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Remax volta a marcar presença no SIL 2021

Num espaço com uma área total de 546 m2, a rede irá receber as iniciativas das 14 agências a participar no evento, assim como de quatro agências RE/MAX Collection

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O Salão Imobiliário de Portugal (SIL) está de regresso e volta contar com a presença da rede imobiliária na sua 24ª edição. A representação da RE/MAX materializa-se através de um espaço de exposição, com uma área total de 546 m2, que irá receber as iniciativas das 14 agências da rede a participar no evento, assim como de quatro agências RE/MAX Collection, que representam o segmento de luxo, uma área de negócio na qual a mediadora actua e que tem vindo a registar um acentuado incremento.

Para a edição 2021, Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, destaca que “Nesta edição do SIL, que marca o regresso ao formato presencial, nós, enquanto empresa líder no mercado, temos a expectativa de conseguir superar os indicadores da presença anterior. Conhecemos bem o trabalho de excelência desenvolvido pelas nossas agências e pelos nossos consultores e acreditamos que esse capital se traduzirá num aumento do número de negócios. Queremos captar o interesse dos investidores nacionais e internacionais, mas, acima de tudo, das famílias de todo o país que nos visitam durante os dias em que decorrem o certame”.

Tendo em conta que o SIL é o salão líder do setor imobiliário em Portugal e ponto de encontro de investidores portugueses e estrangeiros, empresários, players, organismos públicos e público em geral, a RE/MAX preparou um amplo e renovado stand no espaço. Acrescentar ainda que no certame estarão também presentes outras empresas do Grupo Everybody Wins, a que a RE/MAX pertence (LeaseCapital, MaxFinance, MELOM e MDS Finance).

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Arrendamento impulsionado pela procura de famílias estrangeiras que se fixam em Portugal

Segundo os registos da Athena Advisers, nos últimos 15 meses, 70% da procura é proveniente de famílias estrangeiras que se estabelecem de modo permanente e 30% advém de nómadas digitais ou expatriados

O mercado de arrendamento de média e longa duração no segmento residencial premium em Lisboa tem registado um crescimento muito acentuado, impulsionado pela procura de famílias estrangeiras que pretendem estabelecer residência em Portugal, de acordo com a consultora internacional Athena Advisers.

A consultora, que no pré-pandemia geria essencialmente arrendamentos de curta duração para os seus clientes que adquiriam propriedades numa óptica de investimento, passou também a direccionar a sua operação para o mercado de média e longa duração graças ao forte aumento da procura por este tipo de arrendamento ainda durante a pandemia.

Segundo os registos da Athena Advisers durante os últimos 15 meses, 70% da procura é proveniente de famílias estrangeiras que se estabelecem de modo permanente em Portugal e 30% advém de nómadas digitais ou expatriados por motivos profissionais que se fixam no nosso país de forma temporária. Em termos de nacionalidades, os franceses lideram a procura com 30% e logo a seguir surgem os americanos e ingleses com igual percentagem de 20% cada, sendo os restantes 30% de outras origens.

As motivações e o perfil da procura em cada um destes grupos são muito díspares. As famílias querem conhecer a dinâmica da cidade de Lisboa e do próprio mercado imobiliário antes de investirem na compra de uma casa, analisando as zonas com melhor oferta de boas escolas internacionais, serviços e equipamentos nas proximidades. Já os nómadas procuram uma habitação temporária numa área que lhes proporcione qualidade de vida e um bom equilíbrio entre a vida profissional e social.

Marta Salgado, responsável pelo Departamento de Arrendamento na Athena Advisers Portugal sublinha: “Desde há alguns anos que um número crescente de pessoas de nacionalidade estrangeira elege Portugal, e nomeadamente Lisboa, para residir ou trabalhar e a pandemia veio acentuar ainda mais esta tendência devido à qualidade de vida que o nosso país oferece. O arrendamento surge, neste contexto, como uma excelente opção não só para os nómadas digitais mas também para as famílias que, vindas de cidades completamente diferentes e onde as distâncias que percorrem no seu quotidiano são muito maiores, querem analisar a dinâmica e o estilo de vida da cidade, bem como conhecer mais a fundo o próprio mercado antes de avançarem para a compra de uma casa.”

Por essa razão, as zonas mais procuradas pelas famílias são as que têm escolas internacionais por perto, além de uma boa oferta de serviços e equipamentos, como jardins públicos. No topo das preferências surgem, por isso, os bairros da Estrela, Lapa, Campo de Ourique, Príncipe Real e ainda a Quinta da Beloura.

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Grupo BorgWarner investe 25 M€ em nova fábrica em Viana do Castelo

Para o plano de expansão da empresa, a empresa contou com a colaboração da consultora B. Prime na identificação, selecção e negociação da compra do terreno

O grupo empresarial americano BorgWwarner, especialista em soluções de tecnologia limpa e eficiência para veículos de combustão, híbridos e eléctricos, vai investir 25 milhões de euros numa nova fábrica no concelho de Viana do Castelo. Para o plano de expansão da empresa, a BorgWarner contou com a colaboração da consultora B. Prime na identificação, selecção e negociação da compra do terreno.

A nova será alvo de duas fases de construção: uma inicial de 6.000 m2 e após um ano, a edificação de mais 17.500 m2. Este edifício industrial será concebido para obtenção da certificação LEED, um certificado internacional que avalia a sustentabilidade dos edifícios, desde o design à manutenção, passando pela construção e operação.

A B. Prime acompanhou esta empresa na procura de um terreno de 78.000 metros quadrados (m2), para a construção de uma fábrica que deverá iniciar a laborar, em 2023. Este espaço que será o futuro Centro Europeu para a expansão da electrificação vai produzir motores eléctricos para clientes europeus do grupo e será a terceira unidade em todo o continente Europeu, nesta indústria.

“Devido à transição energética que estamos a assistir, deparamo-nos com planos de expansão extremamente ambiciosos por parte de empresas que estão nesta área de actuação. Em 2030, a BorgWarner terá 45% do seu negócio centrado na produção de motores eléctricos, por isso é com enorme satisfação e motivação que acompanhamos estas indústrias a encontrar soluções que lhes permitam consolidar a sua presença em Portugal”, segundo Luís Reis, responsável pela área de Indústria e Logística da B. Prime.

Presente em 96 unidades espalhadas em 24 países, a empresa emprega cerca de 50 mil colaboradores, 950 dos quais em Portugal. Em 2020, o grupo teve um volume de facturação consolidado de 10.2 mil milhões de dólares (8.7 mil milhões de euros).

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Portuguesa The Huub instala-se no Porto Office Park

A operação esteve a cargo da JLL, que actuou em representação do proprietário do POP, o grupo Violas Ferreira

A JLL trouxe um novo inquilino para o POP-Porto Office Park, um dos mais emblemáticos empreendimentos de escritórios na cidade Invicta. Trata-se da startup tecnológica portuguesa The Huub, que opera na área da logística para a indústria de moda e que foi recentemente adquirida pela multinacional Maersk.

The Huub vai ocupar uma área de cerca de 870 m2 no POP-Porto Office Park, optando por novas instalações como parte da sua aposta no crescimento e no reforço da equipa. Os novos escritórios foram já escolhidos com a participação da Maersk.

“Além de ter um espaço maior que preenchesse as suas necessidades de expansão, a The Huub procurava instalações diferenciadoras e inovadoras, como é o seu ADN, mas sem prescindir da localização central e do acesso às redes de transportes públicos. O POP responde na perfeição a todos os requisitos de localização e acessibilidades, ao mesmo tempo destacando-se por ser um empreendimento que personifica a nova geração de escritórios no Porto”, realça Mariana Rosa, head of Leasing Market Advisory.

O POP- Porto Office Park, promovido pelo Grupo Violas Ferreira, conjuga dois edifícios com escritórios de "elevada qualidade e valências de última geração", além de integrar as mais "avançadas soluções tecnológicas e de eficiência energética". Situado na Boavista, bem no CBD do Porto, este empreendimento soma cerca de 31.500 m2 de área de construção bruta, oferecendo áreas médias por piso de 1.725 m² e três pisos de estacionamento subterrâneo com 600 lugares. Além disso, disponibiliza uma panóplia de espaços e serviços comuns aos seus ocupantes, incluindo auditório, salas de reunião e eventos, cafeteria com área lounge exterior e serviço de concierge, entre várias outras comodidades como restaurante, ginásio e campos de padel.

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Leonteq escolhe Lisboa para abrir o seu novo escritório

A Leonteq abriu um novo escritório em Lisboa. A fintech suíça de produtos de investimento estruturados ocupará três pisos do Edifício Castilho 2, propriedade da Ageas Portugal, numa operação liderada pela consultora CBRE

A Leonteq abriu um novo escritório em Lisboa. A fintech suíça de produtos de investimento estruturados ocupará três pisos do Edifício Castilho 2, propriedade da Ageas Portugal, numa operação liderada pela consultora CBRE.

A abertura em Lisboa é um dos passos da empresa no sentido de alavancar o crescimento e desenvolvimento do seu negócio, plano que traçou e começou a desenvolver em 2020, e nesta estreia em Portugal irá ocupar um total de 1300 metros quadrados, distribuídos por três pisos.

“A nossa extensão para Lisboa foi um passo natural na estratégia de crescimento e estamos entusiasmados por termos encontrado uma localização tão privilegiada no coração de Lisboa. À medida que continuamos a expandir e a aumentar o nosso grupo de especialistas em Portugal, é importante que tenhamos um espaço de escritório para receber bem os nossos colaboradores”, adianta Fabian Muff, head of operational management and controlling e co-manager da operação em Portugal.

O talento local, o fuso horário, a qualidade de vida e a estabilidade política foram alguns dos factores que motivaram a escolha de Lisboa e a ambição da empresa passa por chegar brevemente aos 100 colaboradores em diferentes funções da cadeia de valor da fintech neste novo escritório.

“Esta operação é chave, pois reflecte a procura contínua e crescente por parte de empresas internacionais de base tecnológica em estabelecer os seus negócios em Portugal. O nosso país reforça cada vez mais a sua atractividade em termos de investimento, bem como a capacidade de gerar talento no sector das tecnologias, o que se tem tornado um factor determinante no momento de tomada de decisão das empresas. Para a Leonteq, a localização era um aspecto fundamental, pelo que a rua Castilho acaba por ser uma escolha muito interessante do ponto de vista da centralidade, uma vez que se situa em plena zona prime da capital e oferece diversas ammenities que certamente irão elevar o lifestyle da equipa que ali trabalhará”, refere André Almada, director de offices da CBRE Portugal.

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ERA Portugal vende imóveis no valor de 1,2 MM€ em 2021

Resultados dizem respeito aos primeiros nove meses do ano e traduzem-se na venda de 8.738 imóveis

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A ERA Portugal vendeu 8.738 imóveis nos primeiros nove meses do ano, num valor total de cerca de 1,2 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 33,5% face a igual período do ano passado. Os resultados, referentes aos meses de Janeiro a Setembro de 2021, foram apresentados na XVII Convenção Anual ERA, que decorreu nos dias 22 e 23 de Outubro no Altice Arena, em Lisboa, sob o mote “Ano da Força ERA, o ano da FERA, a Força Indomável de Vencer” e que reuniu quase 2000 colaboradores e parceiros.

O mês de Setembro representou um total de facturação de 7,6 milhões de euros, sendo considerado o melhor mês de facturação da rede imobiliária desde 2019. Já o preço médio dos imóveis vendidos estabeleceu-se nos 148.830 euros e o valor de facturação situou-se nos 60 milhões de euros em comissões de mediação imobiliária, o que se traduz num aumento de 27,5% comparando com o mesmo período de 2020.

Durante o evento, a ERA premiou, ainda, as agências ERA Ponta Delgada (1.º), ERA Olivais (2.º) e ERA Rio Tinto (3.º) como as melhores lojas em território nacional a nível de facturação em 2020. Já os colaboradores Paula Leite, da ERA Ponta Delgada (1.º), Jorge Ribeiro, da ERA Guimarães Norte (2.º) e Sérgio Costa, da ERA Rio Tinto (3.º) foram distinguidos como os melhores agentes da imobiliária durante o ano passado em termos de facturação, além de outras distinções em categorias como o número de transacções ou partilhas internas.

“O esforço, a dedicação e o profissionalismo devem ser motivo de destaque, nomeadamente depois da fase atípica que vivemos no último ano e meio. Foi, por isso mesmo, que a nossa Convenção deste ano teve um sabor especial, pois celebrou o facto de termos ultrapassado dificuldades nunca antes sentidas e trabalhado para manter a ERA como uma marca de referência no mercado imobiliário português. A Convenção foi e será sempre o palco para agradecermos aos nossos colaboradores e parceiros todo o empenho à ERA, essencial para continuarmos na liderança do sector”, ressalva Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

Ao longo da Convenção Anual, a ERA anunciou, ainda, a renovação da master franquia da ERA Portugal por mais 25 anos em território nacional. O momento ficou marcado pela assinatura, em palco, do contrato e contou com a presença de toda a administração da ERA Portugal e de François Gagnon, presidente da ERA Europa.

A Convenção Anual da ERA é um momento dedicado ao reconhecimento do trabalho e esforço dos colaboradores da imobiliária, bem como ao reforço dos laços entre equipas directivas, as agências e os colaboradores da ERA. A par disto, a iniciativa tem como missão fazer um balanço da actividade da empresa e uma antevisão das tendências do mercado imobiliário em Portugal para os próximos anos.

O evento contou também com a participação dos principais bancos que operam no mercado imobiliário nacional, o BPI, Millennium BCP, Banco CTT, Santander Totta, UCI, e Caixa Geral de Depósitos e com o patrocínio da EDP.

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Sonae Sierra cria novo fundo de investimento para o retalho alimentar

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos na Alemanha e tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 M€

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A Sonae Sierra encontra-se a investir no sector do retalho alimentar na Alemanha através de um fundo dirigido a investidores institucionais.  O novo Sierra German Food Retail Income Fund I tem como foco o investimento em supermercados, hipermercados e discounters por toda a Alemanha, de preferência propriedades stand-alone estáveis, com arrendamentos de longo prazo a operadores líderes de mercado. anunciou a empresa. O fundo tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 milhões de euros.

A criação deste veículo financeiro reforça o foco da Sonae Sierra na expansão do negócio de gestão de fundos de investimento, uma parte fundamental da ambição estratégica da empresa, na qual combina o seu vasto know-how em criação de valor patrimonial, com parcerias de longa data com investidores institucionais de referência.

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos de retalho alimentar, cobrindo uma área total de aproximadamente 6.500 m2 de Área Bruta Locável (ABL), operados por marcas-chave no mercado alemão, como a Aldi, Rewe e Netto.

Christoph Billwiller, líder da equipa de Investment Management da Sonae Sierra na Alemanha, afirma que "a criação deste novo FIA aberto representa um novo marco para a Sonae Sierra na Alemanha, já que oferece uma solução para investidores profissionais e institucionais que procura assegurar rendimentos estáveis de longo prazo". E acrescenta: "Faz parte da estratégia da Sonae Sierra aumentar a exposição a novos veículos de investimento imobiliário, capitalizando a nossa experiência internacional e as relações de parceria que construímos ao longo dos últimos 30 anos com múltiplos investidores institucionais”.

A Sonae Sierra gere, actualmente, cinco mil milhões de euros em 12 diferentes veículos de investimento, com uma carteira de fundos imobiliários e activos operacionais em toda a Europa.

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Terminal K em Alfama vai ser apart-hotel da OptylonKrea

OptylonKrea e STAG compraram o edifício do século XIX. Com 7.000 m2, o Terminal K vai ser reabilitado e transformado num novo apart-hotel da marca Prima Collection. Contará com 74 unidades residenciais, pátio interior, piscina e espaços de retalho comercial

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A OptylonKrea, empresa pan-mediterrânica de promoção imobiliária e gestão de investimentos, adquiriu, em conjunto com a Stag Fund Management, o Terminal K, um edifício com 7.000 m2, localizado em Alfama, próximo do terminal internacional de cruzeiros de Lisboa e da estação de Santa Apolónia.

O edifício, adquirido à Cerberus Capital Management, será reabilitado e transformado num apart-hotel da marca de unidades residenciais da OptylonKrea, a Prima Collection, que terá ali a sua sexta localização. A compra do Terminal K, em Lisboa, é o 13º investimento da OptylonKrea em Portugal, confirmando a confiança do grupo no mercado imobiliário nacional e o optimismo em relação à recuperação económica pós-Covid. Recordamos que o Terminal K integrava o portfólio Arya, vendido pela Fidelidade em Janeiro de 2020.

"Estamos extremamente satisfeitos com a conclusão deste contrato, que acredito ser um forte incremento ao portefólio da OptylonKrea e à nossa marca cada vez maior de unidades residenciais Prima Collection. Com a excelente localização do edifício, a poucos metros do recém-construído terminal de cruzeiros, aliado à promissora recuperação da actividade turística em Portugal em 2022, sentimos que o momento era o ideal para esta aquisição”, refere William Tonnard, presidente e COO da OptylonKrea. “Com este projecto estruturante, pretendemos melhorar a oferta hoteleira e elevar a qualidade do serviço na cidade, ao mesmo tempo que trazemos uma nova vida a esta área rica em história”, conclui.

Projectado pelo arquitecto Saraiva & Associados, o Terminal K vai transformar uma área industrial/residencial do século XIX num novo destino de lifestyle, parte da marca de unidades residenciais Prima Collection. O novo apart-hotel terá um total de 74 unidades residenciais com acesso a um pátio interior, e uma piscina exclusiva no último piso com vista para o rio Tejo. O complexo conta ainda com uma área de retalho de 1.000 m² localizada no andar térreo, que foi também comprada pelo NEXT Capital Fund, gerido pela Stag Fund Management, e que será arrendada a grandes marcas do retalho.

Terminal K é a 6ª localização da marca Prima Collection

As mudanças recentes nos hábitos de viagem e o crescimento do teletrabalho, motivados pela pandemia, terão impactos de longo prazo na indústria da hotelaria e turismo. Neste contexto, a OptylonKrea aproveitou a oportunidade para rever a sua marca de unidades residenciais Prima Collection, nascida em
Lisboa, e adaptá-la às novas especificidades do mercado, ao mesmo tempo que prepara a expansão para outros mercados mediterrânicos, com o objectivo de chegar até 25 novas localizações nos próximos cinco anos.

“Decidimos reposicionar a nossa marca, para servir não só os viajantes, mas também os expatriados e os locais em busca de experiências de co-living e co-working”, afirma Hakan Kodal, chairman da OptylonKrea.

A marca, reposicionada sob a consultoria da Servotel, está agora a ser redesenhada pelas premiadas agências criativas e de design Blacksheep e AvroKo.

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Rendas das casas em Lisboa 18% abaixo do pré-covid

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava, o que reflecte a tendência de recuperação do mercado

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As rendas das casas em Lisboa chegam ao 3º trimestre deste ano 17,9% abaixo dos níveis pré-Covid, conforme mostram os resultados mais recentes do Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário. Ainda assim, este indicador atenuou face aos dois trimestres anteriores, quando as rendas na capital apresentavam uma quebra de 19,9%, relativamente ao período anterior à pandemia.

Apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-Covid se desagrava. Este comportamento reflecte a tendência de recuperação do mercado observada desde o final do ano passado, a qual culminou numa subida trimestral de 2,5% no 3º trimestre, após a estabilização verificada no 2ºtrimestre (-0,1%). A variação trimestral volta, assim, a terreno positivo pela primeira vez desde o início da pandemia.

Em termos homólogos, observa-se também uma recuperação. A taxa de variação homóloga das rendas em Lisboa situou-se em -6,1% no 3º trimestre, quase 11 pontos percentuais acima dos -18,0% que atingia no início do ano e em nova suavização face aos -12,0% registados no trimestre anterior.

No Porto, as rendas também ainda são inferiores ao pré-Covid em 10,1%, enquanto a nível nacional a quebra é de 1,3%. No 3º trimestre, as rendas no Porto apresentaram uma ligeira quebra trimestral de 0,7% e uma variação homóloga de -8,4%, em ambos os casos desagravando as descidas verificadas no trimestre anterior. A nível nacional, as rendas já sobem quer na comparação trimestral (+1,4%) quer na homóloga (+1,7%).

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Asaval eleita para o board do TEGOVA

Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval foi eleito como membro da administração do TEGOVA, que reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países

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Paulo Barros Trindade, presidente da direcção da Asaval (Associação Profissional das Sociedades de Avaliação) foi eleito como membro da administração do TEGOVA e permanecerá em funções por um período (renovável) de três anos. Esta é a primeira vez que um português é eleito para o board desta instituição, “pelo que será uma oportunidade de intervir sobre a forma como as avaliações imobiliárias são realizadas na Europa e por inerência em Portugal”.

O TEGOVA é o maior Grupo Europeu de Associações de Avaliadores de imóveis, reúne 70 associações de avaliadores nacionais de 38 países que representam mais de 70.000 avaliadores qualificados, autónomos ou empregados por consultoras especializadas, empresas do sector privado, departamentos governamentais ou instituições financeiras locais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade muito importante para os peritos avaliadores portugueses e para a avaliação imobiliária em geral, uma vez que poderemos discutir e propor soluções para vários problemas que ainda existem no sector, bem como contribuir para a melhoria das Normas Europeias de Avaliação (EVS) e de uma melhor adaptação destas a países mais periféricos, como Portugal”, refere Paulo Barros Trindade.

Para o seu board o TEGOVA elege um máximo de oito elementos, incluindo o presidente, que são votados individualmente, necessitando cada elemento de obter um mínimo de 50% dos votos das associações presentes em Assembleia Geral. Em conjunto com a ASAVAL foram ainda eleitos representantes das seguintes associações: PFVA (Polónia), AFREXIM (França), AEVIU (Espanha), ASSOVIB (Itália), AVAG (Grécia), ARE (Áustria) e IVD (Alemanha). O novo conselho de administração do TEGOVA é agora composto por: Krzysztof Grzesik (Presidente, Polónia), Jean-François Drouets (Vice-Presidente, França), Konstantinos Pallis (Grécia), Silvia Cappelli (Itália), Alberto Cabrera (Espanha), Michael Reinberg (Áustria), Paulo Barros Trindade (Portugal) e Alexander Weber (Alemanha).

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Novo condomínio de luxo projectado para Vila Nova de Gaia [c/ galeria de imagens]

O Grupo Gabriel Couto vai construir o novo empreendimento imobiliário de luxo na zona da Afurada, em Vila Nova de Gaia. “Quinta de São Marcos” tem a assinatura do atelier ARQX

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Um novo condomínio privado, o “Quinta de São Marcos”, vai nascer na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, na margem sul do rio Douro. O projecto de arquitectura tem a assinatura do gabinete ARQX e a construção deste novo empreendimento, foi entregue à empresa Gabriel Couto, que foi seleccionada por garantir a execução de todo o plano e projecto.

Para a Gabriel Couto a adjudicação deste projecto, surge no seguimento de uma aposta muito forte do grupo no sector privado nestes últimos anos. “A adjudicação deste novo projecto residencial à nossa empresa, é um motivo de orgulho e sinal da confiança que os diversos clientes e promotores Imobiliários têm depositado na Gabriel Couto”, sublinha Daniel Costa, director comercial da construtora.

Este novo condomínio de luxo vai estar localizado numa das últimas encostas luminosas desta margem, construído nos socalcos da Quinta de São Marcos, instalando-se numa zona privilegiada de Vila Nova de Gaia.

O terreno vasto, que outrora foi uma quinta debruçada sobre o rio Douro, localiza-se no morro do Castelo, é voltado a nordeste e dotado de vistas privilegiadas. Este novo empreendimento residencial da Afurada contará com 23 apartamentos e três moradias com áreas que variam entre os 79 e os 288 m2, distribuídas por tipologias entre T1 e T4, com espaços exteriores, garagem, arrecadação e vistas deslumbrantes. Todas as habitações foram concebidas para famílias que valorizam a sofisticação, segurança e conforto e que procuram a proximidade ao rio e ao mar.

O condomínio “Quinta de São Marcos” surge de um projecto de arquitectura arrojado e contemporâneo, com um padrão distintivo ao nível dos acabamentos, ao serem seleccionados materiais nobres, de alta qualidade que asseguram grande durabilidade e constância, que reflecte o cuidado para mitigar os efeitos da proximidade marítima.

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