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Município do Porto vai adquirir seis “ilhas” para reabilitação

A oportunidade surge no âmbito do programa Estratégicas Específicas para a Regeneração Habitacional das “Ilhas do Porto” e irá custar cerca de 7,4 M€

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O Município do Porto quer adquirir seis ilhas na zona da Lomba, em Campanhã, de forma a reabilitar as habitações e garantir a permanência dos moradores originais. O investimento, na ordem dos 7,4 milhões de euros, deverá recorrer a financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

A oportunidade surge no âmbito do programa Estratégicas Específicas para a Regeneração Habitacional das “Ilhas do Porto”, apresentado pelo vereador com os pelouros do Urbanismo, Espaço Público e Habitação, Pedro Baganha, em reunião privada do Executivo.

“O que se pretende”, explicou o vereador, “é emparcelar estas seis ilhas, alterar a sua configuração, aumentando os espaços colectivos, a permeabilidade do solo, as áreas das unidades habitacionais e, dessa forma, conseguir uma solução urbanística integrada, muito virtuosa para a reabilitação do território da Lomba”.
De acordo com a proposta de intervenção, das 59 casas existentes resultarão 41 de tipologia T1 e T2 para realojar os 39 agregados familiares que ali habitam, no âmbito do programa 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.

Estas “ilhas” da Lomba inserem-se na Área de Reabilitação Urbana (ARU) Campanhã-Estação, que já tem uma Operação de Reabilitação Urbana (ORU) aprovada, uma das três com luz verde no Município do Porto.

A aquisição por parte da Câmara do Porto surge depois da elaboração de um projecto piloto, elaborado pela Porto Vivo, SRU e pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, na zona da Lomba. Segundo o levantamento efectuado, a Lomba apresenta 19 ilhas, compostas por 261 fogos, onde habitam 130 agregados. De acordo com as respostas de 104 deles, 24 agregados vivem em casas em mau estado de conservação, 15 habitam numa tipologia inferior à adequada e 24 não dispõem de cozinha e/ou casa de banho no interior da habitação.

A Porto Vivo, SRU desenvolveu programas base para 16 dessas ilhas, o que se traduz na passagem de 147 casas para 87, aumentando a área média das habitações dos actuais 33 m2 para 61,57 m2, deixando livres 13 casas e aumentando o espaço livre.

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LUMINO coloca 7 unidades de retalho no mercado

Cushman & Wakefield foi escolhida pelo LUMINO para a comercialização de sete lojas destinadas ao retalho, sendo este um empreendimento de uso misto, constituído por habitação de gama alta, uma residência de estudantes e uma componente de comércio, desenvolvido pela TPG Real Estate e pela Round Hill Capital

O LUMINO é considerado um dos maiores investimentos imobiliários privados em construção no centro de Lisboa, arrancou em Fevereiro de 2020 e está situado num terreno de 20.000 m², onde funcionava a antiga cervejaria “Estrela”. O empreendimento totaliza 40.000 m² de área construída, 27.000 m² dos quais dedicados a habitação, 10.000 m² a residências de estudantes e cerca de 1.000 m² a espaços de retalho. Com vista para o icónico Campo Pequeno, e para um grande jardim interior, o LUMINO promete trazer uma nova vida a este histórico bairro.

As sete unidades de retalho que estão a ser comercializadas pela Cushman & Wakefield, localizadas em plena zona prime, – com espaços entre 48 e 415 m² – beneficiam da proximidade ao Campo Pequeno, bem como a importantes pontos da cidade, como a Avenida da República ou o Saldanha, onde se concentram Hotéis, Escritórios e comércio local. Estas lojas vêm, assim, dar resposta à procura gerada pelo próprio LUMINO, respondendo às necessidades dos residentes dos cerca de 300 novos apartamentos e 380 quartos para estudantes.

“O Campo Pequeno tem-se vindo a afirmar como uma localização trendy da cidade e estas lojas vêm reforçar a resposta às necessidades diárias de quem por lá habita ou trabalha. Esta é também uma oportunidade para o investimento no comércio de proximidade, sendo esta uma tendência cada vez mais relevante no panorama do retalho”, afirma Sandra Campos, partner e directora do departamento de retalho da Cushman & Wakefield.

Desta forma, o LUMINO pretende satisfazer todas as necessidades quer sejam de âmbito laboral, social ou lazer afirmando-se como um destino de Lifestyle.

“A comercialização destas lojas vem reforçar o posicionamento do LUMINO como um novo empreendimento âncora de uso misto no centro da cidade de Lisboa, com espaços de retalho que complementam e acrescentam valor à restante oferta, beneficiando de uma grande exposição e localização privilegiada, servida por espaços verdes, estacionamento e
excelentes acessos, dando assim resposta às necessidades da comunidade envolvente, ao mesmo tempo que trarão certamente uma nova dinâmica ao comércio de rua numa das zonas mais emblemáticas da capital, como é o Campo Pequeno“, acrescenta João Pita, country lead da Round Hill Capital em Portugal.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Bondstone reforça equipa com nova directora de marketing e vendas

Inês Cabral, a mais recente contratação da Bondstone, Private Equity especializada em desenvolvimento e gestão de projectos imobiliários em Portugal

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A nova directora de marketing e vendas da Bondstone tem a seu cargo toda a estratégia de posicionamento de marca na atracção de investidores como de desenvolvimento dos projectos imobiliários em carteira.

Licenciada em economia pelo ISEG com mestrado em marketing management pelo INDEG, conta com 11 anos de experiência no sector imobiliário, tendo já passado pelos sectores dos centro comerciais, aeroportos e escritórios, sempre na área do marketing e desenvolvimento de negócio.

“Estou muito entusiasmada por abraçar este novo desafio com a Bondstone . Ambiciono não só atrair a atenção de investidores que acreditam no potencial que Portugal tem no mercado do real estate como de dar a conhecer todos os projectos que estamos a desenvolver, projectos esses que não só contribuem para o desenvolvimento das nossas cidades como de maximizar o bem estar de quem escolhe viver em Portugal”, afirma.

Paulo Loureiro, CEO da Bondstone acrescenta “é com muito agrado que a Inês se junta à equipa da Bondstone, nesta função que tem um papel crítico e fundamental neste novo ciclo do mercado português de mobilização de capital que a nossa empresa intenciona investir no mercado Português nos próximos anos.”

A Bondstone, private equity especializada no desenvolvimento e gestão de projectos imobiliários em Portugal, em diversos segmentos integra na sua estrutura a Louvre Properties que desenvolveu durante os últimos anos diversos projectos residenciais de referência em Lisboa. 

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Estrangeiros de 60 países adquiriram 403 M€ em habitação na ARU de Lisboa no 1º semestre de 2022

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior

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Nos primeiros seis meses de 2022, os estrangeiros compraram cerca de 790 imóveis residenciais na Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Lisboa num total de 403 milhões de euros de investimento. Neste período, o ticket médio de investimento dos estrangeiros foi de 509,0 mil euros e as aquisições foram concretizadas por compradores oriundos de 60 países diferentes. Os dados são apurados pela Confidencial Imobiliário e abrangem transacções de habitação concretizadas por particulares na ARU de Lisboa.

O montante investido por estrangeiros neste período fica em linha com os níveis médios semestrais dos últimos três anos, posicionados entre os 360 e os 390 milhões de euros. Não obstante, exibe uma redução de 32% face ao semestre anterior, mas este período registou um investimento recorde de 592,5 milhões de euros, reflectindo uma antecipação das aquisições devido às alterações nos critérios de elegibilidade dos vistos gold, em Janeiro seguinte.

No 1º semestre do ano, 56% do montante internacional foi investido por cinco nacionalidades. Os franceses foram os compradores mais activos, investindo 71,6 milhões de euros, o equivalente a 18% do montante internacional, seguidos dos norte-americanos, que aplicaram 48,4 milhões de euros (quota de 12%). As cinco nacionalidades mais activas incluem também os chineses, com um investimento de 38,7 milhões de euros (quota de 10%), os britânicos, cujo montante investido ascendeu a 33,2 milhões de euros, e os brasileiros, que alocaram 32,8 milhões de euros à compra de habitação. Estas duas últimas nacionalidades detêm uma quota de 8% cada no investimento estrangeiro.

Entre estas cinco nacionalidades mais activas, são os brasileiros quem mais investe por operação, apresentando um ticket médio de investimento de 763,3 mil de euros. Este valor fica cerca de 40% acima do montante médio aplicado pelos franceses, norte-americanos e britânicos, cujos tickets se situam entre os 525,0 mil de euros e os 566,0 mil de euros. Os chineses são quem investe menos, situando o seu ticket médio em 464,2 mil de euros.

Em termos de destinos de investimento, as freguesias de Santo António, Avenidas Novas, Estrela, Arroios, Misericórdia e Santa Maria Maior são as preferidas dos compradores estrangeiros, agregando, entre si, 73% do investimento internacional no semestre. Santo António, Avenidas Novas e Estrela registam quotas de 13% do montante internacional, com 50 a 53 milhões de euros de compras internacionais; Arroios e Misericórdia detêm uma quota de 12% cada, com investimentos na ordem dos €47 milhões; e Santa Maria Maior, com uma quota de 11% agregou €43 milhões de investimento.

Estrangeiros geram 33% das compras
No 1º semestre, a ARU de Lisboa atraiu €1.225 milhões de investimento em habitação num total de 3.100 imóveis adquiridos. Os estrangeiros foram, assim, responsáveis por 33% das aquisições em valor e 26% em número de operações. Os portugueses geraram 67% das compras em montante, num total de 822,3 milhões. Em número de operações a quota nacional foi de 74%, equivalente a 2.275 operações. O investimento nacional apresentou uma variação de 4% face ao semestre anterior, quando foram investidos 792 milhões de euros.

Apesar da predominância nacional no volume de investimento, os compradores estrangeiros investem, em média, mais 40% por operação que os portugueses, comparando-se tickets médios de 509,0 mil e 361,5 mil de euros, respectivamente.

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‘Clean tech’ da Mota-Engil e Overseas celebram acordo para “implementar soluções de sustentabilidade e descarbonização”

Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência

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A Mota-Engil Renewing, a nova clean tech do grupo Mota-Engil que tem por missão acelerar a transição energética e a descarbonização dos centros urbanos, das empresas e da indústria, e a Overseas, o novo promotor imobiliário nacional, são agora parceiras tecnológicas na investigação, desenvolvimento e promoção de soluções e serviços ambientalmente sustentáveis a desenvolver na oferta imobiliária.

O protocolo celebrado entre as duas empresas visa descarbonizar os produtos imobiliários promovidos pela Overseas, com o objectivo de atingir a neutralidade carbónica, sempre que possível. Para o efeito, cada produto imobiliário será objecto de acções conjuntas que visam eleger as melhores soluções ambientais com vista à obtenção de um certificado de referência internacional que destaque os imóveis como exemplo de excelência ao nível de desempenho ambiental e energético.

Os objectivos passam por desenhar um roteiro de sustentabilidade que promova a redução da pegada de carbono, dos consumos energéticos e da água, entre outros. O desenvolvimento de soluções e serviços inteligentes irá actuar na disponibilização de plataforma de gestão dos vários serviços de energia, carregamento eléctrico, soluções de mobilidade, entre outros, a desenvolver nos edifícios; na concepção, instalação, O&M e exploração de soluções de carregamento eléctrico ajustadas às necessidades específicas de cada edifício e condóminos; na implementação e exploração de soluções de mobilidade para os condomínios e na produção, armazenamento e gestão inteligente de energia para autoconsumo, incluindo a análise e desenvolvimento de CER.

A Overseas, gerida por Pedro Vicente, apresentou-se recentemente ao mercado com cinco projectos imobiliários, em Lisboa e Comporta. Os imóveis a transformar pela nova promotora situam-se em Alcântara, junto ao novo complexo de escritórios ALLO, na Rua Braamcamp, em Alfama, na área da Avenida da Liberdade e na Comporta, na Herdade do Silêncio. Em conjunto, os projectos totalizam133 unidades residenciais, cinco lojas e 34 mil m2 de construção, num investimento que atinge os 130 milhões de euros.

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Sierra tem dois projectos finalistas nos MAPIC Awards

O Mercado Bom Sucesso, no Porto, é finalista na categoria de Melhor Novo Conceito de Food & Beverage. O CityLife Shopping District, em Milão, um projecto de uso misto, finalista na categoria de Centro Comercial com melhor desempenho

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A Sonae Sierra é finalista em duas categorias nos prestigiantes MAPIC Awards, que distinguem os melhores retalhistas e os melhores projectos imobiliários de retalho na Europa: o Mercado Bom Sucesso, no Porto, é finalista na categoria de Melhor Novo Conceito de Food & Beverage; o CityLife Shopping District, em Milão, um projecto de uso misto finalista na categoria de Centro Comercial com melhor desempenho.

“Estas distinções são mais uma demonstração de que a Sierra está na vanguarda do conhecimento no sector imobiliário e é o parceiro ideal para desenvolver conceitos inovadores, que criam novas centralidades e transformam os bairros e as cidades em destinos de preferência. Estamos muito orgulhosos pelo reconhecimento, e ainda mais motivados para criar, desenvolver e gerir espaços para as cidades do futuro, contribuindo para uma qualidade de vida sustentável para pessoas e comunidades”, afirma Cristina Santos, directora executiva da área de Property Management da Sierra

O edifício histórico do Mercado Bom Sucesso foi renovado, e é gerido pela Sierra, reforçando a sua identidade e criando uma oferta diversificada e de maior qualidade, respeitando as características arquitectónicas deste espaço icónico da cidade do Porto. Os visitantes têm agora ao seu dispor um espaço que convida a despertar os cinco sentidos, composto por 26 quiosques, 40 lojas e restaurantes (interiores e exteriores), com uma ampla variedade gastronómica tradicional, ambientes únicos para beber, experiências culturais e um palco polivalente. O Mercado Bom Sucesso é um projecto finalista dos MAPIC Awards na categoria Melhor Novo Conceito de Food & Beverage graças à nova vida e sofisticação conferida a um mercado histórico tão conhecido da cidade do Porto. Com esta renovação, e novas acções na gestão e aluguer de espaços, o mercado mantém a herança histórica que fez dele um ponto central na cidade, como também um espaço de convívio ideal para receber novos conceitos gastronómicos, respondendo às novas formas de vida na cidade, e cumprindo os mais exigentes critérios de sustentabilidade.

O CityLife Shopping District, um projecto de uso misto, é já reconhecido como um marco e um destino emblemático em Milão, devido à sua localização central e à sua arquitectura diferenciadora. Rodeado pelo segundo maior parque desta cidade italiana, com acesso directo à estação de metro, faz parte de uma zona multifuncional com três torres de escritórios e edifícios residenciais de luxo, e está integrado num dos mais importantes projectos de reabilitação urbana da Europa. O Centro dispõe de três áreas comerciais: o complexo comercial de dois andares, a grande praça central e o passeio ao ar livre, todos ligados por um caminho pedestre, reúnem mais de uma centena de instalações comerciais que oferecem uma experiência única e completa aos visitantes. A performance e resiliência que o centro tem demonstrado ao longo dos últimos anos confere o compromisso da equipa de gestão em garantir uma oferta com formatos diferenciadores, modernos e bem ajustados à envolvência, garantindo assim o compromisso na excelência da gestão de activos para terceiros.

Os vencedores do MAPIC Awards serão conhecidos a 30 de Novembro, numa cerimónia que terá lugar em Cannes, França.

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Empresa municipal de habitação tem nova casa em Campanhã

A Porto Vivo, SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana) deixou as instalações no Centro Histórico, onde esteve durante duas décadas, e mudou-se para uma nova casa na freguesia de Campanhã

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As novas instalações da empresa municipal de habitação foram inauguradas esta semana. Um momento onde o vereador com o pelouro correspondente, Pedro Baganha, aproveitou para reforçar “a importância que a Porto Vivo, SRU tem na reabilitação e na criação de soluções impactantes para a cidade, no que diz respeito à habitação”. Na mesma ocasião Ricardo Valente, vereador da Economia, Emprego e Empreendedorismo, lembrou “a reestruturação bem-sucedida da municipalização da empresa, em 2019”.

Pensada para promover o trabalho colaborativo, a nova sede insere-se numa estratégia que pretende uma actuação mais próxima dos cidadãos e das áreas em que a empresa intervém, promovendo a reabilitação urbana e também soluções para o mercado de arrendamento acessível, adequadas às necessidades habitacionais da população.

Até ao momento, o Município do Porto já atribuiu 150 habitações através do programa Porto com Sentido, e a ambição é de angariar mil fogos até ao final de 2025 para colocação no mercado de arrendamento acessível.

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APEGAC discute futuro do sector em Congresso

A Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios irá apresentar 10 propostas para o futuro do sector da administração de condomínios no decorrer do V Congresso pela Regulação e Sustentabilidade da Actividade de Administração de Condomínios, agendado para os dias 10 e 11 de Novembro

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(na imagem: Vítor Amaral, presidente da APEGAC)
A discussão e apresentação das referidas propostas está marcada para a primeira sessão do congresso na mesa redonda com o tema “O estado do sector da actividade profissional de gestão e administração de condomínios, as grandes perspectivas para o futuro”, que engloba nomes como Vítor Amaral, presidente da APEGAC, Fernando Batista, presidente do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção e João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, conhecida por ser a maior confederação empresarial do país.

O evento tem como objectivo definir novos conceitos e soluções a nível nacional e afirma-se como o mais importante encontro sobre a temática dos condomínios, contribuindo para juntar, no mesmo espaço, administradores profissionais de condomínios que representam todo o território nacional, tal como membros do Governo, como a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, e associações ligadas ao sector, aos quais se juntará uma vasta delegação internacional brasileira de empresas de condomínios.

“Esta é uma oportunidade para valorizar e projectar a actividade que envolve cerca de cinco milhões de portugueses, quase metade da população nacional, e dar voz aos administradores profissionais de condomínios,” afirma o presidente da APEGAC, Vítor Amaral. “Uma das maiores dificuldades do sector é o desconhecimento sobre o que é um condomínio, quais os direitos e deveres dos condóminos e quais as funções do administrador. É nossa pretensão alterar essa perspectiva”, conclui.

O evento é aberto ao público em geral, podendo as inscrições serem feitas através do website da APEGAC.

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AMCO adquire instalações para nova sede em Famalicão

A AMCO Intermediários de Crédito comprou novas instalações para a sua sede nacional em Vila Nova de Famalicão. A nova sede irá agregar as várias empresas do grupo. A mediação da transacção foi conduzida pela agência imobiliária Medium, através do seu departamento Corporate

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O imóvel, que era propriedade do Novo Banco e do Millennium BCP, é composto por cave, rés-do-chão e dois pisos, ocupando uma área total de cerca de 3.715 metros quadrados, com acesso directo a uma rotunda sobre a variante nascente à cidade de Famalicão e à rede de autoestradas.

“A compra das novas instalações da AMCO significa um grande investimento no futuro, que vai permitir agregar as várias empresas do grupo, nomeadamente AMCO Intermediários de Crédito, AMCO Recuperação e Gestão de Crédito e Andreia Neto Advogados”, informou Altino Osório, fundador e presidente do grupo AMCO.

A AMCO é uma empresa especializada na prestação de serviços de intermediação de crédito e consultoria, autorizada e supervisionada pelo Banco de Portugal. Tem os seus escritórios na Avenida do Marechal Humberto Delgado, no centro de Vila Nova de Famalicão. Em 2023, a AMCO deverá deixar esse espaço, passando a ocupar as antigas instalações da extinta Avetel, após a realização de obras de adaptação.

“A futura sede nacional do grupo AMCO prima pela excelente visibilidade e acessibilidades muitos boas às autoestradas A3 e A7”, explica Pedro Fernandes, CEO da Medium Imobiliária, que fez a mediação da transacção, com o contributo do departamento Corporate, liderado por Miguel Marques.

Fundado em Vila Nova de Famalicão, em 2006, o grupo AMCO tem actualmente uma equipa composta por 25 colaboradores.
A AMCO trabalha com os maiores bancos e instituições financeiras portuguesas, possuindo actualmente uma rede de mais de 25 parceiros de negócio que ajudam “a oferecer as melhores soluções do mercado e a potenciar e contribuir para o crescimento sustentado dos clientes”, tanto empresariais como particulares.

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Tiko com crescimento acentuado nas transacções de 2022

Segundo a proptech, o volume de transacções registou um aumento de 400%, representando cerca de 30% do total realizado nas cidades onde se encontra a actuar

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Num ano marcado pelo abrandamento da pandemia e aumento da procura de serviços no sector imobiliário, a Tiko cresceu 400% em volume de transações em 2022.

Segundo a proptech, do total de transacções nas cidades onde está presente, 30% foram realizadas pela Tiko. De facto, Lisboa foi a cidade com o maior número de transacções no mercado português, sendo responsável por aproximadamente 56% das transacções da empresa. 

“Em Portugal excedemos os nossos objectivos iniciais e isso ajudou-nos a alcançar, em 2021, receitas totais com uma margem bruta de +15%, um valor record. Motivos mais do que suficientes para fazer crescer a nossa equipa”, refere Ana Villanueva, ceo iberia da Tiko.

Tendo recebido pedidos de avaliação de propriedades com origem noutras cidades de Portugal, a Tiko prevê avançar para novas localizações em breve. Actualmente, a Tiko tem escritório em Lisboa, Setúbal e Porto e uma equipa de 10 pessoas em Portugal.

A tecnologia desempenha um papel fundamental dentro da empresa: A Tiko tem o seu próprio algoritmo que valoriza cada propriedade sem a ver. Ana explica que “TikoAnalytics é um algoritmo de inteligência artificial que recolhe quatro milhões de peças de dados de mercado todos os dias a partir de propriedades e cruza-as com dados de transação. Este cruzamento de dados permite à Tiko calcular o preço do imóvel sem o visitar, com menos parcialidade no processo de avaliação e assegurando a melhor aproximação ao valor real do mercado, para além de prever as tendências futuras do próprio mercado.

Num mercado onde existe um desequilíbrio entre a oferta e a procura, Ana Villanueva mostra-se confiante quando ao futuro do sector, ainda que seja urgente rever a carga fiscal, bem como os desafios no licenciamento de novos projectos, nomeadamente a burocracia associada ao processo.

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Vilamoura Parque com 50% das suas moradias vendidas

Dos compradores que adquiriram as moradias, 63% são portugueses, estando o Reino Unido em segundo lugar, com 13% dos compradores. Com 6% de vendas, encontram-se nacionalidades como polaca, francesa, austríaca e irlandesa

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O mais recente empreendimento em Vilamoura e o primeiro projecto da nova administração de Vilamoura World, que tomou posse há pouco mais de um ano, conta já com 50% das suas moradias vendidas. Ou seja, “em apenas alguns meses foram vendidas 20 das 40 moradias de luxo”.  

De destacar que dos compradores que adquiriram as moradias, 63% são portugueses, estando o Reino Unido em segundo lugar, com 13% dos compradores. Com 6% de vendas, encontram-se nacionalidades como polaca, francesa, austríaca e irlandesa. 

“Quem compra uma casa em Vilamoura procura mais do que um simples lugar para viver. Procura conforto, segurança e proximidade dos serviços. O Vilamoura Parque é um excelente exemplo disso, tornando Vilamoura o lugar ideal para viver, passar férias e investir”, afirma João Brion Sanches, ceo da Vilamoura World.  

O Vilamoura Parque situa-se no coração de Vilamoura, próximo da marina, de campos de golf, de courts de ténis e de uma vasta oferta de restauração e serviços, com os preços por moradia a começarem nos 960 mil euros. 

Cada moradia deste empreendimento privado exclusivo tem quartos em suite, jardim, piscina privada e garagem em box com acesso direto ao interior das habitações. Conta também com acabamentos de alta qualidade e um enquadramento paisagístico único.  

As obras do Vilamoura Parque iniciaram-se no segundo trimestre de 2022 e deverão estar concluídas no primeiro trimestre de 2024.

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