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Ansell aposta em painéis solares para autoconsumo

São mais de 1000 os painéis que a SunEnergy vai instalar na unidade industrial da Ansell, em coimbra, os quais vão permitir uma redução anual da factura energética de 70 m€

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Apostando numa maior sustentabilidade a Ansell Portugal vai investir na auto produção de energia para a sua unidade industrial localizada em Coimbra. A empresa é uma das líderes mundiais na produção de luvas e outros equipamentos de protecção.

“Acreditamos que a sustentabilidade é o caminho para alcançarmos mudanças positivas na nossa sociedade, sendo algo que faz parte da nossa estratégia de negócio e que tentamos refletir na nossa atividade. Este projeto com a SunEnergy procura reforçar esta nossa ambição de contribuir para um mundo melhor e mais seguro, reduzindo a nossa pegada ecológica”, justificou Hélder Fonseca, General Manager da Ansell Portugal.

O projecto será executado pela SunEnergy, especialista em soluções de produção de energia eléctrica a partir do sol. O novo projeto contará com a instalação de 1 012 painéis solares fotovoltaicos de 450W para a produção de energia elétrica a partir do sol, que será consumida pelo edifício. Com 455 kW de potência, a instalação vai permitir uma poupança anual de 70 mil euros, bem como a diminuição de 320 toneladas de emissões de CO2 por ano.


“Este é mais um projecto que enche de orgulho toda a equipa da SunEnergy, que consegue garantir a confiança de uma multinacional com esta dimensão à escala global. Vamos continuar a trabalhar diariamente para obter este tipo de reconhecimentos, em projectos desafiantes em várias zonas do país, com empresas nacionais e multinacionais”, sublinhou Rui Oliveira, Diretor Comercial da SunEnergy.

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Victor Moure é o novo Country Manager da SE Portugal

Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”

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A empresa Schneider Electric anunciou Victor Moure como novo Country Manager de Portugal. Com um percurso de mais de onze anos na empresa, Victor Moure assume esta nova etapa com o objectivo de “promover a inovação e competitividade no País”.

Com 15 anos de experiência profissional na área comercial, parte deles orientada para o mercado da banca e das seguradoras, e cerca de uma década dedicada a soluções de automação e gestão de energia, já na Schneider Electric, Victor Moure, integrou a empresa em 2010 para dar suporte a funções de desenvolvimento de negócios e foi, em 2014, promovido a KNX and Datacom Sales Manager.

Em 2017, acumulou, também, o cargo de Electricians Channel Manager, tendo desenvolvido inúmeras iniciativas para ajudar os fornecedores de electricidade a implementar medidas de transformação digital, com foco em automação, IoT e gestão eficiente de energia. Desde 2019 desempenhava funções de Area Sales Director para quatro regiões distintas na Península Ibérica: Catalunha, Ilhas Baleares, Andorra, Aragão e Comunidade Valenciana.


Licenciado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Aberta da Catalunha (UOC), o executivo completou a sua formação com um MBA em Gestão pela IESE Business School (Universidade de Navarra). Victor Moure considera-se um verdadeiro apaixonado por Portugal, viajando frequentemente por toda a Península Ibérica.

“Estou muito entusiasmado com esta nomeação e preparado para colocar a minha experiência em prática,” afirma o novo Country Manager de Portugal da Schneider Electric. “Enquanto Country Manager para Portugal, pretendo continuar a nossa caminhada em direcção à digitalização e à sustentabilidade, fortalecendo as capacidades de inovação e competitividade do território”, acrescentou.

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APREN e APESF fundem-se para promover as energias renováveis

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal

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A Associação Portuguesa de Energias Renováveis e a Associação Portuguesa de Empresas do Sector Solar Fotovoltaico fundem-se para desenvolver transversalmente o sector solar fotovoltaico em Portugal (de grande e pequena escala).

Em comunicado as duas associações explicam o processo que “culminou com a sua fusão debaixo da chancela ‘APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis’” e que surge da “necessidade de unificar esforços e competências e seguir a dinâmica e nova visão de modelo energético” e de simultaneamente “abraçar o nosso paradigma de um sistema energético cada vez mais integrado que exige um planeamento e funcionamento coordenados do sistema como um todo, envolvendo todos os diferentes vectores energéticos, infraestruturas e consumidores finais”.

A APREN surgiu em 1988 com a missão de defesa dos produtores independentes de energias renováveis. Evoluiu, com o passar dos anos, face à necessidade de responder ao crescente desenvolvimento do sector em paralelo com o agravamento das alterações climáticas e respectivo desenvolvimento de políticas de sustentabilidade. Assim, apesar de inicialmente a APREN representar pequenas centrais hídricas, que surgiram com a introdução da actividade de produção independente de energia eléctrica estabelecida no Decreto-Lei n.º 189/88, de 27 de Maio, rapidamente cresceu, incorporando um vasto portfolio de centrais electroprodutores de larga escala e passando, não só a representar a empresas de detentoras de centrais, mas todas as empresas que contribuem para a promoção do sector.


Já a APESF foi fundada em 2008 com a missão de promover exclusivamente o desenvolvimento e a dinamização do mercado da energia fotovoltaica em Portugal, que iniciava o seu crescimento com a introdução da microprodução de electricidade estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de Novembro, dedicada principalmente ao consumo próprio, que vinha estabelecer um novo paradigma de funcionamento do sistema eléctrico com geração local através de unidades ligadas a pontos de consumo. Foi também expandindo com a evolução regulamentar e crescendo com o mercado da produção descentralizada.

“Com a crescente necessidade de mitigar os efeitos climáticos e adaptar em conformidade o sistema energético, que evoluiu, entretanto, para um modelo conectado, flexível e mais circular, cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada, em que todos os vectores são interdependentes”, justificam.

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IP e Universidade do Minho assinam protocolo

O acordo tem a duração de três anos e com ele as instituições pretendem criar sinergias nos domínios da investigação científica, mobilidade, transportes, energia, ambiente e construção

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A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Universidade do Minho assinaram um protocolo de cooperação, com a duração de três anos, que pretende criar sinergias nos domínios da investigação científica, mobilidade, transportes, energia, ambiente e construção.

O acordo firmado pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo da Infraestruturas de Portugal, José Serrano Gordo, e pelo Vice-Reitor da Universidade do Minho para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira, reforça e consolida os laços de entendimento existentes entre as duas instituições.

A parceria prevê, entre outras iniciativas, a realização de acordos-programa para projectos em domínios de interesse comum, acções conjuntas de formação e investigação, serviços de assessoria, formação e apoio técnicos e especializados nos domínios das infraestruturas de transporte, e investigação orientada abordando casos de estudo da IP.


Este protocolo reforça a ligação da Universidade do Minho com a sociedade, em particular a sua Escola de Engenharia, e insere-se na política da IP de promoção de parcerias junto das comunidades científica e tecnológica, nomeadamente com as Universidades, Institutos Politécnicos, Empresas e Instituições Tecnológicas, que permitem à empresa estar em contacto directo com o conhecimento científico aberto à inovação, disponibilizando a IP os meios para o desenvolvimento e implementação dos projectos ajustados a uma realidade tornada convergente no interesse comum.

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Engexpor expande actividade com duas novas áreas

Technical & Urban Advisory Services e Sustainability & Environmental Advisory Services são as duas novas áreas, lideradas por Nuno Marques e Ana Luísa Cabrita, respectivamente

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A Engexpor, empresa especializada na Gestão de Projectos e na Gestão da Construção, irá inaugurar duas novas áreas de negócio: Technical & Urban Advisory Services e Sustainability & Environmental Advisory Services. Estas áreas serão lideradas por Nuno Marques e Ana Luísa Cabrita, respectivamente.

“Estas duas áreas de actuação vêm ampliar e complementar o conjunto de serviços que já prestamos. São áreas com uma importância crescente no mercado actual, que contribuem para reforçar o posicionamento da Engexpor como uma empresa orientada para o futuro e atenta às necessidades do mercado, mas sobretudo permitem-nos apresentar soluções mais completas e especializadas aos nossos clientes e parceiros”, afirma Miguel Alegria, CEO da Engexpor.

A área de Technical & Urban Advisory Services estará focada em serviços de technical due diligences (auditorias técnicas), licenciamento, planeamento e estratégia para o desenvolvimento de projectos imobiliários, actividades de fundamental importância no início dos projectos e no desenvolvimento dos planos de negócio dos promotores imobiliários. Na liderança estará Nuno Marques, gestor de projecto sénior com vasta experiência na coordenação de projectos urbanos e imobiliários de grande dimensão, que se juntou à Engexpor em Dezembro de 2020.


Nuno Marques é licenciado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, certificado em Gestão de Projectos (PMP) pelo Project Management Institute e completou, em 2019, um MBA pelo The Lisbon MBA. É um executivo com extensa experiência internacional tendo trabalhado com mercados tão distintos como Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Moçambique ou a região dos Balcãs.

No âmbito de Sustainability & Environmental Advisory Services, as soluções disponíveis incluem processos de certificação de construção sustentável, como LEED, BREEAM e WELL, estudos de impacto ambiental, desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental, bem como a análise de risco ambiental e de solos contaminados. À frente desta área de negócio ficará Ana Luísa Cabrita, que integra a Engexpor também desde Dezembro do ano passado, contando com mais de 20 anos de experiência internacional na área de sustentabilidade e ambiente na construção e edificação.

Esta responsável é actualmente a vice-presidente da Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente. Possui mestrado em Engenharia Ambiental pela Universidade Nova de Lisboa, detém pós-graduações em Sistemas de Gestão Ambiental e Auditoria, Gestão de Marketing e Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa e um Executive MBA pela Universidad Pontificia de Comillas de Madrid.

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Governo prepara medidas para mitigar custos de energia na indústria

O governo está a preparar um pacote de medidas para mitigar o impacto dos preços altos de electricidade na indústria e nas empresas. Eliminar barreiras a projectos de autoconsumo está entre as prioridades

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O secretário de Estado da Energia, João Galamba, admitiu que os preços da electricidade para os consumidores residenciais vão subir, mas garantiu que “não haverá uma subida significativa” do valor. “Não nos comprometemos com valores concretos, não nos comprometemos se sobe 0,5% ou 1%, se não sobe de todo, o que sabemos é que, face à enorme subida no preço grossista de electricidade, temos os meios para evitar aumentos significativos dos consumidores domésticos”, afirmou o responsável. Aumentos que serão, “seguramente” mais baixos abaixo dos que os que se registam noutros países europeus o que irá reduzir o diferencial existente hoje.

Já para o consumidor industrial o cenário será diferente e o “impacto” será maior já estes “estão mais expostos ao preço da energia e isso é tanto mais verdade quanto mais electro intensivas forem essas industrias”, sublinhou João Galamba.

Para estes grandes consumidores, o Governo está a preparar um pacote de medidas para mitigar o impacto dos preços altos que se verificam no mercado grossista. Entre as medidas consta a “revisão completa da legislação do sector eléctrico”. O Governo quer facilitar o licenciamento dos projectos de autoconsumo e, em especial, a instalação de sistemas solares fotovoltaicos.


Face ao preço do mercado grossista muitas empresas já começaram a apostar no autoconsumo e esse é um caminho que o Governo quer reforçar e acelerar “eliminando barreiras, facilitando e criando condições para que a indústria o possa fazer em melhores condições e o mais rapidamente”, sublinhou João Galamba.
Para o secretário de Estado, a melhor maneira de ajudar os consumidores, tanto domésticos como industriais, de forma sustentável ao longo da próxima década “é acelerar muito significativamente” o investimento em energia solar e eólica, antecipando as metas do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC).

Impacto das Renováveis é “inquestionável”

João Galamba marcou presença na apresentação do Estudo sobre o Impacto da Electricidade de Origem Renovável, elaborado pela Deloitte para a APREN, Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
A análise, que actualiza a realizada em 2019, avalia “o impacto e a contribuição, entre 2016 e 2020, da electricidade de origem renovável na factura dos consumidores, no sistema eléctrico e na economia nacional projectando os seus efeitos no contexto da política energética e objectivos estabelecidos no Plano Nacional de Energia e Clima para Portugal até 2030”.

O estudo da APREN calcula que entre 2016 e 2020 a renováveis representaram para os consumidores portugueses uma poupança de 6,1 mil milhões de euros, com impactos reais no sistema de 1,7 mil milhões. O estudo indica ainda que, neste período, a contribuição das empresas de produção de electricidade a partir das FER (Fontes de Energia Renováveis) para o PIB português foi de cerca de 18,5 mil milhões de euros, cerca de 3,7 mil milhões/ano. Um valor que segundo apurou a Deloitte poderá ascender 12,8 mil milhões de euros/ano já em 2030.

O aumento do investimento, público e privado, reflecte a aposta nas energias renováveis e deverá intensificar-se nos próximos anos onde é esperado o investimento de 15 mil milhões de euros em centros electro produtores a partir de FER.

Números sobre os quais João Galamba não se quis pronunciar, mas garantindo que “sem renováveis estaríamos pior e seja quais forem os benefícios obtidos no passado hoje eles são muito maiores”.

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Efacec Power Solutions Brasil garante novo contrato

O Grupo Efacec acaba de garantir um novo contracto no Brasil, reforçando a sua posição naquele mercado

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O Grupo Efacec, através da Efacec Power Solutions Brasil, foi contratado para o fornecimento de serviços e equipamentos de protecção, controlo e automação (SPCA) relativos às linhas de transmissão Funil / Itatiaia 138kV, no município de Resende, no Rio de Janeiro.

Em comunicado, o grupo português adianta que o novo contrato, com prazo de entrega ainda este ano, inclui a instalação de reles de protecção, registadores digitais de perturbação”, para além do fornecimento de equipamentos desenvolvidos pela Efacec.

A obra faz parte de um pacote de intervenções que têm como objectivo modernizar o sistema de distribuição da ENEL Rio de Janeiro. O projecto reforça a presença da Efacec no Brasil, mercado onde actua há cerca de três décadas, e “fortalece a relação com um cliente de longa data”, sublinha a empresa


As relações entre a Efacec e a ENEL Rio de Janeiro estendem-se por mais de duas décadas de parceria. “A Efacec esteve presente no projecto de digitalização de todo o parque de subestações entre 2000 e 2003, assim como no fornecimento do primeiro centro de comando da ENEL Rio de Janeiro, durante o mesmo período”, relembra.

A ENEL Rio de Janeiro fornece energia eléctrica a cerca de 17 milhões de pessoas, nos estados Rio de Janeiro, Ceará, Goiás e São Paulo.

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IP investe 4M€ na melhoria de acessos ao Porto de Leixões

O investimento insere-se no contexto da aposta na melhoria da capacidade e operação das ligações ferroviárias ao Porto de Leixões, potenciando o transporte de mercadorias por via-férrea

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A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que vai avançar com os trabalhos para melhoria dos acessos ao Porto de Leixões, na “Linha de Leixões e na Concordância de São Gemil, nos concelhos de Gondomar, Maia e Matosinhos.”

A intervenção visa o reforço das condições de segurança e circulação da infraestrutura ferroviária, tendo um prazo de execução de 540 dias e insere-se no contexto “da aposta da IP em melhorar a capacidade e operação das ligações ferroviárias ao Porto de Leixões, potenciando o transporte de mercadorias por via-férrea”. “A obra, com um investimento associado de 4 milhões de euros tem como objetivo a estabilização geotécnica e estrutural de 11 taludes de escavação, e respetivas estruturas de contenção, onde se verificam sinais de instabilidade, que poderiam vir a comprometer a segurança ferroviária, por via de deslizamentos e queda de blocos, com prejuízo para a exploração ferroviária em duas ligações estratégicas para o tráfego de mercadorias e ligação ao Porto de Leixões”, justifica a empresa.

A empreitada foi adjudicada ao consórcio EXTRACO, Construccións e Proxetos SA / MISTURAS Obras e Proxetos SA. O projecto foi desenvolvido pelo GEG Engineering, cabendo a Fiscalização da obra à Afaplan.


A Linha de Leixões liga a Linha do Minho, na Estação de Contumil, ao Porto de Leixões. A Concordância de São Gemil tem início na Estação de Ermesinde, onde entroncam as Linhas do Minho e Douro e términus na Estação de São Gemil (Linha de Leixões), possibilitando a ligação direta entre o Porto de Leixões e as linhas do Minho e Douro.

Atendendo aos riscos inerentes a este elemento geotécnico que acompanha largas extensões da via-férrea, a IP tem desenvolvido diversas intervenções de estabilização de taludes, com especial enfoque nas linhas onde este risco é mais acentuado, nomeadamente nas linhas do Douro, Beira Alta ou Beira Baixa, procurando corrigir sinais de instabilidade e minorar os riscos naturais que lhes estão associados, beneficiando as condições de segurança e consequentemente a disponibilidade e fiabilidade da infraestrutura ferroviária.

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Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 publicada

Documento fundamental para concretizar a componente Mar no PRR, tem uma dotação de 252 M€ em projectos pré-definidos, aos quais se juntam mais 6,6 MM€ de outras componentes do PRR

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O Plano de Acção da Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 (ENM 2030) foi hoje publicado
em Diário da República, depois de aprovado na reunião do Conselho de Ministros de 12 de
Agosto.

O Plano contempla 185 medidas, das quais “30 são emblemáticas devido à sua abrangência e elevado potencial multiplicador de efeitos, este plano vai materializar nesta década uma estratégia ambiciosa para o Mar português”, refere nota oficial. O documento responde a 10 objectivos prioritários ancorados no conhecimento científico, na necessidade de proteger o Oceano e na utilização económica sustentável.

“A ENM 2030 alinha os seus princípios orientadores com agendas e políticas-chave da União Europeia e da Organização das Nações Unidas. Este documento será fundamental para concretização da componente Mar no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que tem uma dotação de 252 milhões de euros em projetos pré-definidos, aos quais se juntam potencialmente mais 6,6 mil milhões de euros de outras componentes do PRR ao qual o sector do mar poderá também concorrer”, realça o Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos.


O Plano de Acção está estruturado numa tabela de medidas para cada área de intervenção prioritária, com vista ao desenvolvimento sustentável dos sectores tradicionais e emergentes da economia azul em Portugal e à proteção do Oceano para o bem de toda a Humanidade.
A implementar transversalmente pelo Governo e pela sociedade, o Plano de Acção será acompanhado pela Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar.

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“Connecting Europe Express” inicia em Lisboa périplo europeu

Partindo de Lisboa, ao longo do seu périplo de cinco semanas, o comboio irá percorrer mais de 20 000 km e parar em mais de 100 vilas e cidades, antes de chegar a Paris em 7 de outubro

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O “Connecting Europe Express”, um comboio especial criado no âmbito do Ano Europeu do Transporte Ferroviário 2021, vai partir dia 2 de Setembro de Lisboa. Ao longo do seu périplo de cinco semanas, irá percorrer mais de 20 000 km e parar em mais de 100 vilas e cidades, antes de chegar a Paris em 7 de outubro. Partindo de Lisboa e concluindo a sua viagem em Paris, o comboio fará uma paragem especial em Liubliana, ligando as Presidências portuguesa, eslovena e francesa do Conselho da UE.

“Ao longo das próximas semanas, o «Connecting Europe Express» funcionará como um local de conferência, um laboratório e um fórum em movimento para o debate público sobre a forma de tornar o transporte ferroviário o modo de transporte de eleição, tanto para os passageiros como para as empresas”, explica Adina Vãlean, comissária responsável pelos Transportes. “O transporte ferroviário é o futuro da Europa, a via para atenuar as alterações climáticas e impulsionar a recuperação económica da pandemia, à medida que construímos um sector dos transportes neutro em carbono”, justifica a responsável.

Ao longo do itinerário, estão previstos vários eventos para dar as boas-vindas ao comboio nas estações ferroviárias de toda a Europa. Os entusiastas dos caminhos de ferro poderão também seguir debates realizados a bordo, bem como conferências sobre a política de infraestruturas da UE e o papel da rede transeuropeia de transportes (RTE-T), que serão transmitidas em dirceto através do sítio Web do evento a partir de Lisboa, Bucareste, Berlim e Bettembourg. O «Connecting Europe Express» é o resultado de uma cooperação entre a Comissão Europeia e a Comunidade dos Caminhos-de-Ferro Europeus (CCFE), os operadores ferroviários europeus, os gestores de infraestruturas e muitos outros parceiros a nível local e da UE.


Devido às diferentes larguras de bitola na Europa, o «Connecting Europe Express» será composto, na realidade, por três comboios – o comboio ibérico, o comboio normal e o comboio báltico – que se reunirão ao longo do itinerário. O projecto recorda a falta de interoperabilidade entre algumas partes da rede ferroviária europeia, mas “demonstrará igualmente a excelente cooperação existente entre as empresas ferroviárias e os gestores de infraestruturas”, reforça a organização.

As carruagens foram fornecidas por diferentes empresas ferroviárias europeias. Uma delas, fornecida pela MAV (Hungria), irá acolher uma exposição móvel organizada pela Agência de Execução Europeia do Clima, das Infraestruturas e do Ambiente (CINEA) e pela empresa comum Shift2Rail. Apresentará várias tecnologias e inovações que melhoram a experiência ferroviária e mostrará de que forma a UE apoia projetos de infraestruturas. O comboio normal inclui uma carruagem de conferência (fornecida pela SNCF, França), duas carruagens-tipo (DB, Alemanha e SBB, Suíça), uma carruagem para serviço de refeições (FS, Itália) e uma carruagem-cama (ÖBB, Áustria). O comboio ibérico, que circula entre Portugal e Espanha, foi fornecido pelo operador espanhol Renfe e a LTG da Lituânia explora o comboio báltico.

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Ponte internacional de Monção em reabilitação

As obras de beneficiação envolvem um investimento de cerca de 370 mil euros e têm como objectivo a reparação localizada nas travessas e Pilares da Ponte, reforçando dos níveis de desempenho da infraestrutura

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A Infraestruturas de Portugal (IP) procedeu à consignação da empreitada de reabilitação estrutural dos pilares e travessas da Ponte Internacional de Monção sobre o Rio Minho. As obras de beneficiação envolvem um investimento de cerca de 370 mil euros e têm como objectivo a reparação localizada nas travessas e Pilares da Ponte, reforçando dos níveis de desempenho da infraestrutura. O projecto de execução desta intervenção foi elaborado pela empresa Armando Rito Engenharia. S.A.

No âmbito da empreitada, que tem um prazo de execução de 180 dias, serão desenvolvidas, entre outros trabalhos, a limpeza com jatos de água a alta pressão de todas as superfícies expostas dos pilares e travessas, a reparação localizada das zonas que apresentam sinais de corrosão das armaduras, a selagem e injeção de fissuras e o revestimento das superfícies expostas com um inibidor de corrosão.

Para além disso, está previsto o confinamento de todo o comprimento do fuste dos pilares e travessas dos pilares, com um sistema de tecidos armados com fibras de carbono e impregnação com uma resina epóxida modificada e a pintura de todas as superfícies expostas.


No âmbito desta empreitada será também instalado um sistema de monitorização da durabilidade estrutural da ponte.
A Ponte Internacional de Monção sobre o rio Minho, localizada na EN101, foi construída entre 1992 e 1994 e está localizada na linha fronteiriça entre Portugal e Espanha, sendo uma ponte de interesse comum dos dois países.

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