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Prata Riverside Village recebe exposição “Brilha Rio” [c/galeria de imagens]

A partir de 4 de Dezembro o Prata Riverside Village, em Marvila, vai estar iluminado por letreiros comerciais do século XX, com a exposição Brilha Rio, composta por cerca de 70 peças da colecção do Projecto Letreiro Galeria

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A partir de 4 de Dezembro o Prata Riverside Village, em Marvila, vai estar iluminado por letreiros comerciais do século XX, com a exposição Brilha Rio, composta por cerca de 70 peças da colecção do Projecto Letreiro Galeria

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A partir de 4 de Dezembro, o parque de estacionamento do Prata Riverside Village, em Marvila, espaço adjacente ao Mercado P’LA ARTE, vai estar iluminado por letreiros comerciais do século XX, com a exposição Brilha Rio, composta por cerca de 70 peças da colecção do Projecto Letreiro Galeria.

Inspirado no nome de um dos letreiros deste projecto, a exposição Brilha Rio é uma parte da história da cidade, contada através de nomes comerciais que, durante décadas, decoraram as fachadas urbanas e acompanharam a vida de muitos transeuntes. São tabuletas de vidro ou de plástico, néons, portas corta-vento, caixas de luz e letras em metal, que foram retirados das fachadas após o encerramento do estabelecimento ou quando tomam a decisão de substituir o letreiro antigo por impressões digitais, ou letras com sistema de LED. A grande maioria destes objectos teriam sido destruídos, se não tivessem sido resgatados por este projecto.

O percurso da exposição Brilha Rio foi organizado por áreas comerciais: cabeleireiros, sapatarias, vestuário, restauração, automóveis, oculistas e hotelaria, das zonas de Lisboa, Porto, Almada, Carcavelos, Moscavide, Silves e Vila Franca de Xira.

Juntos no mesmo espaço, estão letreiros icónicos como o da “Casa Frazão”, na Rua Augusta, Sapataria “Cerimónia”, na Rua Alexandre Herculano, a “Pastelaria Suíça”, na Praça do Rossio, vestígios da casa Pereira, na Rua Garrett, o Hotel “Ritz” na Rua Rodrigo da Fonseca, o “Alfaiate Joaquim Barbosa” na Av. Infante Santo, entre muitos outros letreiros, que fazem parte de uma memória colectiva, visual e emocional.

Recentemente, salvaguardado e preservado na colecção, o Letreiro Galeria encontrou uma das “pérolas de Lisboa”, da autoria de Fernando Bento, ilustrador e autor de banda desenhada, o painel de desenhos publicitários dos combustíveis BP que, durante 60 anos, esteve numa garagem da Rodrigues Sampaio.

Segundo Rita Múrias e Paulo Barata, fundadores do Projecto Letreiro Galeria, “Brilha Rio é o resultado de uma proposta feita pela parceria entre a Plataforma P’la Arte e o Prata Riverside Village, que nos vai proporcionar mais uma oportunidade em partilharmos a colecção de letreiros, que temos vindo a salvaguardar desde 2014. Desde o início do projecto, temos vindo a lutar pela preservação deste património e para arranjar um espaço permanente para fazer um museu ou armazém expositivo. Esperamos que esta exposição consiga transmitir, mais uma vez, a importância que este projecto tem para a cidade de Lisboa”.

Até dia 5 de Março de 2022 e de entrada livre, a exposição Brilha Rio poderá ser visita de 6ª feira a domingo, entre as 15h00 e as 20h00.

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Solyd conclui primeiros dois edifícios do Lago Altear e já começou a entregar apartamentos

Situado na Alta de Lisboa, o empreendimento é constituído por três edifícios, estando os Blocos A e B a ser agora escriturados, e o Bloco C encontra-se 90% vendido. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José

A primeira fase do projecto Altear, constituída por 10 edifícios, tem os seus primeiros dois edifícios concluídos, os Blocos A e B do LAGO ALTEAR. A promotora imobiliária Solyd Property Developers encontra-se actualmente a entregar aos novos moradores as chaves para a sua nova casa. O empreendimento Lago Altear Blocos A e B foi o primeiro lançamento do projecto, que arrancou em Março de 2019, com a oferta de 101 novos apartamentos e 7 espaços comerciais.

Com apartamentos com tipologias T1 a T5 e áreas que vão dos 91 m2 aos 340 m2, o Bloco A conta com 39 apartamentos e 3 espaços comerciais e o Bloco B com 62 apartamentos e 4 espaços comerciais. O Lago Altear nasce pelas mãos do arquitecto Arnaldo Pimentel Barbosa e a construção esteve a cargo da construtora UDRA, que integra o Grupo San José.

Com acabamentos de “excelente qualidade, varandas amplas, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, ginásio, lobby decorado, estacionamento com pré-instalação para mobilidade eléctrica e arrecadações privativas”, escreve o promotor em comunicado.

A preocupação com o bem-estar dos residentes faz-se a par com a preocupação ambiental. A sustentabilidade do empreendimento é garantida de diversas formas. Seja através da proximidade a transportes públicos e zonas verdes, promovendo uma mobilidade mais verde seja através do recurso a materiais de elevada qualidade, criteriosamente selecionados. Por exemplo pavimentos de alta durabilidade, ar condicionado com alta eficiência energética, cozinhas totalmente equipadas com eletrodomésticos de topo, torneiras com redução de caudal e mecanismos de descarga inovadores que permitem uma poupança de água até 70% preservando a experiência de utilização.

O empreendimento foi pensado com foco na eficiência e possui um elevado conforto térmico e acústico, fruto do excelente nível de isolamento em fachadas, cobertura e áreas comuns, e da caixilharia e vidros com características técnicas com os mais altos padrões de qualidade. Os sistemas de arrefecimento e aquecimento de elevado rendimento, de aquecimento de águas com apoio de painéis solares e de ventilação individualizada, contribuem igualmente para a certificação energética A de todos os apartamentos.

O empreendimento Lago Altear oferece ainda um terceiro edifício, o Bloco C, que se encontra actualmente 90% vendido e cuja construção avança a um bom ritmo.

Sob o conceito “Um novo centro em Lisboa” onde “mais do que morar, tem tudo para viver”, o Altear totaliza, na primeira fase, cerca de 200 milhões de euros de investimento e uma área total de construção superior a 120.000 m2.

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NUMA dá o pontapé de saída na expansão para o mercado português

O edifício que durante décadas serviu de sede à Federação Portuguesa de Futebol será convertido no primeiro hotel digital do Grupo NUMA em Portugal. Este é o primeiro de vários negócios que estão no pipeline de investimento do grupo alemão e que têm as cidades de Lisboa e Porto como alvo

Lisboa será a primeira cidade portuguesa a juntar-se à lista de cidades europeias onde o grupo alemão NUMA está já presente. O grupo com sede em Berlim prevê inaugurar o seu novo hotel digital em Lisboa no segundo trimestre de 2024. O hotel irá ocupar a antiga sede da Federação Portuguesa de Futebol, junto ao largo do Rato, em Lisboa. Um negócio possível depois do grupo ter entrado em acordo com os novos proprietários do edifício, uma joint venture de dois investidores de private equity, a Bizau Capital Partners e a ADMAR SCR, para a locação da antiga sede da FPF.
O novo hotel terá 77 quartos, que irão alargar a oferta da capital em mais 154 camas, totalizando 1600 metros quadrados.

O novo NUMA Lisboa será, à semelhança das outras unidades do grupo, totalmente digital. “Acabou o tempo de espera na recepção como acontece nos hotéis tradicionais. Isto poupa os hóspedes do hotel a muito stress, no caso de, por exemplo, precisarem de chegar rapidamente ao aeroporto. No hotel NUMA é possível fazer o check-out no táxi a caminho do aeroporto”, explicou o grupo ao CONSTRUIR.

Todos os serviços, tais como reservas, coordenação e marketing são geridos centralmente na sede do NUMA em Berlim. A coordenar estes serviços para todos os hotéis do grupo está uma equipa de “especialistas experientes em hotelaria”. Mas em cada cidade o grupo tem as suas próprias equipas, “que atendem imediatamente aos desejos dos hóspedes do hotel”. Um serviço que pode ser avaliado nos portais dos utilizadores.

Este conceito eficiente e contactless permitiu ao NUMA alcançar números recorde, mesmo em tempos de pandemia. O ano passado, segundo o grupo, a operação “gerou um crescimento das receitas de 500% com mais de 2.500 unidades (hoje em dia mais de 3.000 unidades), com uma taxa de ocupação de 85%, apesar da COVID, e 230% acima da média do mercado em toda a Europa”, revela o grupo ao Construir. Números que segundo os seus responsáveis atestam que “o modelo inovador NUMA provou ser resistente a condições de mercado mais desafiantes, como foi o caso do ano de 2021. O rápido crescimento do NUMA em toda a Europa mostra o quanto os mercados europeus estão à espera de soluções novas e inovadoras na indústria hoteleira”.

São estes números que o grupo sublinha na altura de estabelecer parcerias com investidores, proprietários, promotores imobiliários, e operadores hoteleiros para criar soluções baseadas em tecnologia. “Cerca de 80% dos processos hoteleiros tradicionais podem ser digitalizados, o que poupa não só tempo mas também recursos e custos fixos. Muitos operadores de hotéis tradicionais não terão outra escolha senão adaptarem-se”, defende o grupo.

Parcerias estratégicas nos mercados
“O Grupo NUMA é muito flexível. Em primeiro lugar, estamos interessados em contratos de arrendamento de longo prazo para grandes projectos, por exemplo, mais de dez anos, contratos de gestão e franquia e aquisições. Depende do caso particular e do parceiro. O Grupo NUMA está constantemente à procura de localizações nas principais cidades europeias, com uma área bruta de cerca de 500 a 8000 metros quadrados, com cerca de 10 a 250 unidades. Procura tipos de propriedades hoteleiras existentes ou potenciais, como hotéis ou edifícios de apartamentos comerciais ou para conversões de escritórios com a possibilidade de apartamentos de curta duração, espaços residenciais em cidades com licenças para aluguer de curta duração e projectos de desenvolvimento”, inúmera o grupo.

Ainda segundo o grupo a tecnologia desenvolvida permite um aumento de lucros “até 40%, para os para os operadores hoteleiros através dos processos de negócio automatizados, preços inteligentes, e taxas de ocupação mais elevadas. “Estamos a construir uma classe de activos para a nova geração de viajantes. O NUMA distingue-se dos hotéis tradicionais, tanto em termos de experiência dos hóspedes como de parceiros imobiliários. O nosso modelo permite um melhor retorno do investimento do que um hotel tradicional. Uma vez que este novo mercado é altamente atractivo, não partilhamos detalhes sobre as nossas parcerias”, sustenta.

O Grupo NUMA trabalha com empresas cotadas em bolsa como parceiros para fornecer financiamento, pelo que o valor do investimento só pode ser divulgado em “casos excepcionais”. Um desses casos excepcionais foi a parceria estratégica entre o NUMA e a LaSalle Investment Management, uma das empresas líderes em investimento imobiliário, que inclui um volume de investimento de 500 milhões de euros para aquisição, reforma e operação de unidades hoteleiras localizadas nos centros urbanos na Europa Ocidental. Identificados estão já 15 activos localizados no Reino Unido, Espanha, Itália e Holanda que representam um volume de investimento superior a 450 milhões de euros.

Portugal pode estar fora desta parceria, mas já despertou a atenção do grupo alemão. “Para o NUMA, Portugal é um dos mais importantes mercados europeus do futuro, com grande importância estratégica. Acreditamos que o nosso modelo de sucesso comprovado é perfeito para as características do mercado local em Portugal, como um destino de viagem altamente atractivo”, afirma o grupo.

“Logo no início da nossa entrada no mercado português, em Lisboa, estamos muito satisfeitos por podermos oferecer aos nossos futuros hóspedes, um edifício histórico que já foi frequentado pela selecção portuguesa e por futebolistas reconhecidos. Isto é exactamente o que o NUMA representa: experiências de viagem excepcionais para os nossos hóspedes, aquilo a que chamamos “estadias com alma”. O nosso objectivo claro com o NUMA é estabelecer uma geração completamente nova de hotéis e alojamentos de curto prazo, inovando também a indústria hoteleira em Portugal”.

Em Portugal, como em toda a Europa, o Grupo NUMA concentra-se em propriedades hoteleiras e comerciais em locais centrais das grandes cidades. “Temos como alvo os distritos movimentados e os principais locais com maior procura turística e de pessoas que viajam em trabalho”. Para além do NUMA em Lisboa, o Porto também está no topo das preferências do plano de expansão do Grupo em Portugal. “Outros projectos em Portugal também já estão no pipeline e iremos informar o público assim que os contratos forem assinados. Estamos sempre muito interessados em propostas que nos pareçam adequadas, especialmente nas cidades de Lisboa e do Porto”, salientam.

O culto da individualidade

A alimentar o crescimento e a preferência por este tipo de serviço estão os “turistas modernos” e, claro está “os viajantes em trabalho”, que privilegiam a rapidez, eficiência e facilidade que um serviço primordialmente digital oferece. “O número de viajantes aumentou com os vários AirBnB disponíveis. Agora estes têm mais dinheiro e procuram maior conforto, mas a procura por individualidade e autenticidade permanece ou até aumentou. As pessoas procuram por espaços com estilo arquitectónico moderno, não querem perder tempo nos balcões da recepção e também não querem estar presos a horários fixos para pequenos-almoços, mas sim ter a sua própria cozinha para realizar as suas refeições. Também procuram uma rápida ligação à Internet. E têm uma afinidade digital e apreciam a máxima flexibilidade”.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Sonae Capital investe 1,5 M€ em renovação de unidade em Tróia

Inserido no Troia Resort, a renovação teve como objectivo o reposicionamento da oferta para o segmento de luxo. O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra. Já as obras de arte contemporânea, com assinatura de Tamara Alves, envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino

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A Sonae Capital investe na renovação do The Editory by The Sea, inserido no Troia Resort, com objectivo de reposicionar a oferta para o segmento de luxo. A unidade, com 132 apartamentos, contou com um investimento de cerca de 1,5 milhão de euros, e inclui a transformação dos espaços e o investimento em arte contemporânea, sabe o Construir.

O novo cinco estrelas, o antigo Tróia Lagoa numa, conta com 16 pisos, onde a natureza é a anfitriã dos recantos, influenciando as intervenções artísticas e interferindo na conceptualização de espaços de fruição natural que se expressam para lá das janelas. Entre tons neutros, madeiras claras e plantas, a decoração é sofisticada ao mesmo tempo que aconchega cada pausa numa espécie de jardim interior que inspira a relaxar.

O projecto de interiores é da responsabilidade das arquitectas Inês Coelho e Nicola Abreu, integradas na equipa do engenheiro Pedro Guimarães, da Sonae Sierra.

São nove tipologias que se dividem entre 65 estúdios e 67 suites de linhas modernas e funcionais, com kitchenette equipada, varanda privada, room service disponível 24 horas, wifi e chromecast.

Com piscina interior aquecida e piscina exterior, The Editory by The Sea dispõe ainda de um ginásio aberto 24 horas por dia, Wellness Center e duas salas de reunião com capacidade até 100 pessoas. Programas de passeio, aluguer de bicicletas, observação dos golfinhos, trilhos pedestres, entre tantas outras propostas, são uma declaração de amor à Península e a todos os seus segredos naturais.

À chegada, é impossível ficar indiferente ao mural da artista plástica Tamara Alves que, em parceria com a Underdogs, desenvolveu três trabalhos para The Editory by The Sea. “Eco de um corpo na cal viva” é o título de uma obra emblemática que faz o acolhimento em pleno lobby, transmitindo a perspectiva de que o hotel é uma montra do paraíso natural que é Tróia: “a vegetação cobre este local onde cresce, o silêncio ocupa-nos, pássaros pernoitam no nosso coração melancólico e percorremos pela última vez com o olhar o quarto de hotel, sobre aquilo que deixamos para trás”, destaca Tamara Alves.

A artista desenvolveu ainda as aguarelas Troia I e II, enquanto interpretação da experiência de Tróia, “trazendo um pouco do que deixamos ao entrar no hotel, um pouco do que podemos observar e reconhecer, guardar na memória, não só as cores, mas os cheiros. Uma pequena experiência imersiva que sensibiliza o observador a ficar mais consciente do que tem a sua volta”, refere.

Com assinatura de Tamara Alves, as obras de arte contemporânea envolvem os visitantes numa missão de interpretação do capital natural do destino e em toda a sua herança de ecossistema único, preservado e para respeitar. Ao longo do ano, exposições temporárias reforçam a mensagem de pacto sustentável, presente em todo o hotel.

O foco na sustentabilidade posiciona The Editory by The Sea como embaixador do combate ao desperdício, da redução dos consumos energéticos, passando pela alteração de procedimentos para melhores certificações energéticas. Destaca-se a aposta numa maior integração da economia circular e em pequenas acções diárias que, em articulação com cada Cliente, influenciam consciências e atitudes que contribuem para um projecto conjunto de protecção ambiental.

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Alojamento local: propriedades em Portugal com 90% de ocupação no mês de Julho

Durante o período em análise Portugal representou um terço das mais de 16 mil reservas realizadas nas mais de 30 cidades onde a GuestReady tem actividade. Agosto deverá ser ainda melhor

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O mês de julho registou uma taxa de ocupação de 90% em propriedades de alojamento local em Portugal, uma taxa 25% mais elevada do que em Julho de 2019, anuncia a GuestReady, empresa de gestão de propriedades de aluguer de férias de curta e média duração.

“O alojamento local está a viver um período de grande procura. A nossa taxa de ocupação em Portugal é superior à nossa média global. No nosso país temos recebido principalmente hóspedes estrangeiros, mas também continuamos a receber muitos portugueses”, afirma Rui Silva, managing director da GuestReady em Portugal e em Espanha.

Presente em mais de trinta cidades em dois continentes, a GuestReady apresentou agora resultados mais positivos do que no período pré-pandemia não só a nível local como globalmente, tendo a taxa de ocupação global registado também um crescimento de 25%, em comparação ao mesmo mês de 2019.

“Estes números mostram como o turismo está a consolidar a sua recuperação pós-pandemia no mundo todo, incluindo Portugal,” explica Rui Silva, acrescentando que Portugal representou um terço das mais de 16 mil reservas geridas pela GuestReady durante o mês de Julho em todos os mercados onde a empresa está presente (Reino Unido, França, Emirados Árabes Unidos e, ainda, Espanha).

A GuestReady entrou em Portugal em finais de 2018 e gere actualmente mais de mil propriedades em todo o país, a maioria na zona norte. A empresa ressalva que o período de maior crescimento da carteira foi durante a pandemia. Entre Julho de 2019 e Julho de 2022 a GuestReady reportou um crescimento de 350% do seu portefólio no mercado português.

Globalmente, a GuestReady gere hoje quase 4.000 propriedades nas mais de 30 cidades onde está presente, tendo actualmente uma taxa de ocupação média anual de cerca de 80%.

“O nosso serviço completo – da reserva à entrega das chaves ao hóspede – tem permitido conquistar a confiança de proprietários e visitantes”, explica Rui Silva. De acordo com o responsável, a empresa está confiante que Agosto irá exceder todas as expectativas e terá uma taxa de ocupação ainda superior a Julho”.

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Cerro Mouro: Um eco resort entre o Alentejo e o Algarve

O novo empreendimento compreende 24 habitações de luxo e deverá estar concluído até ao final de 2024. O projecto imobiliário localizado entre o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e a Costa Vicentina está orientado para a sustentabilidade ambiental

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Aninhado na fronteira do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, entre a aldeia de Barão de São João e Lagos, o empreendimento Cerro Mouro contará com 24 habitações – entre moradias, townhouses e apartamentos – mergulhadas na natureza e pensadas para o mais genuíno conceito de slow living.

O promotor e construtor do empreendimento é a empresa CO Cerro Mouro, que concebe, constrói e promove projectos imobiliários, para além de facultar serviços de gestão de propriedades, nomeadamente gestão de arrendamento, para potenciar o retorno do investimento em segundas residências.

“Este empreendimento surgiu de uma paixão, minha e da minha família, por este lugar: um espaço afastado de tudo, onde o campo se encontra com o mar e as quatro estações do ano são vividas intensamente. Onde se pode relaxar, ser activo, criativo, trabalhar sozinho, cooperar ou simplesmente passar os dias junto ao oceano e celebrar. Cerro Mouro é esse lugar inspirador e aqui pode-se trabalhar, viver, relaxar, explorar ou simplesmente fazer uma pausa e desconectar de tudo, ao mesmo tempo que se investe num promissor projecto de habitação ecológica, com um retorno de investimento garantido, no qual todos os serviços de gestão do imóvel estão cobertos”, sustenta Dave Hemminga, fundador da CO Cerro Mouro.

O projecto imobiliário assenta num conceito construtivo totalmente orientado para a sustentabilidade ambiental. Assim, a construção do empreendimento integra, o máximo possível, o recurso a materiais ecológicos com origem ou proximidade na região, como estruturas de madeira e sistemas de isolamento produzidos localmente, que permitem aumentar o conforto térmico em qualquer das estações do ano. O objectivo é criar habitações com elevados níveis de eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Até ao final de 2024, estima-se que esteja terminada a construção das 24 habitações ecológicas de luxo do Cerro Mouro. Ao todo, são nove moradias independentes, nove townhouses de dois pisos e seis apartamentos, aos quais se juntam mais seis espaços semicomerciais e estúdios.  O edificado do empreendimento divide-se em quatro zonas, cada uma pensada para integrar as diferentes tipologias de habitação.  Entre os espaços comuns, destacam-se um parque natural de diversão para crianças, um amplo lago, hortas comunitárias, floresta e pomares.

Na zona A, situam-se as nove moradias V4, com valores a partir dos 612 000 €. A área bruta de construção de cada habitação é de 185 m2, enquanto a área média do lote de terreno ronda os 628 m2 e os jardins, virados a sudoeste, podem ter até 468 m2.  Nas zonas B e C, ficam as townhouses de tipologia T2 +1, com valores a partir de 439.000 €. A área bruta de construção totaliza os146 m2, a área média do lote é de 303 m2 e os jardins chegam aos 173 m2. Na zona D, ficam os apartamentos de tipologia T2, no 1º piso, com uma área bruta de construção de 102 m2 e amplos terraços virados a sul.

Para a comercialização deste empreendimento, a CO Cerro Mouro realizou uma parceria exclusiva com a rede Century 21 Portugal.

“Este projecto é muito peculiar para nós, tendo em conta que estamos envolvidos nele desde o início, com a venda do terreno à CO Cerro Mouro. Desde aí, fomos contribuindo com o nosso conhecimento especializado deste mercado, para ajudar o promotor a identificar o tipo de projecto imobiliário que faria mais sentido, nesta zona”, refere Paulo Silva, broker do Grupo Century 21 Realty Art.

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Hotéis e Logística impulsionam investimento imobiliário para os €640 milhões no 1º semestre

Em conjunto, os dois segmentos geraram 66% do montante investido nos primeiros seis meses do ano. O 2º trimestre foi o motor deste resultado

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A JLL acaba de divulgar os resultados do seu mais recente research trimestral, o Market Pulse, revelando que as transacções de hotéis e de industrial & logística impulsionaram o investimento imobiliário comercial no 1º semestre. Em conjunto, os dois segmentos garantiram 66% do montante transaccionado no semestre, o qual ascendeu a 640 milhões de euros. O 2º trimestre deu o principal contributo a este resultado, registando €436 milhões de investimento. Os dois sectores geraram 84% do investimento no trimestre em questão.

Pedro Lancastre, CEO da JLL Portugal, explica que “depois de um 1º trimestre pouco animado, o 2º trimestre acelerou fortemente e duplicou o investimento. Neste trimestre foi ainda mais visível a influência da compra de hotéis e de activos de industrial & logística, pois foram responsáveis por quase €370 milhões dos €436 milhões transaccionados”. Para o responsável, “a forte recuperação dos indicadores hoteleiros e a intensificação da absorção e das rendas de industrial & logística” são alguns factores a explicar o foco dos investidores nestes dois segmentos.

Quanto ao resto do ano, “a perspectiva para os próximos trimestres mantém-se positiva com o foco nos segmentos que têm tido maior procura em termos de volume. Acreditamos que 2022 vai superar o montante transaccionado o ano passado. Existem actualmente muitos portfólios já em processo de venda e outros em fase de negociação. Claro que as condições macroeconómicas e geopolíticas são desafiantes, mas os negócios imobiliários continuam a ser bastante competitivos e Portugal destaca-se no panorama internacional. O nosso país tem uma boa posição geográfica, segurança e boa qualidade de vida, bons fundamentais de mercado, incluindo as yields. Inicialmente tínhamos previsto uma nova compressão das yields, mas neste cenário de aumento da inflação e taxas de juro, deverão manter-se estáveis e Portugal continua a ter um diferencial muito apelativo face a outros mercados. Temos, em geral, retornos mais atractivos, num mercado percebido de baixo risco”.

O novo relatório da JLL evidencia ainda o desempenho dos mercados ocupacionais, liderados pelos escritórios, onde a ocupação em Lisboa em seis meses já supera a actividade de todo o ano passado, atingindo 168.000 m2. No Porto, soma mais de 30.000 m2, em forte crescimento com os semestres idênticos de 2019, 2020 e 2021. Grande destaque para o 2º trimestre, que gerou mais de 60% do take-up anual em Lisboa e 80% no Porto.

Num contexto de recuperação do turismo, os hotéis estão a destacar-se uma vez que os indicadores de desempenho se aproximam já do período pré-Covid. No caso de Lisboa, a Diária Média actual já supera a de 2019 e no Porto a diferença é residual.

Em industrial & logística, especial nota para o bom desempenho na ocupação (160.000 m2 no semestre) e para uma trajectória de crescimento das rendas, um movimento que se antecipa também para o retalho prime até ao final do ano. O comércio de rua tem registado bons níveis de procura, com novas aberturas em Lisboa e Porto, estimulado pela recuperação do consumo e do turismo.

Na habitação, a nota continua a ser de forte nível de actividade das vendas e níveis robustos de preços, evidenciando-se a crescente dinâmica dos compradores nacionais, ao mesmo tempo que os internacionais continuam a gerar uma procura sólida, liderada pelos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.

“Um dos principais desafios do mercado imobiliário português continua a ser as limitações do lado da oferta, transversais a todos os segmentos. Acontece que há um forte aumento nos custos de construção e é natural que os novos produtos planeados sofram ajustamentos, afectando ainda mais o fluxo de oferta disponível. Isso deverá ter um impacto no desempenho do mercado a nível de absorção e vendas, sendo importante enfatizar que este facto não é o resultado de escassez de procura. Continua a haver um forte apetite pelo mercado imobiliário, seja enquanto utilizador, comprador, ocupante ou investidor, quer nacionais quer estrangeiros”, sublinha ainda Pedro Lancastre.

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Revive lança concurso sobre Paço Real de Caxias

É hoje lançado o novo concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias, em Oeiras, imóvel construído em meados do século XVII. Estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros

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O imóvel será, no âmbito deste novo procedimento, concessionado por 50 anos, por uma renda anual mínima de 174.912 euros, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros. A área de construção total é de 5.817 m2. Os investidores interessados terão agora um prazo de 48 dias para apresentação de propostas no novo concurso, em condições idênticas às do concurso anterior.

O Paço Real de Caxias é um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis, sendo este um programa conjunto das áreas governativas da economia, da cultura, das finanças e da defesa, desenvolvido em estreita articulação com as autarquias locais e que tem por principal objectivo recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

Recorda-se que este imóvel já fora anteriormente concessionado, em Março de 2020, à IMOBIMACUS, Sociedade Administradora de Imóveis SA, do Grupo Hotéis Turim. A celebração do contrato coincidiu com o início da pandemia COVID-19, que originou inesperadas transformações e que tiveram um impacto decisivo no sector do turismo e, em concreto, na actividade, planeamento e capacidade de execução da concessionária. Já este ano, e reconhecendo a inviabilidade da execução dos termos do contrato pela concessionaria, as partes acordaram na sua revogação, sendo agora lançado novo concurso que pretende dar uma nova vida a este imóvel histórico, com uma localização excepcional, em frente à linha de costa, no concelho de Oeiras, no qual se destacam as esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

“O Paço Real de Caxias é um activo estratégico, que merece ser valorizado e divulgado. O Programa Revive ajudará a que este património seja requalificado, passando a acolher um projecto turístico de qualidade tal como se impõe”, sublinha a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Actualmente, no âmbito do Revive estão abertos os concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

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Casa no Minuto pretende chegar a todo o território nacional em 2023

Nova marca imobiliária Casa no Minuto quer revolucionar e inovar o mercado imobiliário português e prevê facturar 3 M€ no primeiro ano de actividade

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Casa no Minuto pretende posicionar-se no mercado como uma marca “moderna, pragmática, ágil e especialmente sensível a uma das grandes questões que se colocam na altura de comprar, vender ou arrendar casa: o tempo que tudo demora!”, sublinha em comunicado.

Nesta fase inicial a imobiliária digital vai actuar apenas na área metropolitana de Lisboa, mas pretende, em 2023, chegar a todo o território nacional. Durante o primeiro ano a marca associada ao portal “Notícias ao Minuto”, irá investir 500 mil euros no reforço e expansão da sua actividade, tendo como meta facturar três milhões de euros no mesmo período. As duas marcas são detidas pela mesma estrutura accionista que pretende potenciar os cerca de 1.3 milhões de visitantes únicos diários do portal de notícias. Até ao fim do ano, a imobiliária digital pretende aumentar a sua equipa, estimando a contratação de cerca de 15 novos colaboradores.

Last call para o Drop imobiliário

Para deixar bem vincado o seu posicionamento enquanto imobiliária moderna e tecnológica a Casa ao Minuto lançou a campanha Drop, que termina amanhã, dia 5, a qual dá a oportunidade de aquisição de um imóvel (tipologia T2) na freguesia do Parque das Nações, em Lisboa, com um desconto de 100.000€ sobre o seu valor de mercado.

“A transformação digital é cada vez mais uma prioridade no sector imobiliário, por isso, estamos muito orgulhosos por ver este projecto nascer e por marcarmos a nossa entrada no mercado com uma campanha inovadora, nunca antes realizada em Portugal. Foi a pensar em todos os consumidores, que tanto procuram estar informados sobre as movimentações do mercado imobiliário, como comprar, vender ou alugar casa, que surgiu a Casa No Minuto. Este é um desafio pelo qual muito ansiámos, estando confiantes de que podemos trazer um novo olhar sobre o mercado imobiliário”, afirma Miguel Santos, Diretor Geral da Casa no Minuto.

Ainda é cedo para resultados, até porque a campanha está ainda a decorrer, mas a imobiliária digital refere o impacto “extremamente positivo”, da mesma “com contactos directos e indirectos de clientes e parceiros de negócio, no que a esta acção diz respeito”.

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Habita assessorou negócios de mais de 10 M€ em Torres Vedras

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila

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A Habita, empresa especializada em mediação imobiliária, integrada no Grupo Himo, firmou, recentemente, um conjunto de negócios na região de Torres Vedras, que representaram um valor total de mais de 10milhões de euros.

Entre os negócios está a aquisição da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV), para um grupo de investidores institucionais de nacionalidade alemã e libanesa, tendo ainda mediado, faseadamente, a operação de aquisição de vários activos localizado no loteamento da Portela da Vila.

Segunda a Habita, a região do Oeste “é uma das geografias actuais mais emergentes, dadas as múltiplas oportunidades imobiliárias que têm surgido” e que “reúne todas as condições para que investidores nacionais e internacionais estejam atentos e ambicionem investir”. 

Segundo José Pedro Pinto, CEO do Grupo Himo e Partner Habita, “este negócio vem reforçar a nossa presença estratégica na zona do Oeste, uma das prioridades geográficas para a habita e para o Grupo Himo, de forma transversal. Pretendemos compreender e incorporar na gestão dos negócios as dinâmicas sociais, económicas, demográficas e tecnológicas desta região, oferecendo uma resposta assertiva a clientes que procurem alargar o seu investimento nesta zona. É este o propósito do Grupo. Sempre atento a novas dinâmicas e oportunidades de negócio e em total relação de proximidade com os clientes”.

O negócio da EITV foi uma oportunidade detectada pela Habita e trata-se de um activo composto por um edifício, com cerca de 11 mil m2, que integra vários equipamentos desportivos, totalmente circundados por uma vasta área de espaços verdes. O primeiro objectivo, na EITV, mantendo a mesma direcção, é a educação, com investimentos para qualificar tecnologicamente e apostar no desporto de forma a fazer crescer a escola. Este negócio, desde a identificação de investidores, até à gestão transversal de toda a operação, foi possível graças à criação de uma parceria entre a Habita e a Leapassets.

A Portela da Vila é um empreendimento localizado a 5 minutos de Torres Vedras e a 30 minutos de Lisboa, cuja aquisição, parcialmente em parceria com Alvarez Marinho, visa a consolidação urbana de toda a urbanização praticamente contigua à EITV.

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JLL inaugura loja na Quinta do Lago e prepara abertura em Vilamoura

A consultora reforça aposta no Algarve, onde quer continuar a crescer e a investir, com a abertura de dois novos espaços

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Um ano depois de ter rumado ao Algarve com a abertura de um escritório na região, a JLL abriu uma loja para a área residencial na Quinta da Lago. A região é um mercado de forte aposta para a consultora e onde esta pretende continuar a investir, estando também a preparar a abertura de um segundo espaço de atendimento ao público em Vilamoura.

A nova loja residencial da JLL abriu portas no Quinta Shopping, na zona comercial da Quinta do Lago, empreendimento onde a consultora tem também instalado o seu escritório. O espaço de Vilamoura está a ser ultimado e vai nascer na Avenida da Marina, com inauguração prevista para breve.

“Abrimos o nosso escritório do Algarve com óptimas perspectivas, mas o último ano superou completamente as nossas expectativas. Este é um mercado onde temos uma equipa multissectorial em permanência, mas sem dúvida alguma a área residencial tem tido um papel crucial no nosso crescimento na região. O mercado de habitação no Algarve está muito dinâmico, com muita procura e cada vez mais estrangeiros a quererem comprar casa não só para férias como para se estabelecerem em Portugal, além de um público nacional também muito activo”, refere Patrícia Barão, head of residential da JLL.

“Queremos continuar a crescer no Algarve. Esta nova loja e a que vamos abrir em breve em Vilamoura são um passo muito importante na nossa expansão, pois permitem-nos ter mais pontos de contacto personalizado com o cliente final e, ao mesmo tempo, ter mais espaço para a nossa equipa, que tem crescido muito para dar resposta a esta procura. E esperamos uma evolução ainda mais acentuada, pois cada vez mais promotores estão a confiar-nos os seus produtos para comercialização exclusiva no Algarve”, justifica a mesma responsável.

Com actividade em várias linhas de serviço no Algarve, a JLL tem estado especialmente dinâmica no segmento residencial, área para a qual integra já uma equipa de 6 consultores e para onde tem vindo a reforçar a sua carteira de empreendimentos em comercialização. Uma das mais recentes entradas no portfólio de angariações exclusivas da consultora foi o Del Mar Waterfront Living, um condomínio privado com 118 apartamentos que nascerá em Olhão, na primeira linha de mar, de frente para a Ria Formosa e para as suas ilhas, dispondo de um amplo jardim e várias piscinas, entre muitas outras valências.

“O Del Mar Waterfront Living é um óptimo exemplo da qualidade dos produtos e da diversidade de destinos que estão a emergir no Algarve. As zonas mais consolidadas como Vilamoura, Albufeira e Portimão continuam a ter muita procura, mas o Sotavento e o Barlavento estão cada vez mais fortes, com localizações em crescimento e com grande potencial de valorização. O Algarve está na pole position das localizações não só para aqueles que procuram um local para investir, mas também e cada vez mais para aqueles que pretendem criar raízes e estabelecer-se seja para viver e trabalhar, seja para estudar. É importante termos um leque de opções diversificado para esta procura e continuar a apostar em novos produtos de qualidade”, termina Patrícia Barão.

Além do Algarve, a rede de lojas JLL com atendimento ao público conta com espaços também em Lisboa, Cascais, Oeiras, Porto e Comporta.

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