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Porto recebe representantes políticos das principais cidades e áreas metropolitanas da Europa

Depois de Barcelona (2015), Torino (2016), Varsóvia (2017), Roma (2018) e Lyon (2019), é a vez do Porto receber a sexta edição do fórum anual da European Metropolitan Authorities, que se realiza nos próximos dias 11 e 12 de Novembro

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Depois de Barcelona (2015), Torino (2016), Varsóvia (2017), Roma (2018) e Lyon (2019), é a vez do Porto receber a sexta edição do fórum anual da European Metropolitan Authorities, que se realiza nos próximos dias 11 e 12 de Novembro

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Depois de Barcelona (2015), Torino (2016), Varsóvia (2017), Roma (2018) e Lyon (2019), é a vez do Porto receber a sexta edição do fórum anual da European Metropolitan Authorities (EMA), que se realiza nos próximos dias 11 e 12 de Novembro, na Alfândega do Porto, e que terá como foco “a recuperação financeira metropolitana após a pandemia Covid-19 e a transição para cidades mais sustentáveis e inteligentes, com um eixo especial dedicado ao transporte e à mobilidade”.

Organizado pela AMP, em parceria com a Área Metropolitana de Barcelona (AMB), o fórum reúne áreas metropolitanas e cidades para discutir aqueles que são os principais desafios da governação metropolitana, com o objectivo de definir as bases para a colaboração entre as metrópoles europeias e as suas relações com as instituições europeias e os governos nacionais.

“Considerando que 72% da população total da UE (quase 359 milhões de pessoas) vive nas grandes cidades e áreas metropolitanas, e a previsão mostra que em 2050 este número ultrapassará os 80%, a possibilidade de reunir as autoridades metropolitanas locais num espaço político para debates como o EMA assume grande significado”, assegura a organização em comunicado.

Assim, depois da reunião entre pares no dia 11, cabe a Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Área Metropolitana do Porto, e Ernest Maragall i Mira, vice-presidente das Relações Internacionais e Cooperação Área Metropolitana de Barcelona e Alexandra Leitão, ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, irão inaugurar a conferência na sexta feira, dia 12, onde são esperados mais de 120 participantes, mais de metade dos quais representantes das áreas metropolitanas europeias que estarão presentes no Porto.

Elisa Ferreira, Comissária Europeia para a Coesão e Reformas, é a palestrante convidada para dar início aos trabalhos, com a abordagem ao tema “Como Impulsionar Áreas Metropolitanas Neutras para o Clima: Verde, Inteligente e Resiliente”, a que se seguirá a assinatura da declaração política da EMA, que será adoptada pelos participantes, defendendo, assim, uma dimensão metropolitana das políticas europeias.

Ainda durante a manhã, decorre o painel de discussão “A Nova Agenda Metropolitana: (Re) Pensar, (Re) Desenhar, (Reagir)”, que contará com a presença de Alison Gilliland, presidente da Câmara de Dublin, Juha Eskelinen, deputado da Região Helsinki-Uusimaa, Jean-Claude Dardelet, vice-presidente para as Relações Internacionais de Toulouse Metrópole, Juraj Droba, Presidente da Região de Bratislava, e Thijs Kroese, Conselheiro da Metrópole da Região de Amsterdão. Neste painel, moderado pelo jornalista João Paulo Lourenço, do Jornal de Notícias, os intervenientes propõem-se debater o papel das áreas metropolitanas e a forma como podem mudar os modelos tradicionais para uma recuperação pós-covid mais sustentável, inteligente, resiliente e verde. A pandemia de Covid-19 confrontou os políticos com novos desafios, expondo algumas contradições e vulnerabilidades nos modelos tradicionais, mas abriu também grandes oportunidades para (re) pensar e (re) projetar as cidades e recuperar a economia. A questão-chave está em decidir se se “volta ao normal” ou se se usa o momento para definir a nova agenda metropolitana, considerando que o espaço público urbano, o turismo, a vida social são peças fundamentais para transformar e imaginar novas áreas metropolitanas do futuro.

A mobilidade verde e inteligente será também abordada no Fórum EMA e pretende responder a questões ligadas ao transporte, um dos sectores mais afectados pela pandemia do coronavírus. MaaS (Mobilidade como um Serviço), logística urbana e entregas verdes, turismo, novos serviços de mobilidade, mobilidade compartilhada, plataformas de informação da cidade, e-governação e outras soluções emergentes serão alguns dos temas moderados pelo jornalista Abel Coentrão, do jornal Público, no painel constituído por Frederico Rosa, vice-presidente da Área Metropolitana de Lisboa, Roger Ryberg, presidente do Condado de Viken (Oslo), Héléne Dromain, vice-presidente para a Cooperação Europeia e Internacional e Turismo de Lyon Metrópole, e Omar Al-Rawi, Membro do Parlamento Regional e do Conselho da Cidade de Viena.

Após o almoço, Manuel Pizarro, Membro do Parlamento Europeu, sobe ao palco da Alfândega do Porto para falar sobre as Cidades, as áreas metropolitanas e a transição dupla na Europa. Segue-se um painel dedicado ao desafio financeiro da recuperação das metrópoles, que contará com intervenções de Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Área Metropolitana do Porto, Ernest Maragall i Mira, vice-presidente para a cooperação internacional da área metropolitana de Barcelona, Michał Olszewski, vice-presidente de Varsóvia, e de Pascal Smet, secretário responsável pelas relações internacionais e planeamento urbano da região de Bruxelas-Capital. O novo pacote financeiro plurianual e os fundos de recuperação e resiliência, assim como debatidas questões, entre as quais ‘Como resolver o défice financeiro a nível metropolitano?’ ‘Qual modelo financeiro deve ser adotado pelas áreas metropolitanas?’ ‘Como envolver os cidadãos como parte desse modelo?’ ‘O financiamento é a verdadeira mudança do jogo?’, estarão no centro do debate.

O encerramento ado encontro ficará a cargo de João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Acção Climática.

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Um ecossistema verde em edifício multifamiliar

Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção Green Plaza Apartments arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024

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O empreendimento Green Plaza Apartments vai inaugurar 56 novos apartamentos em Vila Nova de Famalicão. Um projecto que se distingue pelo verde proporcionado pelas floreiras nas varandas. Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024.

“A verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments, com floreiras em todas as varandas, permite a regulação natural da temperatura e da humidade. As plantas proporcionam a humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática”, refere a Pedro Fernandes director comercial da Medium, uma das agências que comercializará os imóveis.

O Green Plaza Apartments terá unidades das tipologias T1, T2 e T3, com preços que oscilam entre os 149.500€ e os 289.000€. “Quem escolher o Green Plaza para morar irá viver num jardim vertical. Este empreendimento será um verdadeiro ecossistema em Famalicão”, destaca Pedro Fernandes.

As 56 habitações do Green Plaza Apartments ficarão situadas na Rua Lino José de Sousa Ferreira, na zona residencial de Talvai, na zona norte da cidade de Vila Nova de Famalicão, a centenas de metros de um hipermercado, do hospital da cidade (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinfães e Parque da Devesa) e de dois espaços culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país, e a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco).

É um lugar tranquilo, servido por espaços comercias e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direcção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde, as quais são praticamente equidistantes em relação a Vila Nova de Famalicão.

“Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa, com parques verdes bem planeados e com impacto na qualidade de vida”, afirma Pedro Fernandes.

Os apartamentos estão divididos em dois blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas.

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Mercado imobiliário apresenta trajectória de recuperação

No primeiro trimestre de 2022 foi registado um volume de investimento na ordem dos 191M€. Um valor que não reflecte a dinâmica da actividade registada em todos os segmentos

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O mercado imobiliário registou, no primeiro trimestre de 2022 um volume de investimento de 191 milhões de euros. Este valor, estando 27% abaixo do registado no mesmo período de 2021, não reflecte a crescente actividade que o mercado tem demostrado, com várias transacções em processo de negociação. Esta é uma conclusão do “Real Estate Market Overview”, um estudo elaborado pela consultora imobiliária internacional Savills, que analisou o panorama actual e as tendências de mercado em Portugal durante o primeiro trimestre de 2022.


Perspectivas e tendências actuais

Este trimestre registou um aumento mais acentuado do que inicialmente esperado da inflação (5,5% em Março) e dos custos dos materiais e da mão de obra na construção (8%), em parte motivado pelo conflito na Ucrânia, e um decréscimo no indicador de confiança do consumidor. No entanto, e com base no desempenho registado nos dois primeiros meses de 2022, a economia não parou de crescer, tendo o PIB registado uma variação homóloga de 11,9%.

Os resultados apontados pelo estudo com autoria da Savills demonstram que, em termos de distribuição de volume de investimento, aproximadamente 70% do mesmo se concentrou no mercado de Escritórios. Indústria e Logística está na segunda posição e regista 13% do total de investimentos, seguida da Hotelaria com 12%.
74% das transacções, equivalentes a 134 milhões de euros, foram realizadas por investidores estrangeiros provenientes da Suíça (35%), Espanha (26%), Suécia (9%) e China (4%) e tiveram como principal target os sectores dos Escritórios, Indústria e Logística e de Retalho. Quanto aos investidores nacionais, que representam 26% do total do investimento, durante o primeiro trimestre de 2022 apostaram preferencialmente nas áreas de Hotelaria, Escritórios e de Retalho.

As expectativas quanto ao investimento residem, neste momento, nos factores geopolíticos uma vez que o conflito na Ucrânia poderá reforçar a atractividade de Portugal relativamente a investimentos nos sectores da Hotelaria, Escritórios e Industrial e Logístico, mas igualmente no crescimento de sectores como o Residencial e Industrial e Logístico com base numa procura que excede a oferta. Importa referir que os vários segmentos estão a recuperar, mas a ritmos diferentes.

“Será agora mais seguro dizer que o mercado imobiliário português superou com nota distinta os desafios dos últimos dois anos. Ainda que pairem algumas incertezas motivadas pelo conflito Rússia-Ucrânia, Portugal ocupa uma posição cada vez mais competitiva e aliciante no mercado ocupacional e assume-se como um safe heaven para investidores que valorizam segurança e estabilidade. Nos primeiros três meses do ano, os resultados alcançados abrem portas para um fecho de ano em que poderão ser retomados valores pré- pandemia e, em alguns setores, deverão ser mesmo ultrapassados“, refere Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal

Quais as tendências para os diversos mercados?

O sector do Retalho, severamente atingido pelos efeitos da pandemia tem vindo adaptar-se gradualmente, tendo alguns subsetores como o High-street, Retail Parks e supermercados melhorado o seu desempenho. O e-commerce em Portugal deverá seguir a tendência de 2021, período em que registou um total de aproximadamente 4.2 mil milhões de dólares americanos em receitas sendo que grande parte do volume destas proveio do sector da moda e equipamentos de media e tecnologia. O primeiro trimestre de 2022 continuou a provar-se como um desafio para os centros comerciais, cuja recuperação continua a ritmo menos célere, mercê de uma redução no footfall.

Quanto ao sector Industrial e Logístico, que registou o melhor resultado de sempre em 2021, no primeiro trimestre de 2022 apresentou valores de absorção substancialmente superiores ao mesmo período do ano passado, acima dos 56.000 m2. Tendo em conta a elevada procura por parte de operadores logísticos, da Indústria e de Retalho, e os projectos que serão concluídos ainda durante 2022, augura-se um resultado bastante satisfatório para este sector. Importa referir que existe uma crescente preocupação com a sustentabilidade, optimização e qualidade dos equipamentos que estão a ser desenvolvidos.

O mercado Residencial começou o ano com um impulso positivo, em continuidade com o final de 2021, impulsionado pelo clima económico e financeiro favorável, uma vez que taxa de desemprego, inflação e taxas de juro se mantinham baixas e a concessão de novos empréstimos para a habitação continuava a aumentar. No entanto, as alterações que se verificaram nas taxas Euribor e na inflação a partir do final de Fevereiro tiveram algum impacto, ainda que reduzido, neste trimestre podendo, futuramente, implicar outras alterações nomeadamente um ajuste das taxas de juro de referência por parte do Banco Central Europeu.

No que se refere a performance do mercado, o preço médio por metro quadrado em Lisboa é de 4.113 euros, valor que representa um crescimento de 6% quando comparado com o 1º trimestre de 2021. Os valores de renda no mercado de arrendamento continuam igualmente a subir, sendo que este mercado poderá ganhar maior destaque neste ano, por tendência e/ou necessidade, devido às alterações demográficas que o tornam mais apetecível, mas igualmente à incerteza no âmbito financeiro dos núcleos familiares, devido ao aumento das taxas de juro, inflação e restrições na atribuição de crédito.

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The Edge Group investe 45M€ no Beloura Business Campus Lisboa

Segundo José Luís Pinto Basto, CEO do The Edge Group, “temos desde o início da criação do grupo e actualmente em curso investimentos imobiliários que ascendem a 400M€, sempre com um equilíbrio de capitais próprios e recurso a financiamento”

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O Beloura Business Campus, o mais recente projecto no segmento de escritórios da parceria do The Edge Group e Fundo Ardma FCR, já se encontra em comercialização e vem dar resposta às empresas que procuram localizações mais perto das zonas habitacionais e com preços mais competitivos, fora dos grandes centros urbanos.

O empreendimento, cujo investimento ascende a 45M€, consiste num edifício moderno de escritórios, que já se encontra pronto a ser utilizado por uma ou mais empresas, bem como uma área de futura expansão com um potencial construtivo acima de 11.000m2. O edifício actualmente disponível é composto por 3 pisos acima do solo e 3 pisos de estacionamento coberto subterrâneo. Tem cerca de 8.300m2 de área locável e está localizado junto à Quinta da Beloura, em Sintra. Inserido num lote com 27.300m2, o imóvel possui excelentes acabamentos, oferece um total de 563 lugares de estacionamento (409 em parque subterrâneo e 154 no parque exterior) e está pronto a utilizar, de acordo com as necessidades e dimensão de cada empresa. O lote compreende ainda uma parcela de terreno, com potencial construtivo adicional superior a 11.000m2, onde poderão ser projectados até 6 edifícios de escritórios, edificação de uma nave de logística de proximidade como complemento ao edifício de escritórios existente, ou outros usos dentro da indústria, comércio e serviços. O Beloura Business Campus conta ainda com uma excelente localização, uma vez que tem na área envolvente uma vasta gama de serviços, tais como: ginásio, hotel de 5 estrelas, campo de golfe, campos de ténis e padel, campo de futebol, spa, piscinas, escola de equitação, restaurantes, farmácias e supermercados, o que representa uma grande mais valia e qualidade de vida para quem ali trabalha.

Segundo José Luís Pinto Basto, CEO do The Edge Group, “temos desde o início da criação do grupo e actualmente em curso investimentos imobiliários que ascendem a 400M€, sempre com um equilíbrio de capitais próprios e recurso a financiamento.” O CEO acrescenta ainda que “o Beloura Business Campus consolida a posição do Grupo no segmento de escritórios, agora em linha com a procura de algumas grandes empresas, nacionais e internacionais, por localizações com preços mais competitivos, fora dos centros urbanos e mais próximos do local de residência dos colaboradores. Como sabemos, Portugal está no topo das preferências das empresas para sediar as suas operações. E para dar resposta a esta procura, temos uma oferta diversificada de escritórios para todo o tipo de empresas e respectivas necessidades, seja a nível de localização, dimensão ou mesmo de renda.”

Para além do Beloura Business Campus, o The Edge Group tem actualmente em desenvolvimento alguns dos maiores projectos de investimento na área de escritórios a nível nacional, dos quais se destacam o edifício GC30, localizado na Av. Gago Coutinho em Lisboa, com uma área bruta de construção de 25.000m2, distribuídos por 5 pisos de escritórios no embasamento e 195 apartamentos de co-living nas torres; o Metropolis, localizado junto ao Norteshopping (Matosinhos), com uma área bruta de construção de 25.000m2 e também com uma oferta de escritórios, co-living e áreas para comércio e serviços ; e o Cinco District, um projecto de grande dimensão com início de construção prevista em 2022, com uma área bruta de construção de 38.000 m2, que consiste num empreendimento composto por uma torre e dois edifícios de escritórios, um hotel do grupo Marriott, rooftops ajardinados, skybar-restaurante e uma praça de eventos com serviços e retalho, localizado em frente à A5, em pleno nó Carnaxide/Linda-a-Velha.

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Remax com crescimento de 19% no 1º trimestre desde ano

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros continuam a ser aqueles que mais negoceiam em imobiliário

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tagsRE/MAX

A rede imobiliária Remax registou nos primeiros três meses do ano um volume de preços de cerca de 1,74 mil milhões de euros, relativos a 19.669 transacções, 76,7% das quais de compra e venda de imóveis, o que representa o melhor primeiro trimestre de sempre. A empresa finaliza este período com um incremento no número total de transacções, com mais 19,1%, e um volume de preços superior em 31%, quando comparado com igual período de 2021. Num sector que continua a dar provas de grande dinamismo, a Remax cresce em todos os indicadores de actividade.

Continuam a ser os portugueses quem mais está a adquirir ou a arrendar casa, com os investidores nacionais a serem responsáveis por 79,8% das transacções da Remax neste período. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Janeiro e Março, as transacções com  os cidadãos brasileiros a representarem 6,5%, a que se seguiram norte-americanos (1,5%) e franceses (1,2%). Destaque para a nacionalidade norte-americana, que face ao trimestre homólogo de 2021, cresceu 143,3% no número de transacções, subindo quatro posições.

Nos dados agora apresentados, as regiões do Centro de Lisboa e do Grande Porto continuam a representar cerca de 30% das transacções da rede, não obstante os seus crescimentos não terem sido tão acentuados quanto à média nacional (19%). Por seu lado, a Margem Sul revelou um nível de actividade praticamente similar ao verificado nos três primeiros de 2021, em contraste com as regiões do Algarve, Linha de Cascais e Linha de Sintra, que verificaram crescimentos superiores a 30%.

Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o destaque vai para os distritos de Viseu (41,6%), Faro (41%) e Braga (26,4%), aqueles que mais cresceram face a igual período do ano passado. Lisboa com um incremento de 10,7%, o Porto 9,9% e Setúbal com 3%, registaram também bons níveis de crescimentos, atendendo ao enorme peso que representam na rede.

Tal como em ciclos anteriores, os apartamentos e as moradias são os dois tipos de propriedade que a rede mais comercializa, representando 62,7% e 20,8% do total, respectivamente, o que corresponde a cerca de 83,5% das transacções da rede no trimestre. Já as restantes foram referentes a terrenos (6,1%), lojas (4,1%), quintas (1,2%) e outros (5,1%). Salientar que com a retoma da actividade económica, sendo que o primeiro trimestre de 2021 foi pautado por um novo período de confinamento, entre Janeiro e Março deste ano houve um forte incremento na procura de lojas, o que originou um crescimento de 54,1% no número de transacções.

Actualmente, a rede imobiliária conta com total de 383 agências e ultrapassou já os 10 mil consultores.

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Investimento imobiliário na baixa e centro histórico do porto aumenta 30% para 197,1M€

As Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs) da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 583 operações de aquisição de imóveis em 2021 num total de 197,1 milhões de euros transaccionados

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As Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs) da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 583 operações de aquisição de imóveis em 2021 num total de 197,1 milhões de euros transaccionados. Trata-se de uma recuperação de 30% no montante investido nestes territórios face a 2020, ano em que o investimento tinha totalizado 147 milhões de euros.

A Baixa e Centro Histórico do Porto contribuíram com 48% de todo o investimento imobiliário concretizado no território composto pelas nove ARUs da cidade, conforme os dados do SIR-Reabilitação Urbana, apurados pela Confidencial Imobiliário.

Assim, no conjunto das nove ARUs da cidade, foram transaccionados em 2021 um total de €408,9 milhões de euros em 2021, montante que supera em 12% os 366,7 milhões de euros transaccionados em 2020. Esta evolução positiva é reflexo sobretudo da retoma verificada na Baixa e Centro Histórico, já que nas sete restantes ARUs da cidade do Porto a nota dominante foi de estabilização do investimento imobiliário. Em 2021 contabilizaram-se 211,8 milhões de euros investidos em imobiliário nas outras sete ARUs, quando em 2020 a actividade nesse território tinha ascendido a 219,7 milhões de euros.

A retoma do investimento foi acompanhada pela forte recuperação dos preços na Baixa e Centro Histórico. Em 2021, os preços de venda da habitação neste território aumentaram 13,7%, quebrando dois anos consecutivos de descidas, de acordo com o Índice de Preços da Baixa e Centro Histórico do Porto. No final de 2020, os preços apresentavam um decréscimo de 4,8%.

De acordo com os dados do SIR-Reabilitação Urbana, em 2021 o preço médio de venda da habitação na ARU do Centro Histórico atingiu os 4.558€/m2, liderando em relação a todas as outras ARUS. Na ARU da Baixa, o preço médio de venda fixou-se em 3.763€/m2 em 2021.

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Zome realiza primeira escritura pública em criptoactivos na Europa

A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga que custou ao comprador quase 3 bitcoins, cerca de 110 mil euros

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A Zome montou, em conjunto com a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA e outros parceiros do Crypto Valey, na Suíça, a primeira operação de venda em criptoactivos, sem necessidade de conversão para euros antes do acto da escritura. A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga.

“A ligação do digital ao físico tangível é um marco incrível, e o primeiro passo da ligação do físico ao digital em áreas tão opostas como uma casa e uma peça de software. Estamos empenhados em continuar a apostar na tecnologia e posicionar-nos na linha da frente no mundo web 3.0, para acompanhar a tendências do sector e, acima de tudo, conseguirmos oferecer o melhor serviço aos nossos clientes. Sabemos que o futuro da mediação passará pelos criptoactivos, por isso acreditamos que esta transacção dará início a todo um novo mundo de possíveis negócios”, destaca Carlos Santos, Chief Technology Officer da Zome.

O processo contou com a assessoria jurídica da Antas da Cunha ECIJA, que ficou a cargo da construção da operação, do enquadramento fiscal, e da conformidade do negócio no que diz respeito às regras preventivas de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo. O processo integrou todos os passos necessários, desde a identificação dos intervenientes, ao processo de compliance e à rastreabilidade da origem dos criptoactivos, de modo a assegurar a legitimidade dos bens digitais antes da transacção imobiliária.

“Não acreditamos em bons advogados, sem bons clientes. A Zome permitiu-nos ter a certeza de que podemos ser ainda melhores, e ir além do que imaginámos. Este tipo de negócios terá um incremento exponencial e Portugal está a dar sinais muito promissores em termos de economia digital, por isso consideramos que esta operação pode ser uma grande oportunidade de crescimento e de criação de valor”, acrescenta Nuno da Silva Vieira, advogado e sócio responsável pela área de prática de Legal Intelligence da Antas da Cunha ECIJA.

O formato em que a escritura pública decorreu, teve por base o recém-aprovado Código Notarial, liderado pelo Bastonário dos Notários em Portugal, Jorge Silva, que realizou esta primeira escritura pública em Portugal e, em rigor, na Europa.

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Município de Bragança alarga Áreas de Reabilitação Urbana ao meio rural

Desta forma, o alargamento do processo de delimitação das ARU aos aglomerados rurais faz com que todas as freguesias do concelho sejam abrangidas por um conjunto de benefícios e incentivos que irão contribuir para estimular o envolvimento do sector privado no processo de reabilitação do edificado

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O Município de Bragança vai alargar a delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) aos aglomerados habitacionais do meio rural. A proposta do executivo, aprovada na Assembleia Municipal, possibilitará a quem pretenda reabilitar património no meio rural o acesso ao mesmo tipo de benefícios fiscais que outros empreendimentos localizados em zonas delimitadas e prioritárias para o efeito.

Apenas seis meses após a tomada de posse, o executivo municipal levou e aprovou em Reunião de Câmara, e submeteu à Assembleia Municipal, uma proposta para promover a reabilitação do património edificado do concelho, através do alargamento do processo de delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana. A criação destas ARU, que passarão a abranger os aglomerados do meio rural, pretende possibilitar o acesso aos mesmos benefícios fiscais inerentes às zonas prioritárias para reabilitação urbana já existentes na cidade [três zonas: Centro Histórico (64 ha), Cantarias (225 ha) e S. João de Deus (138,5 ha)] e estimular a recuperação do património edificado no meio rural.

Em relação aos incentivos fiscais para as Áreas de Reabilitação Urbana, estes passam pela isenção de IMI por um período de 3 anos, passível de prorrogação por mais 5 anos a contar da data de conclusão da acção de reabilitação; pela isenção de IMT na aquisição e na 1ª transmissão do imóvel, desde que reabilitado no prazo máximo de três anos e destinado, exclusivamente, a habitação própria e permanente; assim como pela aplicação de taxa reduzida de 6% de IVA em empreitadas de reabilitação urbana, em empreitadas de reabilitação urbana realizadas em imóveis ou em espaços públicos localizados em Área de Reabilitação Urbana, ou no âmbito de operações de requalificação e reabilitação de reconhecido interesse público nacional ou em empreitadas de beneficiação, remodelação, renovação, restauro, reparação ou conservação de imóveis ou partes autónomas destes afectos à habitação, com excepção dos trabalhos de limpeza, de manutenção dos espaços verdes e das empreitadas sobre bens imóveis que abranjam a totalidade ou uma parte dos elementos constitutivos de piscinas, saunas, campos de ténis, golfe ou minigolfe ou instalações similares.

Destaque igualmente para os fundos de Investimento Imobiliário que ficam isentos os rendimentos de qualquer natureza obtidos por fundos de investimento imobiliário que operem de acordo com a legislação, desde que parte dos seus activos sejam bens imóveis sujeitos a acções de reabilitação realizadas nas áreas de reabilitação urbana.

Desta forma, o alargamento do processo de delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana aos aglomerados rurais faz com que todas as freguesias do concelho sejam abrangidas por um significativo conjunto de benefícios e incentivos que irão contribuir, de forma concertada, para estimular o envolvimento do sector privado no processo de reabilitação do edificado.

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Vila Franca de Xira assume-se como eixo logístico

É um dos mais recentes negócios envolvendo o sector logístico na região: um terreno em Vila Franca de Xira, com uma área total de 100.560 m2 foi adquirido por 2 M€ por uma empresa nacional de referência no sector da logística. Um negócio intermediado pela doValue Portugal

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A doValue Portugal, gestora de créditos e activos imobiliários, intermediou a venda de um terreno com uma área total de 100.560 m2 a um operador logístico nacional de referência por um valor superior a 2 milhões de euros, numa operação que foi concluída em Março.

O terreno localiza-se em Castanheira do Ribatejo, Vila Franca de Xira, um local de excelência para uso logístico, com acesso directo à EN1 e junto dos nós da AE1 de Castanheira do Ribatejo e do nó da AE1 e AE10 do Carregado.

“O sector da logística apresenta um forte dinamismo, com os operadores e promotores empenhados nas oportunidades de investimento e expansão em Portugal”, refere João Ribeiro, Director de Real Estate da gestora de créditos e activos imobiliários.

“O potencial desenvolvimento de um projecto logístico neste terreno trará maior dinamismo económico, consolidando esta zona como referência logística em Portugal”, acrescenta o responsável.

A doValue Portugal, ex-Altamira Portugal, pertence à companhia de serviços financeiros italiana doValue (anteriormente doBank), cotada na Bolsa de Milão. O Grupo doValue Altamira é um dos maiores servicer do sul da Europa, com uma carteira de activos financeiros e imobiliários superior a 160.000 milhões de euros, distribuída por Portugal, Espanha, Itália, Chipre e Grécia.

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CBRE ganha gestão e comercialização do LeiriaShopping

Inaugurado em 2010, o centro comercial conta com dois pisos, 116 lojas e 7 salas de cinema

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Ao portefólio de centros comerciais e retail parks já gerido e comercializado pela CBRE, junta-se agora o LeiriaShopping. Inaugurado em 2010, o centro comercial conta com dois pisos, 116 lojas e 7 salas de cinema.

Com os novos e recentes mandatos de gestão e comercialização, a plataforma ibérica da CBRE chega aos 53 centros comerciais e retail parks na Península Ibérica, dos quais 18 em Portugal, ultrapassando assim os 2 milhões de metros quadrados de área bruta locável. Desta forma, a consultora inicia 2022 com o reforço da sua posição de liderança na gestão imobiliária em Portugal, nomeadamente no sector de retalho e grandes espaços comerciais.

A CBRE gere activos de retalho há cerca de 10 anos em Portugal e, em vários centros comerciais, foi levado a cabo um trabalho de reposicionamento no sentido de garantir que os activos se mantinham relevantes na sua zona de influência, garantindo assim uma experiência de visita única através de processos de reforma e rebranding, repensando a estratégia de comercialização dos centros.

“É um orgulho continuar a ampliar a carteira de activos sob gestão. Esta nomeação revela confiança na CBRE e nas suas equipas e é, acima de tudo, o resultado do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos em estreita parceria com os nossos clientes. O nosso objectivo para o futuro passa por garantir a implementação da nossa estratégia focada em ESG (Environmental, Social & Governance) e hospitality e criar experiências realmente diferenciadoras maximizadas pela melhores ferramentas tecnológicas e, claro, pelo expertise das nossas pessoas no terreno”, sublinha Luís Arrais, Property Management Director para a Península Ibérica.

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Savills coloca UON Consulting no CCB

O novo espaço, correspondente a duas salas, tem uma área total superior a 1.400 m2

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A consultora imobiliária internacional Savills assessorou a Fundação CCB no arrendamento da nova sede da UON Consulting. Os espaços, inseridos no Centro Cultural de Belém (CCB), são duas salas uma com 1.232 m2 e outra com 226 m2 e dispõem de acesso privilegiado a um pátio interior com 242 m2 e de lugar de estacionamento coberto.

Os novos escritórios da UON situam-se numas das zonas mais emblemáticas da cidade de Lisboa, permitindo uma sinergia única entre os novos escritórios e a sua actividade. O CCB é uma das maiores referências culturais a nível nacional e internacional, que proporciona uma dinâmica cultural a todos aqueles que ali se encontram.

Luísa Noronha, offices senior Consultant da Savills Portugal, refere que “esta é uma empresa que valoriza particularmente a interacção entre as suas equipas e as áreas generosas, iluminação aprazível, contacto com arte, criando um ambiente de trabalho onde todos se sintam parte de uma grande equipa. O CCB proporciona e potencia todas estas sensações, seja pelo que representa do ponto de vista da oferta cultural, seja pelo espaço arquitectónico em si mesmo. Este é, pois, o local certo para o desenvolvimento da sua actividade, permitindo, assim, uma simbiose natural entre ambos”.

Após dois anos de pandemia, em que o mote foi o teletrabalho, a UON está já plenamente instalada no novo espaço no CCB, disfrutando das condições que considera privilegiadas para o desenvolvimento das suas diversas actividades. Segundo a UON Consulting, trata-se de “um excelente local para retomar em pleno o trabalho presencial. Localização desafogada, espaço interior amplo, rodeados de beleza, história, jardins, arte. Poderemos assim dar continuidade ao desenvolvimento do nosso grupo, proporcionando aos nossos colaboradores condições de excelência”.

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