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A atracção pelo Corredor Oeste

Nos primeiros dez meses de 2021, a JLL colocou 14 empresas neste eixo empresarial, um total de 16.240 m2

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No Corredor Oeste, zona empresarial situada na franja da A5, que liga Lisboa e Cascais, a consultora imobiliária colocou 14 novas empresas desde o início do ano num total de 16.240 m2 (considerando o acumulado de Janeiro a Outubro), ou seja, o equivalente a 48% da área ocupada nesta localização. A consultora foi mesmo responsável por três das maiores operações concretizadas no Corredor Oeste até Outubro, nomeadamente a ocupação de 2.800 m2 pelo Novo Banco no parque de escritórios Tagus Park, e a colocação da CME em 1.600 m2 do edifício 11 do Lagoas Park, outro Business Park de referência nesta zona, e 5.900 m2 no WTC. As restantes operações dinamizadas pela JLL neste destino envolveram sobretudo empresas da área de TMT’s & Utilities, que protagonizaram seis transacções, além de organizações com actividade nas áreas de Bens de Consumo, Farmacêuticas & Saúde e Outros Serviços.

“O Corredor Oeste sempre foi uma das zonas de escritórios mais apetecíveis para as empresas, pois dispõe de uma oferta muito moderna em termos arquitectónicos e também em termos técnicos e tecnológicos, além de oferecer escritórios com áreas bastante maiores do que noutros pontos da cidade. Isso é especialmente importante numa altura em que a procura é orientada para áreas de maior dimensão. Um dos factores mais valorizados pelas empresas actualmente é que o Corredor Oeste permite uma ocupação imediata de escritórios com tais requisitos, algo que se torna difícil em contexto de contracção da oferta”, afirma Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL.

A responsável acrescenta ainda que “a relação qualidade/preço é outro factor diferenciador do Corredor Oeste, que apresenta a renda prime mais baixa de todo o mercado, mas que além destes atributos de dimensão, modernidade e disponibilidade imediata, apresenta um stock de grande qualidade. Apesar de não ser no centro de Lisboa, é um eixo muito bem servido a nível de acessibilidades e de infraestruturas de apoio, além de ter valências a nível de envolvente dos escritórios que dificilmente encontramos num centro de cidade”.

O Corredor Oeste é a localização de escritórios que se situa no eixo da Auto-Estrada A5, ligando Lisboa, Oeiras e Cascais, dispondo de acessibilidades rodoviárias estratégicas para a entrada e saída da região de Lisboa. Acolhe os grandes parques empresariais integrados, como é o caso do Lagoas Park, e tem sido, nos últimos anos, um dos destinos preferenciais para o desenvolvimento de novos projectos de escritórios de dimensão, destacando-se, mais recentemente no pipeline, o World Trade Center, com cerca de 30.000 m2 e que se espera venha para o mercado no próximo ano.

Esta zona agregava, no final de Outubro, 17% do take-up acumulado do mercado de escritórios de Lisboa, o qual perfazia nessa data pouco mais de 93.500 m2. A renda prime registada nesta localização é de 16€/m2/mês, valor que compara com o intervalo de 18,5€/m2/mês a 24€/m2/mês registados nas zonas inseridas em Lisboa. Em termos de disponibilidade, tem actualmente 16% do stock disponível para ocupação.

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Rendas das casas sobem 9,2% em lisboa e 6,0% no porto no último ano

Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

No último ano, terminado no 1º trimestre de 2022, as rendas das casas aumentaram 9,2% em Lisboa e 6,0% no Porto, conforme a taxa de variação homóloga apurada pela Confidencial Imobiliário para o Índice de Rendas Residenciais. Em qualquer das cidades trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%.

Em Lisboa, a variação homóloga de 9,2% observada no 1º trimestre de 2022 é mesmo a mais expressiva desde o final de 2018, resultando da forte recuperação trimestral das rendas observada desde meados do ano passado. As rendas na capital entraram em terreno negativo ainda antes da pandemia, no final de 2019, exibindo a primeira descida trimestral em anos. Só desde meados do ano passado voltaram ao crescimento, aumentando agora há três trimestres consecutivos a um ritmo trimestral próximo de 3,0%. No 1º trimestre deste ano, a variação trimestral foi de 3,3%.

No Porto, a variação homóloga de 6,0% coloca este indicador em terreno positivo pela primeira vez no último ano e meio, refletindo igualmente o forte desempenho de curto-prazo das rendas nos últimos dois trimestres. Assim, depois de vários trimestres de descida, apuraram-se variações trimestrais de 3,5% no 4º trimestre de 2021 e de 4,8% no 1º trimestre de 2022, esta última sendo mesmo a maior subida trimestral desde meados de 2018.

No agregado nacional (Portugal Continental), as rendas contratadas na habitação exibiram um aumento de 7,2% no 1º trimestre face ao mesmo período do ano passado e de 1,3% face ao trimestre anterior.

Não obstante a forte recuperação dos últimos meses, as rendas em Lisboa e no Porto mantêm-se em níveis inferiores aos praticados no pré-Covid (1ºtrimestre de 2020). Concretamente, no 1º trimestre deste ano, em Lisboa as rendas permaneciam 10,5% abaixo do 1º trimestre de 2020, enquanto no Porto esse diferencial era de -2,5 %. No conjunto do país, pelo contrário, as rendas no 1º trimestre do ano já recuperaram para os níveis pré-Covid, dos quais estão atualmente 0,8% acima. No 1º trimestre de 2022, a renda média contratada foi de 14,3€/m2 em Lisboa e de 11,7€/m2 no Porto, fixando-se em 11,0€/m2 no país, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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ASAVAL organiza spring meeting internacional do Tegova em portugal

A conferência “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, terá lugar em Lisboa a 6 de Maio e irá debater as últimas alterações na legislação europeia sobre eficiência energética e sobre requisitos de capital dos bancos

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O Spring Meeting do Tegova, um dos grandes encontros europeus na área da Avaliação Imobiliária será promovido e coorganizado pela ASAVAL em Portugal, de 5 a 7 de Maio, em Lisboa. A conferência, iniciativa principal do evento, vai decorrer no dia 6, no Hotel Epic Sana, sob a temática: “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation” (Lei da UE sobre o financiamento do crescimento sustentável – Big Bang para a avaliação bancária).

Esta iniciativa já tinha decorrido em Portugal em 2013 e 2018, também em coorganização com a ASAVAL, visa a partilha das boas práticas, inovações, casos de sucesso, bem como o debate de temas críticos para o sector, nomeadamente o futuro da Avaliação.

“Este é um evento de grande importância para o universo da avaliação imobiliária Europeia, sendo que a conferência deste ano irá debater as últimas alterações na legislação europeia, quer ao nível da eficiência energética, quer ao nível dos requisitos de capital dos bancos (CRR), regulamento que introduzirá inovações ao nível das avaliações automáticas (AVM) que podem alterar substancialmente o paradigma da avaliação na Europa e, por inerência, em Portugal. Durante 3 dias teremos em Portugal representantes de 40 Países, incluindo os Estados Unidos da América, a debater os temas prementes para a avaliação imobiliária. O evento culminará no dia 7 com a Assembleia Geral de Primavera do TEGOVA”, avança Paulo Barros Trindade. O Tegova é o principal Grupo Europeu de Associações de Avaliadores e o Presidente da ASAVAL é membro do seu Board.

A conferência, “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, estará estruturada em torno de quatro temas: Eficiência Energética de Edifícios – Situação actual em Portugal e Impacto da Lei Green Deal da UE no Futuro; Impacto das Mudanças na Regulação de Requisitos de Capital (CRR) na Prática da Avaliação; Mudanças de CRR e Modelos de Avaliação Automatizada (AVMs) – O Fim Dos Avaliadores Residenciais? Avaliação Transfronteiriça – Problemas e Soluções.

A iniciativa contará com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, incluindo representantes da ASAVAL, Tegova, Associação Portuguesa de Bancos (APB) e European Valluers’ Alliance (EVA).

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Três cidades portuguesas na Missão Cidades

Lisboa, Porto e Guimarães fazem parte da lista das 100 cidades que foram seleccionadas, entre mais de 370 candidatas, para integrarem as “100 Climate-neutral and Smart Cities by 2030”

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A Missão Cidades é uma iniciativa da Comissão Europeia, que faz parte das cinco Missões Europeias lançadas no âmbito do programa europeu de investigação e inovação Horizonte Europa, e tem como objectivo tornar 100 cidades europeias inteligentes e climaticamente neutras até 2030.

A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, felicita a participação de Lisboa, Porto e Guimarães, tornando estas cidades portuguesas em centros de experimentação e inovação para colocar todas as cidades europeias em posição de se tornarem neutras até 2050. “A ciência e a tecnologia são fortes aliados para, com inovação, lidarmos com as alterações climáticas”, afirma Elvira Fortunato.

As cidades escolhidas terão acesso a diferentes oportunidades, como aconselhamento e apoio da Plataforma da Missão Cidades, que é operacionalizada através do projecto Europeu NetZeroCities no desenvolvimento do denominado Climate City Contract; acesso a oportunidades adicionais de financiamento e oportunidades de financiamento para a investigação e inovação; oportunidade de contactar, aprender e trocar experiências entre cidades; apoio ao envolvimento dos cidadãos na tomada de decisão; e visibilidade política e atractividade para o investimento e para trabalhadores qualificados.

Para além de cidades dos 27 Estados-Membros da União Europeia, foram também seleccionadas 12 cidades de países associados e em processo de negociação para integrar o Horizonte Europa, o programa de investigação e inovação da União Europeia (2021-2027).

No âmbito da rede PERIN (Portugal in Europe Research and Innovation Network), a Agência Nacional de Inovação dá apoio à participação da comunidade nacional nas oportunidades de Investigação e Inovação orientadas para as Missões Europeias, nomeadamente no âmbito do Pilar II do Horizonte Europa (Desafios Globais e Competitividade Industrial Europeia).

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Savills e JLL comercializam edifício adquirido pela Incus Capital ao Santander

Apesar de ter sofrido uma reabilitação recentemente, o actual proprietário irá investir numa remodelação profunda das zonas comuns, com obra a cargo da Tétris Portugal e com o apoio da Savills para a certificação BREEAM

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A Savills Portugal e a JLL foram mandatadas, em regime de co-exclusividade, para a comercialização do número 51 da Rua Ramalho Ortigão, junto à Praça de Espanha, um dos imóveis que se destaca no cenários do edifícios de escritórios de Lisboa e que foi totalmente reabilitado entre 2018 e 2019.

Intitulado por RO51, este edifício foi adquirido pela Incus Capital ao Santander no início de 2022. Apesar de ter sofrido uma reabilitação recentemente, o actual proprietário irá investir numa remodelação profunda das zonas comuns, com obra a cargo da Tétris Portugal e com o apoio da Savills para a certificação BREEAM. Esta obra considera novos espaços colaborativos e de lazer e em sustentabilidade, cumprindo as normas ESG com o objectivo de atingir a certificação BREEAM In-Use Excellent. Estes factores conferem ao espaço vantagens competitivas, tornando-o ainda mais environmental friendly.

Situado numa zona central da cidade, num do principais hubs de transportes, onde se cruza o metro, o comboio e autocarros, o edifício é constituído por 10 pisos acima do solo, com áreas acima dos 1.200m2. Adicionalmente, o imóvel conta ainda com 296 lugares de estacionamento com possibilidade de carregamento eléctrico.

No que respeita às principais caraterísticas do edifício, o espaço conta com uma excelente exposição solar devido à existência de janelas ao longo das duas fachadas. Com a recente reabilitação, o espaço dispõe de perfeitas condições e está disponível para entrada imediata.

Está a ser projectado para o edifício um conjunto de amenities que vão complementar o espaço do escritório, como auditório/espaços multiusos, ginásio e várias zonas colaborativas.

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Athena Advisers vende Palacete Benformoso por 3,4 M€

A consultora destaca a sua localização como “um dos bairros mais pulsantes da cidade de Lisboa, atraindo uma nova vaga de empreendedores e artistas e novas oportunidades de investimento”

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O Palacete Benformoso, no bairro do Intendente, em Lisboa, encontra-se à venda pelo valor de 3,4 milhões de euros. O imóvel está a ser comercializado pela consultora Athena Advisers que destaca a sua localização como “um dos bairros mais pulsantes da cidade de Lisboa, atraindo uma nova vaga de empreendedores e artistas e novas oportunidades de investimento”.

Construído em meados do século XIX e classificado como Imóvel de Interesse Público, conta com uma área total de 831 metros quadrados (m2), distribuída por três pisos e ainda sótão e terraços.

De estilo romântico com fachada revestida a azulejo, o palacete foi alvo de obras de beneficiação ao longo dos anos, mantendo em bom estado os seus interiores e bem preservados os elementos originais, como os tectos altos decorados com motivos florais, os pisos em soalho e o imponente hall de entrada. Da arquitectura do imóvel sobressaem ainda outros elementos característicos da época, entre os quais as janelas em arco com guardas de ferro, a varanda corrida ondeante e a grande porta frontal com brasão.

“O Palacete Benformoso é um bom exemplo do potencial que a zona apresenta em termos de requalificação e valorização. É um edifício cheio de charme, com características que tanto podem atrair grandes famílias que queiram instalar aqui a sua habitação, como investidores que pretendam transformar o imóvel e rentabilizá-lo, por exemplo, enquanto residência turística associada a espaços de cowork”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers em Portugal.

Composto por três pisos, o Palacete Benformoso apresenta um impressionante hall de entrada no nível térreo ladeado por duas grandes salas, com potencial para serem transformadas em espaços de cowork. No piso 1 existem 4 quartos, uma suite e uma sala adjacente e, no piso 2, encontram-se um quarto adicional e as principais áreas sociais, incluindo uma enorme sala de estar, cozinha, escritório, biblioteca e uma sala mais pequena e recolhida.

A partir deste último piso, pode aceder-se ao primeiro terraço com uma potencial área de bar, que liga a outro terraço mais elevado com vista sobre a cidade e uma zona de cozinha exterior.

Um sótão espaçoso tipo mezzanine, que tanto pode ser usado para arrecadação, para uma sala de estar ou transformado em quartos, completa o imóvel, que dispõe ainda nas traseiras de um espaço exterior com acesso direto à rua.

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MatosinhosHabit dá os primeiros passos para ser Positive Energy District

No âmbito do Projecto Atelier a MatosinhosHabit definiu as duas primeiras zonas a transformar Positive Energy District, num investimento de cerca 542 mil euros, sendo 372 mil suportados pelo município e 170 mil pela AdEPorto

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MatosinhosHabit integra o Projecto Atelier, uma parceria entre várias cidades europeias que tem como objectivo fazer a ligação das cidades inteligentes, rumo a um desenvolvimento urbano mais sustentável.

A empresa municipal esteve presente no encontro que reuniu os representantes das cidades que integram o projecto, Amesterdão e Bilbao (líderes), Budapeste, Riga, Copenhaga, Bratislava e Cracóvia (parceiras), e onde foi feita a apresentação PED (Positive Energy Districts) das cidades parceiras, possibilitando a troca de experiências com vista à implementação de medidas inovadoras que promovam a eficiência energética nas cidades e bairros, mobilidade e integração de renováveis nas cidades inteligentes.

O Projecto Atelier é financiado pela Comissão Europeia através do Horizon 2020 – Programa-Quadro Comunitário de Investigação & Inovação. Este projecto tem uma duração de 60 meses. Pretende-se, com a sua implementação definir um plano de acção para a descarbonizarão do município até 2050. Esta primeira fase compreende a elaboração de estudos, que têm por base toda a informação que venha a ser partilhada pelo próprio projecto.

A AdEPorto apoia o município no acompanhamento dos estudos técnicos e na elaboração dos planos de replicação das iniciativas levadas a cabo pelas cidades líder, dando também apoio na gestão administrativa e financeira do projecto, incluindo na preparação dos relatórios intercalares.

Conjunto Habitacional da Custió é zona “Positive Energy District”

Foram, entretanto já definidas e caraterizadas duas zonas piloto PED (Positive Energy District) em Matosinhos, uma no Conjunto Habitacional de Custió, e outra no troço do Rio Leça, entre a Ponte da Pedra e a Ponte do Carro, que correspondem às duas primeiras fases da obra do “Corredor Verde do Leça”. No troço da primeira fase da obra, localiza-se o centro Empresarial da Lionesa e, na segunda fase, as ligações às estações de metro de Esposende, Araújo e Custió.

O financiamento do projecto em Matosinhos é de cerca de 542 mil euros, sendo 372 mil suportados pelo município e 170 mil pela AdEPorto.

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VIC Properties e Underdogs promovem novo circuito de arte no Prata Riverside Village

Esta parceria vem reforçar o compromisso da VIC Properties em apoiar e promover as diferentes expressões de arte e cultura, explorando o Prata Riverside Village e o espaço envolvente para dar visibilidade ao trabalho de vários artistas

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Uma exposição ao ar livre, totalmente gratuita e disponível para usufruto de todos. Nasce assim um novo circuito de arte urbana em Lisboa, fruto da parceria estabelecida entre o promotor imobiliário VIC Properties e a plataforma cultural Underdogs, e que tem como objectivo transformar e reactivar a zona de Marvila do ponto de vista artístico, em estreita relação com a comunidade local e o seu património edificado.

Os tapumes que circundam os edifícios ainda em construção do Prata Riverside Village transformam-se em telas de diversas expressões artísticas, murais de grandes dimensões que certamente irão impactar todos os que passem pela zona de Marvila, promovendo uma mudança estética de grande impacto no ambiente urbano.

Maria Imaginário, Jorge Charrua e Guga Liuzzi são os três artistas convidados pela Underdogs que vão imprimir uma nova estética ao espaço circundante do Prata Riverside Village, através do seu trabalho artístico e conceitos diferenciados.

Para os seus trabalhos, os artistas foram desafiados pelo Prata Riverside Village a inspirarem-se no conceito que o arquitecto Renzo Piano, vencedor do prémio Pritzker, criou para a sua única obra em Portugal.

Baseado e inspirado na forma da água e nos seus reflexos, o painel criado pela artista Maria Imaginário tem como objectivo criar uma experiência contínua e imersiva, complementando o movimento das pessoas.

O trabalho de Jorge Charrua assenta na representação de uma figura feminina a dormir a sesta num espaço acolhedor, sereno e intimista, sob uma paisagem de Lisboa, virada para o mar. o painel de Jorge Charrua promove uma ligação de embelezamento entre o espaço interior e o exterior.

Quanto a Guga Liuzzi, apresenta um painel composto por uma série de imagens criadas a partir do tema Lisboa. Com alma, histórias, água, num encontro entre rio, mar e luz solar.

“É com enorme satisfação que vemos, uma vez mais, o Prata Riverside Village ser palco de um importante e diferenciador projeto de expressão artística, uma parceria que permite promover o trabalho de artistas urbanos, proporcionando ainda a todos os que visitem esta zona, o contacto com manifestações de arte urbana impactante, um motor dinamizador da cidade de Lisboa, enquanto elemento transformador da paisagem urbana”, sublinha Luís Gamboa, COO da VIC Properties.

Esta parceria vem reforçar o compromisso da VIC Properties em apoiar e promover as diferentes expressões de arte e cultura, explorando o Prata Riverside Village e o espaço envolvente para dar visibilidade ao trabalho de vários artistas. Exemplos desse apoio é a exposição de letreiros comerciais do século XX “Brilha Rio”, patente no parque de estacionamento do Prata, espaço adjacente ao Mercado P’LA ARTE, uma inovadora experiência, que permite a mais de três dezenas de artistas apresentar e comercializar de forma criativa e atrativa o seu trabalho, ou ainda a parceria estabelecida com o projecto Lisbon Week, a decorrer a partir de 7 de maio e que tem o objetivo de realçar e dar a conhecer Marvila, quer pela sua história quer pelo futuro promissor.

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Vogue Homes lança comercialização da West House em Cascais

Com assinatura do gabinete RRA Project, o projecto conta com cinco unidades residenciais e jardins privativos. Estima-se que o empreendimento esteja concluído em 2024

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Um dos mais recentes empreendimentos da Vogue Homes, o projecto West House, em Cascais, já entrou em fase de comercialização. Com cinco unidades residenciais, três T3 duplex com áreas entre os 230m² e os 250m², que incluem jardins privativos, e dois T2 com áreas aproximadamente de 160m², também com áreas exteriores privadas, estima-se que o empreendimento esteja concluído em 2024.

Com assinatura do gabinete RRA Project, o projecto destaca-se pela eficiência do edifício, até a simbiose entre a riqueza plástica, bem como o desenho dos espaços exteriores, permite evidenciar a singularidade de cada uma das frações.

Localizada no centro de Cascais e apenas a 2 Km do Parque Natural Sintra-Cascais, a West House é um edifício de habitação colectiva com traços contemporâneos e urbanos, embora, cada um dos seus cinco apartamentos apresente uma personalidade intimista.

Cada habitação tem as suas particularidades, na medida em que, a configuração interior advém de uma estreita ligação com as áreas exteriores privativas adstritas a cada uma das unidades. A escala do edifício permite que todas as tipologias agreguem espaços exteriores de dimensões generosas, facto que diferencia este empreendimento, de outros tipologicamente semelhantes.

“A linguagem contemporânea adotada na West House é plasticamente rica ainda que muito depurada, tendo-se optado pela simplicidade da fachada principal e tardoz cujo contraponto com a variação volumétrica das fachadas laterais confere ao edifício uma notória harmonia e um inequívoco charme pela subtileza das formas” reforça Raul Reis, CEO do RRA Project.

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Mercado de escritórios no Porto absorveu 5.818 m2 no 1º trimestre de 2022

Segundo a Predibisa, comparativamente ao período homólogo, verificou-se um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas

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Apesar destes últimos dois anos extremamente desafiantes e um actual cenário de incerteza marcado pelo contexto de conflito internacional, o mercado de escritórios do Grande Porto, no primeiro trimestre registou uma maior dinâmica comparativamente ao período homólogo, registado um crescimento tanto ao nível de área colocada, operações registadas e área média contratualizada.

“O mercado de escritórios do Porto e Grande Porto iniciou o ano de 2022 com um total de 5.818 m² contratualizados, num total de 12 operações registadas no primeiro trimestre. Comparativamente ao período homólogo, verificamos um crescimento de 98% no volume de área colocada, o que se traduz em mais 2.878 m² e um aumento de 25% no total de operações registadas (mais quatro operações face ao mesmo período de 2021), explica João Leite de Castro, director do departamento “corporate” da Predibisa.

Ao longo dos primeiros três meses do ano, a Predibisa foi responsável por mais de metade das operações registadas (7 em 12), o correspondente a 58% do total de operações apuradas, onde três das doze transacções registadas são operações com áreas brutas locáveis superiores a 500 m², o correspondente a cerca de 55% da área colocada.

“O Porto mantém a elevada tendência de procura de área de escritórios, absorvendo cerca de 2/3 da área total colocada no trimestre, num total de 3.883 m².

O Central Business District da Boavista continua a ser a zona com maior dinâmica na região, sendo responsável pela maior absorção, com mais de 54% da área total colocada na cidade (2.107 m²) e por mais de metade das operações registadas (cinco em nove).

Segue-se a zona Oriental com 998 m² e duas operações registadas, a zona “Outros Porto” com 526 m² e também duas operações e, por fim, o CBD Baixa com 252 m² e apenas uma operação.

Fora da cidade do Porto é a zona da Maia aquela que capta maior volume de área com um total de 1.935 m², sendo também responsável pela maior transação operada no trimestre com 1.562 m²”, explica João Leite de Castro.

No que diz respeito à procura e número de operações, são as empresas de “TMT’s & Utilities” que representam a maior quota de mercado, com seis das doze operações (50%). O setor destas empresas foi também responsável pela maior taxa de ocupação (61%), seguindo-se os “Serviços a Empresas” com 24%, as “Farmacêuticas e Saúde” com 8% e as empresas ligadas aos “Outros Serviços” com 7%.

“Mais de metade da área absorvida (3.122 m²) e 1/3 das operações registadas prende-se com a necessidade de expansão de área, sendo este o principal factor de motivação para a procura de novos espaços de escritórios na região ao longo do primeiro trimestre. Segue-se o motivo de mudança de instalações com 29% e quatro operações registadas e, por último, o motivo da chegada de novas insígnias à região com 17% e também quatro operações”, conclui.

De salientar, ainda, o aumento na procura por parte de novas empresas que pretendem instalar-se no Porto, prevendo- se um crescimento nos níveis de ocupação ao longo dos próximos meses, uma vez que, os novos projectos cumprem com os requisitos actuais da procura, através de espaços com implantações superiores a mil metros quadrados, que denotam uma atenção especial à temática ambiental e à certificação energética.

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Hipoges com aumento de 150% no volume de vendas em Portugal no primeiro trimestre do ano

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%

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O servicer de referência em Asset Management, Hipoges, com presença em Portugal, Grécia, Itália e Espanha, fechou o primeiro trimestre de 2022 com um aumento de 150% no volume de vendas face ao mesmo período homólogo. Este crescimento notável reflectiu-se também no número de operações encerradas com sucesso pela empresa, onde registou um aumento de 87%, comparativamente aos primeiros três meses do ano anterior.

Especificando por tipo, o sector terciário tem demonstrado um forte impulso de actividade com um aumento homólogo superior a 189% no volume de vendas e 106% das transacções fechadas, o que reflecte o compromisso da empresa com este segmento através do recente lançamento do Portal do Investidor para os mercados de Portugal e Espanha.

No que ao sector residencial diz respeito, a empresa registou também um aumento de 206% no número de operações fechadas com sucesso. Um crescimento que representou um volume de vendas 221% superior ao do mesmo trimestre de 2021 e colocou o sector residencial como o mercado que mais cresceu no primeiro trimestre de 2022.

Lisboa, Faro, Setúbal e Santarém são as regiões que mais volume de vendas concentraram em Portugal: num total de mais de 60%. A capital lisboeta representa 34% do total de vendas, Faro 12%, Santarém 12% e Setúbal 10%. Estes dados reflectem o crescimento exponencial que o servicer está a viver ano após ano.

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