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Academia APEMIP lança formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário”

As primeiras sessões do curso estão agendadas para 27 de Outubro e 15 de Novembro deste ano, e terão como formador Massimo Forte

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As primeiras sessões do curso estão agendadas para 27 de Outubro e 15 de Novembro deste ano, e terão como formador Massimo Forte

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A Academia APEMIP pretende continuar a investir na profissionalização do sector imobiliário, através do lançamento da nova formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API)”, que garante a aquisição e a actualização de conhecimentos essenciais ao exercício da actividade.

Um dos principais objectivos da actual direcção da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) passa por garantir que a profissionalização do sector seja cada vez mais uma realidade, através de uma oferta formativa actual e adequada às necessidades e expectativas dos profissionais do sector.

“A formação é indispensável para que as empresas do sector sejam bem-sucedidas, não só a nível de desenvolvimento profissional como pessoal. Este novo curso destina-se a todos os agentes imobiliários de Portugal. Os clientes estão mais informados e exigentes, por isso é importante ter uma formação à altura. Os profissionais que querem ser úteis devem preparar-se para este nível de exigência”, revela Paulo Caiado, presidente da APEMIP.

A nova formação de “Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API)" pretende enriquecer os formandos com as melhores práticas do sector imobiliário através do conhecimento do código deontológico e da Lei da Mediação Imobiliária. Neste sentido, serão abordados os direitos e deveres dos agentes imobiliários, assim como a importância da construção de uma relação sólida com os intervenientes no processo de transação de um imóvel (clientes e parceiros).

As primeiras sessões do curso estão agendadas para 27 de Outubro e 15 de Novembro deste ano, e terão como formador Massimo Forte reconhecido no mercado da mediação imobiliária como um profissional de referência.

A oferta formativa da Academia APEMIP pretende suprir as necessidades e cumprir os objectivos dos profissionais do sector imobiliário, garantindo o reconhecimento de todos os cursos pelo Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), entidade reguladora do sector da construção e do imobiliário, e pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), instituição responsável pela certificação de entidades formadoras.

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SPX fecha negócio com CGD

Dona do The Keys, fecha negócio com a CGD para aquisição de créditos hipotecários garantidos por activos para promoção de habitação turística, com a intenção de reforçar a sua presença neste empreendimento do Algarve

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A SPX – International Asset Management, fechou negócio com a Caixa Geral de Depósitos para reforçar a sua presença na exclusiva Quinta do Lago. Em causa estão créditos hipotecários garantidos por dois terrenos para promoção imobiliária que ocupam uma área total de 7,6 hectares dentro daquele resort algarvio.

Destinados a uso turístico-residencial, os terrenos dados em garantia dos créditos hipotecários adquiridos somam um potencial construtivo de 45.600 m² (28,200 m² +17,400 m²), que se juntam aos 45.000 m² já detidos pela SPX neste complexo localizado em Almancil. Estão assim criadas as possibilidades de expansão das actuais 72 unidades do The Keys, para mais 850 novas camas.

O lote designado AL1 fica localizado na zona Norte da Quinta do Lago, exibindo um potencial construtivo de 28.200 m² acima do solo e a criação de até 500 camas; enquanto o lote ET3, junto ao complexo multidesportivo “The Campus”, totaliza um potencial construtivo de 17.400 m² e mais 350 camas.

À semelhança do que aconteceu com a aquisição do The Keys, a concretização do negócio contou com o apoio da JLL ao longo de todo o processo, sendo que a consultora foi responsável pelo processo de buyside advisory com serviços de DD comercial e técnica, valorização e estratégia de desenvolvimento, sendo a SPX também novamente apoiada na área jurídica pela equipa da Morais Leitão, coordenada pelo sócio João Torroais Valente, do departamento de Corporate Real Estate.

“Este negócio vem colocar em evidência o continuado interesse dos investidores pelo mercado português de resorts, onde ao longo dos últimos doze meses foram já investidas várias centenas de milhões de euros na aquisição de activos para promoção. Entrando no mercado português com um investimento inicial de mais de 95 milhões de euros na compra do The Keys, com estas novas aquisições a SPX torna-se definitivamente um nome incontornável nesta indústria em Portugal e, em particular, na Quinta do Lago que, como atesta esta operação, há quase cinco décadas que se mantém no topo da lista dos investidores no Algarve”, reitera Gonçalo Santos, Head of Capital Markets da JLL.

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Prometheus International vende dois imóveis na Madeira em criptomoeda

O negócio no valor de 4,1M€ foi pago em criptomoeda, a primeira vez que isso acontece no nosso país, marcando o início da revolução blockchain em Portugal

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As duas primeiras propriedades dos projectos costeiros Aurora e Saudade localizadas na ilha da Madeira, no valor total de 4,1 milhões de euros, foram vendidas em Portugal pela Prometheus International. E a notícia podia ficar por aqui não fosse o caso de o negócio ter sido concretizado em criptomoeda, o que faz dele o primeiro do seu género no país.

Priyesh Patel, CEO da Prometheus, revelou que a empresa fechou um acordo, em Agosto, para vender duas casas de luxo, pagas com a criptomoeda Cardano. A empresa desenvolveu novos protocolos que permitem a integração desta nova área de mercado nos seus requisitos internos KYC (“Know Your Costumer”) para concluir a transacção em euros antes do registo e torná-la assim compatível com as leis europeias.

A posse dos imóveis também estará disponível como um NFT (Token Não-Fungível), permitindo que os futuros proprietários revendam as propriedades com apenas um clique, através da tecnologia Blockchain. A equipa jurídica da Prometheus garantirá que as transferências e os registos de propriedade estejam em conformidade com toda a legislação aplicável, até que os governos adotem a tecnologia blockchain nos seus processos.

O projecto “The Royal Blockhouse”

O promotor internacional tem em curso o The Royal Blockhouse, um projecto em conjunto com alguns dos maiores influencers europeus neste espaço, “conjugando dois aspectos da revolução blockchain: as infraestruturas NFT e Blockchain, sendo esta a primeira do género no mundo imobiliário”, refere a empresa em comunicado.
“O Royal Blockhouse consiste num conjunto de vivendas internacionais de luxo, projectadas por arquitectos da Prometheus, escandinavos e portugueses. Estarão disponíveis em locais idílicos em todo o mundo dentro de um mês, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo”, avança a Prometheus.

As moradias serão totalmente geridas na blockchain, desde as funcionalidades smart home, o licenciamento, direitos de propriedade, aluguer, taxas, tecnologia, acessos, pagamentos, condomínio, entre outros.

“Os investidores poderão adquirir propriedades de luxo em grupo e ganhar dinheiro com as rendas, detendo tokens que representam uma parte de uma propriedade. Isto permitirá aproveitar os fluxos de receita provenientes das rendas sem a necessidade de comprar o activo subjacente pelo preço total”, explica a promotora.

A Prometheus centra actualmente a sua actividade em Portugal na Madeira, definindo-se como uma empresa que tem como missão “garantir a construção de imóveis de luxo da mais elevada qualidade, integrando inovação, tecnologia inteligente e produtos de qualidade superior para criar os imóveis mais bonitos do planeta”.

O processo inclui a escolha dos locais, gestão do projeto de arquitetura, a construção, a integração de funcionalidades Smart Home até à entrega do produto final ao cliente – mobilado e pronto a ocupar. “O cliente entra na sua casa pela primeira vez como se estivesse a entrar num hotel de luxo”, explica o CEO da Prometheus, que só fabrica produtos que obedeçam a padrões muito elevados. A empresa chama à sua abordagem Architecture for a Life Worth Living.

A empresa tem actualmente cinco empreendimentos imobiliários de luxo na Madeira, estando outros em desenvolvimento. Estes projectos têm “um nível de execução e acabamento sem paralelo na região”, afirma o CEO da Prometheus. Os projectos Aurora e Interestelar, na Calheta, e o projecto Saudade, na Ponta do Sol, têm entrega prevista para 2022, num valor total superior a 15 milhões de euros. Dois outros projectos na região da Calheta, Valhalla, estão em fase de desenvolvimento, juntamente com o Royal Blockhouse definido para implantação em Portugal.


Saudade


Aurora

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Habitação: “Procura estrangeira duplicou desde 2012 e já representa perto de 11%”

Dados constam do estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL, com os principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia e com uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve

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A oferta habitacional estagnou na última década, apresentando um aumento residual (apenas 1%) de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021, segundo o estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL. Sabe-se, ainda, que apenas cerca de 1/3 deste stock tem menos de 20 anos e que a necessidade de reabilitação é ainda evidente, apesar da dinâmica dos últimos anos.

Simultaneamente, a procura encontra-se em níveis máximos, alinhados com o anterior pico do mercado, mas com um perfil mais diversificado dada a atractividade do país para compradores internacionais. “Se em 2012, a presença da procura estrangeira não chegava aos 5% dos fogos vendidos, em 2020 a JLL estima que esta quota tenha duplicado e esteja próxima dos 11%”, estima o mesmo estudo.

O estudo é um guia aprofundado dos principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia, além de apresentar uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve. Em cada uma destas regiões são identificadas as principais zonas com caracterização em termos de segmentos e posicionamento do mercado, evolução de valores de venda e renda nos últimos três anos, nacionalidade de comparadores e tipologias com maior procura.

Oferta vs Procura = Desequilíbrio 

A oferta mantém-se aquém desta procura, com o número de casas vendidas na última década a ficar 40% abaixo do período homólogo, apesar do aumento muito significativo (76%) do volume de vendas nos últimos cinco anos. Este desequilíbrio entre oferta e procura impulsionou o aumento dos valores de venda. Numa análise macro, o ticket médio de venda cresceu 25% na última década. Por outro lado, esta espiral de crescimento, aliada às restrições ao crédito à habitação uma vez que a necessidade de capitais próprios é muito elevada, conjugada com alterações do perfil das famílias e de estilo de vida, tornaram o mercado de arrendamento uma verdadeira opção de habitação com enorme potencial de desenvolvimento.

O estudo ‘Living Destination’ inclui, ainda, uma síntese dos principais factores sociodemográficos subjacentes à transformação do sector residencial. Nos últimos 30 anos, a par do envelhecimento da população (estima-se que a percentagem de população com mais de 80 anos tenha mais que duplicado entre 1991 e 2021), o perfil das famílias também sofreu alterações significativas. Ao mesmo tempo que aumentou o número de agregados (+32% em 30 anos), a sua dimensão média tem vindo a reduzir, acompanhada por uma diversificação face ao conceito de “família tradicional”. As famílias monoparentais duplicaram representando 12% das famílias em 2021, enquanto os agregados de uma só pessoa aumentaram de 13% para 21% entre 1991 e 2021.

“Estas dinâmicas exigem, assim, uma adaptação do produto residencial à realidade das novas famílias e dos novos compradores. Existe um potencial de desenvolvimento do sector, quer por meio da renovação e reabilitação do stock existente, quer através de novos projectos, de modo a alinhar as expectativas e os requisitos da procura e diminuir a pressão sobre os preços.”, sublinha Joana Fonseca, Head of Strategic Consultancy & Research da JLL.

Patrícia Barão, head of Residential da JLL, sublinha que “a pandemia colocou a casa no centro da nossa vida e enfatizou a canalização de investimento para o mercado residencial. Os preços mantiveram-se muito resilientes e embora haja uma desaceleração do seu crescimento, bons projectos em localizações estratégicas continuam a ser muito atractivos quer para o mercado doméstico quer para o internacional. A quota internacional da JLL é de 40% e nos projectos da JLL o ritmo e valores de venda tem sido bastante positivo mesmo no contexto pandémico. A diversificação e o aumento da oferta de modo a abranger um leque mais diversificado de compradores e produtos é uma grande oportunidade, pelo que antevemos que este segmento continue a ter um desempenho muito positivo no futuro”.

Deste modo, o estudo da JLL enfatiza que este aumento da oferta terá que, por um lado, responder a funções mais abrangentes das habitações que permitam a coexistência de funções e que preencham as diferentes necessidades dos vários ocupantes e, por outro, por uma maior dispersão geográfica.

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Mercado de escritórios no Porto em recuperação

A recuperação deste segmento da “cidade Invicta” é impulsionada pelas transacções realizadas na CBD Boavista. A Savills mantem a expectativa para o último trimestre do ano em alta, face ao desfecho de negócios que estão pendentes

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“Em Agosto e Setembro, o mercado de escritórios do Porto apresentou um volume de absorção superior quando comparado com o ano anterior. Com um aumento de 7% no total de área absorvida, perspectiva-se que até ao final do ano esta tendência continue a verificar-se”, revela a research da Savills.

Relativamente ao total acumulado de metros quadrados ocupados, o mercado do Porto em 2021 mantém-se inferior ao período homólogo. Contudo, as transacções realizadas na CBD Boavista, que representam 55% do total do volume de absorção de Setembro, tiveram um impacto no aumento dos metros quadrados ocupados.

Segundo a Savills “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 40 operações, mais 6 do que 2020. No entanto, a área contratada em média foi de 762 m2, enquanto, em 2020, foi de 1.120 m2. A CBD Boavista continua a ser a zona de mercado que apresenta o maior número de operações. A CBD Baixa também apresentou mais operações do que nos dois anos anteriores, revelando que o centro do Porto mantém a atractividade para o perfil dos ocupantes”.

Assim, comparativamente ao período homólogo, os primeiros nove meses de 2021 revelaram um crescimento no número de transacções fechadas no mercado de escritórios do Porto, com mais 6 operações. Em Setembro de 2021, a transacção com maior destaque foi a do SynLab que ingressou no mercado, ocupando praticamente 3.210 m2 na zona 3.

No que diz respeito a 2021, as três zonas que apresentaram um maior volume de absorção foram, por ordem crescente, a Zona de Expansão, com 3.463 m2, a Out of Town, com 10.436 m2 e a CBD Boavista com 12.954 m2.

“As zonas centrais continuam a ser as mais apreciadas pelo perfil dos ocupantes. Apesar do Porto ter um enorme potencial de crescimento na periferia da cidade Invicta, a CBD Boavista e CBD Baixa apresentam qualidades que são apreciadas por ocupantes de qualquer sector de actividade, principalmente para as empresas que procuram uma maior visibilidade e que dão prestígio à zona em questão”, sublinha Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “A expectativa para o último trimestre do ano é muito positiva, com o desfecho de negócios que estão pendentes há alguns meses”, prevê a responsável.

Relativamente a áreas contratadas, em 2021, as mais predominantes contavam com zonas entre os 150 e os 300 m2. No entanto, o intervalo que apresentou maior quota de mercado foi entre os 801 e os 1.500 m2, representando 24% do total acumulado de 2021.

O sector de Construção e Imobiliário foi o que teve um maior crescimento percentual, contando com um aumento de 234%. No entanto, a categoria de “Outros Serviços” é a que apresenta um maior volume de absorção em 2021 no mercado de escritórios do Porto, devido a uma operação de quase 7.000 m2 de um operador de logística. Uma nota menos positiva vai para o sector de TMT’s & Utilities, que teve um decréscimo de praticamente 95%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

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A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

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Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

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A Turismo Fundos, em colaboração com a Turismo do Centro de Portugal e com as Câmaras Municipais da Marinha Grande, Vila Velha de Rodão, Figueira da Foz e Alenquer, vai promover a realização de quatro sessões de esclarecimento, com o objectivo de dar a conhecer o Fundo e as condições dos concursos para a exploração de cada imóvel. Desta forma o organismo espera “proporcionar às empresas o acesso à informação relevante para formalizarem correctamente as suas candidaturas”.

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. Na Marinha Grande estão em aberto os concursos do Chalet de São Pedro e da Casa do Pinheiro Manso. Em Vila Velha de Rodão está a concurso o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo. A Casa Florestal de Sul e a Antiga Sede da Administração Florestal são os concursos abertos na Figueira da Foz e o sexto imóvel a concurso é Edifício Florestal da Abrigada, localizado em Alenquer.

Os interessados em participar terão que se inscrever na plataforma “Evenbrite” (inscrição obrigatória e gratuita). As sessões, online, realizam-se entre os dias 25 a 27 de Outubro e as candidaturas à exploração dos imóveis terminam a 19 de Novembro.

Sessão do dia 25 10H Marinha Grande

Sessão dia 25 15H Vila Velha de Rodão

Sessão dia 26 10H Figueira da Foz

Sessão dia 27 10H Alenquer

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Preços das casas aumentaram 9,5% desde o início da pandemia

A subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Nesse mês a valorização acumulada foi de 3,5%, em Junho atingiu os 7,2%, acelerando para os 9,5% agora em Setembro

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Os preços de venda das casas em Portugal continental aumentaram 9,5% desde o início da pandemia, em Março de 2020. A conclusão é da Confidencial Imobiliário, que acaba de lançar o seu mais recente Índice de Preços Residenciais.

“Após um período de estabilização no primeiro ano de pandemia, com variações acumuladas que não foram muito além dos 2,0%, a subida dos preços no período pós-Covid tem vindo a ganhar ritmo desde Abril passado. Assim, se nesse mês a valorização acumulada desde Março de 2020 era de 3,5%, no final do Junho esse indicador atingia já os 7,2%, acelerando para os 9,5% registados agora em Setembro”, refere a análise.

Em termos mensais, os preços das casas em Setembro de 2021 aumentaram 0,9%, numa diferença marginal face à variação mensal de 0,6% observada quer em Junho quer em Julho. Decorrente deste registo de variações mensais residuais, o 3º trimestre acumula uma variação trimestral de 2,1%, em desaceleração face aos 4,5% registados no 2º trimestre.

Em termos homólogos, os preços subiram 9,4% em Setembro, indicador que fica quase 7 pontos percentuais acima dos 2,6% de subida homóloga observados no início deste ano.

O preço médio de venda das casas em Portugal Continental atingiu os 1.895€/m2 no 3º trimestre de 2021, ficando em 2.438€/m2 na Área Metropolitana de Lisboa, 1.905€/m2 na Área Metropolitana do Porto e 2.032€/m2 no Algarve.

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Century 21 Portugal realiza parceria com TaskRabbit

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher que podem utilizar em serviços da TaskRabbit

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A Century 21 Portugal acaba de efectuar uma parceria com a empresa do grupo IKEA, a TaskRabbit, que é uma plataforma agregadora de técnicos locais, denominados taskers, que prestam serviços especializados para resolver qualquer tarefa relacionada com a vivência ou manutenção de uma casa. Este novo acordo de parceria permite disponibilizar todo o apoio necessário para que os clientes da marca poupem tempo, trabalho e evitem preocupações com as tarefas domésticas.

Depois da decisão de comprar ou arrendar uma casa, inicia-se outra etapa para adaptar, personalizar o imóvel e transformá-lo num lar. Entrar numa nova habitação implica mudanças, instalações e muitas horas de bricolage e estas são tarefas para as quais nem todos sentem habilidade, paciência ou disposição. Por isso, montagem de mobiliário, reparações, mudanças ou transporte de bens, limpeza, pintura, instalações eléctricas, canalizações, jardinagem ou assistência pessoal são alguns dos serviços apresentados nesta plataforma digital colaborativa, que a Century 21 Portugal disponibiliza agora aos seus clientes, através desta parceria. A TaskRabbit junta-se, assim, ao amplo grupo de parceiros da Century 21 Portugal, como a Galp, La Redoute, Vodafone ou Robbialac, que facultam serviços complementares de bricolage, decoração, energia, comunicações, entre outros, aos clientes da marca.

No âmbito desta nova parceria, todos os clientes que vendam, comprem ou arrendem um imóvel na rede Century 21 Portugal passam a ter um voucher de  20 euros que podem utilizar em serviços da TaskRabbit. Para além disso, todos os utilizadores que se registarem na App Century 21 recebem um bónus de 10 euros no primeiro serviço.

Fundada há treze anos, nos Estados Unidos, e adquirida pela IKEA em 2017, a TaskRabbit opera ainda no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Com este novo acordo, a TaskRabbit também aumenta a sua expansão nacional, através das sinergias criadas com a rede Century 21 Portugal.

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​Janno de Haas nomeado chairman da MVGM global

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro

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Janno de Haas foi nomeado para presidente do Conselho de Administração do grupo MVGM, especialista em gestão imobiliária na Europa, e que está presente em Portugal desde 2019. O novo responsável assume funções a 1 de Novembro.

Esta é a primeira alteração neste cargo desde a fundação da empresa com sede na Holanda, e enquadra-se na estratégia que tem conduzido o grupo a um crescimento exponencial nos últimos anos, com o objectivo de conquistar a liderança no mercado de gestão imobiliária.

Recorde-se que, em 2019, a MVGM adquiriu o negócio de Property Management da JLL e deu as boas-vindas a mais de 500 novos trabalhadores de 10 países, integrando 20 novos escritórios e expandindo-se para novos mercados.

Eddy Smit, cofundador e accionista da MVGM, até aqui presidente do Conselho de Administração da companhia, assume o cargo de presidente do Conselho Fiscal do grupo MVGM.

“Janno de Haas traz muito conhecimento e experiência internacional, entusiasmo, compromisso e uma nova perspectiva sobre o negócio da Gestão Imobiliária, onde a inovação é indispensável. Trabalharemos juntos para continuar a entregar resultados”, afirma Eddy Smit.

Janno de Haas, de 50 anos, soma 15 anos de experiência na gestão de grandes organizações em diversos sectores, tendo passado por grupos como Intergas, Den Braven e Philips Healthcare.

O Grupo MVGM tinha já reforçado o seu Conselho de Administração com a nomeação, no início de 2020, de Maarten de Haas como director executivo europeu, e de Susi Kaml como directora financeira.

Em Portugal, a equipa da MVGM é liderada por Miguel Kreiseler e constituída por cerca de 40  especialistas imobiliários com mais de 20 anos de experiência e gere um portefólio com mais de 850 mil metros quadrados e um valor estimado de 1.100 milhões de euros.

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Mercado de escritórios de Lisboa com aumento de 37% do volume de absorção

Análise da Savills avança que, nos primeiros noves meses do ano, o segmento da capital já superou os 80.600 m2, e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2

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O mês de Setembro de 2021, apesar de ainda não ter atingido os níveis pré-pandémicos, até Setembro, Lisboa apresentou um desenvolvimento positivo, quando comparado com o período homologo, contabilizando um volume de absorção de 6,341 m2.

“A ocupação do mercado de escritórios em 2021 já superou os 80.600 m2 e espera-se que, até ao fim do ano, possa alcançar os 120.000 m2. Ainda que o total acumulado relativamente ao período homologo do ano anterior tenha apresentado um decréscimo de 21%, espera-se que o último trimestre tenha muita actividade e que os tomadores de decisões devem agir em conformidade com as operações que se encontravam em stand-by”, avança a Savills.

Segundo a consultora internacional, “a zona 5 (Parque das Nações), com 23.233 m2 de volume de absorção, continua a zona de mercado com maior atractividade, seguida pela zona 7 (Outras zonas) com 15.634 m2 e a zona 2 (CBD) com 12.775 m2.” No entanto, o maior destaque da Savills vai para a Zona Histórica e Beira Rio, “que apresentou uma variação de 534% face a 2020, devido à transacção da Evolution Gaming que ocupou o edifício Atelier na totalidade, com cerca de 1.522 m2”.

Assim, “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 93 operações, com a zona CBD apresentar o maior dinamismo, contabilizando 28 negócios realizados, apenas menos 1 transacção fechada comparativamente ao ano 2019 e o dobro das operações quando comparada com o ano 2020. Na totalidade do mercado, com um aumento de praticamente 29% do número de negócios fechados face a 2020, o mercado de escritórios de Lisboa continua a apresentar-se resiliente e atractivo”, sublinha a Savills.

Na sua análise a consultora aponta o sector de actividade das TMT’s e de Utilties, como aquele que apresenta uma maior percentagem no volume de absorção do mercado de escritórios de Lisboa, cerca de 27% do total.
“A pandemia trouxe muitos desafios para as empresas de todos os sectores de actividade. No entanto, o sector das áreas mais tecnológicas foi presenteado com oportunidades que resultaram na expansão de muitas empresas. É também importante realçar o aumento de 92% do volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa, sendo que 58% dessas novas empresas são do sector das TMT’s”, justifica a Savills.

O volume de absorção de novas empresas na região de Lisboa também se encontra com níveis superiores a 2019 e 2020. Em 2019, entre Janeiro e Setembro foram contabilizadas 21 empresas que entraram no mercado de Lisboa, sendo que em 2021, houve menos 5 transacções. No entanto, a área média de 2021 atingiu os 836 m2 enquanto que, em 2019, a área média foi de 541 m2.

“Os sinais de resiliência são cada vez mais evidentes para a cidade de Lisboa. O mercado ocupacional, gradualmente, vai voltando à normalidade e espera-se que todas as operações que se encontram em aberto sejam em breve concluídas. Lisboa sempre foi uma cidade atractiva para o estabelecimento de empresas que queiram expandir-se internacionalmente, pelas diversas valências que lhes são proporcionadas”, explica Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “Neste sentido, e confirmando esta tendência, o apetite de empresas em ingressar no mercado de Lisboa é notório e cada vez mais evidente com o levantamento das restrições inerentes à Covid-19. O levantamento das restrições também estão a originar restruturações internas das empresas, o que levam muitas vezes à mudança de edifício”, conclui.

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