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Tander Portus nomeia a JLL para arrendar Nº85/87 da rua Nova do Almada

O espaço com aproximadamente 500 m² reúne as características necessárias para uma flagship store num dos mais prestigiados eixos para o comércio de rua de Lisboa

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Localizado a poucos passos das ruas Garrett e do Carmo, mesmo no centro do principal eixo do comércio de rua de Lisboa, o nº85-87 da rua Nova do Almada conta com 486 m² distribuídos por três pisos, que estão agora disponíveis para arrendamento, num processo dirigido pela equipa de Retail Leasing da consultora JLL.

“Trata-se de uma oportunidade única no mercado de retalho de Lisboa, uma vez que é um dos raros espaços que combina duas das condições exigidas pelos operadores para instalar as suas flagship stores: uma localização de excelência em pleno eixo prime do mercado, o Chiado que, sendo uma das zonas com maior afluência pedonal é também de uma das mais disputadas artérias comerciais da cidade; e, claro, uma área generosa capaz de acolher um ponto físico de vendas de grande dimensão, com potencial para a criação de uma experiência de compra diferenciada e, se necessário, espaços complementares à operação”, explica Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL Portugal.

Disponível para ocupação imediata, os 486 m² oferecidos pelo nº85-87 da rua Nova do Almada distribuem-se em três pisos: 166,5 m² no piso térreo, com entrada directa para rua, 83 m² no 1º piso e 236 m² na cave. Ali ao lado, encontram-se já várias lojas de referência de grandes marcas nacionais e internacionais, caso da Zara, H&M, Tiger, Mango, Muji, Nike, Tous, Hermes, Oysho, Pull & Bear, entre outras, gerando um factor adicional de atracção.

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Novaxia Investissement vai desenvolver projecto multiusos na Amadora

Com uma área de cerca de 72.000 m2, tem um potencial construtivo estimado de 107.000 m2 acima do solo. Para além de serviços, habitação e a construção de equipamentos diversos, os primeiros estudos propõem também a criação de espaços verdes

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A Novaxia Investissement através de um dos seus fundos, adquiriu um conjunto de terrenos na zona da Amadora, concretizando o seu primeiro investimento em Portugal. O processo de negociação, estudos iniciais e introdução do investidor ao vendedor, foi efectuado pelo BNP Paribas Real Estate.

O perímetro transaccionado é composto por cinco terrenos, que até então estavam na posse do Millennium BCP, perfazendo uma área de cerca de 72.000 m2, apresentando um potencial construtivo estimado de 107.000 m2 acima do solo. Entre os vários usos permitidos, destaca-se a capacidade para a construção de serviços, habitação e equipamentos diversos, incluindo nas áreas de saúde, educação ou cultura. Os primeiros estudos propõem também a criação de muitos espaços verdes, que irão transformar radicalmente um espaço anteriormente ocupado por actividades industriais.

O activo situa-se numa localização estratégia para o concelho de Amadora e com excelentes acessibilidades, quer rodoviárias, quer da rede pública de transportes, estando bastante próximo da estação de metro Amadora Este e das estações de metro e comboio da Reboleira. A proximidade à CRIL permite também um rápido acesso às diferentes zonas das cidades da Amadora e de Lisboa. Localizado junto à freguesia de Benfica, um dos bairros residenciais mais consolidados de Lisboa, o desenvolvimento deste projecto estruturante permitirá consolidar e harmonizar a ligação entre os dois concelhos.

“Esta transacção confirma a forte procura internacional por projectos de desenvolvimento imobiliário de grande escala e surge como uma oportunidade única de renovar o stock imobiliário existente, permitindo que este seja comercializado no futuro a preços mais ajustados à capacidade da generalidade das famílias e empresas portuguesas. Este novo projecto de construção nova combina uma série de factores que tornam o seu potencial indiscutível: (i) localização junto ao limite territorial de dois dos concelhos mais relevantes do país; (ii) escala/dimensão rara na realidade destes dois centros urbanos; (iii) excelentes acessibilidades, quer a nível rodoviário quer a nível de transportes públicos”, refere Gonçalo Ponces, head of development da JLL. A consultora assessorou o Millennium BCP no processo de venda. “Mas, acima de tudo”, continua o mesmo responsável, “o futuro projecto imobiliário a nascer nestes terrenos, pela sua escala, vai dar um contributo importante para a regeneração de que este território tem sido alvo nos últimos anos, dando continuidade ao grande investimento municipal realizado numa das localizações mais estratégicas para o concelho da Amadora”, nota.

“Este é um projecto de requalificação urbana emblemático, uma especialidade da Novaxia Investissement. Em parceria com o BNPP Real Estate, a Novaxia Investissement está a realizar um dos seus primeiros projectos de requalificação urbana fora de França, tornando possível dinamizar um bairro sem alterar negativamente a natureza dos solos. A Novaxia Investissement deseja continuar a sua expansão internacional através de projectos de todas as dimensões, acompanhando sempre os seus parceiros” reforça Mathieu Descout, President da Novaxia Investissement.

“O BNPP Real Estate Portugal, actuando como promotor imobiliário multi asset class, identificou o projecto da Fábrica com um enorme potencial de desenvolvimento e procurou fazer esta parceria com a Novaxia para trazer para o concelho da Amadora uma nova centralidade ao serviço da cidade e das pessoas. Com efeito, antes da concretização desta aquisição pela Novaxia, foram realizados importantes estudos técnicos e urbanísticos em proximidade com a equipa técnica do município da Amadora e com o apoio do Mbcp e da JLL”, explicou Pedro Alves Torgo, head of BNPP Re Portugal e property development director Iberia.

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Italiana Candy Lisa entra em Portugal pela mão da Cushman & Wakefield

Para Sandra Belo, associate do Departamento de Retalho da consultora, “este espaço, junto ao Elevador de Santa Justa, tem o perfil certo para fazer jus à visão arrojada da Candy Lisa, algo em que o proprietário para quem atuamos acreditou desde o primeiro minuto”

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A consultora Cushman & Wakefield apoiou a operação de entrada em Portugal da retalhista italiana Candy Lisa.

A loja abre até ao final deste verão, no Chiado, mais concretamente junto ao Elevador de Santa Justa, após a consultora imobiliária ter procedido ao arrendamento do espaço.

Fundada em 2015, a Candy Lisa é uma retalhista italiana que conta com 37 lojas, distribuídas por Itália, e algumas cidades europeias, sendo a imagem de marca do grupo italiano a doçura e harmonia dos seus doces, em conjugação com a diversão e extravagância dos desenhos animados mais icónicos.

Nesta nova loja de doces da baixa lisboeta, será possível encontrar expositores em forma de barris de madeira, inteiramente desenhados e fabricados por artesões italianos, bem como modelos de vários desenhos animados famosos, também eles feitos à mão. Os doces, são a grande estrela da companhia e prometem levar miúdos e graúdos numa viagem por diferentes cores, texturas, perfumes e sabores.

Para Sandra Belo, Associate do Departamento de Retalho da Cushman & Wakefield Portugal, “encontrar um local apropriado para abrir a primeira loja Candy Lisa em Portugal foi um desafio que aceitámos de imediato, uma vez que com esta conquista estamos a apoiar uma marca internacional, com um conceito inovador, a chegar a Portugal.” Sandra Belo acrescenta ainda que “este espaço, junto ao Elevador de Santa Justa, tem o perfil certo para fazer jus à visão arrojada da Candy Lisa, algo em que o proprietário para quem atuamos acreditou desde o primeiro minuto.”

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SRS Advogados assessora Fidelidade na aquisição do Yotel no Porto

O fundo imobiliário IMOFID é detido a 49% pelo Grupo Fidelidade e conta com alguns dos maiores investidores institucionais portugueses.

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A SRS Advogados assessorou a Fidelidade Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Coletivo – na qualidade de sociedade gestora do fundo imobiliário IMOFID – na compra de um hotel no Porto, o Yotel, operado pelo grupo UIP. A equipa da SRS Advogados foi coordenada por Neuza Pereira de Campos, sócia responsável
pelo Departamento de Imobiliário.

O fundo imobiliário IMOFID é detido a 49% pelo Grupo Fidelidade e conta com alguns dos maiores investidores institucionais portugueses.

Situado no centro antigo da cidade do Porto, o prédio do Yotel Porto engloba uma área de 7794 metros quadrados e o investimento realizado foi de cerca de 30 milhões de euros. “A SRS Advogados continua a prestar assessoria relevante a este tipo de transacções e é com satisfação que verificamos que o mercado imobiliário em Portugal se mantém activo e relevante em vários sectores, incluindo na área do Turismo, também ela muito relevante para a economia Portuguesa”, afirma Neuza Pereira de Campos, sócia da SRS.

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JLL antecipa melhor ano de sempre na ocupação de escritórios em Portugal

2022 está a revelar-se um ano ímpar para o mercado de escritórios, com a cidade de Lisboa a encerrar o 1º semestre com uma média de 1.600 m2 tomados por cada transacção, um valor nunca antes visto

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2022 está a revelar-se um ano ímpar para o mercado de escritórios, com a cidade de Lisboa a encerrar o 1º semestre com uma média de 1.600 m2 tomados por cada transacção, um valor nunca antes visto. A consultora prevê assim que, mantendo-se o ritmo na ocupação de escritórios, este será o melhor ano de sempre no sector em Portugal.

Em termos acumulados, a primeira metade do ano encerra com nota muito positiva tanto em Lisboa como no Porto. Na capital, o take-up deste período ascende já a 168.000 m2, superando as absorções anuais quer de 2020 quer de 2021 e estando a mais de 85% da actividade anual de 2019. Nestes seis meses, o mercado de Lisboa contabilizou 104 operações com uma área média de 1.615 m2, sendo o Parque das Nações a zona mais procurada (30% da absorção), embora seguida de perto pela Nova Zona de Escritórios (24% do take-up). Em termos de procura, foram as empresas de “Serviços Financeiros” as líderes, com 47% do take-up.

No Porto, a actividade semestral ascende a 30.000 m2, num total de 35 operações com uma área média de 865 m2. Neste caso, tal actividade apresenta um forte crescimento face aos níveis do 1º semestre de qualquer um dos últimos 3 anos. Em particular comparativamente com o mesmo período de 2021, o crescimento foi de mais de 100%. O Central Business District (CBD) – Baixa atraiu o maior volume de ocupação (38%), sendo as empresas de “TMT’s & Utilities” as mais dinâmicas a ocupar escritórios no Porto nestes seis meses (50%).

Sofia Tavares, Head of Office Leasing da JLL, explica que “apesar da conjuntura económica mais desafiante, as empresas estão a regressar em força aos escritórios e a procura de áreas grandes continua a ser um dos principais requisitos. No mês de Junho voltámos a ver isso, com as áreas superiores a 1.000 m2 a concentrarem um terço das operações em Lisboa e metade no Porto. Da nossa parte, temos estado especialmente activos neste tipo de colocação e em Junho actuámos na maioria dos negócios com áreas grandes, incluindo a maior do mês, que superou os 7.000 m2. Acreditamos que este tipo de procura vai continuar a dinamizar bastante o mercado e a gerar muitos pré-arrendamentos”.

De acordo com o Office Flashpoint da JLL, o mercado de escritórios continua a exibir um desempenho assinalável, totalizando 21.000 m2 de absorção em Lisboa e 6.800 m2 no Porto no mês de Junho.

Em Junho, a zona Histórica e Ribeirinha foi a mais activa em Lisboa, com 39% do take-up mensal, enquanto o segmento de procura mais dinâmico foi o de “Consultores e Advogados”, gerando 47% da ocupação. Já no Porto, destacou-se o sector de “Serviços Financeiros”, com 64% da ocupação, sendo o CBD-Baixa o destino mais procurado, com um peso também de 64%. Em Lisboa a área média transaccionada em Junho ascendeu a 1.170 m2 e no Porto a 1.130 m2.

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21,5% das transacções RE/MAX são de investimento estrangeiro

Entre Janeiro e Maio, brasileiros e norte-americanos foram quem mais investiu, representando 38% do volume total de transacções envolvendo clientes estrangeiros. O distrito de Lisboa absorveu 47,9% das transacções

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A RE/MAX tem registado um crescente interesse de clientes estrangeiros, com os primeiros cinco meses, de Janeiro a Maio, a representar 21,5% dos negócios da rede. Numa comparação com igual período de 2021, o número de transacções envolvendo clientes estrangeiros aumentou cerca de 57%, com os clientes brasileiros a serem os mais intervenientes, assegurando 30,6% das transacções. Destaque também para um acentuado incremento na procura por parte de norte-americanos, a segunda nacionalidade mais importante envolvendo clientes internacionais, com 7,4% das transacções, ultrapassando as nacionalidades inglesa, francesa e angolana.

Ainda que o cliente nacional continue a ser o principal investidor em imobiliário no território nacional, nos primeiros cinco meses deste ano o número de transacções envolvendo clientes estrangeiros aumentou cerca de 57% quando comparado com os meses de Janeiro a Maio 2021, superando a barreira das sete mil transacções (7.141), mais do que o crescimento registado envolvendo clientes nacionais (3,5%). Neste sentido, os clientes estrangeiros representam uma fatia de 21,5% das transacções da rede, um peso similar ao registado em anos pré-pandemia.

“Portugal continua a reunir excelentes condições para atrair investidores estrangeiros, muitos dos quais investem poupanças acumuladas ao longo de anos para aqui viver. Factores como a segurança, o acolhimento, o clima, a gastronomia e a qualidade de vida, conduzem a que, cada vez mais, os investidores estrangeiros vejam o nosso país como uma opção segura de investimento em imobiliário. Acreditamos que esta dinâmica se mantenha nos próximos meses, dadas as excepcionais características que Portugal apresenta”, sustenta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX

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Casavo levanta 400 M€ para continuar a expandir a sua plataforma de compra e venda de imóveis na Europa

O capital angariado inclui uma ronda série D de 100M€. A empresa assegurou ainda 300 M€ adicionais em dívida para reforçar a compra e venda de imóveis. O investimento será utilizado para escalar o negócio e consolidar a liderança na Europa

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A Casavo, plataforma digital europeia, com presença em Portugal desde Janeiro, anunciou uma nova ronda de investimento que ascende a 400 milhões de euros. Este investimento é composto por uma ronda série D de 100 milhões de euros e uma linha de crédito de 300 milhões de euros. A série D de 100 milhões de euros representa a maior ronda levantada por uma proptech na Europa até à data, “o que demonstra a solidez do modelo de negócio e as perspectivas futuras da Casavo, apesar das difíceis circunstâncias em que se encontra o mercado de capitais”, sublinha em comunicado a plataforma. A linha adicional de dívida de 300 milhões de euros aumenta a capacidade de financiamento da Casavo para a compra de imóveis, garantindo recursos suficientes para o crescimento do seu negócio imobiliário nos próximos anos.

A ronda de investimento anunciada pela Casavo foi liderada pela Exor NV, reputado grupo de investimento europeu controlado pela família Agnelli. Entre os novos investidores destacam-se ainda grupos como Neva SGR (Grupo Intesa Sanpaolo), Endeavor Catalyst, Hambro Perks e ainda investidores privados como Sébastien de Lafond (fundador da MilleursAgents). A combinação de investidores com diferentes perfis irá proporcionar à Casavo a experiência necessária para potenciar o crescimento futuro da empresa. Por outro lado, os accionistas que participaram nas rondas anteriores, incluindo a Greenoaks, Project A Ventures, 360 Capital, P101 SGR, Picus Capital e Bonsai Partners, também participaram na ronda série D e reforçaram a sua confiança no plano de expansão da Casavo.

“Estamos muito satisfeitos por reforçar a nossa relação com a Exor, na sequência do seu investimento inicial realizado no ano passado, e por acolher todos os novos investidores juntamente com os nossos accionistas já existentes”, afirma Giorgio Tinacci, fundador e CEO da Casavo. “Esta combinação de equity e dívida é um reconhecimento do nosso crescimento sustentado e da confiança que os investidores têm na nossa visão a longo prazo. Esta ronda permitir-nos-á consolidar a nossa liderança na Europa, crescendo nos mercados onde já operamos, nomeadamente, Portugal, Espanha e Itália, e expandir para novos mercados, sendo França a nossa prioridade. Vamos continuar a apostar na nossa missão de simplificar a forma como as pessoas vendem e compram imóveis, evoluindo de um comprador de casas para uma plataforma integral líder na Europa, com soluções tanto para vendedores como para compradores”, complementa.

“A Casavo está claramente a tornar-se a proptech líder na Europa e estamos entusiasmados por acompanhar este trajecto com o seu fundador, Giorgio Tinacci, e restante equipa. Apesar das condições turbulentas do mercado, a Casavo tem atingido excelentes resultados até à data e estamos optimistas quanto ao futuro”, refere Noam Ohana, Diretor Geral da Exor Seeds.

Para além da ronda série D de 100 milhões de euros, a Casavo angariou ainda 300 milhões de euros em dívida, que incluem uma extensão de 190 milhões de euros para apoiar a actividade da empresa em novas geografias. O grupo Intesa Sanpaolo é um dos novos investidores da Casavo, juntando-se aos já existentes Goldman Sachs e D.E. Shaw & Co. Este financiamento adicional vai permitir uma redução significativa no custo do capital da Casavo e evidencia a confiança dos investidores institucionais nas bases sólidas do negócio da empresa.

Desde a sua fundação em 2017, a Casavo tem-se guiado por um objectivo claro: facilitar a vida a quem quer vender ou comprar casa. A empresa começou como uma plataforma digital de compra de casas, um modelo de negócio conhecido na indústria como “Instant Buyer”, tornando-se o ponto de referência online para a maioria dos vendedores ao oferecer uma proposta rápida e sem complicações – em contraste com o processo de venda tradicional e lento. A plataforma realiza avaliações de imóveis de forma instantânea e gratuita, apresenta ofertas em 48 horas e compra as casas directamente aos vendedores em apenas alguns dias. Depois de adquirir as casas, renova-as e encontra os clientes finais. Por outro lado, os compradores têm acesso a um inventário exclusivo de casas prontas a habitar, com garantia e serviço pós-venda.

A Casavo é uma solução completa para vendedores e compradores de casas, utilizando tecnologia patenteada em cada etapa do processo de transacção. Além disso, também permite conectar agentes imobiliários, bancos e empresas de renovação, acrescentando valor ao ecossistema em que se insere e oferecendo serviços inovadores aos seus clientes. Actualmente, a plataforma opera em Espanha, Itália e Portugal e já executou mais de mil milhões de euros em transacções.

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O mercado de escritórios ultrapassa os níveis de procura de 2021 e dá destaque à sustentabilidade

Numa análise sobre o mercado de escritórios nestes primeiros seis meses de 2022 a Worx Real Estate Consultants destaca a resiliência e o dinamismo do mesmo. Factores cruciais para ultrapassar os desafios do contexto actual

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A Worx Real Estate Consultants apresenta como um dos sinais o volume de absorção de 168.300 m2 de espaços de escritórios na Grande Lisboa no 1º semestre do ano, distribuído por 105 operações. Estes níveis de procura efectivada mais que quadruplicaram face ao período homólogo e já ultrapassam os valores registados no final do ano 2021, de 161.600 m2.

Estes números são influenciados por algumas grandes operações, em parte de ocupação própria e outras contratualizadas mas mas cujas ocupações apenas se realizarão no futuro, como no caso de novas sedes e edifícios que ainda não foram concluídos.

A ocupação de quase 28.000 m2 da Fidelidade na sua futura sede em Entrecampos e a compra do BNP Paribas de dois edifícios em construção no Parque das Nações com mais de 38.000 m2 protagonizaram as maiores operações do ano até agora. Assim, o Parque das Nações (zona 5) e a Zona Emergente (zona 3) foram as zonas que concentraram a maior parte da procura, 30% e 24% respectivamente.

Os principais projectos em pipeline, inclusivamente os especulativos, continuam a avançar com grande urgência para dar resposta a uma procura forte e crescente, sobretudo nas localizações mais centrais da cidade.

Procura robusta, mesmo no contexto actual de relativa incerteza

Paralelamente, existem alguns factores no contexto nacional e internacional que despertam atenção na influência que poderão ter na tomada de decisão dos players do mercado imobiliário. Com impacto mais imediato, temos o aumento dos custos de construção e a incerteza da disponibilidade e prazos de entrega dos materiais. Do lado dos proprietários, é necessária uma especial precaução no planeamento e orçamento dos contratos de empreitada, que tenha em conta esta imprevisibilidade e a necessidade de eventuais ajustes. Do lado dos arrendatários, estes impactos nos projectos de fit out levam a que as decisões de mudança de instalações sejam mais ponderadas, havendo em parte uma aposta nas renegociações dos contratos de arrendamento.

Também a instabilidade do mercado das fintech nos EUA pode levar igualmente a que algumas das empresas mais expostas a estes mercados não se encontrem num momento propício para mudar as suas instalações, colocando estas decisões on hold.
Por outro lado, o aumento da taxa de inflação e da taxa de juros levantam um clima de incerteza acrescida, ainda que o imobiliário tradicionalmente represente um bom refúgio.
Ainda assim, Portugal mantém-se numa trajectória crescente com as suas excelentes características intrínsecas, em termos de segurança, bom clima e os salários baixos, a manterem a atractividade do país face aos mercados internacionais concorrentes mais do que nunca.

Sustentabilidade em destaque no sector dos escritórios

Outra tendência que tem vindo a ganhar destaque no mercado de escritórios é o tema da sustentabilidade. O sector já representa 56% das certificações LEED aprovadas e 14% das certificações BREEAM concedidas, não havendo ainda edifícios com certificação WELL.

Os proprietários de edifícios de escritórios estão a apostar em força na obtenção das principais certificações de sustentabilidade desde o início dos projectos, principalmente na construção nova, mas também nos projectos de reabilitação, ainda que com uma dificuldade acrescida. Considerando o atraso que existe no mercado português face ao contexto europeu, é muito relevante que as certificações sejam agora vistas como algo imperativo e não apenas como um extra nos edifícios de escritórios, dado que há empresas multinacionais que praticamente já só olham para edifícios certificados.

O mais recente estudo da PwC e da Worx, apresentado no dia 12 de Junho no Palácio Sottomayor, revela que os proprietários valorizam mais a certificação LEED para a sua estratégia de sustentabilidade (45%), sendo também a mais reconhecida pelos arrendatários de espaços de escritórios (72%). Seguem-se as certificações BREEAM e WELL que também são consideradas relevantes (36%). Já dos poucos proprietários que ainda não consideram apostar nestas certificações (32%), todos garantem que querem tornar os seus activos mais eficientes (100%).

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Preço do metro quadrado dispara 26,3% e vendas de imóveis caem 20%

O 2º trimestre de 2022 trouxe um expressivo crescimento do preço por metro quadrado em Portugal. De acordo com a consultora Imovendo um T2 em Lisboa custa mais 10% que há um ano

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O aumento do custo do metro quadrado foi sentida especialmente no Porto, onde a subida foi mais abrupta de 26.3%, de 1.720€ para 2.172€, enquanto em Lisboa a subida foi de 8,5%, de 2.429€ para 2.635€, sublinha a consultora Imovendo.

A análise nacional aos custos do m2 no segundo trimestre aponta para que o crescimento do m2 elevou os preços dos imóveis, onde, por exemplo, na área metropolitana de Lisboa, um T2 usado está hoje 10% mais caro do que há um ano, ao passo que no grande Porto essa progressão foi de 15%.

Com efeito, o número de fogos vendidos no 2º trimestre em Portugal caiu 7%, passando de 13.476 para 12.586, quando comparado com o trimestre do ano anterior.

No que toca à venda de imóveis novos, a queda foi ainda maior, descendo de 4.834 para 3.862, registando-se assim, um recuo de 20%, face a igual período do ano anterior.

“A quebra de venda nos imóveis novos está relacionada com a desaceleração da construção nova, provocada, primeiro, pela escassez de materiais devido à pandemia e, segundo, devido à guerra na Ucrânia. O aumento significativo da inflação veio também aumentar, e muito, os custos de construção”, explica Nélio Leão, CEO da Imovendo.

No que toca à oferta no mercado, os números representam também um sector em quebra, pois no segundo trimestre de 2022, registou-se uma descida de 26% (de 63.356 para 47.171 fogos) face ao mesmo período de 2021 e 16% (de 56.472 para 47.171 fogos) quando comparado com o trimestre anterior.

Ainda na oferta, o preço dos imóveis por m2 está relativamente estável, havendo algumas variações entre Lisboa, onde se assistiu a uma quebra no preço por m2 de 4% para 5.648€, e no Porto, onde houve um aumento de 2% para 3.917€.

Em todas as outras zonas do país, sublinha a Imovendo, o preço por m2 continua a aumentar, tanto nos imóveis novos como nos usados.

“Isto pode estar relacionado com uma maior deslocalização das pessoas. Apesar do fim da pandemia, muita gente transitou definitivamente para um modelo de teletrabalho, o que permite mais liberdade no momento de escolher uma casa”, adianta o mesmo responsável.

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The Lodge Hotel ganha distinção Travellers´s Choice Awards

The Lodge Hotel, situado na outra margem do Porto, em Vila Nova de Gaia, foi distinguido com o prémio Travellers´s Choice 2022 da Tripadvisor

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Inserido no coração das seculares caves de vinho do Porto, o The Lodge Hotel, situado na outra margem do Porto, em Vila Nova de Gaia, foi distinguido com o prémio Travellers´s Choice 2022 da Tripadvisor, colocando-o assim na lista dos melhores hotéis da plataforma digital de turismo.

Criado em 2002, o prémio Travellers’ Choice baseia se em milhões de avaliações e de opiniões de viajantes de todos os cantos do mundo. Todos os anos, o Tripadvisor reconhece as empresas que demonstram um compromisso para com a excelência da hospitalidade através de um Prémio Travellers’ Choice e, este ano o The Lodge Hotel faz parte dessa lista de vencedores. Este reconhecimento prende-se também com as excelentes avaliações por parte dos utilizadores.

A comemorar um ano desde que abriu portas ao público, o The Lodge Hotel com vista privilegiada para o rio Douro, conta com 119 quartos, incluindo 5 suites e 2 signature suites. Com um design de luxo contemporâneo, o hotel destaca-se pela forte aposta na gastronomia com raiz tradicional e nos vinhos. O restaurante “Dona Maria”, cujo nome é inspirado no famoso manual de cozinha da Infanta Dona Maria, é chefiado pelo chef João Vieira e é uma autêntica viagem de sabores pela cozinha tradicional portuguesa.

A vista é sem dúvida um dos principais atributos do The Lodge, assim como a proximidade à cidade do Porto, encontrando-se a 15, 20 minutos, a pé ou de bicicleta e ainda a alguns metros das caves de vinho do Porto, em pleno cais de Gaia.

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GLOVO instala-se no nº50 da Alexandre Herculano

A tecnológica espanhola vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio

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A tecnológica espanhola Glovo escolheu o Edifício Alexandre Herculano 50, em Lisboa, para o seu novo escritório. Esta operação acontece com o apoio da CBRE, que representou o proprietário do imóvel, o Fundo Imotur, gerido pela Interfundos – Sociedade Gestora de Organismo de Investimento Colectivo, S.A.

A empresa vai ocupar o piso 4 – que compreende um total de mil metros quadrados – de um edifício situado numa das zonas mais prestigiadas da cidade de Lisboa, rodeada de restaurantes, hotéis e comércio.

“O Edifício Alexandre Herculano é a aposta ideal para a Glovo estabelecer o seu espaço de trabalho. A localização escolhida reforça a aposta das empresas por locais centrais e com uma vasta oferta de serviços e transportes, que dêem resposta às actuais exigências dos colaboradores. É mais uma prova de que as empresas estrangeiras continuam a querer manter o seu negócio no nosso país e a estabelecerem-se em zonas-chave, que lhes permitam melhorar as suas condições de trabalho”, afirma André Almada, senior director offices advisory & transaction da CBRE Portugal.

“A equipa da Glovo em Portugal mais do que duplicou no último ano e, para tal, procurámos um espaço permanente, que reflicta por um lado os valores Glovo e, por outro, consiga acolher os nossos mais de 100 colaboradores. Estamos muito entusiasmados com esta mudança, que está prevista para o último trimestre deste ano”, acrescenta Joaquín Vazquez, general manager da Glovo em Portugal

O Edifício Alexandre Herculano 50 conta com uma área de 11 mil metros quadrados repartidos por 13 pisos. Os pisos 8, 9 e 10 têm ainda terraços com vistas para a cidade de Lisboa e para o rio Tejo.

A Glovo está em Portugal desde outubro de 2017 e foi uma das primeiras empresas de entregas a estabelecer-se no país. Presente em mais de 90 cidades a nível nacional, é a única app no mercado português que apresenta uma proposta multicategoria e conta, como parceiros, com algumas das maiores marcas a operar em Portugal, as quais incluem Worten, note!, Wells, Continente, Minipreço, Auchan, Aldi, entre muitos outros.

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