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Real Forte III conta com “mais de 80% de vendas realizadas”

Segundo a Remax Maxgroup Time, responsável pela comercialização do empreendimento, que, nos últimos meses, tem registado grande sucesso no mercado. A sua conclusão está prevista para o 1º semestre de 2022

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Segundo a Remax Maxgroup Time, responsável pela comercialização do empreendimento, que, nos últimos meses, tem registado grande sucesso no mercado. A sua conclusão está prevista para o 1º semestre de 2022

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O empreendimento Real Forte III, gerido pela Norfin, e cuja comercialização está a cargo da Remax Maxgroup Time, conta já com mais de 80% de vendas realizadas, correspondendo a 42 habitações da sua totalidade, avançou em comunicado a mediadora.

Situado no centro histórico de Sacavém, muito próximo do Parque das Nações e a menos de três quilómetros de distância do Aeroporto Internacional de Lisboa, o Real Forte III, com cerca de 22,4 mil m2 de construção implantado num terreno de mais de 1,2 hectares, é o culminar de um grande projecto de requalificação desta freguesia.

Este empreendimento é constituído por cinco a sete pisos acima do solo e um piso em embasamento semienterrado. Os pisos superiores destinam-se aos espaços de habitação dos 49 fogos de tipologias T2, T3 e T4 e o piso 0 incorpora os sete espaços comerciais do edifício. O embasamento inclui as áreas de parqueamento afecto à habitação com 124 lugares e, ainda, 106 lugares de parqueamento destinados ao comércio, sendo que o acesso a estes últimos é feito através de uma entrada própria.

“Temos reparado, ao longo dos últimos meses, no grande sucesso que este empreendimento tem sido no mercado. Do total das reservas, mais de 75% foram fechadas pela nossa equipa da Remax Maxgroup Time. Estes dados não só comprovam o desejo de compra e a qualidade deste projecto, como também demonstram o grande know-how e experiência dos nossos consultores na área dos empreendimentos”, afirma Luís Silva do Maxgroup. A comercialização deste empreendimento é da responsabilidade da equipa do consultor Vítor Lourenço.

A conclusão do empreendimento está prevista para o primeiro semestre de 2022.

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Bruno Maruta é o novo Diretor de Expansão da Zome

O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019

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Bruno Miguel Maruta é o novo Director de Expansão da Zome, que vem reforçar a área liderada pelo Chief Growth Officer Miguel Aguiar. O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019.

Chegou ao sector imobiliário em 2020 e iniciou o seu percurso, na Carlton Signature, como Country Manager, tendo passado também pela Riviera Lifestyle Real Estate Portugal. Nestas, Bruno Maruta foi responsável pela introdução da marca internacional no mercado português, gestão e posicionamento da marca para o consumidor nacional e internacional. Ao longo da sua carreira, Bruno Maruta tem desenvolvido experiência na expansão de negócio para mercados internacionais.

“É com muito orgulho que abraço este novo desafio, numa equipa e numa cultura sólidas e com um foco muito grande no acompanhamento do cliente, que é o que melhor caracteriza a Zome. É, também por isso, um enorme privilégio poder liderar o departamento que ajudará a levar a Zome, e a sua visão e forma de trabalhar, a outras cidades da Europa”, sublinha Bruno Maruta.

“Bruno Maruta é um reforço de peso para a equipa da Zome em Portugal e será um acréscimo fundamental para continuarmos a concretizar os ambiciosos objectivos de expansão que definimos para 2022, de duplicar o número de hubs em Portugal e crescer em várias cidades de Espanha. Estamos muito felizes com este reforço e acreditamos que a enorme experiência em expansão do seu currículo será uma mais-valia no caminho de crescimento que ambicionamos para a Zome”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

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Barata Salgueiro 21 reforça oferta de comércio de luxo na Av. da Liberdade

Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², as duas lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal

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A JLL e a Cushman & Wakefield acabam de colocar no mercado as duas novas lojas do exclusivo Barata Salgueiro 21, um edifício de destaque naquela que é uma das mais prestigiadas localizações de comércio de rua na capital portuguesa. Com áreas locáveis de 206 m² e 86 m², distribuídas entre o piso térreo e a cave, as lojas afiguram-se como a morada ideal para marcas que procuram um espaço de qualidade situado junto ao principal hub do retalho de luxo em Portugal.

Promovido pela Primosfera, o Barata Salgueiro 21 localiza-se na rua homónima, naquela que é a principal passagem entre dois importantes corredores comerciais da zona: a Avenida da Liberdade e a Rua Castilho.

Trata-se de um edifício de escritórios, resultado da reabilitação de um imóvel do século XIX, com projeto assinado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus e o qual se afirma pela sua qualidade construtiva e pelo diálogo da sua herança histórica com o futuro. Além dos dois espaços comerciais situados no piso térreo, com uma área total de 291 m2, o Barata Salgueiro 21 compreende cinco pisos de escritórios, com uma área total de 1.988 m² e 22 lugares de estacionamento.

“Numa zona dominada pelo sector da moda e que tem como vizinhos várias lojas de luxo, o Barata Salgueiro 21 assume um posicionamento diferenciado, ao aliar à sua localização exclusiva uma reabilitação que se apresenta como uma peça de arte. Por isso, não temos dúvidas que este será um espaço disputado por marcas de grande prestígio, que nele reconhecerão o local ideal para instalar a sua nova loja na capital portuguesa”, refere Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL.

“O Barata Salgueiro 21 é o mais recente exemplo de reabilitação na zona da Av. da Liberdade e devolve à cidade a beleza arquitectónica de um edifício que alia história à modernidade, arte e glamour. As lojas que disponibiliza são ideais para marcas que valorizem a localização e o prestígio num mesmo espaço”, reforça Sandra Campos, Partner e Head of Retail da Cushman & Wakefield,

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Mafra com nova plataforma digital para procedimentos urbanísticos

A Câmara de Mafra disponibiliza uma nova plataforma digital que permite a desmaterialização dos procedimentos urbanísticos, que substitui a tramitação em papel

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“O Município de Mafra alterou o Regulamento Municipal de Edificação e Urbanização (RMEU), o qual inaugura uma nova forma de trabalhar, orientada para a desmaterialização administrativa. Abolindo a tramitação dos processos urbanísticos em papel e instituindo o recurso aos meios electrónicos, são definidos os procedimentos adequados à correcta recepção dos pedidos em formato digital”, refere a página oficial da autarquia.

A alteração visa, se acordo com o município “promover a modernização administrativa e reforçar o processo de transformação digital, prestando um serviço público mais simples, mais directo e mais eficiente e evitando ainda deslocações”.

De realçar que o RMEU é o regulamento que estabelece as normas de concretização e de execução do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, desenvolve os princípios legais aplicáveis na área do Município de Mafra e tem como objectivo contribuir para a defesa e preservação dos valores ambientais, bem como para o ordenamento do território de forma sustentada.

Poderá aceder à nova plataforma aqui

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Norfin vende dois activos logísticos na grande Lisboa

Localizadas em zonas consolidadas de logística, as unidades foram adquiridas pela Bedrock Capital e pelo sueco Europi Property Group, que inaugura com este negócio a sua entrada em Portugal

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A Norfin, SGOIC alienou dois activos logísticos anteriormente integrados no Ibéria FEIF. Um dos imóveis está localizado no Cartaxo e integralmente arrendado por uma empresa do Grupo Sonae. O outro activo, localizado na Quinta do Adarse em Alverca do Ribatejo, também se encontra totalmente ocupado, tendo como inquilino uma empresa nacional líder no seu sector de actividade.

Os activos foram adquiridos em conjunto pela Bedrock Capital, que celebra o seu primeiro investimento em logística, e pelo Europi Property Group (EPG), um investidor internacional que estabelece o seu primeiro investimento em Portugal através desta parceria.

“Estamos muito satisfeitos com a aquisição destes dois activos, que marca a nossa primeira operação em parceria com o Europi Property Group. Estamos optimistas em relação ao mercado logístico português, o qual tem vindo a registar uma procura crescente por parte dos operadores, sendo que os armazéns se encontram localizados em dois importantes hubs logísticos de Lisboa”, explica João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital.
“O segmento de Industrial e Logística segue em franca expansão em toda a Europa, muito impulsionado pelo crescimento das vendas online e novas tendências de consumo. Em Portugal, no ano de 2020, o segmento alcançou um recorde de take-up, e estima-se que os números em 2021 venham a superar os do ano anterior”, assegura a consultora imobiliária internacional Savills que assessorou a Norfin neste negócio.

“Ao longo de quatro anos, a Norfin trabalhou no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados aos arrendatários, na renovação e melhoria da qualidade dos edifícios. Desta forma, potenciámos o valor de mercado dos activos e, tendo vendido na altura certa, maximizámos o retorno dos nossos investidores”, explica Daniel Lopes, Manager da Norfin.

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2021 foi o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português

É o que referem os dados gerados pela Plataforma Alfredo, especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário. A plataforma lançou o “índice de Preços Alfredo”, que todos os meses apresentará uma análise do mercado residencial para os municípios capitais de distrito em Portugal

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A Alfredo, empresa especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário, lançou o “Índice de Preços Alfredo”. Segundo o relatório da Alfredo, até Setembro de 2021 foram vendidos 153.076 imóveis, o que representa um aumento de 25,4% relativamente a Setembro do ano anterior, período até ao qual foram vendidos 122.066 imóveis. Estes valores traduziram-se numa capitalização de mercado de 24,9 mil milhões de euros até Setembro deste ano, comparativamente aos 18,7 mil milhões de euros registados no período homologo, fazendo de 2021 o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português.

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, o preço médio dos imóveis subiu 5,7% nos últimos 12 meses, tendo Aveiro sido o município com o maior crescimento, com um aumento de 20% nos preços, e que o município com o crescimento mais baixo foi Castelo Branco, com um decréscimo de -6,6% nos preços. O município onde os imóveis demoram menos tempo a ser vendidos é Viana do Castelo, com uma média de 96 dias para serem vendidos, sendo que o município onde os imóveis demoram mais tempo a ser vendidos é Castelo Branco.

Lisboa, com um preço médio de 3.486 Euros por m2, seguido do Porto, com um preço médio de 2.164 Euros por m2 e Faro, com um preço médio de 1.953 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com o preço médio por m2 mais elevado.

No lado oposto, Guarda, com um preço médio de 431 Euros por m2, Portalegre, com um preço médio de 483 Euros por m2 e Santarém, com um preço médio de 567 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com os valores mais baixos por m2. O “Índice de Preços Alfredo” revela também que em Dezembro, o preço médio foi de 2.580 Euros por m² para apartamentos este mês e o preço médio para moradias foi de 1.037 Euros por m².

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, Lisboa foi o município com a taxa de esforço mais elevada, com um valor de 2,3, e registou um aumento de 2,8% no preço da habitação. O município com a taxa de esforço mais baixa foi Guarda, com um valor de 0,8, registando um decréscimo no preço da habitação de -4,9%. [A taxa de esforço é a relação entre a avaliação bancária mediana (por m²) e o rendimento médio mensal dos habitantes em cada município].

Mercado Residencial de Compra e Venda – Apartamentos

O Relatório da Alfredo indica que no mês de Dezembro de 2021, Lisboa foi a capital de distrito com o maior número de apartamentos no mercado, 11.321, enquanto que Évora, com 61, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 390 mil Euros, em contraste com o preço médio de 68 mil Euros para Portalegre, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.

Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para apartamentos em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 19% e Ponta Delgada foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -4% no último ano.

Mercado Residencial de Compra e Venda – Moradias
No mês de dezembro de 2021, Porto foi a capital de distrito com o maior número de moradias no mercado, 1.659, enquanto que Portalegre, com 178, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 641 mil Euros, em contraste com o preço médio de 44,7 mil Euros para Castelo Branco, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.
Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para moradias em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 22% e Castelo Branco foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -8% no último ano.

A Alfredo
A Alfredo é uma plataforma digital que pretende trazer a inteligência para o mercado imobiliário. O projecto foi lançado no início de 2019, devido à falta de dados imobiliários online estruturados, num cada vez mais próspero mercado residencial. Posicionando-se como uma plataforma digital para profissionais do sector imobiliário, procura estabelecer-se enquanto parceiro de confiança no espaço da informação de mercado.

“Vimos uma oportunidade de recorrer às mais recentes técnicas de inteligência artificial de última geração, trazendo novas formas de criar informação gerada por dados no mundo imobiliário. O processo resultou numa plataforma inteligente de negócios, alimentada por Inteligência Artificial para os stakeholders imobiliários, dinamizando os seus processos de recolha de dados e inteligência, e colocando-os à frente da concorrência. Os nossos clientes incluem correctores de imóveis, agentes, analistas, avaliadores e as outras instituições deste mercado, e temos parcerias com entidades tão reputadas como a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, a MaisConsultores, a Remax Siimgroup ou a plataforma Doutor Finanças”, defende Gonçalo Abreu, co-fundador da Alfredo.

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‘Azul Boutique Hotel” arranca em Vila Nova de Gaia

Com um investimento de 11,5 M€, o Grupo Fortera arranca com as obras já em Fevereiro. A sua conclusão está prevista para 2023

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O Grupo Fortera vai arrancar em Fevereiro com a construção do Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia. Com um investimento de 11,5 milhões de euros para o seu desenvolvimento, o ficará concluído em 2023.

O novo hotel de 4 estrelas, a 50 metros da Ponte D. Luis I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

“Tomamos partido desta localização para trazer a paisagem para quase a totalidade dos quartos. Também a zona de restauração e o solário aproveitam essa paisagem com vistas completamente desimpedidas”, explica Hélder Agostinho, arquitecto e gestor imobiliário do projecto.

Também por isso, este poderá ser “o projecto mais promissor que Porto e Gaia já viram”, considera o Grupo.

“Apesar da difícil conjuntura pandémica para o sector do turismo, os próximos meses deverão permitir-nos reunir boas condições para efectuarmos perspectivas mais consolidadas, o que nos leva também a crer que estamos a prever esta inauguração para um momento de franca recuperação do sector, com o Porto e Gaia a voltaram a apresentar-se como importantes pólos de procura turística em Portugal”, conclui Elad Dror, CEO do grupo Fortera.

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Preço da venda de casas cresce e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Lisboa, Porto, Setúbal e Faro registaram ao longo do ano um aumento dos preços de venda entre 5% e 10%, enquanto arrendamento estabilizou ou desceu em algumas localidades, revela o último relatório apresentado pela plataforma CASAFARI

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Ao longo de 2021, apesar da situação de pandemia, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%. Os números foram apresentados pela plataforma CASAFARI, no seu mais recente relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021,
Os dados da CASAFARI apontam para o crescimento mais acentuados nos preços de venda de moradias. Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país. Os dados de 2021 revelam o impacto da pandemia no preço de venda de apartamentos, moradias e arrendamento ao longo de todo o ano. Aqui seguem as principais conclusões:

Distrito de Lisboa:
No que diz respeito à venda de imóveis, em geral, os preços médios de venda de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.
No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

Distrito do Porto:
A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.
Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

Distrito de Faro:
A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos entre os 12% e 14%.
Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar os 620 e 670 mil euros.
A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Distrito de Setúbal
Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestre (4,7%).

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Promoção residencial travou 17% em 2021

Até Novembro de 2021, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário. Esta carteira apresenta uma quebra de 17% face a 2020

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O número de fogos submetidos a licenciamento em Portugal teve uma quebra de 17% até Novembro de 2021. Entre Janeiro e Novembro do ano passado, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário.
Esta carteira apresenta uma quebra em torno dos 17% quer em número de projectos quer em número de fogos, face à actividade registada em igual período de 2020, quando o pipeline residencial no país ascendeu a 18.250 projectos num total de 42.250 unidades.

“Em termos absolutos isto significa que foram projectados menos 7.250 fogos do que em 2020, um número que se deverá acentuar mais com os apuramentos relativos a Dezembro. É uma situação que começa a preocupar o mercado, de acordo com o último inquérito de confiança realizado, o PHMS. A falta de oferta não só é apontada pelos operadores como um dos principais motores da subida de preços, como começa a constar como um potencial travão à actividade transaccional do mercado a prazo”, sublinha Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

A principal quebra sentiu-se na obra de reabilitação, onde os actuais 2.670 projectos e 5.400 fogos contabilizados apresentam contracções de 26% e 34%, respectivamente, face ao ano passado. No acumulado de 2020 até Novembro a carteira de reabilitação registava 3.600 projectos e 8.200 fogos. A actividade na construção nova comprimiu cerca de 13% (em número de projectos e de fogos), contabilizando em 2021 cerca de 12.600 novos projcetos num total de 29.600 unidades, em contraste com os 14.600 projectos e 34.000 fogos submetidos a licenciamento em 2020. A construção nova representa agora 85% dos fogos em carteira, reforçando a sua quota face a 2020, quando aglomerava 81% do pipeline.

Em termos geográficos, apenas o Alentejo apresentou uma evolução positiva da actividade face a 2020, com uma carteira de fogos 13% superior (1.210 vs 1.070), embora seja a região com menor quota no total do país (3%). Na Área Metropolitana de Lisboa, com 25% dos fogos em carteira em Portugal, a quebra foi de 18% (8.720 vs 10.570), enquanto na Área Metropolitana do Porto (21% do total nacional), a carteira reduziu 11% (7.200 vs 8.100). No Algarve, a actividade caiu outros 11% (2.540 vs 2.870), numa região que mantém o seu peso em 7% do total nacional.

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Fundo do BPI adquire Galerias Saldanha Residence por 27 M€

A consultora Worx actuou enquanto assessor exclusivo do Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management, ao BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos

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A Worx Real Estate Consultants actuou enquanto assessor imobiliário exclusivo do Santander Asset Management, na venda das Galerias Saldanha Residence, em Lisboa. O comprador, o BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos comprou por cerca de 27 milhões de euros o activo ao Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management.

Segundo Pedro Rutkowski, CEO da Worx, esta é uma “mais uma transacção de referência assessorada pela Worx, devido à sua excelente localização, sendo esta uma zona consolidada tanto de serviços/escritórios como residencial”.

A aquisição deste imóvel insere-se na “estratégia de gestão do Fundo Imobiliário BPI Imofomento, com um foco em ativos prime localizados nas zonas mais consolidadas de Lisboa do ponto de vista imobiliário”, afirma Manuel Puerta da Costa, administrador da BPI Gestão de Activos. “É nas alturas de algumas dificuldades e incertezas como as que se viveram nos últimos meses, que se encontram imóveis com um potencial de crescimento e valorização superior à média das valorizações de longo prazo no imobiliário”, acrescenta.

Com 6.900 m2 de ABL e 40 lojas, as Galerias Saldanha Residence, localizadas junto à Avenida Fonte Pereira de Melo, em Lisboa, abriram as portas ao público em 1999. Nas suas imediações encontramos os escritórios de diversas empresas nacionais e multinacionais de referência, como a KPMG, PLMJ, Altice e BPI entre outras, cujos colaboradores contribuem para os cerca de 2,5 milhões de visitantes que frequentam a Galeria anualmente.

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Nova Vila Retail Park inaugura em 2023 em Portimão

Portimão irá ter um novo espaço de retalho, o Nova Vila Retail Park, pretende dar uma resposta adequada à procura que existe na cidade por um conjunto comercial contemporâneo com as últimas tendências de design, oferta comercial e experiência para o consumidor

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O novo espaço é promovido pela Mitiska REIM, investidor europeu líder no segmento do imobiliário de conveniência, irá contar com cerca de 22 mil metros quadrados de área bruta locável, distribuída por 18 lojas. O projecto de arquitectura tem assinatura da Broadway Malyan. A abertura deste novo espaço comercial está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Segundo Jan Du Bois, Investment Director Iberia da Mitiska REIM, embora o sector do retalho enfrente uma série de desafios, continua a existir uma elevada procura por retail parks por parte de retalhistas e consumidores, incluindo projectos que sejam modernos, bem pensados e com boas localizações. “O que distingue os retail parks do comércio de rua e dos centros comerciais é o seu fácil acesso combinado com baixos custos de ocupação para os operadores (rendas e encargos comuns mais reduzidos). Além disso, oferecem lojas com áreas mais amplas e estacionamento gratuito, permitindo aos retalhistas maximizar as suas vendas online através do serviço ‘Click & Collect’”, sublinha.

Ao longo dos últimos quatro anos, a Mitiska REIM construiu uma plataforma de retail parks em Portugal, somando mais de 135.000 m² de área bruta locável, tanto em funcionamento como em desenvolvimento. “A promoção deste novo retail park representa um passo significativo no aumento da nossa posição no mercado e presença em Portugal. Com a economia portuguesa e a confiança dos consumidores em forte crescimento, surgem também novas marcas de retalho no mercado. A nossa especialização no segmento dos retail parks e retalho de conveniência, combinado com a nossa forte relação com retalhistas locais e internacionais, coloca-nos numa boa posição para tirar vantagem dessa oportunidade”, refere Enzo Guidez, responsável pela actividade da Mitiska REIM.

O Nova Vila Retail Park ficará localizado a escassos três minutos do centro da cidade de Portimão, junto à Estrada Nacional 125, e com um acesso rápido e fácil de e para a Autoestrada A22.

“Portimão é uma das cidades com acentuado crescimento no Algarve e tem já uma das maiores populações residentes, o que associado ao elevado número de turistas que a visitam, constituiu um universo de potenciais clientes muito interessante. A aposta nesta classe de activos faz todo o sentido na cidade, e em particular numa localização como esta, com acessos fáceis e capacidade para introduzir um projecto altamente qualificado e inovador para o seu público-alvo. Além disso, o mercado de retalho em Portugal continuará numa trajectória de recuperação e consolidação, que felizmente temos aproveitado em projectos ao longo do país e seguramente que este não será uma excepção no trabalho que a equipa de retalho da CBRE tem desenvolvido nos últimos anos na comercialização de activos neste segmento”, sublinha Carlos Récio, Director de Retail Advisory & Transaction Services da CBRE, consultora que terá a seu cargo a comercialização do espaço.

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