Edição digital
Assine já
Imobiliário

Investimento imobiliário comercial com quebra de 69% no 1º semestre

Segundo a Cushman & Wakefield, o confinamento no primeiro trimestre e a natureza dos activos em venda tiveram um impacto no imobiliário comercial

CONSTRUIR
Imobiliário

Investimento imobiliário comercial com quebra de 69% no 1º semestre

Segundo a Cushman & Wakefield, o confinamento no primeiro trimestre e a natureza dos activos em venda tiveram um impacto no imobiliário comercial

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados

Os dados relativos ao primeiro semestre de 2021 foram apresentados dia19 de julho pela consultora Cushman & Wakefield dão conta de uma forte quebra (69%) do investimento imobiliário comercial, influenciada quer pelo confinamento a que o país esteve sujeito nos primeiros três meses do ano quer pela natureza dos activos em venda.

Assim, entre Janeiro e Junho deste ano foram transacionados 556 milhões de euros em activos imobiliários de rendimento em território nacional, um valor que contrasta com os 1.812 milhões de euros transacionados no primeiro semestre de 2020. A consultora ressalva, contudo, que os números do ano passado, os melhores d sempre em Portugal, foram influenciados por duas grandes transações.

Para o segundo semestre 2021 as perspectivas da consultora são mais animadoras, ainda envoltas em alguma incerteza. Um sentimento influenciado pela expectativa de resolução gradual da situação pandémica e da retoma da economia. As estimativas para o volume de investimento no fecho de 2021 apontam para cerca de 2.150 milhões de euros em transações. Volume que diminui a quebra face a 2020 para 23%.mas que, ainda assim, confirmar-se será o 4º maior resultado de sempre da consultora no mercado nacional.

”O interesse dos investidores estrangeiros no mercado português continua bem vivo. Os principais players do mercado não só reconhecem a boa resposta que o país teve face à pandemia, mas estão também pressionados pelos elevados níveis de liquidez que registam”, sublinhou Paulo Sarmento, Partner e Diretor de Capital Markets da Cushman & Wakefield.

“Os negócios de grande dimensão também marcarão a sua presença na segunda metade do ano. De entre as várias operações actualmente em negociação, destaque para um portfólio de hotelaria cuja aquisição se espera até ao final de 2021. Os activos hoteleiros, que ao longo da crise pandémica registaram um impacto negativo não só na operação diária mas também em termos de actratividade para investimento, poderão ser a grande surpresa em 2021. Cumprindo-se todas as operações actualmente em curso, o mercado de hospitality será a classe com maior alocação de capital em 2021, na ordem dos 35%.” Importa ainda assim reforçar o risco desta previsão, tendo em conta a sua enorme dependência de uma única operação envolta num grau elevado de complexidade.

As perspetivas para 2022 apontam para uma retoma da actividade de investimento para os níveis pré-pandémicos. “Hoje, somos capazes de identificar cerca de 800 milhões de euros de negócios com elevada probabilidade de fecho em 2022. Tendo em conta esta nova realidade do mercado, em que os negócios off market se tornaram cada vez mais frequentes, é muito provável que em 2022 voltemos aos volumes de investimento próximos dos 3.000 milhões de euros; destaca Paulo Sarmento”.

Escritórios representaram 43% do volume transacionado em 2021

À semelhança de 2020, o impacto dos negócios de grande dimensão no 1º semestre foi muito significativo. Os dois maiores negócios da primeira metade do ano representaram 45% do volume total transacionado(ou 250 milhões de euros): um portfólio de activos residenciais e o portfólio Navigator (maioritariamente de escritórios). Mas os setores alternativos afirmam-se cada vez mais junto dos investidores institucionais, sendo responsáveis por 32% do total investido. A fraca atratividade dos activos de retalho ficou evidenciada pela segunda mais baixa alocação de capital da última década: apenas 15%.

“O interesse dos investidores internacionais está cada vez mais focado nas áreas de logística e de residencial de rendimento. Infelizmente não temos em Portugal muitos ativos nestas categorias, o que explica o baixo volume de investimento até à data. Por exemplo em Espanha, onde estas categorias estão amplamente representadas, o volume de

Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Imobiliário

Facturação da Century 21 Portugal supera os 31 M€

Negócios mediados crescem 42% e ultrapassam os 1.134 milhões de euros, num período em que também o segmento internacional dispara 55%, com os EUA à frente da França, Brasil e Reino Unido

Nos primeiros seis meses de 2021, a Century 21 Portugal registou uma facturação superior a 31 milhões de euros, o que revela um aumento de 64% face aos cerca de 19 milhões de euros reportados no período homólogo de 2020. Já o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – considerando também a partilha de transações com outros operadores – superou os 1134 milhões de euros e revela um aumento de 42% em comparação com os quase 800 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2020.

” Os resultados dos primeiros seis meses de 2021 superaram todas as expectativas que tínhamos estimado para este período incerto e os valores de facturação foram os melhores de sempre. Estes indicadores foram também influenciados pelo factor da suspensão de processos de compra de clientes internacionais, durante o último ano, e demonstram que o mercado imobiliário recuperou a sua dinâmica, que é sobretudo impulsionada pelas alterações da vida familiar dos portugueses- casamento, nascimentos de filhos, divórcios, heranças e emancipação dos jovens – que ocorrem mesmo em tempo de pandemia”, afirmou Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal.

As tipologias de imóveis mais procuradas pelas famílias portuguesas continuam a ser os T2 e T3 e, entre Janeiro e Junho deste ano, a rede imobiliária realizou 7008 transacções de venda, o que representa um aumento de 38% face às 5065 transacções efetuadas no primeiro semestre do ano anterior.

No primeiro semestre do ano, o valor médio dos imóveis transaccionados na rede Century 21 Portugal aumentou 3% para os 161 371 euros, face à média de 157 264 euros registados no mesmo período do ano passado. Apesar do contexto de pandemia, os preços de venda de habitações mantiveram uma trajectória ascendente, a nível nacional.

Quanto ao mercado de arrendamento, no primeiro semestre deste ano foram realizadas 1708 transações, mais 68% comparativamente às 1014 transações no segmento de arrendamento registadas no mesmo período do ano passado. Contudo, o valor médio de renda, a nível nacional, situou-se nos 817 euros, ao longo do primeiro semestre de 2021, revelando um decréscimo de 2% face à média de 833 euros no valor de arrendamento verificada entre Janeiro e Junho de 2020. Embora a diferença neste indicador seja residual, também confirma que o mercado de arrendamento é normalmente mais flexível, muito responsivo às flutuações da procura, porque tem que se ajustar rapidamente ao rendimento disponível dos jovens e famílias que estão no mercado a procurar habitação.

Segmento internacional

 Entre Janeiro e Junho de 2021, foram efectuadas 1102 transacções de clientes internacionais na rede Century 21 Portugal, o que revela um aumento exponencial de 55% relativamente às 709 efectuadas no período homólogo do ano anterior. O peso das transacções do segmento internacional representou já 16% do volume de transações efectuadas nesta rede imobiliária, o que traduz a retoma dos negócios que envolvem clientes de outras geografias. Embora este indicador também reflita o efeito de suspensão das decisões dos investidores estrangeiros no mercado imobiliário nacional, durante o ano passado, dado que em 2020 este foi o segmento de mercado que sofreu o maior impacto negativo face ao contexto pandémico, a realidade é que o peso das transacções internacionais nos primeiros seis meses deste ano superou os 14% registados em 2019, antes da pandemia.

Outro aspecto a salientar neste primeiro semestre de 2021 é a alteração do perfil do cliente internacional. Pela primeira vez, os Estados Unidos da América foram a nacionalidade dominante, seguidos pela França, Brasil e Reino Unido.

Evolução da rede a nível nacional

 Apesar dos desafios inerentes ao contexto pandémico, no primeiro semestre de 2021 a Century 21 Portugal manteve um crescimento sólido da sua rede nacional, com o início de operação de mais 15 agências, em todo o País. Actualmente, a marca conta com 174 unidades em operação suportadas por uma equipa de mais de 3105 consultores imobiliários.

A Century 21 Portugal tem vindo a defender uma estratégia concertada entre toda a cadeia de valor do sector imobiliário e as entidades governamentais, para se criarem políticas adequadas para fomentar o acesso à habitação, sobretudo para a classe média portuguesa, a nível nacional. Contudo, a cidade de Lisboa e a região metropolitana de Lisboa, competem directamente, com as suas congéneres internacionais, numa escala e dinâmica de mercado totalmente diferentes do resto  do País. Este factor pode ser potenciado com a adopção de uma estratégia metropolitana para que esta região possa ser realmente competitiva, a nível internacional, na atracção de talento, de empresas e na capacidade de gerar um desenvolvimento económico e socialmente sustentável.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Empreendimento Orizzont representa um investimento de 5M€

Localizado em Aveiro, o projecto é da autoria do arquitecto Ricardo Vieira de Melo e destaca-se pelos traços modernos e acabamentos de qualidade

A ERA Aveiro e Ílhavo está a comercializar o Empreendimento Orizzont, localizado no centro da cidade de Aveiro e com uma vista privilegiada para a Ria de Aveiro.

O projecto disponibiliza 12 apartamentos com tipologias T3 a T5, sendo que apenas 8 frações se encontram ainda disponíveis para venda. Os preços variam entre os 500 e os 775 mil euros, estando a promoção de vendas a cargo da Santos Mártires – Sociedade de Empreendimentos Imobiliários, Lda, num investimento total de cerca de 5 milhões de euros.

O empreendimento Orizzont é da autoria do arquitecto Ricardo Vieira de Melo e destaca-se pelos traços modernos, acabamentos de qualidade, localização de excelência e pela utilização de materiais sustentáveis, que lhe conferem uma baixa manutenção e um baixo consumo energético.

Com amplas divisões, o empreendimento em condomínio fechado, conta com piscina aquecida, terraço com uma vista de 360º, jardim, um salão multiusos e varandas com vista desimpedida para a Ria de Aveiro. O projecto foi inspirado nos planos de água que distinguem a cidade, tendo sido desenhado para conviver em harmonia com a envolvente natural.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Remax Collection com movimento de 615 M€ na primeira metade do ano

Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, mas os destaques vão para Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional

CONSTRUIR

A REMAX Collection finalizou o primeiro semestre com um total de volume de preços na ordem dos 615 milhões de euros, o equivalente a um aumento de 43%, face a igual período de 2020. Durante os primeiros seis meses de 2021, a imobiliário especializada no segmento de luxo da rede REMAX registou 2.198 transacções, um incremento de 46% face à primeira metade de 2020, semestre esse em que a imobiliária comercializou cerca de 429,4 milhões de euros e realizou 1.510 transacções. Para a segunda metade do ano, a imobiliária que mais imóveis de luxo vende em território nacional prevê a continuidade do cenário de recuperação do mercado, já bastante notório neste primeiro semestre.

Na análise semestral sobre os principais tipos de imóveis os dados revelam que os apartamentos e as moradias reforçaram ainda mais a sua importância no segmento premium da marca. Se em 2020 representavam 91% da faturação e 95% das transações, nos primeiros seis meses do ano traduzem já 98% de ambos os indicadores, visível no quadro infra. Foram os apartamentos de tipologias T2 e T3 os mais procurados pelos investidores, ao representar 70,4% do volume de transações, o equivalente a 71,3% do total de volume de negócios. Por outro lado, as moradias T3 e T4 surgem com grande destaque neste primeiro semestre, representando mais de metade do volume de transações e de negócios, 56,4% e 63,3%, respectivamente.

A REMAX Collection negociou imóveis com clientes de mais de 30 nacionalidades estrangeiras. Não obstante, continuam a ser os portugueses os principais clientes, com intervenção em quase 70% das transações (69,9%) entre janeiro e junho de 2021. Os brasileiros foram a segunda nacionalidade do segmento em termos de volume de negócios e transações, seguidos dos franceses e ingleses que ocuparam a terceira e quarta posição, respetivamente. O top 7 do segmento é ainda composto por clientes chineses, americanos e espanhóis. Referir ainda que as restantes nacionalidades intervenientes em negócios de imóveis Collection foram responsáveis por 12,2% das transações e 13,9% em volume de negócios total.

Setúbal e a Madeira crescem no segmento de luxo

De acordo com dados da REMAX Collection, o distrito de Lisboa mantém a liderança nacional, com um volume de negócios de 80,9% e um volume de transacções de 80,7%, reflectindo uma ligeira diminuição de um ponto percentual (p.p.) no volume de negócios, mas um aumento de dois p.p. nas transacções, face ao período homólogo. Os destaques vão para o distrito de Setúbal, que ocupa a 2º posição, ultrapassando o Porto, assim como a subida da Madeira, que se posiciona, pela primeira vez, no Top 5 nacional.

Numa análise semestral mais detalhada ao distrito de Lisboa, constata-se que continuaram a ser preponderantes três concelhos: Lisboa, Cascais e Oeiras, representando aproximadamente 80% das transacções no distrito. Em evidência, a subida do concelho de Loures à quarta posição (5,25% de imóveis de luxo transacionados) e o aumento da representatividade do de Oeiras (15% do total de transações no distrito lisboeta). Salientar ainda a redução do peso do concelho de Lisboa para menos de 50% (46,7% em volume de transações), facto que revela um maior equilíbrio regional neste segmento premium.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

WINGS Condomínio vende 75% em fase de pré-vendas

Segunda aposta da Habitat Invest no Arquipélado da Madeira dirige-se à classe média nacional e a investidores para arrendamento. Com 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3, o Wings – Condomínio deverá estar concluído no último trimestre de 2021

CONSTRUIR

A Habitat Invest, em parceria com um investidor estrangeiro, encontra-se a promover o empreendimento residencial Wings – Condomínio, “cuja fase de pré-vendas garantiu cerca de 75% das reservas, confirmando o sucesso previsto para o empreendimento”, anunciou a promotora.

Situado em Santa Cruz, no Arquipélago da Madeira, junto ao Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, o empreendimento entrou em pré-venda de 15 de Julho a 4 de Agosto, possibilitando uma escolha prioritária por parte dos clientes e a garantia de preços a partir de 70.000 euros para um T1 com estacionamento. A fase de vendas oficial terá início a 5 de agosto, em cerimónia a decorrer no andar modelo, que contará com a presença de convidados, promotora, investidores e mediadores.

O Wings – Condomínio apresenta 88 unidades residenciais, distribuídas pelas tipologias T1 a T3. Trata-se de uma oferta dirigida à classe média nacional e a investidores, para arrendamento. A sua conclusão está prevista para o último trimestre de 2021.

“Estamos particularmente satisfeitos com este resultado. Acreditámos neste projecto desde o início e satisfaz-nos particularmente constatar o interesse dos madeirenses pelo Wings”, afirmou Pedro Vicente, administrador da Habitat Invest acrescentando, ainda, “estar orgulhoso pelo facto de um promotor nacional colocar no mercado casas que os portugueses podem comprar”.

As vendas do empreendimento estão a cargo das mediadoras Century21, Hi Home, Imocaires e KW.

De referir que em Agosto de 2020, a Habitat Invest já havia lançado o Monumental Madeira, no Funchal, ainda em construção e com um assinalável sucesso comercial, com 70% das unidades residenciais já vendidas. Ao contráeio do Wings –  Condomínio, o Monumental Madeira é um projecto de luxo composto por 24 unidades residenciais, entre os 177 e os 652 m2, com amplas varandas e terraços.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Nhood Portugal taxa de ocupação em linha com os valores pré-pandemia

A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, garantiu a ocupação de mais de 10 000m² de área bruta locável de espaços de retalho no primeiro semestre de 2021

CONSTRUIR
tagsNhood

No primeiro semestre de 2021, a Nhood Portugal comercializou 21 novas lojas, totalizando mais de 10 000m² de área bruta locável, nos activos sob gestão, que incluem o portefólio de Centros Comerciais Alegro e outros activos imobiliários.

A plataforma global de soluções imobiliárias em projectos de uso misto, garantiu a ocupação de mais de 10 000m² de área bruta locável (ABL) de espaços de retalho no primeiro semestre de 2021, entre novas aberturas e renovações de diversos contratos. No total, foram 21 novas lojas comercializadas no portefólio de Centros Comerciais Alegro e outros activos imobiliários que registam uma taxa de ocupação acima dos 98%, em linha com os valores de ocupação pré-pandemia.

Marcas como Lion of Porches, Intimissimi, Antarte, Tomatino e Widex são apenas alguns exemplos de novos lojistas que integraram os activos geridos pela Nhood durante o primeiro semestre de 2021.

“Num contexto que tem sido mais do que desafiante, totalmente imprevisível e inconstante, quer para nós gestores de centros comerciais quer para os nossos lojistas, conseguirmos, no primeiro semestre de 2021 abrir 21 lojas e renovar diversos contratos é algo de que nos orgulhamos na Nhood. Ter taxas de ocupação com níveis de pré-pandemia, acima dos 98%, é para nós um balanço muito positivo, e um sinal do caminho de retoma que estamos agora a iniciar. Estes valores devem-se não só ao número de novas aberturas, mas também às renovações contratuais que temos vindo a celebrar”, celebrou Mafalda Cotta, Head of Leasing da Nhood Portugal.

Para o segundo semestre do ano a previsão é de pelo menos 15 novas aberturas, representando cerca de 5 500m2 de área bruta locável.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

BI4ALL inaugura “cidade” em Lisboa

Com 7 mil m2, e capacidade para mais de 500 postos de trabalho, a nova sede está preparada e para dar resposta ao crescimento sustentado da tecnológica

CONSTRUIR

A nova sede da tecnológica portuguesa, designada “Cidade BI4ALL”, reflecte a cultura da empresa, que desde que nasceu, em 2004, foi sempre orientada para as pessoas com um ambiente único, próximo e familiar.

A BI4ALL, empresa líder em serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, inaugurou as novas instalações em Lisboa. Situada na Avenida Marechal Gomes da Costa, a nova sede nasce com o objectivo de responder a um novo paradigma laboral e às necessidades dos colaboradores, proporcionando uma experiência de trabalho única, bem como uma melhor experiência para os clientes.

Um antigo armazém foi palco de uma verdadeira revolução transformando-se num local amplo e renovado, com diferentes ambientes que estimulam o pensamento crítico e criativo dos colaboradores. Com uma dimensão de 7 mil metros quadrados e capacidade para mais de 500 postos de trabalho, a nova sede está preparada e projectada para a continuidade do crescimento sustentado da BI4ALL para os próximos anos.

O projecto de arquitetura e decoração do edifício esteve a cargo de Pedra Líquida Arquitetura e Engenharia, que manteve o conceito industrial na renovação do edifício, elevando a experiência com elementos arquitectónicos únicos e uma decoração vintage.

“A Cidade BI4ALL nasce da idealização de um conceito de espaço que se pretendia disruptivo, inovador, criativo, internacional e cosmopolita, que respondesse às necessidades dos colaboradores. É um espaço que foi projectado, também, a pensar nas expetativas dos clientes actuais e futuros, e com o objectivo claro de oferecer um conjunto de benefícios associados ao bem-estar dos nossos colaboradores, que trabalham diariamente para entregar valor acrescentado e serviço de excelência aos nossos clientes”, referiu José Oliveira, CEO da BI4ALL.

O espaço é composto por dois edifícios, que incluem salas de trabalho e open spaces, salas multifuncionais, uma sala de conferências com capacidade para 200 pessoas, salas de reunião, salas inovadoras para reuniões mais pequenas ou simplesmente para conference calls, salas de formação, copa e zona de restauração, quartos para clientes e colaboradores que residem fora da grande Lisboa, campo de padel, ginásio completamente equipado, salas para aulas de cycle e yoga, terraço e várias zonas de lazer e bem-estar. Também a pensar na questão da mobilidade, existem motas eléctricas ao dispor dos colaboradores.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Signal Capital ‘encaixa’ 150 M€ em novo negócio imobiliário

Naquele que já é considerado “um dos maiores negócios do imobiliário comercial de 2021”, foram adquiridos 15 edifícios da Quinta da Fonte, em Oeiras, pela gestora britânica Sixth Street e pela Acacia Point Capital

CONSTRUIR

O terceiro trimestre de 2021 regista mais uma transacção de peso, confirmando as perspectivas animadoras para o sector, segundo as consultoras imobiliárias. Naquele que já é considerado “um dos maiores negócios do imobiliário comercial de 2021”, foram adquiridos 15 edifícios da Quinta da Fonte, em Oeiras, pela gestora britânica Sixth Street e pela Acacia Point Capital. Com este negócio, a Signal Capital encaixou cerca de 150 milhões de euros, de acordo com o Jornal de Negócios.

A Quinta da Fonte foi completamente renovada e possui um total de 22 edifícios com 80 mil metros quadrados (m2) e ainda 3.5000 lugares de estacionamento e vai continuar a ser gerido pela Acacia Point Capital, que participou neste negócio como coinvestidora e parceira da Sixth Street.

Foi em 2018 que os primeiros edifícios da Quinta da Fonte foram adquiridos pela Signal Capital Partners os primeiros edifícios e, em 2020, deu início o processo de reabilitação e reposicionamento, no qual foram investidos “vários milhões de euros”, referiu fonte ligada ao negócio ao mesmo jornal.

Entre 1 de Julho até ao momento, a Savills já havia registado mais de 300 milhões de euros em negócios. Com esta transacção, este valor volta a subir. Note-se que entre Janeiro e Junho foi contabilizado um investimento de 569 milhões de euros, um valor quase 70% inferior ao do período homólogo.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Century 21 inaugura loja na rotunda da fonte luminosa em Almada

A nova Century 21 Rio apresenta-se sob o mote “No séc. XXI, no ano 2021, é Century 21 Rio!” e pretende trazer “uma nova e tripla visão de negócio e de mercado”

CONSTRUIR

A Century 21 inaugurou uma nova loja em Almada na passada quarta-feira, dia 28 de Julho, a Century 21 Rio, tendo contado com a master da rede ibérica para oficializar a abertura e a inauguração do novo espaço. Esta ocasião revestiu-se de ainda maior relevância, coincidindo o dia 28 de Julho com a data oficial de aniversário da rede Century 21 no mundo, no âmbito da comemoração do seu 50º aniversário.

A iniciativa, restrita por consequência do Covid 19, foi assinalada com o gesto oficial de abertura, executado em conjunto, sobre a fita da cerimónia afixada na porta da loja e a visita às instalações da nova empresa de mediação imobiliária na região, na presença de alguns dos novos elementos da equipa e de diirecção da rede global, como o drector de Expansão, Francisco Vasconcelos e o consultor do Canal 360 da Century 21 Portugal, Tiago Leite.

Localizada na Praça Gil Vicente, 1A, em Almada, a nova Century 21 Rio apresenta-se sob o mote “No séc. XXI, no ano 2021, é Century 21 Rio!” e pretende trazer “uma nova e tripla visão de negócio e de mercado” e que se apresenta com o objectivo acrescentar ao sector imobiliário português três áreas importantes: Recursos Humanos, Gestão e Comunicação.

Comemorando o seu 50º aniversário a nível mundial, a Century 21 afirma, ano após ano, a sua posição como líder do mercado e com uma rede de profissionais e escritórios em mais de 86 países e territórios. Reconhecida pela inovação e tecnologia desde que entrou em Portugal, a marca tem investido na formação profissional contínua com a Universidade Century21 e cresce fortemente no mercado, marcando o seu ritmo com o intuito de garantir a sua diferenciação e valor no mercado.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Preço das casas para arrendar desceu 4,7% no último ano

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,2 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares

CONSTRUIR

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 4,7% num ano, em Julho de 2021 face ao mesmo mês de Julho do ano passado. Segundo o índice de preços do Idealista, no final do mês de Julho deste ano, arrendar casa tinha um custo de 10,9 euros por metro quadrado (euros/m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de -0,7%.

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-6,3%), no Algarve (-1,2%) e no Norte (-0,7%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços (9,3%), seguida pela Região Autónoma da Madeira
(3,7%), pelo Centro (3,6%) e pela Região Autónoma dos Açores (0,7%). A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,7 euros/m2), Norte (9,3 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,3 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,7 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Dos distritos analisados, as maiores descidas durante a pandemia tiveram lugar em Lisboa (-6,3%), Ilha de São Miguel (-1,6%), Vila Real (-1,4%), Faro (-1,2%), Braga (-0,6%) e CasteloBranco (-0,6%). Em sentido contrário, subiram em Viseu (18,6%), Évora (15,1%), Viana do Castelo (8,3%), Leiria (6,4%) e Coimbra (6,1%). Seguem-se na lista a Ilha da Madeira (3,4%), Santarém (3,3%), Setúbal (2%) e Aveiro (2%). De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguida pelo Porto (10 euros/m2), Faro (9,7 euros/m2), Setúbal (8,5 euros/m2), Évora (8,1euros/m2) e Ilha da Madeira (8 euros/m2). Arrendar casa em Coimbra custa 7 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,8 euros/m2, Aveiro 6,7 euros/m2 e Braga 6,1 euros/m2. Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Castelo Branco (5,1 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Viseu (5,3 euros/m2), Leiria (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo (5,9 euros/m2).

O preço de arrendamento desceu em quatro capitais de distrito, com Lisboa (-8,3%) e Ponta Delgada (-6,8%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Braga (-2,4%) e Faro (-2,3%). No Porto os preços mantiveram-se inalterados no último ano.
Por outro lado, os preços aumentaram em Évora (15,3%), Viseu (13,2%), Castelo Branco (11,2%), Coimbra (6,2%), Setúbal (3,7%), Funchal (2,4%), Viana do Castelo (2,1%), Leiria (1,9%) e Aveiro (1,5%). Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,2 euros/m2. Porto (10,8 euros/m2) e Faro (9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros/m2), Viseu (5,4 euros/m2) e Viana do Castelo (5,5 euros/m2).

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

MatosinhosHabit distinguida na Europa

O hub tecnológico da Housing Europe destaca o conceito inovador dos projectos “Banco de Bens” e “Crew”, desenvolvidos pela MatosinhosHabit

CONSTRUIR

Os projectos da MatosinhosHabit, Banco de Bens e CREW, estão a merecer destaque na plataforma Housing Evolutions. O hub tecnológica da Federação Europeia de Habitação Pública, Cooperativa e Social (a Housing Europe) destaca o conceito inovador de ambos os projectos e, sobretudo, a sua contribuição para a promoção da sustentabilidade económica e social, local.
“Esta distinção é um reconhecimento mas também uma valorização de todo o nosso trabalho que, como são exemplos estes projetos, não se restringe “apenas” às questões directamente ligadas com a habitação. Essa é de facto uma das nossas prioridades mas o bem-estar da população é, igualmente, outro dos nossos focos, o que passa por proporcionarmos outras condições e apoios que vão ao encontro das necessidades dos munícipes”, afirmou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit

Implementado este ano, o Banco de Bens tem como objectivo proporcionar uma melhor qualidade de vida à população local, pretendendo promover o trabalho em rede, estimular a economia circular e fomentar a solidariedade. Trata-se de um projecto que disponibiliza às famílias e instituições mais vulneráveis do concelho equipamentos novos ou reutilizáveis e que são doados por empresas e/ou particulares.

Criado em parceria com a LIPOR, o CREW – Centros de Recuperação de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos é um projecto que visa proporcionar uma nova vida a este tipo de equipamentos, promovendo a recuperação dos mesmos e incentivando também a sua reciclagem. Neste âmbito, foi ainda implementado no concelho um espaço de formação e capacitação que promove a retoma de vários equipamentos que tenham potencial para serem recuperados.

Sobre o autor
CONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue
Sobre nós
Grupo Workmedia
Mantenha-se conectado
©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.