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Revive Natureza realiza sessões de esclarecimento para promover concursos

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

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No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. As sessões decorrem entre os dias 25 e 27 de Outubro e o prazo de candidatura aos imóveis termina a 19 de Novembro

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A Turismo Fundos, em colaboração com a Turismo do Centro de Portugal e com as Câmaras Municipais da Marinha Grande, Vila Velha de Rodão, Figueira da Foz e Alenquer, vai promover a realização de quatro sessões de esclarecimento, com o objectivo de dar a conhecer o Fundo e as condições dos concursos para a exploração de cada imóvel. Desta forma o organismo espera “proporcionar às empresas o acesso à informação relevante para formalizarem correctamente as suas candidaturas”.

No centro das atenções vão estar os seis imóveis, cujos os concursos de exploração se encontram a decorrer. Na Marinha Grande estão em aberto os concursos do Chalet de São Pedro e da Casa do Pinheiro Manso. Em Vila Velha de Rodão está a concurso o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo. A Casa Florestal de Sul e a Antiga Sede da Administração Florestal são os concursos abertos na Figueira da Foz e o sexto imóvel a concurso é Edifício Florestal da Abrigada, localizado em Alenquer.

Os interessados em participar terão que se inscrever na plataforma “Evenbrite” (inscrição obrigatória e gratuita). As sessões, online, realizam-se entre os dias 25 a 27 de Outubro e as candidaturas à exploração dos imóveis terminam a 19 de Novembro.

Sessão do dia 25 10H Marinha Grande

Sessão dia 25 15H Vila Velha de Rodão

Sessão dia 26 10H Figueira da Foz

Sessão dia 27 10H Alenquer

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Sector fintech na Europa recebeu 20MM de euros em capital de risco até Outubro

Análise da Savills aponta que o mercado português está bem posicionado para o desenvolvimento e crescimento deste segmento, que alia serviços financeiros à inovação tecnológica

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Nos 9 primeiros meses de 2021, registou-se um volume de investimento de capital de risco de mais de 20 mil milhões de euros, face aos cerca de 7 mil milhões aplicados na totalidade do ano 2020, aponta análise da consultora imobiliária internacional Savills. Só nos últimos 3 anos, o volume de consumidores europeus que pretendem passar a usar exclusivamente serviços bancários digitais subiu de 49% para 62%.

As fintech, empresas que conjugam serviços financeiros com inovação tecnológica, tirando partido do desenvolvimento dos dispositivos móveis e que facilitam os processos de pagamento digitais, estão a reconfigurar os mercados dos serviços financeiros, mas não só.

O desenvolvimento e consequente amadurecimento do segmento de fintech tem actuado como um factor-chave no crescimento do comércio electrónico, facilitando as transacções comerciais. Poderá, assim, prever-se que quanto mais este segmento crescer, mais se desenvolverá, proporcionalmente, o e-commerce.

Por seu lado, o desenvolvimento do segmento de fintech na Europa tem também, de acordo com a Savills, sido alimentado por outro fenómeno em crescendo: o green financing, ou “financiamento verde”. Este é um modelo de financiamento cujo foco incide sobre projectos que tenham como objectivo a protecção e sustentabilidade ambiental, reflectindo as preocupações que têm marcado a agenda mundial e procurando dar resposta às cada vez mais presentes exigências de sustentabilidade por parte dos investidores. Deste modelo de financiamento são exemplo: empreendimentos relacionados com as energias renováveis, prevenção de poluição, conservação da biodiversidade, economia circular e a utilização sustentável dos recursos naturais.

De acordo com o European Fintech Occupier Index 2021, produzido pela consultora imobiliária internacional, que analisa os principais 24 mercados europeus, Londres é a cidade que mais investimento consegue atrair para o segmento de fintech, posição que também alcançou na análise de 2020. Nos últimos cinco anos, o segmento londrino de fintech captou mais de 18 mil milhões de euros em capital de risco.

Paris e Berlim aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente, na análise realizada este ano. Amesterdão, de 2020 para 2021, subiu da 10.ª para a 4.ª posição da tabela, e apresenta-se na liderança do green financing na Europa. No final do Top 5, aparece a cidade irlandesa de Dublin. Londres, Paris e Madrid são as cidades europeias que registam os níveis mais elevados de emprego no sector fintech e os maiores volumes de produção económica nesse segmento.

No topo da lista de prioridades dos ocupantes de imobiliário da área de fintech está a atracção do melhor talento a preços mais acessíveis, visto que cerca de 55% dos custos totais das empresas prendem-se com despesas com colaboradores.

De acordo com dados da empresa norte-americana Glassdoor, das 24 cidades europeias abrangidas pelo índice da Savills, Lisboa aparece como a terceira em que os custos com o emprego de um programador de software são mais reduzidos, perto dos 35 mil euros por ano. A Savills aponta que uma das grandes preocupações das empresas fintech se prende com a atracção dos melhores profissionais da área da tecnologia com o melhor equilíbrio custo-benefício, pois as despesas com funcionários representam mais de metade dos gastos totais das empresas. Assim, Portugal posiciona-se como um dos países europeus que melhores condições oferecem à fixação e desenvolvimento de empresas fintech.

Para as empresas de fintech que estejam a equacionar a radicação em Portugal, o país oferece profissionais altamente qualificados no sector das Tecnologias da Informação. De importante menção é, também, a crescente e reconhecida qualidade do sistema de ensino superior nacional, que tem colocado Portugal nos rankings internacionais de instituições universitárias.

Em termos comparativos, um engenheiro informático na Europa poderá custar à empresa empregadora uma média máxima de 67 mil euros por ano, ao passo que nos Estados Unidos da América esse valor pode ultrapassar os 100 mil euros/ano.
Na União Europeia, ao longo da última década, o crescimento dos salários de profissionais de fintech tem vindo a desacelerar. Contudo, o custo de vida é também uma motivação significativa. Nesta métrica, Portugal adquire vantagem sobre a maioria dos outros mercados europeus em análise.

Dados da Savills mostram que Lisboa figura no 5.º lugar da tabela dos países com menor custo por metro quadrado de escritório, ficando atrás de Bucareste, Praga, Varsóvia e Atenas. Estes dados mostram que Portugal se encontra bem posicionado para captar quer o interesse das empresas de fintech, quer potenciais colaboradores para esse segmento.

“O nosso país se apresenta como um destino europeu muito atractivo para o estabelecimento de empresas fintech. Portugal oferece um full package extremamente interessante, aliando um custo de vida abaixo da média europeia a um clima de estabilidade política e paz social e a uma contínua aposta na conectividade através do desenvolvimento das áreas da Inovação e da Tecnologia”, refere Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

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Real Forte III conta com “mais de 80% de vendas realizadas”

Segundo a Remax Maxgroup Time, responsável pela comercialização do empreendimento, que, nos últimos meses, tem registado grande sucesso no mercado. A sua conclusão está prevista para o 1º semestre de 2022

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O empreendimento Real Forte III, gerido pela Norfin, e cuja comercialização está a cargo da Remax Maxgroup Time, conta já com mais de 80% de vendas realizadas, correspondendo a 42 habitações da sua totalidade, avançou em comunicado a mediadora.

Situado no centro histórico de Sacavém, muito próximo do Parque das Nações e a menos de três quilómetros de distância do Aeroporto Internacional de Lisboa, o Real Forte III, com cerca de 22,4 mil m2 de construção implantado num terreno de mais de 1,2 hectares, é o culminar de um grande projecto de requalificação desta freguesia.

Este empreendimento é constituído por cinco a sete pisos acima do solo e um piso em embasamento semienterrado. Os pisos superiores destinam-se aos espaços de habitação dos 49 fogos de tipologias T2, T3 e T4 e o piso 0 incorpora os sete espaços comerciais do edifício. O embasamento inclui as áreas de parqueamento afecto à habitação com 124 lugares e, ainda, 106 lugares de parqueamento destinados ao comércio, sendo que o acesso a estes últimos é feito através de uma entrada própria.

“Temos reparado, ao longo dos últimos meses, no grande sucesso que este empreendimento tem sido no mercado. Do total das reservas, mais de 75% foram fechadas pela nossa equipa da Remax Maxgroup Time. Estes dados não só comprovam o desejo de compra e a qualidade deste projecto, como também demonstram o grande know-how e experiência dos nossos consultores na área dos empreendimentos”, afirma Luís Silva do Maxgroup. A comercialização deste empreendimento é da responsabilidade da equipa do consultor Vítor Lourenço.

A conclusão do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2022.

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JLL instala novos armazéns da Enerre em Vale da Rosa

Com o objectivo de ampliar a capacidade de armazenagem, a empresa arrendou uma área de 3.000 m² nesta zona empresarial situada em Setúbal

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A equipa de Leasing Markets Advisory da JLL representou Cimobin no arrendamento à Enerre das suas novas instalações de armazenagem. Em causa está uma área de 3.000 m² no Parque Industrial da Península de Setúbal, no Vale da Rosa.

Com sede em Lisboa, a Enerre foi fundada em 1975 e é uma das mais reconhecidas empresas portuguesas na área têxtil, fardamentos e brindes publicitários. Para fazer frente ao crescimento da actividade, a empresa identificou a necessidade de ampliar a sua capacidade de armazenagem, procurando o apoio da JLL no processo de identificação, selecção e negociação do novo espaço que tinha, como principal requisito, a proximidade e os bons acessos à cidade de Lisboa.

“Continua a registar-se uma forte procura por áreas de armazenagem no mercado português e, em especial na Grande Lisboa; e num contexto de menor disponibilidade do lado da oferta, o processo de tomada de espaços está mais competitivo do que nunca. Temos uma equipa muito dinâmica nesta área e que tem trabalhado activamente nas melhores soluções para quem está activamente neste mercado, seja na procura de espaço seja na disponibilização de oferta”, comenta Mariana Rosa, head of Leasing Markets Advisory da JLL.

A JLL tem estado fortemente activa na área de Industrial & Logistics, uma linha de negócio que constituiu uma aposta recente da consultora e onde a actividade ocupacional tem crescido de forma expressiva ao longo do último ano. O boom do comércio-electrónico devido à pandemia foi um dos grandes impulsionadores da procura deste tipo de imobiliário, a qual apresenta agora novas necessidades, incluindo de espaços de logística urbana, bem como de armazenagem e ainda de data centres, uma nova tipologia com crescente interesse junto dos operadores e investidores. Em paralelo, a JLL identifica uma elevada carência de oferta disponível, estimando um crescimento assinalável de projectos desenvolvidos especulativamente, ao mesmo tempo que se mantém o pipeline de projectos desenvolvidos pelos próprios ocupantes.

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Grupo Onires investe 20M€ na reabilitação do edifício Carvalhal

Edifício no centro histórico de Braga terá um total de 60 apartamentos e 10 fracções para comércio e serviços. Atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura assinam o projecto

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O Grupo Onires, através da sua participada OniRodrigues, acaba de confirmar um importante investimento imobiliário no centro histórico da cidade de Braga. A implantação do edifício Carvalhal engloba terrenos com frente para o Campo da Vinha, para a rua do Carvalhal e para o caminho pedonal que liga o Campo da Vinha ao largo de S. Francisco, num traçado próximo daquele que percorre o túnel que por aí passa no subsolo.

O projecto urbanístico “permitirá consolidar a actual malha urbana na zona do Campo da Vinha, reforçando a oferta habitacional no coração da cidade, bem como a oferta ao nível do comércio e serviços, potenciando a revitalização e o rejuvenescimento do centro histórico”, refere a promotora.

Com assinatura do atelier Carvalho Araújo e Big Arquitetura e especialidades a cargo da BO Associados, o edifício Carvalhal representa um investimento de 20 milhões de euros, e  permitirá, na fase de construção, criar cerca de 400 empregos directos, terá um total de 60 apartamentos habitacionais com lugares de estacionamento e 10 fracções destinadas a comércio e serviços. As obras já tiveram início.

De acordo com João Rodrigues Serino, administrador do Grupo Onires, “esta é, em valor de investimento financeiro e em potencial gerador de emprego, a maior obra de sempre ao nível da reabilitação urbana da cidade de Braga. O edifício Carvalhal, cujo projecto contempla a regeneração e a requalificação do espaço público envolvente, é uma aposta da OniRodrigues e acreditamos que se tornará numa referência da arquitectura Bracarense, será um verdadeiro ícone da cidade. Esta obra constitui uma mais-valia que proporcionará a Braga, uma cidade cada vez mais cosmopolita, a fixar locais e não locais e que está perfeitamente alinhada com o conceito de viver no centro histórico. Depois desta terrível pandemia que paralisou a economia e levou muitos ao desemprego, este é o projecto certo para assinalar o arranque de uma nova fase, com confiança no futuro”, conclui.

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Cowork: IDEA Spaces avança com quarto espaço junto ao El Corte Ingles

Até 2022 a rede de espaços de cowork pretende “duplicar” os espaços físicos, incluindo fora de Lisboa. Outro dos objectivos passa por gerar mais de 1 M€ de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores

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A rede de espaços de cowork IDEA Spaces superou a previsão de resultados para 2021, com ocupação média superior a 95% desde Setembro e recuperou a facturação pré-pandemia, avançou a empresa. Com três espaços físicos localizados em Lisboa, um dos quais, “o mais recente e o maior”, o IDEA Spaces Saldanha, abriu em 2020, durante a pandemia, a empresa pretende  “duplicar”, até 2022, os espaços físicos, incluindo uma nova localização fora de Lisboa”. Ao CONSTRUIR, a empresa confirmou que a quarta localização IDEA Spaces ”será junto ao El Corte Ingles, num espaço com cerca de 5 mil m2, com rooftop”.

A rede de espaços de cowork tem sido a escolha de digital nómadas e PMEs, mas também de grandes empresas nacionais e internacionais, como a Bolt, Emma Sleep, Betclic, Lockwood, mostrando-se um aliado para a captação de investimento estrangeiro em território nacional. Para fortalecer esse papel, outro dos seus objectivos passa por gerar mais de 1 milhão de euros de transacções entre os seus membros em 2022 e “globalizar” a sua comunidade de empreendedores, indo muito além dos seus espaços físicos através de uma estratégia de expansão assente na sua Mobile App.

“Os últimos dois anos têm sido extremamente desafiantes, mas os que estão por vir não serão menos. Em 2022 o IDEA Spaces tem planos para duplicar o número de localizações, lançar-se numa nova cidade e desenvolver novas layers de negócio que nos permitam aumentar a facturação em 40%; tudo isto sem perdermos o foco na satisfação e retenção da nossa comunidade”, refere João Carlos Simões, CEO do IDEA Spaces. “Mais do que espaços de cowork, continuaremos a ser sobretudo uma comunidade; também entre os nossos objectivos está a conquista anual de um índice de satisfação acima dos 4.6 (em 5) e alcançar uma retenção média de três anos em 2024”, acrescenta.

Íris Matos, Rui Jorge e Vanessa Nunes são os nomes que agora integram a direcção e os cargos C-Suite da rede de espaços de cowork IDEA Spaces, juntando-se aos já membros da direcção e sócios: Diogo Fabiana, João Carlos Simões e Sónia Freches.

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Branded residences crescem e atraem operadores

Os Estados Unidos da América lideram o mercado global desta categoria residencial, mas outros países começam a dar sinais de desenvolvimento. Portugal segue a tendência

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As branded residences, ou residências de marca, em tradução livre para língua portuguesa, são um fenómeno em ascensão que se tem vindo a consolidar ao longo dos últimos anos. Entre 2011 e 2021, o número de projectos de branded residences subiu de 69 para 133 e o segmento registou um crescimento de 230%. A conclusão é apresentada pela análise Spotlight on Branded Residences, divulgada em Novembro pela consultora imobiliária internacional Savills.

Actualmente, contam-se 580 branded residences activas em todo o mundo, com mais de 100 mil unidades em operação. Até 2026, estima-se que estejam em funcionamento mais de 900 destas soluções residenciais de luxo.

A maior parte da oferta de branded residences está concentrada nos Estados Unidos da América, onde surgiu este conceito. Nesse país, contam-se perto de 200 branded residences, um número que ultrapassa o total combinado dos 7 mercados seguintes com maiores ofertas. Contudo, nos últimos anos tem sido possível observar a emergência de novos mercados, designadamente na Ásia e no Médio Oriente. A Tailândia, com 42, e os Emirados Árabes Unidos, com 39, são o segundo e o terceiro mercados de branded residences mais desenvolvidos, respectivamente.

Ao nível das cidades, Dubai, Miami e Nova Iorque estão no topo da lista como tendo as maiores ofertas de branded residences de todo o mundo. Estes centros urbanos altamente desenvolvidos estabeleceram mercados imobiliários de luxo e são capazes de atrair investidores domésticos e internacionais.

Portugal segue a tendência

“O mercado das branded residences, em Portugal, também tem vindo a crescer durante os últimos anos.”, afirma Kelcie Sellers, analista da Savills. O país conta actualmente com oito esquemas, totalizando 881 unidades, maioritariamente situados em resorts e zonas prime das grandes cidades. Em pipeline estão ainda nove projectos, com um total estimado de 900 unidades habitacionais. “Para a maioria dos operadores e compradores, amenities relacionadas com o bem-estar serão um elemento essencial no desenvolvimento de empreendimentos futuros, especialmente à luz da pandemia de COVID-19”, refere.

E a tendência é a de, à semelhança do que acontece no mercado internacional, este segmente venha a crescer. #A crescente procura por propriedades maiores, espaços exteriores privados e conexão de banda-larga de alta velocidade para permitir o teletrabalho serão tendências que durarão para além da pandemia”, sublinha Kelcie Sellers.
“A Savills tem uma vasta experiência no sector de branded residences, adquirida através do seu envolvimento em projectos internacionais. Temos prestado consultoria na maioria dos projectos de BR em Portugal”, afirma.

Grandes nomes da hotelaria ainda dominam mercado internacional, mas não estão sozinhos

Nos últimos 10 anos, o segmento das branded residences diversificou-se significativamente, deixando de ser dominado exclusivamente por marcas associadas ao mercado de hotelaria para passar a ser composto por um leque mais amplo de marcas.

O crescimento deste segmento imobiliário é prova do reconhecimento da rentabilidade e robustez do modelo económico que sustenta os empreendimentos de branded residences.

O grupo Marriott mantém uma liderança firme neste sector, posição que detém desde 2002. Actualmente, o grupo francês Accor encontra-se em quinto lugar em termos de números de propriedades completas, uma posição acima da que detinha em 2020, e poderá chegar ao segundo lugar, mesmo abaixo do Marriott, com a conclusão dos projectos que tem em desenvolvimento.

Relativamente a marcas, a Ritz-Carlton, a Four Seasons e a Yoo Inspired by Starck têm ocupado os três primeiros lugares da tabela, tendo já em consideração os produtos em fase de projecto ou em desenvolvimento.

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Cushman & Wakefield vende edifício 5 de Outubro 204 para projecto de reabilitação

O imóvel foi adquirido por um promotor nacional que pretende desenvolver projectos residenciais em Lisboa, em particular nas Avenidas Novas

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A Cushman & Wakefield anunciou a conclusão da venda de um edifício na Avenida 5 de Outubro 204, em plenas Avenidas Novas. O edifício, que totaliza aproximadamente 2.350m² de área bruta de construção acima do solo em 12 pisos e que conta ainda com dois pisos em cave com 18 lugares de estacionamento, encontra-se parcialmente ocupado com escritórios e comércio.

A consultora actuou em representação do vendedor, tendo o imóvel sido adquirido por um promotor nacional ainda pouco activo em Lisboa, mas com muita vontade em desenvolver projectos residenciais, especialmente nas Avenidas Novas.

O edifício, que será alvo de obras de reabilitação, está localizado numa das zonas mais procuradas e valorizadas da cidade e a apenas 20 metros da estação de Entrecampos e do grande projecto de Entrecampos e a poucos metros da Avenida da República e do Campo Pequeno.

Para Ana Gomes, partner e directora de Development & Living da Cushman & Wakefield, é “um orgulho” ter contribuído para a realização de mais um negócio em Lisboa e para a transformação das Avenidas Novas. “Concluído nos anos 80, este é um edifício extremamente flexível e versátil numa das melhores avenidas da cidade e numa zona que está a transformar-se no novo centro da Lisboa moderna e dinâmica, onde todos vão querer trabalhar e viver”, acrescenta.

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Zome lança app para consultores imobiliários

a ZAP – Zome Actions Platform, é uma aplicação disponível para smartphones e tablets, através da qual os consultores vão poder consultar e registar informação em tempo real, a partir de qualquer lugar

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A Zome, mediadora imobiliária 100% nacional, lançou a versão mobile da sua plataforma tecnológica ZAP – Zome Actions Platform, uma aplicação disponível para smartphones e tablets, através da qual os consultores vão poder consultar e registar informação em tempo real, a partir de qualquer lugar. O objectivo é tornar os processos mais ágeis, poupando tempo nas tarefas diárias do consultor, melhorando a sua performance e a sua motivação.

Na ZAP, os consultores podem agendar visitas em tempo real; inserir uma proposta e submeter documentos ainda na casa do cliente; tirar fotografias e guardá-las directamente na sua base de dados; inserir informações utilizando apenas comandos de voz, ditando o que pretendem registar e consultar todas as informações sobre a sua base de dados e os seus imóveis. A possibilidade de registo de informação na aplicação permitirá, por exemplo, reduzir o tempo da proposta de compra e o seu registo oficial, aumentando assim a probabilidade de se concretizar uma compra ou venda de um imóvel.

“O ponto de partida foi ouvir a nossa equipa de consultores e perceber as suas maiores necessidades quando trabalham fora do escritório. No departamento tecnológico, em particular, apercebemo-nos que seria fundamental disponibilizar um conjunto de meios que os consultores pudessem utilizar quando estão no terreno, fora do escritório, e que tornasse as suas tarefas mais ágeis, com a mesma segurança e eficiência. Assim nasceu a versão mobile da ZAP”, detalha Carlos Santos, Chief Technology Officer da Zome.

Antes de ser lançada, a ZAP foi testada durante várias semanas por consultores, que comprovaram as mais-valias da app, nomeadamente a comodidade e rentabilidade que a mesma poderá proporcionar.

“Comodidade e rentabilidade são as palavras-chave. Toda a utilização da ZAP é muito intuitiva, e permite que um consultor, no seu dia-a-dia, poupe tempo para se dedicar aos detalhes que considera serem mais importantes numa angariação de um imóvel, ou numa visita. Por vezes, perdem-se potenciais negócios no tempo entre a saída do imóvel e a chegada ao escritório. Com esta aplicação, o processo torna-se mais rápido e mais ágil, e os consultores podem aceder aos meios necessários para as suas tarefas do dia-a-dia, a partir de qualquer lugar. Acima de tudo, terão mais ferramentas e a sua motivação será maior, e estarão mais felizes. Isso para nós é fundamental”, acrescenta Patrícia Santos, CEO da Zome.

Em 2020, a Zome mediou um volume de negócios de 594 milhões de euros em cerca de 4.500 transacções, que originaram uma facturação de 18,3 milhões de euros. Colaboram com a Zome cerca de 1.200 pessoas, repartidas actualmente por 21 Hubs Imobiliários, localizados em Portugal e Espanha.

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eXp realiza Global Open House para fazer crescer rede nacional

O evento 100% online e gratuito tem por objectivo apresentar o modelo de negócio e trabalho da imobiliária, ouvir a opiniões e responder a dúvidas de potenciais agentes

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Está a decorrer até dia 3 de Dezembro o evento “Global Open House” promovido pela eXp Realty, The Real Estate Cloud Brokerage. O evento mundial, 100% online e gratuito tem por objectivo apresentar o modelo de negócio e trabalho da imobiliária, ouvir a opinião dos agentes e responder a dúvidas de potenciais agentes.

A apresentação de Portugal está a cargo de Guilherme Grossman, managing broker da eXp Por-tugal, e irá centrar-se na proposta de valor da eXp assente nos valores da Compensação, Comu-nidade e Cloud-based.

A eXp é uma empresa global com uma rede com mais de 60.000 agentes que trabalham entre si e com possibilidade de realização de negócios internacionais, com base no seu sistema cloud-based, que permite trabalhar em qualquer sítio, a qualquer hora, com elevados índices de produti-vidade e acesso a um vasto CRM.

“O Global Open House é uma excelente oportunidade para se conhecer melhor a eXp dentro do seu próprio mundo e perceber que o futuro do imobiliário passa pelo digital. Este evento é sobretu-do para agentes que já estejam no mercado de trabalho e que tenham vontade de evoluir na carrei-ra, mas também para aqueles que têm vontade de ingressar no mercado de trabalho, numa área que está em crescimento, e que queiram criar uma carreira de sucesso”, explica Guilherme Gros-sman.

Apesar de ser um evento global, cada país tem a sua própria agenda. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis em: https://expglobal.partners/pt/open-house-pt/

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Belas Clube de Campo lança solução para captar investimento estrangeiro

Fim dos vistos gold faz disparar a compra de imóveis em Lisboa até ao final do ano. Acompanhando a tendência, o Belas Clube de Campo lançou a solução “Golden Visa Ready”

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As alterações à atribuição dos Vistos Gold em Portugal, e que irão entrar em vigor no início de 2022, têm originado uma elevada procura para compra de imóveis, por parte de investidores internacionais. Acompanhando esta tendência, o Belas Clube de Campo lançou um conjunto de soluções Golden Visa Ready – apartamentos e lotes para construção de moradias, com possibilidade de escritura imediata. Com valores a partir dos 325.000€, esta iniciativa destaca algumas soluções adaptadas a este perfil destes compradores como apartamentos T1 com jardim e piscina privativa, com valores a partir dos 500.000€, apartamentos T2 com varandas e vistas a partir dos 570.000€ e, os lotes de terreno para construção de moradia, a partir dos 520.000€.

Dos cerca de seis mil milhões de euros investidos para obter uma autorização de residência, 90,4% foram para a compra de imóveis. No Belas Clube de Campo, 60% das vendas no Lisbon Green Valley são feitas junto do mercado estrangeiro, dos quais 30% com recurso ao Golden Visa. As nacionalidades que mais têm procurado esta modalidade são o Brasil e o Reino Unido, contando já com mais de 30 nacionalidades residentes.

“Após o anúncio do fim dos Vistos Gold nas grandes cidades, a partir de 2022, sentimos uma aceleração no processo de compra por parte de algumas nacionalidades, em especial brasileiros, que procuram investir através dos Vistos Gold. Queremos continuar a contribuir para a captação de investimento internacional em Portugal e, para isso, desenvolvemos esta estratégia, que visa assegurar as melhores condições aos compradores que queiram investir em imobiliário até ao final deste ano”, justificou Gilberto Jordan, Presidente Conselho de Administração da Planbelas.

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