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Cushman & Wakefield vende edifício 5 de Outubro 204 para projecto de reabilitação

O imóvel foi adquirido por um promotor nacional que pretende desenvolver projectos residenciais em Lisboa, em particular nas Avenidas Novas

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A Cushman & Wakefield anunciou a conclusão da venda de um edifício na Avenida 5 de Outubro 204, em plenas Avenidas Novas. O edifício, que totaliza aproximadamente 2.350m² de área bruta de construção acima do solo em 12 pisos e que conta ainda com dois pisos em cave com 18 lugares de estacionamento, encontra-se parcialmente ocupado com escritórios e comércio.

A consultora actuou em representação do vendedor, tendo o imóvel sido adquirido por um promotor nacional ainda pouco activo em Lisboa, mas com muita vontade em desenvolver projectos residenciais, especialmente nas Avenidas Novas.

O edifício, que será alvo de obras de reabilitação, está localizado numa das zonas mais procuradas e valorizadas da cidade e a apenas 20 metros da estação de Entrecampos e do grande projecto de Entrecampos e a poucos metros da Avenida da República e do Campo Pequeno.

Para Ana Gomes, partner e directora de Development & Living da Cushman & Wakefield, é “um orgulho” ter contribuído para a realização de mais um negócio em Lisboa e para a transformação das Avenidas Novas. “Concluído nos anos 80, este é um edifício extremamente flexível e versátil numa das melhores avenidas da cidade e numa zona que está a transformar-se no novo centro da Lisboa moderna e dinâmica, onde todos vão querer trabalhar e viver”, acrescenta.

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Preço das casas continua a crescer e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Segundo a Casafari, os distritos de Faro, Lisboa e Évora registaram as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%) ao nível dos preços médios de venda de apartamentos

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Ao longo de 2021, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a sua trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%.

Os dados da CASAFARI  apontam ainda para crescimentos mais acentuados nos preços de venda de moradias.  Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país.

A plataforma de tecnologia de dados imobiliários da Europa, Casafari, divulgou esta sexta-feira, dia 7 de Janeiro, o mais completo relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021, com destaque para os distritos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, e uma análise geral da evolução dos preços de venda e arrendamento, por distrito e concelho.

Quanto ao distrito de Lisboa, a venda de imóveis, em geral, os preços médios de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.

No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.

Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos  entre os 12% e 14%.

Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar  os 620 e 670 mil euros.

A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestres (4,7%).

Todos os dados de preços de venda e arrendamento dos distritos podem ser consultados nos quadros anexos do Relatório, que registam os valores por trimestre ao longo de 2021 e com mais detalhes para os vários concelhos dos distritos de Lisboa, Porto, Faro e Setúbal.

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Preço da venda de casas cresce e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Lisboa, Porto, Setúbal e Faro registaram ao longo do ano um aumento dos preços de venda entre 5% e 10%, enquanto arrendamento estabilizou ou desceu em algumas localidades, revela o último relatório apresentado pela plataforma CASAFARI

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Ao longo de 2021, apesar da situação de pandemia, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%. Os números foram apresentados pela plataforma CASAFARI, no seu mais recente relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021,
Os dados da CASAFARI apontam para o crescimento mais acentuados nos preços de venda de moradias. Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país. Os dados de 2021 revelam o impacto da pandemia no preço de venda de apartamentos, moradias e arrendamento ao longo de todo o ano. Aqui seguem as principais conclusões:

Distrito de Lisboa:
No que diz respeito à venda de imóveis, em geral, os preços médios de venda de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.
No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

Distrito do Porto:
A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.
Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

Distrito de Faro:
A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos entre os 12% e 14%.
Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar os 620 e 670 mil euros.
A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Distrito de Setúbal
Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestre (4,7%).

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Promoção residencial travou 17% em 2021

Até Novembro de 2021, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário. Esta carteira apresenta uma quebra de 17% face a 2020

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O número de fogos submetidos a licenciamento em Portugal teve uma quebra de 17% até Novembro de 2021. Entre Janeiro e Novembro do ano passado, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário.
Esta carteira apresenta uma quebra em torno dos 17% quer em número de projectos quer em número de fogos, face à actividade registada em igual período de 2020, quando o pipeline residencial no país ascendeu a 18.250 projectos num total de 42.250 unidades.

“Em termos absolutos isto significa que foram projectados menos 7.250 fogos do que em 2020, um número que se deverá acentuar mais com os apuramentos relativos a Dezembro. É uma situação que começa a preocupar o mercado, de acordo com o último inquérito de confiança realizado, o PHMS. A falta de oferta não só é apontada pelos operadores como um dos principais motores da subida de preços, como começa a constar como um potencial travão à actividade transaccional do mercado a prazo”, sublinha Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

A principal quebra sentiu-se na obra de reabilitação, onde os actuais 2.670 projectos e 5.400 fogos contabilizados apresentam contracções de 26% e 34%, respectivamente, face ao ano passado. No acumulado de 2020 até Novembro a carteira de reabilitação registava 3.600 projectos e 8.200 fogos. A actividade na construção nova comprimiu cerca de 13% (em número de projectos e de fogos), contabilizando em 2021 cerca de 12.600 novos projcetos num total de 29.600 unidades, em contraste com os 14.600 projectos e 34.000 fogos submetidos a licenciamento em 2020. A construção nova representa agora 85% dos fogos em carteira, reforçando a sua quota face a 2020, quando aglomerava 81% do pipeline.

Em termos geográficos, apenas o Alentejo apresentou uma evolução positiva da actividade face a 2020, com uma carteira de fogos 13% superior (1.210 vs 1.070), embora seja a região com menor quota no total do país (3%). Na Área Metropolitana de Lisboa, com 25% dos fogos em carteira em Portugal, a quebra foi de 18% (8.720 vs 10.570), enquanto na Área Metropolitana do Porto (21% do total nacional), a carteira reduziu 11% (7.200 vs 8.100). No Algarve, a actividade caiu outros 11% (2.540 vs 2.870), numa região que mantém o seu peso em 7% do total nacional.

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Fundo do BPI adquire Galerias Saldanha Residence por 27 M€

A consultora Worx actuou enquanto assessor exclusivo do Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management, ao BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos

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A Worx Real Estate Consultants actuou enquanto assessor imobiliário exclusivo do Santander Asset Management, na venda das Galerias Saldanha Residence, em Lisboa. O comprador, o BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos comprou por cerca de 27 milhões de euros o activo ao Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management.

Segundo Pedro Rutkowski, CEO da Worx, esta é uma “mais uma transacção de referência assessorada pela Worx, devido à sua excelente localização, sendo esta uma zona consolidada tanto de serviços/escritórios como residencial”.

A aquisição deste imóvel insere-se na “estratégia de gestão do Fundo Imobiliário BPI Imofomento, com um foco em ativos prime localizados nas zonas mais consolidadas de Lisboa do ponto de vista imobiliário”, afirma Manuel Puerta da Costa, administrador da BPI Gestão de Activos. “É nas alturas de algumas dificuldades e incertezas como as que se viveram nos últimos meses, que se encontram imóveis com um potencial de crescimento e valorização superior à média das valorizações de longo prazo no imobiliário”, acrescenta.

Com 6.900 m2 de ABL e 40 lojas, as Galerias Saldanha Residence, localizadas junto à Avenida Fonte Pereira de Melo, em Lisboa, abriram as portas ao público em 1999. Nas suas imediações encontramos os escritórios de diversas empresas nacionais e multinacionais de referência, como a KPMG, PLMJ, Altice e BPI entre outras, cujos colaboradores contribuem para os cerca de 2,5 milhões de visitantes que frequentam a Galeria anualmente.

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Nova Vila Retail Park inaugura em 2023 em Portimão

Portimão irá ter um novo espaço de retalho, o Nova Vila Retail Park, pretende dar uma resposta adequada à procura que existe na cidade por um conjunto comercial contemporâneo com as últimas tendências de design, oferta comercial e experiência para o consumidor

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O novo espaço é promovido pela Mitiska REIM, investidor europeu líder no segmento do imobiliário de conveniência, irá contar com cerca de 22 mil metros quadrados de área bruta locável, distribuída por 18 lojas. O projecto de arquitectura tem assinatura da Broadway Malyan. A abertura deste novo espaço comercial está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Segundo Jan Du Bois, Investment Director Iberia da Mitiska REIM, embora o sector do retalho enfrente uma série de desafios, continua a existir uma elevada procura por retail parks por parte de retalhistas e consumidores, incluindo projectos que sejam modernos, bem pensados e com boas localizações. “O que distingue os retail parks do comércio de rua e dos centros comerciais é o seu fácil acesso combinado com baixos custos de ocupação para os operadores (rendas e encargos comuns mais reduzidos). Além disso, oferecem lojas com áreas mais amplas e estacionamento gratuito, permitindo aos retalhistas maximizar as suas vendas online através do serviço ‘Click & Collect’”, sublinha.

Ao longo dos últimos quatro anos, a Mitiska REIM construiu uma plataforma de retail parks em Portugal, somando mais de 135.000 m² de área bruta locável, tanto em funcionamento como em desenvolvimento. “A promoção deste novo retail park representa um passo significativo no aumento da nossa posição no mercado e presença em Portugal. Com a economia portuguesa e a confiança dos consumidores em forte crescimento, surgem também novas marcas de retalho no mercado. A nossa especialização no segmento dos retail parks e retalho de conveniência, combinado com a nossa forte relação com retalhistas locais e internacionais, coloca-nos numa boa posição para tirar vantagem dessa oportunidade”, refere Enzo Guidez, responsável pela actividade da Mitiska REIM.

O Nova Vila Retail Park ficará localizado a escassos três minutos do centro da cidade de Portimão, junto à Estrada Nacional 125, e com um acesso rápido e fácil de e para a Autoestrada A22.

“Portimão é uma das cidades com acentuado crescimento no Algarve e tem já uma das maiores populações residentes, o que associado ao elevado número de turistas que a visitam, constituiu um universo de potenciais clientes muito interessante. A aposta nesta classe de activos faz todo o sentido na cidade, e em particular numa localização como esta, com acessos fáceis e capacidade para introduzir um projecto altamente qualificado e inovador para o seu público-alvo. Além disso, o mercado de retalho em Portugal continuará numa trajectória de recuperação e consolidação, que felizmente temos aproveitado em projectos ao longo do país e seguramente que este não será uma excepção no trabalho que a equipa de retalho da CBRE tem desenvolvido nos últimos anos na comercialização de activos neste segmento”, sublinha Carlos Récio, Director de Retail Advisory & Transaction Services da CBRE, consultora que terá a seu cargo a comercialização do espaço.

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Expansão das operações logísticas à boleia do comércio electrónico

Portugal é um dos mercados europeus mais apetecíveis para a expansão de operações de logística. Segundo uma análise da Savills, a pandemia de COVID-19 reconfigurou as necessidades de armazenamento e fez crescer o comércio electrónico, dois factores que estão a influenciar o sector Logística na Europa

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Portugal encontra-se na lista dos cinco países europeus que conseguem atrair mais investimento para o sector logístico, ficando apenas atrás de França, Alemanha, Espanha e Itália. A conclusão é da análise European Real Estate Logistics Census da consultora imobiliária internacional Savills, que evidencia, também, o papel que a pandemia Covid-19 exerceu no aumento da dinâmica de procura desta classe de activos.

A maioria dos promotores, investidores e agentes considera que, nos últimos meses, o sector logístico registou um impacto positivo, em muito devido à reconfiguração das necessidades de armazenamento originadas pelos confinamentos e pelo consequente crescimento do e-commerce, que obrigou a uma redefinição das necessidades das capacidades de armazenamento. No entanto, os operadores consideram que os obstáculos levantados pelo combate à pandemia, a par das incertezas quanto ao futuro, vieram condicionar a disponibilidade dos consumidores para efectuar despesas.
Este sentimento negativo face aos impactos da pandemia foi mais fortemente sentido por retalhistas, especialmente aqueles que têm uma menor presença online, e que, por isso, não têm capacidade para navegar devidamente a trajectória de crescimento do comércio electrónico.

“Desde o início da pandemia de COVID-19, a procura por espaço de armazenamento aumentou dramaticamente, ao passo que a disponibilidade continuou a diminuir. O forte desempenho do mercado ocupacional, por sua vez, intensificou o interesse dos mercados de capitais no sector, com volumes de investimento anuais que atingiram os 35 mil milhões de euros e prime yields que caíram para -3% em muitos mercados prime”, refere Marcus De Minckwitz, Head of EMEA Industrial and Logistics,

Face à reconfiguração dos padrões de comportamento no sector logístico, prevê-se o reshoring de algumas operações. Desta forma, estima-se que 68% dos operadores adoptarão posturas mais cautelosas e procurarão reduzir a exposição aos riscos ainda associados à incerteza do panorama pandémico, como disrupções no transporte marítimo e o aumento do preço dos combustíveis. Esta abordagem pode verificar-se também na reorientação das atenções de muitos investidores para mercados de capitais mais core, como França, Alemanha e Reino Unido, um fenómeno que se tem observado um pouco por todo o continente europeu.

Os operadores deverão também aumentar a sua capacidade de armazenamento para acomodar o crescimento da procura através de plataformas online. Por outro lado, a escassez de activos representa o maior obstáculo ao crescimento do sector logístico na Europa.

Cerca de 95% dos operadores logísticos antecipam que precisarão de mais ou do mesmo espaço de armazenamento ao longo dos próximos três anos, sendo que 47% afirma que é muito provável que venha a expandir a sua capacidade de armazenamento. Os operadores 3PL são os que mais deverão expandir os seus armazéns, seguidos dos retalhistas e da manufactura. Assim, 36% dos ocupantes deverão expandir as suas instalações logísticas em mais de 40 mil m2, e 44% entre os 10 mil e os 40 mil m2.

Para os operadores logísticos, França (44%), Alemanha (43%), Espanha (39%), Itália (26%) e Portugal (24%) são os mercados que figuram no topo das preferências dos ocupantes que pretendem aumentar a sua capacidade de armazenamento na Europa, sendo mercados capazes de atrair cada vez mais investimento em logística.
“Existe uma oferta de armazéns deficitária em toda a Europa, mas com França, Alemanha e Espanha a continuarem a ser os mercados mais atractivos para os ocupantes que queiram aumentar a sua capacidade, devido ao crescimento das vendas de retalho online, significa que poderemos esperar o aumento dos valores das rendas nestes mercados ao longo dos próximos 3 a 5 anos”, avança Mike Barnes, European Research Associate da Savills

O que procuram os investidores em logística?

A localização dos imóveis continua no topo da lista das preocupações dos investidores, com 89% dos respondentes ao inquérito da Savills a considerá-lo o factor mais importante. Também a segurança dos acordos de arrendamento (83%) e da futura obsolescência do edifício (75%) podem ser decisivos nas escolhas de investimento. Ainda, 74% dos investidores considera a sustentabilidade dos imóveis de grande importância e a quase totalidade já incorpora os princípios ESG nos seus processos de investimento ou pretende integrá-los nos próximos três anos.
Do lado dos promotores de activos logísticos, 66% considera que a automatização dos armazéns irá ter um impacto significativo nas cadeias de fornecimento durante os próximos 12 meses. A robotização dos armazéns e a transformação de frotas de veículos para acomodar a ascensão da mobilidade eléctrica estão também entre os factores mais influentes na captação de investimento.
Mais de metade dos promotores elenca os custos de aquisição de terrenos e de construção como alguns dos grandes desafios dos próximos cinco anos.

Procura em Logística deverá continuar a aumentar em 2022

A transformação a que se assiste nas cadeias de distribuição motivou um crescimento do mercado nacional, que gerou um recorde de take-up em 2021, acima dos 290.000 m2.

Os fundamentos de mercado subjacentes a este crescimento prendem-se com a necessidade de aumento dos níveis de oferta de qualidade, motivados em grande parte pelo crescimento exponencial do e-commerce e pela imprescindível adaptação a novas tecnologias. No panorama internacional, Portugal afirma-se cada vez mais como um destino para operações logísticas transfronteiriças para servir os mercados ibérico e europeu. Por outro lado, o fenómeno do nearshoring e o potencial do mercado português para atrair investimento para a industrialização contribuem positivamente para que este segmento cresça e seja cada vez mais apetecível para os operadores e investidores.

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Feitoria prepara lançamento de plataforma digital para gestão de imóveis

A empresa prepara o lançamento de uma plataforma digital que vai permitir acompanhar a gestão de toda a actividade do imóvel em real time

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A Feitoria, empresa do Grupo Himo especializada na gestão de activos imobiliários, oferece um processo integral de gestão de arrendamento, intervenientes e processos relacionados com o património. A empresa prepara o lançamento de uma plataforma digital que vai permitir acompanhar a gestão de toda a actividade do imóvel em real time. A partir de um só local e à distância de um clique, a plataforma tem como missão assegurar uma gestão rigorosa, onde a proximidade e a transparência com proprietários e arrendatários, são prioritárias.

“A forte presença no mercado imobiliário, nas mais diversas vertentes, permite-nos reconhecer as particularidades e necessidades de cada património, sejam elas físicas, jurídicas ou sociais. Aliamos três variáveis que consideramos determinantes para uma gestão exemplar – transparência, conhecimento e tecnologia, assumindo, diariamente, o compromisso de assegurar as várias actividades neste complexo processo de gestão de activos. Na Feitoria o cliente poderá encontrar uma gestão cuidada e profunda, onde nenhum detalhe ou etapa é esquecido”, justifica André Tengarrinha, Director Geral do Grupo Himo e responsável pela operação da Feitoria.

Os diversos pontos de gestão e de representação que a empresa abarca nos seus serviços, passam por diferentes áreas de actuação: a Gestão Administrativa, que garante a execução de todos os procedimentos inerentes à operação; a Gestão do Edificado, fundamental no acompanhamento e manutenção do estado do activo, para que este mantenha o seu valor; e a Gestão da Rentabilidade, que assegura a maximização do retorno do património.

O investimento na transformação digital do negócio da gestão de património, com o objectivo de assegurar uma melhoria contínua do serviço e reforço no acompanhamento da gestão do património dos seus clientes, é assim uma prioridade incontornável para a empresa, conferindo eficiência e valor ao processo.

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2022 será um ano de retoma para o mercado imobiliário

As perspectivas para 2022 apontam para uma retoma dos volumes de investimento para níveis pré-pandemia, sendo já hoje identificáveis mais de 2,1 mil milhões de euros de negócios em diversas fases de negociação, refere a Cushman & Wakefield

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No arranque do ano a Cushman & Wakefield avança com o resumo da actividade do mercado imobiliário nacional em 2021 e com as suas perspectivas para 2022.

“2021 foi um ano de recuperação para o imobiliário nacional. Face à fraca actividade no primeiro semestre, o mercado de investimento imobiliário comercial deverá ficar na ordem dos dois mil milhões de euros, uma quebra de 30% face a 2020 (um ano excelente por influência de algumas transacções de dimensão relevante). Já o mercado ocupacional revelou uma retoma da procura, embora com comportamentos díspares entre os diversos segmentos. Quanto à actividade da Cushman & Wakefield em Portugal, obtivemos um resultado muito positivo, tendo em conta os desafios que continuámos a enfrentar. A generalidade dos departamentos registou bons níveis de facturação e fomos, uma vez mais, distinguidos como a melhor consultora imobiliária em Portugal, atribuído pela Euromoney, em conjunto com a atribuição dos prémios de melhor consultora nacional a nível de transacções e research”, refere Eric van Leuven, director-geral da consultora em Portugal.

Relativamente à actividade de investimento em imobiliário comercial de rendimento em 2021 esta “foi caracterizada por um forte abrandamento no primeiro semestre, com um volume na ordem dos 570 milhões de euros, seguido de uma aceleração da retoma ao longo da segunda metade do ano. A consultora contabiliza até ao final de 2021 um total investido de 1,83 mil milhões de euros, o que representaria uma quebra de 35% face a 2020 (em que se atingiu o terceiro máximo histórico por influência de três grandes transacções). Para os resultados do ano transacto contribuíram as perto de duas dezenas de operações de portfólios, os quais foram responsáveis por 60% do volume total transaccionado. No entanto, “o elevado número de operações que terão sido concluídas nos últimos dias do ano (e cuja confirmação está ainda pendente) leva-nos a estimar um volume na ordem dos dois mil milhões de euros, reflectindo uma quebra homóloga de 30%”.

À semelhança dos anos anteriores, o capital estrangeiro dominou a actividade do mercado, agregando 70% do volume investido em imobiliário em 2021. A sua grande maioria teve origem na Europa, com destaque para os investidores franceses, 505 milhões de euros, e espanhóis, 246 milhões de euros. Por seu lado, o capital nacional cresceu em representatividade, atingindo um volume na ordem dos 550 milhões de euros.
No que respeita à actividade de promoção e reabilitação urbana, a consultora avança que em 2021 se tenha registado uma quebra de 10%, com um volume alocado a este tipo de operações na casa dos 465 milhões de euros.
Verificou-se uma contínua aposta dos investidores em sectores estratégicos, com destaque para escritórios, com perto de 40% do volume investido, seguido dos segmentos alternativos, com 34%.
Em termos de ocupação, o sector de escritórios registou novamente um comportamento díspar nas duas principais cidades do país, com um aumento homólogo de 17% na Grande Lisboa e uma quebra de 10% no Grande Porto.
O aumento da actividade no mercado de industrial e logística consolidou-se, com os volumes de absorção a atingir um máximo histórico anual nos três primeiros trimestres de 2021.

Após as quebras acentuadas em 2020, os sectores de retalho e hotelaria registaram um desempenho mais positivo no ano transacto – o primeiro registou estabilidade no número de abertura de novas lojas, com os alojamentos hoteleiros a crescer 30% nas dormidas e 46% nos proveitos totais.
No que diz respeito a previsões para 2022, Eric van Leuven avança que “as perspectivas são mais optimistas, suportadas numa expectativa de maior controlo da pandemia e consequente consolidação da retoma da economia mundial”. Desta forma, “embora os primeiros meses do ano possam ser uma vez mais caracterizados por uma cautela acrescida no mercado ocupacional, antecipa-se que os indicadores de final de ano ultrapassem de forma transversal os registados no ano anterior”, refere o responsável.
Relativamente à actividade de investimento institucional, o reconhecimento da boa resposta que o país tem tido face à pandemia e a pressão dos elevados níveis de liquidez deverão continuar a contribuir para uma manutenção do interesse no mercado nacional. Neste contexto, “as perspectivas para 2022 apontam para uma retoma dos volumes de investimento para níveis pré-pandemia, sendo já hoje identificáveis mais de 2,1 mil milhões de euros de negócios em diversas fases de negociação, com destaque para o portfolio de unidades hoteleiras gerido pela ECS, aos quais poderão acrescer perto de 600 milhões de euros em transacções actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final do ano”.

Face ao contínuo interesse dos investidores internacionais em categorias que registam escassez de oferta em Portugal, nomeadamente os segmentos de logística e residencial para arrendamento (ou PRS – private rented sector), deveremos continuar a registar uma maior pressão para a colocação de produto transaccionável no mercado, inclusive através da promoção deste tipo de activos.
O teletrabalho, o comércio electrónio e a crescente importância dos critérios ESG no ciclo imobiliário, continuaram a marcar 2022.

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Venda de imóveis atinge valor mais elevado do ano em Dezembro

Segundo o barómetro Imovirtual, Portalegre, Setúbal e Lisboa são os distritos que se destacam com maior subida do preço médio de venda em Dezembro face ao mês passado

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O Imovirtual, Portal imobiliário de referência, acaba de divulgar um estudo, baseado em dados disponíveis na plataforma, no qual analisa a evolução dos preços médios anunciados de venda e arrendamento em Portugal.

O valor médio de venda em Dezembro de 2021 foi de 372.017 euros, o mais alto de 2021 depois de Julho (371.880€) e Setembro (370.372€). O preço sobe +6,8% em relação ao período homólogo do ano passado, quando o valor era de 348.223 euros. Os dados agora partilhados referem-se ao comparativo de Novembro com Dezembro deste ano e com o período homólogo do ano passado.

Portalegre, Setúbal e Lisboa são os distritos que se destacam com maior subida do preço médio de venda em Dezembro face ao mês passado. No caso do valor médio de arrendamento, o maior aumento este mês verifica-se em Viseu, Viana do Castelo, Braga e a Região Autónoma da Madeira.

No que diz respeito ao arrendamento, verifica-se um ligeiro aumento de +1,7% do preço médio anunciado, que passa de 1.048 euros em Novembro para 1.066 euros em Dezembro. Também em relação ao período homólogo do ano passado, quando o valor médio se fixava em 1.036 euros, houve um crescimento de +2,9%. 

Quanto aos distritos, Viseu é o que regista um maior aumento do valor médio das rendas (+7,8%) em relação a Novembro, passando de 498 euros para 537 euros. Viana do Castelo surge em segundo lugar (+6,9%), subindo de 535 euros para 572 euros.

Foram registados também aumentos de rendas mais ligeiros em Braga (+4,5%) e a Região Autónoma da Madeira (+4,2%), com rendas a fixarem-se respectivamente nos 704 euros e 954 euros. Bragança (-21%), Portalegre (-14,9%) e Guarda (-10,4%) registam o maior decréscimo este mês face ao mês de Novembro, com rendas de 437 euros, 366 euros e 440 euros, respectivamente.

Comparativamente com Dezembro de 2020, o Porto regista o maior aumento (+17,9%) no preço médio anunciado, subindo de 891 euros para 1.050 euros. A Região Autónoma da Madeira (+14,9%) e Évora (+14,2%) também registam aumentos significativos.

Beja foi novamente o distrito com maior quebra em Dezembro (-37,8%) face ao mesmo mês do ano anterior, passando de 714 euros para 444 euros. 

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Amadora lança plataforma de compras e vendas Smarketcity

Powered by VORTAL, o SmarketCity Amadora será o primeiro mercado digital focado em promover a economia circular e o tecido empresarial da região

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A Câmara Municipal da Amadora lançou na passada segunda-feira, através da Amadora Inova, o primeiro SmarketCity powered by Vortal. O SmarketCity Amadora será o primeiro mercado digital focado em promover a economia circular e o tecido empresarial da região, sendo pioneiro a nível nacional.

O SmarketCity, disponibilizado gratuitamente pela Câmara Municipal da Amadora, permitirá a todas as empresas da região fazer compras e vendas entre si, electronicamente, em poucos passos. Permite ao tecido empresarial local, mesmo o de menor dimensão, ter o seu espaço no mundo digital e expandir a sua carteira de clientes de forma exponencial, sem qualquer custo adicional, fazendo negócios “à porta de casa”.

“As empresas, independentemente da sua dimensão e sector de actividade, começam por fazer um pedido de orçamento através do SmarketCity. De seguida, todas as empresas registadas enquanto vendedoras desse tipo de produto/serviço são notificadas, podendo apresentar as suas propostas. Quem está interessado em comprar avalia então todas as propostas recebidas e decide com quem quer fechar negócio. Isto aplica-se a qualquer tipo de produtos e serviços, bastando para isso que exista uma empresa da região que o forneça.” menciona Bernado Bastos Lopes, director SmarketCity na Vortal.

“Entendemos que é cada vez mais fundamental conseguirmos construir redes colaborativas de partilha de informação e, naturalmente, criar um espaço onde as nossas empresas possam também partilhar entre todos os seus serviços. E, com isso, encontrarmos formas de colaboração e de ajudar também a nossa cidade, num momento difícil que ainda vivemos e que foi particularmente penoso para a economia local. O tecido empresarial é uma parte significativa e muitíssimo relevante da nossa Cidade e daquilo que é a sua vivência. Queremos consolidar e fazer crescer a nossa intervenção na Cidade, que tem sido liderada pela Amadora Inova. Estamos juntos neste desafio de consolidação do tecido empresarial, que é importante neste momento mais difícil, que representa uma mais-valia para o tecido empresarial da Cidade.”, refere Carla Tavares, presidente da Câmara da Amadora.

“Acreditamos que é preciso convergir para uma lógica de economia circular e quisemos estar na frente, ao criar este conceito e disponibilizá-lo aos municípios de todo o país. O SmarketCity dá uma voz a todos os negócios da região, facilita a economia circular e ajuda a fazer crescer os pequenos negócios sem obrigar a qualquer investimento, algo particularmente importante nesta fase de recuperação”, refere ainda Jorge Macara, vice-presidente da Vortal.

De momento está a decorrer o período de pré-registo de todas as empresas da região no SmarketCity Amadora, através da página https://site.vortal.biz/smarketcity-amadora-registo/. É esperado que as primeiras transacções decorram ainda durante o ano de 2021, com estreito acompanhamento e suporte da Vortal.

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