, foi atribuído à obra “Casa da Gaiola”, da autoria da PLCO Arquitectos.

    O projecto de reabilitação de uma ruína no vale da Ribeira de Seixe, compreendida no conjunto arquitectónico do Monte West Coast, em Odeceixe, foi distinguido com o Prémio de Reabilitação Urbana do Município de Odemira (PRUMO), referente ao ano de 2023.

    Da autoria da PLCO Arquitectos, a obra “Casa da Gaiola”, foi pensada enquanto peça ou parte de um conjunto arquitectónico único, desenhado a partir das diferentes formas como se olha e revela a paisagem e pela sistematização e repetição dos sistemas construtivos e materiais utilizados, como se de uma variação sobre o mesmo tema se tratasse”.

    ‘Casa do Campo’

    O júri decidiu, ainda, atribuir uma menção honrosa à obra “Casa de Campo”, em Torquines de Cima, em Odemira, da autoria da arquitecta Inês Regato.

    Esta casa foi construída sobre a implantação de uma pré-existência, cujo estado de degradação obrigou à sua demolição integral, dando lugar a um novo edifício que respondesse ao programa pretendido – habitação e turismo – sendo constituída por três tipologias independentes.

    A volumetria foi determinada pela memória da pré-existência e desenvolve-se sob a forma de um volume limpo encimado por uma cobertura inclinada em duas águas, revestida a telha de canudo, onde se abrem pontualmente pátios que iluminam e ventilam algumas dependências.

    Nesta segunda edição do prémio, cuja cerimónia de entrega decorreu no passado dia 18 de Maio no auditório do edifício do ICNF em Odemira, o júri foi constituído por Hélder Guerreiro, presidente da Câmara Municipal de Odemira, a arquitecta Sofia Aleixo, indicada pela Ordem dos Arquitetos – Secção Regional do Alentejo e pelo arquitecto João Mendes Ribeiro, convidado pela Câmara Municipal de Odemira.

    O PRUMO tem como objectivo distinguir obras de reabilitação que representem “um exemplo de qualidade arquitectónica” e contribuam para a “valorização do património edificado” no concelho de Odemira.

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    Portas do Mar

    Arquitectura

    “Portas do Mar” e “Casa do Quintal” vencem XIII Prémio Secil Arquitectura

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo: “Portas do Mar”, do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino

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    O XIII Prémio Secil Arquitectura é atribuído ex-aequo às obras “Portas do Mar”, um projecto de requalificação de espaço urbano e parque de estacionamento em Lisboa, da autoria do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, situada na Lamarosa, Torres Novas, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino.

    Casa do Quintal

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo. Destacados quer pela importância da grande escala em espaço urbano colectivo quer pela microescala em dimensão doméstica rural, o júri reconheceu a inovação no domínio público das Portas do Mar e a contribuição para a regeneração de territórios abandonados, promovendo um futuro sustentável da Casa do Quintal.

    Para Otmar Hübscher, CEO da Secil, “estes Prémios revelam o grande potencial da reabilitação urbana na aplicação de soluções sustentáveis, tanto em projectos de menor dimensão como em requalificações de espaços urbanos relevantes”.

    Carrilho da Graça

    “Na escolha dos premiados destaca-se a qualidade e inovação patente em escalas e contextos completamente diferentes, a regeneração do espaço urbano e rural, a generosidade para com a história e com a memória dos lugares, assegurando resultados de excelência para os seus fins específicos”, refere Manuel Aires Mateus, presidente do Júri.

    Esta é a segunda vez que João Luís Carrilho da Graça recebe o Prémio Secil Arquitectura. O arquitecto tinha arrecadado este galardão em 1994, com o seu projecto para a Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa.
    Por sua vez, Miguel Marcelino recebeu o Prémio Secil Universidades Arquitectura, em 2005, com o projecto das Piscinas do Beato, em Lisboa.

    Miguel Marcelino

     

    As candidaturas ao XIII Prémio Secil Arquitectura foram lançadas no final de 2021. O regulamento previa a candidatura de até duas obras por autor, de edifícios e conjuntos arquitectónicos concluídos durante os anos de 2017 a 2021 inclusive, em qualquer país europeu, que utilizem o betão armado como elemento predominante das suas estruturas resistentes e sejam paradigmáticas no respeitante a inovação e sustentabilidade. Foram submetidas a concurso cinquenta e oito projectos, tendo o Júri destacado a qualidade geral das obras apresentadas.

    Atribuído desde 1992, este galardão visa promover o reconhecimento público de autores de obras que, incorporando o material primordial da actividade da Secil – o cimento – constituam peças significativas no enriquecimento da arquitectura portuguesa, distinguindo, quadrienalmente, a excelência na arquitectura nacional.

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    Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos

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    Arquitectos reúnem com o Governo para defender alterações ao Simplex Urbanístico

    Em comunicado, a Ordem defende que deve existir estabilidade jurídica, pelo que não defende uma revogação dos diplomas e portarias apresentados pelo anterior executivo, em Janeiro deste ano, mas antes uma revisão que resolva os problemas imediatos e incorpore as soluções que a classe profissional já delineou

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    A ineficácia do Simplex Urbanístico esteve em particular evidência na reunião estabelecida entre os responsáveis da Ordem dos Arquitectos e a secretaria de Estado da Habitação, um encontro onde Avelino Oliveira recordou que os três primeiros meses de aplicação do decreto permitem concluir que não existem ganhos quanto à morosidade já existente nos processos e que continua a verificar-se o incumprimento de prazos.

    A comitiva liderada pelo presidente dos arquitectos partilhou, junto de representantes de Patrícia Gonçalves Costa, as preocupações da OA quanto às alterações introduzidas pelo Simplex ao Regime Jurídico da Urbanização e Simplificação (RJUE). A proposta da OA, agora entregue ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação, é que “o Governo de Portugal realize uma rápida, mas assertiva alteração”, agilizando a legislação, revendo regulamentos, garantindo a uniformização de processos a nível nacional.

    Em comunicado, a Ordem defende que deve existir estabilidade jurídica, pelo que não defende uma revogação dos diplomas e portarias apresentados pelo anterior executivo, em Janeiro deste ano, mas antes uma revisão que resolva os problemas imediatos e incorpore as soluções que a classe profissional já delineou.

    Os arquitectos defendem que, em vez do controlo prévio por parte dos municípios, exista maior responsabilização dos técnicos. Mas, alerta a OA, “a substituição do princípio do controlo público pelo da autorresponsabilização teve como consequências um ecossistema de funcionamento com mais riscos de incumprimento de regras e normas”. Assim, sugere a Ordem, tendo em conta a responsabilização de técnicos e entidades e o fortalecimento da fiscalização sucessiva, a legislação tem de ser mais ágil. A simplificação exige um planeamento urbano mais robusto, com a revisão do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, bem como seguros de responsabilidade civil adequados (falta publicar portaria, prevista desde 2009), além de sistemas de fiscalização eficazes.

    No documento agora apresentado na secretaria de Estado da Habitação, a Ordem dos Arquitectos chama também a atenção para a urgência de serem revistos os regulamentos municipais, onde subsistem normas nulas face ao simplex, e sugere a reintrodução de artigos que teriam sido retirados sem acautelar a sua substituição.

    É também necessário prosseguir com toda a energia na implementação da plataforma digital única (PEPU) para submissão de processos urbanísticos em todo o país, que diminuirá a carga burocrática e uniformizará procedimentos, prevista já para 2025 e que, segundo a OA, fica a sensação de que “os prazos começam a ficar comprometidos”.

    Por outro lado, sem prejuízo da recente atualização da Portaria relativa a cedências para o domínio público, estão ainda por clarificar as regras de afetação das áreas destinadas a habitação pública, de custos controlados ou para arrendamento acessível, face ao seu impacto no dimensionamento das infraestruturas existentes, no estacionamento e no possível incumprimento de parâmetros definidos em PDM.

    Relativamente à Habitação, a Ordem dos Arquitectos alerta também que “o modelo legislativo seguido nas iniciativas Mais Habitação e Simplex Urbanístico, de alteração simultânea de vários diplomas, não contribuiu para a visão integrada e valorativa do planeamento, do urbanismo, das políticas de cidade e do território necessárias para superar as falhas graves de experiências anteriores como o Programa Especial de Realojamento.”

    Nesse sentido, espera-se que o programa Construir Portugal possa contribuir para suprir fragilidades existentes. As Cartas Municipais de Habitação, por exemplo, estão atrasadas e excedem, em muitos casos, a capacidade técnica e administrativa das equipas dos municípios.

    “As cartas municipais pressupõem uma política de habitação municipal, objetivo mais difícil de atingir no contexto de elevadas assimetrias entre os vários municípios do país. Tendo em conta que no Programa Construir Portugal se aborda o reforço financeiro desta programação, o assunto ganha ainda maior relevância”, conclui o documento da OA.

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