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Homing assinala cinco anos e abre nova loja em Lisboa

A nova loja situa-se na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão de alojamento local. A Homing Short Rent estima fechar 2021 com 250 unidades em gestão

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A Homing Group assinala este mês o seu quinto aniversário e inaugura uma nova loja no centro de Lisboa, situada na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão de alojamento local. A Homing Short Rent é a marca de gestão de unidades para Alojamento Local (AL) que actua no mercado do arrendamento de média e curta duração em plataformas online e na loja física onde recebe diariamente clientes para o check in e para o check out e ainda os proprietários das unidades.

A Homing iniciou a sua actividade em 2016 e expandiu a operação de AL ao Porto e Algarve com duas lojas em 2019. Aposta desde o início numa estratégia de proximidade ao dar apoio a cada hóspede, proprietário, investidor, promotor ou a quem quer saber um pouco mais sobre a actividade.

Em 2020, alargou a sua oferta ao segmento de mercado imobiliário com a marca Homing Real Estate. A primeira loja do grupo no Largo do Rato foi totalmente renovada para se dedicar exclusivamente ao imobiliário e funcionar como uma montra de exposição. O primeiro ano foi fundamentalmente a trabalhar na criação de um bom portefólio para uma vasta gama de imóveis e focados nos interesses de cada cliente.

Mantendo-se 100% português, o grupo mantém o seu foco no crescimento, como explica João Boulou Vieira, CEO da Homing: “Regressámos após a pandemia com um espaço novo e outro renovado. Mantemos o nosso foco no crescimento sempre com níveis de serviço de excelência quer no negócio da mediação imobiliária como no da gestão do alojamento local. Na Homing Short Rent estimamos fechar o ano de 2021 ultrapassando as 250 unidades”.

E acrescenta “continuarmos a apostar no reforço da equipa que já duplicou em número de consultores imobiliários e registou novas entradas nos recursos humanos, recepção, customer service, manutenções e marketing, e numa nova estratégia de comunicação fruto do crescimento contínuo e amadurecimento da empresa”.

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Prata Riverside Village recebe exposição “Brilha Rio” [c/galeria de imagens]

A partir de 4 de Dezembro o Prata Riverside Village, em Marvila, vai estar iluminado por letreiros comerciais do século XX, com a exposição Brilha Rio, composta por cerca de 70 peças da colecção do Projecto Letreiro Galeria

A partir de 4 de Dezembro, o parque de estacionamento do Prata Riverside Village, em Marvila, espaço adjacente ao Mercado P’LA ARTE, vai estar iluminado por letreiros comerciais do século XX, com a exposição Brilha Rio, composta por cerca de 70 peças da colecção do Projecto Letreiro Galeria.

Inspirado no nome de um dos letreiros deste projecto, a exposição Brilha Rio é uma parte da história da cidade, contada através de nomes comerciais que, durante décadas, decoraram as fachadas urbanas e acompanharam a vida de muitos transeuntes. São tabuletas de vidro ou de plástico, néons, portas corta-vento, caixas de luz e letras em metal, que foram retirados das fachadas após o encerramento do estabelecimento ou quando tomam a decisão de substituir o letreiro antigo por impressões digitais, ou letras com sistema de LED. A grande maioria destes objectos teriam sido destruídos, se não tivessem sido resgatados por este projecto.

O percurso da exposição Brilha Rio foi organizado por áreas comerciais: cabeleireiros, sapatarias, vestuário, restauração, automóveis, oculistas e hotelaria, das zonas de Lisboa, Porto, Almada, Carcavelos, Moscavide, Silves e Vila Franca de Xira.

Juntos no mesmo espaço, estão letreiros icónicos como o da “Casa Frazão”, na Rua Augusta, Sapataria “Cerimónia”, na Rua Alexandre Herculano, a “Pastelaria Suíça”, na Praça do Rossio, vestígios da casa Pereira, na Rua Garrett, o Hotel “Ritz” na Rua Rodrigo da Fonseca, o “Alfaiate Joaquim Barbosa” na Av. Infante Santo, entre muitos outros letreiros, que fazem parte de uma memória colectiva, visual e emocional.

Recentemente, salvaguardado e preservado na colecção, o Letreiro Galeria encontrou uma das “pérolas de Lisboa”, da autoria de Fernando Bento, ilustrador e autor de banda desenhada, o painel de desenhos publicitários dos combustíveis BP que, durante 60 anos, esteve numa garagem da Rodrigues Sampaio.

Segundo Rita Múrias e Paulo Barata, fundadores do Projecto Letreiro Galeria, “Brilha Rio é o resultado de uma proposta feita pela parceria entre a Plataforma P’la Arte e o Prata Riverside Village, que nos vai proporcionar mais uma oportunidade em partilharmos a colecção de letreiros, que temos vindo a salvaguardar desde 2014. Desde o início do projecto, temos vindo a lutar pela preservação deste património e para arranjar um espaço permanente para fazer um museu ou armazém expositivo. Esperamos que esta exposição consiga transmitir, mais uma vez, a importância que este projecto tem para a cidade de Lisboa”.

Até dia 5 de Março de 2022 e de entrada livre, a exposição Brilha Rio poderá ser visita de 6ª feira a domingo, entre as 15h00 e as 20h00.

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Do sucesso comercial ao lançamento de novos projectos Kronos Homes reforça em Portugal

Os projectos imobiliários da Kronos Homes Portugal avançam a bom ritmo. A promotora anuncia um novo projecto residencial, no Paço do Lumiar, em Lisboa, e a aposta no built to rent, com a entrada no país da marca Stay by Kronos

A primeira fase de vendas dos Signature Apartments do resort Palmares Ocean Living & Golf, em Lagos, um dos projectos da Kronos Homes em Portugal, vai terminar o ano 2021 com 100% das unidades, num total de 37, vendidas. Os apartamentos, desenhados pelos arquitectos catalães RCR Arquitectes e actualmente em construção, estarão finalizados na Primavera de 2022. De acordo com a informação disponibilizada pela promotora, entre os principais compradores estão as nacionalidades portuguesa (22%) e norte-americana (25%).

A segunda fase de vendas, que prevê a comercialização de 44 apartamentos, já arrancou com a venda das primeiras unidades. A etapa inicial do masterplan do resort, que visa um investimento global de 200 milhões de euros, continua a decorrer conforme previsto, com a inauguração do recém-premiado Clubhouse, em 2020, e o restaurante de fine dining AL SUD em Junho de 2021, com cozinha assinada pelo galardoado Chef com estrela Michelin Louis Anjos.

“É com uma enorme satisfação que vemos que muitos dos nossos clientes são portugueses, um dos objectivos assumidos no momento em que a Kronos Homes entrou no país. Cumprir este desejo não só é uma referência da máxima importância para o nosso negócio, como é sinal de que os portugueses confiam nos nossos projectos, reconhecendo a sua qualidade”, explica Rui Meneses Ferreira, sócio da Kronos Homes em Portugal. “A localização excepcional, com uma beleza natural ímpar junto ao mar, onde a baixa densidade de construção impera, e os apartamentos e outras infraestruturas do resort assinados pelos premiados RCR Arquitectes, fazem deste resort um lugar único e muito apetecível para os compradores”, justifica.

Em Palmares Ocean Living & Golf também estão em venda as Signature Villas, os projectos chave-na-mão da RCR Arquitectes, sendo que a primeira de oito foi concluída recentemente. Registou-se ainda um aumento da procura por lotes para construção de moradias à medida, estando estes mais de 50% vendidos – de um total de 103 – e denotando uma busca por um novo tipo de luxo, mais associado à natureza e à baixa densidade de construção. Para além da vista mar, os lotes têm áreas bastante generosas, o que se torna cada vez mais escasso em zonas premium.
O masterplan do resort prevê o desenvolvimento de 460 unidades, das quais 103 lotes para moradias exclusivas e 357 apartamentos. O resort inclui ainda um Boutique Hotel, o BEACH HOUSE HOTEL, com 20 quartos, e terá em breve um novo hotel de cinco estrelas, de uma marca internacional, que se encontra em fase de desenvolvimento, com um total de 172 quartos.

Quatro projectos em Portugal e de olhos no futuro

A operar em Portugal desde 2017, a Kronos Homes conta com mais três projectos em Portugal – o Amendoeira Golf Resort, no Algarve, e o DISTRIKT e o The One, os projectos residenciais em Lisboa.

No Amendoeira Golf Resort, onde a proximidade de escolas internacionais, a qualidade de vida e serviços do resort e a baixa densidade são factores muito valorizados, as famílias são os principais compradores. As vendas têm sido um sucesso, registando-se um aumento da procura por parte de famílias e clientes que procuram residir em Portugal ou ter uma segunda primeira casa no país.

Já no empreendimento residencial DISTRIKT, no Parque das Nações, já foram assinados contratos para a venda de 50 dos primeiros 81 apartamentos disponíveis. No que diz respeito às áreas comerciais, 80% já estão reservadas. Recentemente, foi também lançada uma nova fase de vendas com mais 41 apartamentos e 25% já se encontram vendidos.
Já em Lisboa, no The One, um projecto com assinatura do arquitecto Souto de Moura, anunciado em Maio deste ano e que irá localizar-se na Avenida João XXI, assegurou já 30% das vendas destes 65 apartamentos muito exclusivos.
No início do próximo ano, a Kronos Homes irá lançar um novo projecto residencial, no Paço do Lumiar, em Lisboa. No curto prazo, a promotora pretende ainda apostar no built to rent em Portugal, trazendo para o país a marca Stay by Kronos, que já opera em Espanha.

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Baixa e centro histórico do porto recuperam investimento

As Áreas de Reabilitação Urbana da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 286 transacções de aquisição de imóveis nos primeiros seis meses deste ano, o que representa um crescimento 40% em número de operações

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As Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs) da Baixa e do Centro Histórico do Porto registaram 286 transacções de aquisição de imóveis nos primeiros seis meses deste ano, actividade que se traduziu num investimento de €86 milhões. Em número de imóveis verifica-se um aumento de 40% face às 204 operações registadas no semestre anterior, ao passo que em montante, a evolução semestral é de 14%. Em termos homólogos, o investimento cresceu também 40% em número de imóveis e 20% em montante.

Esta recuperação do investimento imobiliário na Baixa e do Centro Histórico acontece num contexto de quebra de actividade no agregado das nove ARUs, o que resultou num reforço da quota deste território central no mapa de investimento da cidade. As duas ARUs registavam no 2º semestre de 2020 uma quota de 38% do montante de investimento contabilizado nas nove ARUs, peso que evolui agora para 49%, semelhante ao observado no final de 2019.

O montante investido em imobiliário nas nove Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) do Porto ascendeu a €175,3 milhões nos primeiros seis meses de 2021, contabilizando-se 680 operações. Esta actividade apresenta uma quebra de 12% em volume de investimento face ao semestre anterior, enquanto em número de transacções apresenta um aumento de 6%. Relativamente ao 1º semestre de 2020, o investimento aumentou 5% em montante e 15% em número de operações.

Os dados são apurados no âmbito do SIR-Reabilitação Urbana, sistema estatístico gerido pela Confidencial Imobiliário que cobre o território delimitado pelas nove ARUs em vigor na cidade do Porto.

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Residências Sénior: Mais de 185 M€ investidos desde 2018

Segundo a JLL, só nos primeiros seis meses de 2021 foram alocados 65,5 milhões de euros a este segmento. Procura em crescimento e escassez de oferta adequada motivam interesse

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A JLL acaba de lançar o mais completo estudo sobre residências sénior em Portugal, destacando que este tipo de imobiliário irá crescer bastante enquanto alvo de investimento nos próximos anos, beneficiando do desequilíbrio entre uma procura em forte expansão e uma escassez estrutural de oferta.

Em termos de investimento, só nos primeiros seis meses de 2021 foram alocados 65,5 milhões de euros a este segmento, entre aquisições de produto já concluído e investimento em novos projectos. Este montante equivale a 36% de todo o investimento no segmento desde 2018 e sucede a um ano recorde em que foram transaccionados pouco mais de 73 milhões de euros. Nos últimos três anos e meio, a JLL contabiliza 185 milhões de euros investidos neste tipo de activo, dos quais 63% em aquisição de imóveis já em operação e outros 37% em projectos de desenvolvimento. O distrito de Lisboa recebe 67% deste investimento, seguido pelo distrito de Faro, com outros 24% e o Distrito do Porto, com 9%.

“No âmbito dos segmentos alternativos, o subsegmento do Senior Living está com uma dinâmica muito forte e que tende a crescer bastante nos próximos anos”, diz Gonçalo Santos, Head of Capital Markets da JLL. “É um tipo de activo que permite actualmente diversificar bastante o investimento, pois devido à escassez de stock adequado, as operações de promoção são uma parte importante da alocação de capital. O desenvolvimento de novos projectos, seja através de investimento em renovações ou em construção de raiz, recorre muito ao modelo de forward funding, o que comprova o elevado apetite dos investidores por estes activos. Quer dizer que os investidores estão dispostos a assumir mais risco, entrando logo na fase de promoção. Em termos futuros, este investimento à cabeça vai ter também um impacto muito positivo no mercado, pois a linha de investimento institucional vai crescer bastante à medida que o stock de novo produto vá sendo concluído”, acrescenta.

O intervalo estimado do investimento comercial por cama em projectos concluídos é de cerca de €100.000-€110.000, sendo as yields geradas neste tipo de activos bastante atractivas, ao estarem associadas a contratos de arrendamento de longo-prazo e ao situarem-se em patamares mais elevados do que os observados noutras classes de activos tradicionais.  De acordo com a JLL, a prime yield de imobiliário de Senior Living em Portugal foi de 5,5% no 3º trimestre de 2021, que já sofreu uma contracção de 25 pontos percentuais desde o início do ano o que reforça o apetite por este tipo de activo.

A consultora estima que até 2025 sejam necessárias mais 17.000 camas para atingir a taxa de cobertura de 5% definida pela Organização Mundial de Saúde. Este número resulta das previsões de crescimento da população idosa que se estima que chegue a 2.5 milhões de habitantes neste ano. Tendo em consideração o stock actual de camas e o número de camas em pipeline neste horizonte temporal – 8.000 – em 2025 a taxa de cobertura estaria nos 4.3% abaixo do target definido pela OMS. Neste sentido, existe um défice de 17.000 camas para serem desenvolvidas no mercado no curto prazo para Portugal responder ao rácio apontado pela OMS.

“Além da diversificação dos investimentos e do risco, bem como os retornos face a outros classes de activos, a conjugação de uma procura com elevado potencial de crescimento e de uma oferta escassa é um dos grandes motivadores do interesse crescente neste tipo de imobiliário. A procura tenderá a crescer devido ao envelhecimento da população, entre outros factores demográficos e sociais, mas existe uma escassez estrutural de oferta no nosso país, que apresenta uma oferta muito pulverizada e ainda abaixo das metas propostas pela Organização Mundial de Saúde”, nota Gonçalo Santos.

Actualmente a oferta deste tipo de equipamentos, considerando-se apenas os estabelecimentos com registo de ERPIs – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, ascende a cerca de 100.000 camas para um total de 2.700 estabelecimentos, posicionando o rácio de cobertura de camas em 4,3%. Esta oferta é dominada por equipamentos de pequena dimensão (71% tem menos de 50 camas) e muito granular, com o distrito de Lisboa a receber 18% das camas e o Porto outros 9%. Estes dois territórios acolhem as maiores fatias do stock actual, mas continuam a ter a maior escassez de respostas face à população sénior, com rácios de 3,2% e 2,4%, respectivamente. Apenas 10% das camas são geridas por operadores privados internacionais.

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KW Portugal abre novo market center e reforça posicionamento a Norte

Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, localizado em Matosinhos, liderado pelo operating partner Daniel Teixeira. O objectivo da KW é alcançar os 50 Market Centers no País

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A Keller Williams Portugal acaba de inaugurar um novo Market Center, o KW Mar, localizado em Matosinhos. Trata-se do 31º Market Center da KW Portugal, o que reforça o objectivo de incrementar a rede de actuação da KW e alavancar novas oportunidades de negócio a nível nacional.

Para Eduardo Garcia e Costa, regional owner da Keller Williams Portugal, “a abertura da KW Mar personifica o que a Keller Williams pode oferecer a um empreendedor que encontra na área da mediação e consultoria imobiliária uma oportunidade para construir um negócio de sucesso”.

A KW Mar é liderada pelo operating partner Daniel Teixeira que entra agora no sector da mediação e consultoria imobiliária após uma carreira consolidada na área da música.  Daniel completou os seus estudos de Violoncelo entre a Universidade de Aveiro e o Conservatório de L’Haÿ-les-Roses em Paris, estudou, também, Direcção de Orquestra e fundou o Colégio de Música do Porto. Nos últimos anos o Daniel tem vindo a apostar e a desenvolver negócios em diferentes áreas, nomeadamente no âmbito do alojamento turístico e reabilitação.

Neste momento, a Keller Williams conta com mais de 30 anos no sector imobiliário. Em Portugal conta com mais de 31 representações e mais de 2.400 associados, e tem como objectivo alcançar 50 Market Centers, com cerca de 200 consultores em cada um deles.

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Venda do malparado triplica para 3500 M€ em 2021

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado acelerou em Portugal, mas fica, ainda assim, abaixo (-56%) dos 8.000M€ registados em 2019

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A Prime Yield lançou uma nova edição do estudo “Investing in NPL in Iberia”, onde analisa o desempenho do mercado transacional de Non-Performing Loans em Portugal e Espanha.

Depois do travão a fundo imposto pela pandemia em 2020, a transacção de portfólios de crédito malparado (na sigla inglesa, Non-Performing Loans, NPL) acelerou em Portugal, estimando-se a conclusão de operações no valor de €3.500 milhões em 2021, considerando os negócios já concluídos e os processos actualmente activos e com conclusão prevista até final do ano.
Este valor triplica face aos menos de €1.000 milhões transaccionados no total de 2020, mas fica ainda assim abaixo (-56%) dos €8.000 milhões registados em 2019, no pré-Covid. Contudo, as expectativas para 2022 são bastante optimistas, prevendo-se um crescimento acentuado nas transacções à medida que o mercado continue a acelerar a sua reactivação ao longo dos próximos meses e novas carteiras surjam em oferta.

Esta é uma das principais conclusões da edição de 2021 do estudo anual “Investing in NPL in Iberia”, produzido pela Prime Yield, parte da Gloval, e divulgado, por ocasião do maior evento ibérico desta indústria, o “NPL Iberia 2021”. Organizado pela Smith Novak e realizado em Madrid, o evento debate esta semana os principais desafios deste sector.

“Não temos dúvidas que a actividade transaccional de carteiras de malparado irá aumentar de forma sustentada em 2022 quer em Portugal quer em Espanha, confirmando que este é um sector que continua a atrair investidores”, começa por dizer Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield. “Há a clara evidência de que as quebras na actividade em 2020, que em Portugal foram de 90%, resultaram da paralisação pandémica. Este ano há uma reactivação muito forte do mercado, ainda que em níveis inferiores ao pré-Covid, e 2022 deverá trazer um novo impulso a este mercado no nosso país”, nota.

Em linha com a tendência europeia, o volume de malparado na posse da banca portuguesa continuou a reduzir ao longo do último ano, diminuindo cerca de €5.400 milhões entre Junho de 2020 e Junho de 2021, o que significa ter passado de €14.200 milhões para €8.800 milhões nesse período de 12 meses. Da mesma forma, o rácio de NPL (isto é, o peso do malparado no conjunto do volume total de crédito concedido) também continuou a comprimir, reduzindo de 5,7% para 4,2% no período em análise. Ainda assim, e apesar destas melhorias, o nosso país continua a deter o 5º rácio de NPL mais elevado da Europa, sendo apenas superado pela Grécia (14,8%), Chipre (9,1%), Bulgária (6,4%) e Polónia (5,2%), e quase duplicando os 2,3% da média europeia.

No que respeita à colocação de carteiras de NPL para venda, o estudo conclui que não é para já possível avaliar o real impacto do final das moratórias no sistema financeiro português e em que medida isso irá resultar, ou não, numa nova vaga massiva de malparado no mercado. De qualquer forma, ainda que o impacto do final das moratórias deva ser mais claro apenas no próximo ano, Portugal mantinha no 2º trimestre de 2021 cerca de €27.000 milhões de crédito sob moratória, o que representa 13% do total dos empréstimos concedidos pela banca nacional. Este volume apresenta, não obstante, uma redução de 37% face aos €42.900 milhões contabilizados em igual período do ano passado.

Nesta fase, além de ainda não ser evidente qual será a extensão do impacto das moratórias ao nível do aumento do malparado na posse da banca; persiste também um conjunto de factores macroeconómicos – que tem na base a actual crise no fornecimento e na cadeia de produção de matérias-primas, bens e serviços, e cujo final não se avizinha para breve – que deverá ter um impacto negativo neste cenário, resultando numa maior dificuldade quer de pessoas quer de empresas em cumprir os compromissos financeiros e, consequentemente, a um aumento do malparado.

Estes indicadores mostram que há ainda um longo caminho a percorrer em direcção à melhoria da qualidade das carteiras de crédito na posse da banca portuguesa, e que uma das soluções mais eficazes continuará a ser, precisamente, através da venda de carteiras de NPL. As estimativas para 2022 são que que o mercado acelere consideravelmente na transacção deste tipo de carteiras, provando que 2020 foi um ano atípico e fortemente afectado pela conjuntura pandémica. Em paralelo às vendas concluídas e em processo estimadas para 2021, é evidente uma corrida ao mercado nesta recta final do ano, com vários processos de venda a serem lançados e que colocam as expectativas em alta para o próximo ano, em que se estima que os níveis de transacção possam retomar ou até superar os padrões pré-Covid.

“A dinâmica observada nesta recta final do ano é um sinal dessa possível aceleração. Nestes últimos dois meses, temos registado muitos portfólios de NPL a entrar ou a estudar entrada no mercado para venda, sendo evidente um esforço da Banca portuguesa em alienar o NPL que ainda tem em stock, legado do pré-Covid. Esta estratégia permitirá aos bancos prosseguir as suas metas de redução de malparado, mas funciona também como prevenção para uma eventual nova vaga de NPL que possa surgir nos próximos dois anos devido à moratória e ao enfraquecimento das condições económicas. Posto isto, em 2022 antecipamos um forte aumento no volume de vendas de NPL em Portugal, que poderão atingir os níveis observados no pré-Covid ou mesmo superá-los”, conclui Nelson Rêgo.

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Edifício JOM, Porto
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Edifício JOM é o “maior negócio de escritórios” do Porto em Setembro

Edifício JOM conta com uma área superior a 3 mil metros quadrados e foi totalmente arrendado a um dos maiores laboratórios internacionais de análises clínicas

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O arrendamento do Edifício JOM, na Rua Manuel Pinto de Azevedo, no Porto, é classificado pela CBRE como o maior negócio do mercado de escritórios, no Porto, no mês de Setembro. A consultora assessorou o arrendamento do espaço com mais de 3 200 m2, que será agora ocupado por um laboratório internacional de análises clínicas e diagnósticos médicos que está actualmente presente em mais de 40 países. Nesta operação, a CBRE representou a JOM.

“É com enorme satisfação que a CBRE é responsável pelo maior negócio de escritórios, no Porto, no mês de Setembro, depois de, em Agosto, termos igualmente assessorado o maior negócio do mercado, num espaço com mais de 7 mil metros quadrados. A cidade continua a atravessar um período de grande dinâmica, apesar da pandemia, ao suscitar a criação de novas oportunidades de negócio e a procura por parte de investidores. Ao longo dos anos, temos acompanhado e contribuído para o crescimento e consolidação do mercado imobiliário do Porto em diversos segmentos, o que torna a CBRE uma referência junto dos seus clientes”, destaca André Almada, director de Offices Advisory & Transaction Services da CBRE Portugal.

Recorde-se que, recentemente, a CBRE lançou o ‘Porto at a Glance’, um flash report anual direccionado a investidores e ocupantes, com informação sobre a cidade do Porto e o seu potencial enquanto mercado de investimento imobiliário. Este report oferece ainda uma visão 360º sobre a cidade e informação relacionada com os vários segmentos de negócio, nomeadamente o de escritórios.

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Hipoges pretende aumentar “volume de negócios em mais de 50% em 2022”

O crescimento da Hipoges em 2021 e as suas ambições para 2022 foram os principais destaques do evento “Hipoges Move On”, que reuniu mais de 250 agentes imobiliários

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O grande crescimento da Hipoges em 2021 e as suas ambições para 2022 foram os grandes destaques do evento “Hipoges Move On” que reuniu mais de 250 agentes imobiliários

Luís Silveira, Portugal Real Estate Director da Hipoges, realçou a “abertura de novos escritórios até aos 10 actuais, a presença em novos países, como Itália, e a capacidade de se tornarem o servicer de referência em Portugal com mais de 11 mil milhões de euros em ativos sob gestão”.

Já Rui Rocha, associate director Retail Sales Real Estate, não deixou esquecer aquelas que foram duas das grandes apostas da Hipoges em 2021: o investimento no marketing com a sua equipa de brokers e a estratégia de inovação tecnológica da empresa. A este nível, os destaques foram, sobretudo, para as plataformas digitais Hipoges Works (uma plataforma 360° para agentes imobiliários) e o Portal Now (uma plataforma imobiliária online para particulares e investidores) e também para a recente parceria com a REVA, uma start-up que promete revolucionar a difusão de ativos imobiliários através de uma aplicação.

“Aumentar volume de negócios em mais de 50%”

Para a Hipoges, 2021 foi um ano marcado pela consolidação da sua posição de liderança no mercado nacional e internacional. No evento “Hipoges Move On”, o servicer de referência em Asset Management revelou que conseguiram alcançar mais de 28 mil milhões de euros de activos sob gestão a nível global no último ano e assistiram também a um grande crescimento da equipa, que conta já com 880 colaboradores.

Estes resultados a nível global tiveram também reflexo na posição da Hipoges em Portugal, um dos territórios onde a empresa mais apostou em 2021.

Luís Silveira confirmou que “só no último o ano o servicer conseguiu aumentar o número de imóveis sob gestão em território nacional dos anteriores 6.000 para mais de 11 mil, o que permitiu à empresa tornar-se o servicer de referência em Portugal”.

Luís Silveira apontou ainda que os objetivos da Hipoges para 2022 em Portugal passarão, sobretudo, pela consolidação do crescimento da empresa no setor dos alugueres, pela cimentação da sua posição de liderança no mercado do servicing português, pelo aumento do seu volume de negócios em mais de 50% e pela criação de novas linhas de negócio corporativas.

Esta visão torna clara a aposta da Hipoges no mercado nacional em 2022, de forma a assegurar novamente um grande crescimento, à semelhança do que aconteceu em 2021, e a sua posição de liderança, potenciando a inovação e o desenvolvimento do setor do Real Estate em Portugal.

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Startup portuguesa permite encontrar casa por videochamada em directo

Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving

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Para quem está a pensar arrendar uma casa ou um quarto, mas não tem disponibilidade ou tempo para sair do local onde se encontra, nem deslocar-se a outra cidade, a Inlife oferece a solução.

Criada para ajudar estudantes e profissionais a encontrar alojamento mobilado pronto a habitar, a Inlife é uma plataforma digital que facilita o processo de arrendamento de quartos, estúdios, apartamentos ou até residências e espaços de coliving, em várias cidades do país – e é possível fazer tudo por videochamada em tempo real.

Lançada em 2019, a Inlife é uma startup portuguesa inovadora na forma como olha todo o processo de procura e selecção  de uma nova casa e, recorrendo à videochamada, torna possível que os hóspedes passassem a visitar um alojamento muito antes de se mudarem de uma cidade para outra, com poupanças claras de tempo, esforço e custos no processo.

Nestas visitas, os potenciais inquilinos terão oportunidade de conhecer as condições da casa em tempo real, os futuros colegas de casa (no caso de arrendar um quarto) e, ainda, de conhecer os arredores da casa, saber como chegar à estação de metro ou autocarro mais próxima, supermercados, restaurantes e outras informações locais. Um processo simples, informal e totalmente transparente.

De acordo com Pedro Gancho, CEO da Inlife, “a plataforma da Inlife foi concebida para permitir a qualquer pessoa um processo de reserva rápido e sem burocracia envolvida, sendo o seu grande ponto de diferenciação o serviço de agendamento, gestão e realização de visitas por videochamada em directo entre inquilino e senhorio, tudo dentro da plataforma, para optimizar o tempo e eficiência do processo para ambas as partes”

E acrescenta: “Estamos muito contentes por termos introduzido este conceito pioneiro no mercado de arrendamento, porque vemos que o serviço inovador da Inlife está realmente a acrescentar muito valor a quem o utiliza. Queremos, sobretudo, oferecer às pessoas um processo de arrendamento rápido, descomplicado e transparente, que permita que façam uma escolha informada e confiante, para encontrarem a casa certa e desfrutarem de uma excelente estadia”.

A juntar às visitas por videochamada, a Inlife possui uma plataforma online simples e intuitiva, que oferece ainda mais informação a quem procura casa e que permite tornar o processo mais célere. A plataforma ajuda a encontrar o alojamento ideal, permitindo seleccionar as zonas preferenciais, o orçamento e o tipo de casa que se procura, tudo em poucos segundos.

A Inlife está actualmente presente nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e Évora, com tudo a postos para entrar em Espanha e Itália já no início de 2022. A empresa conta com vários parceiros por todo o país, entre os quais a Universidade de Lisboa, Nova SBE, Universidade Católica Portuguesa, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Lisboa, entre muitas outras empresas e organizações que contam com a Inlife como a solução certa para encontrar opções de alojamento para a sua comunidade.

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Portugal terá mais 1M de idosos em 2050 e precisará de mais 55 mil camas

Estudo desenvolvido pela CBRE analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal. O investimento em activos de saúde e residências seniores é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos

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De acordo com o estudo ‘Building a healthier and more thriving future’, divulgado pela consultora imobiliária CBRE, mais de um terço da população residente em Portugal em 2050 será sénior, o que equivale a um total de 3,3 milhões de pessoas (mais 1 milhão que os actuais 2,3), pelo que serão necessárias mais 55 mil camas em residências seniores, metade do que existe actualmente.

Esta é uma das principais conclusões do estudo desenvolvido pelo departamento de Research da CBRE, que analisa o sector dos cuidados de saúde e residências seniores em Portugal, destacando a atractividade destes activos para operadores e investidores.

O potencial de crescimento da procura é elevado

Portugal é actualmente o terceiro país na Europa com um maior peso de população idosa (+ 65 anos) e em 2050 será o primeiro. Consequentemente, o índice de dependência está previsto quase duplicar nos próximos 30 anos, tornando-se em 2050 o mais elevado na Europa, com uma estimativa de 63 idosos para cada 100 pessoas em idade activa.

Apesar de ser dos países com maior esperança média de vida na Europa, é também onde o número médio de anos de vida sénior saudável é menor.
O elevado preço das residências seniores tem sido um dos entraves ao crescimento da oferta, mas a população está mais consciente e começa a criar complementos à reforma

O valor de uma estadia numa residência privada é elevado para o rendimento médio dos portugueses, pois inclui elevados custos de pessoal associados a um acompanhamento 24 horas e a serviços médicos, tornando-se um dos principais obstáculos ao crescimento da oferta em Portugal.

Os preços em residências privadas variam consideravelmente consoante o grau de dependência do residente, cuidados médicos necessários e serviços adicionais (como actividades de lazer, cabeleireiro, etc.). O preço base médio numa residência privada com uma gestão profissionalizada é de aproximadamente 1.200 euros, o que representa um custo muito elevado face ao valor médio das pensões de reforma, que é de 5.811 euros/ano, ou seja, 484,25 euros/ mês, em Portugal, atingindo um valor máximo de 771,25 euros/mês em Oeiras.

Contudo, a população portuguesa, nomeadamente da classe média, está hoje mais consciente deste problema e utiliza soluções particulares de poupança, incluindo o esforço de aquisição de casa, cujo valor poderá ser monetizado ou rentabilizado na velhice para suportar o pagamento dos cuidados necessários na idade maior. Importa lembrar que em Portugal 75% das casas são propriedade do próprio ocupante e a venda ou o arrendamento da mesma permitirá complementar o valor da reforma.

Por outro lado, diversos factores como a segurança, o clima e os incentivos fiscais têm contribuído para a atracção de estrangeiros reformados para Portugal, os quais, de um modo geral, têm um valor de reformas muito superiores aos dos portugueses. O aumento de estrangeiros a viver em Portugal tenderá a reflectir-se num acréscimo da oferta de residências sénior de maior qualidade e com uma maior oferta de equipamentos e serviços.

A oferta residencial destinada à população sénior é ainda escassa e pouco qualificada. No entanto, estão a surgir novos operadores com ambiciosos planos de crescimento

Em Portugal, a oferta de alojamento para a população sénior integra as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e é complementada pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e por algumas residências para idosos independentes.

Existem actualmente cerca de 100.500 camas em ERPI, das quais apenas 23% pertencem a entidades privadas com fins lucrativos. Acrescem pouco mais de 10 mil camas na RNCCI, mais de metade geridas por Misericórdias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a oferta de camas em residências para seniores deve corresponder a 5% da população idosa. Deste modo, Portugal está actualmente com um défice de 4.500 camas e até 2050, deveriam ser criadas pelo menos mais 55.000, ou seja, metade do que existe actualmente. Tendo em conta a previsão de população acima dos 80 anos, a CBRE considera que as necessidades poderão ser muito superiores.

Para cumprir este objectivo, será necessária uma maior participação do sector privado. Diversos operadores de residências para seniores estrangeiros entraram recentemente em Portugal e têm já residências em funcionamento ou em projecto, como a Opera, a Domus Vi, a Domitys e a Clece; juntando-se a operadores portugueses como a UHub, a Amera, a BF, entre outras, também a expandir neste sector.

A CBRE tem conhecimento de mais de 20 projectos em construção ou em fase de licenciamento, compreendendo uma capacidade superior a 1.500 camas. Dada a escassez de oferta, prevê-se que possam surgir mais.

Investimento em Portugal é ainda reduzido, mas deverá aumentar à medida que são desenvolvidos novos projectos
O investimento em activos de saúde e residências seniores tem verificado um crescimento expressivo em muitos países europeus. Em Portugal, há poucas evidências de transacções realizadas sobre imóveis já a gerar rendimento, destacando-se algumas aquisições por parte do fundo francês Pierval Santé e a compra do Expo Living (que integra a Residência Montepio Parque das Nações) por parte da Square Asset Management.

No entanto, a CBRE acredita que o desenvolvimento de novos projectos e a entrada e expansão de diversos operadores irá impulsionar o investimento nesta classe de activos nos próximos anos, nomeadamente através de contratos de projectos e forward finance, onde o investidor acorda a aquisição do imóvel antes do mesmo se encontrar concluído.

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