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Fuse Valley: Um projecto que materializa a “inovação, sustentabilidade e tecnologia”

“Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes sete serão edifícios promovidos pelo Castro Group, incluindo o hotel”

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A Farfetch, a plataforma global para a moda de luxo, em conjunto com o Castro Group, que actua nas áreas de promoção imobiliária e construção apresentaram publicamente, o projecto Fuse Valley, o futuro vale tecnológico que irá nascer em Matosinhos, nos próximos quatro anos.

Numa cerimónia que contou com as presenças de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, de Luísa Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, e, ainda, o arquitecto dinamarquês do projecto, Bjarke Ingels e partner do Bjarke Ingels Group, João Albuquerque, foram mostrados os detalhes do novo complexo futurista que assenta em três pilares fundamentais: inovação, sustentabilidade e bem-estar.

“O novo Fuse Valley será um espaço de fusão e encontro, onde empresas, cultura, arte e a comunidade se fundem e se conectam. Por isso, uma das particularidades deste projecto é o facto de 81% dos espaços exteriores serem totalmente abertos à comunidade, numa total harmonia e respeito pelo meio-ambiente envolvente”, revela o arquitecto.

“Este empreendimento traduz os novos conceitos de trabalho num espaço físico desenhado para privilegiar a flexibilidade, mas também a conexão entre os colaboradores e a ligação com a comunidade”, reforça.

Com o objectivo de criar as melhores condições para que os colaboradores da Farfeth se sintam confortáveis no seu dia-a-dia e tenham ao seu dispor ferramentas para melhorarem o seu bem-estar, e ao mesmo tempo permita promover a colaboração e o sentido de equipa, a empresa desenvolveu um plano para a criação de espaços, como uma creche para os filhos dos colaboradores, uma academia focada no bem-estar e também salas para a prática de meditação, ioga e exercício, promovendo a saúde física e mental, num ‘Vale’ que, pela sua simbiose com a natureza, tem por si só uma proposta de valor diferenciadora.

Promovido pelo Castrou Group, o projecto engloba, no seu todo, 62.800 m2 de escritórios disponíveis para acolher outras empresas, um hotel com 75 quartos e 42 apartamentos, 5.000 m2 de espaços para comércio e serviços de suporte ao empreendimento, como áreas de restauração, ginásio e SPA, bem como um anfiteatro ao ar livre disponível para receber mostras de arte, palestras e workshops.

Segundo Paulo Castro, CEO do Castro Group, “o Fuse Valley é a interpretação perfeita da nossa regra de ouro, aplicada a todos os nossos projectos: localização, inovação, sustentabilidade e tecnologia. O que vamos fazer nascer em Matosinhos é algo ímpar e que coloca este espaço no mapa internacional do que melhor se faz quer ao nível da sustentabilidade, quer ao nível da inovação. Com este empreendimento propomo-nos desenvolver uma smart city, ou neste caso, um smart valley. Ambicionamos construir um total de 24 edifícios, 14 dos quais prevemos  que estejam construídos até 2025. Destes, sete são para os espaços da Farfetch e os restantes sete serão edifícios promovidos pelo Castro Group, incluindo o hotel”.

Além dos princípios de sustentabilidade aplicados à construção, o Fuse Valley estará também orientado para promover a mobilidade sustentável, com uma forte aposta nos espaços para o carregamento de veículos eléctricos e postos com bicicletas e trotinetes eléctricas para usufruto comum dentro do perímetro do vale. A ligação com as principais conexões de transportes públicos estará também assegurada com shuttles diários que ligam o empreendimento à rede local.

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Casafari cria unidade de investimento em single-family renting

A nova área de negócio SFR deverá atrair investimento para o sul da Europa, incluindo Portugal, na ordem dos 50M€ em 2023 e entre 100 a 200 milhões nos anos seguintes

(Na imagem: Javier Vidal, Tiffany Yiu e Carlo Magnoni)

A Casafari, acaba de anunciar a criação de uma nova unidade de negócio de SFR – Single Family Renting. Com este investimento, a Casafari compromete-se em oferecer soluções de investimento em arrendamento residencial em locais estratégicos em toda a Europa, incluindo Portugal. A empresa planeia atrair investimento na ordem dos 50 milhões de euros em 2023 e entre 100 a 200 milhões nos anos seguintes.

De acordo com a Casafari Market Data, o valor de mercado de Lisboa e Porto em Single – Family Rental (SFR) é de 20,1 mil milhões de euros anuais combinados. Devido à inflação alta, ao custo de energia crescente, ao aumento das taxas de juros para habitação e à diminuição do número de novas construções motivada pelo aumento dos custos de construção, a oferta de arrendamento de imóveis a longo prazo está a diminuir. Todos estes fatores contribuem para um forte interesse no investimento em Single-Family Rental.

O mercado SFR já é uma classe de activos em rápido crescimento nos EUA, onde pelo menos 45 mil milhões de USD em capital foram aplicados por investidores institucionais, gestores, REITs e bancos de investimento em 2021.

No sul da Europa, onde a aquisição de casa própria é muito mais alta do que os pares europeus (com cerca de 70% de stock), há uma falta de habitação para arrendamento profissionalizado a longo prazo (abaixo de 10%).

A entrada nesta nova área levou a plataforma imobiliária a reforça a sua equipa de gestão com investidores e operadores imobiliários experientes, com um amplo conhecimento do sector de arrendamento residencial no mercado local, designadamente: Tiffany Yiu, Head de Real Estate, que veio da Round Hill Capital, onde era co-directora de sectores comerciais e passou anos a construir os portfólios de imóveis para arrendamento na Europa Ocidental. Antes do sector imobiliário, a Tiffany vem de uma experiência bancária e de finanças estruturadas (Credit Suisse, JP Morgan); Javier Vidal, novo Head de Finanças, vem da Stoneweg onde se concentrou em investimentos imobiliários europeus, com vasta experiência em investimentos de Private Equity e Venture Capital, bem como em finanças estruturadas e fusões e aquisições corporativas e direito imobiliário (Seaya Ventures, Realza Capital, Moody’s Investors Service e Uría Menéndez); Carlo Magnoni, que ocupa o cargo de Head of Capital Markets, ex-director de Aquisições para Itália e Portugal na Stoneweg, que actua como membro do conselho/diretor das empresas de investimento residencial Carlyle na Espanha, bem como consultor de várias empresas imobiliárias. Carlo tem 20 anos de experiência em investimentos imobiliários e iniciou sua carreira institucional na Blackstone.

“Estamos muito satisfeitos em receber a Tiffany, o Javier e o Carlo, que se juntaram a nós nos últimos meses, mostrando o nosso compromisso de combinar o profundo conhecimento imobiliário institucional com as nossas vantagens tecnológicas e de dados, com o objectivo de trazer verdadeira inovação e impacto positivo no setor SFR”, sublinhou Nils Henning, CEO e cofundador da Casafari.

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Fortera com investimentos de 500 milhões de euros mas conjuntura pode levar a novos ajustes

Prosseguindo a sua estratégia de implementar o conceito Alice by Fortera em Portugal, o Grupo israelita continua a desenvolver projectos que vão ao encontro deste modo de vida. Edifícios que além da componente residencial, incluem também um conjunto de serviços e ‘amenities’, num investimento global de mais de 500 milhões

Com um investimento inicial de cerca de 115 milhões de euros, a previsão de é que ao longo de cinco anos, o investimento global supere os 500 milhões de euros, em 1000 novas habitações. A empresa justifica o lançamento do conceito Alive by Fortera por ter identificado que, com a pandemia, o paradigma habitacional mudou, e que a forma como se habitam as casas nunca mais será a mesma.

“Quisemos fazer evoluir os nossos edifícios nesse sentido e criar condições para as pessoas usufruírem do espaço com a capacidade de multifunções, mais precisamente por haver cada vez mais falta de ligações significativas entre vizinhos e percebemos a importância de criar relações, construir confiança, viver num ambiente seguro onde as pessoas se possam relacionar e ajudar mutuamente. Quisemos desenvolver uma ferramenta que ajude as pessoas a terem melhor qualidade de vida e melhores experiências”, conclui Elad Dror

A Fortera vai criar infraestruturas nos seus edifícios e introduzir o conceito ‘Alive by Fortera’, que consiste numa série de novos serviços e “amenities” que facilitam a vida das pessoas, e vão de encontro a esta nova forma de estar: desde espaços de partilha de conhecimento, a actividades lúdicas, passando também por momentos de interacção, espaços conjuntos para coworking, entre outros.

Este novo conceito habitacional que pretende criar sinergias, aproximar pessoas, e proporcionar uma habitabilidade plena no século XXI, lança mão da tecnologia e do desenvolvimento, e coloca-a ao serviço das pessoas. Outro objectivo subjacente ao conceito é o desenvolvimento de contextos de proximidade e combate à solidão, ou seja, reduzir a solidão, aumentar a solidariedade, a interajuda e a segurança entre vizinhos.

O grupo já seleccionou os dois primeiros empreendimentos que vão integrar este novo conceito, sendo o primeiro o Espinho Downtown – cujo edifício de habitações se chama Alive Espinho, com 84 fracções e que comporta um investimento inicial de 15 milhões de euros. Haverá ainda lugar a escritórios e, numa segunda fase, irá ter uma torre que será também destinada a escritórios. Com uma área superior a 22 mil m2, sendo será a “ponte” do RECAFE para a parte sul da cidade, nomeadamente as belas praias de Silvalde e o Oporto Golf Club, jóia secular da cidade.

O segundo empreendimento que incorporará o conceito será em Vila Nova de Gaia, no Alive Riverside, que comporta um investimento de 110 milhões de euros para a construção de cerca de 300 apartamentos. A sua construção está prevista arrancar no final deste ano, com o início da primeira fase que incluirá 122 apartamentos.

Torre Skyline avança só para o ano
Inicialmente orçamentado em 110 milhões de euros, o investimento do projecto Skyline foi revisto em alta para 150 milhões de euros. Os expressivos aumentos no sector da construção e, por conseguinte, a necessidade de proceder a alterações no projecto ditaram o ajuste do investimento. Com cinco fases e sendo até ao momento o maior projecto da Fortera em Portugal, o início da construção está previsto para 2023. Elad Dror, CEO do Grupo, espera que o empreendimento fique concluído em três anos.

O projecto imobiliário, que se transformará no prédio mais alto do País e que conta com a assinatura do arquitecto Souto Moura, terá 28 andares, 160 quartos de hotel e 111 “serviced apartments”, um roof top, uma piscina infinita, um centro de bem-estar, um bar, dois restaurantes e vista panorâmica infinita. Nestas residências, que terão apartamentos entre os 40 e 100 metros quadrados de tipologias de T0 a T2, o preço do metro quadrado rondará os sete mil euros.
O projecto começará com o parque de estacionamento público e a praça do centro de congressos que é o catalisador deste empreendimento de uso misto e que mudará, para sempre, Gaia como cidade. Além disso, terá impacto em toda a região Norte. Irá criar diretamente, pelo menos, 500 postos de trabalho.

Convento do Carmo em 2024
O Convento do Carmo Boutique Hotel vai nascer na cidade de Braga. O início do projecto, que irá requalificar e transformar o antigo Convento dos Carmelitas, edifício datado de 1655, junto ao Largo do Carmo e junto à igreja como mesmo nome, arranca em Outubro deste ano e estará pronto em 2024, e dará lugar a uma unidade hoteleira de quatro estrelas.
À semelhança de outros projectos do Grupo também este sofreu atrasos e ajustes devido à actual conjuntura, já que a data prevista do início das obras era 2021 e o investimento inicial era de 10 milhões de euros, tendo sido reavaliado para cerca de 11 milhões. Valores que já englobam a aquisição do imóvel, o projecto e a empreitada.

O Convento do Carmo Boutique Hotel, classificado como de “interesse público”, terá 71 quartos, com 141 camas, piscina, espaços para reuniões, ginásio, salão, restaurante e cafetaria. Três dos quartos serão em formato apartamento/estúdio, equipados para estadias curtas e médias. O edifício terá quatro pisos e uma cave, sendo o estacionamento dos clientes feito no parque do Campo da Vinha, por acordo com a Bragaparques.

Bonfim e Bonfim To Be no centro do Porto
Num quarteirão do Bonfim, no centro do Porto, a Fortera fará nascer dois empreendimentos. Um hotel de 5 estrelas, Bonfim To Be, que terá 258 quartos e um aparthotel com 21 unidades. Além disso, arrancará este ano, na mesma localização, o empreendimento residencial Bonfim, constituído por 210 serviced apartments.

Azul Boutique Hotel em construção
Em construção desde Fevereiro deste, o Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia, representa um investimento para o seu desenvolvimento de 11,5 milhões de euros e deverá estar concluído em 2023.

O novo hotel do Grupo Fortera, com 4 estrelas e a 50 metros da Ponte D. Luís I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Maxfinance Gold supera mil operações de crédito em apenas oito meses

Segundo a mediadora, em termos acumulados de 2022, as operações ultrapassam já as 1.050 que se traduzem em mais de 123 M€ de volume de crédito contratado

A Maxfinance Gold superou as mil operações de crédito desde o início do ano. Segundo as conclusões agora apresentadas pela mediadora e que já incluem os resultados de Agosto, estes números “abrem caminho a expectativas bastante elevadas para o último quadrimestre já em curso”.

Neste sentido, em Agosto, a Maxfinance Gold somou assim mais de 13,5 milhões de euros de volume de crédito contratado. “Num só mês e fruto das mais de 120 operações de crédito realizadas, o posicionamento da intermediária de crédito é cada vez mais consistente”, reforça a empresa.

Em termos acumulados de 2022, as operações ultrapassam já as 1.050 que se traduzem em mais de 123 milhões de euros de volume de crédito contratado. Face ao período homólogo, as primeiras cresceram praticamente 5%, enquanto o segundo cresceu mais de 7%. Ou seja, não só aumenta o número de operações de crédito mas também o volume contratado nas mesmas.

A subidas das taxas de juro – e da prestação da casa – continuam a dar que falar e num processo delicado como este, contar com um parceiro fidedigno faz toda a diferença na saúde financeira das famílias.

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Grupo Everybody Wins planta 200 árvores autóctones numa acção de reflorestação

Colaboradores, que pertencem as marcas Remax, Melom e Querido Mudei a Casa Obras, MaxFinance Portugal e LeaseCapital, levaram a cabo uma acção em defesa da natureza, na zona de Benavente

Solidários com o flagelo dos incêndios florestais vividos nos últimos meses, 120 colaboradores do Grupo Everybody Wins, o maior grupo de franchising do país, a que pertencem as marcas Remax, Melom e Querido Mudei a Casa Obras, MaxFinance Portugal e LeaseCapital, levaram a cabo uma acção em defesa da natureza e que se traduziu na plantação de 200 pinheiros-bravos, na zona de Benavente.

A plantação destas árvores autóctones, que contribuem para uma maior
sustentabilidade, terá a sua manutenção assegurada pela equipa Everybody
Wins que, entre outros, garantirá o seu sistema de regas.

Esta iniciativa de cariz ambiental, direccionada aos colaboradores do Grupo
Everybody Wins, teve como propósito sensibilizar as equipas dos serviços
centrais para a importância do contributo individual e colectivo na
preservação dos recursos e do ecossistema, numa acção que, mais do que
plantação, assume o compromisso de manutenção das árvores. A adesão foi
grande e permitiu que praticamente cada colaborador tivesse a oportunidade
de plantar duas árvores.

De acordo com Beatriz Rubio, CEO do Grupo Everybody Wins, “o objectivo
principal deste tipo de iniciativas assenta no envolvimento das nossas
equipas em actividades cada vez mais sustentáveis e amigas do ambiente”.

Salientar ainda que a responsabilidade social faz parte da cultura da Grupo
Everybody Wins, sendo prática comum o envolvimento dos colaboradores e
franchisados em diferentes tipos de acções e campanhas, como são exemplo as
de cariz solidário que, segundo Beatriz Rubio “nos permite manter focados no
que é mais relevante”.

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Maia Living com conclusão prevista para o final de 2024

Promovido pela Mysa Capital, empreendimento integra a área de negócio Obra Nova ERA e está a ser comercializado pela agência ERA Maia Centro

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O empreendimento Maia Living. localizado no centro da cidade da Maia, encontra-se em fase de comercialização, a cargo da agência ERA Maia Centro. A conclusão da sua obra está prevista para o final de 2024.

Composto por 12 moradias contemporâneas de tipologia V4, com terraço de 50 m2, jardim exterior e com preços a partir de 540 mil euros, o Maia Living é promovido pela Mysa Capital, uma empresa de investimento imobiliário de capital nacional e que privilegia a utilização de materiais sustentáveis nos projectos que promove.

“Trata- se de uma oportunidade única para viver em moradias novas no centro da cidade da Maia, pois há décadas que não é apresentado, com esta centralidade, um projecto com estas características.” conclui António Ferreira, responsável pela ERA Maia Centro.

Recorde-se que o Obra Nova ERA anunciou recentemente que passou a ser  uma área de negócio autónoma “dedicada a orientar os promotores imobiliários para investimentos mais rentáveis e que se ajustem às preferências dos clientes, ao mesmo tempo que os apoia na comercialização”.

Nos  primeiros  seis  meses de  2022, a  ERA lançou 154  novos  empreendimentos,  angariando mais  de  3.400  imóveis  novos  ou  em  construção,  o  que  se  traduz  em  28%  do  portfólio habitacional  angariado  pela  ERA neste  período  em  análise. Registou-se  igualmente  um aumento de 36% na facturação face ao período homólogo.

Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros.

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Hawk ‘vende’ quarteirão no Cais do Sodré que será transformado em hostel premium

O novo hostel Room007 Pink Lisboa, que vai criar cerca de 25 novos postos de trabalho, tem como data prevista de abertura 2025

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A Hawk Real Estate Collective, consultora de mediação imobiliária especializada em ativos de grandes dimensões, acaba de concretizar mais um importante negócio, a venda do quarteirão formado por três das ruas mais conhecidas de Lisboa, Rua Cor-de-Rosa, Rua do Alecrim e a Rua de São Paulo, que durante largos anos acolheu as saudosas discotecas Jamaica e Europa. O edifício será agora convertido num hostel premium que promete dar uma nova vida e história a esta carismática zona da cidade.

A operar maioritariamente nas regiões da grande Lisboa, Comporta, Melides e Alcácer do Sal, a Hawk posiciona-se como parceira ideal, tanto para vendedores como para investidores, por reunir uma equipa sólida com larga experiência no sector imobiliário e com fortes ligações a estas localizações, que entende verdadeiramente o potencial dos vários ativos e assim consegue valorizá-los da melhor forma e encontrar as melhores oportunidades.

“Este é sem dúvida um ativo emblemático que ocupa um lugar de destaque na cidade de Lisboa. É um edifício que estava «esquecido» nesta zona, que como sabemos tem vindo a beneficiar de uma requalificação de qualidade, razão pela qual estamos muito orgulhosos de fazermos parte do futuro deste edifício cheio de carisma e que em breve terá uma nova história para contar”. Outro motivo que nos traz grande satisfação, é o facto de terem estado as principais mediadoras a trabalhar este ativo, e ter sido a Hawk a concretizar com sucesso o negócio. Uma evidência do nosso elevado compromisso e preparação para este tipo de transações.”, refere Miguel Freitas, CEO da Hawk.

O novo hostel Room007 Pink Lisboa, que vai criar cerca de 25 novos postos de trabalho, tem como data prevista de abertura 2025 e contará com 80 quartos distribuídos pelos seis pisos do edifício. Pensado para acolher um público millenial e da geração Z, este novo hostel é o mais recente investimento da cadeira espanhola em Portugal. Recorde-se que a marca detém já duas unidades abertas em Lisboa, sob as marcas Bluesock Lisboa e Room007 Select Liberdade, ambas na Avenida da Liberdade, tendo previstas mais quatro novas unidades em Lisboa e no Porto, ainda em construção.

“Apostámos na Hawk exatamente por se tratar de uma agência local, com vasto conhecimento do mercado português e composta por profissionais competentes e experientes que têm valências em diferentes áreas possibilitando o acompanhamento cuidado e rigoroso de todo o processo, da consulta ao fecho do negócio”, acrescenta Ignacio Requena, CEO da Room007.

A Hawk, criada em 2019, tem crescido de forma consistente e a bom ritmo, superando de ano para ano os seus objetivos tanto em volume como em valor. O objetivo da consultora imobiliária é, para além de aumentar o volume de negócios em Lisboa, continuar o trabalho desenvolvido nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal, potenciando a enorme dinâmica gerada pela Comporta e Melides e as suas consequentes oportunidades.

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Belga Atenor adquire terreno no Campo Grande

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício de escritórios e retalho. A transacção foi assessorada pela Cushman & Wakefield

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A belga Atenor adquiriu um terreno junto ao interface de transportes do Campo Grande, em Lisboa, tendo a consultora Cushman & Wakefield actuado em representação da promotora.

O terreno, com uma área de 8.373 m2, permite a construção de um edifício com cerca de 14.000 m2 de escritórios, 450 m2 de retalho e ainda estacionamento. Muito próximo do estádio Alvalade XXI e do campus universitário do Campo Grande, o terreno “conta com excelentes acessibilidades e está integrado numa das áreas mais dinâmicas da cidade de Lisboa”, reforça a consultora.

Cotada na Euronext de Bruxelas, e com actividade em vários países europeus, a Atenor já se encontra a desenvolver um outro projecto de referência de escritórios em Portugal – WellBe, no Parque das Nações, cuja comercialização também está a cargo da Cushman & Wakefield.

“Apesar do actual contexto internacional, os mercados portugueses de ocupação e de investimento em escritórios continuam a dar sinais de grande resiliência. Promotores como a Atenor constituem uma garantia de qualidade, perenidade e sustentabilidade e os principais beneficiários serão não só os futuros ocupantes, mas também a própria cidade de Lisboa”, afirma Paulo Sarmento, partner e head of Transactional Services da Cushman & Wakefield Portugal,

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Spotahome aumenta número de reservas em 150% no Verão

“Os números do turismo pré-pandemia voltaram. Vemos cada vez mais interesse de estrangeiros para explorar o nosso País, sendo Lisboa e o Porto, dos destinos turísticos mais populares na Europa”, afirma Pedro Franco Caiado, country manager da Spotahome

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A plataforma de arrendamento de casas, Spotahome, aumentou a sua operação em 150% quando comparado com os números pré-covid de 2019. Segundo a empresa, que alia a tecnologia ao sector imobiliário, a maior parte dos inquilinos, cerca de 70%, que optou por arrendar casas através da plataforma são de nacionalidade estrangeira, sendo que se destaca o arrendamento por parte de cidadãos provenientes de Espanha, Itália, Alemanha, Holanda, Brasil e EUA.
“Os números do turismo pré-pandemia voltaram e com eles a operação da Spotahome aumentou exponencialmente. Vemos cada vez mais interesse de estrangeiros para explorar o nosso País, sendo Lisboa e o Porto, principalmente, dos destinos turísticos mais populares na Europa. A nossa missão passa também por assegurar que não há surpresas nem do lado do inquilino, nem do lado do senhorio. Vemos no mercado português uma oportunidade grande de acrescentar valor ao modo como se arrendam casas, aliando tecnologia a um sector com um potencial de crescimento grande” afirma Pedro Franco Caiado, Country Manager da Spotahome.
A plataforma já conta com 14 mil reservas em três anos de operação em Portugal e está presente em Lisboa, Porto e Coimbra. A empresa pretende expandir para todo o país, com o objectivo de uniformizar e apresentar toda a oferta de casas numa só plataforma.
Em 2021 a empresa fechou uma ronda de investimento de 25 milhões de euros que permitirá que a consolidação do seu crescimento e plano de expansão nos países onde está presente, incluindo Portugal.
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Zome aceita pagamentos em cripto com a Utrust

Depois da criação do portal Cryptohouses, a Zome vai adotar a plataforma da Utrust para tornar mais simples e intuitivo o processo de pagamento dos clientes interessados em comprar casa com recurso a qualquer um das várias moedas digitais suportadas pela Utrust, no portal Cryptohouses.

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(na imagem: Patrícia Santos, CEO da Zome e Sanja Kon, CEO da Utrust)

A Zome vai adotar a plataforma da Utrust para tornar mais simples e intuitivo o processo de pagamento dos clientes interessados em comprar casa com Bitcoin, Ethereum, Elrond eGold, USDT, USDC, ou outra das várias moedas digitais suportadas pela Utrust, no portal Cryptohouses, recentemente criado pela imobiliária.

A Utrust é líder de mercado, na Europa, em pagamentos com criptomoedas, pelo que a parceria com este serviço permitirá à Zome tornar os pagamentos mais rápidos, mais baratos e mais seguros, com recurso à tecnologia blockchain. A aposta nestas tecnologias para facilitar pagamentos é parte integrante da estratégia de crescimento da Zome.

“Estas moedas têm uma série de vantagens importantes ao nível da segurança, da velocidade e inclusive dos custos”, explica Patrícia Santos, CEO da Zome. “O nosso objectivo é proporcionar aos nossos clientes, onde quer que estejam no mundo, a possibilidade de usufruir plenamente desta tecnologia. A Utrust permite-nos fazê-lo de forma simples e eficaz”, acrescenta.
Segundo a empresa “ao recorrer à mais recente tecnologia blockchain, e ao tornar os pagamentos digitais, totalmente e de forma nativa, a Zome e a Utrust, não só aumentam a velocidade das transacções, como diminuem significativamente os custos associados à recepção de um pagamento”.

“A ideia de facilitar pagamentos, de contornar os intermediários tradicionais para tornar tudo mais rápido, eficiente e seguro, deve apelar a qualquer sector”, explica Sanja Kon, CEO da Utrust. “Não é surpresa, no entanto, que o imobiliário, normalmente tão preso à banca, seja dos sectores mais receptivos a esta tecnologia. Saudamos a Zome por querer ser pioneira e é um prazer trabalhar com eles”, conclui.

A reforçar a parceria está o facto processadores de pagamentos totalmente digitais continuam a oferecer resoluções lentas e cobram aos comerciantes entre 3 a 11% do valor de cada transação, um volume que representa, muitas das vezes, a diferença entre o lucro e a falência para empresas de todo o mundo.

Promover a literacia financeira
A Zome pretende ainda ajudar à divulgação destas novas formas de dinheiro, educando o público acerca da melhor maneira de utilizá-lo e beneficiar das suas vantagens. Para esse efeito, no próximo dia 20 de Setembro, vai juntar-se a vários parceiros, no evento No Boring Talks, que terá lugar no Altice Fórum Braga.

Os temas em discussão serão focados na tecnologia blockchain e nas criptomoedas, mas não apenas para um público dedicado ao sector imobiliário – qualquer indivíduo ou empresa interessados em aprender são convidados a participar. Um dos oradores convidados é Filipe Castro, cofundador e diretor de projetos especiais da Utrust.

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Antiga fábrica A Napolitana será um colégio internacional

Engexpor é responsável pela gestão do projecto e da obra que está a transformar a antiga fábrica em Alcântara num colégio internacional. Os trabalhos deverão estar concluídos no primeiro semestre de 2024

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Está em estágio avançado de desenvolvimento a primeira fase das obras que irão reabilitar os edifícios da antiga fábrica de massas A Napolitana, localizados em Alcântara, Lisboa, para os transformar num colégio internacional. Para breve está previsto o início da segunda fase, relativa à execução da estrutura, acabamentos e instalações especiais.

Os trabalhos estão a ser acompanhados pela Engexpor, que presta serviços de gestão de projecto e gestão da construção à RFR Group, uma empresa de origem norte-americana de investimento, promoção e gestão de imobiliário comercial e residencial, com sede em Nova Iorque. No desenvolvimento deste projecto está ainda envolvida a CGC (Calatrava Grace), uma empresa global na área de investimento e promoção imobiliária.

O projecto de reabilitação da antiga unidade fabril, da autoria do arquitecto Frederico Valsassina, prevê manter os quatro emblemáticos edifícios do complexo preservando as fachadas originais, uma referência da arquitectura industrial portuguesa do início do século XX na cidade de Lisboa.

Esta primeira fase contemplou a execução das demolições para renovar os interiores dos edifícios e adaptá-los ao novo uso, assim como o reforço das estruturas. Na segunda fase da obra e, de acordo com a Engexpor, irá proceder-se à execução das estruturas, renovação das fachadas, construção das coberturas e desenvolvimento das instalações especiais, acabamentos e paisagismo.

A conclusão de todos os trabalhos está prevista para o primeiro semestre de 2024, estando em avaliação uma abertura parcial da escola para setembro de 2023 com a valência de Jardim de Infância.

“É com enorme satisfação que estamos a acompanhar este projecto para a instalação de um novo colégio internacional em Alcântara, não só porque nos permite continuar a crescer na área do ensino – acompanhámos muito recentemente o projecto e a obra de renovação do edifício que acolhe a nova Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa – mas também porque reabilita, preserva e dá um novo uso a um conjunto arquitectónico que faz parte da história da cidade de Lisboa. A instalação de uma instituição de referência nestes edifícios irá ajudar a revitalizar e valorizar esta zona da cidade, anteriormente de cariz essencialmente industrial, com características muito próprias e que está em profunda transformação”, refere Pedro Grilo, director da Engexpor em Portugal.

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