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Preço da venda de casas cresce e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Lisboa, Porto, Setúbal e Faro registaram ao longo do ano um aumento dos preços de venda entre 5% e 10%, enquanto arrendamento estabilizou ou desceu em algumas localidades, revela o último relatório apresentado pela plataforma CASAFARI

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Ao longo de 2021, apesar da situação de pandemia, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%. Os números foram apresentados pela plataforma CASAFARI, no seu mais recente relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021,
Os dados da CASAFARI apontam para o crescimento mais acentuados nos preços de venda de moradias. Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país. Os dados de 2021 revelam o impacto da pandemia no preço de venda de apartamentos, moradias e arrendamento ao longo de todo o ano. Aqui seguem as principais conclusões:

Distrito de Lisboa:
No que diz respeito à venda de imóveis, em geral, os preços médios de venda de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.
No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

Distrito do Porto:
A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.
Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

Distrito de Faro:
A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos entre os 12% e 14%.
Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar os 620 e 670 mil euros.
A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Distrito de Setúbal
Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestre (4,7%).

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Nova residência de estudantes abre portas em Lisboa

O Nido Campo Pequeno é a estreia do grupo NIDO no mercado português com uma nova experiência de alojamento para estudantes. A unidade inaugura em Setembro no arranque no novo ano lectivo

O Nido Campo Pequeno, o projecto de alojamento de estudantes da cadeia internacional Nido, já está a aceitar reservas para Setembro, altura em que irá abrir portas. Esta residência é uma resposta a uma crescente procura de alojamento por parte de quem ingressa no ensino universitário e se depara com a dificuldade de encontrar uma oferta de qualidade em Lisboa.

A Nido é a marca de gestão do alojamento de estudantes da Round Hill Capital e tem uma vasta experiência no mercado PBSA (Purpose-Built Student Accommodation) em diferentes países, entre eles o Reino Unido, Irlanda, Espanha, Dinamarca e Alemanha, com um total de 30 residências instaladas.

A escolha de Lisboa para o primeiro investimento no pais é justificada pelo COO da NIDO Darren Gardner: “Lisboa é uma cidade rica e vibrante em termos de património e paisagem, com uma cultura progressista, tendo algumas das mais prestigiadas instituições de ensino da Europa. Com isto em mente, a verdade é que há muito que esperávamos deixar a nossa marca nesta cidade incrível e desenvolver um alojamento e uma comunidade de estudantes distintivos, como será o Nido Campo Pequeno”, sublinha o responsável.

A nova residência irá disponibilizar um total de 380 quartos, de 15 tipologias diferentes. Os preços variam consoante a tipologia podendo ir desde os 625 euros por mês – correspondentes aos quartos de 12 metros quadrados, todos com casa de banho privada – até aos 820 euros por mês para a opção que oferece mais funcionalidades – os Estúdios Deluxe Plus de 27 metros quadrados com kitchenette e casa de banho privada incluídas.

“Mais do que pensar estas residências enquanto uma solução de alojamento para os estudantes em Lisboa, concebemos estes espaços tendo em mente a valorização do bem-estar e qualidade de vida dos residentes, oferecendo quartos e um conjunto de recursos que levem a que estes se sintam verdadeiramente em casa”, adianta Darren Gardner.

Para além da diversidade de quartos adaptados às necessidades de cada estudante, a residência oferecerá um conjunto de recursos que contribuirão para tornar todo o espaço num local de bem-estar, que combina recursos úteis para o estudo – como uma rede Wifi super rápida e salas de estudo para grupos e individuais – com outras instalações orientadas para o entretenimento e lazer, tais como uma sala de yoga, uma sala de cinema, um ginásio disponível 24 horas por dia, uma sala de jogos, uma TV lounge, arrecadação de bicicletas, sala de jantar privada, lavandaria, além de eventos sociais ao longo do ano.

Além disso, e tendo em conta, mais uma vez, a prioridade dada ao conforto, saúde e bem-estar dos residentes, também serão disponibilizados recursos de saúde mental online para todos os estudantes através do Nido Wellbeing Hub. Toda esta informação pode ser consultada pelos estudantes numa aplicação interactiva da Nido, que lhes permitirá também contactar a equipa no caso de surgirem quaisquer questões ou de ser necessário apoio em qualquer serviço, bem como acompanhar as suas entregas de encomendas, criar “clubes sociais” com outros residentes e ver o calendário completo de eventos virtuais e presenciais a acontecer.

No que toca à acessibilidade, a nova residência Nido Campo Pequeno estará localizada a poucos minutos de bicicleta e metro de algumas das principais universidades de Lisboa, tais como: IST – Instituto Superior Técnico (9 minutos), ISCTE – Business School (9 minutos), UAL – Universidade Autónoma de Lisboa (9 minutos), UCP – Universidade Católica Portuguesa (13 minutos); UE – Universidade Europeia (22 minutos), ULHT – Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (10 minutos), ULisboa – Universidade de Lisboa (9 minutos) e UNL – Universidade Nova de Lisboa (11 minutos).

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Livensa Living renova residência do Marquês de Pombal e chega às 7.000 camas no mercado Ibérico

A par da renovação da residência universitária de 330 camas no Marquês de Pombal, o operador ibérico inaugura duas novas residências em Espanha, chegando às 7.000 camas repartidas entre Portugal e Espanha

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A Livensa Living renovou a residência universitária do Marquês de Pombal, em Lisboa, em preparação para o novo ano académico. A residência foi alvo de melhoramentos estéticos e de decoração, com vista à criação de um ambiente mais acolhedor e intelectualmente estimulante, mas também mais dinâmico e jovem.

A renovação desta residência insere-se no recente processo de rebranding e redesenho da empresa e dos seus espaços, que procura criar comunidades dinâmicas, multiculturais e positivas. A residência do Marquês de Pombal passa assim a equiparar-se às outras 4 residências do grupo em Portugal (duas no Porto, uma em Coimbra e outra na Cidade Universitária, em Lisboa), apresentando um desenho contemporâneo e acessível, através de espaços totalmente equipados, tanto para a vida social como para o estudo, que garantem sempre a segurança e o bem-estar dos seus residentes.

Para “Esta renovação é uma aposta forte da Livensa Living na qualificação da oferta residencial para os jovens estudantes nacionais como internacionais. A experiência universitária é uma fase chave, cheia de mudanças, e por isso é importante assegurar que se sentem em casa, com o máximo bem-estar”, explica Pavlina Chandras, COO da Livensa Living. Segundo a mesma responsável “esperamos que os nossos futuros residentes desfrutem ao máximo destes espaços e da sua experiência universitária, com todas as comodidades necessárias. Queremos que as nossas residências sejam lugares onde os jovens possam crescer, interagir e aprender uns com os outros, desfrutando de actividades únicas”.

Às acções de renovação em Portugal, o grupo soma ainda duas novas residências universitárias em Espanha, mais concretamente em Getafe-Madrid e Granada. Com estas novas aberturas, o grupo passa a deter 18 residências universitárias e a oferecer cerca de 7.000 camas em toda a Península Ibérica. Em Portugal, a Livensa Living conta com uma oferta de 2.400 camas, repartidas entre Porto, Lisboa e Coimbra.

Espaços inspiradores e dinâmicos
A Livensa Living considera o alojamento um eixo central na fase formativa, procurando estabelecer um novo padrão neste setor na Península Ibérica. O objetivo da Livensa Living é proporcionar aos estudantes ambientes inspiradores e dinâmicos.

A residência do Marquês de Pombal tem um design contemporâneo e acessível, oferecendo espaços totalmente equipados, tanto para a vida em comunidade como para o estudo, e garantindo sempre a segurança e o bem-estar dos seus residentes. As instalações incluem: piscina interior, ginásio, áreas de estudo e biblioteca, espaços de convívio que podem ser tornados privados, cinema, áreas de jogos e salas multimédia, espaços exteriores e estacionamento de bicicletas.

O compromisso de Livensa Living com os seus residentes reflecte-se também no programa Student Life, baseado em quatro pilares: bem-estar, tanto físico como mental; sustentabilidade com espaços comprometidos com a reciclagem, reutilização e consumo local; conexão, com actividades que incentivem o networking e as relações entre estudantes; e social através de conversas e encontros com um claro compromisso de social, assim como com acções específicas para beneficiar a comunidade local onde as residências se inserem.

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Whitestar ganha gestão de quatro novas carteiras no valor de 270 M€

A empresa, que actua na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de quatro novas carteiras de Imóveis, NPL Secured e Unsecured. Estas carteiras foram originadas pelo Banco Santander Totta, Millennium BCP e por um fundo de investimento internacional

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A Whitestar Asset Solutions, empresa que actua na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de quatro novas carteiras de Imóveis, NPL Secured e Unsecured, num total de quase €270 milhões de euros
Estas carteiras foram originadas pelo Banco Santander Totta, Millennium BCP e por um fundo de investimento internacional.

“Estamos muito entusiasmados com estas novas carteiras, pois cobrem todas as áreas de negócio da Whitestar e, também, porque são detidas por um novo cliente”, explica Marco Freire, CEO da Whitestar Asset Solutions.

A empresa do extinto grupo Lehman Brothers, foi criada em 2007 e gere actualmente mais de 10 mil milhões de euros em activos. Repartida entre Lisboa e Porto, conta com uma equipa multifacetada de mais de 600 colaboradores. A empresa gere principalmente crédito em incumprimento, originado por bancos e outras entidades financeiras.

“Estamos a menos de um mês de assinalarmos 15 anos de existência e estas conquistas reflectem, desde logo, a confiança que os investidores têm na Whitestar, na nossa experiência, qualidade e capacidade de gerar os melhores resultados nos diferentes tipos de portefólios e ciclos económicos”, acrescenta Marco Freire.

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Cushman & Wakefield mexe em equipa

A Cushman & Wakefield anuncia a promoção de Nuno Tadeu, João Esteves e Francisco Loureiro a Partner, bem como a nomeação de Sérgio Nunes a Associate

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Licenciado em Gestão Imobiliária pela Escola Superior de Actividades Imobiliárias, com uma Pós-Graduação em Gestão e Avaliação Imobiliária realizada no ISEG e membro do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors), desde 2012, Nuno Tadeu possui um percurso de 25 anos de experiência no mercado imobiliário. Na Cushman & Wakefield Portugal há 13 anos, é, actualmente, responsável pela área de Avaliação de Portfólios & Hospitality.

Outro dos colaboradores a alcançar a distinção de Partner foi Francisco Loureiro. Licenciado em Engenharia Mecânica pela Universidade Nova de Lisboa, concentrou a sua actividade profissional, nos últimos 18 anos, nas áreas de projecto e fiscalização de obra, e manutenção e gestão de edifícios. Está no mercado imobiliário comercial desde 2014, ano em que ingressou na Cushman & Wakefield como Asset Manager e, actualmente, é o responsável pela área de Business Space Services da consultora imobiliária, uma linha de serviço que gere activos de escritórios, logística e hotelaria.

João Esteves torna-se Partner no Departamento de Retalho da Cushman & Wakefield Portugal, depois de mais 17 anos de experiência. Licenciado em Gestão de Marketing, ingressou na Cushman & Wakefield em 2015, tendo anteriormente desempenhado funções em empresas de referência no sector, entre as quais a Multi Mall Management, Amorim Imobiliária, Sonae Sierra e Klépierre. Durante os 7 anos em que fez parte da história da consultora imobiliária em Portugal, dedicou-se sobretudo à comercialização de conjuntos de retalho fora das cidades (nomeadamente retail parks) e também à representação de inquilinos, como O Boticário, CeX/Webuy, Tescoma, Kiabi, entre outras.
Por fim, Sérgio Nunes também foi promovido, tornando-se Associate. Licenciado em Gestão e Marketing pelo Instituto Português de Administração e Marketing de Lisboa, lidera o departamento de Industrial e Logística da Cushman & Wakefield, desde 2018, onde tem estado envolvido em grandes operações imobiliárias – tais como a recente venda do armazém logístico da Caixa Geral de Depósitos, situado em Palmela, à New Cold.

“Estas nomeações representam um reconhecimento pessoal importante destes nossos colaboradores – pela sua dedicação à firma e aos clientes, pelo seu estatuto no mercado, e pela sua capacidade de gerar negócio. Estas nomeações também demonstram a experiência da equipa da Cushman & Wakefield Portugal, sendo este um aspecto que nos permite manter a excelência da nossa oferta”, justifica Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, consultora que está no mercado nacional há mais de três décadas.

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JPS GROUP ganha prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias

A promotora foi premiada na categoria de “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, já o seu empreendimento SKYCITY foi galardoado “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”

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A JPS GROUP ganhou o prémio internacional “Luxury Lifestyle Awards 2022” em 4 categorias, incluindo “Best Luxury Real Estate Developer in Portugal”, e para o empreendimento SKYCITY “Best Luxury Residential Development”, “Best Luxury Apartment Living” e “Best Luxury Sustainable Residential Development”.

O objectivo destes prémios é reconhecer a excelência em toda a gama dos sectores da indústria e manter os mais altos padrões na indústria imobiliária em todo o mundo.

O comité de organização do Luxury Lifestyle Awards, após um processo de pesquisa e selecção, distinguiu a JPS GROUP como “uma das melhores promotoras no mercado imobiliário em Portugal” e reconheceu a sua “reputação impecável” e o “desempenho profissional” neste mercado. Segundo o júri deste prémio internacional, a JPS GROUP alcançou um resultado impressionante ao ganhar quatro prémios e vê agora o seu trabalho reconhecido.

O empreendimento SKYCITY, um dos maiores projectos do portfólio da JPS GROUP em construção em Portugal, foi distinguido pelo júri deste prémio em 3 notáveis categorias. Desenvolvido sobre um conceito de excelência, o SKYCITY propõe a integração da arquitectura e do design na natureza como linha de força que preside à sua concepção estratégica.

Localizado na Serra de Carnaxide, o SKYCITY é composto por 47 moradias isoladas, 50 moradias em banda, 16 moradias geminadas, 250 apartamentos e 24 espaços comerciais. Cada espaço foi criteriosamente pensado para tirar o máximo proveito da paisagem, de rio, mar e serra. Com preços altamente competitivos, condições únicas de aquisição e uma envolvente que contempla o rio, mar e serra, sem nunca se afastar das zonas nobres da cidade de Lisboa, o SKYCITY é um condomínio residencial de luxo que tem todas as comodidades necessárias.

“Não podíamos estar mais orgulhosos de termos sido seleccionados não só para um, mas para os quatro prémios Luxury Lifestyle Awards 2022. A equipa da JPS GROUP dedicou-se completamente ao SKYCITY, apesar de todas as adversidades com que nos deparamos, inclusivamente a pandemia entre outras questões, e temos prestado atenção a todos os detalhes para fazer do SKYCITY o empreendimento de prestígio em que se tornou. Queremos agradecer aos especialistas da Luxury Lifestyle Awards por nos reconhecerem pelo nosso grande esforço e dedicação que colocamos neste projecto, assim como à JPS Group como um todo”, afirma João Sousa, CEO da JPS GROUP.

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Investimento em imobiliário de rendimento ascende a 700 M€ nos primeiros seis meses do ano

O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 325 milhões de euros no segundo trimestre do ano em Portugal, o que perfaz um total de 700 milhões de euros no primeiro semestre, de acordo com a consultora imobiliária CBRE

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Nos primeiros seis meses do ano, a dinâmica nos sectores logístico e de hotelaria registou uma evolução positiva, com um investimento de 230 e 180 milhões de euros respectivamente. Os escritórios mantêm a atractividade e confiança dos investidores, o que se reflectiu nos 190 milhões de euros aplicados no sector.

“Há três meses, as expectativas apontavam para um trimestre com um volume de transacções superior ao que se realizou. No entanto, a complexidade de alguns dos negócios em curso, fez com que o fecho dos mesmos derrapasse para o terceiro trimestre. Só no mês de Julho, a CBRE prevê concluir a venda de três portefólios (de escritórios, logística e residências de estudantes), os quais no seu conjunto representam 500 milhões de euros”, afirma Cristina Arouca, directora de research e data intelligence da CBRE Portugal.

Apesar da grande incerteza que paira sobre a economia global e sobre a amplitude e velocidade do aumento das taxas de juro, existe ainda uma elevada liquidez nos fundos de investimento para alocar ao mercado imobiliário, o que sustenta as projecções da CBRE de elevado investimento até o final do ano.

“O contexto de incerteza que vivemos poderá também reflectir-se numa maior percepção de risco por parte dos compradores e num desfasamento de expectativas de preço entre compradores e vendedores. Na realidade, apesar de não prevermos uma subida, no curto prazo, das taxas de rentabilidade (yields), já alterámos a nossa percepção face ao início do ano, quando esperávamos uma compressão de yield em diversos sectores”, explica. Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

Só na primeira metade do ano, a ocupação em escritórios já excedeu o indicador de 162 mil metros quadrados correspondente à área colocada nos 12 meses de 2021. Paralelamente, no sector logístico, uma significativa escassez de espaços para arrendamento está a pressionar a subida das rendas em todo o país.

Por outro lado, uma acelerada retoma do turismo, em particular de lazer, está também a contribuir para uma recuperação mais rápida do que a esperada no sector de alojamento turístico. Inclusive, em algumas localizações, já se verificaram indicadores superiores aos observados em 2019, como as dormidas em alojamentos turísticos no Porto e o RevPAR (receita média por quarto disponível) no Algarve.

A CBRE mantém as previsões apontadas no início do ano e continua a prever um volume total de transacções superior a 3 mil milhões de euros em 2022, o que reposiciona o mercado de investimento em imobiliário de rendimento no patamar em que se encontrava antes da pandemia.

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Edifícios sustentáveis: Rumo a 2050

“Rumo a 2050: O Papel dos Edifícios na Sustentabilidade do Planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco

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A Savills marcou presença na conferência “Rumo a 2050: O papel dos edifícios na sustentabilidade do planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco. Nuno Fideles, BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal abordou a temática “Qual a tendência da oferta de edifícios sustentáveis em Portugal (Lisboa+Porto)”.

Actualmente, as empresas enfrentam desafios na gestão de riscos e compliance, com possíveis impactos negativos em termos económicos, sociais e reputacionais. A adaptação de estratégias, princípios e políticas de ESG vão exercer um peso muito significativo e importante nos edifícios. “A Savills através de uma equipa a multidisciplinar altamente especializada em serviços de consultoria acompanha todos os clientes na investigação e desenho de soluções de melhoria dos seus edifícios”, frisou o Sustainability Consultant da Savills Portugal.

Os edifícios passaram a ser claramente a ser o nosso habitat. “Nós passamos 90% do nosso tempo em edifícios (…), portanto, cabe-nos olhar não só em termos de eficiência energética os edifícios e melhoraria do se impacto na descarbonização, mas também reflectirmos sobre as experiências que estamos ou não a proporcionar aos habitantes dos edifícios”, explicou Nuno Fideles.

A descarbonização e a questão energética, são dois temas urgentes que estão em cima da mesa e que já estão nas agendas das empresas. Até 2050 existe uma meta que tem que ser cumprida. Que ferramentas temos no mercado que nos podem ajudar a ir ao encontro do cumprimento das metas estabelecidas? questionou, esclarecendo que “existem sistemas tecnológicos que avaliam o estado dos edifícios e os preparam na fase de construção nova ou reabilitação, permitindo medir parâmetros estabelecidos para a obtenção de certificados reconhecidos, tornando-.se assim possível balizar os edifícios num benchmarking internacional”.

A equipa de Arquitectura e Sustentabilidade da Savills Portugal está em franco e forte crescimento, traduzido numa sólida aposta em acções de formação e contratações, de modo a reforçar a sua capacidade de oferecer aos clientes todas as respostas necessárias na área da Sustentabilidade & ESG a nível nacional e internacional.

A Savills Portugal tem vindo a desenvolver um percurso na sustentabilidade, tendo reforçado a sua equipa com dois arquitectos acreditados em BREEAM AP e WELL AP. No ano de 2021, tornou-se igualmente membro da BCSD Portugal – Empresas para a Sustentabilidade. A garantia de sustentabilidade e eficiência energética assumem-se como principais objectivos nos projectos Savills, com o mais recente projecto MB4 OFFICE a integrar soluções de sustentabilidade e monotorização com base em critérios BREEAM e WELL.

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Estudo: Portugal é o segundo país mais atractivo para nearshoring na indústria

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento”

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Portugal pode vir a afirmar-se como uma das principais alternativas para a deslocalização de indústrias. Segundo o «Impacts», o estudo da Savills que analisa as grandes tendências no imobiliário à escala global, Portugal é o segundo país mais atractivo para instalar indústrias numa lógica de nearshoring, apenas atrás da República Checa e à frente de economias como Áustria, Taiwan, Reino Unido, Japão, Canadá, Finlândia, Polónia ou Suécia.

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento que foram previamente organizadas para minimizar custos”.

Os investidores nos mercados financeiros procuram cada vez mais empresas com bons critérios de Sustentabilidade, o que está a pressionar os fabricantes para melhorar seu desempenho ESG e forçá-los a reconsiderar as cadeias de abastecimento. Uma das consequências é aumentar a produção para locais mais próximos dos locais de consumo, o nearshoring, em detrimento do modelo seguido nos últimos anos de produção offshoring, onde os custos de mão de obra são mais baixos mas onde os critérios ESG são ainda muito baixos.

A Covid-19 demonstrou que uma cadeia de abastecimento complexa e dispersa pode ser interrompida, enquanto a invasão russa da Ucrânia pode, nas palavras do FMI, “alterar fundamentalmente a ordem económica e geopolítica” a longo prazo.

A reconexão com as cadeias de abastecimento nacionais e regionais parece agora mais importante do que nunca. Segundo Pedro Figueiras, Associate Director de Industrial e Logística da Savills, “Portugal tem feito um caminho muito relevante nas diferentes vertentes ESG, o que a par com outros parâmetros levam a sermos neste momento uma das melhores alternativas para deslocalizar investimentos na indústria”.

“O segmento de logística já estava a assistir a um forte crescimento de investimento. Também na área da indústria há um interesse cada vez maior, tendência que esperamos que se mantenha, o que serão excelentes notícias para o nosso país”, reforça.

Pressão política e sustentabilidade

A política é outro factor que está a moldar as decisões de localização das empresas, especialmente as que estão afectas ao sector de tecnologia. As políticas comerciais da China têm sido alvo de grandes pressões políticas sendo que, na revisão de Outubro de 2021 da política comercial da China pela OMC, os países membros levantaram mais de 2.500 objecções às práticas comerciais desleais no país, aumentando 16% em relação à revisão de 2018. Os governos estão cada vez mais dispostos a utilizar a política industrial para incentivar a produção nacional.

Por outro lado, os consumidores e as empresas, nas economias desenvolvidas estão mais focados em questões ambientais, sociais e de ESG. A deslocalização prejudicou o ambiente: em grande parte, transferiu a produção para economias com padrões ambientais mais fracos, menor eficiência energética e maior consumo de combustíveis fósseis.

Os fabricantes estão sob pressão para melhorar o seu desempenho no âmbito da ESG, o que os obrigará a reconsiderar cadeias de abastecimento globalizadas. Uma pesquisa da PWC realizada em setembro de 2021 descobriu que cerca de 80% dos investidores consideravam as políticas ESG importantes na tomada de decisão de investimento e 50% estavam dispostos a mudar de empresa caso esta não tomasse medidas suficientes neste sentido.

A alteração para um modelo de nearshoring levaria a uma alteração significativa no que respeita aos mercados mais atraentes. As aproximações favorecem economias estáveis, enquanto que os países de baixa renda com políticas de protecção ambiental e de RH pobres, perdem terreno.

No entanto, uma reorganização das cadeias de abastecimento globais para se reconectarem com o consumidor e aumentar a resiliência terá um custo. Simulações da OCDE sugerem que o PIB global cairia 5% num cenário localizado, onde os mercados estariam menos conectados através de cadeias de abastecimento globais. Uma estratégia de nearshoring aumentará a despesa contínua, devido ao custo mais elevado do trabalho em mercados desenvolvidos e da manutenção do inventário nesses mesmos mercados.

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CBRE reforça área de apoio à Promoção Imobiliária

Miguel Alvim, arquitecto de formação, está inserido na equipa de Capital Markets desde 2015 e assume agora a função Head of Development Properties

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A CBRE reforçou a área de Development Properties, que passa a ser liderada por Miguel Alvim. Este departamento está inserido na área de Capital Markets transacionando imóveis que se destinam a promoção ou reabilitação imobiliária.

Miguel Alvim é formado em Arquitectura e em Gestão e integra a equipa de Capital Markets da CBRE desde 2015, onde tem participado em algumas das maiores transações em Portugal, nomeadamente Portfolio Vasco da Gama (escritórios e residencial para reabilitação), Portfolio Connect (logística) ou Portfolio Invictus (escritórios e residencial para reabilitação, no Porto. Iniciou o seu percurso no atelier na RRJ Arquitectos, tendo fundado posteriormente a Alvim Arquitectos, o que lhe permite aportar um know-how diferenciador numa primeira fase de qualquer produto imobiliário.

“A formação e a experiência do Miguel Alvim são uma mais-valia para a nossa área de Development Properties do ponto de vista do aconselhamento na tomada de decisão a proprietários e investidores. Poder utilizar estas competências in house permite-nos um elevado grau de diferenciação no serviço que prestamos ao cliente. Aliada a esta valência, o Miguel tem mais de sete anos de contacto intenso com investidores nacionais e internacionais o que lhe permite rapidamente identificar potenciais compradores para os mais diversos produtos”, explica Nuno Nunes, head of Capital Markets da CBRE.

“É com grande orgulho que assumo a liderança da área de Development Properties na CBRE. Esta área não só é a cara da CBRE no início do ciclo imobiliário como é a génese de qualquer negócio neste sector, no qual procuramos realizar o potencial máximo de cada activo. O meu objectivo passa por maximizar resultados para os nossos clientes, sejam eles particulares, family offices ou institucionais, tanto nos processos de venda ou aquisição, mas também, e em simultâneo, promover cidades sustentáveis, eficientes e acessíveis, orientadas para as pessoas”, afirma Miguel Alvim, Head of Development Properties.

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Maio sustenta recuperação do alojamento local: ocupação de 73% em Lisboa e 56% no Porto

O mês de Maio deu continuidade à recuperação do Alojamento Local (AL) observada na Páscoa, atingindo-se uma taxa de ocupação média de 73% em Lisboa e de 56% no Porto

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Lisboa mantém, assim, a ocupação em níveis máximos, os quais tinham sido atingidos quer no mês anterior quer em Maio de 2019. No caso do Porto, a ocupação média de Maio supera a registada em Abril (54%), mas fica ainda abaixo da observada em Maio de 2019 (66%). Os dados são divulgados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do SIR-Alojamento Local.

Em termos de RevPAR, Lisboa fixou em Maio um novo máximo para este indicador, que atingiu os €71, mais €2 do que no mês anterior e mais €13 do que em Maio de 2019. No Porto, o RevPAR médio em Maio foi de €47, €3 acima quer do mês anterior quer do mesmo mês de 2019, ambos com um RevPAR de €44.

No que respeita o volume de negócios, em Lisboa registaram-se 54.400 noites de AL vendidas em Maio, num volume de negócios de €5,75 milhões. No Porto, no mês em análise foram vendidas 33.750 noites com um volume de facturação de €3,0 milhões. Em qualquer dos mercados, estes níveis ficam pouco abaixo dos observados em Abril, mas permanecem bastante distantes do padrão de Maio de 2019. Há dois anos, o AL em Lisboa vendia em torno das 115.000 noites, facturando €9,4 milhões, enquanto o Porto vendia 70.000 noites para um volume de negócios de €4,8 milhões.
Em termos de diária média, Lisboa atingiu os 105€ e o Porto os 89€ em Maio. Em ambos os casos trata-se do valor mais elevado da série SIR-Alojamento Local, a qual remonta ao início de 2019, superando em mais de €20 as diárias médias praticadas há dois anos.

No que se refere à oferta, Lisboa contabilizava em Maio um total de 2.400 fogos T0/T1 activos no AL e o Porto outros 1.950 fogos. Nas duas cidades, o volume de fogos activos neste tipo de alojamento decresceu face ao mês anterior. Em Lisboa esse decréscimo é de 250 fogos e no Porto é de 430 fogos. Comparativamente a igual mês de 2019, a compressão da oferta é ainda mais expressiva, com Lisboa a contabilizar menos 2.650 fogos em actividade actualmente e o Porto menos 1.470.

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