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JLL instala novos armazéns da Enerre em Vale da Rosa

Com o objectivo de ampliar a capacidade de armazenagem, a empresa arrendou uma área de 3.000 m² nesta zona empresarial situada em Setúbal

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Com o objectivo de ampliar a capacidade de armazenagem, a empresa arrendou uma área de 3.000 m² nesta zona empresarial situada em Setúbal

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A equipa de Leasing Markets Advisory da JLL representou Cimobin no arrendamento à Enerre das suas novas instalações de armazenagem. Em causa está uma área de 3.000 m² no Parque Industrial da Península de Setúbal, no Vale da Rosa.

Com sede em Lisboa, a Enerre foi fundada em 1975 e é uma das mais reconhecidas empresas portuguesas na área têxtil, fardamentos e brindes publicitários. Para fazer frente ao crescimento da actividade, a empresa identificou a necessidade de ampliar a sua capacidade de armazenagem, procurando o apoio da JLL no processo de identificação, selecção e negociação do novo espaço que tinha, como principal requisito, a proximidade e os bons acessos à cidade de Lisboa.

“Continua a registar-se uma forte procura por áreas de armazenagem no mercado português e, em especial na Grande Lisboa; e num contexto de menor disponibilidade do lado da oferta, o processo de tomada de espaços está mais competitivo do que nunca. Temos uma equipa muito dinâmica nesta área e que tem trabalhado activamente nas melhores soluções para quem está activamente neste mercado, seja na procura de espaço seja na disponibilização de oferta”, comenta Mariana Rosa, head of Leasing Markets Advisory da JLL.

A JLL tem estado fortemente activa na área de Industrial & Logistics, uma linha de negócio que constituiu uma aposta recente da consultora e onde a actividade ocupacional tem crescido de forma expressiva ao longo do último ano. O boom do comércio-electrónico devido à pandemia foi um dos grandes impulsionadores da procura deste tipo de imobiliário, a qual apresenta agora novas necessidades, incluindo de espaços de logística urbana, bem como de armazenagem e ainda de data centres, uma nova tipologia com crescente interesse junto dos operadores e investidores. Em paralelo, a JLL identifica uma elevada carência de oferta disponível, estimando um crescimento assinalável de projectos desenvolvidos especulativamente, ao mesmo tempo que se mantém o pipeline de projectos desenvolvidos pelos próprios ocupantes.

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Investimento imobiliário de rendimento excedeu os 2MM€ em 2021 e deverá ultrapassar os 3MM€ em 2022

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três MM€

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O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 2.2 mil milhões de euros em 2021, de acordo com o balanço divulgado pela CBRE. Apesar da pandemia e das diversas restrições e incertezas associadas, a dinâmica verificada no último ano é muito positiva. O volume de investimento foi menor do que no ano anterior, mas ainda assim o quinto melhor de sempre. Paralelamente, não só foram transaccionados diversos portefólios de elevado valor, como também se registou um número significativo de transacções (mais de 80), um indicador apenas superado nos anos de 2018 e 2019.

Segundo a CBRE, a consultora fechou o ano como líder de mercado, tendo participado em mais de 50% do volume de transacções e em seis dos dez maiores negócios em Portugal. “Verificámos um elevado interesse nas operações que lançámos em 2021. Em algumas, recebemos mais de dez propostas. Se considerássemos todas estas intenções de investimento não concretizadas triplicaríamos o volume de investimento registado em 2021”, afirma Francisco Horta e Costa, Director-Geral da CBRE Portugal.

O mercado de investimento revelou-se bastante activo no segundo semestre do ano, depois de nos primeiros seis meses terem sido investidos pouco mais de 500 milhões de euros, devido a um novo confinamento com repercussões nas visitas aos imóveis e nas viagens e consequentemente no fecho de negócios.

Outro factor destacado pela CBRE, e revelador de que se mantém a atractividade do País como destino de investimento, é a entrada de diversos novos players internacionais, inclusivamente em transacções de elevado valor. Seis das dez maiores transacções verificadas em 2021 envolveram a estreia em Portugal de investidores internacionais, nomeadamente os franceses Tikehau e Icade Santé, os norte-americanos da Jamestown, da Tishman Speyer e da Sixth Street, e os espanhóis da Azora. No total, dez investidores investiram pela primeira vez no País.

À semelhança de 2020, os investidores domésticos foram responsáveis por 25% do capital investido em imobiliário de rendimento em Portugal, enquanto EUA e França foram os principais mercados de origem internacional.

Em termos de alocação do capital por sectores, 40% foi canalizado para activos de escritórios, 22% para imóveis residenciais de arrendamento, incluindo residências de estudantes, e 15% para hotéis. Destaque para os activos de saúde que representaram 12% do volume de investimento, um peso recorde em Portugal.

De referir que a CBRE representou a Fidelidade naquela que é a maior transacção imobiliária no sector da saúde em Portugal, nomeadamente a venda do Fundo Saudeinveste à Icade Santé. “Este processo veio confirmar a apetência dos investidores para activos com risco operacional, geralmente associados a contratos de maior duração e taxas de rentabilidade superiores às tradicionais classes de activos de investimento e com fundamentais de mercado extremamente sólidos”, sublinha Nuno Nunes, Director da área de Investimento da CBRE Portugal.

O sector de retalho, que em anos anteriores ocupou sempre a primeira ou segunda posição (intercalado com o sector de escritórios) no ranking de volume de investimento por classe de activos, registou uma quebra no montante investido em 2021. Ainda que tenha perdido esta relevância devido ao reduzido número de transacções de centros comercias, verificou-se uma elevada procura para lojas de rua e unidades de retalho alimentar. Apesar de dominar as preferências dos investidores, também o sector logístico registou um reduzido volume de investimento devido à escassez de produto disponível para venda, uma situação que se deverá alterar em 2022.

“Vamos observar um peso cada vez maior de investimento em activos com uma elevada componente de operação, tais como unidades de saúde, residências para seniores e residências de estudantes, além dos hotéis. Por outro lado, prevê-se igualmente um aumento no volume de transacções de imóveis de logística, pois a escassez deste tipo de imóvel, disponível para venda, vai reflectir-se num acréscimo de negócios de forward funding e forward purchase, ou seja, antes da conclusão da obra dos edifícios. Os escritórios, apesar das dúvidas relativas ao modelo futuro do trabalho, continuarão a ser uma classe de activos com muita liquidez e interesse por parte dos investidores”, conclui Nuno Nunes.

A CBRE prevê que em 2022 o volume de investimento registe um aumento de 50% face a 2021, colocando novamente o mercado no patamar acima dos três mil milhões de euros.

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Município de Bragança abre Balcão Único do Prédio

Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita

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O Município de Bragança já tem a funcionar o Balcão Único do Prédio (BUPi). Este espaço de atendimento permite identificar as propriedades rústicas localizadas no Concelho de Bragança de forma simples e gratuita e, assim, conseguir garantir a titularidade dos terrenos e marcar os respectivos limites.

O serviço de atendimento está localizado no piso 2 do Mercado Municipal de Bragança, com atendimento, de segunda a sexta-feira.

Neste Balcão, os munícipes podem registar os seus prédios rústicos, sem qualquer custo associado, necessitando, para isso, da localização e limites das suas propriedades e munir-se dos registos que comprovam a sua titularidade ou poderes de representação para o efeito.

Este projecto, que representou um investimento de perto de 700 mil euros, foi financiado em 85% pelo FEDER, no âmbito de uma candidatura supramunicipal apresentada pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes – “Cadastra & Capacita TTM” | Implementação do Sistema de Informação Cadastral Simplificada nas Terras de Trás-os-Montes, ao Programa Operacional Regional Norte 2020.

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CIUL promove Encontro de Urbanismo

Promovido anualmente, Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, A próxima sessão decorre no próximo dia 20 de Janeiro

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O CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa, mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo.
Promovido anualmente, desde 2013,centra-se na reflexão sobre Lisboa, na óptica do Urbanismo, abordando todos os anos um tema diferente.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia, um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

Segundo a organização “edição deste ano convida-nos a descobrir o Património de Lisboa. Como se define e por que é considerado património? Quem o conhece? Quem dele cuida? Quem o divulga? Que mecanismos existem para melhor salvaguardar o legado que Lisboa herdou das gerações passadas? Como intervir no edificado e que usos se podem compatibilizar com o património existente? Que património se constrói hoje para o futuro?”, avança a organização.

A quarta sessão que tem como tema “Os valores imateriais na construção da identidade urbana”, tem lugar já no próximo dia 20 de Janeiro. No encontro participam Álvaro Tição da Direcção Municipal de Urbanismo, da CML, como moderador, e tem como oradores Inês Andrade, Associação Renovar a Mouraria, Luísa Ferreira, fotógrafa, e Sofia Tempero, do Departamento de Património Cultural da CML.

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Preço das casas em Portugal terminam 2021 com crescimento de 12,2%

Os resultados anuais do Índice de Preços Residenciais registam um crescimento. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, revela o Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário

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O segundo ano da pandemia ficou marcado pela forte valorização da habitação, registando-se um crescimento de 12,2% nos preços das casas em Portugal (Continental) em 2021. Trata-se de um dos aumentos anuais mais robustos do mercado desde 2007, igualando 2017 e sendo apenas superado pela valorização de mais de 15,0% observada quer em 2018 quer em 2019. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário apurado para Dezembro.

Em Dezembro de 2021, os preços acumulavam uma subida de 13,7% face ao início da pandemia, em Março de 2020. Grande parte desta valorização pós-Covid ocorreu nos últimos oito meses, mais concretamente a partir de Maio de 2021, já que, até Abril, a subida acumulada dos preços face ao início da pandemia mostrava-se pouco robusta, ficando em 3,5%.

O desempenho dos preços no pós-Covid, em que, como referido se acumula uma valorização de 13,7%, contrasta com o comportamento observado na anterior crise. No período em que o país esteve sob intervenção da Troika, nomeadamente entre Maio de 2011 e Maio de 2014, a habitação acumulou uma desvalorização de 7,4%.

Olhando para o desempenho dos preços apenas ao longo de 2021, identificam-se dois momentos marcantes. Por um lado, o 1º trimestre, que influenciado por um novo confinamento geral, deu ainda sequência à tendência de estabilização dos preços de venda das casas que se vinha fazendo sentir desde o início da pandemia. No final desse trimestre, registava-se um aumento trimestral nos preços de 1,2% e homólogo de 2,6%, o menos robusto dos últimos cinco anos. A partir de Abril, a subida de preços intensificou-se, destacando-se, nesse período, o último trimestre do ano, com aumentos mensais superiores a 1,0% e uma valorização trimestral que culminaria em 3,9%.

No final de 2021, o preço médio de venda das casas em Portugal atingiu os 1.822€/m2, praticando-se um valor médio de 2.826€/m2 na habitação nova e de €1.731€/m2 na habitação usada.

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Remodelação total do Edifício Latino Coelho 142

O Edifício Latino Coelho 142, no centro do Porto encontra-se em fase de remodelação com uma área total de 4000 m2, distribuídos ao longo de 6 pisos, inaugurando um novo conceito de “workplace” na baixa portuense

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O projecto delineado para o edifício contempla diferentes áreas em formato “open-space” com pavimento técnico sobrelevado; sistema de ar condicionado; instalações eléctricas; iluminação e instalações sanitárias em todos os pisos. De salientar ainda o terraço exterior a criar ao nível do terceiro piso com uma zona de lazer coberta.

“A centralidade do edifício; a proximidade da linha de metro; a existência de um parque de estacionamento privativo (raro no centro do Porto) e a possibilidade de ocupação imediata por parte dos arrendatários com a configuração total ao nível das infraestruturas são algumas das muitas vantagens deste empreendimento. Além disto, o facto de todos os espaços estarem organizados em formato “open-space” e poderem ser arrendados piso a piso, facilita muito a tarefa das empresas ao nível da sua configuração e organização face às suas necessidades actuais”, sublinha Graça Cunha, responsável pela comercialização do projecto na Predibisa.

O imóvel vai ao encontro das exigências do mercado. “O mercado de escritórios do Porto continua a ter uma procura forte tanto internamente como a nível internacional, sendo temporariamente condicionada pela adaptação das empresas ao actual momento e planeamento para um sistema híbrido de trabalho no futuro”, refere Francisco Megre, consultor de escritórios da Savill. “Com a oferta dos escritórios disponíveis no Edifício Latino Coelho 142”, continua o responsável, “vamos ao encontro daquilo que nos é pedido pelas empresas que precisam de instalações com uma localização central e equipadas com o que necessitam para atrair e reter os melhores recursos humanos. A existência de vários terraços e o design do edifício vêm premiar a nossa cidade com as últimas tendências da arquitectura comercial, colocando o Porto em pé de igualdade com outros destinos europeus”, sustenta.

O mais recente reconhecimento da Sumo Finans ao nomear o Porto como Best City in Europe to Live as a Family em 2021comprova que a cidade reforçou a sua atractividade. “Os investidores continuam a apostar na cidade e a criar produto de escritórios de elevadíssima qualidade e as empresas podem seleccionar o Porto como o destino preferencial para colocar as suas equipas, nomeadamente neste edifício que, quer pela localização quer pelas condições que oferece, certamente será um “key factor” na estratégia de qualquer organização para atrair e reter talento”, conclui André Almada, sénior director da área de Escritórios na CBRE.

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Bruno Maruta é o novo Diretor de Expansão da Zome

O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019

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Bruno Miguel Maruta é o novo Director de Expansão da Zome, que vem reforçar a área liderada pelo Chief Growth Officer Miguel Aguiar. O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019.

Chegou ao sector imobiliário em 2020 e iniciou o seu percurso, na Carlton Signature, como Country Manager, tendo passado também pela Riviera Lifestyle Real Estate Portugal. Nestas, Bruno Maruta foi responsável pela introdução da marca internacional no mercado português, gestão e posicionamento da marca para o consumidor nacional e internacional. Ao longo da sua carreira, Bruno Maruta tem desenvolvido experiência na expansão de negócio para mercados internacionais.

“É com muito orgulho que abraço este novo desafio, numa equipa e numa cultura sólidas e com um foco muito grande no acompanhamento do cliente, que é o que melhor caracteriza a Zome. É, também por isso, um enorme privilégio poder liderar o departamento que ajudará a levar a Zome, e a sua visão e forma de trabalhar, a outras cidades da Europa”, sublinha Bruno Maruta.

“Bruno Maruta é um reforço de peso para a equipa da Zome em Portugal e será um acréscimo fundamental para continuarmos a concretizar os ambiciosos objectivos de expansão que definimos para 2022, de duplicar o número de hubs em Portugal e crescer em várias cidades de Espanha. Estamos muito felizes com este reforço e acreditamos que a enorme experiência em expansão do seu currículo será uma mais-valia no caminho de crescimento que ambicionamos para a Zome”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

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Edificio do secílo XIX com árvores e um céu azul
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Barata Salgueiro 21 reforça oferta de comércio de luxo na Av. da Liberdade

Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², as duas lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal

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A JLL e a Cushman & Wakefield acabam de colocar no mercado as duas novas lojas do exclusivo Barata Salgueiro 21, um edifício de destaque naquela que é uma das mais prestigiadas localizações de comércio de rua na capital portuguesa. Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², distribuídas entre o piso térreo e a cave, as lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal.

Promovido pela Primosfera, o Barata Salgueiro 21 localiza-se na rua homónima, naquela que é a principal passagem entre dois importantes corredores comerciais da zona: a Avenida da Liberdade e a Rua Castilho.

Trata-se de um edifício de escritórios, resultado da reabilitação de um imóvel do século XIX, com projeto assinado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus e o qual se afirma pela sua qualidade construtiva e pelo diálogo da sua herança histórica com o futuro. Além dos dois espaços comerciais situados no piso térreo, com uma área total de 291 m2, o Barata Salgueiro 21 compreende cinco pisos de escritórios, com uma área total de 1.988 m² e 22 lugares de estacionamento.

“Numa zona dominada pelo sector da moda e que tem como vizinhos várias lojas de luxo, o Barata Salgueiro 21 assume um posicionamento diferenciado, ao aliar à sua localização exclusiva uma reabilitação que se apresenta como uma peça de arte. Por isso, não temos dúvidas que este será um espaço disputado por marcas de grande prestígio, que nele reconhecerão o local ideal para instalar a sua nova loja na capital portuguesa”, refere Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL.

“O Barata Salgueiro 21 é o mais recente exemplo de reabilitação na zona da Av. da Liberdade e devolve à cidade a beleza arquitectónica de um edifício que alia história à modernidade, arte e glamour. As lojas que disponibiliza são ideais para marcas que valorizem a localização e o prestígio num mesmo espaço”, reforça Sandra Campos, Partner e Head of Retail da Cushman & Wakefield,

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Mafra com nova plataforma digital para procedimentos urbanísticos

A Câmara de Mafra disponibiliza uma nova plataforma digital que permite a desmaterialização dos procedimentos urbanísticos, que substitui a tramitação em papel

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“O Município de Mafra alterou o Regulamento Municipal de Edificação e Urbanização (RMEU), o qual inaugura uma nova forma de trabalhar, orientada para a desmaterialização administrativa. Abolindo a tramitação dos processos urbanísticos em papel e instituindo o recurso aos meios electrónicos, são definidos os procedimentos adequados à correcta recepção dos pedidos em formato digital”, refere a página oficial da autarquia.

A alteração visa, se acordo com o município “promover a modernização administrativa e reforçar o processo de transformação digital, prestando um serviço público mais simples, mais directo e mais eficiente e evitando ainda deslocações”.

De realçar que o RMEU é o regulamento que estabelece as normas de concretização e de execução do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, desenvolve os princípios legais aplicáveis na área do Município de Mafra e tem como objectivo contribuir para a defesa e preservação dos valores ambientais, bem como para o ordenamento do território de forma sustentada.

Poderá aceder à nova plataforma aqui

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Norfin vende dois activos logísticos na grande Lisboa

Localizadas em zonas consolidadas de logística, as unidades foram adquiridas pela Bedrock Capital e pelo sueco Europi Property Group, que inaugura com este negócio a sua entrada em Portugal

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A Norfin, SGOIC alienou dois activos logísticos anteriormente integrados no Ibéria FEIF. Um dos imóveis está localizado no Cartaxo e integralmente arrendado por uma empresa do Grupo Sonae. O outro activo, localizado na Quinta do Adarse em Alverca do Ribatejo, também se encontra totalmente ocupado, tendo como inquilino uma empresa nacional líder no seu sector de actividade.

Os activos foram adquiridos em conjunto pela Bedrock Capital, que celebra o seu primeiro investimento em logística, e pelo Europi Property Group (EPG), um investidor internacional que estabelece o seu primeiro investimento em Portugal através desta parceria.

“Estamos muito satisfeitos com a aquisição destes dois activos, que marca a nossa primeira operação em parceria com o Europi Property Group. Estamos optimistas em relação ao mercado logístico português, o qual tem vindo a registar uma procura crescente por parte dos operadores, sendo que os armazéns se encontram localizados em dois importantes hubs logísticos de Lisboa”, explica João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital.
“O segmento de Industrial e Logística segue em franca expansão em toda a Europa, muito impulsionado pelo crescimento das vendas online e novas tendências de consumo. Em Portugal, no ano de 2020, o segmento alcançou um recorde de take-up, e estima-se que os números em 2021 venham a superar os do ano anterior”, assegura a consultora imobiliária internacional Savills que assessorou a Norfin neste negócio.

“Ao longo de quatro anos, a Norfin trabalhou no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados aos arrendatários, na renovação e melhoria da qualidade dos edifícios. Desta forma, potenciámos o valor de mercado dos activos e, tendo vendido na altura certa, maximizámos o retorno dos nossos investidores”, explica Daniel Lopes, Manager da Norfin.

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2021 foi o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português

É o que referem os dados gerados pela Plataforma Alfredo, especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário. A plataforma lançou o “índice de Preços Alfredo”, que todos os meses apresentará uma análise do mercado residencial para os municípios capitais de distrito em Portugal

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A Alfredo, empresa especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário, lançou o “Índice de Preços Alfredo”. Segundo o relatório da Alfredo, até Setembro de 2021 foram vendidos 153.076 imóveis, o que representa um aumento de 25,4% relativamente a Setembro do ano anterior, período até ao qual foram vendidos 122.066 imóveis. Estes valores traduziram-se numa capitalização de mercado de 24,9 mil milhões de euros até Setembro deste ano, comparativamente aos 18,7 mil milhões de euros registados no período homologo, fazendo de 2021 o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português.

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, o preço médio dos imóveis subiu 5,7% nos últimos 12 meses, tendo Aveiro sido o município com o maior crescimento, com um aumento de 20% nos preços, e que o município com o crescimento mais baixo foi Castelo Branco, com um decréscimo de -6,6% nos preços. O município onde os imóveis demoram menos tempo a ser vendidos é Viana do Castelo, com uma média de 96 dias para serem vendidos, sendo que o município onde os imóveis demoram mais tempo a ser vendidos é Castelo Branco.

Lisboa, com um preço médio de 3.486 Euros por m2, seguido do Porto, com um preço médio de 2.164 Euros por m2 e Faro, com um preço médio de 1.953 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com o preço médio por m2 mais elevado.

No lado oposto, Guarda, com um preço médio de 431 Euros por m2, Portalegre, com um preço médio de 483 Euros por m2 e Santarém, com um preço médio de 567 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com os valores mais baixos por m2. O “Índice de Preços Alfredo” revela também que em Dezembro, o preço médio foi de 2.580 Euros por m² para apartamentos este mês e o preço médio para moradias foi de 1.037 Euros por m².

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, Lisboa foi o município com a taxa de esforço mais elevada, com um valor de 2,3, e registou um aumento de 2,8% no preço da habitação. O município com a taxa de esforço mais baixa foi Guarda, com um valor de 0,8, registando um decréscimo no preço da habitação de -4,9%. [A taxa de esforço é a relação entre a avaliação bancária mediana (por m²) e o rendimento médio mensal dos habitantes em cada município].

Mercado Residencial de Compra e Venda – Apartamentos

O Relatório da Alfredo indica que no mês de Dezembro de 2021, Lisboa foi a capital de distrito com o maior número de apartamentos no mercado, 11.321, enquanto que Évora, com 61, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 390 mil Euros, em contraste com o preço médio de 68 mil Euros para Portalegre, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.

Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para apartamentos em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 19% e Ponta Delgada foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -4% no último ano.

Mercado Residencial de Compra e Venda – Moradias
No mês de dezembro de 2021, Porto foi a capital de distrito com o maior número de moradias no mercado, 1.659, enquanto que Portalegre, com 178, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 641 mil Euros, em contraste com o preço médio de 44,7 mil Euros para Castelo Branco, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.
Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para moradias em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 22% e Castelo Branco foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -8% no último ano.

A Alfredo
A Alfredo é uma plataforma digital que pretende trazer a inteligência para o mercado imobiliário. O projecto foi lançado no início de 2019, devido à falta de dados imobiliários online estruturados, num cada vez mais próspero mercado residencial. Posicionando-se como uma plataforma digital para profissionais do sector imobiliário, procura estabelecer-se enquanto parceiro de confiança no espaço da informação de mercado.

“Vimos uma oportunidade de recorrer às mais recentes técnicas de inteligência artificial de última geração, trazendo novas formas de criar informação gerada por dados no mundo imobiliário. O processo resultou numa plataforma inteligente de negócios, alimentada por Inteligência Artificial para os stakeholders imobiliários, dinamizando os seus processos de recolha de dados e inteligência, e colocando-os à frente da concorrência. Os nossos clientes incluem correctores de imóveis, agentes, analistas, avaliadores e as outras instituições deste mercado, e temos parcerias com entidades tão reputadas como a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, a MaisConsultores, a Remax Siimgroup ou a plataforma Doutor Finanças”, defende Gonçalo Abreu, co-fundador da Alfredo.

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