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Hotel “Casa das Lérias” abre em Amarante

Com um investimento de 7 M€, este é o segundo projecto da Mercan Properties que abre portas em 2021. Em Julho deste ano, abriu o Casa da Companhia, no Porto

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O local histórico e famoso por vender os doces conventuais de Amarante – as Lérias – abre agora as portas como um novo hotel. A “Casa das Lérias” é o resultado do investimento de 7 milhões de euros da Mercan Properties.

Localizado nas margens do rio Tâmega e no início de uma das principais artérias do centro da cidade, o edifício vanguardista oferece, agora, um espaço exterior amplo e um interior harmonioso e descontraído.

Os 23 quartos, disponíveis nas tipologias Deluxe, Duplex, Single e Superior, reflectem um design clean em tons de cinza, castanho, branco e verde, transmitindo uma crescente preocupação ecológica, aliada a um estilo de vida minimalista. De realçar que o verde é uma das cores predominantes tanto na decoração interior, como nos espaços exteriores da Casa da Lérias.

A gestão hoteleira da Casa das Lérias ficará a cargo da Ace Hospitality Management (AHM).

Este é o segundo projecto da Mercan Properties que abre portas em 2021. Em Julho deste ano, o Casa da Companhia, no Porto, começou a receber os primeiros hóspedes, fruto de um investimento de 11,2 milhões de euros. A cidade invicta vai, também, receber o Renaissance Park Hotel, um investimento de 56 milhões de euros, que ficará concluído em 2023 e que contará com a criação de 140 postos de trabalho directo. Em Maio foi lançada a primeira pedra do novo hotel, Hilton Garden Inn Évora, que deverá ficar concluído em 2022, com 95 postos de trabalho, e que resulta de um investimento de 21 milhões de euros.

A Mercan Properties é a empresa do Grupo Mercan responsável pelo desenvolvimento dos projectos imobiliários no ramo do turismo em Portugal e que conta, actualmente, com 14 projectos em localizações como Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Lisboa, Amarante, Évora e Algarve.

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Sonae Sierra cria novo fundo de investimento para o retalho alimentar

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos na Alemanha e tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 M€

A Sonae Sierra encontra-se a investir no sector do retalho alimentar na Alemanha através de um fundo dirigido a investidores institucionais.  O novo Sierra German Food Retail Income Fund I tem como foco o investimento em supermercados, hipermercados e discounters por toda a Alemanha, de preferência propriedades stand-alone estáveis, com arrendamentos de longo prazo a operadores líderes de mercado. anunciou a empresa. O fundo tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 milhões de euros.

A criação deste veículo financeiro reforça o foco da Sonae Sierra na expansão do negócio de gestão de fundos de investimento, uma parte fundamental da ambição estratégica da empresa, na qual combina o seu vasto know-how em criação de valor patrimonial, com parcerias de longa data com investidores institucionais de referência.

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos de retalho alimentar, cobrindo uma área total de aproximadamente 6.500 m2 de Área Bruta Locável (ABL), operados por marcas-chave no mercado alemão, como a Aldi, Rewe e Netto.

Christoph Billwiller, líder da equipa de Investment Management da Sonae Sierra na Alemanha, afirma que "a criação deste novo FIA aberto representa um novo marco para a Sonae Sierra na Alemanha, já que oferece uma solução para investidores profissionais e institucionais que procura assegurar rendimentos estáveis de longo prazo". E acrescenta: "Faz parte da estratégia da Sonae Sierra aumentar a exposição a novos veículos de investimento imobiliário, capitalizando a nossa experiência internacional e as relações de parceria que construímos ao longo dos últimos 30 anos com múltiplos investidores institucionais”.

A Sonae Sierra gere, actualmente, cinco mil milhões de euros em 12 diferentes veículos de investimento, com uma carteira de fundos imobiliários e activos operacionais em toda a Europa.

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Terminal K em Alfama vai ser apart-hotel da OptylonKrea

OptylonKrea e STAG compraram o edifício do século XIX. Com 7.000 m2, o Terminal K vai ser reabilitado e transformado num novo apart-hotel da marca Prima Collection. Contará com 74 unidades residenciais, pátio interior, piscina e espaços de retalho comercial

A OptylonKrea, empresa pan-mediterrânica de promoção imobiliária e gestão de investimentos, adquiriu, em conjunto com a Stag Fund Management, o Terminal K, um edifício com 7.000 m2, localizado em Alfama, próximo do terminal internacional de cruzeiros de Lisboa e da estação de Santa Apolónia.

O edifício, adquirido à Cerberus Capital Management, será reabilitado e transformado num apart-hotel da marca de unidades residenciais da OptylonKrea, a Prima Collection, que terá ali a sua sexta localização. A compra do Terminal K, em Lisboa, é o 13º investimento da OptylonKrea em Portugal, confirmando a confiança do grupo no mercado imobiliário nacional e o optimismo em relação à recuperação económica pós-Covid. Recordamos que o Terminal K integrava o portfólio Arya, vendido pela Fidelidade em Janeiro de 2020.

"Estamos extremamente satisfeitos com a conclusão deste contrato, que acredito ser um forte incremento ao portefólio da OptylonKrea e à nossa marca cada vez maior de unidades residenciais Prima Collection. Com a excelente localização do edifício, a poucos metros do recém-construído terminal de cruzeiros, aliado à promissora recuperação da actividade turística em Portugal em 2022, sentimos que o momento era o ideal para esta aquisição”, refere William Tonnard, presidente e COO da OptylonKrea. “Com este projecto estruturante, pretendemos melhorar a oferta hoteleira e elevar a qualidade do serviço na cidade, ao mesmo tempo que trazemos uma nova vida a esta área rica em história”, conclui.

Projectado pelo arquitecto Saraiva & Associados, o Terminal K vai transformar uma área industrial/residencial do século XIX num novo destino de lifestyle, parte da marca de unidades residenciais Prima Collection. O novo apart-hotel terá um total de 74 unidades residenciais com acesso a um pátio interior, e uma piscina exclusiva no último piso com vista para o rio Tejo. O complexo conta ainda com uma área de retalho de 1.000 m² localizada no andar térreo, que foi também comprada pelo NEXT Capital Fund, gerido pela Stag Fund Management, e que será arrendada a grandes marcas do retalho.

Terminal K é a 6ª localização da marca Prima Collection

As mudanças recentes nos hábitos de viagem e o crescimento do teletrabalho, motivados pela pandemia, terão impactos de longo prazo na indústria da hotelaria e turismo. Neste contexto, a OptylonKrea aproveitou a oportunidade para rever a sua marca de unidades residenciais Prima Collection, nascida em
Lisboa, e adaptá-la às novas especificidades do mercado, ao mesmo tempo que prepara a expansão para outros mercados mediterrânicos, com o objectivo de chegar até 25 novas localizações nos próximos cinco anos.

“Decidimos reposicionar a nossa marca, para servir não só os viajantes, mas também os expatriados e os locais em busca de experiências de co-living e co-working”, afirma Hakan Kodal, chairman da OptylonKrea.

A marca, reposicionada sob a consultoria da Servotel, está agora a ser redesenhada pelas premiadas agências criativas e de design Blacksheep e AvroKo.

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Rendas das casas em Lisboa 18% abaixo do pré-covid

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava, o que reflecte a tendência de recuperação do mercado

As rendas das casas em Lisboa chegam ao 3º trimestre deste ano 17,9% abaixo dos níveis pré-Covid, conforme mostram os resultados mais recentes do Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário. Ainda assim, este indicador atenuou face aos dois trimestres anteriores, quando as rendas na capital apresentavam uma quebra de 19,9%, relativamente ao período anterior à pandemia.

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava. Este comportamento reflecte a tendência de recuperação do mercado observada desde o final do ano passado, a qual culminou numa subida trimestral de 2,5% no 3º trimestre, após a estabilização verificada no 2ºtrimestre (-0,1%). A variação trimestral volta, assim, a terreno positivo pela primeira vez desde o início da pandemia.

Em termos homólogos, observa-se também uma recuperação. A taxa de variação homóloga das rendas em Lisboa situou-se em -6,1% no 3º trimestre, quase 11 pontos percentuais acima dos -18,0% que atingia no início do ano e em nova suavização face aos -12,0% registados no trimestre anterior.

No Porto, as rendas também ainda são inferiores ao pré-Covid em 10,1%, enquanto a nível nacional a quebra é de 1,3%. No 3º trimestre, as rendas no Porto apresentaram uma ligeira quebra trimestral de 0,7% e uma variação homóloga de -8,4%, em ambos os casos desagravando as descidas verificadas no trimestre anterior. A nível nacional, as rendas já sobem quer na comparação trimestral (+1,4%) quer na homóloga (+1,7%).

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Asaval eleita para o board do TEGOVA

Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval foi eleito como membro da administração do TEGOVA, que reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países

Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval (Associação Profissional das Sociedades de Avaliação) foi eleito como membro da administração do TEGOVA e permanecerá em funções por um período (renovável) de três anos. Esta é a primeira vez que um português é eleito para o board desta instituição, “pelo que será uma oportunidade de intervir sobre a forma como as avaliações imobiliárias são realizadas na Europa e por inerência em Portugal”.

O TEGOVA é o maior Grupo Europeu de Associações de Avaliadores de imóveis, reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países que representam mais de 70.000 avaliadores qualificados, autónomos ou empregados por consultoras especializadas, empresas do sector privado, departamentos governamentais ou instituições financeiras locais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade muito importante para os peritos avaliadores portugueses e para a avaliação imobiliária em geral, uma vez que poderemos discutir e propor soluções para vários problemas que ainda existem no sector, bem como contribuir para a melhoria das Normas Europeias de Avaliação (EVS) e de uma melhor adaptação destas a países mais periféricos, como Portugal”, refere Paulo Barros Trindade.

Para o seu board o TEGOVA elege um máximo de oito elementos, incluindo o presidente, que são votados individualmente, necessitando cada elemento de obter um mínimo de 50% dos votos das associações presentes em Assembleia Geral. Em conjunto com a ASAVAL foram ainda eleitos representantes das seguintes associações: PFVA (Polónia), AFREXIM (França), AEVIU (Espanha), ASSOVIB (Itália), AVAG (Grécia), ARE (Áustria) e IVD (Alemanha). O novo conselho de administração do TEGOVA é agora composto por: Krzysztof Grzesik (Presidente, Polónia), Jean-François Drouets (Vice-Presidente, França), Konstantinos Pallis (Grécia), Silvia Cappelli (Itália), Alberto Cabrera (Espanha), Michael Reinberg (Áustria), Paulo Barros Trindade (Portugal) e Alexander Weber (Alemanha).

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Novo condomínio de luxo projectado para Vila Nova de Gaia

O Grupo Gabriel Couto vai construir o novo empreendimento imobiliário de luxo na zona da Afurada, em Vila Nova de Gaia. “Quinta de São Marcos” tem a assinatura do atelier ARQX

Um novo condomínio privado, o “Quinta de São Marcos”, vai nascer na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, na margem sul do rio Douro. O projecto de arquitectura tem a assinatura do gabinete ARQX e a construção deste novo empreendimento, foi entregue à empresa Gabriel Couto, que foi seleccionada por garantir a execução de todo o plano e projecto.

Para a Gabriel Couto a adjudicação deste projecto, surge no seguimento de uma aposta muito forte do grupo no sector privado nestes últimos anos. “A adjudicação deste novo projecto residencial à nossa empresa, é um motivo de orgulho e sinal da confiança que os diversos clientes e promotores Imobiliários têm depositado na Gabriel Couto”, sublinha Daniel Costa, director comercial da construtora.

Este novo condomínio de luxo vai estar localizado numa das últimas encostas luminosas desta margem, construído nos socalcos da Quinta de São Marcos, instalando-se numa zona privilegiada de Vila Nova de Gaia.

O terreno vasto, que outrora foi uma quinta debruçada sobre o rio Douro, localiza-se no morro do Castelo, é voltado a nordeste e dotado de vistas privilegiadas. Este novo empreendimento residencial da Afurada contará com 23 apartamentos e três moradias com áreas que variam entre os 79 e os 288 m2, distribuídas por tipologias entre T1 e T4, com espaços exteriores, garagem, arrecadação e vistas deslumbrantes. Todas as habitações foram concebidas para famílias que valorizam a sofisticação, segurança e conforto e que procuram a proximidade ao rio e ao mar.

O condomínio “Quinta de São Marcos” surge de um projecto de arquitectura arrojado e contemporâneo, com um padrão distintivo ao nível dos acabamentos, ao serem seleccionados materiais nobres, de alta qualidade que asseguram grande durabilidade e constância, que reflecte o cuidado para mitigar os efeitos da proximidade marítima.

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Bedrock Capital Partners investe 125 M€ no Alcântara Lisbon Offices

A promotora adquiriu os dois edifícios de escritórios ao Grupo SIL, em Fevereiro de 2020, e pretende orientar o projecto para o “bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental”, de acordo com as mais recentes tendências do mercado de trabalho

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Está a nascer em Alcântara, na zona ribeirinha da cidade, um dos mais relevantes projectos do segmento de escritórios de Lisboa– o ALLO: Alcântara Lisbon Offices. Com um investimento total de 125 milhões de euros e com data de conclusão prevista para o final de 2022, este projecto é promovido pela Bedrock Capital Partners. 

Os dois edifícios de escritórios, com uma ABL de cerca de 34 mil m2, e que se situam nos terrenos da antiga fábrica da Sidul, junto à Lx Factory, integravam o projecto Rivart (habitação e escritórios), promovido pelo Grupo SIL, tendo sido adquirida apenas a componente de escritórios pela sociedade de investimento Bedrock Capital Partners em Fevereiro de 2020.

Com assinatura do atelier Saraiva +Associados, o projecto ALLO integra uma área bruta de construção acima do solo de cerca de 39.000m2, dividida por dois edifícios de escritórios de características semelhantes, cada um com sete pisos acima do solo, a que irá corresponder uma ABL de cerca de 34.000 m2. Cada um dos edifícios contabiliza ainda quatro pisos em cave, totalizando no seu conjunto 681 lugares de estacionamento. Os dois edifícios comunicam entre si ao nível do piso térreo através de uma praça central onde as zonas verdes predominam e que pretende ser uma centralidade que promove a interacção entre os utilizadores e fomenta o sentido de comunidade. 

O ALLO apresenta, ainda, características únicas, nomeadamente ao nível da flexibilidade e eficiência dos espaços (disponibilizando áreas em open-space com mais de  2.600 m2 por piso), ao nível da oferta de infraestruturas comuns, incluindo um restaurante com esplanada na praça central, um rooftop de uso exclusivo de cada edifício, uma sala multiusos, balneários, parking com carregadores eléctricos e com lugares para viaturas ‘light mobility’ (bicicletas e trotinetes), bem como ao nível das amenities disponibilizadas aos utilizadores dos edifícios, destacando-se os serviços de concierge e uma app interactiva que pretende fomentar a ligação entre e com os utilizadores.

"Procurámos criar um espaço com o qual as pessoas se identifiquem, onde o bem-estar, a tecnologia, a sustentabilidade e a flexibilidade associada às zonas projectadas fazem com que as empresas e os seus utilizadores se sintam em perfeita harmonia. Queremos que este projecto espelhe as novas tendências de trabalho do pós-pandemia, o estilo de vida das pessoas que nele se movimentam, pela sua forte componente humana e de proximidade, mas também pelas características de inspiração, conectividade e criatividade, que pretendem elevar a realização profissional de cada um. Num contexto crescente de modelos híbridos de trabalho, queremos criar uma experiência de trabalho que atraia as pessoas para o escritório”, afirma André Gomes de Sousa, executive partner na Bedrock Capital Partners.

A definição do posicionamento e implementação do conceito disruptivo do local de trabalho – hoje, muito mais que um activo imobiliário – resulta do trabalho de consultoria estratégica realizado pela CBRE através de uma equipa multidisciplinar com know how em concepção de produto, posicionamento estratégico, marketing e leasing.

O nome ALLO surge, não apenas como uma designação, mas também como marca, que incorpora o conceito subjacente ao projecto, de criação de uma rede de pessoas que colaboram entre si contribuindo para o sucesso da comunidade em que se inserem, de forma a criar uma maior afinidade junto de empresas e pessoas, bem como uma cultura, sentido de pertença e de comunidade.

Para além de reflectir esta clara vertente humana, o ALLO é um projecto fortemente orientado para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental, tendo sido definido como objectivo a obtenção das certificações Well Gold, que reconhece e promove a relação entre o edifício e os seus ocupantes, nomeadamente o impacto do ambiente contruído na saúde e bem-estar humano, e LEED Gold, que define edifícios altamente sustentáveis, que promovem a eficiência energética e o desempenho ambiental, contribuindo para reduzir a pegada carbónica. Adicionalmente e como forma de medir a flexibilidade, robustez e segurança da conectividade tecnológica, garantindo que os edifícios têm a infraestrutura digital em que as empresas actuais confiam e as empresas de amanhã procuram, o ALLO será certificado com o nível WIREDSCORE Gold.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias CBRE e JLL.

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Galp e Habitat Invest inauguram serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais

No âmbito desta parceria ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos para veículos eléctricos nos empreendimentos Duque 70 e Linea Residences, em Lisboa, nos quais a Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente

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A Galp e a Habitat Invest acabam de inaugurar o primeiro posto de serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais em Portugal, que inclui a oferta de serviços inteligentes de carregamento eléctrico de veículos e de soluções de mobilidade partilhada entre condóminos. O primeiro projecto abrangido por esta parceria, foi o Duque 70, localizado em Lisboa.

Através da parceria entre a Galp e a Habitat Invest, apresentada esta segunda-feira, dia 25 de Outubro, e que contou com o apoio da APPII, ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos preparados para o carregamento de veículos eléctricos, previstos tanto para empreendimentos Duque 70, como para o Linea Residences, na Av. 5 de Outubro, também em Lisboa. A Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente.

A parceria entre a Galp e a Habitat Invest vai também abranger o fornecimento de energia 100% verde da Galp nos empreendimentos da Habitat, com oferta de soluções competitivas e adaptadas ao perfil de consumo de cada cliente.

Com esta parceria inovadora, a Galp e a Habitat Invest continuam a reforçar o seu posicionamento como referências nos respectivos sectores – energético e imobiliário – com a oferta de soluções de mobilidade eléctrica para os seus clientes, promovendo opções energéticas mais verdes e contribuindo para um futuro mais sustentável.

Além da parceria com a Galp, o empreendimento Duque 70 é, também, o primeiro edifício qualificado ao nível da saúde pelo Programa Covid20 da Nova Medical School e, ainda, o primeiro a receber o cacifo locker24h dos CTT para distribuição de ecommerce.

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Novos factores podem decidir a localização das empresas

O relatório ‘Future Working Location Trends’, da CBRE, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios

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O relatório ‘Future Working Location Trends’, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios.

A análise da CBRE mostra como as decisões em termos de localização devem ser observadas no contexto da proposta de valor do colaborador e analisa os factores de influência que as empresas devem considerar, desde a marca à cultura, passando pelos padrões de mobilidade, que sofreram alterações como consequência da pandemia.

“A disrupção causada pela pandemia mudou as expectativas das empresas e dos colaboradores relativamente aos modelos de trabalho, influenciando a tomada de decisão das empresas relativamente à localização dos seus escritórios. Este tipo de decisão precisa agora de estar totalmente interligada com a proposta de valor que as empresas querem oferecer aos seus colaboradores, bem como com as competências e os perfis das funções que estes desempenham” sublinha André Almada, Offices Advisory & Transaction Services Senior Director da CBRE Portugal.

As sete recomendações identificadas pela CBRE são:

1.Reconhecer as diferenças entre colaboradores, incluindo reacções diversas à pandemia e expectativas relativamente ao futuro:
As estratégias de localização das empresas implicam decisões complexas e envolvem diversos factores quantitativos e subjectivos – nenhuma localização pontua o máximo em todos os critérios de selecção. Quase sempre a decisão final envolve um conjunto complexo de escolhas, mas acima de tudo, deve ser consistente com os objectivos definidos pela empresa.

2.Foco em unidades de negócio e funções:
As empresas têm de considerar as funções desempenhadas pelos colaboradores, como estas se distribuem entre os seus diversos escritórios e como interagem umas com as outras, com clientes e outros stakeholders.

3.Reconhecer como a marca e a cultura poderão ter mudado durante a pandemia, tanto para os actuais colaboradores como para os potenciais:
Enquanto é provável que os actuais colaboradores já esperassem determinadas respostas por parte da liderança da empresa, é importante considerar as implicações de tais medidas na atracção de talento.

4.Considerar alterações nos padrões de deslocação casa-escritório:
Uma redução das visitas ao escritório poderá significar que alguns colaboradores vivem agora mais longe. Este é um resultado do aumento do preço das casas e de outras métricas de selecção da localização da habitação. Este fenómeno é mais provável em colaboradores que se encontram numa fase da vida onde mais tempo e espaço em casa é importante.

5.Manter o objectivo da proximidade física quando se contrata remotamente:
Uma das principais vantagens da contratação remota é captar colaboradores que antes não seriam acessíveis, em localizações onde o estabelecimento de um novo escritório seria inviável ou onde a atracção de talento era mais desafiante. Algumas empresas que estão a contratar remotamente procuram seleccionar candidatos numa determinada área, de forma a que estes mantenham uma interligação.

6.Definir novas medidas de produtividade:
As empresas têm de começar a medir a produtividade no escritório. As medidas tradicionais estão muito focadas no custo ou em medidas de satisfação ou desmotivação dos colaboradores. Nenhuma é verdadeiramente eficaz. As empresas terão de desenvolver processos nas diversas funções e definir novas medidas de avaliação da produtividade, nomeadamente para comparar o trabalho realizado em casa com o que é feito no escritório.

7.Olhar antes de agir:
Antes da pandemia, já muitas empresas tinham investido na criação de espaços mais atractivos e funcionais, um factor que agora é tão ou mais importante. É imprescindível olhar antes de agir para evitar decisões precipitadas.

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Relançamento turístico mundial discutido em Vilamoura

“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer

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“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer. A conferência conta com a presença do ministro da Economia, Pedro Siza Vieira na sessão de abertura.

‘Lazer suporta a retoma’ é o tema da edição de 2021 da R&R, numa altura em que o sector do turismo começa a recuperar de quase dois anos de grande instabilidade provocada pela pandemia do COVID 19, numa prova da resiliência e adaptabilidade demonstrada por esta indústria.

A R&R, que decorre em Vilamoura até 27 de Outubro, integra o International Hospitality Investment Forum (IHIF) e atrai um público sénior de investidores, promotores e operadores líderes no sector de hospitalidade e de lazer. Estão presentes no Algarve responsáveis de alguns dos maiores grupos internacionais ligados ao investimento turístico, sendo um fórum para a troca de conhecimento, mas também para o desenvolvimento de negócios e parcerias.

As mudanças sistémicas no investimento em hospitalidade e lazer continuam a alavancar a indústria, com linhas cada vez mais ténues entre a vida pessoal e profissional exigindo inovação em todos os aspectos de forma a que se possa trabalhar remotamente ao mesmo tempo que se pode viver fora dos grandes centros urbanos, aproveitando todo o tipo de infraestruturas e tecnologias que os resorts colocam à disposição dos seus residentes.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, intervirá no painel sobre o papel dos Governos na recuperação do sector pós pandemia, tanto ao nível do investimento das empresas como dos particulares e como reactivar a mobilidade das pessoas para as viagens de turismo e lazer. Também presente estará o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. O responsável participa, numa sessão sobre Portugal como destino turístico que integra ainda o CEO da Vilamoura World, João Brion Sanches, e o CEO do Ombria Resort, Júlio Delgado.

Na edição de 2019, mais de 400 delegados de 14 países participaram neste encontro internacional que oferece um equilíbrio entre networking e informação sobre estratégias e tendências de investimento no sector.

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Consórcio de empresas compra edifício Sumol+Compal

O grupo Rolear e a Metalofarense anunciaram a compra, numa operação conjunta, do emblemático edifício da SUMOL+COMPAL em Faro, localizado na EN 125. O negócio foi assessorado pela Savills

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O grupo Rolear e a Metalofarense anunciaram a compra, numa operação conjunta, do emblemático edifício da Sumol+Compal em Faro, localizado na EN 125, próximo do centro comercial Fórum Algarve.
Com a aquisição deste imóvel, o consórcio de empresas portuguesas pretende potenciar a dinamização das suas marcas e aumentar as respectivas capacidades de armazenagem, a proximidade com os seus clientes e o portfólio de oferta de produtos.

O edifício, cuja venda foi assessorada pela consultora imobiliária internacional Savills, é composto por um bloco principal, com uma área destinada a escritórios, zonas técnicas e de apoio à actividade fabril e logística. Em virtude de uma operação de concentração industrial, a actividade fabril no imóvel cessou em final de 1995, tendo a instalação passado a ser utilizada como centro regional de armazenagem e distribuição do portfólio de bebidas.
Ao longo do tempo, e devido ao crescimento da oferta de produtos, procedeu-se a uma ampliação das instalações, com novas áreas para armazenagem. Actualmente, pode contar-se com uma área total de armazéns de 7.753,66 m2, uma área total de escritórios de 2.221,00 m2 e uma área total de logradouro de 10.474,00 m2.

“A abrangência do leque de produtos e serviços da Rolear, desde a área energética, à construção civil, infraestruturas de águas e de saneamento, bem como a sua abrangência nacional, forçou a que, para uma resposta de qualidade face às diferentes solicitações, se procurasse um espaço logístico na área da sede, bem localizado, com bons acessos, bem visível, de dimensões assinaláveis, mas necessárias. A estes requisitos importantes juntou a faceta peculiar de ser um edifício-emblema da produção industrial do Algarve”, explica Parreira Afonso, administrador da Rolear.

O Grupo Rolear teve origem no ano de 1979, com sede em Faro, inicialmente direccionado para as áreas de electricidade, electromecânica e bombagem, quer na comercialização por grosso, quer na realização de infraestruturas. “Contamos que a nova unidade venha proporcionar incremento geral dos negócios, fortalecendo as nossas empresas e contribuindo para o desenvolvimento da região”, conclui.

Por seu lado, a Metalofarense, empresa fundada em 1958 que, desde então, tem sido um participante activo no desenvolvimento da região, com um papel de destaque no sector de produtos siderúrgicos e materiais de construção, sublinha que “trata-se de uma aquisição importante para o desenvolvimento da empresa, também relevante por ser uma edificação icónica do concelho de Faro e até do Algarve, e ainda por ter sido levada a cabo por duas empresas da região. O fundador da Sumol, também ele algarvio, teria ficado satisfeito com esta faceta do negócio”, revela Luís Afonso, administrador da Metalofarense. Para a empresa este é, assim, “mais um passo no crescimento da nossa actividade, acompanhando o desenvolvimento e o progresso da Região Algarvia”, acrescenta.

“Apraz-nos assessorar reconhecidas marcas, como a Sumol+Compal, a implementar as suas estratégias de Real Estate, que, neste caso, nos confiou a comercialização do seu activo imobiliário, outrora vital no desenvolvimento do seu negócio e que, agora, terá um renovado papel de relevo na estratégia de crescimento da Metalofarense e do Grupo Rolear”, refere Luís Rocha, Industrial & Logistics Consultant da Savills Portugal

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