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UPT promove debate sobre o futuro da arquitectura ‘doméstica’

O ciclo de debates “[email protected] de Estudo: Habitação Experimental em Portugal”, de livre acesso, realiza-se na plataforma Zoom e tem início esta sexta-feira

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UPT promove debate sobre o futuro da arquitectura ‘doméstica’

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A Universidade Portucalense (UPT) inicia esta sexta-feira, dia 12 de Novembro, o ciclo de conferências online “[email protected] de Estudo: Habitação Experimental em Portugal”, organizado por Gilberto Duarte Carlos, coordenador do Mestrado Integrado em Arquitectura e Urbanismo da Universidade Portucalense (departamento de Arquitectura e Multimédia Gallaecia), que pretende dar uma nova visão à forma como olhamos, pensamos e sentimos a habitação.

Este ciclo de conferências reveste-se de significado num momento económico e social em que o mundo procura soluções efectivas e eficazes, quer para a falta de espaço, quer para formas habitacionais sustentáveis, onde várias gerações coabitam em espaços comuns com finalidades distintas.

Ao longo destas sessões serão apresentadas obras de arquitectura doméstica baseadas na dicotomia contexto/conceito, enquadradas na regeneração do quadro referencial da arquitectura contemporânea portuguesa.

“Atravessamos um momento determinante no âmbito da relação entre tecnologia, sustentabilidade e identidade cultural”, refere Gilberto Duarte Carlos. “A arquitectura tem um papel fundamental na concretização destas mudanças de paradigma”, concluiu.

As conferências, de livre acesso, realizam-se na plataforma Zoom, das 17 horas às 18 horas, sendo que a primeira sessão, cabe ao atelier Nunes Toral Arquitectos. As restantes sessões estão previstas para os dias 26 de Novembro, pelo Atelier da Bouça, a 3 de Dezembro, pelo Atelier Carvalho Araújo, a 10 de Dezembro pelo PLCO Arquitectos e a 17 de Dezembro por João Esteves, do gabinete Aires Mateus.

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Arquitectos portugueses em destaque no Urban Garden Award’22

O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim e pretendeu homenagear o centenário de arquitecto Ribeiro Telles e os seus estudos para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia

Ricardo Batista

Arquitectos portugueses e dos Estados Unidos destacam-se na primeira edição do Urban Garden Award’22. O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim, que decorreu em Lisboa, de 7 a 9 de Abril, para acolher os profissionais do sector dos espaços verdes.
Numa organização conjunta da Exposalão, da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e da plataforma de arquitectura IF-Ideasforward, e aproveitando o facto de o evento coincidir com o centenário do nascimento do arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, o concurso internacional teve como tema “From de port to the airport”, com o objectivo de lançar um debate de ideais que “promova a reflexão sobre os eixos de ligação para a cidade de Lisboa, desde o porto ao aeroporto, incidindo no eixo Estação Fluvial Sul e Sueste – Praça das Partidas do Aeroporto Humberto Delgado”, refere a organização.

O programa para este concurso tem por base os estudos feitos pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia, nomeadamente o Plano Verde de Lisboa e o Parque Periférico. O corredor de sustentabilidade que se pretende desenvolver, forma um eixo de ligação entre a zona da Estação Fluvial Sul e Sueste e a Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado.

Assim, na categoria dos concorrentes profissionais, os arquitectos tiveram que apresentar uma proposta de arquitectura paisagista inovadora que contemplasse o desenvolvimento de um conceito geral integrador e de articulação funcional do corredor e definição de ideias em pelo menos três pontos de intervenção fundamentais ao longo do eixo definido e para os quais devem ser considerados as seguintes zonas: Praça da Estação Fluvial Sul e Sueste, Martin Moniz, Avenida Almirante Reis, Praça do Chile, Alameda Afonso Henriques, Praça do Areeiro, Avenida Gago Coutinho, Rotunda do relógio e Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado. Além dos percursos, elementos urbanos como mobilidade, pedonalização, ciclovias; estacionamento de automóveis e bicicletas; carregamento para viaturas eléctricas; zonas verdes e zonas de estadia; espaços de jogo e recreio; espaço de desporto (formal ou informal) e infraestruturas sustentáveis deveriam ter integrado a proposta a apresentar.

Na categoria Estudantes, o objectivo pretendeu-se o desenvolvimento de um equipamento urbano inovador, o Espaço de Jogo e Recreio (PLAYGROUND). Propõe-se, assim, a reflexão sobre este tipo de espaços na medida em que maioritariamente são “ilhas” isoladas, vedados e standardizados. Este equipamento deverá contemplar espaços adequados para várias gerações e estar devidamente inserido e enquadrado num dos pontos de intervenção referidos anteriormente, à escolha do concorrente.
Os materiais a propor e ambas as categorias tiveram em consideração todos os aspectos relevantes na perspectiva ambiental, durabilidade e custos de manutenção.

Categoria Profissionais
1º Classificado
Equipa: Duarte Natário, Joana Azevedo, João Coelho
Lisboa (Portugal)
“Proposta muito bem fundamentada, com princípios interessantes bem aplicados, expressamente baseados na obra escrita e construída de Gonçalo Ribeiro Telles, tal como o programa sugeria. Excelente proposta, completo e interessante para todo o corredor de intervenção, sobretudo no que se relaciona com a mobilidade suave e a relação com o peão. Bem estruturada, hierarquizada, ligando a estrutura verde principal com espaço de estar. É de especial destaque a proposta elaborada para a Av. Gago Coutinho que releva conhecimento no sentido de compatibilizar todas as variáveis hoje necessárias a um desenho urbano bem dimensionado e sustentável, dando resposta aos desafios que a cidade actualmente no exige”

2º Classificado
Equipa: Astrid Haryati, Theresia Purnomo, Susanti Indrarajasa, Paul Sidharta,
Ajie Tresnoharry
Los Angeles (EUA)
“Conceito bem estruturado e fundamentado. Proposta inovadora e de grande alcance, abrangendo todos os aspectos solicitados no programa, apresentada de forma simples e clara. Incorpora soluções tradicionais e ao mesmo tempo sistemas inovadores sem cair em contradição. Note-se que algumas das ideias propostas exigem algum nível de artificialização o que não se deveria privilegiar”

3º Classificado
Equipa: Amália Souto de Miranda, Ana Rita Gonçalves, Gabriela Magalhães
Lisboa (Portugal)
“Conceito ambientalmente consistente, privilegiando o arvoredo, as superfícies verdes e a sombra. Proposta inovadora para o novo desenho da Alameda Afonso Henriques, com uma nova interpretação potenciando maior utilização do relvado principal. No entanto, subsistem dúvidas em relação ao traçado dos caminhos e à orgânica do desenho”

Categoria Estudantes
Equipa: Paulina Manríquez, Juan Pablo Vazquez, Víctor Alonso Zamudio, Luis Enrique Romero
Zapopan (México)
“Proposta muito criativa, lúdica e apelativa com muita personalidade e coragem por transformar um lugar seco, num espaço predominantemente permeável. Com um forte carácter identitário e inclusivo, que pode estabelecer boas ligações com o contexto do bairro e da cidade em geral. De fácil execução e muito funcional. O facto de ser efémera pode ser considerado um ponto contra em termos de sustentabilidade, mas um ponto a favor em temos de criatividade e possibilidade de actualização, não devendo, portanto, prejudicar a sua avaliação global”

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NEBLab lança inquérito para análisar contexto regulamentar no sector da construção

“Que contributos pode trazer o quadro regulamentar para o ambiente construído e sector da construção?” pode ser respondido até respondido até 30 de Junho. O objectivo é recolher experiências de técnicos no terreno

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O NEBLab, lançado a 7 de Abril último pela Comissão Europeia, é um espaço virtual de co-criação ao serviço da comunidade do New European Bauhaus (NEB), para a realização de projectos concretos que integrem os “princípios” NEB no quotidiano.

Um dos primeiros projectos do NEBLab é uma análise regulamentar e de experimentação para explorar como o contexto regulamentar, desde o nível local, regional, nacional até ao nível europeu, pode apoiar o desenvolvimento de projectos NEB.

Tendo como ponto de partida, a pergunta “Que contributos pode trazer o quadro regulamentar para o ambiente construído e sector da construção?”, a organização do NEBLab lançou um inquérito, que pode ser respondido até 30 de Junho. O objectivo é recolher experiências de técnicos no terreno, que possam indicar “se a legislação os impediu ou os ajudou a transformar o ambiente construído num ambiente mais sustentável, inclusivo e belo”.

Os resultados deste inquérito serão analisados em workshops com a comunidade para identificar maneiras de melhorar o ambiente regulamentar em linha com os princípios NEB.

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Projecto do Terminal Intermodal de Campanhã distinguido pela AICA

Nas palavras do júri, “a obra confirma o percurso de excelência do autor e constitui um marco assinalável na arquitectura portuguesa actual, pelo modo como privilegia os novos sistemas de mobilidade urbana e a consequente regeneração de uma área da cidade afectada, desde o século XIX, pela construção da estrutura ferroviária ainda existente e em funcionamento”

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O arquitecto Nuno Brandão Costa, responsável pelo projecto do Terminal Intermodal de Campanhã, é o vencedor de 2021 do prémio atribuído pela Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) no sector da Arquitectura.

Nas palavras do júri, “a obra confirma o percurso de excelência do autor e constitui um marco assinalável na arquitectura portuguesa actual, pelo modo como privilegia os novos sistemas de mobilidade urbana e a consequente regeneração de uma área da cidade afectada, desde o século XIX, pela construção da estrutura ferroviária ainda existente e em funcionamento”.

E acrescenta que o TIC constitui “um dos mais relevantes projectos públicos em curso no Porto, articulando de forma exemplar infraestrutura, topografia e espaço público numa cidade que vai de novo ao encontro do território para a introdução dos sistemas naturais no seu desenho”.

Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Nuno Brandão Costa foi distinguido, em 2008, com o Prémio Secil, em 2012, com o Swiss Award, e, em 2017, com o Prémio FAD, atribuído pela associação espanhola Arquinfad. Para a associação de críticos de arte, “globalmente considerado, o trabalho de Nuno Brandão Costa atesta a importância que atribui ao papel activo do arquitecto e da arquitectura na sociedade contemporânea”.

De acordo com a AICA, “os prémios de Artes Visuais e Arquitectura são atribuídos a duas personalidades das respectivas áreas, cujo percurso profissional seja considerado relevante pela crítica e cujo trabalho tenha estado particularmente em foco, no ano a que o Prémio diz respeito”.

Nuno Brandão Costa divide o galardão com o escultor Rui Chafes, reconhecido pela associação de críticos de arte, na categoria de Artes Visuais, pela exposição “Nada Existe”. O prémio da AICA corresponde aos trabalhos realizados em 2021.

Os dois foram distinguidos por unanimidade por um júri independente, composto pela crítica de artes plásticas, Luísa Soares de Oliveira, pelo comissário do Plano Nacional das Artes, Paulo Pires do Vale, os arquitectos Inês Lobo e Rui Mendes, e presidido pela historiadora da arte, Catarina Rosendo.

Atribuído em parceria com o Ministério da Cultura e a Fundação Millennium bcp, o Prémio AICA corresponde a um valor pecuniário de dez mil euros para cada modalidade.

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Trienal: Cooperativas de habitação são tema de conferência do ciclo Campo Comum

Poderão as cooperativas ser uma solução para a escassez da habitação em Portugal? Esta é uma das questões que está em discussão e análise na conferência Cooperativas, através de exemplos que nos chegam da Catalunha e de Zurique. A ter lugar dia 20 de Abril, no CCB

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A segunda conferência do terceiro e último ano do ciclo Campo Comum (2020-2022), que arrancou no passado mês de Março, irá ter lugar dia 20 de Abril, às 18h30, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém. Cooperativas é o tema da conferência que pretende incidir sobre o tema das cooperativas de habitação, um sistema multiforme ou modelo directo que poderá ser a resposta às problemáticas económicas, urbanísticas, sociais e políticas que têm vindo a deteriorar as condições habitacionais das populações residentes em contexto urbano, em que Lisboa e Porto não são excepção.

Cooperativas explora, como temas principais, as comunidades locais, as estratégias financeiras e os enquadramentos administrativos necessários à reprodução do modelo de cooperativas criadas nas últimas décadas, através de exemplos de peso que nos chegam da Catalunha e de Zurique. Para falar sobre o tema sobem ao palco  a arquitecta e professora Cristina Gamboa, co-fundadora do multi-premiado colectivo Lacol, recentemente nomeado, com o edifício La Borda, para o Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia – Prémio Mies van der Rohe 2022 –  e o arquitecto e também professor universitário Andreas Hofer, com extensa experiência em projectos de habitação cooperativos inovadores como o Kraftwerk1, em Zurique, que reúne já 700 moradores e 232 apartamentos.

O ciclo de conferências Campo Comum encerra com a conferência Coexistência, a 25 de Maio.

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Tétris prevê encerrar trimestre com mais de 32 M€ em obras em pipeline

O crescimento na área de Hospitality foi um dos impulsionadores do resultado anual da Tétris, que já gera 57% da facturação da JLL em Portugal. Carlos Cardoso, managing director da Tétris, antecipa um ano 2022 de novo crescimento para a empresa

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A empresa de arquitectura e construção do grupo JLL, Tétris, estabeleceu um novo volume de negócios recorde em 2021, com uma facturação de 55 milhões de euros, correspondendo a crescimento de quase 10% face ao ano anterior. Este é o segundo ano em que a Tétris factura mais de 50 milhões de euros, gerando actualmente 57% do volume de negócios  da JLL em Portugal.

Ao longo do ano, a Tétris esteve envolvida em quase 130 obras das mais diversas dimensões e segmentos imobiliários, uma carteira em forte crescimento face a 2020, quando foram concretizadas 80 obras.

Segundo a empresa, o ano de 2022 arrancou de forma muito positiva e até início de Março já tinha uma facturação de mais 7 milhões de euros e que estima encerrar o trimestre com uma carteira de mais de 32 milhões de euros de obras em pipeline.

Para Carlos Cardoso, managing director da Tétris, “o crescimento da empresa reflete não só a qualidade dos nossos serviços e a crescente aquisição de novos clientes, a nossa capacidade técnica, e também o facto de estarmos integrados num grupo como a JLL. Há cada vez mais uma lógica integrada de prestação de serviços, com muitos clientes que recorrem à JLL no âmbito de soluções imobiliárias e que depois nos escolhem para executar os seus projetos e obras, quer nos escritórios, quer em retalho ou turismo. Da mesma forma, há muitos clientes que nos procuram pelo nosso track record e que escolhem a JLL para assessorar a sua estratégia imobiliária”.

O crescimento na área de Hospitality foi um dos impulsionadores do resultado anual da Tétris, que dá passos largos para a liderança deste segmento de mercado, incluído na área de hotelaria e turismo de luxo. Uma das entradas para o seu portefólio em 2021 foi a nova obra do Six Senses Douro Valley, no âmbito da qual a empresa reabilitou as Villas da Vinha, componente que aumentou a oferta desta luxuosa unidade turística situada no Vale do Douro. Outra obra de referência foi a renovação das Onyria Quinta da Marinha Villas, colaborando pela segunda vez com o Grupo Onyria na Quinta da Marinha, Cascais, onde já tinha sido pela responsável pela renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas.

A empresa continuou o seu trajecto de liderança nas áreas de retalho e de escritórios, reforçando o portefólio de obras com vários projectos de referência. No retalho, a Tétris participou em projectos para marcas de luxo como a Van cleef & Arpels, a Area e o restaurante japonês Kabuki. No sector de escritórios, em 2021, a equipa da Tétris esteve envolvida em grandes projetos como as novas instalações de empresas em Lisboa, como a nova sede da Cuatrecasas ou o projecto e obra da sede da Zurich. Além disso, trabalhou ainda ao lado de promotores e proprietários na renovação e modernização de edifícios de escritórios, incluindo o nº11 do Rua Duque de Palmela e o nº 136 da Avenida da Liberdade, todos em Lisboa. Em termos de serviços, a Tétris está preparada para conceber e executar projectos nas mais diversas áreas de atividade.

Em relação a 2022, Carlos Cardoso antecipa um ano de novo crescimento para a empresa, destacando “as questões de adequação e integração das medidas de ESG nos portefólios imobiliários. A par do que é o nosso core business, com criação de design e execução de obra de novos escritórios, lojas e hotéis, este ano deverá registar um acréscimo de trabalho devido à implementação de medidas de sustentabilidade no parque edificado. Esta será uma prioridade para muito proprietários, especialmente na área de escritórios, e isso será um importante fator de dinamização de obras e intervenções para nós”, conclui o responsável da Tétris Portugal.

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QuartoSala assina design de interiores da empreendimento Fábrica 21

“Esta nova unidade de negócio, que estabelece parcerias com o sector imobiliário de luxo, é uma excelente oportunidade para a QuartoSala mostrar a sua expertise e expor a sua curadoria”, afirma Pedro d’Orey e Clemente Rosado, sócios da QuartoSala

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A QuartoSala – Home Culture desenvolveu o seu mais recente projecto de design de interiores no empreendimento residencial Fábrica 21. Situado na Rua Nova do Loureiro, entre o Príncipe Real e o Bairro Alto, o apartamento intervencionado faz parte do projecto de arquitectura assinado pelo atelier Aires Mateus e “cuja matriz de desenho do espaço se compatibiliza com a estética que caracteriza a QuartoSala”.

showroom apartment do Fábrica 21 foi decorado na íntegra pela QuartoSala, conjugando a linguagem de diferentes designers internacionais de renome, que a marca representa, tendo sido privilegiado “o diálogo entre o desenho do espaço e uma selecção de peças de arte assinadas por artistas contemporâneos, predominantemente portugueses”.

Das peças de mobiliário, iluminação e decoração presentes no espaço, destaca-se a Day BED Traveller, assinada pela dupla de criadores internacionais Gam Fratesi e o sofá Arcolor, desenhado pelo criador espanhol Jaime Hayon.

Pedro d’Orey e Clemente Rosado, sócios da QuartoSala e responsáveis pela coordenação deste projecto, afirmam que “esta nova unidade de negócio, que estabelece parcerias com o sector imobiliário de luxo, é uma excelente oportunidade para a QuartoSala mostrar a sua expertise e expor a sua curadoria indo ao encontro da estratégia dos empreendimentos de luxo de se posicionarem no mercado através de marcas de equipamentos de alto padrão”.

Por outro lado, “este tipo de iniciativas, permitem-nos expor as nossas marcas em ‘espaços reais’. Para além do trabalho de promoção, que já é feito nas nossas lojas, esta é também uma oportunidade singular para as marcas que representamos de comunicar os seus valores, junto de um perfil de clientes cosmopolitas que crescentemente procura Lisboa como capital para viver.”

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Novos escritórios da Miniclip são um projecto OPENBOOK [c/ imagens]

A OPENBOOK foi responsável pelo projecto de arquitectura e design de interiores dos novos escritórios da Miniclip A empresa de desenvolvimento de jogos online está a expandir em Portugal e já inaugurou o seu novo escritório no Taguspark

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É no edifício “Simulador II” que a empresa líder mundial em jogos digitais se instala naquele que é um projecto chave na mão do Taguspark: os novos escritórios têm uma área de 4 mil metros quadrados e capacidade para cerca de 350 pessoas.

“O projecto de arquitectura e design de interiores dos novos escritórios da Miniclip, no Taguspark, foi extremamente desafiante para a OPENBOOK”, explica Rodrigo Sampayo, arquitecto e partner da OPENBOOK. “Trabalhámos de forma próxima e meticulosa com as equipas da Miniclip e do Taguspark de forma a criar espaços únicos que reflictam as últimas tendências de workplace”, conclui.

Além de ginásio e centro de bem-estar, os escritórios contam com uma sala de massagens e em breve terão também uma horta urbana. Os novos escritórios no Taguspark serão um dos primeiros edifícios em Portugal a atingir as certificações WELL e LEED, proporcionando aos funcionários um espaço colaborativo de topo. O espaço será alimentado a 100% a electricidade de fontes sustentáveis e estarão disponíveis pontos de água filtrada a cada 30 metros de cada secretária.

A Miniclip, a operar em Portugal desde 2010, concretiza agora mais um passo no crescimento em Portugal. A multinacional duplicou o número de colaboradores no nosso país nos últimos três anos e as novas instalações possibilitam uma expansão ainda maior para os próximos anos.

“A Miniclip tem vindo a realizar um investimento significativo na indústria de jogos em Portugal desde a instalação das suas operações em 2010, tendo praticamente duplicado a sua equipa. Estas novas instalações demonstram o crescimento contínuo e o compromisso em manter o investimento nesta geografia. Estamos ansiosos para acolher todos os nossos Miniclippers em Portugal para a sua incrível nova casa”, adianta Marius Manolache, COO da Miniclip.

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Setúbal: Pedro Domingos vence concurso para conjunto habitacional Varandas do Sado

O enquadramento paisagístico e a continuidade com o parque da Bela Vista, “criando um espaço público muito particular, no interior do quarteirão”, concebido “em função da qualidade de vida, com generosidade espacial e capaz de transformar e qualificar a envolvente” são os pontos destacados pelo júri.

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A proposta do arquitecto Pedro Domingos ficou em primeiro lugar no concurso público  de concepção para a elaboração do projecto do conjunto habitacional Varandas do Sado, em Setúbal. Promovido pelo IHRU, o concurso contou com a assessoria técnica da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos.
Entre os 22 trabalhos apresentados a concurso, o júri considerou a proposta de Pedro Domingos por considerar que esta privilegia “um enquadramento paisagístico ímpar e a continuidade com o parque da Bela Vista, criando um espaço público muito particular, no interior do quarteirão” e que na sua generalidade “é um projecto concebido em função da qualidade de vida, com generosidade espacial e com uma implementação que se afigura simples, capaz de transformar e qualificar a envolvente”.
Como principais atributos o júri destacou “a robustez da proposta, a relação com a paisagem e o sistema de vistas, a relação do espaço público com a envolvente e a organização dos espaços interiores das tipologias habitacionais.”
Em segundo ligar ficou a proposta da autoria de Miguel Marcelino, que se evidencia pela criação de “um espaço público qualificado e multifuncional, que se torna uma componente central do projecto, articulado com as fachadas dos edifícios e com as varandas das habitações”. A organização interior “de grande riqueza” e em que “a ligação com os espaços exteriores de utilização privada contribui para uma multiplicidade de espaços interiores”, são também destacados pelo júri.
A proposta classificada em terceiro lugar, da autoria de Deparquitectura + Pablo Rebelo & Pedro Pereira, apresenta “um espaço público muito comunal, de carácter eminentemente urbano, de fácil manutenção e resolvendo bem a relação que estabelece com o piso térreo dos edifícios, através de um desenho muito apurado e eficaz, na sua dimensão construtiva”.
O júri destacou, ainda, os trabalhos classificados em quarto e quinto lugares, da autoria de MASS lab e Linhas Ímpares, respectivamente. atribuindo-lhes uma menção honrosa.
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LINA, a nova plataforma europeia dedicada à arquitectura

Em ligação com a Nova Bauhaus Europeia, LINA aborda os desafios climáticos através de um vasto programa internacional de investigação, workshops, exposições, conferências e projectos editoriais

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A Comissão Europeia aprovou a candidatura de LINA, uma rede internacional que congrega 28 organizações incluindo a Trienal. Partilhando o nome com uma das arquitectas mais conhecidas do século XX, LINA significa Learning, Interacting and Networking in Architecture (Aprendizagem, Interacção e Intercâmbio em Arquitectura), os três eixos para apoiar profissionais emergentes e mobilizar esforços que transformem o mundo que habitamos num lugar mais sustentável e circular.

Ao longo de três anos, LINA proporciona a oportunidade de mostrar novas abordagens teóricas ou práticas num contexto artístico, educativo e cultural. Esta rede integra encontros regulares entre curadorias, produção, agentes e organizações que trabalham para as mudanças urgentes no planeamento urbano e desenho espacial a par do European Green Deal (Acordo Verde Europeu). O seu modelo inovador de cooperação «apoia a resposta do sector à economia circular e aos desafios ambientais», nas palavras da Comissão Europeia.

Em ligação com a Nova Bauhaus Europeia, LINA aborda os desafios climáticos através de um vasto programa internacional de investigação, workshops, exposições, conferências e projectos editoriais. A participação da Trienal, em representação de Portugal, tem duas vertentes: acolher anualmente no pólo cultural do Palácio conteúdos programáticos de um dos membros desta plataforma, e seleccionar emergentes para uma viagem transcontinental de comboio até Lisboa.

A Faculdade de Arquitectura da Universidade de Ljubljana é a entidade que lidera o programa e Matevž Čelik é o seu director. Com financiamento do programa Europa Criativa, LINA une festivais, museus, galerias, fundações, centros de investigação, laboratórios, editoras e universidades de 23 países da Europa e Mediterrâneo, de Portugal ao Líbano. Esta rede é sucessora da plataforma Future Architecture que terminou em 2021.

Do consórcio LINA fazem parte, além da Trienal, BETA Bienal de Arquitectura de Timișoara (Roménia), Bienal de Arquitectura de Tbilisi (Geórgia), Forecast (Berlim, Alemanha), Theatrum Mundi (Paris, França e Londres, Reino Unido), Festival de Arquitectura de Copenhaga (Dinamarca), BINA Semana Internacional de Arquitectura de Belgrado (Sérvia), Dias da Arquitectura (Sarajevo, Bósnia-Herzegovina), Fundação de Arquitectura do Kosovo (Pristina, Kosovo), Fundação de Arquitectura Irlandesa (Dublin, Irlanda), Fundació Mies van der Rohe (Barcelona, Espanha), HDA Casa da Arquitectura (Graz, Áustria), a Galeria VI PER (Praga, República Checa), Museu de Arquitectura da Estónia (Talin, Estónia), MAXXI Museu Nacional para as Artes do Século XXI (Roma, Itália), o SAM Museu de Arquitectura Suíço (Basileia, Suíça), Architektūros fondas (Vilnius, Lituânia), dpr-barcelona (Espanha), Architectuul Berlin (Alemanha), DAI-SAI Associação de arquitectos da Ístria (Pula, Croácia), Fundação LUMA (Arles, França), Trienal de Arquitectura de Oslo (Noruega), Academia de Design de Eindhoven (Países Baixos), Universidade Barleti (Tirana, Albânia), Universidade Notre Dame-Louaize (Zouk Mosbeh, Líbano), Instituto de Arquitectura e Design da Universidade Técnica de Viena (Áustria), Departamento de Desenho Arquitectónico da ETSAM, Universidade Politécnica de Madrid (Espanha).

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Carrilho da Graça em “Flashback” na Casa da Arquitectura

O acervo de mais de 40 anos de trabalho depositado na Casa da Arquitectura vai estar em exposição nos dias 8, 9 e 10 de Abril. A mostra “Flashback / Carrilho da Graça”, com curadoria de Marta Sequeira, inclui, também, visitas orientadas, debates, concertos e actividades para os mais novos

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Abre ao público no dia 8 de Abril, às 21h30, a Exposição “Flashback / Carrilho da Graça”. A mostra, com curadoria de Marta Sequeira, tem como base o acervo relativo a mais de 40 anos de trabalho depositado na Casa da Arquitectura.

“Flashback / Carrilho da Graça” permite reviver o momento da elaboração de vários projectos representados através de desenhos, filmes, maquetas e fotografias, a que se somam diversas referências externas à sua obra provenientes de museus e colecções privadas nacionais e internacionais, convidando à exploração do processo criativo do arquitecto.

Como habitualmente, a abertura de uma nova exposição na Casa da Arquitectura vem acompanhada de um programa de actividades de acesso gratuito durante todo o fim de semana de 8, 9 e 10 de Abril com visitas orientadas, debate, concerto e actividades para os mais novos.

No dia seguinte à inauguração da exposição, o dia arranca com uma visita orientada pela curadora Marta Sequeira, às 15h00, a que se segue, às 16h30, um debate com Álvaro Siza, Gonçalo Byrne, João Luís Carrilho da Graça, Manuel Mateus, Marta Sequeira (moderação) e Nuno Sampaio (apresentação). A exposição fecha às 19h00 e reabre às 21h00 para acomodar a Orquestra Jazz de Matosinhos e o Concerto “Som em Exposição”, a partir das 22h00.

No domingo, dia 10 de abril, a Casa está aberta até às 20h00. O programa oferece a oportunidade para acompanhar, a partir das 11h00, uma visita orientada pelo próprio arquitecto João Luís Carrilho da Graça e a curadora, Marta Sequeira.

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