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SunEnergy registou crescimento de 75%

A empresa especializada em soluções de energias renováveis gerou receitas de 3,5 M€ no primeiro semestre de 2021, mais 75% que no mesmo período de 2020

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A SunEnergy registou um volume de negócios de 3,5 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2021. Um montante que representou um crescimento de 75% face ao mesmo período de 2020.

Durante o primeiro semestre deste ano, a empresa especializada em soluções de energias renováveis, sediada em Coimbra, instalou 13 700 painéis solares fotovoltaicos para a produção de energia elétrica a partir do sol, correspondendo a 4,6 MW de potência instalada. Os projectos da SunEnergy contribuíram para evitar a emissão de 3 400 toneladas de CO2 ao ano, bem como, para uma poupança acumulada de 850 mil euros anuais aos seus clientes. A produção anual de energia estimada dos 13 700 painéis é de 6,7MWh, o equivalente à energia necessária para alimentar mais de 1 800 casas ao longo de um ano.

“Com mais de 60 pessoas a trabalhar diariamente na nossa equipa e dez delegações espalhadas pelo país, estamos cada vez mais próximos dos nossos clientes e também cada vez mais preparados para os servir melhor. Estes resultados mostram que estamos no caminho certo, num trabalho de equipa que tem contribuído, não só para o crescimento da SunEnergy, mas também para ajudar os nossos clientes a serem mais sustentáveis e menos dependentes do ponto de vista energético”, afirmou Raul Santos, CEO da SunEnergy.

Ainda este ano, a SunEnergy pretende entrar também no sector da mobilidade elétrica, tendo já em carteira alguns projectos para a instalação e exploração de postos de carregamento ultrarrápidos de viaturas elétricas de norte a sul do país. Tal irá permitir o carregamento destas viaturas a velocidades superiores aos postos convencionais, melhorando, assim, as condições de viagem.

“Pretendemos continuar a consolidar a nossa posição como uma das principais referências do sector da energia solar em Portugal nos diversos segmentos de mercado, empresarial, particulares, e também no sector público, no qual temos também previstos alguns projectos”, adiantou o responsável.

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Guardian SunGuard SNX 70 oferece luz, conforto e elegância

Este é um novo vidro com revestimento triplo prata que apresenta um maior controlo solar e uma transmissão de luz que se aproxima dos 70%, além de contar com um isolamento térmico elevado

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A Guardian Glass Europe lançou o produto mais recente na sua gama líder SunGuard eXtraSelective: o Guardian SunGuard SNX 70. Este é um novo vidro com revestimento triplo prata que apresenta um maior controlo solar e uma transmissão de luz que se aproxima dos 70%, além de contar com um isolamento térmico elevado. Além disso, também tem um aspecto simples e natural único e uma qualidade reflectora subtil que lhe permite atingir uma estética surpreendentemente uniforme em todos os contornos do design e em diferentes ângulos de visualização.

Isto significa que o SunGuard SNX 70 oferece aos arquitectos a oportunidade de introduzir mais luz natural, a possibilidade de melhoria na eficiência energética e no conforto para os habitantes, juntamente com uma estética de design superior. Estas características, por sua vez, podem conduzir a um melhor bem-estar dos ocupantes e são particularmente relevantes para edifícios de escritórios, cuidados de saúde e educativos, onde os níveis mais elevados de luz natural podem ajudar a incentivar a concentração, a recuperação e a aprendizagem.

O vidro é especialmente eficaz quando combinado com o Guardian UltraClear como base, disponível como SunGuard SNX 70 Ultra. Em unidades de isolamento duplo padrão, fornece 68% de transmissão de luz, 32% de factor solar e um valor Ug de 1,0 W/m2K. Em unidades de envidraçamento triplo oferece 62% de transmissão de luz, 30% de factor solar e um valor Ug de 0,5 W/m2K. A transparência superior do vidro também significa que as vistas de dentro e de fora são mais fiéis em cor.

Como parte da gama SunGuard na Europa e Rússia, o SunGuard SNX 70 tem uma Declaração Ambiental do Produto (EPD) e foi avaliado de forma independente ao abrigo do programa Produtos Cradle to Cradle Certified®, onde é certificado como Bronze.

Em termos estéticos, o reflexo exterior de 13% do vidro pode trazer um carácter elegante aos edifícios, ajudando-os a parecer mais vivos no ambiente que os rodeia e oferecendo um maior apelo visual aos transeuntes.

“Os arquitectos muitas vezes tiveram de comprometer o aspceto geral de uma fachada no que diz respeito ao vidro de alto desempenho. Agora, o SNX 70 oferece o equilíbrio perfeito entre o controlo solar, a transmissão de luz natural e uma estética surpreendentemente simples”, sublinha Andras Kovacs, Gestor de Produtos na área da Comercialização da Guardian Glass Europe

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Vulcano aposta na requalificação de recursos de engenharia

Empresa anunciou parceria com Instituto Politécnico de Castelo Branco. Primeiro webinar realiza-se no dia 15 de Dezembro, das 15h30 às 16h30, com o tema “Manutenção de Sistemas Solares Térmicos”

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A Vulcano, através do seu Instituto de Formação Vulcano (IFV), referência na formação e certificação dos profissionais nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, anuncia a sua parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) a pensar, principalmente, nos estudantes dos cursos de Engenharia Industrial e Engenharia Electrotécnica.

A primeira acção desta parceria já tem data marcada. No próximo dia 15 de Dezembro, das 15h30 às 16h30, vai realizar-se o webinar com o tema “Manutenção de Sistemas Solares Térmicos”.

Esta colaboração com o IPCB pretende criar uma ligação de proximidade entre o IFV e os estudantes, que possibilite a melhor compreensão das suas necessidades de forma a que seja possível ajudá-los na transição para o mercado laboral. Dentro das futuras acções conjuntas, destaca-se a realização de webinars ministrados por formadores do IFV que possibilitarão um maior contacto dos estudantes com a vida profissional.

João Francisco Silva, formador e dinamizador do IFV, afirma que “o objectivo é criar um espaço de formação para os profissionais de hoje e do futuro. Se queremos estar próximos do futuro, faz todo o sentido estabelecer uma parceria que ajudará a próxima geração de profissionais a ter um leque de experiências e conhecimento que lhes dêem ferramentas para ingressarem no mercado. Esta parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco demonstra esta nossa vontade e temos aqui o parceiro ideal para projectarmos um amanhã mais qualificado no nosso país”.

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Sector fintech na Europa recebeu 20MM de euros em capital de risco até Outubro

Análise da Savills aponta que o mercado português está bem posicionado para o desenvolvimento e crescimento deste segmento, que alia serviços financeiros à inovação tecnológica

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Nos 9 primeiros meses de 2021, registou-se um volume de investimento de capital de risco de mais de 20 mil milhões de euros, face aos cerca de 7 mil milhões aplicados na totalidade do ano 2020, aponta análise da consultora imobiliária internacional Savills. Só nos últimos 3 anos, o volume de consumidores europeus que pretendem passar a usar exclusivamente serviços bancários digitais subiu de 49% para 62%.

As fintech, empresas que conjugam serviços financeiros com inovação tecnológica, tirando partido do desenvolvimento dos dispositivos móveis e que facilitam os processos de pagamento digitais, estão a reconfigurar os mercados dos serviços financeiros, mas não só.

O desenvolvimento e consequente amadurecimento do segmento de fintech tem actuado como um factor-chave no crescimento do comércio electrónico, facilitando as transacções comerciais. Poderá, assim, prever-se que quanto mais este segmento crescer, mais se desenvolverá, proporcionalmente, o e-commerce.

Por seu lado, o desenvolvimento do segmento de fintech na Europa tem também, de acordo com a Savills, sido alimentado por outro fenómeno em crescendo: o green financing, ou “financiamento verde”. Este é um modelo de financiamento cujo foco incide sobre projectos que tenham como objectivo a protecção e sustentabilidade ambiental, reflectindo as preocupações que têm marcado a agenda mundial e procurando dar resposta às cada vez mais presentes exigências de sustentabilidade por parte dos investidores. Deste modelo de financiamento são exemplo: empreendimentos relacionados com as energias renováveis, prevenção de poluição, conservação da biodiversidade, economia circular e a utilização sustentável dos recursos naturais.

De acordo com o European Fintech Occupier Index 2021, produzido pela consultora imobiliária internacional, que analisa os principais 24 mercados europeus, Londres é a cidade que mais investimento consegue atrair para o segmento de fintech, posição que também alcançou na análise de 2020. Nos últimos cinco anos, o segmento londrino de fintech captou mais de 18 mil milhões de euros em capital de risco.

Paris e Berlim aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente, na análise realizada este ano. Amesterdão, de 2020 para 2021, subiu da 10.ª para a 4.ª posição da tabela, e apresenta-se na liderança do green financing na Europa. No final do Top 5, aparece a cidade irlandesa de Dublin. Londres, Paris e Madrid são as cidades europeias que registam os níveis mais elevados de emprego no sector fintech e os maiores volumes de produção económica nesse segmento.

No topo da lista de prioridades dos ocupantes de imobiliário da área de fintech está a atracção do melhor talento a preços mais acessíveis, visto que cerca de 55% dos custos totais das empresas prendem-se com despesas com colaboradores.

De acordo com dados da empresa norte-americana Glassdoor, das 24 cidades europeias abrangidas pelo índice da Savills, Lisboa aparece como a terceira em que os custos com o emprego de um programador de software são mais reduzidos, perto dos 35 mil euros por ano. A Savills aponta que uma das grandes preocupações das empresas fintech se prende com a atracção dos melhores profissionais da área da tecnologia com o melhor equilíbrio custo-benefício, pois as despesas com funcionários representam mais de metade dos gastos totais das empresas. Assim, Portugal posiciona-se como um dos países europeus que melhores condições oferecem à fixação e desenvolvimento de empresas fintech.

Para as empresas de fintech que estejam a equacionar a radicação em Portugal, o país oferece profissionais altamente qualificados no sector das Tecnologias da Informação. De importante menção é, também, a crescente e reconhecida qualidade do sistema de ensino superior nacional, que tem colocado Portugal nos rankings internacionais de instituições universitárias.

Em termos comparativos, um engenheiro informático na Europa poderá custar à empresa empregadora uma média máxima de 67 mil euros por ano, ao passo que nos Estados Unidos da América esse valor pode ultrapassar os 100 mil euros/ano.
Na União Europeia, ao longo da última década, o crescimento dos salários de profissionais de fintech tem vindo a desacelerar. Contudo, o custo de vida é também uma motivação significativa. Nesta métrica, Portugal adquire vantagem sobre a maioria dos outros mercados europeus em análise.

Dados da Savills mostram que Lisboa figura no 5.º lugar da tabela dos países com menor custo por metro quadrado de escritório, ficando atrás de Bucareste, Praga, Varsóvia e Atenas. Estes dados mostram que Portugal se encontra bem posicionado para captar quer o interesse das empresas de fintech, quer potenciais colaboradores para esse segmento.

“O nosso país se apresenta como um destino europeu muito atractivo para o estabelecimento de empresas fintech. Portugal oferece um full package extremamente interessante, aliando um custo de vida abaixo da média europeia a um clima de estabilidade política e paz social e a uma contínua aposta na conectividade através do desenvolvimento das áreas da Inovação e da Tecnologia”, refere Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

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Riportico elabora projecto da Zona Balnear e de Lazer de Unhais-o-Velho

Projecto foi adjudicado pelo Município de Pampilhosa da Serra, num montante superior a 30 mil euros e visa a construção de um espaço de estadia e zonas apelativas na envolvente

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A consultora Riportico Engenharia assegurou um novo contrato para a elaboração do projecto da Zona Balnear e de Lazer de Unhais-o-Velho, adjudicado pelo Município de Pampilhosa da Serra, num montante superior a 30 mil euros. O projecto visa a construção de uma zona que ofereça aos seus utilizadores um espaço de estadia e zonas apelativas na envolvente, que facilitem a ligação com a aldeia de Unhais-o-Velho.

No âmbito deste projecto prevê-se a construção de zonas distintas, como é exemplo um parque infantil e zonas de fitness, bar e esplanada, piscina e anfiteatro, que se conectem entre si e para o qual estão, também, previstos, espaços de estadia, através da colocação de bancos ao longo dos caminhos, e uma zona de parque de merendas. Os acessos à aldeia também serão melhorados, através de uma reformulação dos passeios existentes na envolvente e da criação de pontes pedonais, que vão atravessar o rio e conectar o parque com a aldeia.

A Riportico foi também responsável pelo estudo prévio, já entregue à Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, e pelo projecto de licenciamento e execução, que inclui o projecto de arquitectura e todas as especialidades, sendo que este último deverá estar concluído num prazo de dois meses.

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Sediada em Cabanas de Viriato, no distrito de Viseu, a Riportico tem uma larga experiência na elaboração de Estudos e Projectos, Gestão e Fiscalização de Obras, Coordenação de Segurança ou Consultoria Técnica. A consultora presta serviços em todo o território nacional e nas outras geografias onde actua, nas áreas de Energia, Arquitectura Bioclimática e Eficiência Energética, Projectos Técnicos de Execução, Gestão de Projecto, Fiscalização de Obras, Geotectónica, Estudos de Impacte Ambiental, Topografia, Controlo de Qualidade, Arqueologia e Antropologia e Reabilitação Urbana.

A empresa tem vindo a registar, ao longo dos últimos anos, um forte crescimento nos mercados onde actua, com especial destaque para a aposta na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, concretamente em Moçambique e em Cabo Verde, onde elabora, acompanha e fiscaliza projectos no sector das vias de comunicações, edifícios, infra-estruturas urbanas, hidráulicas e infra-estruturas aeroportuárias. Em 2020, registou um volume de negócios próximo dos cinco milhões de euros.

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Factoring garante mais de 11% do PIB europeu

No primeiro semestre, o sector apoiou a economia portuguesa em 15,8 mil milhões de euros. Em Portugal, o Factoring representava, no final do primeiro semestre, 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país

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O Factoring está a reforçar o peso na economia europeia neste segundo ano pandémico, demonstram os dados relativos ao primeiro semestre do ano, revelados pela EUF, Federação Europeia do sector. No acumulado do continente europeu, foi praticamente atingido o bilião de euros no primeiro semestre de 2021.

Em Portugal, o Factoring representava, no final do primeiro semestre, 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, fruto de um crescimento dos créditos tomados de 4,1% face ao período homólogo do ano passado. Nos primeiros seis meses deste ano, o total de créditos tomados pelo Factoring em Portugal foi na ordem dos 15,8 mil milhões de euros.

O crescente peso do Factoring na União Europeia é fortemente impulsionado pela prestação nos maiores actores deste sector, França, Alemanha e Itália. Somados, os três mercados constituem 55% dos 787,2 mil milhões de euros registados pelo Factoring no espaço comum. Nestes países, os créditos tomados tiveram um crescimento superior ao dos respectivos PIB, com a Alemanha em plano especial, com um reforço de 8,6% no Factoring.

A resiliência do Factoring verifica-se igualmente quando consideramos o total do continente – contabilização que já inclui o Reino Unido, segundo maior mercado para o sector –, com uma retoma clara e em linha com o espaço da União, registando-se uma produção de 953,4 mil milhões de euros. No primeiro semestre de 2020, período parcialmente limitado pelo confinamento ao longo do continente, os países europeus somavam apenas 853,2 mil milhões de euros em créditos tomados.

A recuperação no primeiro semestre de 2021 representa o regresso ao crescimento, mesmo em relação a valores de 2019, em que o mercado europeu tomou 896,5 mil milhões em créditos, comparativamente aos 953,4 mil milhões de 2021.

“No primeiro semestre de 2021 notou-se um franco aumento no recurso ao Factoring por parte das empresas como reflexo do aumento das transacções económicas”, nota Pedro Cunha, vice- presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) responsável pelo Factoring. “Como tão bem demonstra o ‘motor’ europeu, a Alemanha, o Factoring é uma peça fundamental para dar às empresas um suporte que lhes assegure agilidade e segurança nos pagamentos e nos recebimentos, podendo elas concentrar-se em desafios e investimentos fundamentais, como são a inovação, digitalização, combate às alterações climáticas e fundamentalmente, desenvolver o seu negócio”, reforça o porta-voz da ALF, associação nacional membro da Federação Europeia de Factoring (EUF).

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Real Forte III conta com “mais de 80% de vendas realizadas”

Segundo a Remax Maxgroup Time, responsável pela comercialização do empreendimento, que, nos últimos meses, tem registado grande sucesso no mercado. A sua conclusão está prevista para o 1º semestre de 2022

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O empreendimento Real Forte III, gerido pela Norfin, e cuja comercialização está a cargo da Remax Maxgroup Time, conta já com mais de 80% de vendas realizadas, correspondendo a 42 habitações da sua totalidade, avançou em comunicado a mediadora.

Situado no centro histórico de Sacavém, muito próximo do Parque das Nações e a menos de três quilómetros de distância do Aeroporto Internacional de Lisboa, o Real Forte III, com cerca de 22,4 mil m2 de construção implantado num terreno de mais de 1,2 hectares, é o culminar de um grande projecto de requalificação desta freguesia.

Este empreendimento é constituído por cinco a sete pisos acima do solo e um piso em embasamento semienterrado. Os pisos superiores destinam-se aos espaços de habitação dos 49 fogos de tipologias T2, T3 e T4 e o piso 0 incorpora os sete espaços comerciais do edifício. O embasamento inclui as áreas de parqueamento afecto à habitação com 124 lugares e, ainda, 106 lugares de parqueamento destinados ao comércio, sendo que o acesso a estes últimos é feito através de uma entrada própria.

“Temos reparado, ao longo dos últimos meses, no grande sucesso que este empreendimento tem sido no mercado. Do total das reservas, mais de 75% foram fechadas pela nossa equipa da Remax Maxgroup Time. Estes dados não só comprovam o desejo de compra e a qualidade deste projecto, como também demonstram o grande know-how e experiência dos nossos consultores na área dos empreendimentos”, afirma Luís Silva do Maxgroup. A comercialização deste empreendimento é da responsabilidade da equipa do consultor Vítor Lourenço.

A conclusão do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2022.

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Efacec entra no mercado italiano com contrato superior a 20 M€

A entrada no mercado italiano é marcada pela assinatura de um contrato na área de Switchgear com a e-distribuzione, a maior empresa de distribuição de energia eléctrica em Itália pertencente ao Grupo Enel

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tagsEfacec

A entrada da Efacec no mercado italiano é marcada pela assinatura de um contrato na área de Switchgear com a e-distribuzione, a maior empresa de distribuição de energia eléctrica em Itália pertencente ao Grupo Enel, líder integrado nos mercados globais de energia e energias renováveis e o  primeiro operador mundial do sistema de distribuição privado.

“Este contrato é da maior importância, uma vez que é o nosso primeiro grande projecto neste país, e prova o reconhecimento da excelência da Efacec para além das nossas fronteiras. A Itália é um mercado importante e um mercado onde nos orgulhamos de ter uma presença significativa a partir de agora”, afirma António Andrade, director da área de Aparelhagem da Efacec.

Entre os outros fornecedores adjudicados no concurso público lançado pelo Grupo Enel, a Efacec foi nomeada para um contrato de 20 milhões para cobrir o fornecimento de 2.300 células de média tensão (utilizadas para controlar, proteger e isolar redes eléctricas), das quais cerca de 300 estão equipadas com tecnologia livre de SF6 (não utiliza gases nocivos). A solução destaca-se pela sua inovação tecnológica e forte contribuição para a neutralidade de carbono. A Efacec está em vias de completar a aprovação das células de média tensão, prevista para a primeira metade de 2022.

O projecto representa o esforço da Efacec para conceber produtos com menor impacto ambiental, graças à utilização da tecnologia de comutadores livres de SF6 para redes de distribuição de média tensão, contribuindo para tornar as redes de energia mais sustentáveis.

Como parte do seu programa tecnológico, a Efacec investiu no último ano em processos de homologação e certificação, em clientes e mercados com elevadas exigências técnicas, tais como o mercado italiano. Como exemplo, a empresa portuguesa lançou recentemente a solução neoGEN, uma gama inovadora de comutadores modulares para distribuição secundária sem SF6.

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“Porto com Sentido” perto da centena de contratos de arrendamento

O concurso foi estendido por mais um ano, ou seja, até 30 de Novembro de 2022, o que irá permitir que não haja interrupções nas mais de 30 candidaturas que estão em curso

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O Programa Municipal “Porto com Sentido” está muito perto de atingir os 100 contratos de arrendamento acessível, estando já a ser preparado um novo concurso para potenciais arrendatários, que será lançado ainda durante o mês de Dezembro.

O programa municipal, gerido pela Porto Vivo, SRU, tem por objectivo aumentar a bolsa de oferta de habitações para arrendamento e promove a atracção e fixação de habitantes na cidade por via da atribuição de casas com rendas de valor acessível, ou seja, pelo menos, 20% abaixo do valor de mercado.

O concurso destinado a proprietários e que terminava a 30 de Novembro foi estendido por mais um ano, ou seja, até 30 de Novembro de 2022, o que irá permitir que não haja interrupções nas mais de 30 candidaturas que estão em curso e que poderão, a muito breve prazo, preencher a bolsa de oferta de arrendamento.

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As novas candidaturas, até ao limite máximo de 500 imóveis, podem ser submetidas pelos proprietários através de um formulário electrónico. Os imóveis submetidos serão objecto de um processo de análise de documentação e de uma vistoria técnica.

No âmbito, ainda, do “Porto com Sentido”, a empresa municipal introduziu recentemente uma nova modalidade ao programa. Designa-se “Build to Rent” e procura, precisamente, atrair nova construção para o mercado de arrendamento acessível. Os fogos podem estar ainda em projecto, em fase de construção ou reabilitação, sendo condição a sua localização em Áreas de Reabilitação Urbana (ARU).

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Portal da Construção Sustentável: Novo apoio à eficiência energética é “passo de gigante, mas para trás” 

Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis conta com nova categoria e reforço de15 M€. Contudo, “o recurso a materiais convencionais provenientes do petróleo”, quer dizer que “continuaremos a isolar os nossos edifícios com materiais baratos e altamente poluentes”

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Portugal, recorrendo ao PRR e através do Fundo Ambiental, acaba de reforçar o Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, em 15 milhões de euros, incluindo uma nova categoria que visa a melhoria da eficiência energética e ambiental dos edifícios, recorrendo a materiais convencionais para isolamento.

Uma decisão que não foi bem recebida pelo Portal da Construção Sustentável (PCS), já que recorrer a materiais “convencionais para isolamento” quer dizer que “continuaremos a isolar os nossos edifícios com materiais baratos e altamente poluentes”. Aline Guerreiro, CEO do PCS, considera que “este é um passo de gigante, mas para trás, na imperativa corrida a um desenvolvimento mais sustentável”.

Sendo o ambiente construído um dos mais poluentes, desde a extracção de matérias-primas até ao fim de vida útil de um edifício, o que significa mais de 40% das emissões, mais de 50% de resíduos, o consumo de cerca de 60% de recursos naturais e mais de 40% de energia, no mundo, “a forma de tornar os edifícios mais sustentáveis é começar pelo início, ou seja, pelas matérias-primas, que têm de deixar de ser provenientes do petróleo”, afirma a responsável pelo PCS.

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“Todo o material proveniente deste combustível fóssil já poluiu o bastante. Não esquecer que o CO2 liberado durante a queima de petróleo é o principal responsável pelo aquecimento global. O dióxido de enxofre, um dos poluentes também libertados na mesma combustão, é a causa principal da chuva ácida”.

A construção deve, por isso, optar por pré-fabricados, na medida em que esta opção pode representar uma poupança de 80% de energia, já que a eficiência energética não se refere apenas ao funcionamento de um edifício, mas também ao uso e aplicação de recursos materiais. “Os materiais convencionais e as técnicas tradicionais de construção são grandes consumidores de energia e geram resíduos sólidos que, na maioria das vezes, não são reciclados, como por exemplo, os materiais plásticos ou derivados de combustíveis fósseis. Construções modulares podem reduzir a produção de resíduos até 90%, (Waste & Resources Action Program) já que são realizadas em ambiente controlado”.

Isolar convenientemente os edifícios é outro aspecto fundamental e, também aqui, o tipo de isolamento escolhido deve ser tido em conta. “Os isolamentos devem ser naturais e não provenientes de petróleo, por todas as razões já descritas. No nosso País já temos produção e bons aplicadores de outro tipo de isolamento que não os combustíveis fósseis, como por exemplo, as lãs e a cortiça. Isolar um edifício diz também respeito às caixilharias: optar sempre por materiais duráveis e, mais uma vez, não provenientes de petróleo. Estes, aplicados a caixilharias tendem a deteriorarem-se, a alterarem a sua forma com o tempo sendo, mais uma vez, altamente poluidores”.

“Construir para desconstruir é o novo mote para uma construção mais sustentável. Se ao invés de aplicarmos colas e outros aglutinantes que dificultam a reciclagem e reutilização de materiais e optarmos por sistemas mecânicos de encaixe, estaremos a possibilitar novas vidas aos materiais quando o edifício atingir o seu fim de vida. É por isso que os projectos devem conter também as “instruções” de desconstrução”.

No mesmo sentido, “o edifício deve, no final da sua vida útil, ser desconstruído selectivamente”. Utilizando aqui, também, a regra do 3R’s – reduzir, reutilizar, reciclar – “todos os materiais devem ser separados por tipologias, os aptos a serem reutilizados e os aptos a serem reciclados. Só uma ínfima parte, senão nenhuma, deve ser considerada para aterro”.

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Knauf Insulation: Relatório anual define “15% de emissões de carbono” como objectivo até 2025

Documento, denominado Insulation Matters, pretende “lançar as bases que ajudarão o grupo e os nossos clientes a continuar a crescer e a melhorar o nosso impacto ambiental para construir um mundo melhor”

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Desde 2010, a Knauf Insulation já conseguiu reduzir o impacto ambiental dos seus produtos, o que se traduziu em menos 21% de emissões de carbono. Até 2025, a empresa pretende que estas emissões não ultrapassem os 15%. Estes são apenas alguns dos objectivos alcançados e propostos publicados no 12º relatório anual do Grupo Knauf, denominado Insulation Matters e agora apresentado. Com mais de 40 anos de experiência na indústria de isolamentos, o relatório resume as conquistas da empresa num momento de incertezas, por causa da pandemia, mas também de optimismo. Os desafios colocados pela empresa no início do ano, como o bem-estar dos colaboradores, a procura de soluções inovadoras capazes de melhorar a eficiência energética e reduzir a pegada de carbono, foram mais do que cumpridos.

No seguimento da nova estratégia de sustentabilidade “Por um mundo melhor” (For a Better World), a empresa trabalha para criar edifícios sustentáveis e eficientes, reduzindo os acidentes de trabalho nas suas instalações (objectivo de 55% menos até 2023), optimizando o uso de recursos materiais e reduzindo os resíduos enviados para aterro (5% a menos até 2025).

“O relatório 2021 é uma montra das realizações da empresa e uma celebração do espírito inovador que a define”, disse Dominique Bossan, CEO da Knauf Insulation para a Europa, Médio Oriente e Ásia. “Estamos a lançar as bases que ajudarão o grupo e os nossos clientes a continuar a crescer e, assim, melhorar o nosso impacto ambiental para construir um mundo melhor”, acrescentou.

Entre os marcos mais importantes da empresa, em que participaram directa ou indirectamente os mais de 5.500 colaboradores distribuídos nos 40 países onde está presente, destaca-se a inauguração da maior unidade de produção da Knauf Insulation, no Texas, nos Estados Unidos da América, uma instalação de última geração com uma área de 56 mil m2. A empresa integrou, também um grande projecto de renovação em grande escala de 184 unidades de habitação social na Bélgica, onde foram alcançadas melhorias energéticas de mais de 26% graças à tecnologia da Knauf Energy Solutions (KES). Um serviço que chegará em breve à Península Ibérica para garantir o sucesso da vaga de renovação energética que já começou.

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