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Engenharia

Quadrante renova posicionamento da Ecoprogresso

Fundada em 2002, e na Quadrante desde 2010, a Ecoprogresso é uma empresa portuguesa de consultoria em ambiente, sustentabilidade, alterações climáticas e gestão de recursos

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Quadrante renova posicionamento da Ecoprogresso

Fundada em 2002, e na Quadrante desde 2010, a Ecoprogresso é uma empresa portuguesa de consultoria em ambiente, sustentabilidade, alterações climáticas e gestão de recursos

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“Criar valor num clima em mudança” é a missão da qual resulta a nova identidade visual da Ecoprogresso, uma empresa do Grupo Quqadrante, que há 19 anos se dedica a criar estratégias de desenvolvimento sustentável. “Fomos a primeira empresa portuguesa a focar a sua actividade na gestão de carbono e alterações climáticas”, revela a empresa em comunicado, explicando que “a nova imagem é acompanhada por um novo posicionamento, que se baseia na história da empresa, mas aponta para o futuro”.

Fundada em 2002, a vasta experiência da Ecoprogresso foi consolidada nos vários anos de apoio ao Governo português, no que se refere às negociações e reporte no âmbito do Protocolo de Quioto. Quatro anos depois da sua fundação, com a Fomentinvest como seu principal accionista, a criou a marca Carbonfree, primeira marca de neutralização de emissões em Portugal, tendo sido também advisor do primeiro fundo português privado de carbono, o Luso Carbon Fund e, mais tarde, do New Energy Fund.

O processo de internacionalização da empresa iniciou-se em 2007, tendo integrado o Grupo Quadrante três anos depois, abrindo agora um novo ciclo com a renovação da identidade visual da marca.

“A Sustentabilidade é um dos pilares estratégicos do Grupo Quadrante e é no contexto de um clima em constante mudança que reforçamos hoje a nossa marca e a estratégia de actuação da Ecoprogresso”, explica Margarida Magina, responsável pela area de Ambiente e Alterações Climáticas do Grupo. “Procuramos promover sinergias entre os diversos sectores de actividade em que actuamos, com vista a criar soluções sustentáveis pensadas para ajudar as empresas na transição energética, eficiência energética de edifícios e infraestruturas e na descarbonização das suas actividades, apoiando nas suas estratégias rumo a um futuro mais sustentável”, conclui.

Com um volume de vendas superior a 18 milhões de Euros, a Quadrante actua em oito sectores de actividade, nomeadamente, edifícios, transportes, indústria e energia, infraestruturas hidráulicas, ambiente, gestão da construção e supervisão, aeroportos e infraestruturas para grandes cidades.

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Construção

Mineiro Aires vai presidir ao Conselho Superior de Obras Públicas

A constituição deste organismo, que agora será presidido pelo antigo bastonário dos Engenheiros, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros

Ricardo Batista

Carlos Mineiro Aires é o novo presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, órgão independente de consulta em matéria de infraestruturas que passa agora a ser liderado pelo antigo bastonário da Ordem dos Engenheiros.

Carlos Mineiro Aires exerceu as funções de bastonário da Ordem dos Engenheiros durante seis anos consecutivos, entre 2016 e 2022, tendo terminado o seu último mandato no dia 31 de Março deste ano altura em que, por limitação de mandatos, foi substituído no cargo pelo recém-eleito Fernando de Almeida Santos.

Durante a sua permanência na liderança desta Associação Profissional, a recuperação do Conselho Superior de Obras Públicas (CSOP), enquanto entidade independente de referência e dotada de competências técnicas e científicas em matéria de obras públicas, em linha com o relevante serviço que prestou ao País durante várias décadas, foi propósito pelo qual sempre pugnou.

Carlos Mineiro Aires é engenheiro civil, formado no Instituto Superior Técnico (IST). O engenheiro civil foi ainda eleito presidente do Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) para o período 2020-2023, é membro do Conselho Económico e Social e do Conselho Económico e Social Europeu (2020-2025) e foi também presidente do Metropolitano de Lisboa.

A constituição deste organismo, que data de 2018, permite a obtenção de pareceres não vinculativos de caráter técnico, económico e financeiro sobre programas de investimento e projetos de valor superior a 75 milhões de euros. Do CSOP fazem parte representantes do Governo, concertação social, ordens profissionais, municípios, freguesias e ambientalistas. Por ocasião da apresentação deste organismo, o primeiro-ministro assegurava que Conselho Superior de Obras Públicas “vai pronunciar-se obrigatoriamente sobre os investimentos de maior montante, de forma a que a decisão seja informada e suportada não apenas num consenso político alargado, mas também num consenso social e territorial”.

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Exportação: Cimenteira do Louro com 2M€ de mercadoria afectada por problemas logísticos

A Cimenteira do Louro tem em atraso, em armazém, o equivalente a 450 camiões. São cerca de 2 milhões de euros de mercadoria que a empresa não consegue colocar nos mercados de destino por falta de transporte. O aumento dos custos e as dificuldades logísticas ameaçam o crescimento e o investimento realizado não só no aumento da produção, mas também em I&D e o problema agrava-se a cada semana

Pelo terceiro ano consecutivo a conjuntura internacional está a condicionar, e muito, a vida às empresas nacionais pondo em risco o seu crescimento e o investimento realizado. O disparar do preço dos combustíveis fez aumentar os custos com o transporte, agravando ainda mais os problemas logísticos.

Com mais de 45% da sua facturação dependente dos mercados externos A Cimenteira do Louro (ACL) tem visto a situação agravar-se nos últimos meses. Actualmente, por falta de transporte a empresa tem em armazém mais de 450 camiões de produtos que não consegue fazer chegar aquele que é o seu principal mercado de exportação, a França. “O mercado da bricolagem, do DIY, francês é um importante mercado, onde conquistámos uma importante presença. Por ano exportamos cerca de três mil camiões para França”, refere Dinis Silva, administrador da ACL em declarações ao CONSTRUIR.

De acordo com o responsável, os constrangimentos estão a afectar as vendas naquela que é a época do ano mais forte para a ACL. “Este é um mercado muito sazonal sendo que as campanhas lançadas no início da Primavera são as mais importantes para os nossos produtos neste mercado. O que está a acontecer agora é que nos preparámos, produzimos, fizemos o stock da mercadoria para conseguirmos responder a essa procura sazonal e não estamos a conseguir fazer chegar a mercadoria ao seu local de destino”, explica Dinis Silva.
Nos armazéns da ACL estão a aguardar transporte mercadoria no valor a dois milhões de euros e a situação agrava-se a cada semana que passa, uma vez que “o ritmo de escoamento dos produtos é muito lento, apesar de trabalharmos com todas as grandes empresas logísticas nacionais. São 450 camiões em atraso, com mercadoria que deveria estar nas lojas e que está a acumular-se semana após semana”.
A falta de resposta por parte da logística é explicada pelo disparo dos custos de combustível, pela falta de mão-de-obra e pelas dificuldades de garantir o transporte de mercadorias no regresso dos camiões a Portugal. Sob pena de ficarem com os motoristas retidos no estrangeiro à espera de carga, muitas preferem nem efectuar o serviço. A alternativa é aumentar ainda mais os custos para o exportador, duplicando a factura com o transporte.

Do betão à inovação: a estratégia para conquistar mercados

“Temos uma forte ligação ao saber técnico, ao design inovador, e apostamos na qualidade, na performance e na resistência dos nossos materiais e soluções”, sublinha o administrador. Esta é a segunda geração da família ao leme da ACL, uma empresa fundada na freguesia do Louro, Vila Nova de Famalicão, por Manuel Leitão, em 1975. De empresa especializada na produção de blocos em betão e canalizações em betão para infraestruturas, a empresa foi-se especializando e apostando na inovação e design.
“Temos um percurso de duas décadas de exportação, o que não é fácil porque estamos a falar de produtos em betão para construção que são pesados, pelo que o factor transporte tem uma grande componente na formação do preço. O mercado mais explorado é, sem dúvida, o francês graças ao mercado de bricolage, que tem já uma grande tradição neste país. Sendo que actualmente exportamos para mais de 40 países”, conta Dinis Silva.

A entrada em mercados maduros como o Reino Unido, Itália (onde detém uma presença física) ou os Estados Unidos foi favorecida pela aposta na diferenciação e na inovação. As suas linhas exclusivas de revestimentos e pavimentos em betão têm conquistado os mercados mais exigentes, o que não é alheio à aproximação de um público profissional composto por arquitectos e designers internacionais.
“Temos produtos únicos, desenvolvidos por nós como o Marmocim, um pavimento mono betão que hoje está presente no nosso parque escolar, na rede do metro em Portugal e no Panamá. Os nossos produtos inovadores estão em mercado distintos e é um dos factores que nos faz crescer no exterior face à concorrência nacional que tem níveis mais baixos de exportação”, explica Dinis Silva.

O ano passado a ACL facturou 22 milhões de euros, tendo crescido, pelo segundo ano consecutivo, cerca de 20%, consolidando a sua já forte posição na produção de pavimentos, revestimentos e outros produtos em betão, produzindo marcas próprias para alguns dos seus produtos exclusivos.

O Médio-Oriente é outro dos mercados de aposta do grupo, responsável por cerca de 25 milhões de facturação. “São empresas distintas que seguem linhas estratégicas diferentes. Em Omã temos duas unidades produtivas que produzem o que denominamos de commodities, os blocos de betão, os produtos para saneamentos, os lancis para as estradas, enfim tudo o que é mais tradicional e que tem uma forte procura graças ao desenvolvimento e crescimento das infraestruturas que esta região conhece”, explica o administrador.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Construção

Grupo CVM vai investir 140M€ nos próximos dois anos

O grupo CVM, Construções Vila Maior, vai investir 140 M€ até 2024 na construção de 15 edifícios, o correspondente a 825 fracções, das quais 425 já estão em curso e as restantes 400 irão iniciar-se até final do 1º trimestre de 2023

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O objectivo do grupo, que actua nas áreas da habitação nova, reabilitação e venda, é consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária em Vila Nova de Gaia, reforçar em Espinho e entrar em Matosinhos.

Do total do investimento a realizar no montante de 140 milhões de euros, a área de promoção imobiliária, através da empresa do grupo Dunaplana, assumirá 60 milhões de euros, enquanto os restantes 80 milhões de euros serão realizados através de empresas participadas do Grupo CVM.

O Grupo CVM anuncia também a entrada na área do arrendamento industrial, onde investirá 15 milhões de euros até final de 2023 em Santa Maria da Feira, Parque Empresarial A32, com 25.000m2, sendo sua intenção continuar a comprar e a apostar no segmento com a compra de novos activos.

“Com estes investimentos, estamos a reposicionar-nos, a expandir, mas também a diversificar investimento. O mercado, com a escassa mão de obra, vai mudar de direcção em 5 anos, obrigando a menos construção e por isso apostaremos mais no segmento prime, no design, em estruturas ajustáveis, gerando mais postos de trabalho onde possamos garantir a actividade a longo prazo”, considera Severino Ponte, CEO do Grupo CVM.

As parcerias são também um alvo para sustentar o futuro e o Grupo está aberto a novas parcerias estratégicas, com empresas nacionais ou internacionais, para reforçar a sua posição no mercado.

“Julgamos que a oferta e a procura de construção nova vai estabilizar em 5 anos e por isso estamos a prepararmo-nos para as alterações que se seguirão no mercado. No cenário traçado, a área da reabilitação e remodelação deverá pesar já 20% da nossa facturação em 2025”, conclui Severino Ponte.

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Construção

Os planos de expansão da Universidade do Porto, betão de cânhamo, a ‘nova’ escola da GNR em Portalegre e mais na edição 461 do CONSTRUIR

A Universidade do Porto tem previstos investimentos em torno dos 100 milhões de euros para modernizar e expandir as infra-estruturas. Contamos-lhe os planos da reitoria numa edição onde também lhe damos conta dos projectos em carteira da Fercopor. Mas há muito mais para ler nesta edição

CONSTRUIR

U. Porto tem plano
para modernizar campus avaliado em 100M€

Estes novos investimentos visam, segundo o reitor da Universidade do Porto, a requalificação do edificado e do património da Universidade, bem como a construção de equipamentos de raiz para investigação científica e inovação tecnológica, para alojamento, estudo e lazer e para a prática desportiva e a fruição cultural e artística

O potencial do betão leve de cânhamo
Rute Eiras estudou, pela primeira vez, o betão de cânhamo, naquela que “terá sido a primeira dissertação portuguesa a abordar o uso do cânhamo na construção”

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As novas instalações do centro de formação e do destacamento territorial de Portalegre estão previstas surgir num terreno com 28 hectares. Investimento ronda 20M€

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São nove os empreendimentos que a promotora pretende começar a desenvolver entre 2022 e 2024, incluindo uma torre de escritórios de 17 andares. A região Norte do País irá manter-se o principal alvo de actuação

Dossier: Design, Inovação e Sustentabilidade
Sem surpresas, a Sustentabilidade impõe-se e inaugura quase que uma nova ordem estética, transversal a qualquer sector/actividade. Fomos saber o que pensa o mercado

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Arquitectura

Câmara de Braga avança com plano de execução do Parque Ecomonumental das Sete Fontes

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Parque das Sete Fontes “é um projeto absolutamente estratégico para Braga e totalmente irreversível”

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O Município de Braga prepara-se para dar mais um passo essencial com vista à concretização do futuro Parque Ecomonumental das Sete Fontes, com a aprovação da delimitação da primeira unidade de execução do Plano de Urbanização das Sete Fontes. O documento será analisado em Reunião de Executivo Municipal, que se realiza na próxima Segunda-feira, 27 de junho.

A referida unidade, com uma área total de 54.215, prevê, de forma exata e efetivamente delimitada, solo para uso cultural (43.282 m2), solo para espaço público pedonal e solo para espaços habitacionais, sendo que a operação assegura, ainda, uma ligação viária à via existente a norte (junto ao Colégio João Paulo II).

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Parque das Sete Fontes “é um projeto absolutamente estratégico para Braga e totalmente irreversível”. “Ao longo dos últimos anos, fomos cumprindo diversas etapas necessárias para concretizar o Parque. Logo em 2014, aprovámos a suspensão do Plano Diretor Municipal (PDM) e estabelecemos medidas cautelares preventivas; avançámos com a supressão da via que atravessava as Sete Fontes e promovemos uma ampla discussão pública sobre as alterações ao PDM para esta área e sobre o seu plano de urbanização”, refere o Autarca.

Ricardo Rio salienta, ainda, a postura de “total diálogo e disponibilidade” que a Câmara Municipal teve com todos os proprietários, “mesmo compreendendo que alguns se sentissem defraudados, não nos seus direitos, mas nas suas expectativas”.

A aprovação da delimitação da primeira das 24 Unidades de Execução do Parque das Sete Fontes, acrescenta o Edil, é um “requisito fundamental para a concretização do parque, mas também um passo determinante para o seu sucesso”.

Trinta hectares de parque verde público, 30 hectares de área florestal privada e 30 hectares de área urbana com criação de praças, pequenas edificações de apoio, miradouros, percursos pedestres e cicláveis. Assim será o Parque das Sete Fontes, cujo elemento central é o ancestral sistema de abastecimento de águias à Cidade de Braga, uma obra hidráulica do século XVIII classificada como Monumento Nacional desde 2011.

Este local privilegiado de contacto com a natureza será, em breve, um espaço propício à realização de atividades desportivas e de lazer. Um lugar de convívio e de vivência cultural e ambiental. Um lugar pensado por uma equipa de reputados especialistas nacionais, sob a coordenação da arquiteta paisagista Teresa Andresen.

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JJTeixeira celebra 45 anos com reforço na capacidade produtiva e expansão geográfica

Empresa prevê investir 1,4 M€ no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, a par da internacionalização para a Bélgica, os EUA e os Camarões nos próximos três anos

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Em pleno aniversário de 45 anos, a JJ Teixeira (JJT) apresenta-se com uma nova imagem e convicções reforçadas para o futuro. A empresa de Vila Nova de Gaia produz soluções de carpintaria através da aliança entre tecnologia de ponta e toque artesanal e reafirma-se no mercado com um investimento na ordem dos 1,4 milhões de euros e uma expansão para três novas geografias.

De génese familiar, a empresa, fruto da paixão de João Teixeira pela arte de trabalhar a madeira, teve início em 1977 com a criação da sua própria carpintaria em Vila Nova de Gaia, que ainda hoje mantém. A actividade iniciou com uma máquina universal e, em dois anos, tinha uma carpintaria industrial, mas sempre familiar.

A nova geração da família, trouxe à JJT a modernidade necessária para assegurar o seu crescimento e visão de futuro, unindo a carpintaria à engenharia e à arquitectura, ao design e à arte, graças à sinergia entre a gestão e a força laboral de 244 colaboradores internos e mais de 400 externos.

Foi com a introdução de uma linha de automatização da produção, em 2015, que a empresa transitou para uma indústria 4.0, com capacidade de produção diária de duas mil peças, assegurando mais eficiência, rigor e precisão em cada produto, através de novos processos construtivos inovadores que lhe confere um bom equilíbrio e uma boa performance.

Hoje, contando com uma produção de quase 430 mil peças por ano e de 1645.61m3 de madeira utilizada, a JJT prevê investir 1,4 milhões de euros no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, como o sistema de aspiração, a racionalização energética e a transição verde.

Sem impactos da pandemia nos volumes de facturação, a empresa, em 2019, alcançou um total de 21,4 milhões de euros, cresceu para 24,2 milhões no ano seguinte, para 24,5 milhões já em 2021 e prevê crescer mais de 2 milhões até ao final de 2022. Também desde 2019 que o valor das exportações ascende, passando de 18% para 22%, atingindo os 24% no último ano. França, Angola, Costa de Marfim, Noruega e Reino Unido são os países que encabeçam os destinos onde mais incidem as vendas internacionais, estando a Bélgica, os EUA e os Camarões no topo das prioridades de expansão internacional para os próximos três anos.

Pela vulnerabilidade ambiental intrínseca à sua actividade, a empresa vê na sustentabilidade um dos seus mais importantes pilares. Através do programa de replantação de árvores, a JJT pretende minimizar o seu impacto no meio ambiente, efectuando cálculos de medição da quantidade de madeira utilizada em cada projecto com vista à sua reposição, replantando árvores em território nacional, acrescendo uma taxa adicional ao preço final do produto.

Para além deste novo programa, os desperdícios são aspirados através de um sistema transversal aos vários pavilhões da fábrica e reaproveitados para várias finalidades, como a criação de novos produtos, o aquecimento das instalações e a produção de pellets e briquetes. 25% da sua produção energética é proveniente de painéis solares instalados na fábrica.

A celebração dos 45 anos da empresa foi, ainda acompanhada pelo rebranding da marca, “que traduz o seu reposicionamento modernizado”, e surge acompanhado por um filme tributo à madeira, que conta com depoimentos de diversas figuras de renome da arquitectura portuguesa. “Wood Stories” é o nome do filme, realizado pela Building Pictures, que serve de tributo à madeira enquanto material natural, flexível, expressivo e quase intrínseco no projecto de arquitetura e que conta com o apoio da Ordem dos Arquitectos Sessão Regional Norte, da Faculdade de Arquitectura do Porto e da Casa da Arquitectura.

O filme conta com os testemunhos de oito gabinetes de arquitectura, numa reflexão entre o seu trabalho e o uso da madeira, na sua perspectiva e contexto de aplicação, de forma particular, nomeadamente, Aires Mateus, Carrilho da Graça, Correia Ragazzi, Depa, Diogo Aguiar Studio, João Mendes Ribeiro, Menos é Mais e Oitoo.

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Sistema híbrido de construção da Casais acelera hotel B&B em Guimarães

O novo Hotel B&B em Guimarães, que resulta de um investimento de 11 M€, cuja construção iniciou-se no Fevereiro de 2022 deverá inaugurar já este ano. Este será o primeiro edifício a usar o sistema de construção CREE desenvolvido pela Casais

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Está em construção junto ao Pólo da Universidade do Minho, em Guimarães, o complexo que inclui um Hotel B&B com 95 quartos, 44 studios para arrendamento e um espaço comercial. A primeira pedra deste edifício foi lançada Fevereiro deste ano e cinco meses bastaram para que metade do empreendimento esteja já construído.

Este será o primeiro edifício híbrido construído com base no Sistema CREE desenvolvido pela Casais. O termo “edifícios híbridos” vem da combinação madeira-betão, sendo esta uma alternativa que beneficia duplamente o ambiente: pela redução de pelo menos 40% da utilização de betão e a utilização de madeira, um sequestrador de carbono natural.

Desta forma, além de reduzir a pegada de carbono incorporado na construção em mais de 60% quando comparado com um edifício tradicional, este é também um edifício inovador pelo seu processo de construção: foi desenvolvido com uma base BIM, numa lógica de indústria 4.0, com suporte em princípios de design for manufacturing and assembly. O processo de construção permite acrescentar um piso a cada dois dias, incorporando já todos os componentes de instalações técnicas e acabamento interior.

Com cerca de 10.000m2 construídos, inicia dentro de 10 dias a fase mais interessante da empreitada com uma orquestração logística de assemblagem. Trata-se de um projecto que conta com um investimento de cerca de 11 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto Mário Fernandes e que será inaugurado ainda este ano.

Segundo a Casais, o sistema CREE apoia-se fortemente numa matéria-prima natural renovável – a madeira. A sua principal característica é o pré-fabrico padronizado de componentes individuais como painéis de tecto, painéis de fachada, pilares e estruturas. Estes podem ser rapidamente montados no local da obra, reduzindo as emissões de carbono, o ruído e as poeiras e permitindo economizar tempo, recursos e dinheiro.

As componentes industrializadas que vão ser aplicadas neste projecto, estão a ser fabricadas na Blufab, que é a unidade de construção off-site do Grupo Casais que abastece as obras com elementos fabricados e montados em fábrica.

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RE/MAX Collection promove oito novos empreendimentos

Para a CEO da RE/MAX Collection, Beatriz Rubio, “ao nosso portefólio, que dispõe de uma vasta carteira de empreendimentos de luxo, entre os quais novas construções exclusivas, juntam-se agora mais oito projetos imobiliários verdadeiramente diferenciadores”

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A RE/MAX Collection, imobiliária especializada no segmento de luxo, apresenta oito novos empreendimentos residenciais premium, localizados na região da Grande Lisboa. São eles o Edifício Heritage 52, Linea Residences, NooBa, Gestilar Residences Miraflores, Villas do Carmo, empreendimento Aurya, Montisnávia e Bom Sucesso.

A mediadora imobiliária, que dispõe atualmente de 979 consultores certificados neste segmento, junta assim ao seu portefólio oito empreendimentos de caraterísticas únicas como o Edifício Heritage 52, em Lisboa, na Avenida Miguel Bombarda, com sete frações T2, T4 e T5, uma por piso entre 260m2 a 300m2 e jardim privativo comum a todas as frações. Outro dos destaques é o Linea Residences, edifício focado na sustentabilidade e eficiência energética, localizado nas Avenidas Novas, em Lisboa, que conta com 36 apartamentos de tipologias T1 a T4 duplex, duas Urban Villas com piscina e terraço exclusivos e ainda duas lojas.

Já no Barreiro, na margem sul do Tejo, destaca-se o NooBa, um novo e moderno empreendimento habitacional com apartamentos à beira-rio, com tipologias que variam de T1 a T5 duplex e uma piscina no topo do edifício. Um outro edifício que se junta ao portefólio da RE/MAX Collection é o edifício residencial Gestilar Residences Miraflores, situado em Oeiras, próximo do Parque Urbano de Miraflores e do Parque Florestal de Monsanto, composto por 111 apartamentos, de tipologias T2, T3 e T4.

Em destaque outro empreendimento, Villas do Carmo, um condomínio privado de luxo, que contará com quatro imóveis denominados de “Villas” e que se situa nas Avenidas Novas, em Lisboa. Villa Pombal é um desses quatro imóveis, sendo composto por 46 apartamentos, com áreas privativas de 53 a 118m2 no caso dos T1, de 89 a 122m2 no caso dos T2 e de 167 a 196m2 no caso dos T3, e ainda quatro espaços de comércio de 37m2 a 57m2. Em evidência também o Aurya, um novo empreendimento que irá nascer na Quinta do Conventinho em Loures e que irá dispor de apartamentos com duas tipologias de apartamentos, T2 e T3.

Foram ainda apresentados outros dois empreendimentos, um deles o edifício Montisnávia, situado na zona de Alcântara, em Lisboa, e que nasce da união e restauro de uma casa e uma antiga fábrica, dispondo de apartamentos T1 a T4, todos com terraço ou jardim privativo. O outro imóvel designa-se por Bom Sucesso, localiza-se também em Lisboa, concretamente em Belém, agrega um conjunto de quatro edifícios e contempla apartamentos T1 a T5.

Para a CEO da RE/MAX Collection, Beatriz Rubio, “ao nosso portefólio, que dispõe de uma vasta carteira de empreendimentos de luxo, entre os quais novas construções exclusivas, juntam-se agora mais oito projetos imobiliários verdadeiramente diferenciadores. A relação entre a qualidade do nosso portefólio e a formação especializada dos agentes da RE/MAX Collection tem justificado a confiança de quem nos procura, sejam eles investidores nacionais ou internacionais, pelo que acreditamos que estes novos ativos imobiliários representam um investimento seguro, e que, por certo, serão sinónimo de grande procura.”

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25M€ para a construção do novo centro de Formação e Comando Territorial da GNR

A construção do centro de Formação e Comando Territorial da GNR em Portalegre terá investimento de 25 milhões de euros. O investimento foi confirmado pelo ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro

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José Luís Carneiro falava após a cerimónia de Compromisso de Honra de 303 novos militares do 46.º curso de formação de Guardas da GNR, em Portalegre. O ministro afirmou que o Governo tem prevista, dentro de “um ano e meio”, a conclusão do projecto de concessão e de execução, sendo depois lançado o concurso para a obra.

“Já está previsto [o investimento] na Lei de Programação de Investimentos, Infraestruturas e Equipamentos. Estamos a falar de um investimento de um milhão de euros para o projecto, articulado com a Ordem dos Arquitectos e que, no fim, permitirá lançar o concurso, não apenas para as novas infraestruturas da escola da Guarda, mas também do futuro comando territorial”, explicou.

O actual Centro de Formação da GNR em Portalegre está instalado no Convento de São Bernardo, ao abrigo de um protocolo de cedência entre os ministérios da Defesa e da Administração Interna.

As novas instalações do centro de formação e do destacamento territorial ocuparão um terreno com 28 hectares, na zona industrial da cidade, assegurando o município de Portalegre a cedência do terreno e a infraestruturação e acessibilidades do espaço.

Durante a cerimónia foi também assinado o protocolo de colaboração entre a Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna e a Câmara Municipal de Portalegre, para a execução das obras nos arruamentos junto ao terreno onde serão construídas as futuras instalações.

“Saúdo, assim, o município de Portalegre, que também cedeu o terreno para a construção deste equipamento, por ser parceiro neste modelo que acreditamos ser o que melhor serve o interesse público. Este é um claro exemplo de como o Estado Central e autarquias locais podem e devem colaborar no sentido de melhorar as infraestruturas e as condições de trabalho das nossas forças de segurança”, afirmou José Luís Carneiro.

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Bonjardim comercializa espaços comerciais

São 16 os espaços comerciais inseridos no condomínio residencial, que já se encontra em fase de construção. Com promoção da Avenue, a comercialização está a cargo da Predibisa e da JLL

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Localizado no centro da cidade do Porto, entre a Avenida dos Aliados e a Rua Sá da Bandeira, o Bonjardim – City Center Living prossegue este mês com a comercialização da área desenvolvida para o sector do retalho, composta por 16 espaços comerciais inseridos no condomínio residencial, já em fase de construção.

Com 93 apartamentos, onde se inclui também um hotel, um coworking, um supermercado e um parque de estacionamento, o Bonjardim – City Center Living, é um projecto da autoria da Promontório. A promoção está a cargo da Avenue e a comercialização é da Predibisa e da JLL.

“Pensamos na concepção de espaços amplos e luminosos, facilmente adaptáveis à realidade de cada negócio na área da restauração, comércio ou até mesmo serviços pelas facilidades de acesso, através das ruas circundantes e da praça central do empreendimento, que convidará certamente a muitos momentos de lazer, compras ou a simplesmente tomar um café e a aproveitar a descontracção das esplanadas. No piso térreo, o jardim será aberto à comunidade”, explica Aniceto Viegas, CEO da Avenue.

Também segundo João leite Castro, director corporate da Predibisa, “este é um novo ponto de destaque no centro da cidade do Porto, pela localização singular e diferenciada, especialmente para marcas de referência, novas ou já consagradas, que se querem reafirmar e/ou lançar, até porque as diferentes frentes de rua, a praça central e a permeabilidade permitida pelo conceito desenvolvido encontram-se muito próximas dos mais importantes espaços culturais da cidade”.

De salientar, ainda, que o projecto Bonjardim é representativo de um “encontro único entre a inspiração clássica e a arquitetura contemporânea”, através da reabilitação das fachadas do século XIX, existentes na Rua Sá da Bandeira, onde os pormenores arquitectónicos de época se fundem com o “tawny” das novas fachadas em construção para uma harmonia de contrastes, que aspiram a uma nova existência desta nova zona comercial, que já começa a ganhar vida no centro da cidade.

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