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Associação prevê crescimento do comércio de materiais de construção em 2021 e 2022

Os dados constam do estudo elaborado por Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário, para a APCMC

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Os dados constam do estudo elaborado por Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário, para a APCMC

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A Associação Portuguesa de Comerciantes de Materiais de Construção  (APCMC) considera que 2020 foi um ano positivo, tanto para os volumes de construção como para os negócios do sector, embora apresentando crescimentos modestos.

De acordo com o estudo, ‘Evolução dos Negócios no Comércio de Materiais de Construção – estimativas para 2020 e previsões para 2021 e 2022’, elaborado por Manuel Carlos Nogueira, economista e docente universitário, para a APCMC, o sector do comércio e distribuição dos matérias de construção em 2020 apresentou um crescimento entre 0,5% e 1,5%, dependendo do subsector. Para 2021, as estimativas de crescimento apontam para valores entre 1% e 1,9% e para 2022 entre 1,2% e 2,7%, também dependendo do subsector.

Em termos globais, a estimativa sobre volume de construção em 2020 foi de um crescimento de 1,3% (os dados sobre o último ano ainda não se encontram apurados na totalidade), sendo que para 2021 e 2022 se prevê um aumento de 1,7% e 2,1%, respectivamente.

Manuel Carlos Nogueira destaca, que “apesar desta crise sanitária e económica, a vida e a economia continuam da forma possível, pelo que não queremos deixar os players do sector e os associados da APCMC sem indicações do que podem esperar para o futuro próximo”.

“Infelizmente estamos a viver tempos excepcionais que, como diria a saudosa Amália Rodrigues, está a tornar o nosso dia a dia numa ‘estranha forma de vida’, sendo que apesar da existência de diversas vacinas para a Covid-19 a maior parte dos portugueses terá de esperar meses para ser inoculado, bem como também esperar que, entretanto, não exista uma radical mutação no vírus que faça as vacinas perderem efeito, voltando tudo ao início”,  acrescenta.

Embora, seja certo que crescimentos insustentáveis e estratosféricos, como os verificados na década de 80 e 90, não irão ocorrer nos próximos dois anos, o estudo da APCMC alerta, contudo, que os negócios previsivelmente estarão assegurados e até com algum crescimento.  “Não queremos deixar de dar uma palavra de confiança para os comerciantes e distribuidores de materiais de construção”, acrescenta.

Subsectores com crescimentos diferentes

Se analisarmos a performance esperada em cada um dos subsectores que constituem o mercado dos materiais de construção, verificamos que as previsões para 2021 e para 2022 apontam para valores entre os 1,6% e os 2,7%.

Assim, no segmento “comércio por grosso de madeira, materiais de construção e equipamento sanitário”, a previsão é, respectivamente, de 1,7% e de 2%.

No “comércio por grosso de minérios e metais”, vai de 1,8% e 2,1%; no “comércio por grosso de ferragens, ferramentas e artigos para canalização e aquecimento, situa-se entre 1,6% e 1,9%, respetivamente. Por último, o “comércio a retalho de ferragens, tintas, vidros, equipamento sanitário, ladrilhos e similares, entre 1,9% e os 2,7%, respectivamente.

Já em termos de volumes de construção, as estimativas da APCMC para 2021 e 2022, preveem um crescimento na construção de habitação nova, de 1,6% e 2,7%, respectivamente. Crescimento superior é esperado na construção habitacional – renovação, de 2,1% e 2,9%, respectivamente.

Na construção não habitacional nova, o desempenho é inferior nos dois anos em análise: 0,7% e 1,4%, respectivamente. Contudo, situação diferente perspectiva-se para a construção não habitacional – renovação, com um crescimento de 5% em 2021 e 1,5% em 2022.

Quanto à engenharia civil nova é esperado um crescimento de 2,1% em 2021 e 2,5%, em 2022. No caso da engenharia civil – renovação, o crescimento previsto é de 1,3% e 1,5%, respectivamente.

Metodologia seguida no estudo da APCMC:

Tal como em previsões passadas em termos de volumes de construção, o estudo da APCMC seguiu a divisão da Euroconstrut, que apresenta os resultados em termos de habitacional, não habitacional e engenharia civil. Cada uma destas categorias é dividida em novo e em renovação. Já em termos do setor de distribuição de materiais de construção e tal como no passado foi considerada a divisão por actividade económica publicada pelo INE.

A cada estimativa estão associadas diversas variáveis, entre as quais: número de famílias, impostos sobre o património, taxa de crescimento do PIB, rendimento disponível dos particulares, volume de crédito à habitação, diversas taxas de juros, volume de crédito às empresas, investimento público, FBCF, entre outras. No total foram utilizadas mais de 20 variáveis, sendo que todas se encontram alicerçadas na literatura científica setorial.

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Mapei na IX Semana da Reabilitação Urbana do Porto

Para a Mapei a reabilitação nunca foi um spot publicitário. Está no nosso ADN e é um compromisso e uma aposta em todos os países em que estamos presentes.

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É por isso que, no regresso ao formato presencial, a Mapei marca presença na 9ª edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto, que se realiza entre 23 e 25 de novembro no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

A Semana da Reabilitação Urbana é uma iniciativa da Vida Imobiliária, propõe o debates sobre os temas estruturantes da reabilitação e regeneração urbana, neste caso, com um olhar especial sobre a realidade da cidade do Porto, a Semana da Reabilitação Urbana do Porto.

Entre os grandes temas da edição de 2021 da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se a habitação multifamiliar para arrendamento ou “built to rent”, a habitação acessível e o senior living. Bem como a dinâmica do mercado de escritórios da cidade e o potencial dos grandes projetos mobilizadores da cidade, tais como o Terminal Intermodal de Campanhã ou o Matadouro, projetos-âncora que estão já hoje a alavancar a transformação da zona oriental da cidade.

No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estarão também de forma muito premente os temas da sustentabilidade, com foco no ‘Impacto da mobilidade verde e o desafio dos edifícios NZEB’, uma sessão organizada com o apoio da Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), e ‘Os apoios públicos à descarbonização, desafios e oportunidades para o setor da energia/edifícios’, uma sessão organizada com o apoio da Adene – Agência para a Energia.

A tecnologia, desde logo o potencial do BIM, bem como os desafios da industrialização e dos custos na construção, encontram na Semana da Reabilitação Urbana os especialistas e o público certos para traçar as perspetivas sobre futuro do setor.

O evento é de acesso livre, e dirige-se quer a profissionais quer a particulares. Para marcar presença na Semana da Reabilitação Urbana basta fazer AQUI a sua inscrição gratuita e selecionar as conferências a que pretende assistir. Saima mais AQUI sobre a Semana da Reabilitação urbana do Porto.

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Grupo Preceram na IX Semana da Reabilitação Urbana do Porto

A Semana da Reabilitação Urbana regressa em formato presencial na Alfândega do Porto nos dias 23, 24 e 25 de novembro e conta com as empresas do Grupo Preceram.

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A SRU Porto terá uma agenda de debates essenciais sobre os temas de maior relevo para todos os profissionais, sejam promotores e investidores imobiliários, arquitetos, engenheiros, empresas de construção ou mediação imobiliária. Ao longo de três dias, e com um programa muito completo, oferecerá um ciclo alargado de conferências e seminários dedicados aos temas da reabilitação urbana, habitação e sustentabilidade.

O Grupo Preceram, como parceiro do evento, faz parte do painel de oradores da sessão principal no dia 24, onde se irá debater “O desafio da industrialização e os custos na Construção”. Esta conferência acontece, presencialmente, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, entre as 10h00 e as 11h15 no dia 24 de novembro.

Neste mesmo dia decorre das 15h30 às 16h30 a sessão exclusiva do Grupo Preceram, com o tema: “A (Re)Construção Eficiente. Adaptar, modificar e melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios.”.

Como melhorar o conforto e o comportamento energético dos edifícios? O Grupo Preceram responde, com sistemas construtivos e soluções de desempenho melhorado, para pisos, paredes e tetos. Fundamental também, é conseguir selecionar as soluções mais adequadas para cada obra, tanto em termos de características como de preços. Conheça as ferramentas de apoio à especificação, o Gestor de Soluções e a biblioteca de objetos BIM – Gyptec/Volcalis.

Programa e inscrição aqui: https://iberinmo.com/schedule-detail/504

Durante o evento Grupo estará ainda presente no espaço expositivo e participará em outras sessões, das quais destacamos:

Dia 23 às 15h30 – Coberturas Verdes em Portugal: Estratégia, Conceito Experiência – Coorganiza ANCV

Dia 25 às 15h30 – Novas regras para a eficiência energética dos edifícios – Coorganiza PCS

Organizado pelo Grupo Iberinmo e pela revista Vida Imobiliária em estreita colaboração com a Câmara Municipal do Porto, a IX Semana da Reabilitação Urbana tem assim, o desafio de lançar o debate à sociedade portuguesa, para vivermos uma cidade mais reabilitada, mais rica, mais inclusiva e onde todos possamos viver com mais qualidade.

Tudo sobre o evento, agenda e inscrições em: https://iberinmo.com/event/ix-semana-da-reabilitacao-urbana-do-porto

Local: Centro de Congressos da Alfândega do Porto (mapa: https://goo.gl/maps/1ZLqm3GfEoNrY6Y86)

Data: 23, 24 e 25 de novembro

 

 

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Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

Confinados a nossas casas durante uma boa parte do ano passado, é fácil não ter notado que alguns setores nunca pararam. Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo Observador, cresceu 2,5% em 2020 e se prepara para obter, este ano, uma taxa de crescimento de 2,2%. Em… Continue reading Pandemia acelerou (em 3 anos) a adoção de tecnologias digitais no setor da Construção Civil

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Confinados a nossas casas durante uma boa parte do ano passado, é fácil não ter notado que alguns setores nunca pararam. Esse é o caso da Construção Civil, setor que, de acordo com dados avançados pelo Observador, cresceu 2,5% em 2020 e se prepara para obter, este ano, uma taxa de crescimento de 2,2%.

Em relação às obras públicas em edifícios não residenciais, para 2021 é esperado um crescimento de cerca de 2,0%, semelhante ao ocorrido em 2020, beneficiando da evolução muito positiva do mercado das obras públicas ao longo do ano passado, com crescimentos acentuados tanto no lançamento de novos concursos de empreitadas de obras públicas, como no volume de contratos celebrados.

Apesar da performance das obras públicas, à frente desta maré de crescimento no setor está a construção residencial que, em 2020, manteve um nível de elevada procura nacional e internacional, justificada em grande parte pela busca de casas maiores que transformassem o isolamento social e o teletrabalho mais tolerável, e continuou a beneficiar de um enquadramento macroeconómico marcado por taxas de juro historicamente baixas.

Vemos, assim, que a necessidade de ter mais conforto e espaço ajudou a “aquecer” o mercado imobiliário, mas aquilo que escapou ao nosso olhar foi a introdução de novas tecnologias digitais que vieram não só permitir uma aceleração dos tempos de construção, como também a entrega em tempo útil das casas ao mercado imobiliário.

Aliás, segundo um estudo global realizado pela consultora McKinsey, a pandemia veio acelerar, em pelo menos três anos, a adoção de tecnologias digitais no setor da construção, através da utilização de tecnologias tais como os drones, softwares de alta precisão, construção modular, realidade aumentada, robôs, etc.

Tecnologias Digitais no setor da Construção Civil

Como referimos, a alta taxa de procura e a queda no número de imóveis disponíveis fez com que as construtoras procurassem aliados para acelerar processos e reduzir as perdas e o impacto no meio ambiente.

O maior desses aliados dá pelo nome de tecnologias digitais e, nos últimos anos, têm servido para otimizar a execução das obras e melhorar a qualidade das edificações, priorizando, simultaneamente, os prazos de entrega.

Softwares de Gestão para a Construção Civil e Obras Públicas

Outra das tecnologias que tem servido de alavanca do setor da Construção Civil e Obras Públicas são os softwares de gestão de obra.

Sabendo da necessidade de uma empresa de construção controlar rigorosamente o tempo de execução, os custos e, no caso de obras públicas, também os prazos de avaliação e apresentação de propostas, um software para construção civil permite, entre outras coisas, apresentar orçamentos e prazos rigorosos, executáveis e sem margem para derrapagens, reduzir os custos de gestão dos recursos materiais e humanos, eliminar os processos administrativos morosos, assegurar o cumprimento célere de todos os requisitos fiscais e legais e acompanhar a obra em tempo real.

BIM (Modelagem da Informação da Construção)

Entre os recursos digitais aplicados às obras residenciais, a Modelagem da Informação da Construção (BIM, em inglês) é aquela que mais se destaca. Esta metodologia permite criar soluções digitais que coordenam toda a informação relativa a uma obra e proporcionam um maior domínio sobre as atividades a serem executadas. Por exemplo, com a adoção de um BIM é possível prever os possíveis problemas e impactos do estaleiro e antecipar soluções durante a realização dos projetos.

Drones e dispositivos móveis

A tecnologia digital ao serviço da qualidade e da gestão das obras inclui ainda a utilização de drones para a monitorização dos edifícios em construção e de dispositivos móveis (tablets, por exemplo), estes últimos que permitem que engenheiros e arquitetos consigam, em tempo real, não só esclarecer dúvidas e resolver problemas técnicos, como também aceder a softwares para verificarem serviços e materiais.

Internet das Coisas (IoT)

Com a introdução gradual da IoT na Construção Civil passou a ser possível instalar dispositivos que automatizam e monitorizam o funcionamento de equipamentos eletrónicos, ar condicionados, iluminação, etc. Na prática, todos estes equipamentos estão interligados com o mundo através da Internet, para que possam facilitar a rotina pessoal das famílias.

5G

Apesar de só agora se ter concluído o leilão de 5G em Portugal, este upgrade ao 4G vai permitir, pela sua maior eficácia e velocidade, o acesso à utilização de sensores para a monitorização da matéria-prima que entra no estaleiro e que será usada na construção. Por exemplo, quando o material chegar ao estaleiro, os responsáveis poderão “ler” o material com o auxílio de tecnologias como o NFC (Near Field Communication), criando uma “memória da construção”, algo extremamente importante para a construtora e para o cliente final.

Também a área da assistência técnica pode beneficiar do 5G. A introdução de sensores de humidade, água e eletricidade geram alertas automáticos que são enviados diretamente para os profissionais responsáveis que, assim, podem resolver os problemas de forma mais rápida.

Todos estes sensores irão, necessariamente, gerar uma grande quantidade de informações/dados que terão de ser armazenados e tratados, a chamada Big Data, o que abre caminho para a utilização de tecnologias como a Inteligência Artificial (IA).

Big Data e IA

A gigantesca massa de dados gerada, quando tratada e processada, pode ajudar a resolver problemas surgidos antes, durante e após a construção proporcionando, deste modo, tomadas de decisão mais exatas e assertivas, o que abre caminho para um futuro mais analítico e com cada vez menos interferência humana.

É neste cenário que entra a Inteligência Artificial. A introdução desta tecnologia na construção permite, por exemplo, que alguém chegue a casa e, ao abrir a porta, o ar condicionado já esteja ligado na temperatura ideal.

Com o auxílio da IA na análise de variáveis como a hora de saída, o tempo do trajeto com as condições do trânsito, a temperatura atual dentro da habitação e a eficiência do ar condicionado, um sistema de automação doméstica consegue, sem qualquer programação anterior, ligar o ar condicionado na temperatura ideal no momento em que alguém entra em casa (domótica).

**Conteúdo da responsabilidade Unik SEO**

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Realtà Mapei N.º45

Já está online a Realtà Mapei N.º45! Pode descarrega-la ou consultá-la diretamente no seu smartphone, iPad ou computador! Faça o download aqui https://bit.ly/3F6S7R9 Se preferir a versão em papel, mas ainda não está registado, pode começar a recebê-la gratuitamente inscrevendo-se no nosso website https://bit.ly/3yCS0tC conteúdo da responsabilidade da MAPEI

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Thermosite apresenta a nova Tabela-Catálogo 2021/22

Num ano tão atípico no que se refere a preços, a THERMOSITE inovou, lançando uma nova Tabela-Catálogo digital

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Num ano tão atípico no que se refere a preços, com uma inflação galopante e atualizações quase diárias, a THERMOSITE inovou, lançando uma nova Tabela-Catálogo digital, o que permite manter os preços mais ajustados e competitivos, com atualizações apenas quando necessário.

Uma das grandes vantagens desta nova Tabela, é a componente técnica incluída na mesma. Todos os artigos apresentados são acompanhados por uma ficha técnica, onde se pode verificar as capacidades / potências / eficiências / consumos / dimensões e restantes propriedades necessárias para o projeto de instalação.

O acesso é livre, estando disponível na página de internet da THERMOSITE, em www.thermosite.com/tabelas-precos.

Este catálogo, que é um compêndio de 300 páginas de fichas técnicas, foi um investimento importante da THERMOSITE, com o objetivo de oferecer aos instaladores uma ferramenta de trabalho. Permite ajudar a dimensionar, verificar a adequabilidade de cada produto ao espaço em concreto, e ainda permite a orçamentação completa para uma obra de climatização, águas quentes sanitárias (AQS), solar térmico, fotovoltaico e ventilação.

A nova Tabela agrega os produtos das marcas representadas pela THERMOSITE. Os grandes destaques são a GREE, a SIME, a HONEYWELL HOME, a FONDITAL e a THERMWAY. Em termos de produtos, a Tabela divide-se nas seguintes gamas: Ar Condicionado (GREE), VRF (GREE, THERMWAY), Bombas de calor (GREE, THERMWAY), Aquecimento (SIME, FONDITAL), Solar (SIME, THERMWAY), Pavimento radiante, Fotovoltaico, Válvulas e controladores (HONEYWELL HOME) e Ventilação (THERMWAY).

GREE ELECTRIC APPLIANCES INC. OF ZHUAI

A GREE é o maior fabricante do mundo de Ar Condicionado, tendo as suas principais fábricas em Zhuai, no Vietnam e no Brasil. Conta com mais de 90.000 colaboradores em todo o mundo, estando presente em mais de 160 países e regiões. Conta com mais de 300 milhões de utilizadores em todo o mundo, 1 em cada 3 aparelhos de Ar Condicionado do mundo são fabricados pela GREE.

SIME S.p.A.

É um dos principais fabricantes de Caldeiras Italiano. Tem uma fábrica e uma fundição próprias. Na fundição da SIME são preparados os corpos de caldeira de ferro fundido mais evoluídos do mercado. O desenvolvimento e o controlo de qualidade é outra das grandes apostas. A SIME tem laboratórios próprios, capazes de certificar e optimizar as suas caldeiras. Deste desenvolvimento surge a caldeira UNIQA, que é a única caldeira ventilada convencional certificada. Isto foi possível graças à incorporação de um compressor nesta caldeira que permite ter rendimentos suficientes para cumprir a ERP. A grande vantagem, é que não sendo de condensação, a substituição de uma caldeira convencional pela UNIQA não obriga a substituição das chaminés existentes.

HONEYWELL HOME

Marca da multinacional RESIDEO presente em todo o mundo destaca-se pela precisão dos seus termostatos e controladores, dispondo de uma gama muito completa que inclui o controlo à distância por wifi. Da mesma multinacional (RESIDEO) estão também disponíveis as melhores válvulas do mercado, com a marca Braukmann. Destacam-se as válvulas de três vias, as misturadoras, os filtros de água e as redutoras de pressão.

THERMWAY

Marca de equipamentos de climatização, AQS, solar e ventilação, que se carateriza por produtos de alta eficiência, gama completa, e design atrativo. O destaque vai para as bombas de calor de AQS, as bombas de calor de piscinas, os sistemas de climatização VRF, os sistemas solares térmicos e as caixas de ventilação.

THERMOSITE

A THERMOSITE é Distribuidor oficial da GREE, SIME, HONEYWELL HOME em Portugal, dispondo de armazéns em Lisboa, Porto e Algarve.

Todas as fichas técnicas estão disponíveis em www.thermosite.com e para mais informações, contactar [email protected] ou (+351)962 657 443 (Luís Chedas – Diretor comercial).

Autor: Thermosite

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Colocação de Cerâmica em Fachada com Grupo Puma

A escolha do adesivo certo para cada aplicação é essencial para garantir a sua resistência e durabilidade

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Crédito da imagem: Techlam by Levantina

O revestimento de uma fachada com material cerâmico proporciona, além de múltiplos e interessantes acabamentos estéticos, resistência e durabilidade incomparáveis, além da estabilidade de cor, mas deve-se levar em consideração que a colocação de cerâmica em fachadas é especialmente exigente do ponto de vista técnico, uma vez que, para além de garantir uma boa aderência entre o material de revestimento e o suporte, deve ser garantida a compatibilidade das deformações entre os materiais que intervêm no sistema construtivo.

Os materiais usados ​​em fachada estão sujeitos a variações de temperatura que se traduzem em expansão e contração térmica. Portanto, o adesivo usado para colar uma peça deve suportar as tensões produzidas por essas variações dimensionais sem que sua aderência à peça e ao suporte sejam prejudicados.

Também deve ser levado em consideração que as condições do suporte são básicas para garantir uma boa instalação. Devem ser avaliados os seguintes aspetos da superfície de assentamento que podem condicionar a aderência da peça ao suporte: nivelamento e planimetria, absorção de água, textura superficial, coesão, resistência, compatibilidade física e química, bem como humidade residual do suporte e presença de materiais contaminantes estranhos.

A escolha de um bom material de aderência é essencial. O Grupo Puma, oferece-lhe a solução perfeita: PEGOLAND PROFESIONAL FLEX ELITE C2TE S2, um cimento cola topo de gama, Súper Flexível (Tipo S2) e especialmente indicado para as aplicações mais exigentes, como é o caso de uma FACHADA. Com este adesivo conseguiremos uma fachada cerâmica mais segura e duradoura, com garantia de qualidade.

A colocação do material cerâmico será sempre feita pelo método de dupla colagem (aplicar adesivo tanto no suporte como na peça). O adesivo será aplicado sobre o suporte com talocha dentada e sempre em linha reta e paralela ao lado mais curto da peça, nunca em círculos ou na diagonal, para favorecer a eliminação do ar incorporado e melhorar o contato do adesivo. Posteriormente, o adesivo será aplicado em toda a superfície do tardoz das peças numa fina camada de 1 a 2 mm, bem compactada. Especificamente em FACHADAS e na fiada superior das peças, recomenda-se aplicar o adesivo com as ranhuras na horizontal (independentemente do formato da peça), para evitar que a água, possa eventualmente entrar no sistema pelas ranhuras, afetando uma área maior.

Fonte: Grupo Puma

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Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função. Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas… Continue reading Sabe os principais benefícios de escolher as calças multiusos ideais para o seu trabalho?

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Quando se fala da importância do uso de equipamento de proteção individual, normalmente são mencionados os capacetes, as botas e o equipamento de proteção facial e só raras vezes faz menção à importância de utilização de calças de trabalho adequadas à função.

Contudo, as calças de trabalho são peças indispensáveis à execução de determinadas tarefas e não falamos apenas da sua função estética, mas também, e sobretudo, da sua parte funcional: proteger os profissionais e fornecer arrumação extra dos utensílios de trabalho.

Nesse sentido, escolher umas calças de trabalho que garantam segurança e conforto é fundamental para assegurar a produtividade dos profissionais. A roupa de trabalho é mais técnica do que a usada no dia-a-dia, mas existem vários estilos, tecidos e cores, de forma a dar resposta às várias necessidades e ao gosto de cada profissional.

Com tanta variedade, torna-se complicado escolher o que mais se adequa às suas necessidades enquanto profissional. Por esse motivo, criamos uma lista de dicas e orientações a ter em conta no momento de escolher as calças de trabalho mais indicadas para si.

Fatores a ter em conta na escolha das calças de trabalho

Cada setor de atividade requer funcionalidades distintas no que diz respeito ao equipamento de proteção individual, por isso há que ter em conta diversos fatores na escolha das calças de trabalho que mais se adequam a si.

Existem dois fatores de extrema importância que deverá ter sempre em conta no momento de decisão:

  • Conforto – A escolha do modelo mais adequado à sua atividade, assim como o tamanho indicado, irá permitir-lhe liberdade de movimentos durante as atividades laborais, garantindo o conforto e bem-estar.
  • Material – Deverá ter em conta o desgaste a que estarão sujeitas as calças de trabalho. Estas deverão ser duráveis e fornecer uma circulação de ar adequada. Em alguns casos também será vantajoso que o tecido seque rapidamente, mas veremos isso mais à frente.
  • As características essenciais para cada setor de atividade

    Como foi dito anteriormente, podemos eleger vários tipos de calças de trabalho segundo as necessidades técnicas de cada profissão. Sendo assim, elaboramos uma

    lista das principais funcionalidades e características que deverá ter em conta para cada setor de atividade:

    Hotelaria e Restauração:
    O tecido deverá ser leve e respirável, as calças deverão ser ajustáveis ao corpo e deverão transmitir o conceito do seu negócio, podendo optar por modelos mais casuais ou elegantes.

    Manutenção e Indústria:

    O elemento mais importante na escolha de umas calças para a indústria é a resistência, uma vez que nesta área normalmente o material sofre maior desgaste pelo que é muito importante desenvolver características que reforcem a sua durabilidade e resistência. Sendo assim, sugerimos umas calças com reforço no joelho. As calças de trabalho multibolsos também são uma escolha acertada uma vez que poderá armazenar ferramentas ou utensílios enquanto trabalha. Dependendo do tipo de trabalho que irá realizar, poderá também ter em conta as calças com refletores, permitem que se destaque no ambiente, garantindo a sua segurança.

    Estética e Cabeleireiros:
    Nesta área é recomendado uma calça de trabalho bastante transpirável, leve e de fácil manutenção no dia-a-dia. A melhor opção é uma calça de elástico na cintura, de forma que se ajuste e dê liberdade de movimento durante o trabalho.

    Outros fatores a ter em conta

    Em algumas áreas de negócio, como é o caso da restauração, a farda é um dos principais elementos de identidade do negócio pois ajuda o cliente a identificar sem dificuldade os colaboradores, ajuda o cliente a reconhecer o posicionamento e os valores da empresa, inspira confiança e pode até ajudar a contar histórias. Sendo assim, torna-se importante destacar que deverá optar por umas calças de trabalho que transmitam uma imagem coerente com a sua empresa e a restante farda de Trabalho.  Esta deverá ser uma peça integrante da mensagem que quer transmitir aos seus clientes. Uma calça mais formal é uma escolha mais comum quando olhamos para o setor da Hotelaria e Receção, transmitindo uma imagem mais profissional e limpa, enquanto uma calça mais informal é adequada para áreas que é necessário um maior movimento e mobilidade por parte de quem a usa.

    Independentemente da sua escolha, saiba que pode consultar a DAUTI, referência nacional na produção de fardas e uniformes de qualidade, com foco na inovação.  Com mais de 20 anos no mercado, fornece produtos únicos e personalizados, que vão de encontro aos seus valores e imagem corporativa para que possa encontrar fardas que se adaptam às várias necessidades do seu negócio.

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