Edição digital
Assine já
Engenharia

Quadrante renova posicionamento da Ecoprogresso

Fundada em 2002, e na Quadrante desde 2010, a Ecoprogresso é uma empresa portuguesa de consultoria em ambiente, sustentabilidade, alterações climáticas e gestão de recursos

CONSTRUIR
Engenharia

Quadrante renova posicionamento da Ecoprogresso

Fundada em 2002, e na Quadrante desde 2010, a Ecoprogresso é uma empresa portuguesa de consultoria em ambiente, sustentabilidade, alterações climáticas e gestão de recursos

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
Plataforma italiana Casavo arranca operação em Portugal com investimento de 100 M€
Imobiliário
Equipa Casavo
Mota-Engil ainda na corrida para a concessão ferroviária do Corredor do Lobito
Construção
Hipoges recebe certificação RICS em Portugal e Espanha
Imobiliário
Grupo Roca canaliza 25 M€ para start-ups inovadoras
Empresas
Cushman & Wakefield comercializa Campo Mártires da Pátria 174
Imobiliário
Crédito y Caución prevê que a economia mundial cresça 4,2% em 2022
Empresas
Aprovada Estratégia de Habitação de Ourique no valor de 10,6M€
Imobiliário
“Promoção será crucial para combater a falta de oferta”
Imobiliário
OPENBOOK Architecture apoia renovação de escritórios da PwC no Palácio Sottomayor
Arquitectura
Sonae Sierra emite obrigações com critérios de sustentabilidade
Empresas

“Criar valor num clima em mudança” é a missão da qual resulta a nova identidade visual da Ecoprogresso, uma empresa do Grupo Quqadrante, que há 19 anos se dedica a criar estratégias de desenvolvimento sustentável. “Fomos a primeira empresa portuguesa a focar a sua actividade na gestão de carbono e alterações climáticas”, revela a empresa em comunicado, explicando que “a nova imagem é acompanhada por um novo posicionamento, que se baseia na história da empresa, mas aponta para o futuro”.

Fundada em 2002, a vasta experiência da Ecoprogresso foi consolidada nos vários anos de apoio ao Governo português, no que se refere às negociações e reporte no âmbito do Protocolo de Quioto. Quatro anos depois da sua fundação, com a Fomentinvest como seu principal accionista, a criou a marca Carbonfree, primeira marca de neutralização de emissões em Portugal, tendo sido também advisor do primeiro fundo português privado de carbono, o Luso Carbon Fund e, mais tarde, do New Energy Fund.

O processo de internacionalização da empresa iniciou-se em 2007, tendo integrado o Grupo Quadrante três anos depois, abrindo agora um novo ciclo com a renovação da identidade visual da marca.

Publicidade


“A Sustentabilidade é um dos pilares estratégicos do Grupo Quadrante e é no contexto de um clima em constante mudança que reforçamos hoje a nossa marca e a estratégia de actuação da Ecoprogresso”, explica Margarida Magina, responsável pela area de Ambiente e Alterações Climáticas do Grupo. “Procuramos promover sinergias entre os diversos sectores de actividade em que actuamos, com vista a criar soluções sustentáveis pensadas para ajudar as empresas na transição energética, eficiência energética de edifícios e infraestruturas e na descarbonização das suas actividades, apoiando nas suas estratégias rumo a um futuro mais sustentável”, conclui.

Com um volume de vendas superior a 18 milhões de Euros, a Quadrante actua em oito sectores de actividade, nomeadamente, edifícios, transportes, indústria e energia, infraestruturas hidráulicas, ambiente, gestão da construção e supervisão, aeroportos e infraestruturas para grandes cidades.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
Equipa Casavo
Plataforma italiana Casavo arranca operação em Portugal com investimento de 100 M€
Imobiliário
Mota-Engil ainda na corrida para a concessão ferroviária do Corredor do Lobito
Construção
Hipoges recebe certificação RICS em Portugal e Espanha
Imobiliário
Grupo Roca canaliza 25 M€ para start-ups inovadoras
Empresas
Cushman & Wakefield comercializa Campo Mártires da Pátria 174
Imobiliário
Crédito y Caución prevê que a economia mundial cresça 4,2% em 2022
Empresas
Aprovada Estratégia de Habitação de Ourique no valor de 10,6M€
Imobiliário
“Promoção será crucial para combater a falta de oferta”
Imobiliário
OPENBOOK Architecture apoia renovação de escritórios da PwC no Palácio Sottomayor
Arquitectura
Sonae Sierra emite obrigações com critérios de sustentabilidade
Empresas
Equipa Casavo
Imobiliário

Plataforma italiana Casavo arranca operação em Portugal com investimento de 100 M€

“Neste momento, já iniciámos o nosso processo de aquisições no centro da cidade de Lisboa, mas esperamos chegar em breve a outras cidades”, anuncia Duarte Ferreira dos Santos, vice president of Investments da Casavo

A plataforma digital italiana Casavo, especialista no mercado residencial na Europa que adquire imóveis directamente e em 7 dias, arrancou a sua operação em Lisboa esta quarta-feira, dia 26 de Janeiro, com um investimento de 100 milhões de euros.

Com o sector imobiliário a registar um grande crescimento e no seguimento da sua estratégia de expansão, a plataforma entra em Lisboa “com o objectivo de adquirir casas em Portugal”, assim como, “transformar a experiência do processo de compra e venda de casa”.

A Casavo desenvolveu uma plataforma tecnológica que realiza avaliações de imóveis, baseadas no seu algoritmo patenteado, analisa diferentes variáveis e permite submeter ofertas em 48 horas. Além disso, necessita de fazer apenas uma visita presencial às casas, contrariando a média de 20 visitas habituais. Havendo acordo, a Casavo assegura todo o processo de transacção e realiza o pagamento ao proprietário na íntegra em apenas 7 dias. Desta forma, a Casavo traz liquidez ao mercado imobiliário e transparência a um processo tradicionalmente complexo e desgastante para os vendedores. Posteriormente, a empresa realiza obras de renovação e coloca os imóveis novamente à venda, disponibilizando casas prontas a viver e facilitando o acesso à habitação aos compradores, uma vez que os seus preços de venda estão sempre dentro dos valores médios do mercado.

“O mercado imobiliário na área metropolitana de Lisboa tem uma dimensão interessante, com mais de 70 mil transacções por ano, e tem as características ideais para uma plataforma como a nossa, uma vez que as pessoas continuam a preferir comprar casa em vez de alugar. Por outro lado, a grande maioria das casas foram construídas antes dos anos 80 e, como tal, necessitam de renovação”, afirma Duarte Ferreira dos Santos, vice president of Investments da Casavo em Lisboa. “Além disso, o mercado imobiliário português, tal como outros mercados no sul da Europa, ainda é muito fragmentado, complexo e offline, e a pandemia acelerou a alteração do comportamento dos consumidores em direcção à digitalização. Assim, através de ferramentas como a avaliação instantânea de imóveis e a apresentação de ofertas num curto espaço de tempo, a Casavo traz mais transparência, confiança e comodidade aos utilizadores”.

“Entrar em Portugal pareceu-nos, assim, a oportunidade ideal para continuarmos a nossa missão de mudar a forma como as pessoas vendem, vivem e compram casas na Europa. Queremos transformar e inovar os processos associados ao mercado imobiliário e ser uma opção disruptiva”, acrescenta. Com equipa e escritório em Lisboa, a Casavo planeia contratar mais de 20 pessoas nos próximos meses para reforçar o seu plano de crescimento em Portugal. Neste momento, já iniciámos o nosso processo de aquisições no centro da cidade. “Lisboa será o nosso primeiro passo no mercado português, mas esperamos chegar em breve a outras cidades”, anuncia.

O objectivo da Casavo de transformar e digitalizar o sector imobiliário inclui também as agências imobiliárias e todos os restantes intervenientes no mercado. A empresa estabelece parcerias com agentes e oferece-lhes soluções tecnológicas que lhes permitem adaptar a sua oferta às novas exigências dos clientes, sendo mais eficientes e aumentando o número de transacções que efetuam. A Casavo planeia continuar a alargar a sua actual rede de mais de 2.500 agentes a nível internacional através de novas parcerias com as agências portuguesas.

Fundada em 2017, a Casavo conta actualmente com uma equipa de mais de 300 pessoas e opera em Milão, Roma, Turim, Florença, Bolonha, Madrid, Barcelona e, agora, em Lisboa, planeando expandir-se para outros mercados europeus em breve. Até à data, já realizou mais de 166 mil avaliações de imóveis através do seu website, concretizou mais de 2.300 transacções com um valor superior a 700 milhões de euros e angariou mais de 450 milhões de euros em equity e dívida.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Grupo Roca canaliza 25 M€ para start-ups inovadoras

O grupo lançou um fundo de corporate venture, o Roca Group Ventures, destinado a financiar projectos em fase inicial que forneçam soluções inovadoras para o sector dos espaços de banho

O Grupo Roca lançou um fundo de corporate venture dotado de 25 milhões de euros. A empresa vai investir em startups e projectos empreendedores que desenvolvam a sua actividade em áreas prioritárias para a empresa.

Através do Roca Group Ventures, a empresa pretende alocar entre 0,5 e 2 milhões de euros a cada projecto, sem renunciar a outras fórmulas de colaboração que não envolvam acções ou investimento em fases adicionais, para financiar as iniciativas que demonstrem o maior potencial. O Grupo estima que, dentro de cinco anos, a carteira de investimentos seja composta por entre 10 e 15 empresas.

O objectivo é “gerar um modelo empresarial híbrido que combine as vantagens de uma grande empresa (recursos, escala, conhecimento, experiência, marketing) com a inovação, tecnologia, motivação, agilidade e talento de uma startup”, justifica Albert Magrans, CEO do Roca Group O Roca Group Ventures será um fundo global que procura investir em startups no mundo inteiro, incluindo Portugal.

O lançamento do fundo conta com o apoio da empresa de consultoria Alantra, especializada em investimentos e operações deste tipo. A financeira vai prestar consultoria ao fundo no processo de criação de oportunidades de investimento e na futura gestão da carteira de participadas.

O Roca Group Ventures também materializará parte do compromisso do Roca Group com a sustentabilidade, pois, através deste fundo, a empresa vai dar prioridade às startups que apostem em práticas amigas do ambiente.

Quatro áreas de desenvolvimento e inovação

A Roca, que se dedica ao design, à produção e à comercialização de produtos para espaços de banho, definiu quatro áreas de negócio de interesse na procura de oportunidades: wellness e espaços de banho inteligentes; novos negócios e materiais; eficiência energética e racionalização do consumo de água; e, por último, a excelência operacional nos respectivos processos industriais.

Na área de wellness e espaços de banho inteligentes, a empresa vai usar recursos tecnológicos que, através da Inteligência Artificial (IA) e conectividade, melhorem a usabilidade dos dispositivos, contribuam para o desenvolvimento de produtos amigos do ambiente e também para o desenvolvimento de produtos que criem espaços de relaxamento.

No que respeita à área de novos negócios e materiais, o Roca Group Ventures vai-se focar em soluções disruptivas, baseadas em tecnologia com uma ampla margem de crescimento, bem como em novos materiais para a construção e o fabrico de novos produtos.

Relativamente à eficiência energética e racionalização do consumo de água, o Grupo vai identificar e desenvolver produtos e serviços que contribuam para a geração de casas conectadas e sustentáveis, com foco especial na redução do consumo de água.

Por fim, com o objectivo de aumentar a excelência operacional, tecnologias como a IA, a impressão 3D, a Internet das Coisas (IoT), o blockchain ou as plataformas integráveis também serão de interesse do fundo.

Sede no “Espai Roca”

O Roca Group Ventures vai estar directamente ligado ao futuro “Espai Roca”, um hub de inovação para a construção sustentável e economia circular, entre outras áreas, que ficará localizado na actual fábrica do grupo nos municípios de Gavá e Viladecans. A empresa pretende construir, nestas instalações, um dos mais importantes parques empresariais da Europa, onde o fundo terá a sua sede.

O Roca Group vai nomear uma figura executiva da organização para actuar como ventures head, coordenando a colaboração com diferentes especialistas e gestores da empresa, aceleradoras, incubadoras e outros parceiros para facilitar a identificação e o desenvolvimento dos projectos.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

Cushman & Wakefield comercializa Campo Mártires da Pátria 174

Segundo Ana Gomes, partner e directora de Development & Living da Cushman & Wakefield o edifício “constitui uma rara oportunidade de reabilitação e de conversão para habitação ou para um projecto turístico numa zona tão central e procurada da cidade do Porto”

A Cushman & Wakefield foi instruída, em exclusivo, para a venda do edifício localizado no nº 174 do Campo dos Mártires da Pátria, no centro do Porto, anunciou esta quarta-feira a consultora. O edifício, que totaliza aproximadamente 3.000m² de área bruta de construção acima do solo em cinco pisos, encontra-se totalmente desocupado e destina-se a ser reabilitado.

Localizado no centro da cidade, a dois passos da Torre dos Clérigos, da Livraria Lello, dos Aliados e da Sé Catedral, numa das zonas mais privilegiadas de comércio e de lazer do Porto, o edifício foi construído no século XIX e com largas fachadas viradas para o Jardim da Cordoaria e para a Praça da Cadeia da Relação.

Para Ana Gomes, partner e directora do departamento de Development & Living da Cushman & Wakefield em Portugal, o 174 do Campo dos Mártires da Pátria “é um edifício verdadeiramente excepcional”, “singular, histórico e carismático”, numa “localização fantástica e com áreas e detalhes arquitectónicos únicos”, que “constitui uma rara oportunidade de reabilitação e de conversão para habitação ou para um projecto turístico numa zona tão central e procurada da cidade do Porto”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Imobiliário

“Promoção será crucial para combater a falta de oferta”

A consultora JLL divulga as conclusões do relatório anual “Market 360º”. Liderada pela habitação, que continua a bater recordes, a actividade deverá retomar níveis pré-Covid em 2022 em áreas como os escritórios, hotelaria ou investimento

CONSTRUIR

O mercado imobiliário terminou 2021 a superar muitas das expectativas traçadas no início do ano, revela a JLL no seu relatório anual de mercado Market 360º. No segundo ano da pandemia, a consultora assinala os desempenhos recorde na habitação, no imobiliário industrial & logístico, bem como nos segmentos alternativos, ao mesmo tempo que os sectores de escritórios, retalho e hotéis recuperaram face ao ano anterior. A promoção imobiliária também retomou a dinâmica e o investimento mostrou-se resiliente no contexto de constrangimentos que marcou boa parte do ano.

No documento hoje divulgado, a consultora imobiliária apresenta também as perspectivas para 2022, estimando que a actividade nas áreas ocupacionais, de investimento e promoção tenha uma trajectória de crescimento, regressando até aos níveis pré-pandemia. Ao mesmo tempo, os sectores-estrela em 2021 como a habitação, industrial & logística e o imobiliário de usos alternativos deverão continuar a registar desempenhos sem precedentes.

“Os resultados positivos do imobiliário em 2021 se devem, em grande parte, ao impulso da segunda metade do ano. Apesar das expectativas que todos tínhamos de que a pandemia não iria muito além de 2020, a verdade é que logo no início de 2021 fomos confrontados com um novo confinamento geral. Isso, associado a um processo de vacinação que não estava a fluir como era suposto, fez com que o arranque do ano fosse muito tímido para o imobiliário, especialmente no que toca ao investimento, onde a actividade comprimiu, não por falta de procura, mas pelo impacto da pandemia nos processos de negócio”, explica Pedro Lancastre, CEO da JLL.

Na sua perspetiva, ainda assim, e mesmo com o contexto adverso da primeira metade do ano, o “imobiliário voltou a surpreender, sendo um dos sectores da economia com melhor desempenho e com um grande contributo para a retoma económica do país. É um mercado com grande impacto no PIB, que atingiu níveis de actividade nunca vistos em alguns segmentos e que só não foi mais além noutros segmentos por questões estruturais, como a falta de oferta ou constrangimentos conjunturais trazidos pela pandemia. O mercado imobiliário português continua com uma procura saudável e diversificada, com fundamentos sólidos e uma boa projecção internacional”.

A habitação foi o sector estrela do imobiliário em 2021, superando todos os anteriores níveis de actividade, com a transação estimada de 190.000 casas e um volume de vendas de 30.000 milhões de euros, acompanhada por uma forte subida de preços (+12% face a 2019) motivada, sobretudo, pela falta de oferta. O mercado internacional continua bastante activo, protagonizando 11% das vendas, destacando-se a elevada dinâmica dos compradores nacionais, que garantem atualmente 89% das transações. Os fortes fundamentos de mercado deverão ter continuidade em 2022, esperando-se um novo ano de actividade em máximos, mantendo a diversificação das fontes de procura, de localizações e de conceitos. Não se prevê que as alterações aos Golden Visa afastem a procura internacional, uma vez que Portugal é já um destino residencial reconhecido no estrangeiro.

Outro segmento surpreendente foi o imobiliário de Industrial & Logística, no qual os níveis de ocupação passaram o patamar inédito de 700.000 m2. Marcada pelas operações de expansão, pré-arrendamento de espaços logísticos e lançamento de novos projectos, a actividade neste segmento não foi mais além devido à falta de oferta de espaços adequados à procura. 2022 deverá dar continuidade à forte procura por este tipo de imobiliário e ao aumento do capital direcionado para o desenvolvimento de novos projectos, embora esta possa enfrentar desafios devido à pressão sobre a cadeia de suprimentos, com o aumento de custos de combustíveis, matérias-primas e a crise dos contentores.

Em 2021 destacou-se também o segmento de Alternativos, com um desempenho sem precedentes. A alocação de capital foi a mais elevada de sempre, com 684 milhões de euros de investimento registados, e uma diversificação de classes de activos como foco de investimento. Os segmentos de Private Rented Sector (habitação para arrendamento) e de Saúde foram os mais dinâmicos, mas as residências Sénior têm registado uma atractividade crescente. Em 2022, os diferentes formatos residenciais – o segmento de Living, que inclui Residências de Estudantes, Habitações para Arrendamento e Residências Sénior – tendem a crescer, impulsionados por um volume elevado de procura e uma escassez de oferta em todos os segmentos. Nota ainda para o mercado de Data Centres, onde Portugal se poderá destacar dada a sua localização geográfica privilegiada.

No Investimento, a aquisição de imóveis comerciais somou 2.020 milhões de euros, dos quais 80% de origem internacional, com a entrada de vários operadores novos, o que comprova a atractividade do mercado nacional. Trata-se de um volume abaixo da média dos últimos três anos, mas isso deve-se sobretudo ao adiamento de importantes negócios para 2022. Este é precisamente um dos segmentos para o qual a JLL estima um forte crescimento face a 2021, uma vez que o ano “inicia com um conjunto de transacções e portfolios de grande dimensão e o pipeline é robusto. Os activos logísticos e operacionais serão um foco importante e os hotéis poderão também ressurgir como uma das classes de activos mais fortes. Os centros comerciais tenderão a recuperar ao longo do ano, o que poderá despertar o apetite dos investidores mais para o final do ano. Nos escritórios, a carência de produto adequado pode afectar a alocação de capital em 2022, mas as perspectivas são bastante positivas assim que os edifícios em pipeline entrem no mercado, uma vez que a procura por estes activos é muito forte. Lembremo-nos que foi o segmento com maior quota de mercado em 2021, de cerca de 40%”, diz Pedro Lancastre.

Os Escritórios somaram 162.000 m2 de ocupação em Lisboa e outros 57.000 m2 no Porto, ambos em crescimento, de respectivamente 17% e 5% face a 2020, e com uma procura sólida por áreas de grande dimensão. Também neste mercado, a procura permanece muito activa, apesar de ser cada vez mais motivada por novas necessidades, devido à generalização do trabalho remoto e à implementação dos modelos de trabalho híbridos. Não há dúvida de que os espaços procurados são distintos, com maior presença de áreas comuns de socialização, colaboração e aprendizagem, estimando-se, assim, um novo crescimento da ocupação em 2022, que deverá retomar os níveis de actividade pré-pandemia.

No Retalho verificou-se uma gradual retoma da actividade e o regresso dos consumidores aos espaços das lojas, sendo o Comércio de Rua um dos formatos que surpreendeu pela positiva, com uma forte aposta nas lojas de bairro e proximidade, colmatando a redução de fluxos turísticos. Esta tendência deverá ter continuidade este ano, embora se antecipe uma crescente polarização no desempenho de operadores e segmentos.

Na Hotelaria o ano também foi de recuperação, mesmo que tímida, quer em termos operacionais quer de investimento, onde a actividade somou cerca de 296 milhões de euros. As taxas de ocupação mantêm-se, contudo, baixas (em torno dos 27% em Lisboa e Porto) face ao pré-Covid, mas as expectativas são para que recuperem em 2022. Ainda assim, abriram 44 novos hotéis em Portugal num total de 4.100 novos quartos, estando actualmente em construção cerca de 70 novas unidades num total de 8.500 quartos. Para 2022, espera-se uma recuperação para níveis de operação próximos da pré-pandemia e que exista um aumento significativo do interesse dos investidores por este segmento.

A JLL sublinha ainda o desempenho da Promoção Imobiliária, um sector que teve um primeiro semestre muito condicionado pela pandemia, mas que ressurgiu na segunda metade do ano. O apetite para a aquisição de terrenos e activos de desenvolvimento está a crescer e a aproximar-se dos níveis pré-Covid, incluindo quer players nacionais quer internacionais, projectos em vários segmentos e com várias escalas, alicerçados numa elevada procura por parte dos utilizadores finais.

Para Pedro Lancastre, este será um dos sectores mais promissores em 2022, uma vez que “há uma falta estrutural de oferta que é transversal a todo o sector imobiliário e, por isso, necessário resolver para que o mercado cresça”.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Arquitectura

‘Manuel Botelho – Projecto e Obra’ em exposição na FAUP

Mostra integra o programa do 40.º aniversário da FAUP e propõe um olhar alargado sobre a obra do arquitecto, antigo professor da FAUP. Inaugura a 26 de Janeiro e encerra a 9 de Março

CONSTRUIR

A Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), em parceria com a Escola de Arquitectura, Arte e Design, o Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) da Universidade do Minho e a Fundação Marques da Silva, inaugura no dia 26 de Janeiro, às 18h30, a exposição ‘Manuel Botelho. Projecto e Obra’. Encerra a 9 de Março.

A sessão de inauguração vai contar com introdução de João Pedro Xavier (director da FAUP) e intervenções de Álvaro Siza e dos comissários António Neves, Bruno Baldaia, Carlos Maia, Filipa Guerreiro e Duarte Belo (Território Manuel Botelho).

A exposição ‘Manuel Botelho. Projecto e Obra’ integra o programa do 40.º aniversário da FAUP e propõe um olhar alargado sobre a obra do arquitecto Manuel Botelho, antigo professor da FAUP. Reúne uma selecção de projectos de diferentes escalas, programas e enquadramento, bem como de objectos e escritos que integram o corpo de trabalho de Manuel Botelho. Para além de desenhos e maquetes originais, a exposição apresenta um registo fotográfico documental de um percurso pelo território de espaços construídos e de objectos do arquitecto, bem como pelos espaços do seu quotidiano, produzido por Duarte Belo (fotógrafo, arquitecto e antigo aluno de Manuel Botelho).

Com um longo percurso como docente que teve início em 1980 na Escola Superior de Belas Artes do Porto e que continua na FAUP até à sua aposentação em 2010, Manuel Botelho desenvolveu um percurso único no contexto da Escola do Porto, em grande parte devido à singularidade da sua formação. Nascido em 1939 em Rua, Viseu, Manuel Botelho cresce num ambiente rural e profundamente religioso. Prossegue estudos em Itália, primeiro no curso de Teologia Sacra, na Pontificia Università Gregoriana de Roma, onde também frequenta o curso de Filosofia, e só mais tarde – já com 32 anos de idade – se licencia em Arquitectura,  na Universidade La Sapienza de Roma A sua formação foi marcada pelo contacto com os professores Leonardo Benévolo, Bruno Zévi, Achille Bonito Oliva e em especial Ludovico Quaroni, personagens internacionalmente muito relevantes no contexto da história da arquitectura do século 20.

A par da docência, Manuel Botelho fundou o seu próprio atelier em 1984 onde desenvolve uma obra singular que inclui não só projectos de habitação e equipamentos, como também o desenho de mobiliário e objetos, entre os quais báculos para vários Bispos e Arcebispos portugueses.

A singularidade da sua obra é fruto de um particular equilíbrio entre a sua desenvoltura intelectual e um espírito instintivo e intuitivo, reflexo também da sua postura profundamente humanista e emotiva.

Esta iniciativa assinala a salvaguarda dos registos do trabalho de Manuel Botelho através do seu depósito em acervo na Fundação Marques da Silva, entidade instituída pela Universidade do Porto (na qual exerceu a carreira docente entre 1980 e 2010) e da entrega da sua biblioteca à Escola de Arquitectura, Arte e Design da Universidade do Minho. Decorre de um trabalho de identificação e inventarização da obra do Arquitecto Manuel Botelho levada a cabo pelos comissários com o apoio dos bolseiros da Universidade do Minho: Bruno Castro, João Costa e Rui Ferreira.

A mostra na FAUP dá início a um ciclo que seguirá em itinerância nas instituições parceiras e será acompanhada por mesas redondas e visitas às obras. Este processo inclui ainda o lançamento de duas publicações: uma monografia, editada pela Circo de Ideias, e um registo das visitas às obras, editado pelo Museu da Paisagem.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Engenharia

Setúbal prevê projectos de energias renováveis na ordem dos 35,5 M€

A suspensão parcial do Plano Director Municipal possibilita a concretização de dois projectos para produção de energias renováveis: uma central fotovoltaica, de 24 megawatts de potência nominal com recurso a energia solar e uma central de produção de hidrogénio verde, com 7,23 megawatts e capaz de produzir 870,6 toneladas de hidrogénio verde por ano

CONSTRUIR

A suspensão parcial do Plano Director Municipal viabiliza a concretização de dois projectos para produção de energias renováveis no concelho de Setúbal, numa área com mais de 45 hectares e num investimento superior a 35,5 milhões de euros.

Em causa, está a implementação de uma central fotovoltaica, de 24 megawatts de potência nominal com recurso a energia solar e entrega total da produção à Rede Eléctrica de Serviço Público, e uma central de produção de hidrogénio verde, com 7,23 megawatts e capaz de produzir 870,6 toneladas de hidrogénio verde por ano.

O valor do investimento na central fotovoltaica ronda os 17,5 milhões de euros, enquanto na de central de produção de hidrogénio supera os 10,6 milhões de euros, comparticipados em 5 milhões de euros por fundos comunitários, através do PO SEUR, a que acrescem 7,4 milhões de euros para a execução da componente fotovoltaica que vai gerar a energia necessária para o respetivo funcionamento.

Publicidade


A área de implementação destes projectos totaliza 45,87 hectares na zona de Poçoilos, concelho de Setúbal, e compreende um conjunto de prédios rústicos e urbanos (uso industrial) classificados no PDM em vigor, datado de 1994, mas cuja regulamentação actualmente em eficácia impossibilita a concretização de ambos os projectos, pelo que a Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quinta-feira, dia 20 de Janeiro, em reunião pública ordinária, a suspensão parcial para a área abrangida, com adopção de medidas preventivas por esta ocupação estar de acordo com a revisão do PDM de Setúbal.

Embora o município de Setúbal já tenha aprovado em Setembro de 2021 a revisão do PDM, que incorpora e adequa na planificação do território respostas a várias problemáticas ambientais e climáticas da atualidade, tendo sido elogiado em diferentes quadrantes do país, o mesmo ainda não se encontra em vigor por estar pendente de ratificação do Governo.

O novo Plano Director Municipal já introduz “um regime-regra de localização e instalação de equipamentos para a produção ou ensaio de energias alternativas não poluentes em qualquer espaço do território municipal”, pelo que, sublinha a proposta aprovada, “estes projectos vão ao encontro dessa estratégia e permitirão contribuir para a prossecução dos interesses públicos em matéria energética e climática, constituindo uma mais-valia económica e um factor de desenvolvimento local”.

A presente deliberação, que será submetida a apreciação da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região de Lisboa e Vale do Tejo, para emissão de parecer, e posterior aprovação pela Assembleia Municipal, justifica-se, por se “verificar a alteração significativa das perspetivas de desenvolvimento económico e social local”.

De realçar que a central fotovoltaica tem potência de ligação atribuída pela Direção Geral de Energia e Geologia, que a central de produção de hidrogénio, devido à comparticipação comunitária, está sujeita à programação aprovada na candidatura, com início de execução definido para Junho.

A suspensão de um plano de âmbito municipal, por iniciativa da câmara municipal, no caso, o PDM de 1994 em vigor, “pode ser determinada quando se verifiquem circunstâncias excecionais resultantes de alteração significativa de desenvolvimento económico e social local ou de situações de fragilidade ambiental incompatíveis com a concretização das opções estabelecidas no plano”.

A proposta frisa, também, que estão reunidos, assim, os pressupostos necessários para a suspensão parcial do actual Plano Director Municipal, nomeadamente do n.º 1 do artigo 13.º, os artigos 14.º e 15.º do regulamento do PDM e a alínea a) do artigo 49.º do mesmo regimento.

Em paralelo, são aplicadas medidas preventivas, “com conteúdo material adequado e necessário para a salvaguarda dos interesses público a proteger com a suspensão do Plano”, ato que, reforça a proposta, salvaguarda o efeito útil do procedimento de revisão do PDM, que se encontra já em fase de ratificação.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Empresas

Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional

As hidrófugas, as placas são resistentes a impactos, com grande capacidade de carga, capazes de melhorar o isolamento acústico e, ainda, resistência ao fogo

CONSTRUIR

A humidade continua a ser um problema comum das casas portuguesas. Fazendo jus ao propósito da Saint–Gobain “Making The World a Better Home”, a marca Placo lança no mercado nacional a gama de placas Duragyp. As placas hidrófugas (H1), resistentes a impactos e com grande capacidade de carga, são, ainda, capazes de melhorar o isolamento acústico dos edifícios. Esta gama oferece ainda uma opção resistente ao fogo, sendo classificada como tipo A1 – incombustível.

Toda a gama Duragyp inclui a tecnologia Activ’Air que transforma a poluição do ar interior em compostos inertes não prejudiciais à saúde, tecnologia com duração de pelo menos 50 anos.

As placas Duragyp adaptam-se a diversos tipos de utilização e aplicação estando aptas para tectos, divisórias e revestimentos, tanto em obra nova como em reabilitação. A gama Duragyp foi desenvolvida para ser polivalente e permitir o uso de apenas um tipo de placa em todo o projecto de qualquer sector, desde o habitacional ao hoteleiro ou comercial.

Toda a informação sobre estas soluções está disponível no “Guia de Novidades – Placas de Gesso”, um documento sobre as placas de gesso lançadas pela marca. No documento é possível encontrar informação sobre a Tecnologia Activ’Air, a Gama Duragyp, a Lisaplac, a 4PRO Activ’Air, mas também, sobre a Habito, a Aquaroc Light e a Glasroc X Load Bearing. Este Guia aborda ainda a colagem de cerâmica e pedra em placas de gesso laminado.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
praça da cidade com pessoas a caminhar e um quiosque ao fundo
Empresas

PRR: abre apoios para a Transição Digital do Comércio e Serviços

Esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias e tem uma dotação global de 52,5M€ destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais

CONSTRUIR

Arrancou a fase de manifestações de interesse de uma das medidas de apoio, dirigida ao sector do Comércio e Serviços, incluída na componente Empresas 4.0 do âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pelo fundo europeu Próxima Geração UE – Next GenerationEU.

A medida tem uma dotação global de 52,5 milhões de euros destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais, que integram a componente Empresas 4.0 e visam o apoio à incorporação de tecnologia nos modelos de negócio das empresas.

Este programa possibilitará o acesso a diferentes tipologias de investimento, numa combinação entre proximidade e incorporação tecnológica, podendo os projectos incidir sobre o espaço físico e urbano, mas também recorrer a modelos de intervenção baseados em tecnologia digital, o que se afigura importante para a promoção da competitividade e resiliência destes sectores e dos territórios onde se inserem.

Esta primeira fase vai decorrer entre 24 de Janeiro e as 19h00 do dia 31 de Março de 2022, estando mais informações disponíveis aqui.

Sob a forma de subvenção a fundo perdido, esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias, sendo valorizada esta última tipologia de candidatura.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Câmara de Setúbal adjudica DST para obras no Forte de São Filipe

Esta intervenção diz respeito à segunda fase e visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes

CONSTRUIR

A adjudicação da segunda fase de uma intervenção de reforço da encosta do Forte de São Filipe foi aprovada em reunião pública de Câmara Municipal de Setúbal à empresa DST – Domingos da Silva Teixeira. Num investimento superior a quatro milhões de euros, a empreitada tem um prazo de execução de 480 dias.

Esta intervenção resulta dos resultados da primeira fase da obra de consolidação da encosta do Forte de São Filipe, durante a qual, até Janeiro de 2019, foram realizados ensaios prévios de ancoragens que determinaram a necessidade de efectuar a revisão da solução de estabilização proposta no projeto de execução.

As alterações dizem essencialmente respeito, entre outros, à carga de tracção a instalar nas ancoragens definitivas, que, por incapacidade geológica-geotécnica do maciço, terão forçosamente de acomodar valores inferiores aos inicialmente previstos.

Publicidade


Além disso, devem ser considerados indícios da existência de superfícies de deslizamento mais profundas na informação dos inclinómetros instalados recentemente e incluídos trabalhos de reforço estrutural do torreão e do caneiro localizado na zona oeste e de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

No seguimento do parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), de Julho de 2019, o projecto foi ainda complementado com a definição ao nível da estimativa de quantidades da eventual solução de estabilização a implementar para as muralhas do pátio localizado na zona poente e com a inclusão de instrumentação na zona poente da muralha.

O projecto contemplou, igualmente, a alteração da descrição do faseamento construtivo e a inclusão de informação geotécnica referente à execução de trabalhos relativos à primeira fase da intervenção.

A segunda fase da intervenção visa garantir a estabilidade da encosta, com a execução de trabalhos de reforço estrutural do torreão, do caneiro localizado na zona oeste e de trabalhos de melhoramento da durabilidade das muralhas com o preenchimento das fendas existentes.

A empreitada tem o suporte de candidatura do POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, cujo financiamento é de 75%, sendo que o Estado comparticipa os restantes 25%, nos termos constantes de um protocolo firmado com o município de Setúbal.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
ifrru 2021
Construção

IFRRU potenciou 1084 M€ para reabilitação urbana em 2021

IFRRU 2020 bate recorde em 2021 com 307M€ de investimento em reabilitação urbana, tendo terminado o ano com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 M€ de investimento para a reabilitação de edifícios

CONSTRUIR

O IFFRU 2020 conseguiu, em 2021, o melhor resultado de sempre, ao atingir 307 milhões de euros de investimento contratado em reabilitação urbana, superando assim o ano pré-pandemia de 2019.

O ano de 2021 terminou com um total acumulado de 360 contratos assinados, que correspondem a 1084 milhões de euros de investimento para a reabilitação integral de edifícios e melhoria do seu desempenho energético.

Após a reabilitação, 162 destes edifícios terão uso habitacional, sendo os restantes 182 destinados a actividades económicas e 16 a equipamentos de utilização colectiva abrangendo equipamentos culturais públicos e sociais e de apoio social bem como as residências para estudantes. Na sua maioria (281) os projectos são promovidos por empresas e os restantes por particulares, IPSS e Câmaras Municipais.

Publicidade


Com já 101 edifícios reabilitados, os projectos em execução localizam-se nas Áreas de Reabilitação Urbana, delineadas pelos respectivos Municípios, garantindo-se, assim, o seu alinhamento com a política urbana local, sendo já 82 os Municípios das várias regiões do país com financiamentos IFRRU 2020.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector da construção, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias da Construção em Portugal. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.