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    Pedro Lancastre, director geral JLL

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    JLL: Imobiliário deverá atingir 33 MM€ transaccionados em 2021

    Ano deverá fechar com crescimento de 10% face a 2020. Habitação poderá chegar aos 30 MM€ em transacções, o imobiliário comercial aos 1.900 M€ e a promoção imobiliária deverá ultrapassar os 1.000 M€

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    JLL: Imobiliário deverá atingir 33 MM€ transaccionados em 2021

    Ano deverá fechar com crescimento de 10% face a 2020. Habitação poderá chegar aos 30 MM€ em transacções, o imobiliário comercial aos 1.900 M€ e a promoção imobiliária deverá ultrapassar os 1.000 M€

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    Apesar de mais um ano decorrido sob o efeito da pandemia, o imobiliário volta a mostrar ser um dos sectores da economia mais resistentes aos choques desta crise. A JLL antecipa os resultados do mercado para 2021, estimando que este ano o sector imobiliário ultrapasse os 33.000 milhões de euros, dos quais 30.000 milhões serão resultantes da compra de habitação, 1.900 milhões de euros alocados ao imobiliário comercial e estimam-se mais de 1.000 milhões de euros em operações para promoção imobiliária. Globalmente, este montante apresenta um crescimento na ordem dos 10% face aos €28,9 milhões transaccionados em 2020.

    Este comportamento reflecte o desempenho do segmento residencial, no qual as vendas estimadas significam atingir um novo recorde, num montante que supera em 15% os 26.2 milhões de euros transaccionados em 2020. O investimento em imobiliário comercial deverá ficar entre os 1.850 milhões e os 1.900 milhões, um volume robusto, mas que ficará cerca de 30% abaixo de 2020 (2.800 milhões). Neste segmento, a perda de dinâmica ocorre, por um lado, devido aos atrasos na conclusão de operações de grande dimensão devido ao contexto de restrições que vigoraram ao longo do ano, e por outro lado, devido à escassez de produto para investimento em certos segmentos do mercado.

    No mercado ocupacional, apesar dos desafios que têm emergido nos modelos de utilização e fruição dos espaços, em Novembro a área negociada no mercado de escritórios de Lisboa já igualava a totalidade do ano 2020 (em torno dos 138.000 m2) e com as rendas a mostrarem a sua sustentabilidade ao longo do ano. A mesma nota no retalho, onde apesar das restrições na operação e o impacto nas vendas, as rendas têm permanecido transversalmente estáveis, ao mesmo tempo que emergem novas localizações em eixos residenciais. A hotelaria, ainda que a retoma do turismo se espere apenas para 2023, é um segmento que continua acPtivamente no radar dos investidores. 

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    Construção

    MAP vai diversificar áreas de actuação e estuda aquisições

    Prevendo facturar 80 milhões de euros em 2024, o dobro do que foi apurado no último ano, os responsáveis da MAP Engenharia estão atentos às oportunidades do mercado e estudam diversificar a sua actividade para outras áreas. Projectos públicos são uma hipótese e não está descartada a aquisição de empresas em nichos específicos. Diogo Guerra Abecasis, Co-Founder & Managing Director da MAP Engenharia explica, ao CONSTRUIR, que a falta de mão de obra, qualificada ou operacional, pode tornar-se um grave problema

    Ricardo Batista
    tagsMAP

    Ao CONSTRUIR, Diogo Guerra Abecasis, Co-Founder & Managing Director da MAP Engenharia, explica a estratégia de crescimento de uma empresa que tem apostado, nos últimos anos, na certificação dos seus processos. “Creio que o mercado reconhece claramente o valor deste processo porque é um selo de garantia e qualidade”, explica. Com uma carteira de 150M€ assegurada para os próximos dois anos, os responsáveis da MAP esperam duplicar a facturação no final de 2024 face aos 40M€ apurados no final do ano passado.

    Diogo Guerra Abecassis, co-founder & managing director da MAP EngenhariaEstamos no final do primeiro trimestre do ano. Já há dados sobre os resultados de 2023?

    O ano de 2023 foi de fato muito desafiante, por um lado o mercado a sofrer de instabilidade económica com o aumento das taxas de juro e da inflação, mas por outro lado, foi um ano de forte investimento na MAP, reforçamos as nossas equipas, optimizámos os nossos processos e parte deles através de novas certificações, tudo para estarmos preparados para o futuro próximo, que será de forte crescimento e consolidação.

    Quais as variações face a 2022, seja em facturação, resultados líquidos?

    Embora as contas finais de 2023 ainda não estejam formalmente concluídas, esperamos fechar o ano com uma facturação semelhante à de 2022, em torno dos 40 milhões de euros, e com resultados líquidos positivos.

    Como está repartido esse Volume de Negócios? A maior fatia cabe à construção? Reabilitação?

    De facto, verifica-se uma inversão no peso da reabilitação vs construção nova, sendo que em 2023, a construção nova representou mais de 70% do volume de negócios da MAP.

    Quais as estimativas para 2024?

    Estamos a entrar em 2024 com muita confiança e uma enorme expectativa. Será novamente um ano de forte crescimento na MAP, onde prevemos praticamente duplicar o nosso volume de facturação, para 80M€.

    É possível quantificar que investimentos têm em carteira de momento?

    Actualmente, a nossa carteira de projectos contratados para 2024 e 2025 totaliza aproximadamente 150 milhões de euros. Trata-se de projectos bastante diversificados e que abrangem várias áreas, incluindo residencial, turismo, escritórios, retalho, indústria e comércio.

    Existem dois grandes desafios, o primeiro e o mais crucial, é a falta generalizada de mão de obra, quer a mais qualificada, quer a mais operacional, o que pode vir a ser um problema mais grave no futuro com o crescimento do volume de construção, tanto em Obras públicas, como nas Privadas

    Algum projecto que destaquem pela sua natureza, pelo rasgo face à actual oferta, pelas características?

    Tendo em consideração um dos maiores problemas da actualidade, a habitação, podemos destacar a Obra que temos em curso da Cooperativa Vale Formoso, em Marvila, que representa precisamente uma resposta à falta de oferta de habitação para a classe média com a construção de 70 fracções, numa modalidade de investimento colectivo que esteve muito em voga no início dos anos 2000, mas que infelizmente foi desaparecendo. Além das 70 fracções estamos a falar de uma oferta residencial integrada com creche, serviços e espaços verdes. Estamos também a construir a última fase do projecto Gago Coutinho 30 em Lisboa, com 200 quartos de Hotel, e todas as zonas comuns de apoio. No Porto, decorre a bom ritmo a remodelação de um icónico edifício de escritórios no Campo Alegre, com 15.000 m2, que será totalmente renovado e transformado num espaço moderno, sofisticado e sustentável, para escritórios com classificação Green.

    Nessa carteira, que margem existe para responder à falta de oferta para a classe média? Têm projectos que se adequam a esse segmento?

    Creio que o mercado imobiliário tem vindo a procurar dar uma resposta positiva a esta carência de oferta habitacional para a classe média, e isso constata-se claramente nas obras que temos actualmente em curso, com vários empreendimentos residenciais para o segmento médio, de onde podemos destacar, as Villas em Loures (130 fogos), Jardins Altear na Alta de Lisboa (130 fogos) e a Cooperativa Vale Formoso em Marvila, conforme já referido, entre outros Projectos em Lisboa e no Porto para a classe média / alta.

    Duke Residences

    Olhando para a ‘crise na habitação’, que papel podem ter os promotores na sua resolução e que condições seriam necessárias para que essa resposta fosse mais eficaz? E as construtoras, são importantes nesta equação?

    Tendo em consideração a situação actual, naturalmente os promotores têm um papel fundamental, mas cabe ao Estado criar as condições favoráveis para aumentar fortemente esse investimento na habitação, por exemplo através de incentivos fiscais, passando por exemplo o IVA da construção nestes casos para a taxa reduzida a 6%, quer também pela criação de PPP que possam desenvolver projectos em terrenos, ou edifícios devolutos pertencentes às autarquias ou ao governo central. As construtoras são essenciais nesta equação, porque terão de estar preparadas para dar resposta a todas estas solicitações e concretizar no terreno a construção destes projectos Residenciais, e é precisamente para dar esta resposta que a MAP se tem vindo a preparar!

    Que desafios se colocam hoje às construtoras no mercado nacional?

    Na minha opinião, no mercado actual, existem dois grandes desafios, o primeiro e o mais crucial, é a falta generalizada de mão de obra, quer a mais qualificada, quer a mais operacional, o que pode vir a ser um problema mais grave no futuro com o crescimento do volume de construção, tanto em Obras públicas, como nas Privadas. O outro desafio é a instabilidade criada pela inflação dos preços dos materiais e da mão de obra, devido a factores externos que não controlamos. Na MAP, felizmente, temos vindo a ultrapassá-lo sempre de uma forma justa e equilibrada com os nossos clientes e parceiros.

    Em que medida o Simplex que está em desenvolvimento (independentemente de qual for a composição do próximo Governo) pode ser uma resposta eficaz na questão dos licenciamentos?

    O mercado ainda está a assimilar as alterações introduzidas pelo Simplex, que são muitas, e creio que na generalidade são positivas, porque vão certamente acelerar os processos de licenciamento que todos verificávamos que eram excessivamente morosos, mas é provável que tenham de ser feitos alguns ajustes para tornar os processos ainda mais claros e objectivos.

    Há quem defenda, até mesmo do lado das autarquias, que o novo Decreto que procede à reforma e simplificação dos licenciamentos “aumenta o perigo” de voltarem a existir em território nacional várias “obras em esqueleto de betão. Teme que se tenha avançado em demasia na rapidez, ignorando a segurança jurídica?

    Não há modelos perfeitos, mas os vários players que tanto criticaram a mora dos processos de licenciamento, têm de ser responsáveis para desenvolver os projectos de acordo com as normas e legislação em vigor e certamente que irão ultrapassar as dúvidas que se coloquem num trabalho conjunto com as autarquias.

    Não há modelos perfeitos, mas os vários players que tanto criticaram a mora dos processos de licenciamento, têm de ser responsáveis para desenvolver os projectos de acordo com as normas e legislação em vigor

    A MAP conseguiu elevar a certificação da ISO9001 para um sistema de gestão integrado em QSA. O que é que isto quer dizer na prática e, no fundo, que reconhecimento é que o mercado faz deste tipo de aposta das empresas?

    De facto, fechámos em 2023 o processo de tripla certificação da MAP em Segurança e Ambiente, para juntar à Certificação de Qualidade que já detínhamos há uns anos, todas certificadas pela prestigiada Bureau Veritas. Creio que o mercado reconhece claramente o valor deste processo porque é um selo de garantia e qualidade, onde o cliente e todos os stakeholders têm a certeza de como determinados processos são realizados/alcançados. A MAP reflecte a preocupação e comprometimento de toda a empresa com estas áreas de actuação tão importantes, a Qualidade, a Segurança e o Ambiente.

    Sendo reconhecida a escassez de mão de obra no mercado nacional, de que modo têm respondido a este problema?

    É, de facto, o maior desafio para o futuro, por isso temos investido muito em formação, tendo em curso várias parcerias com Escolas Técnicas e Faculdades reconhecidas no mercado, em que acolhemos e formamos novos profissionais, tanto para uma vertente mais de acompanhamento de Obra no terreno (Encarregados), como também engenheiros estagiários para Direcção de Obra. Naturalmente que outro dos caminhos também terá que passar por receber emigrantes, com mais ou menos qualificações, e integrá-los no nosso mercado da construção.

    Vínhamos de um ciclo em que, pelo menos em pipeline, estavam em equação um conjunto significativo de investimentos, fosse na ferrovia, plano rodoviário, Aeroporto, Alta Velocidade. Como olha a MAP para esses planos de investimentos e de que modo se posicionam para fazer parte (ou não) dessa carteira de investimentos públicos?

    Apesar do historial da MAP ser praticamente no sector privado, apostar também no sector público é um dos desafios que temos para o ano de 2024, obviamente com uma selecção criteriosa dos projectos, mas posso confidenciar que estamos já envolvidos em concursos públicos que estão actualmente a decorrer.

    Por onde passa o crescimento da MAP? Como esperam aumentar a carteira de obras?

    A MAP continua com um forte crescimento, sempre de uma forma sustentada, mas acreditamos que 2024 será um ano marcante e transformador na realidade da empresa. Prevemos diversificar o negócio para nichos de mercado mais específicos, como as moradias de luxo e o fitout de espaços interiores, consolidaremos a construtora com grandes projectos, os que estão em curso e novos que aí vêm, e iremos também “atacar” as Obras públicas onde existem boas oportunidades. Muito em breve haverá muitas mais novidades para partilhar sobre o Universo MAP.

    E aquisições de empresas complementares, estão abertos a isso?

    Temos de facto estado bem atentos ao mercado e analisado algumas oportunidades interessantes de investimento, principalmente visando a área da indústria, pré-fabricação e sustentabilidade, podendo num futuro próximo fechar alguma aquisição ou parceria.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

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    Savills/ Predibisa assegura colocação de 70% das fracções do Edifício Natura

    Em virtude do sucesso da comercialização do Natura, está já em comercialização outro empreendimento do loteamento, o edifício Factory, composto por tipologias mais pequenas

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    O Edifício Natura,  localizado nos terrenos da antiga fábrica Efanor, em Matosinhos, já se encontra vendido em 70%, o que confirma, assim, o “sucesso” deste projecto, comercializado pela Savills/Predibisa.

    Ana Jordão, residential business development director do Porto Division da Savills Portugal, destaca a “excelência” dos apartamentos, desde logo assegurada pela qualidade e selecção dos materiais utilizados, cujos “extensos” painéis de vidro, “generosas” varandas e jardins privativos, permitem a “ligação à envolvente natural”.

    Em virtude do sucesso da comercialização do Natura, está já em comercialização outro empreendimento do loteamento, o edifício Factory, composto por tipologias mais pequenas de forma a dar resposta à procura por parte de investidores e jovens que pretendem adquirir a primeira casa. Paralelamente, estão também já em desenvolvimento três projectos para outros lotes disponíveis.

    “Atendendo ao parque verde privado com aproximadamente três hectares existente no terreno do Natura, cada espaço interior reflecte e vive do exterior, através de edifícios transparentes, onde o reflexo do espaço natural e da luz interior assumem um elemento fulcral, valorizando igualmente o conceito de Home Living projectado em espaços desfragmentados para potenciar a vivência familiar”, destaca, também, o arquitecto Nuno Poiarez, cofundador da Visioarq.

    O projecto disponibiliza tipologias de habitação, desde o T1 ao T4, com maior oferta nas tipologias T2 e T3 para as famílias de maior ou menor dimensão, entre árvores, espelhos de água e cerca de 30 mil metros quadrados de percursos pedonais.

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    32M€ para modernização da Linha de Leixões para mercadorias

    A modernização da Linha de Leixões para o tráfego de mercadorias custará até 32 milhões de euros, de acordo com uma autorização de despesa da Infraestruturas de Portugal (IP) e será integrada em futura candidatura no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 da União Europeia

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    No despacho do Conselho de Administração da IP a empresa pública delibera “proceder ao lançamento do procedimento pré-contratual necessário à contratação da execução” da empreitada de modernização da Linha de Leixões, pelo valor de 32 milhões de euros. O montante é repartido pelos anos de 2025 (4 milhões de euros), 2026 (16,8 milhões) e 2027 (11,2 milhões).

    A modernização da Linha de Leixões para mercadorias (embora também traga benefícios para o tráfego de passageiros, cuja retoma está prevista para final deste ano) enquadra-se no Programa de Melhoria em Terminais Multimodais do Programa Nacional de Investimentos 2030.

    A empreitada da Linha de Leixões, que serve o porto homónimo em Matosinhos, será integrada em futura candidatura no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027 da União Europeia. A fiscalização da empreitada custará até 3,8 milhões de euros.

    “As intervenções preconizadas para a Linha de Leixões visam atingir o objectivo do aumento de capacidade de tráfego para comboios de mercadorias até 750 metros, através da renovação da infraestrutura e aumento do comprimento útil de linhas de resguardo nas estações de Contumil, São Mamede de Infesta, e reformulação dos feixes de recepção/expedição do Terminal de Leixões”.

    Numa primeira fase estão previstos até dois comboios por hora que servirão as paragens de Campanhã, Contumil, São Gemil, Hospital São João (novo apeadeiro), São Mamede de Infesta, Arroteia (novo apeadeiro junto à Efacec) e Leça do Balio, partindo de Ovar ou de Campanhã. Numa segunda fase, o serviço poderá ser estendido a Leixões/Senhor de Matosinhos, com paragem em Guifões e Araújo/Custió.

     

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    Margarida Quintã (esquerda) e Teresa Novais (direita)

    Arquitectura

    9ª ediçao do Open House Porto celebra Abril

    Com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã, a iniciativa tem lugar nos dias 6 e 7 de Julho

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    A 9ª edição do Open House Porto (OHP) 2024 celebra os 50 anos do 25 de Abril de 1974, com o tema “50 Anos a Construir a Liberdade” e curadoria das arquitectas Teresa Novais e Margarida Quintã.

    A iniciativa, organizada pela Casa da Arquitectura (CA) que integra, mais uma vez, os municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia, tem data marcada para os dias 6 e 7 de Julho.

    “Num ano em que se comemoram os 50 anos da democracia, a CA desafiou as curadoras a pensar em espaços modelo neste processo de construção da democratização. A dupla curatorial, que pela primeira vez está entregue a duas mulheres, de gerações e percursos diferentes, respondeu de forma exemplar a este desafio de mostrar como os princípios de Abril foram concretizados. A arquitetura foi um instrumento de concretização dos princípios da Democracia”, explica Nuno Sampaio, director executivo da CA.

    Margarida Quintã e Teresa Novais explicam assim o conceito que orienta o OHP deste ano: “Se na revolução de 25 de abril de 1974 o povo português reivindicava “a paz, o pão, habitação, saúde e educação” [em alusão à canção de intervenção ‘Liberdade’ de Sérgio Godinho], em 2024 queremos, por um lado, conhecer o que fomos capazes de alcançar, e por outro, identificar o que desejamos para o futuro”.

    As propostas recaem, assim, em visitas a espaços de iniciativa pública, municipal, ou cooperativa, construídos nas últimas cinco décadas, que retratam as transformações operadas nos municípios da Maia, Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia. “O que queremos perguntar é: de que é que nós, portugueses, precisamos hoje para “termos liberdade a sério?”, acrescentam.

    O roteiro é acompanhado pelos Programas Caleidoscópio e Plus que propõem um conjunto de actividades abertas e destinadas a todos os públicos. Todas as visitas e actividades são de participação gratuita

    Até 21 de Abril decorrem as candidaturas para o voluntariado da OHP.

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    Câmara do Porto adjudica construção do Campo Municipal de Campanhã

    No âmbito da intervenção, será materializado um novo arruamento, que fará a ligação da Rua de Justino Teixeira ao equipamento desportivo. Serão 32 lugares de estacionamento, sendo três destes para pessoas com deficiência, condicionadas na sua mobilidade. O espaço contará, ainda, com um segundo acesso pedonal, através da Rua do Dr. Sousa Ávides, junto às Piscinas Municipais de Campanhã

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    A Câmara do Porto acaba de adjudicar à Construções Pardais – Irmãos Monteiro a construção do futuro Campo Municipal de Campanhã, um novo equipamento desportivo a ser implementado em terreno entre a Rua de Justino Teixeira e as piscinas municipais e que representa um investimento na ordem dos 4,2 milhões de euros.

    A construtora de Alpendurada vai ser responsável pela execução deste equipamento num terreno com 17 mil metros quadrados e compreende um campo de jogos com bancada coberta, além de um edifício de apoio e novo arruamento, com lugares de estacionamento.

    O campo de futebol terá medidas para jogos oficiais e contará com relva sintética e sistema de rega automática. A bancada coberta dará lugar a 488 espectadores, incluindo lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida.

    A bancada está integrada no novo edifício de apoio a ser construído, que contará ainda com serviços de bilheteira, cafetaria e instalações sanitárias. Implementado em dois pisos, a estrutura inclui também a instalação de painéis fotovoltaicos, posto médico, sala de primeiros socorros, salas técnicas, balneários para atletas e árbitros, bem como salas de apoio à gestão do espaço.

    As soluções ambientais da nova infraestrutura desportiva incluem a criação de um rain garden (canal em terreno natural) numa das laterais do campo, consequência da deslocalização de uma linha de água existente e que fará, também, a recolha das águas pluviais. Além destes, está prevista a criação de áreas verdes e ajardinadas, com a plantação de espécies arbóreas.

    No âmbito da intervenção, será materializado um novo arruamento, que fará a ligação da Rua de Justino Teixeira ao equipamento desportivo. Serão 32 lugares de estacionamento, sendo três destes para pessoas com deficiência, condicionadas na sua mobilidade. O espaço contará, ainda, com um segundo acesso pedonal, através da Rua do Dr. Sousa Ávides, junto às Piscinas Municipais de Campanhã.

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    Grupo Arliz investe 10,5M€ em condomínio na Foz do Douro

    Localizada na Travessa dos Passos, a escassos minutos do Parque da Cidade do Porto, a construção está já num estado avançado, sendo previsível que esteja concluída ainda este ano

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    O Casal de Passos – Condomínio Foz do Douro é o próximo empreendimento de luxo a integrar a oferta habitacional da zona nobre do Porto. Resultante de um investimento do Grupo Arliz no valor de cerca de 10,5 milhões de euros, o imóvel terá um bloco habitacional de 10 apartamentos com tipologias T2, T3 e T4 e duas moradias T5 com piscina e logradouro privado. A informação foi avançada pelo próprio Grupo Arliz, que está já a avançar com a comercialização das fracções.

    De acordo com Helena Fernandes, responsável pela equipa de vendas do Grupo Arliz, o empreendimento tem captado a atenção dos locais, mas também de investidores nacionais e internacionais, tendo já as suas fracções quase todas vendidas. “Neste momento, restam apenas algumas fracções no edifício principal. Para aqueles que procurem as comodidades de um condomínio privado e a independência de uma casa individual, temos as duas moradias T5 disponíveis. É a oportunidade ideal para quem valoriza um imóvel exclusivo, numa zona de excelência, próxima da praia e de espaços verdes, mas também de comércio e serviços”, comenta.

    Localizada na Travessa dos Passos, a escassos minutos do Parque da Cidade, a construção está já num estado avançado, sendo previsível que esteja concluída ainda este ano. Os futuros moradores poderão beneficiar de acabamentos premium, numa residência energeticamente eficiente, onde tudo foi pensado ao pormenor.

    O edifício, com assinatura do arquitecto José Carlos Cruz, apresenta varandas alongadas que dialogam com o jardim das traseiras, a partir de onde é possível contemplar uma paisagem edílica sobre a envolvente. A exposição solar é outra das mais valias de que os futuros moradores irão beneficiar.

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    Porto vai construir 109 fogos em Lordelo; investimento ronda 22M€

    O projecto urbanístico de Lordelo do Ouro representa um investimento superior a 64 milhões de euros e prevê a constituição de nove lotes, dos quais cinco serão construídos e destinados a habitação acessível com comércio e serviços nos pisos térreos. Dos 291 fogos a construir, 140 serão de tipologia T1, 114 de tipologia T2 e 37 de tipologia T3

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    A Câmara do Porto lançou os concursos públicos para a construção de habitação acessível em Lordelo do Ouro que, com um preço base superior a 22 milhões de euros, visa a construção de 109 dos 291 fogos previstos.

    Em comunicado, a autarquia revela que os concursos públicos, publicados na segunda-feira em Diário da República, abrangem a primeira fase da empreitada, nomeadamente a construção de dois edifícios e a reformulação urbanística envolvente. O concurso para a construção do edifício E tem um preço base de 17,2 milhões de euros e prevê a criação de 91 habitações (52 de tipologia T1, 26 de tipologia T2 e 13 de tipologia T3). “O edifício destaca-se do padrão habitacional municipal pela sua altura, uma vez que terá 16 andares de altura, 14 dos quais acima da cota da soleira”, refere o município, esclarecendo que o tijolo será o “principal elemento expressivo das fachadas”. Já o concurso para a construção do edifício C tem um preço base de cinco milhões de euros, sendo que este bloco habitacional contará com 18 habitações (12 de tipologia T1, três de tipologia T2 e três de tipologia T3).

    O edifício terá cinco pisos, um piso de estacionamento e integrará um logradouro vegetal privado, bem como cinco espaços para fins comerciais. Com os dois concursos, a empreitada, que inclui também a reformulação urbanística envolvente, ascende a 22,2 milhões de euros. Em ambos os casos, o prazo para apresentação de propostas decorre até 14 de Maio, sendo que os interessados deverão manter as respetivas propostas por 100 dias. Segundo a autarquia, as duas empreitadas deverão começar no segundo semestre deste ano e o prazo de conclusão estabelecido ronda os 25 e 20 meses, respectivamente.

    Os dois blocos vão ser construídos na área circundante ao bairro do Lordelo, e ao lado dos bairros da Pasteleira, Mouteira e Condominhas. O município esclarece ainda que os projetos “adotaram estratégias e soluções” para implementar a Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas, estando previstas coberturas para produção de energia fotovoltaica, optimização de luz e ventilação natural, aplicação de soluções de uso eficiente de água, aproveitamento de águas pluviais e adopção de coberturas verdes.

    O projecto urbanístico de Lordelo do Ouro representa um investimento superior a 64 milhões de euros e prevê a constituição de nove lotes, dos quais cinco serão construídos e destinados a habitação acessível com comércio e serviços nos pisos térreos. Dos 291 fogos a construir, 140 serão de tipologia T1, 114 de tipologia T2 e 37 de tipologia T3.

    Os restantes quatro lotes correspondem aos blocos habitacionais já existentes, com 179 fogos, e que pertencem ao parque habitacional do município para renda apoiada.

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    Futura Estação de Metro de Alcântara

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    TdC dá luz verde ao prolongamento da Linha Vermelha

    O contrato referente à execução da Empreitada de concepção e Construção da Extensão da linha Vermelha entre São Sebastião e Alcântara do Metropolitano de Lisboa recebeu visto prévio por parte do Tribunal de Contas

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    Este contrato, assinado a 22 de Dezembro de 2023 com o Agrupamento Complementar de Empresas METRO S. SEBASTIÃO ALCÂNTARA, ACE, constituído pelas agrupadas Mota-Engil  Engenharia e Construção e SPIE Batignolles Internacional, Sucursal em Portugal, com o preço contratual de 321.888.000,00€ (trezentos e vinte e um milhões, oitocentos e oitenta e oito mil euros), acrescido de IVA à taxa legal em vigor, aguardava decisão do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa quanto ao levantamento do efeito suspensivo automático decorrente da acção interposta por um dos concorrentes no concurso (FCC Construcción, Contratas Y Ventas, SAU e Alberto Couto Alves).

    O contrato foi assinado no estrito cumprimento e respeito pelo regime fixado no Código dos Contratos Públicos, decorridos os prazos legais e a tramitação subsequente legalmente estabelecida. Com a decisão agora conhecida do Tribunal de Contas, o contrato estaria em condições de iniciar a sua vigência.

    O custo total elegível previsto para o prolongamento da linha Vermelha da estação São Sebastião a Alcântara, é de 405,4 milhões de euros. Encontra-se previsto no Plano de Recuperação Resiliência 2021-2026, e conta com um investimento europeu de 304 milhões de euros e um apoio financeiro nacional de 101,4 milhões de euros.

    O prolongamento da linha Vermelha a Alcântara irá servir zonas com forte atracção e geração de viagens, com significativa densidade habitacional e de emprego, escolas, comércio e serviços, assim como alvo de grande reabilitação urbanística, como é exemplo a zona de Alcântara. Terá uma extensão de cerca de 4 km e quatro novas estações: Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, esta última fará a ligação à futura Linha Intermodal Sustentável, promovendo a ligação ao Concelho de Oeiras (LIOS Ocidental).

    Estima-se que a procura diária captada nas quatro estações que integram este prolongamento corresponderá a um acréscimo de 4,7% de clientes em toda a rede, cerca de 87,8% do acréscimo de procura estimado corresponde aos actuais utilizadores do transporte colectivo. A procura captada ao segmento dos actuais utilizadores de transporte individual representa 11,8%, correspondendo a menos 3,7 mil viaturas individuais a circular diariamente, com ganhos de tempos de 72%, dos quais 53,2% correspondem aos actuais utilizadores. Considerando a análise a 30 anos, as emissões evitadas ascenderão a 175,6 mil toneladas de CO2, as poupanças energéticas ascenderão a 29,2 mil tep (Toneladas equivalentes de Petróleo).

    Estima-se, ainda, que a transferência de passageiros dos modos rodoviários para o Metro de Lisboa permitirá evitar a emissão de 6,2 mil t de CO2 equivalente (CO2) no 1º ano de operação.

     

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    Antigo Seminário da Encarnação na Madeira reabilitado por 15M€

    O icónico edifício de 1905, que se encontrava em avançado estado de degradação, vai receber o International Sharing School – Madeira. A intervenção esteve a cargo dos arquitectos Saraiva e Associados e do estúdio dinamarquês Rosan Bosch Studio

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    O Sharing Education Group anunciou que o International Sharing School – Madeira vai mudar-se para o antigo Seminário da Encarnação, um icónico edifício de 1905 que se encontrava em avançado estado de degradação.

    O investimento global, avaliado em 15 milhões de euros, vai permitir acolher o dobro dos alunos, dos actuais 250 para 500, e aumentar o corpo docente de 40 para cerca de 70 colaboradores.

    As obras tiveram início recentemente após várias semanas de trabalhos preparatórios, dotando o histórico edifício de todas as infraestruturas necessárias para receber uma escola do século XXI.

    As intervenções estão a cargo dos arquitectos Saraiva e Associados e do estúdio dinamarquês Rosan Bosch Studio, especialista em criar ambientes de aprendizagem diferenciadores, que trabalhou já com o Sharing Education Group na International Sharing School – Taguspark.

    O novo campus, que será inaugurado já em Setembro deste ano, tem como objectivo atrair mais famílias madeirenses para este modelo educativo inovador, tendo em conta que actualmente 60% dos alunos são estrangeiros e apenas 40% locais.

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    ANA anuncia para breve lançamento de concurso para obras na Portela

    O anúncio foi feito por Francisco Pita, administrador da ANA Aeroportos. Com o lançamento do concurso de empreitada “nas próximas semanas”, as obras no Aeroporto Humberto Delgado deverão começar ainda este ano

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    De acordo com o administrador da ANA Aeroportos de Portugal, Francisco Pita, o concurso para a criação do novo pier sul no Aeroporto Humberto Delgado deverá ser lançado nas próximas semanas. O responsável, que participou no congresso da Associação dos Directores de Hotel de Portugal, ADHP, que teve lugar na sexta-feira, dia 22 de Março, referiu que as obras têm como principal objectivo aumentar o número de posições de estacionamento, proporcionando maior capacidade operacional para as companhias aéreas. Com a criação de um novo pier sul, serão adicionadas cerca de 10 posições de contacto, totalizando aproximadamente 33 mil metros quadrados de área construída.

    Na sua intervenção Francisco Pita, explicou que estas obras irão “melhorar a operacionalidade”, do aeroporto de Lisboa com o aumento do número de posições de estacionamentos em ponte telescópica. “Vamos ter mais dez posições de contacto com a criação do novo Pier Sul, [que terá] cerca de 33.000 metros quadrados de construção, um contributo muito grande na redução das nossas emissões de carbono: com estas dez posições de contacto junto ao terminal vamos evitar uma quantidade enorme de movimentos de autocarros, de equipamentos de placa entre o terminal e as posições remotas”, afirmou Francisco Pita.

    A confirmar-se o lançamento do concurso para a empreitada nas próximas semanas, o administrador da ANA prevê que as obras comecem “no último trimestre deste ano, para uma primeira fase que poderá esta concluída até ao final de 2026”.

     

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