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Kronos Homes lança ‘Distrikt’ no Parque das Nações

Primeiro projecto da promotora em Lisboa já tem 40 contratos para venda assinados. No total, o condomínio terá 219 apartamentos

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Kronos Homes lança ‘Distrikt’ no Parque das Nações

Primeiro projecto da promotora em Lisboa já tem 40 contratos para venda assinados. No total, o condomínio terá 219 apartamentos

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A promotora imobiliária Kronos Homes, já deu início à comercialização do seu primeiro empreendimento em Lisboa – o Distrikt –  tendo já assinado  os contratos para a venda dos 40 dos primeiros 81 apartamentos disponíveis no novo empreendimento que vai nascer na zona do Parque das Nações. No que diz respeito às áreas comerciais, 80% estão, também, já reservadas.

Ao todo, o empreendimento irá contar com 219 apartamentos distribuídos por quatro edifícios de 14 pisos cada, com tipologias que vão desde o T0 ao T4. Estes terão uma zona comum central, para a qual está previsto um jardim e duas piscinas, destinados exclusivamente aos futuros moradores.

“Estamos muito satisfeitos por avançar com este projecto de primeira habitação em Portugal, no Parque das Nações, uma zona moderna de Lisboa que representa uma forte aposta na arquitetura e no design, características da Kronos Homes. O Distrikt deverá ser um símbolo da futura Lisboa moderna e muito cosmopolita”, afirma Rui Meneses Ferreira, sócio da Kronos Homes em Portugal.

O projecto, localizado numa das zonas mais qualificadas da cidade, representa mais uma aposta da Kronos Homes em Portugal e em Lisboa. Além disso, dado a escassez de terrenos  para habitação em LIsboa, “o  Distrikt é uma das últimas oportunidades para comprar uma casa nova no Parque das Nações onde já praticamente terminaram a edificação de projectos residenciais”.

O empreendimento, cujo investimento ultrapassa os 120 milhões de euros, contará ainda com uma zona destinada a comércio e terá uma arquitectura distintiva, assinada pelo Estúdio Morph e pela Bak Gordon.

“O conceito de design do Distrikt vai muito além dos padrões estéticos. Foi pensado para se adaptar ao meio ambiente, à cidade e às pessoas e resulta de um compromisso de criar espaços originais, aprazíveis e funcionais. Os elementos mais poderosos do projeto são as varandas, espaços cada vez mais valorizados por quem procura casa. A integração entre os espaços internos e as varandas no exterior é feita de forma a parecer um ambiente único e harmonioso”, explica César Frías Enciso, arquitecto da Morph Studio, responsável pelo projecto.

O Distrikt situa-se a 5 minutos do aeroporto e de um dos maiores centros comerciais da capital. Ao redor conta ainda com espaços verdes, passadiços à beira do rio Tejo e uma vasta oferta cultural e de serviços hospitalares e educativos. Com o melhor da cidade à porta de casa, irá distinguir-se pelos traços arrojados e pela preocupação com o urbanismo sustentável, dentro e fora do edifício.

Além deste primeiro projecto em Lisboa, a Kronos Homes detém dois projectos de turismo residencial no Algarve, o Palmares Ocean Living & Golf, em Lagos, e o Amendoeira Golf Resort, em Silves, e em breve irá anunciar mais dois novos projectos na capital.

A promotora iniciou a sua actividade no sector residencial espanhol em 2015, momento desde o qual tem vindo a aumentar a sua carteira de negócios e o investimento destinado ao desenvolvimento dos mesmos. Chegou a Portugal no final de 2017, iniciando assim a sua expansão internacional. Tem actualmente 23 projectos em curso em ambos os mercados.

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Gyptec lança nova placa Gold

A Gyptec Ibérica acaba de lançar uma nova placa de gesso multifunções resistente a tudo, a Gyptec Gold.

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Agora já é possível usar uma única placa para toda a obra de reabilitação e/ou construção nova, com substanciais vantagens ao nível do desempenho mecânico, térmico e acústico das soluções.

Esta nova placa, reforçada com fibras para melhorar o comportamento ao fogo, tem maior densidade e resistência ao impacto e flexão, e é tratada com um agente hidrófugo para diminuir a absorção de água. A placa Gold é apropriada para todos os sistemas interiores com características de maior capacidade de carga, resistência ao fogo e bom comportamento à humidade.

Qualidade e versatilidade

A mais versátil das placas, a placa Gold, é um produto de excelência da gama de soluções Gyptec, que combina múltiplas vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa. Não só proporciona melhor desempenho nas zonas de humidade moderada e maior resistência ao fogo, como também, resiste a golpes e impactos em áreas de grande afluência, como por exemplo ginásios, centros comerciais ou hotéis.

Para além das vantagens técnicas dos sistemas, no lançamento deste novo produto existem objetivos de racionalidade logística e gestão de recursos, já que a placa Gold, permite uma diminuição de desperdícios em obra.

Com a Gold, uma placa vencedora que cobre todas as necessidades, a Gyptec Ibérica alarga a sua gama de produtos e o seu leque de soluções, para todo o tipo de obra seca em interiores, tais como: paredes divisórias, revestimento de alvenarias e tetos. É também recomendada para cozinhas, lavandarias e casas de banho, pode ser revestida com azulejos ou similar.

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Eficiência Energética: do Projeto à Obra

Soluções construtivas que promovem a eficiência energética e o conforto nos edifícios.

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Estamos todos conscientes do fraco desempenho energético do nosso parque edificado, bem como da dificuldade em mantermos temperaturas de conforto no seu interior. Repetem-se manchetes e reportagens sobre o assunto e o diagnóstico aponta, invariavelmente, para a falta de isolamento dos edifícios.

O Grupo Preceram, como fabricante de materiais de construção essenciais, os chamados “básicos” – tijolo, placas de gesso, agregados leves e isolamento – tem trabalhado na identificação e caracterização técnica de soluções construtivas que promovam a eficiência energética e o conforto nos edifícios.

Este trabalho, implica uma estreita colaboração e implementação em todas as etapas da obra, sendo essencial a fase de projeto. É aqui que se podem delinear as melhores opções, aquelas que terão o maior efeito no bem-estar dos utilizadores, com menor consumo de recursos, pegada de carbono, impacte ambiental – as mais eficientes.

Nos últimos anos, a indústria também se adaptou, quer ao nível dos produtos disponibilizados ao mercado como dos processos. A questão da eficiência energética também se coloca ao nível produtivo e é determinante para a sua competitividade. Insere-se num tema mais lato, o da sustentabilidade.

Tem sido uma preocupação das várias empresas do Grupo, inovar permanentemente, com produtos tão distintos como o tijolo térmico e acústico Preceram, o suporte ideal para a construção de paredes eficientes com isolamento pelo exterior (ETICS e fachadas ventiladas) ou pelo interior em sistemas de placas de gesso.

Neste âmbito, salientamos o contributo da Gyptec no desenvolvimento de novas soluções para a construção, mas também para a reabilitação, como a placa GYPCORK com isolamento incorporado em cortiça, ou a gama de sistemas com isolamento em lã mineral Volcalis.

Esta última empresa, distingue-se pela inovação introduzida na conceção e fabrico em Portugal de um isolamento térmico e acústico eficiente, seguro e acessível que contribui positivamente para o desempenho energético dos edifícios.

Ainda a este nível, temos que referir o extraordinário desenvolvimento das soluções de base natural, como sejam as coberturas verdes, cujo contributo tem vindo a ser reconhecido também na eficiência energética dos edifícios. Neste âmbito, em representação da nossa empresa de argila expandida, Argex, temos vindo a trabalhar em estreita colaboração com a associação nacional do setor, a ANCV Greenroofs, no sentido de compilar e divulgar um conjunto de informação técnica relevante para os fabricantes, instaladores e projetistas.

A capacidade técnica instalada no nosso país é reconhecida e premiada a nível internacional.  Claro está que a evolução nas exigências legais e funcionais dos edifícios, nacionais e europeias, com a incorporação de novos materiais e soluções, exigem formação contínua e a colaboração também dos fabricantes.

Como já referido, no projeto é fundamental estarem espelhadas as melhores opções que deverão ser corretamente executadas e instaladas em fase de obra. Reconhecendo a importância desse diálogo, temos vindo a promover seminários, formações e eventos, dirigidos aos técnicos, mas também aos instaladores, divulgando as várias ferramentas de apoio que disponibilizamos. São exemplo o Manual Técnico Gyptec, a plataforma online Gestor de Soluções e os vários sites das empresas do Grupo Preceram.

Neste momento, estamos a desenvolver, em parceria com o ITeCons, uma biblioteca que assista os técnicos projetistas na caracterização de soluções para a envolvente opaca, refletindo as recentes alterações legislativas que integram essa exigência logo no projeto de Arquitetura.

Sabemos que podemos ter edifícios com melhor desempenho energético, trabalhando todos em conjunto, do Projeto à Obra.

Subscreva a nossa newsletter em:

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Fonte: Grupo Preceram

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Trienal: Cooperativas de habitação são tema de conferência do ciclo Campo Comum

Poderão as cooperativas ser uma solução para a escassez da habitação em Portugal? Esta é uma das questões que está em discussão e análise na conferência Cooperativas, através de exemplos que nos chegam da Catalunha e de Zurique. A ter lugar dia 20 de Abril, no CCB

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A segunda conferência do terceiro e último ano do ciclo Campo Comum (2020-2022), que arrancou no passado mês de Março, irá ter lugar dia 20 de Abril, às 18h30, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém. Cooperativas é o tema da conferência que pretende incidir sobre o tema das cooperativas de habitação, um sistema multiforme ou modelo directo que poderá ser a resposta às problemáticas económicas, urbanísticas, sociais e políticas que têm vindo a deteriorar as condições habitacionais das populações residentes em contexto urbano, em que Lisboa e Porto não são excepção.

Cooperativas explora, como temas principais, as comunidades locais, as estratégias financeiras e os enquadramentos administrativos necessários à reprodução do modelo de cooperativas criadas nas últimas décadas, através de exemplos de peso que nos chegam da Catalunha e de Zurique. Para falar sobre o tema sobem ao palco  a arquitecta e professora Cristina Gamboa, co-fundadora do multi-premiado colectivo Lacol, recentemente nomeado, com o edifício La Borda, para o Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia – Prémio Mies van der Rohe 2022 –  e o arquitecto e também professor universitário Andreas Hofer, com extensa experiência em projectos de habitação cooperativos inovadores como o Kraftwerk1, em Zurique, que reúne já 700 moradores e 232 apartamentos.

O ciclo de conferências Campo Comum encerra com a conferência Coexistência, a 25 de Maio.

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Grupo Preceram na Semana da Reabilitação Urbana 2022

A Semana da Reabilitação Urbana regressa a Lisboa nos dias 6, 7 e 8 de abril e conta com o apoio e participação das empresas do Grupo Preceram.

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(re)lisboa

Reabilitação, construção e sustentabilidade. A Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa apresenta, no Lx Factory, um ciclo de conferências participadas por cerca de 120 oradores, distribuídos por 2 palcos. A programação contempla também workshops e apresentações de empresas, envolvendo mais de 60 entidades.

inova(re)

A Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa inaugura um novo palco, no Lx Factory, dedicado à inovação, à sustentabilidade e ao impacto social. As soluções da digitalização aplicada ao imobiliário e à construção, os materiais inovadores e os novos talentos da arquitetura têm agora um espaço de apresentação ao público.

Economia circular e sustentabilidade na construção

O Grupo Preceram faz parte do painel de oradores e coorganiza com o LNEC a sessão principal do dia 6, onde se irá debater a “Economia circular e sustentabilidade na construção”. Esta conferência acontece, das 11h15 às 13h15 no dia 6 de abril.

Enquanto parceiro do evento o Grupo Preceram terá uma intervenção onde será abordado o tema: “Desafios para o Futuro – A importância dos materiais de construção na nova realidade”.

 

Seminário Grupo Preceram na SRU Lisboa

No dia 7 às 16 horas decorre a sessão exclusiva do Grupo Preceram com o tema: “A (re)construção eficiente. Adaptar, modificar e melhorar o desempenho térmico e acústico dos edifícios.”.

Como melhorar o conforto e o comportamento energético dos edifícios? O Grupo Preceram responde, com sistemas construtivos e soluções de desempenho melhorado, para pisos, paredes e tetos. Fundamental também, é conseguir selecionar as soluções mais adequadas para cada obra, tanto em termos de características como de preços. Conheça as ferramentas de apoio à especificação, o Gestor de Soluções e a biblioteca de objetos BIM – Gyptec/Volcalis.

Programa e inscrições: https://iberinmo.com/schedule-detail/550

Tudo sobre o evento, agenda e inscrições em: https://solucoesparaconstrucao.com/semana-reabilitacao-urbana-lisboa-2022/

Fonte: Grupo Preceram

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Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050. Aquele que muitos… Continue reading Empresas do setor apostam na construção industrializada ou “off-site”

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A tecnologia na construção: uma parceria que chegou para ficar

Os números impressionam e são os alicerces da questão. Se a população mundial continuar a crescer nas próximas décadas ao ritmo que está a crescer atualmente, estima-se que seja necessário construir mais 13 mil edifícios por dia até ao ano de 2050.

Aquele que muitos projetam como o planeta “10 biliões de pessoas” representa uma oportunidade para a arquitetura, para a engenharia, mas também para a indústria da construção.

Para corresponder à dimensão deste desafio a construção tem de reinventar como indústria. A tecnologia é, necessariamente, umas das componentes fundamentais neste novo desígnio da indústria da construção.

Uma das questões que mais se tem levantado nos últimos anos no setor está relacionada com a falta de mão de obra especializada na construção. Para além disso, os preços elevados de matérias-primas – como o alumínio e o cobre – e os custos cada vez mais elevados da construção têm formado algumas nuvens escuras.

Problemas à vista? Já sabemos: a tecnologia ajuda.

Construção e tecnologia

Apesar da tecnologia ter estado sempre presente na construção, este setor é, ainda, um pouco conservador. Isso parece estar a mudar. De acordo com o Engenheiro Civil Bruno Carvalho de Matos em um artigo publicado na Visão – “Revolução Industrial na Construção: onde estamos e para onde vamos?” – a tecnologia tem-se apresentado ao serviço com vários contributos importantes nos últimos tempos: “robótica e automação, incluindo tecnologias como impressão 3D, laser scanner e drones, para o levantamento de informação ou implementação no local; big data, inteligência artificial e machine learning, permitindo realizar análises preditivas e tomar decisões mais informadas no âmbito da conceção, construção e operação, por meio de algoritmos inteligentes; internet of things (IoT), possibilitando, através de um conjunto de dispositivos/sensores conectados entre si, controlar remotamente e automatizar a gestão de operações, estaleiros, equipamentos, aprovisionamentos, estruturas, etc.”

Outra das tendências é a construção off-site. Isto é, a construção realizada fora do local onde o projeto será executado – também conhecida como construção industrializada.

De acordo com o Idealista, que cita declarações de Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) ao Jornal de Negócios, este método “tem inúmeras vantagens”, como “maior controlo dos recursos e materiais, menor desperdício, produção mais rápida, menos deslocação de recursos e construção mais sustentável”. O artigo refere dados interessantes sobre a redução de custos inerentes à construção off-site:

  • Redução de 30% em transportes;
  • Redução de 40% dos materiais;
  • Redução de 40% de tempo;
  • Redução de 80% em CO2.
  • Entre as vantagens da construção off-site estão, assim, a redução dos custos de produção e o consequente aumento da competitividade.

    Para além disso, a inovação associada a este método possibilita uma execução mais lesta, com mais qualidade e menos erros. Este novo paradigma traz diferentes responsabilidades, que podem ser resumidas em vários pontos:

  • Deve-se continuar a apostar em boas máquinas de construção dos principais fabricantes;
  • As empresas que fornecem componentes e sistemas de construção devem fornecer seu produto aplicado na obra, sendo responsabilizados pelo projeto, fabricação, montagem e manutenção;
  • Essa qualidade deve ser aferida pelo cumprimento de normas, durabilidade e manutenção;
  • O setor industrial deve ser mais colaborativo entre si. As empresas de arquitetura, engenharia e construção, devem adaptar as suas operações, processos e procedimentos à inovação tecnológica da indústria;
  • O ambiente legislativo e regulatório deve ser renovado a pensar nas vantagens construção off-site e agilizar-se perante a utilização de novas tecnologias na indústria da construção;
  • Do ponto de vista estatal, e de acordo com Bruno Carvalho de Matos na Visão “o governo deverá igualmente assumir um papel ativo, criando sistemas de incentivo, estabelecendo normas e regulação, e definindo ambientes colaborativos, para facilitar a implementação da IC na indústria. Isto pode incluir, por exemplo, o financiamento de empresas e centros de investigação; a definição de requisitos para a transformação digital nas organizações e no desenvolvimento de empreendimentos; e alterações legislativas no âmbito da consulta e contratação de projetos e obras”;
  • – É preciso capacitar todos os players da indústria: CEOs, arquitetos, engenheiros, administrativos, agentes imobiliários, etc. Para isso são necessários produtos pedagógicos com conteúdo atualizado nas áreas técnicas, de arquitetura e engenharia, para formar nova gente e reciclar os recursos humanos técnicos no setor da construção.
  • É caso para dizer que o futuro já está a ser construído – off-site. O desafio está lançado.

     

    *conteúdo exclusivo da responsabilidade da Unik Seo

     

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    Porquê utilizar TRADITERM – ETICS, sistemas de isolamento térmico pelo exterior, em obras de construção nova?

    TRADITERM – ETICS

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    As alterações regulamentares ocorridas a nível nacional nos últimos anos tal como as constantes necessidades de melhoria das condições de habitabilidade, segurança e impacto no meio ambiente, têm vindo a aumentar os requisitos de qualidade e desempenho das envolventes das fachadas dos nossos edifícios, especialmente a partir do ponto de vista do isolamento térmico, resolução de pontes térmicas, proteção contra humidade, isolamento acústico e resistência a incêndios.

    O SISTEMA TRADITERM – ETICS do Grupo Puma constitui uma solução das envolventes de fachada ideal para técnicos, promotores e clientes finais, pois facilita o cumprimento dos vários requisitos atuais na conceção destes revestimentos de edifícios, em especial:

    REH: Poupança Energética

    O combate às alterações climáticas pressupõe a redução do impacto ambiental da atividade humana, com o compromisso dos governos de limitar gradualmente o consumo energético dos edifícios e sendo um ponto fundamental o aumento contínuo das exigências em matéria de isolamento térmico nos nossos edifícios.

    As revisões contínuas sobre o tema, optam por reduzir os limites de transmissão térmica dos acabamentos de fachada em todas as zonas climáticas do país, traduzindo-se esta tendência na necessidade de aumentar progressivamente a espessura do isolamento térmico na envolvente da fachada.

    Os sistemas ETICS (External Thermal Insulation Composite System) são soluções construtivas ideais para atender aos requisitos do REH (Regulamento de Desempenho Energético dos Edifícios de Habitação), pois adaptam-se facilmente às espessuras de isolamento térmico exigidas e praticamente eliminam 100% das pontes térmicas da envolvente da fachada com elementos de construção, como pilares e bordos de laje.

    A combinação do ETICS com carpintaria, caixilharia e instalações térmicas adequadas permite obter edifícios com classificação energética A e B de uma forma relativamente simples.

    SCIE: Segurança em caso de incêndio

    Na revisão do documento sobre a propagação de incendio em fachadas, realizada em Junho de 2020 (portaria 135/2020), consta a classe de reação ao fogo exigida aos sistemas construtivos de fachadas, em que os materiais são classificados quanto à sua contribuição para o desenvolvimento e propagação de incêndios, e devido à evolução que vêm apresentando, inclui-se o sistema ETICS pois é um recurso cada vez mais comum.

    Para limitar o risco de propagação exterior do incêndio na fachada, a regulamentação não permite aos materiais a formação de gotas ou partículas inflamáveis ​​na envolvente durante um incêndio, aumentando significativamente a segurança dos edifícios. Para edifícios, no que respeita à altura, também se requer uma contribuição ao fogo muito limitada da envolvente da fachada, requisitos que os sistemas ETICS atendem nas suas respetivas homologações.

    Higiene e Saúde

    Os sistemas ETICS justificam facilmente o cumprimento dos requisitos de proteção contra a humidade, proporcionando um excelente grau de impermeabilidade e permitindo a sua aplicação em toda a geografia portuguesa. Possuem um revestimento externo de altíssima resistência à infiltração, adaptável aos movimentos do suporte e que garante aderência ao mesmo, proporcionando também alta permeabilidade ao vapor de água.

    Proteção contra o ruído

    Embora o papel principal no cumprimento dos valores mínimos exigidos para o isolamento acústico a sons aéreos de uma envolvente de fachada assente sobretudo na conceção base, resulta que os sistemas ETICS são especialmente interessantes para melhorar o isolamento acústico a sons aéreos da fachada, sobretudo o isolamento de lã mineral, devido às excelentes propriedades acústicas proporcionadas por este tipo de material.

    Por tudo isso e por características como: desempenho, durabilidade ao longo do tempo e custo-benefício, os sistemas TRADITERM – ETICS do Grupo Puma estão claramente em ascensão e constituem uma ferramenta ideal para atender a todos os requisitos, principalmente a nível térmico, sendo soluções construtivas cada vez mais comuns em edifícios para consumo energético quase nulo.

    Fonte: Grupo Puma

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    KeepOn continua a reforçar a presença no mercado B2B (Business to Business)

    A KeepOn, empresa de instalação e manutenção, continua a consolidar a sua presença no mercado nacional, junto de vários clientes de referência.

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    Um dos grandes objetivos para 2022 é continuar a marcar fortemente a sua presença no mercado B2B e mostrar o porquê de ser a escolha mais acertada no mercado empresarial de eficiência energética!

    Desde a instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos, passando pelos sistemas AVAC (Aquecimento Ventilação e Ar Condicionado) e Instalações Elétricas, sistemas solares térmicos, e ainda pela operação e manutenção de sistemas de tratamento de águas, diversidade e excelência são as palavras de ordem na KeepOn, empresa nascida no seio do grupo Sotecnisol, presente no mercado da construção há mais de 50 anos.

    Depois de ter concluído instalações para clientes de renome nacional, como é o caso da Guarda Nacional Republicana, da Polícia Judiciária e da Agriloja, e ter garantido vários contratos de manutenção para tantos outros, como o Instituto Português de  Oncologia de Lisboa de Francisco Gentil e Instituto de Oftalmologia Gama Pinto, o ano de 2022 apresenta-se como mais um ano de crescimento e de desafios.

    “Começámos o ano com algumas adjudicações importantes, como é o caso de obras na Ravasqueira, Proresi, SMAS de Almada, entre outras, e que espelham o bom trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos. Paralelamente, estamos a finalizar projetos do último trimestre de 2021, para clientes como a Galp Solar, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Águas Públicas do Alentejo. É extremamente satisfatório começar o ano com este ‘push’ de confiança e poder continuar a contribuir para a eficácia dos serviços dos que se mantêm do nosso lado há anos”, afirma o gestor da empresa, Filipe Carneiro Pinto.

    KeepOn: 1 parceiro “chave-na-mão”

    Com uma equipa multidisciplinar e certificada em todas as áreas de negócio onde atua, a KeepOn, garante ao cliente um negócio integrado tipo ‘chave-na-mão’, desde o estudo e conceção, passando pela instalação e terminando na manutenção e assistência técnica. “Propomos sempre um serviço chave-na-mão, que permite ao cliente focar toda a sua atenção no seu negócio e libertar as suas equipas para outras tarefas. Assumimos uma responsabilidade acrescida, pois todo o processo depende de nós”, garante Filipe Carneiro Pinto.

    A importância da transição digital na manutenção

    Para Filipe Carneiro Pinto “a forte presença no mercado B2B, obrigou a KeepOn a enveredar pela transição digital na manutenção, investindo em sistemas de monitorização e alarmística e num software para reporte das intervenções”.

    E acrescenta: “Outro passo bastante importante, foi a sensibilização de todos colaboradores da empresa, para que utilizassem e tirassem o melhor partido dos investimentos feitos na digitalização. Os processos internos da empresa, tornaram-se mais automáticos e foi possível, cada um de nós, criar mais valor, desempenhando outras tarefas”.

    O responsável refere ainda que “esta transição digital foi preponderante para o negócio da empresa, pois foi necessário começar a ganhar competências digitais e também ao nível liderança. A KeepOn tornou-se mestre digital, por força das ‘exigências’ do mercado”.

    Perspetivas para o futuro

    Em termos futuros, a KeepOn pretende “crescer a um ritmo elevado nos próximos 4-5 anos, com uma taxa de crescimento anual média de 40% a 45% no seu volume de negócios, posicionando a sua oferta para setores de elevado potencial de crescimento e de valor acrescentado e mantendo o foco na digitalização, pois até agora tem-se revelado um fator crítico para o sucesso, em termos de organização e competitividade, para este mercado cada vez mais exigente”.

    Contactos:

    Tel: 800 91 80 80

    email: [email protected]

    Rua do Ferro – Fetais

    2681 – 502 Camarate

     

    Autor: KeepOn

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    Construir edifícios à prova de futuro

    Um desafio para esta geração que impactará as gerações vindouras. Não é isto sustentabilidade?

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    Todos temos consciência do edificado que temos em Portugal, das suas principais patologias e das queixas de quem lá vive, trabalha ou estuda: frio no inverno e demasiado calor no verão, paredes com fungos e dificuldade em climatizar os espaços.

    Expressões como “é com certeza uma casa fria portuguesa” ou “sinto mais frio em casa do que na rua”, percorrem os cabeçalhos da imprensa quando o frio aperta.

    Sabendo ainda que os portugueses não têm recursos suficientes para aquecer os seus edifícios, a tão falada “pobreza energética”, torna-se evidente que a aposta no isolamento é o caminho certo.

    A melhor energia é a que não se gasta e sabemos que nos edifícios grande parte da energia perde-se pelas paredes, pavimento e cobertura: a envolvente opaca.

    Por tudo isto, é de aplaudir o reforço do Fundo Ambiental ao Programa de Apoio Edifícios + Sustentáveis, tanto no aumento em mais 15 milhões de euros da dotação orçamental como no limite máximo do apoio ao isolamento de paredes em mais 50%.

    Desta forma materializa-se um apoio concreto que financia, a fundo perdido, a reabilitação energética da sua habitação. Por exemplo, reembolsam-lhe 7.500 euros se investir no isolamento das paredes e cobertura da sua casa, isto se utilizar um isolamento de base natural como a lã mineral Volcalis.

    Caso opte por um material dito convencional, derivado do petróleo, o apoio ainda é possível, mas é inferior.

    Claro que estamos a falar de edifícios de habitação própria e numa quase auto reabilitação, caso a caso e dependente da capacidade financeira do proprietário.

    Intervenções mais profundas e integradas, bem como a construção nova, exigem outro tipo de abordagem. Mas no essencial comungam dos mesmos princípios: edifícios mais confortáveis que consumam menos energia e tenham uma pegada ambiental menor.

    E, rumo a uma neutralidade carbónica, as empresas e os investidores estão preocupados com o perfil dos seus produtos e carteira de investimentos. 2050 aproxima-se e um edifício, em projeto hoje, nessa data estará em meia vida. Quais os materiais que incorpora?

    O consumidor também está atento e valoriza o sustentável. A utilização de materiais de base natural ou que incorporem materiais reciclados, como é o caso do isolamento térmico e acústico Volcalis e das placas de gesso Gyptec, contribuem para a construção de edifícios à prova de futuro.

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    Fonte: Grupo Preceram

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