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Fuse Valley: Um projecto que materializa a “inovação, sustentabilidade e tecnologia”

“Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes sete serão edifícios promovidos pelo Castro Group, incluindo o hotel”

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Fuse Valley: Um projecto que materializa a “inovação, sustentabilidade e tecnologia”

“Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes sete serão edifícios promovidos pelo Castro Group, incluindo o hotel”

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A Farfetch, a plataforma global para a moda de luxo, em conjunto com o Castro Group, que actua nas áreas de promoção imobiliária e construção apresentaram publicamente, o projecto Fuse Valley, o futuro vale tecnológico que irá nascer em Matosinhos, nos próximos quatro anos.

Numa cerimónia que contou com as presenças de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, de Luísa Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, e, ainda, o arquitecto dinamarquês do projecto, Bjarke Ingels e partner do Bjarke Ingels Group, João Albuquerque, foram mostrados os detalhes do novo complexo futurista que assenta em três pilares fundamentais: inovação, sustentabilidade e bem-estar.

"O novo Fuse Valley será um espaço de fusão e encontro, onde empresas, cultura, arte e a comunidade se fundem e se conectam. Por isso, uma das particularidades deste projecto é o facto de 81% dos espaços exteriores serem totalmente abertos à comunidade, numa total harmonia e respeito pelo meio-ambiente envolvente", revela o arquitecto.

"Este empreendimento traduz os novos conceitos de trabalho num espaço físico desenhado para privilegiar a flexibilidade, mas também a conexão entre os colaboradores e a ligação com a comunidade", reforça.

Com o objectivo de criar as melhores condições para que os colaboradores da Farfeth se sintam confortáveis no seu dia-a-dia e tenham ao seu dispor ferramentas para melhorarem o seu bem-estar, e ao mesmo tempo permita promover a colaboração e o sentido de equipa, a empresa desenvolveu um plano para a criação de espaços, como uma creche para os filhos dos colaboradores, uma academia focada no bem-estar e também salas para a prática de meditação, ioga e exercício, promovendo a saúde física e mental, num 'Vale' que, pela sua simbiose com a natureza, tem por si só uma proposta de valor diferenciadora.

Promovido pelo Castrou Group, o projecto engloba, no seu todo, 62.800 m2 de escritórios disponíveis para acolher outras empresas, um hotel com 75 quartos e 42 apartamentos, 5.000 m2 de espaços para comércio e serviços de suporte ao empreendimento, como áreas de restauração, ginásio e SPA, bem como um anfiteatro ao ar livre disponível para receber mostras de arte, palestras e workshops.

Segundo Paulo Castro, CEO do Castro Group, “o Fuse Valley é a interpretação perfeita da nossa regra de ouro, aplicada a todos os nossos projectos: localização, inovação, sustentabilidade e tecnologia. O que vamos fazer nascer em Matosinhos é algo ímpar e que coloca este espaço no mapa internacional do que melhor se faz quer ao nível da sustentabilidade, quer ao nível da inovação. Com este empreendimento propomo-nos desenvolver uma smart city, ou neste caso, um smart valley. Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos  que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes sete serão edifícios promovidos pelo Castro Group, incluindo o hotel”.

Além dos princípios de sustentabilidade aplicados à construção, o Fuse Valley estará também orientado para promover a mobilidade sustentável, com uma forte aposta nos espaços para o carregamento de veículos eléctricos e postos com bicicletas e trotinetes eléctricas para usufruto comum dentro do perímetro do vale. A ligação com as principais conexões de transportes públicos estará também assegurada com shuttles diários que ligam o empreendimento à rede local.

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Bedrock Capital Partners investe 125 M€ no Alcântara Lisbon Offices

A promotora adquiriu os dois edifícios de escritórios ao Grupo SIL, em Fevereiro de 2020, e pretende orientar o projecto para o “bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental”, de acordo com as mais recentes tendências do mercado de trabalho

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Está a nascer em Alcântara, na zona ribeirinha da cidade, um dos mais relevantes projectos do segmento de escritórios de Lisboa– o ALLO: Alcântara Lisbon Offices. Com um investimento total de 125 milhões de euros e com data de conclusão prevista para o final de 2022, este projecto é promovido pela Bedrock Capital Partners. 

Os dois edifícios de escritórios, com uma ABL de cerca de 34 mil m2, e que se situam nos terrenos da antiga fábrica da Sidul, junto à Lx Factory, integravam o projecto Rivart (habitação e escritórios), promovido pelo Grupo SIL, tendo sido adquirida apenas a componente de escritórios pela sociedade de investimento Bedrock Capital Partners em Fevereiro de 2020.

Com assinatura do atelier Saraiva +Associados, o projecto ALLO integra uma área bruta de construção acima do solo de cerca de 39.000m2, dividida por dois edifícios de escritórios de características semelhantes, cada um com sete pisos acima do solo, a que irá corresponder uma ABL de cerca de 34.000 m2. Cada um dos edifícios contabiliza ainda quatro pisos em cave, totalizando no seu conjunto 681 lugares de estacionamento. Os dois edifícios comunicam entre si ao nível do piso térreo através de uma praça central onde as zonas verdes predominam e que pretende ser uma centralidade que promove a interacção entre os utilizadores e fomenta o sentido de comunidade. 

O ALLO apresenta, ainda, características únicas, nomeadamente ao nível da flexibilidade e eficiência dos espaços (disponibilizando áreas em open-space com mais de  2.600 m2 por piso), ao nível da oferta de infraestruturas comuns, incluindo um restaurante com esplanada na praça central, um rooftop de uso exclusivo de cada edifício, uma sala multiusos, balneários, parking com carregadores eléctricos e com lugares para viaturas ‘light mobility’ (bicicletas e trotinetes), bem como ao nível das amenities disponibilizadas aos utilizadores dos edifícios, destacando-se os serviços de concierge e uma app interactiva que pretende fomentar a ligação entre e com os utilizadores.

"Procurámos criar um espaço com o qual as pessoas se identifiquem, onde o bem-estar, a tecnologia, a sustentabilidade e a flexibilidade associada às zonas projectadas fazem com que as empresas e os seus utilizadores se sintam em perfeita harmonia. Queremos que este projecto espelhe as novas tendências de trabalho do pós-pandemia, o estilo de vida das pessoas que nele se movimentam, pela sua forte componente humana e de proximidade, mas também pelas características de inspiração, conectividade e criatividade, que pretendem elevar a realização profissional de cada um. Num contexto crescente de modelos híbridos de trabalho, queremos criar uma experiência de trabalho que atraia as pessoas para o escritório”, afirma André Gomes de Sousa, executive partner na Bedrock Capital Partners.

A definição do posicionamento e implementação do conceito disruptivo do local de trabalho – hoje, muito mais que um activo imobiliário – resulta do trabalho de consultoria estratégica realizado pela CBRE através de uma equipa multidisciplinar com know how em concepção de produto, posicionamento estratégico, marketing e leasing.

O nome ALLO surge, não apenas como uma designação, mas também como marca, que incorpora o conceito subjacente ao projecto, de criação de uma rede de pessoas que colaboram entre si contribuindo para o sucesso da comunidade em que se inserem, de forma a criar uma maior afinidade junto de empresas e pessoas, bem como uma cultura, sentido de pertença e de comunidade.

Para além de reflectir esta clara vertente humana, o ALLO é um projecto fortemente orientado para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental, tendo sido definido como objectivo a obtenção das certificações Well Gold, que reconhece e promove a relação entre o edifício e os seus ocupantes, nomeadamente o impacto do ambiente contruído na saúde e bem-estar humano, e LEED Gold, que define edifícios altamente sustentáveis, que promovem a eficiência energética e o desempenho ambiental, contribuindo para reduzir a pegada carbónica. Adicionalmente e como forma de medir a flexibilidade, robustez e segurança da conectividade tecnológica, garantindo que os edifícios têm a infraestrutura digital em que as empresas actuais confiam e as empresas de amanhã procuram, o ALLO será certificado com o nível WIREDSCORE Gold.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias CBRE e JLL.

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Galp e Habitat Invest inauguram serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais

No âmbito desta parceria ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos para veículos eléctricos nos empreendimentos Duque 70 e Linea Residences, em Lisboa, nos quais a Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente

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A Galp e a Habitat Invest acabam de inaugurar o primeiro posto de serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais em Portugal, que inclui a oferta de serviços inteligentes de carregamento eléctrico de veículos e de soluções de mobilidade partilhada entre condóminos. O primeiro projecto abrangido por esta parceria, foi o Duque 70, localizado em Lisboa.

Através da parceria entre a Galp e a Habitat Invest, apresentada esta segunda-feira, dia 25 de Outubro, e que contou com o apoio da APPII, ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos preparados para o carregamento de veículos eléctricos, previstos tanto para empreendimentos Duque 70, como para o Linea Residences, na Av. 5 de Outubro, também em Lisboa. A Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente.

A parceria entre a Galp e a Habitat Invest vai também abranger o fornecimento de energia 100% verde da Galp nos empreendimentos da Habitat, com oferta de soluções competitivas e adaptadas ao perfil de consumo de cada cliente.

Com esta parceria inovadora, a Galp e a Habitat Invest continuam a reforçar o seu posicionamento como referências nos respectivos sectores – energético e imobiliário – com a oferta de soluções de mobilidade eléctrica para os seus clientes, promovendo opções energéticas mais verdes e contribuindo para um futuro mais sustentável.

Além da parceria com a Galp, o empreendimento Duque 70 é, também, o primeiro edifício qualificado ao nível da saúde pelo Programa Covid20 da Nova Medical School e, ainda, o primeiro a receber o cacifo locker24h dos CTT para distribuição de ecommerce.

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Novos factores podem decidir a localização das empresas

O relatório ‘Future Working Location Trends’, da CBRE, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios

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O relatório ‘Future Working Location Trends’, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios.

A análise da CBRE mostra como as decisões em termos de localização devem ser observadas no contexto da proposta de valor do colaborador e analisa os factores de influência que as empresas devem considerar, desde a marca à cultura, passando pelos padrões de mobilidade, que sofreram alterações como consequência da pandemia.

“A disrupção causada pela pandemia mudou as expectativas das empresas e dos colaboradores relativamente aos modelos de trabalho, influenciando a tomada de decisão das empresas relativamente à localização dos seus escritórios. Este tipo de decisão precisa agora de estar totalmente interligada com a proposta de valor que as empresas querem oferecer aos seus colaboradores, bem como com as competências e os perfis das funções que estes desempenham” sublinha André Almada, Offices Advisory & Transaction Services Senior Director da CBRE Portugal.

As sete recomendações identificadas pela CBRE são:

1.Reconhecer as diferenças entre colaboradores, incluindo reacções diversas à pandemia e expectativas relativamente ao futuro:
As estratégias de localização das empresas implicam decisões complexas e envolvem diversos factores quantitativos e subjectivos – nenhuma localização pontua o máximo em todos os critérios de selecção. Quase sempre a decisão final envolve um conjunto complexo de escolhas, mas acima de tudo, deve ser consistente com os objectivos definidos pela empresa.

2.Foco em unidades de negócio e funções:
As empresas têm de considerar as funções desempenhadas pelos colaboradores, como estas se distribuem entre os seus diversos escritórios e como interagem umas com as outras, com clientes e outros stakeholders.

3.Reconhecer como a marca e a cultura poderão ter mudado durante a pandemia, tanto para os actuais colaboradores como para os potenciais:
Enquanto é provável que os actuais colaboradores já esperassem determinadas respostas por parte da liderança da empresa, é importante considerar as implicações de tais medidas na atracção de talento.

4.Considerar alterações nos padrões de deslocação casa-escritório:
Uma redução das visitas ao escritório poderá significar que alguns colaboradores vivem agora mais longe. Este é um resultado do aumento do preço das casas e de outras métricas de selecção da localização da habitação. Este fenómeno é mais provável em colaboradores que se encontram numa fase da vida onde mais tempo e espaço em casa é importante.

5.Manter o objectivo da proximidade física quando se contrata remotamente:
Uma das principais vantagens da contratação remota é captar colaboradores que antes não seriam acessíveis, em localizações onde o estabelecimento de um novo escritório seria inviável ou onde a atracção de talento era mais desafiante. Algumas empresas que estão a contratar remotamente procuram seleccionar candidatos numa determinada área, de forma a que estes mantenham uma interligação.

6.Definir novas medidas de produtividade:
As empresas têm de começar a medir a produtividade no escritório. As medidas tradicionais estão muito focadas no custo ou em medidas de satisfação ou desmotivação dos colaboradores. Nenhuma é verdadeiramente eficaz. As empresas terão de desenvolver processos nas diversas funções e definir novas medidas de avaliação da produtividade, nomeadamente para comparar o trabalho realizado em casa com o que é feito no escritório.

7.Olhar antes de agir:
Antes da pandemia, já muitas empresas tinham investido na criação de espaços mais atractivos e funcionais, um factor que agora é tão ou mais importante. É imprescindível olhar antes de agir para evitar decisões precipitadas.

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Relançamento turístico mundial discutido em Vilamoura

“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer

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“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer. A conferência conta com a presença do ministro da Economia, Pedro Siza Vieira na sessão de abertura.

‘Lazer suporta a retoma’ é o tema da edição de 2021 da R&R, numa altura em que o sector do turismo começa a recuperar de quase dois anos de grande instabilidade provocada pela pandemia do COVID 19, numa prova da resiliência e adaptabilidade demonstrada por esta indústria.

A R&R, que decorre em Vilamoura até 27 de Outubro, integra o International Hospitality Investment Forum (IHIF) e atrai um público sénior de investidores, promotores e operadores líderes no sector de hospitalidade e de lazer. Estão presentes no Algarve responsáveis de alguns dos maiores grupos internacionais ligados ao investimento turístico, sendo um fórum para a troca de conhecimento, mas também para o desenvolvimento de negócios e parcerias.

As mudanças sistémicas no investimento em hospitalidade e lazer continuam a alavancar a indústria, com linhas cada vez mais ténues entre a vida pessoal e profissional exigindo inovação em todos os aspectos de forma a que se possa trabalhar remotamente ao mesmo tempo que se pode viver fora dos grandes centros urbanos, aproveitando todo o tipo de infraestruturas e tecnologias que os resorts colocam à disposição dos seus residentes.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, intervirá no painel sobre o papel dos Governos na recuperação do sector pós pandemia, tanto ao nível do investimento das empresas como dos particulares e como reactivar a mobilidade das pessoas para as viagens de turismo e lazer. Também presente estará o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. O responsável participa, numa sessão sobre Portugal como destino turístico que integra ainda o CEO da Vilamoura World, João Brion Sanches, e o CEO do Ombria Resort, Júlio Delgado.

Na edição de 2019, mais de 400 delegados de 14 países participaram neste encontro internacional que oferece um equilíbrio entre networking e informação sobre estratégias e tendências de investimento no sector.

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Consórcio de empresas compra edifício Sumol+Compal

O grupo Rolear e a Metalofarense anunciaram a compra, numa operação conjunta, do emblemático edifício da SUMOL+COMPAL em Faro, localizado na EN 125. O negócio foi assessorado pela Savills

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O grupo Rolear e a Metalofarense anunciaram a compra, numa operação conjunta, do emblemático edifício da Sumol+Compal em Faro, localizado na EN 125, próximo do centro comercial Fórum Algarve.
Com a aquisição deste imóvel, o consórcio de empresas portuguesas pretende potenciar a dinamização das suas marcas e aumentar as respectivas capacidades de armazenagem, a proximidade com os seus clientes e o portfólio de oferta de produtos.

O edifício, cuja venda foi assessorada pela consultora imobiliária internacional Savills, é composto por um bloco principal, com uma área destinada a escritórios, zonas técnicas e de apoio à actividade fabril e logística. Em virtude de uma operação de concentração industrial, a actividade fabril no imóvel cessou em final de 1995, tendo a instalação passado a ser utilizada como centro regional de armazenagem e distribuição do portfólio de bebidas.
Ao longo do tempo, e devido ao crescimento da oferta de produtos, procedeu-se a uma ampliação das instalações, com novas áreas para armazenagem. Actualmente, pode contar-se com uma área total de armazéns de 7.753,66 m2, uma área total de escritórios de 2.221,00 m2 e uma área total de logradouro de 10.474,00 m2.

“A abrangência do leque de produtos e serviços da Rolear, desde a área energética, à construção civil, infraestruturas de águas e de saneamento, bem como a sua abrangência nacional, forçou a que, para uma resposta de qualidade face às diferentes solicitações, se procurasse um espaço logístico na área da sede, bem localizado, com bons acessos, bem visível, de dimensões assinaláveis, mas necessárias. A estes requisitos importantes juntou a faceta peculiar de ser um edifício-emblema da produção industrial do Algarve”, explica Parreira Afonso, administrador da Rolear.

O Grupo Rolear teve origem no ano de 1979, com sede em Faro, inicialmente direccionado para as áreas de electricidade, electromecânica e bombagem, quer na comercialização por grosso, quer na realização de infraestruturas. “Contamos que a nova unidade venha proporcionar incremento geral dos negócios, fortalecendo as nossas empresas e contribuindo para o desenvolvimento da região”, conclui.

Por seu lado, a Metalofarense, empresa fundada em 1958 que, desde então, tem sido um participante activo no desenvolvimento da região, com um papel de destaque no sector de produtos siderúrgicos e materiais de construção, sublinha que “trata-se de uma aquisição importante para o desenvolvimento da empresa, também relevante por ser uma edificação icónica do concelho de Faro e até do Algarve, e ainda por ter sido levada a cabo por duas empresas da região. O fundador da Sumol, também ele algarvio, teria ficado satisfeito com esta faceta do negócio”, revela Luís Afonso, administrador da Metalofarense. Para a empresa este é, assim, “mais um passo no crescimento da nossa actividade, acompanhando o desenvolvimento e o progresso da Região Algarvia”, acrescenta.

“Apraz-nos assessorar reconhecidas marcas, como a Sumol+Compal, a implementar as suas estratégias de Real Estate, que, neste caso, nos confiou a comercialização do seu activo imobiliário, outrora vital no desenvolvimento do seu negócio e que, agora, terá um renovado papel de relevo na estratégia de crescimento da Metalofarense e do Grupo Rolear”, refere Luís Rocha, Industrial & Logistics Consultant da Savills Portugal

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SPX fecha negócio com CGD

Dona do The Keys, fecha negócio com a CGD para aquisição de créditos hipotecários garantidos por activos para promoção de habitação turística, com a intenção de reforçar a sua presença neste empreendimento do Algarve

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A SPX – International Asset Management, fechou negócio com a Caixa Geral de Depósitos para reforçar a sua presença na exclusiva Quinta do Lago. Em causa estão créditos hipotecários garantidos por dois terrenos para promoção imobiliária que ocupam uma área total de 7,6 hectares dentro daquele resort algarvio.

Destinados a uso turístico-residencial, os terrenos dados em garantia dos créditos hipotecários adquiridos somam um potencial construtivo de 45.600 m² (28,200 m² +17,400 m²), que se juntam aos 45.000 m² já detidos pela SPX neste complexo localizado em Almancil. Estão assim criadas as possibilidades de expansão das actuais 72 unidades do The Keys, para mais 850 novas camas.

O lote designado AL1 fica localizado na zona Norte da Quinta do Lago, exibindo um potencial construtivo de 28.200 m² acima do solo e a criação de até 500 camas; enquanto o lote ET3, junto ao complexo multidesportivo “The Campus”, totaliza um potencial construtivo de 17.400 m² e mais 350 camas.

À semelhança do que aconteceu com a aquisição do The Keys, a concretização do negócio contou com o apoio da JLL ao longo de todo o processo, sendo que a consultora foi responsável pelo processo de buyside advisory com serviços de DD comercial e técnica, valorização e estratégia de desenvolvimento, sendo a SPX também novamente apoiada na área jurídica pela equipa da Morais Leitão, coordenada pelo sócio João Torroais Valente, do departamento de Corporate Real Estate.

“Este negócio vem colocar em evidência o continuado interesse dos investidores pelo mercado português de resorts, onde ao longo dos últimos doze meses foram já investidas várias centenas de milhões de euros na aquisição de activos para promoção. Entrando no mercado português com um investimento inicial de mais de 95 milhões de euros na compra do The Keys, com estas novas aquisições a SPX torna-se definitivamente um nome incontornável nesta indústria em Portugal e, em particular, na Quinta do Lago que, como atesta esta operação, há quase cinco décadas que se mantém no topo da lista dos investidores no Algarve”, reitera Gonçalo Santos, Head of Capital Markets da JLL.

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Prometheus International vende dois imóveis na Madeira em criptomoeda

O negócio no valor de 4,1M€ foi pago em criptomoeda, a primeira vez que isso acontece no nosso país, marcando o início da revolução blockchain em Portugal

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As duas primeiras propriedades dos projectos costeiros Aurora e Saudade localizadas na ilha da Madeira, no valor total de 4,1 milhões de euros, foram vendidas em Portugal pela Prometheus International. E a notícia podia ficar por aqui não fosse o caso de o negócio ter sido concretizado em criptomoeda, o que faz dele o primeiro do seu género no país.

Priyesh Patel, CEO da Prometheus, revelou que a empresa fechou um acordo, em Agosto, para vender duas casas de luxo, pagas com a criptomoeda Cardano. A empresa desenvolveu novos protocolos que permitem a integração desta nova área de mercado nos seus requisitos internos KYC (“Know Your Costumer”) para concluir a transacção em euros antes do registo e torná-la assim compatível com as leis europeias.

A posse dos imóveis também estará disponível como um NFT (Token Não-Fungível), permitindo que os futuros proprietários revendam as propriedades com apenas um clique, através da tecnologia Blockchain. A equipa jurídica da Prometheus garantirá que as transferências e os registos de propriedade estejam em conformidade com toda a legislação aplicável, até que os governos adotem a tecnologia blockchain nos seus processos.

O projecto “The Royal Blockhouse”

O promotor internacional tem em curso o The Royal Blockhouse, um projecto em conjunto com alguns dos maiores influencers europeus neste espaço, “conjugando dois aspectos da revolução blockchain: as infraestruturas NFT e Blockchain, sendo esta a primeira do género no mundo imobiliário”, refere a empresa em comunicado.
“O Royal Blockhouse consiste num conjunto de vivendas internacionais de luxo, projectadas por arquitectos da Prometheus, escandinavos e portugueses. Estarão disponíveis em locais idílicos em todo o mundo dentro de um mês, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo”, avança a Prometheus.

As moradias serão totalmente geridas na blockchain, desde as funcionalidades smart home, o licenciamento, direitos de propriedade, aluguer, taxas, tecnologia, acessos, pagamentos, condomínio, entre outros.

“Os investidores poderão adquirir propriedades de luxo em grupo e ganhar dinheiro com as rendas, detendo tokens que representam uma parte de uma propriedade. Isto permitirá aproveitar os fluxos de receita provenientes das rendas sem a necessidade de comprar o activo subjacente pelo preço total”, explica a promotora.

A Prometheus centra actualmente a sua actividade em Portugal na Madeira, definindo-se como uma empresa que tem como missão “garantir a construção de imóveis de luxo da mais elevada qualidade, integrando inovação, tecnologia inteligente e produtos de qualidade superior para criar os imóveis mais bonitos do planeta”.

O processo inclui a escolha dos locais, gestão do projeto de arquitetura, a construção, a integração de funcionalidades Smart Home até à entrega do produto final ao cliente – mobilado e pronto a ocupar. “O cliente entra na sua casa pela primeira vez como se estivesse a entrar num hotel de luxo”, explica o CEO da Prometheus, que só fabrica produtos que obedeçam a padrões muito elevados. A empresa chama à sua abordagem Architecture for a Life Worth Living.

A empresa tem actualmente cinco empreendimentos imobiliários de luxo na Madeira, estando outros em desenvolvimento. Estes projectos têm “um nível de execução e acabamento sem paralelo na região”, afirma o CEO da Prometheus. Os projectos Aurora e Interestelar, na Calheta, e o projecto Saudade, na Ponta do Sol, têm entrega prevista para 2022, num valor total superior a 15 milhões de euros. Dois outros projectos na região da Calheta, Valhalla, estão em fase de desenvolvimento, juntamente com o Royal Blockhouse definido para implantação em Portugal.


Saudade


Aurora

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Habitação: “Procura estrangeira duplicou desde 2012 e já representa perto de 11%”

Dados constam do estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL, com os principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia e com uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve

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A oferta habitacional estagnou na última década, apresentando um aumento residual (apenas 1%) de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021, segundo o estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL. Sabe-se, ainda, que apenas cerca de 1/3 deste stock tem menos de 20 anos e que a necessidade de reabilitação é ainda evidente, apesar da dinâmica dos últimos anos.

Simultaneamente, a procura encontra-se em níveis máximos, alinhados com o anterior pico do mercado, mas com um perfil mais diversificado dada a atractividade do país para compradores internacionais. “Se em 2012, a presença da procura estrangeira não chegava aos 5% dos fogos vendidos, em 2020 a JLL estima que esta quota tenha duplicado e esteja próxima dos 11%”, estima o mesmo estudo.

O estudo é um guia aprofundado dos principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia, além de apresentar uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve. Em cada uma destas regiões são identificadas as principais zonas com caracterização em termos de segmentos e posicionamento do mercado, evolução de valores de venda e renda nos últimos três anos, nacionalidade de comparadores e tipologias com maior procura.

Oferta vs Procura = Desequilíbrio 

A oferta mantém-se aquém desta procura, com o número de casas vendidas na última década a ficar 40% abaixo do período homólogo, apesar do aumento muito significativo (76%) do volume de vendas nos últimos cinco anos. Este desequilíbrio entre oferta e procura impulsionou o aumento dos valores de venda. Numa análise macro, o ticket médio de venda cresceu 25% na última década. Por outro lado, esta espiral de crescimento, aliada às restrições ao crédito à habitação uma vez que a necessidade de capitais próprios é muito elevada, conjugada com alterações do perfil das famílias e de estilo de vida, tornaram o mercado de arrendamento uma verdadeira opção de habitação com enorme potencial de desenvolvimento.

O estudo ‘Living Destination’ inclui, ainda, uma síntese dos principais factores sociodemográficos subjacentes à transformação do sector residencial. Nos últimos 30 anos, a par do envelhecimento da população (estima-se que a percentagem de população com mais de 80 anos tenha mais que duplicado entre 1991 e 2021), o perfil das famílias também sofreu alterações significativas. Ao mesmo tempo que aumentou o número de agregados (+32% em 30 anos), a sua dimensão média tem vindo a reduzir, acompanhada por uma diversificação face ao conceito de “família tradicional”. As famílias monoparentais duplicaram representando 12% das famílias em 2021, enquanto os agregados de uma só pessoa aumentaram de 13% para 21% entre 1991 e 2021.

“Estas dinâmicas exigem, assim, uma adaptação do produto residencial à realidade das novas famílias e dos novos compradores. Existe um potencial de desenvolvimento do sector, quer por meio da renovação e reabilitação do stock existente, quer através de novos projectos, de modo a alinhar as expectativas e os requisitos da procura e diminuir a pressão sobre os preços.”, sublinha Joana Fonseca, Head of Strategic Consultancy & Research da JLL.

Patrícia Barão, head of Residential da JLL, sublinha que “a pandemia colocou a casa no centro da nossa vida e enfatizou a canalização de investimento para o mercado residencial. Os preços mantiveram-se muito resilientes e embora haja uma desaceleração do seu crescimento, bons projectos em localizações estratégicas continuam a ser muito atractivos quer para o mercado doméstico quer para o internacional. A quota internacional da JLL é de 40% e nos projectos da JLL o ritmo e valores de venda tem sido bastante positivo mesmo no contexto pandémico. A diversificação e o aumento da oferta de modo a abranger um leque mais diversificado de compradores e produtos é uma grande oportunidade, pelo que antevemos que este segmento continue a ter um desempenho muito positivo no futuro”.

Deste modo, o estudo da JLL enfatiza que este aumento da oferta terá que, por um lado, responder a funções mais abrangentes das habitações que permitam a coexistência de funções e que preencham as diferentes necessidades dos vários ocupantes e, por outro, por uma maior dispersão geográfica.

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Mercado de escritórios no Porto em recuperação

A recuperação deste segmento da “cidade Invicta” é impulsionada pelas transacções realizadas na CBD Boavista. A Savills mantem a expectativa para o último trimestre do ano em alta, face ao desfecho de negócios que estão pendentes

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“Em Agosto e Setembro, o mercado de escritórios do Porto apresentou um volume de absorção superior quando comparado com o ano anterior. Com um aumento de 7% no total de área absorvida, perspectiva-se que até ao final do ano esta tendência continue a verificar-se”, revela a research da Savills.

Relativamente ao total acumulado de metros quadrados ocupados, o mercado do Porto em 2021 mantém-se inferior ao período homólogo. Contudo, as transacções realizadas na CBD Boavista, que representam 55% do total do volume de absorção de Setembro, tiveram um impacto no aumento dos metros quadrados ocupados.

Segundo a Savills “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 40 operações, mais 6 do que 2020. No entanto, a área contratada em média foi de 762 m2, enquanto, em 2020, foi de 1.120 m2. A CBD Boavista continua a ser a zona de mercado que apresenta o maior número de operações. A CBD Baixa também apresentou mais operações do que nos dois anos anteriores, revelando que o centro do Porto mantém a atractividade para o perfil dos ocupantes”.

Assim, comparativamente ao período homólogo, os primeiros nove meses de 2021 revelaram um crescimento no número de transacções fechadas no mercado de escritórios do Porto, com mais 6 operações. Em Setembro de 2021, a transacção com maior destaque foi a do SynLab que ingressou no mercado, ocupando praticamente 3.210 m2 na zona 3.

No que diz respeito a 2021, as três zonas que apresentaram um maior volume de absorção foram, por ordem crescente, a Zona de Expansão, com 3.463 m2, a Out of Town, com 10.436 m2 e a CBD Boavista com 12.954 m2.

“As zonas centrais continuam a ser as mais apreciadas pelo perfil dos ocupantes. Apesar do Porto ter um enorme potencial de crescimento na periferia da cidade Invicta, a CBD Boavista e CBD Baixa apresentam qualidades que são apreciadas por ocupantes de qualquer sector de actividade, principalmente para as empresas que procuram uma maior visibilidade e que dão prestígio à zona em questão”, sublinha Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “A expectativa para o último trimestre do ano é muito positiva, com o desfecho de negócios que estão pendentes há alguns meses”, prevê a responsável.

Relativamente a áreas contratadas, em 2021, as mais predominantes contavam com zonas entre os 150 e os 300 m2. No entanto, o intervalo que apresentou maior quota de mercado foi entre os 801 e os 1.500 m2, representando 24% do total acumulado de 2021.

O sector de Construção e Imobiliário foi o que teve um maior crescimento percentual, contando com um aumento de 234%. No entanto, a categoria de “Outros Serviços” é a que apresenta um maior volume de absorção em 2021 no mercado de escritórios do Porto, devido a uma operação de quase 7.000 m2 de um operador de logística. Uma nota menos positiva vai para o sector de TMT’s & Utilities, que teve um decréscimo de praticamente 95%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

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A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

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