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Troca de activos imobiliários no retalho

A ORES e a Square AM acordam permuta de imóveis ocupados pelos supermercados Pingo Doce e Continente. A operação de swap de activos imobiliários não é muito comum mas revela confiança no mercado

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Designada “Projecto Eder”, a operação envolve a permuta de dois supermercados operados pelo Pingo Doce nas localidades de Lordelo (Paredes) e da Póvoa de Santo Adrião (Loures), com uma área total de 7.600 m², e até aqui detidos por um fundo imobiliário gerido pela Square Asset Management, por um supermercado operado pelo Continente em Santo António dos Cavaleiros (Loures), com uma área bruta locável de 16.671 m² e que estava na posse da socimi espanhola ORES desde 2018. A ORES é detida pelo Bakinter e pela Sonae Sierra, que também é responsável pela sua gestão.

A operação contou com a assessoria do departamento de Capital Markets da JLL e envolveu uma área total em torno dos 24.270 m², o valor desta operação é confidencial.

“Esta é uma operação que atesta o interesse crescente dos investidores por activos relacionados com o retalho alimentar, uma tendência que não é exclusiva a Portugal e que veio acentuar-se durante o contexto da pandemia. Ainda que não seja um modelo de negócio muito comum no mercado nacional, o acordo para a permuta destes supermercados vem também colocar em evidência a confiança dos investidores no desempenho deste tipo de activos a médio e longo prazo, fazendo todo o sentido numa lógica de optimização e de rotação dos activos em carteira por cada um destes veículos”, refere Gonçalo Santos, Head of Capital Markets da JLL.

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B. Prime coloca Garland no centro do País

Desta forma, a empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, soma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera

A B. Prime acompanhou a Garland, uma empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, na procura de um novo armazém que acolhesse o seu plano de expansão no centro de Portugal.

Com mais de 100 mil m2 de área de armazém, em Portugal, a Garland disponibiliza um conjunto de serviços logísticos que permite gerir toda a cadeia de abastecimento dos seus clientes em regime de outsourcing. Em franca expansão, a Garland soma desta forma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera e que se encontram em vários locais de Portugal, desde Cascais, onde tem a sua sede, até Aveiro, Vila Nova de Gaia e Maia.

“Foi com grande empenho e satisfação que uma vez mais acompanhámos, com sucesso, a Garland na identificação de um espaço de armazém logístico/crossdocking, com o intuito de poderem fazer face a um crescimento repentino nas suas operações”, segundo Luís Reis, responsável pelo departamento de logística da B. Prime.

No decorrer de 2022, a consultora regista um acréscimo de 85% de aumento de colocações, face ao mesmo período do ano passado.

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Sociedade britânica vende “Clube VII”

Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited

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Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII”. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, em Lisboa, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited. A equipa multidisciplinar que acompanhou esta transacção foi liderada pelo sócio Henrique Moser e contou, entre outros, com a colaboração das advogadas Carolina Meireles e Mariana Carvalho.

A transacção envolveu a compra das participações sociais representativas do capital social das sociedades que integram o “Clube VII” e implicou a intervenção da sociedade de advogados no planeamento geral da transacção, na realização de uma Due Diligence Legal às sociedades que integram o Grupo “Clube VII” e na preparação, revisão e negociação de toda a documentação necessária, em particular, do contrato de compra e venda das participações sociais.

O “Clube VII” é composto por inúmeros campos de ténis e de paddle, piscina de 25m e ginásio, entre outros espaços de lazer.

A Pacific Investments Management Limited foi assessorada neste negócio pela Pinto Ribeiro Advogados. O montante da aquisição não foi divulgado.

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Área de promoção imobiliária da Mota-Engil com nova imagem

Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers estima colocar no mercado, nos próximos cinco anos, investimentos superiores a 400 milhões de euros

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A empresa de promoção imobiliária do Grupo Mota-Engil apresenta uma imagem renovada e tem como estratégia ser “uma referência no mercado imobiliário”. A “nova” Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers conta com uma carteira de activos próprios com áreas brutas de construção acima de 500 mil m2 e estima colocar produtos para venda em mercado, nos próximos cinco anos, de investimentos superiores a 400 milhões de euros.

Segundo a empresa, a imagem renovada visa a aposta no desenvolvimento de “um projecto global de valorização dos activos, fazendo emergir novas estratégias e paradigmas que permitem desenvolver e concretizar soluções imobiliárias inovadoras, sustentáveis, atractivas e agregadoras de valor para todos os stakeholders: colaboradores, parceiros e clientes”.

Alicerçados em décadas de experiência do Grupo Mota-Engil, a aposta da Emerge “é reinventarmo-nos e reinventar o setor imobiliário, transformando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações”, refere Vítor Pinho, CEO da Emerge.

Destaca: “Com uma equipa sólida, respeitamos a herança do passado e renovamos os nossos princípios para respondermos de forma eficiente aos novos desafios, transformando o presente em cada projeto, concebendo e concretizando soluções inovadoras, preparadas para o futuro e    reinventando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações.

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Quinta da Fonte Business Ecosystem aposta na certificação BREEAM IN-USE

O projecto de certificação visa um total de 15 edifícios do parque de escritórios e deverá estar concluído em 12 meses

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Esta ferramenta, utilizada por 80% do mercado europeu e com mais de 2.2 milhões de edifícios em processo de certificação, fornece informações que permitem aos investidores, proprietários, gestores e ocupantes, determinar e impulsionar melhorias sustentáveis no desempenho operacional dos seus activos.

Num workshop promovido pela Acacia Point juntamente com a Savills, consultora que está a assessorar o projecto de certificação, e em parceria com o BRE Group, foi apresentada e explicada a Certificação BREEAM IN-USE aos vários Stakeholders intervenientes na QDF (Inquilinos, Equipas de manutenção, arquitectos; etc.), explicando o racional deste investimento, os objetivos da obtenção desta certificação nos próximos 12 meses e também que benefícios directos gera.

As políticas de ESG estão hoje no topo da agenda pelo que se torna premente perceber qual o custo operacional dos edifícios através da análise da sua performance. A ferramenta BREEAM IN-USE do BRE Group, permite uma redução média de CO2 na ordem dos 22%, sendo esta adaptável a vários tipos de espaços desde edifícios de escritórios aos industriais, passando pelo retalho, turismo e residencial.

“A nossa consciencialização sobre a sustentabilidade mudou. Sustentabilidade não é apenas sobre carbono. Por isso é importante mudar a forma como vivemos e é necessário que tais alterações sejam acessíveis a todas as pessoas”, afirma Youcef Maharzi, European Business Manager, BRE Group.

A Quinta da Fonte, celebra 30 anos em 2022, e é sede de empresas internacionais nas áreas de tecnologia, farmacêutica, engenharia e serviços financeiros. A sua ambição é a de ser reconhecida como um dos parques de escritórios mais sustentável de Lisboa e tem como objectivo proporcionar maior conforto aos seus utilizadores através de criação de áreas exteriores, espaços verdes, comodidades, infraestruturas de mobilidade eléctrica, entre outros. “Com mais de 35.000 m2 de espaços verdes, uma nova galeria comercial, parafarmácia, frutaria, centros de estética e restaurantes, temos uma renovada infraestrutura na Quinta da Fonte onde o desafio é criar uma comunidade inclusiva e sustentável”, sublinha Luís Rocha Antunes, Managing Director Acacia Point Capital Advisors- Portugal.
Por sua vez, de acordo com André Inocêncio, Head of Property Management, Acacia Point – Portugal, o objectivo passa por “reduzir, dentro de 24 meses, o consumo de água em cerca de 50%, assim como diminuir e otimizar o consumo de energia através da instalação de painéis fotovoltaicos e de green energy”.

Durante o processo de certificação serão analisados cerca de 900 parâmetros dos diversos edifícios em revisão que estarão sujeitos a reavaliações a cada 3 anos. “Os critérios do BRE Group são rigorosos e precisos e, só desta forma, será possível alcançar o nível de “Excellent” do BREEAM IN-USE em 2023”, refere Nuno Fideles, Associate Architect BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal.

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JLL vende Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal

Situado na vila de Colares, em Sintra, este hotel de 3 estrelas com 92 quartos “é um activo ideal para reposicionamento na região”

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A equipa de Hotel Advisory da consultora imobiliária JLL acaba de concluir uma nova operação de investimento em activos hoteleiros no nosso país, com a venda do Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal. Este hotel, com uma área de total de 4.610 m2, localiza-se numa das regiões mais interessantes de Sintra, pela proximidade às praias da região e ao Parque Natural de Sintra. A menos de dois quilómetros da Praia Grande ou da Praia das Maçãs, este activo apresenta-se como uma excelente oportunidade para reposicionamento. O valor desta operação não foi revelado.

Localizado a menos de 4 km das vinhas e da vila de Colares, trata-se de um hotel com 92 quartos, com espaço exterior e piscina, bar e restaurante, este último especializado em cozinha internacional e pratos regionais.

“Esta foi uma transacção que, pelas suas características, foi direccionada para um leque muito específico de investidores. A proximidade à cidade de Lisboa, o facto de ser localizado em Sintra e a curta distância à praia foram os fundamentais desta transação. O upside possível para o activo, foi sem dúvida o que mais foi atraindo os diferentes investidores, comentou Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL.

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Re/Max reforça equipas a nível nacional

Nos primeiros cinco meses do ano juntaram-se à imobiliária 2.202 novos consultores. Março com 490 profissionais recrutados foi o mês em destaque. A representar a maior fatia no recrutamento da marca, posicionou-se a zona central de Lisboa (concelho) com 18,9% do total de consultores recrutados, seguida pelo Grande Porto (17,6%)

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A RE/MAX, confirma a aposta no capital humano, tendo apurado que de Janeiro a Maio foram recrutados 2.202 consultores, uma média de 440 profissionais por mês. Em termos de distribuição por regiões, a zona central de Lisboa (concelho) com 18,9% do total de consultores recrutados foi a mais representativa, seguida do Grande Porto (17,6%) e do Centro Norte (15%), que fecham o top 3 das regiões com maior expressão.

Na análise aos dados, é possível verificar que nos primeiros cinco meses do ano, Março foi o mês que registou o maior número de consultores recrutados pela RE/MAX, com 490 a juntarem-se à imobiliária. Janeiro contabilizou 465 novos consultores e Fevereiro 447, períodos também intensos ao nível do recrutamento.

Nos distritos com maior peso no recrutamento sobressaem os de Lisboa e Porto, com 40% e 20,9% respectivamente, o que traduz um peso significativo, mais de metade do recrutamento da rede. Braga, com 8,6%, ocupa a 3ª posição, seguida por Setúbal, com 7,7%. O distrito de Aveiro fecha o top 5, representando 5,4% no volume de recrutamento. A nível de concelhos, o ranking apresenta os cinco melhores: Lisboa (18,9%), Porto (6,8%), Sintra (5,3%), Vila Nova de Gaia (4,2%) e Oeiras com 4,1% do total de consultores recrutados neste período em análise.

“Temos cada vez mais uma equipa especializada e motivada que atrai outros profissionais. Além de que possibilitar altos rendimentos e liberdade na gestão dos assuntos pessoais, também acrescenta responsabilidade pelos mais elevados padrões de satisfação de clientes e parceiros”, sublinha Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

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Mapei vai inaugurar novo showroom no edifício Verde Parque

O novo showroom da empresa de produtos de construção irá estender-se por uma área superior a 600 m², no edifício Verde Parque, junto ao Parque das Nações

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Localizado no piso zero, este espaço irá acolher o novo showroom e os escritórios da administração da filial portuguesa do Grupo Mapei, líder mundial no segmento dos produtos químicos para a construção.

Comercializado em regime de co-excluvidade pela JLL e a Worx, o empreendimento Verde Parque é gerido pela Norfin e localiza-se a norte do Parque das Nações, beneficiando de boas acessibilidades, não só ao centro da cidade de Lisboa, mas também às principais vias de acesso para o norte e centro do país. Estendendo-se por uma área de construção de aproximadamente 9.900 m², é composto por dois edifícios de escritórios e conta com estacionamento privativo para 254 viaturas. O primeiro edifício, Lote 2 ergue-se por três pisos e uma área total de 3.700 m², tendo o piso 0 ocupado por um supermercado; já o segundo, o edifício Lote 3, conta com cinco pisos acima do solo e oferece uma área total de 6.300 m².

“Confirmando as nossas boas expectativas, o mercado está a ter um início de ano muito dinâmico, com fortes níveis de procura, não só no centro da cidade, mas também nos eixos mais periféricos; e esta operação com a Mapei vem, uma vez mais colocar essa vitalidade em evidência!”, refere Sofia Tavares, head of office Leasing da JLL.

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Round Hill Capital adquire activos da rede Smart Studios

Negócio de 200 M€ engloba 2070 apartamentos, dos quais 1070 estão em fase de licenciamento na CML e estão previstos para a Alta de Lisboa, Areeiro e Ajuda

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O grupo de investimento Round Hill Capital comprou a rede Smart Studios. O montante envolvido ronda os 200 milhões de euros, o que faz deste um dos maiores negócios imobiliários concretizados este ano.

A notícia foi avançada pelo jornal Expresso, e que segundo declarações de Ricardo Kendall, fundador e sócio da Smart Studios, “o acordo de venda da Smart Studios, engloba 2070 apartamentos em Lisboa, Carcavelos e Porto”.

A rede de espaços de coliving e residências de estudantes da Smart Studios é constituída por 2070 apartamentos, 600 em operação, 401 em fase final de construção, sendo que um dos prédios fica pronto em Julho e outro em Agosto e 1070 apartamentos em fase de licenciamento na Câmara Municipal de Lisboa.

Ao Construir, Ricardo Kendall confirmou que os mesmos estão previstos para a Alta de Lisboa, Areeiro e Ajuda, junto ao Polo 2 da UL. O responsável confirmou ainda, que irá manter-se na empresa “temporariamente”, sem, contudo, especificar, mais pormenores.

A carteira de activos da Smart Studios estava avaliada em 205 milhões de euros. No entanto, destaca Ricardo Kendall que do “portfólio foram excluídos três pequenos edifícios e, portanto, houve naturalmente ajustes”.

De referir que a Round Hill Capital e o Canada Pension Plan Investment Board anunciaram, no final de 2021, uma parceria para investir 1000 milhões de euros em projectos de residências de estudantes na Europa, incluindo Portugal. Com este acordo a Round Hill Capital aposta no reforço da sua presença neste mercado, onde soma já 40 projectos de residências de estudantes no Reino Unido e na Europa Continental desde 2002.

De destacar que a Smart Studios abriu no período da pandemia dois prédios, que totalizam 415 apartamentos. Um deles, junto à estação de Santa Apolónia, que “em quatro meses estava praticamente cheio”.

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ACAI elege novo presidente

Jorge Bota, responsável da B. Prime, foi eleito para o mandato dos próximos três anos da Associação e antecipa “objetivos ambiciosos para os próximos anos, para tornar este sector cada vez mais profissional e na vanguarda da mudança”

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Jorge Bota foi eleito o novo presidente da ACAI – Associação de Empresas de Consultoria e Avaliação Imobiliária que agrega as maiores empresas do sector, para um mandato de três anos.

Constituída em 2013, a Associação tem como objectivo a promoção, regulamentação e desenvolvimento da actividade de consultoria imobiliária, de avaliação e administração de imóveis, de mediação e acompanhamento de negócios imobiliários, bem como de defesa, promoção e representação dos interesses empresariais do sector.

Considerando este um sector com “forte dinamismo”, e que a ACAI possibilita a agregação dessa vontade de “crescimento, profissionalismo e na melhoria contínua”, para desta forma poderem desempenhar uma função colaborativa com todos os “stakeholders” do sector, Jorge Bota, antecipa “objetivos ambiciosos para os próximos anos, para tornar este sector cada vez mais profissional e na vanguarda da mudança”.

Além de Jorge Bota, da B. Prime, na presidência da ACAI, a direcção da Associação conta, ainda com Francisco Horta e Costa da CBRE na vice-presidência, Eric van Leuven da Cushman & Wakefield, Pedro Lancastre da JLL e Pedro Rutkowski da Worx como vogais, além de Patricia Melo e Liz da Savills como membro do Conselho Fiscal.

Entre outras iniciativas, a ACAI promoveu a criação do LPI – Lisbon Prime Index, um índice que recolhe e disponibiliza os principais dados disponíveis para o mercado de escritórios e que estão na origem dos mais diversos estudos de mercado, sendo a fonte mais fidedigna sobre a actividade no mercado de escritórios em Lisboa.

Esta base comum das Associadas garante a missão da ACAI, no sentido de procurar promover acções junto dos diversos representantes de entidades públicas como Municípios, Governo e Assembleia da República, procurando juntamente com outras associações representativas do mercado imobiliário, um sector que nos últimos quatro anos captou em média cerca de três mil milhões de euros de investimento anual.

As Associadas da ACAI são responsáveis por cerca de 95% dos negócios imobiliários envolvendo a propriedade comercial, através da sua prestação de serviços de avaliação, consultoria e/ou mediação.

Em conjunto, nos últimos cinco anos, estas empresas foram responsáveis por avaliar mais de 118 milhões de m2 de imoveis; além de terem colocado 660.000m2 de lojas, 900.000m2 de escritórios e 700.000m2 de área logística e industrial, em Portugal, o que representa a maior parte dos negócios em imobiliário comercial, no nosso País.

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Prometheus International lança The Royal Blockhouse

“Project Blockchain – The Royal Blockhouse” é o novo projecto imobiliário da mesma promotora internacional que em 2021 vendeu as primeiras moradias na Madeira pagas em criptomoeda

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A Prometheus Internacional, que em 2021 vendeu em Portugal as primeiras moradias, na Madeira, pagas em criptomoeda, acaba de anunciar um novo projecto que volta a cruzar o mundo “cripto” com o imobiliário.

No âmbito desta nova iniciativa, a Prometheus está a desenvolver um projecto designado The Royal Blockhouse, que a empresa criou em conjunto com alguns dos maiores influencers digitais europeus, instituições de activos criptográficos e peritos na área da criptomoeda – entre eles Myoo #810, criador de Cyberkongz, um projeto NFT que já gerou mais de 200 milhões de dólares em transacções desde a sua génese.

Segundo Priyesh Patel, fundador e CEO da Prometheus Internacional, “The Royal Blockhouse combina dois aspectos da revolução blockchain: propriedade através de tokens não-fungíveis (NFT), mas também design da infraestrutura, o que acontece pela primeira vez no mundo do imobiliário de luxo.” As moradias serão totalmente operacionais na blockchain – desde funcionalidades “smart home” até aspectos relacionados com o licenciamento, royalties, renda, taxas, acesso, registos de pagamentos, etc.

A propriedade dos NFT corresponde à propriedade em The Royal Blockhouse, com os locais de construção a serem escolhidos pelo primeiro detentor (“minter”) do NFT. A ideia é que o primeiro proprietário do NFT escolha o local de construção; a Prometheus visitará o local escolhido com o cliente e a casa de luxo será construída no local acordado. Além disso, The Royal Blockhouse ficará também disponível como espaços de eventos e habitações no futuro metaverso KONG CITY, em colaboração com Cyberkongz.

De acordo com Priyesh Patel, “a Prometheus International está a liderar o caminho, desenvolvendo protocolos e padrões que permitem à nova economia descentralizada fundir-se com o imobiliário tradicional, mas, ao mesmo tempo, estamos em total conformidade com os regulamentos da UE, construindo casas do futuro governadas pela Web3 e adoptando activos digitais, a par de moedas fiduciárias, para quebrar as barreiras de acesso”.

O Royal Blockhouse será uma colecção de 24 casas de luxo internacionais, desenhadas por arquitectos escandinavos, espanhóis, portugueses e da Prometheus. O projecto está a ser coordenado por uma equipa executiva que inclui a portuguesa Ema Sousa Abreu (arquitecta e directora de execução de projecto) e o espanhol Carlos Abadia (director de projecto, execução e construção). A arquitecta de interiores alemã Nora von Nordenskjöld faz igualmente parte da equipa.

Estas moradias serão implantadas em locais idílicos em todo o mundo, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo permanentes.
A Prometheus International identifica desta forma os principais pontos do projeto The Royal Blockhouse: 1. The Royal Blockhouse estará disponível para comprar como NFT. Serão emitidos 8760 NFTs para 24 moradias, sendo que cada token representa o acesso por um único dia do ano civil a qualquer local em 27 países da UE – entre eles Portugal, Espanha, Dinamarca, França, Alemanha, Países Baixos, Suíça, Suécia e Reino Unido; 2. Se um único investidor possuir mais de 365 NFTs em qualquer momento, eles são transformados em ALPHA e passarão a ser proprietários de uma das habitações do projeto à sua escolha; essa habitação será então retirada da “pool” de propriedades para os restantes investidores em NFTs; 3. O objectivo será chegar aos 24 ALPHA’s para estas propriedades únicas, criando assim 24 proprietários ao longo do tempo através do trading secundário de NFTs; 4. Os NFTs terão imagens e metadados dinâmicos “on-chain” que mudam de acordo com o peso dos tokens NFT do seu proprietário. Isto significa que o NFT de um ALPHA ou mesmo de alguém que possua 100 tokens irá aparecer fisicamente diferente daqueles que apenas possuem um.

Após a construção, todo o projecto será gerido por um consórcio independente de aconselhamento jurídico, em nome de todos os proprietários de NFTs, até que todas as moradias sejam transferidas para os proprietários ALPHA. O projeto será inicialmente implementado pela Prometheus em Portugal.

A aquisição é concluída após um processo de várias etapas e 18 meses depois da aquisição, o comprador pode tomar posse e habitar a sua nova casa.

Em relação ao projecto imobiliário para a venda de moradias de luxo em moeda criptográfica, na Madeira (Portugal), com o qual a Prometheus International revolucionou o sector no ano passado, já existem poucas unidades disponíveis para compra. Recorde-se que, embora a Prometheus aceite o pagamento em moeda convencional, as duas primeiras casas em construção foram vendidas na moeda criptográfica ADA (a moeda da blockchain Cardano) por um valor de 4,1 milhões de euros.

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