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Imobiliário com forte crescimento em 2022

“2022 será um ano recorde para o investimento internacional imobiliário”. Esta é a principal previsão do relatório ‘Ative Capital’, lançado pela consultora imobiliária internacional Knight Frank

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“2022 será um ano recorde para o investimento internacional imobiliário”. Esta é a principal previsão do relatório ‘Ative Capital’, lançado pela consultora imobiliária internacional Knight Frank

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“2022 será um ano recorde para o investimento internacional imobiliário”. Esta é a principal previsão do relatório ‘Ative Capital’, lançado pela consultora imobiliária internacional Knight Frank. De acordo com os analistas da Knight Frank, os EUA, o Reino Unido, a Alemanha, a França e os Países Baixos são os destinos mais populares para os fluxos de capitais internacionais, devendo o segmento de escritórios captar mais de metade do investimento transfronteiriço, registando um aumento do volume de negócios em activos como centros industriais, residenciais, saúde e dados.

À medida que o mundo aprende a conviver com a pandemia, “esperamos um longo período de ressurgimento do investimento imobiliário global”, avança o documento. Nesse sentido, é esperada a recuperação de sectores como o comércio e hotelaria, ao mesmo tempo que os fundos de private equity mantém interesse no sector da logística, o qual tem apresentado um continuo crescimento.

Também em destaque estarão os ‘critérios de sustentabilidade’, Ambiente, Social e de Governance, ESG, e com a eles o interesse crescente em edifícios com classificação verde, e com a reabilitação dos activos. “Olhando para o nosso período de previsão, prevemos um mercado de investimento imobiliário global mais activo e mais responsável: um mercado em que os principais decisores equilibrarão os imperativos da sustentabilidade com as ambições de crescimento”, refere o relatório.

“Os maiores aumentos de actividade serão provavelmente observados nas áreas da Europa, Médio Oriente e África (EMEA) e Ásia-Pacífico”, refere a consultora, que aponta a EMEA como a região de maior interesse no próximo ano. Já os EUA serão o primeiro destino de entrada de capital, bem como o maior emissor.

Em suma, o relatório exclui uma recaída na crise da pandemia e, embora admita o risco para uma variante descontrolada da Covid-19, sustenta que os mercados estão optimistas. “É provável que ocorra um aumento acentuado da actividade em 2022, o que dará aos investidores a oportunidade de reequilibrar as suas carteiras, executar planos de negócio e promover os seus objectivos estratégicos”, conclui a consultora imobiliária.

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APEMIP promove reflexão com agentes da mediação imobiliária

O GIRE – Grupo Imobiliário em Reflexão vai reunir a 6 de Setembro, no Altis Belém, com o objectivo de “procurar soluções, identificar e caracterizar os principais desafios da actividade imobiliária”

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Estudar e analisar “caminhos” que permitam encontrar as melhores soluções à representatividade dos agentes imobiliários é o objectivo do segundo encontro levado a cabo pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que decorre a 6 de Setembro, no hotel Altis Belém.

O GIRE – Grupo Imobiliário em Reflexão, assim se designa a iniciativa, pretende “ouvir agentes imobiliários, procurar soluções, identificar e caracterizar os principais desafios da actividade imobiliária”.

Considerando que “é no diálogo, na troca de opiniões diversas, na construção de fortes sinergias que se constrói uma associação de profissionais da mediação imobiliária cada vez mais forte”, Paulo Caiado, presidente da APEMIP, acredita que “só dessa forma encontraremos fórmulas de convivência e intervenção que protejam a APEMIP de divisões espúrias e acolham no seu seio a generalidade dos profissionais imobiliários de todo o território nacional”.

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LovelyStay factura mais de 7 M€ no Verão de 2022

De acordo com a empresa que actua no mercado de alojamento local, o número excede em 234% os valores referentes ao mesmo período do ano passado e em 337% os de 2019

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Só nos meses de Junho, Julho e Agosto, a LovelyStay, empresa que actua no mercado de alojamento local do país, gerou mais de 7 milhões de euros em receita bruta para os proprietários. O número excede em 234% os valores referentes ao mesmo período do ano passado e em 337% os de 2019, considerado, até então, o melhor ano para o turismo.

“Segundo os dados disponibilizados pelo Turismo de Portugal e pela Plataforma TravelBI, a LovelyStay está com uma rentabilidade média mais elevada do que as propriedades concorrentes. Em Lisboa estamos cerca de 43% acima da média, no Porto 32% e no Algarve 18%. Estes resultados seguem uma evolução positiva da empresa que duplicou a sua carteira de clientes nos últimos três anos e tem uma equipa cada vez mais completa e eficiente”, ressalva William Tonnard, CEO da LovelyStay.

Entre as nacionalidades que mais se hospedaram nas propriedades da LovelyStay, os americanos estão em primeiro lugar, com uma taxa de ocupação de 13,6%, seguidos pelos espanhóis (11,4%), franceses (9,4%), portugueses (7,8%) e ingleses (6,4%).

Com a tendência das reservas a manter-se ainda durante o Outono e Inverno para Lisboa e Porto, a expectativa da LovelyStay para os próximos meses é que, entre Outubro e Março, se ultrapasse os 10 milhões de euros de facturação para os proprietários. Para o Algarve, que é naturalmente a zona mais desafiante do País durante os meses mais frios, a aposta estará em reservas de média duração precisamente para atrair aqueles que querem escapar do rigoroso Inverno europeu e têm a possibilidade de trabalhar de qualquer parte do mundo.

A melhor forma de conhecer a rentabilidade de um imóvel é precisamente compreender o rendimento médio por tipo e por zona. Durante este Verão – Junho, Julho e Agosto, um apartamento T0 teve um rendimento médio mensal de 2.780 euros em Lisboa, 2.338 euros no Porto e 2.428 euros no Algarve. Um apartamento de um quarto (T1) fez uma média de 4.307€ em Lisboa, 3.417€ no Porto e 3.131€ no Algarve.

Quanto a uma propriedade T2, o rendimento médio mensal durante os meses de Verão foi de 6.479 euros em Lisboa, 5.067 euros no Porto e 4.485 euros no Algarve. Em linha com a evolução média dos preços, o rendimento numa propriedade de três quartos foi de 8.246€ em Lisboa, 6.465€ no Porto e 6.621€ no Algarve.

“Estes números são importantes para explicar aos potenciais investidores quais as áreas do país em que é melhor investir e quais as tipologias de propriedade que têm o melhor retorno do investimento. Obviamente, se investir em decoração, em detalhes e conforto para os hóspedes, a rentabilidade aumenta significativamente. É por isso que temos uma equipa especializada que ajuda todos os clientes desde o pedido da licença AL, e até à decoração dos imóveis”, acrescenta William Tonnard.

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Portugal Sotheby’s Realty comercializa Entreparedes no Porto

O Empreendimento Entreparedes, edifício do século XIX reabilitado pelo atelier Promontório, está em comercialização reforçando o segmento residencial de luxo, no Porto

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A Portugal Sotheby’s Realty, marca de imobiliário residencial de luxo com o maior portfólio de imóveis de luxo, anuncia a comercialização do empreendimento residencial de luxo Entreparedes.

O empreendimento residencial de luxo está localizado na Rua de Entreparedes, no Porto, e nasce da reabilitação de um prédio do séc. XIX, levada a cabo pelo atelier Promontório. Um trabalho que privilegiou os pormenores históricos da arquitectura portuguesa, complementando com modernos materiais e acabamentos que contribuem para um ambiente sofisticado.

O Entreparedes é composto por várias unidades habitacionais T1, T2 e T3, com áreas entre os 65 a 182 metros quadrados (m2), com diversos espaços exteriores, como terraços, jardins e varandas e com acesso privilegiado ao centro da cidade, estando o edifício renovado situado a poucos minutos da Sé do Porto e da zona ribeirinha.

“Estamos muito entusiasmados com este novo empreendimento e antecipamos uma forte procura pelos extraordinários apartamentos que preenchem os requisitos de alguns dos nossos clientes mais exigentes. A comercialização do empreendimento Entreparedes reforça a presença da nossa marca no mercado imobiliário de luxo e consolida o nosso departamento inovador de Empreendimentos”, afirma Duarte Marques, diretor de empreendimentos da Portugal Sotheby’s Realty.

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Mercado europeu de escritórios regista take-up 11% superior à média dos últimos 5 anos

O mercado de escritórios foi responsável pela transacção de 43 mil milhões de euros durante o primeiro semestre do ano. Já em Portugal, o ano de 2022 deverá marcar o novo recorde histórico acima dos 230.000 m2

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De acordo com a mais recente análise da consultora imobiliária internacional Savills, o volume de absorção registado no mercado europeu de escritórios no primeiro semestre de 2022 atingiu 4.3m m², um valor que se encontra 11% acima da média de cinco anos face ao período homólogo. Os serviços profissionais e empresariais permanecem o sector mais activo, com uma quota de 21% do total de absorção, em linha com o primeiro semestre de 2021. Seguem-se as áreas de tecnologia, informação e comunicação (20%) e a banca, seguros e finanças (20%), tendo ambos registado um aumento de 6% numa base anual.

A tecnologia de fabricação avançada, o sector farmacêutico e a indústria registaram uma queda na sua quota de absorção, que passou de 13% para 6%, um regresso aos níveis registados em 2020, após estas áreas de actividade terem experienciado uma subida notável em 2021.

Ao analisar a relação oferta/procura, a maioria dos mercados de escritórios europeus, liderados pela França e Alemanha, permanecem com taxas de disponibilidade insuficientes entre 2% e 5% para as zonas de Paris-CBD, Berlim, Colónia, Hamburgo, Bruxelas, Munique e Estocolmo.

Matthew Fitzgerald, Director, EMEA Cross Border Tenant Advisory Savills, refere que “tendo em conta o cenário económico actual poder-se-ia, facilmente, pintar um quadro negativo relativamente ao mercado europeu de escritórios. Contudo, existe ainda uma forte procura de espaço de alta qualidade em boas localizações, que correspondam à cultura da organização e aos objectivos de sustentabilidade”, sustenta.

Apesar do volume do investimento imobiliário europeu ter diminuído no segundo trimestre de 2022, o mercado de escritórios foi responsável pela transacção de 43 mil milhões de euros durante o primeiro semestre do ano, valor em linha com a média de cinco anos do período homólogo. A classe de activos continua a assumir a maior quota do investimento total, registando 31% em 2022 até à data.

Georgia Ferris, European Research Analyst Savills, afirma que “o número de transacções dos escritórios europeus abrandou em Julho, mês onde se registou o número mais baixo de negociações dos últimos anos, de acordo com os dados da RCA. Este factor é sustentado pelo facto de os investidores serem agora mais selectivos, colocando um maior enfoque na qualidade do produto, com os edifícios de escritórios de classe A a serem maior preferência.”

Já em Portugal, o ano de 2022 deverá marcar o novo recorde histórico acima dos 230.000 m2. ”Durante o primeiro semestre de 2022, o mercado de Escritórios de Lisboa registou um volume de absorção acumulado de 168.339 m2, que corresponde a um aumento de 53% em relação ao mesmo período de 2019, período pré-pandemia, ainda que este resultado tenha sido impulsionado por operações de pré-arrendamento. Lisboa tem sido um dos destinos de eleição de empresas de tecnologia, reunindo todas as condições para o seu estabelecimento e expansão das suas operações, afirma Alexandra Portugal Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

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Golden Place com 43 apartamentos em construção na Maia

Com 43 apartamentos o novo edifício habitacional e comercial está localizado no Parque da Pícua, em Águas Santas A construção arrancou neste mês de Agosto, estando a conclusão prevista para o quarto trimestre de 2024

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“Golden Place” é o nome do novo edifício habitacional com 43 apartamentos e quatro lojas comerciais que começou a ser construído na Avenida de Dom António Ferreira Gomes, em Águas Santas, no município da Maia.
Projectado pelo gabinete de arquitectura BLK – Porto Arquitectura e comercializado em exclusivo pela agência imobiliária Medium, o Golden Place ficará situado muito perto do cruzamento das autoestradas A3 e A4 e do centro da cidade do Porto.

Apesar da proximidade do bulício urbano do Porto, o Golden Place oferece tranquilidade, dada a sua harmonia com o Parque da Pícua e um conjunto de serviços essenciais à vida quotidiana. Para além de escolas, supermercados e outros espaços de comércio e serviços, a zona é servida por uma rede de transportes públicos diversificada.
Os 43 apartamentos e as quatro lojas comerciais já estão em comercialização. A construção do imóvel arrancou neste mês de Agosto, estando a conclusão prevista para o quarto trimestre de 2024. A construção estará a cargo da empresa Século Simétrico, da Maia.

“O verde do parque, a rede de transportes públicos e os excelentes acessos rodoviários são factores de elevada importância para a qualidade de vida dos futuros residentes no Golden Place”, indica Pedro Fernandes, director comercial da agência Medium.

O empreendimento estará distribuído por cinco pisos, com apartamentos de tipologia T1, T2, T2+1 e T3 e quatro lojas comerciais no rés-do-chão. Todos os apartamentos são contemplados com garagem fechada para 1, 2 ou 3 automóveis.

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Preço do m2 no Alentejo superou Centro e Norte

A análise é da IMOVENDO e refere-se ao desempenho do mercado no primeiro semestre do ano. De acordo com a consultora o número de imóveis disponíveis para venda está a descer ao passo que as vendas subiram 10%

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O valor dos imóveis disponíveis para venda não para de crescer em Portugal e o Alentejo foi a região do País onde a subida atingiu novos máximos com o preço por m2 a atingir os 2.700 euros, o que se traduz num crescimento de 55% no primeiro semestre de 2022 face a 2021, revela a consultora Imovendo numa análise por regiões concluída este mês.
Logo a seguir ao Alentejo surge a zona Centro, onde o preço do m2 dos imóveis para venda atingiu os 1.700 euros, +17% face ao 1º semestre de 2021, enquanto na zona Norte esse valor se situou nos 1.400 euros, +13%.

A consultora, que actua no ramo imobiliário e na sua mediação, informa que as vendas do semestre aumentaram 10% e que o cenário de subida do preço do m2 se verifica devido à diminuição de imóveis disponíveis (-14% face a 2021).
No que diz respeito ao preço por m2 dos imóveis vendidos, o cenário de crescimento repetiu-se nas três zonas em análise, ainda que com número mais modestos: +15% no Alentejo (1.300 para 1.500 euros), +18% no centro (1.100 para 1.350 euros) e de +15% no Norte (1.000 para 1.200 euros).
“Comparando o valor do m2 do lado da oferta com o preço por m2 dos imóveis vendidos, verifica-se que, com excepção do Norte do país, os imóveis são vendidos por um valor consideravelmente mais baixo”, alerta Nélio Leão, CEO da Imovendo.

Segundo a consultora, as zonas Norte, Centro e Alentejo representam 40% do total de imóveis vendidos no país e, nestas zonas, a tipologia mais procurada é a moradia T3, cujo crescimento na procura foi de 14%, de 10 mil para 12 mil imóveis.

Dos distritos do interior, a Imovendo destaca Évora e Beja como os mais caros, onde o m2 custa entre 1.135 e 1.030 euros, respectivamente, enquanto que os mais baratos são Bragança e Viseu, com valores de 795 e 851 euros, respectivamente. Todavia, revela a análise, Santarém, ocupa o primeiro lugar dos distritos do interior com mais procura, tendo sido vendidos nos primeiros 6 meses do ano 3.046 imóveis, +7% face a 2021, mas Évora esteve também em destaque com vendas de 1.695 fogos (+ 8%).

“O crescimento em Santarém pode justificar-se pela proximidade a Lisboa, o que influencia também a escolha, mas também porque é o distrito do interior com mais oferta”, reforça o mesmo responsável.

Já mais a norte, Viseu apresentou-se com 1.239 casas para vender no mesmo período e. no leque dos distritos com menos oferta encontramos Bragança e Guarda com apenas 210 imóveis para venda no mesmo período.

“O investimento imobiliário apenas chegará às zonas mais interiores e rurais caso sejam tomadas medidas de desenvolvimento para as mesmas, ou seja, são necessários incentivos fiscais para que as empresas se deslocalizem para o interior, mais condições para que os nómadas digitais possam considerar o interior como uma opção válida”, conclui Nélio Leão.

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Proprietário dos Cinema City procura investidores para megaprojecto em Setúbal

O promotor procura vender a totalidade dos lotes pelo valor de 26 150 000 euros, mas não descarta outros cenários. A comercialização está a cargo da consultora JLL

Cidália Lopes

Anunciado em 2017 o futuro projecto, designado como ‘Nova Sintra’, em Setúbal, nos terrenos em frente ao centro comercial Alegro, nunca chegou a sair do papel. O proprietário do terreno, a New Lineo City, o mesmo dos Cinemas City, procura agora investidores que possam dar seguimento ao projecto idealizado por Elad Edery, o anterior CEO e pai de Eyal Edery, actual responsável do Grupo.

Com uma área total de terreno de 77768 metros quadrados (m2) e alvará de loteamento aprovado para 16 lotes, sendo que 1850 m2 são correspondentes a espaços comerciais, o Grupo NLC detém aqueles terrenos há mais de 15 anos e a intenção de ali construir um grande empreendimento residencial já vem de há muito.

Segundo o site da consultora JLL, que se encontra a comercializar o terreno, o valor base de venda é de 26 150 000 euros. Mas em declarações ao CONSTRUIR, fonte oficial do Grupo NLC confirma que “estão a ser estudados vários cenários” pelo que em cima da mesa “está a possibilidade de se vender a totalidade do terreno” que já tem o “alvará aprovado e arruamentos efecutados” ou “apenas alguns lotes”. Mas há, ainda, a possibilidade de avançarem com “a construção do projecto em parceria com outros promotores”, caso surjam interessados, avança.

Com um investimento inicial de cerca de 70 milhões de euros, Eyal Edery confirmava ao CONSTRUIR, em 2017, que o futuro empreendimento ‘Nova Sintra’, cujo nome está relacionado com a zona onde se localiza, perto da Azinhaga Nova Sintra, tem previsto um total de 650 apartamentos e ainda uma unidade hoteleira, que teria cerca de seis mil metros quadrados de área bruta de construção e 150 quartos e para onde estava prevista o primeiro projecto da marca Leonardo Hotels em Portugal. Entretanto, o grupo hoteleiro israelita já abriu a sua primeira unidade em Lisboa e não tem previsto, para já, abrir qualquer unidade em Setúbal.

Até ao momento não foi, ainda possível confirmar se já existem possíveis interessados.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Bankinter, Sonae Sierra e grupo de investidores adquirem 100% do Atrium Saldanha

Grupo Fibeira, de Armando Martins, manterá 20% de participação da nova SIGI. Transacção está em fase de conclusão e aguarda aprovação pela Autoridade da Concorrência em Portugal

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O Bankinter Investment, subsidiária bancária de investimento do Bankinter, e a Sonae Sierra, empresa internacional no sector imobiliário, registam um novo marco na sua estratégia de criação de instrumentos de investimento alternativos com uma grande operação imobiliária. Ambas as entidades concluíram, faltando a aprovação da Autoridade da Concorrência de Portugal, a aquisição do emblemático imóvel “Atrium Saldanha”, um dos mais importantes centros de escritórios em Portugal, localizado no centro de Lisboa, na Praça Duque de Saldanha. Montante da operação não foi, até à data, revelado.

O vendedor, Armando Martins, desenvolveu este edifício há 24 anos, encomendando o seu projecto ao conceituado arquitecto Ricardo Bofill. Durante todo este tempo, Armando Martins tem sido responsável pelo sucesso da gestão do ativo. Esta operação dará acesso, principalmente em Portugal, a um investimento de longo prazo, a uma operação com volume relevante e a um activo seguro e resiliente.

A operação consiste na constituição de uma Sociedade Portuguesa de Gestão e Investimento Imobiliário (SIGI), que adquirirá 100% das acções da Imosal, proprietária do emblemático imóvel. A nova Sociedade Portuguesa de Gestão e Investimento Imobiliário, denominada Atrium BIRE SIGI, terá como accionistas o Bankinter e Sonae Sierra (ambos gestores da SIGI e do activo), um grupo de investidores da Banca Patrimonial do Bankinter, tanto de Espanha como de Portugal, bem como do próprio vendedor e ex-proprietário do imóvel, grupo Fibeira, que manterá uma participação relevante, de 20%, na nova Sociedade.

Com uma área bruta locável de 31 mil m² e uma ocupação próxima de 100%, o edifício  combina escritórios, comércio e estacionamento. Actualmente conta com mais de 100 inquilinos e a maior parte do arrendamento está concentrada em escritórios.

O Atrium BIRE SIGI será – uma vez terminada a operação – o décimo oitavo veículo de investimento lançado pelo Bankinter Investment nos últimos seis anos e o quinto veículo de investimento criado em parceria entre o Bankinter e a Sonae Sierra, replicando os modelos de sucesso da ORES Portugal, ORES Socimi e outros.

Com esta operação, o Bankinter mantém a sua estratégia de criação de alternativas de investimento, como uma proposta de valor para os seus clientes de elevado património e institucionais, investindo em setores económicos e em atividades da economia real perfeitamente selecionadas pelo seu potencial de crescimento, procurando sempre o melhor gestor profissional para cada tipo de investimento, que também investe com o Bankinter no veículo que vai gerir, o que mostra um claro alinhamento de interesses.

Para a Sierra, esta operação está perfeitamente alinhada com a estratégia de crescimento do seu negócio de Investment Management, em parceria com destacados investidores internacionais. Com este veículo, a área de Investment Management da Sonae Sierra gere já 4,8 mil milhões de euros em fundos de investimento na Europa, dos quais 1,2 mil milhões de euros pertencem a activos fora dos centros comerciais, sendo um dos gestores de investimento imobiliário de referência na Península Ibérica. A Sierra é um dos principais players europeus, que combina uma natureza institucional com um longo track record, de mais de 30 anos, em asset management em parceria com investidores.

A transacção está em fase de conclusão e sujeita a aprovação pela Autoridade da Concorrência em Portugal.

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Multinacional Delsk instala-se no Art’s Business Center

Empresa ocupa agora um espaço com cerca de 500 m2, no segundo piso daquele edifício no Parque das Nações. A colocação foi assessorada pela Worx Real Estate Consultants

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A Delsk, uma multinacional com presença mundial e sede na China, que opera no ramo do investimento imobiliário, mudou recentemente de instalações. Embora mantendo-se no Parque das Nações, ocupa agora um espaço com cerca de 500 m2, no segundo piso do  Art’s Business Center, reconhecido com um prémio Valmor de arquitectura, da autoria do gabinete de arquitectura de Frederico Valsassina.

Em plena Avenida D. João II, a localização foi um dos critérios fundamentais na escolha deste espaço, pois a consultora queria manter-se na mesma zona, uma área com excelentes acessos a transportes públicos, serviços e zonas de lazer. A qualidade e modernidade do espaço foram também factores tidos em conta.

Uma mudança justificada com “a expansão do Grupo para outras áreas de negócio, nomeadamente o mercado de hotelaria, acompanhado do exponencial aumento de interesse e investimento estrangeiro no mercado nacional”, segundo Ana Carolina Martins, directora de Operações do Grupo Delsk em Portugal.

Fábio Fontes, da Worx Real Estate Consultants, que mediou esta colocação, fazendo a mediação entre o proprietário, a Merlin Properties, e a Delsk, comentou que “a mudança para o Art’s Business Center representou uma escolha natural por parte da Delsk, por traduzir a necessidade de um espaço maior que acompanhasse o seu crescimento, mas mantendo uma localização central e de prestígio, que acompanha o seu posicionamento”.

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Ombria Resort inicia pré-vendas da Oriole Village

Concebida e desenhada pelo estúdio de arquitetura português da Promontório, conta com um total de 83 unidades, tendo já 20% das mesmas reservadas

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O empreendimento de luxo, promovido pelo family office finlandês Pontos Group, Ombria Resort, deu início à fase de pré-vendas da Oriole Village. Inserido no coração dos 153 hectares do empreendimento, a Oriole Village, concebida e desenhada pelo estúdio de arquitetura português da Promontório, conta com um total de 83 unidades, tendo já 20% das mesmas reservadas.

Com um investimento global que ronda os 300 milhões de euros, o aldeamento turístico é constituído por 21 apartamentos, 50 moradias geminadas e 12 moradias isoladas.

Com um design contemporâneo, mas inspirado nas aldeias locais, com desenho do estúdio de arquitetura Promontório, as propriedades estão todas orientadas a sul ou oeste e têm vistas deslumbrantes para o campo de golfe do Ombria.

Tal como nas anteriores fases do Ombria Resort, a arquitectura bioclimática da Oriole Village, um sistema de geotermia em algumas moradias, a baixa densidade de construção e a perfeita integração na natureza confirmam o compromisso com a sustentabilidade do Grupo Pontos. O início da construção está previsto para o final de 2022, estando a conclusão estimada para o Verão de 2025.

Os apartamentos estão disponíveis em tipologias T1, T1+1 e T2+1 e as moradias têm tipologias T2, T3 ou T4. Em caso de aluguer (opcional), esses serão geridos exclusivamente pelo Ombria Resort com a operação turística a ser assegurada por uma empresa de gestão hoteleira.

Os proprietários terão acesso ao restaurante da Oriole Village e às duas grandes piscinas comuns do aldeamento bem como a todos os serviços de gestão do condomínio, incluindo recepção, segurança e manutenção dos jardins e piscinas. Além disso, poderão também aceder às instalações do hotel que está localizado junto à Oriole Village – o 5 estrelas ‘Viceroy at Ombria Resort’, actualmente em construção e que tem abertura prevista para a Primavera de 2023, nomeadamente aos seus 5 restaurantes exclusivos, ao spa, kids club, biblioteca, loja gourmet, golf clubhouse e centro de conferências. Beneficiam ainda de vantagens e descontos na utilização do campo de golfe e outras instalações do Ombria Resort, tais como a área para agricultura biológica, apicultura, observatório astronómico, caminhos/trilhos para passeios pela natureza ou BTT e do clube de praia numa das praias próximas.

“O sucesso da comercialização da Oriole Village explica-se pelo posicionamento premium e pela crescente procura de imóveis novos deste segmento no Algarve. A localização, com vistas para o nosso campo de golfe de 18 buracos e a proximidade ao nosso hotel de 5 estrelas, que será gerido pela Viceroy Hotels & Resorts, juntamente com o foco na sustentabilidade e a proteção do meio ambiente, são sem dúvida algumas das mais-valias desta nova fase do Ombria Resort. Os clientes que já reservaram na Oriole Village, grande parte deles oriundos dos EUA, de diversos países da Europa e de Portugal, aguardavam pacientemente há vários meses pelo lançamento das vendas. Estamos contentes por constatar que o interesse destes clientes que estavam em lista de espera se confirma.”, explica João Richard Costa, director comercial e de marketing do Ombria Resort.

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