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    ‘Azul Boutique Hotel” arranca em Vila Nova de Gaia

    Com um investimento de 11,5 M€, o Grupo Fortera arranca com as obras já em Fevereiro. A sua conclusão está prevista para 2023

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    O Grupo Fortera vai arrancar em Fevereiro com a construção do Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia. Com um investimento de 11,5 milhões de euros para o seu desenvolvimento, o ficará concluído em 2023.

    O novo hotel de 4 estrelas, a 50 metros da Ponte D. Luis I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

    “Tomamos partido desta localização para trazer a paisagem para quase a totalidade dos quartos. Também a zona de restauração e o solário aproveitam essa paisagem com vistas completamente desimpedidas”, explica Hélder Agostinho, arquitecto e gestor imobiliário do projecto.

    Também por isso, este poderá ser “o projecto mais promissor que Porto e Gaia já viram”, considera o Grupo.

    “Apesar da difícil conjuntura pandémica para o sector do turismo, os próximos meses deverão permitir-nos reunir boas condições para efectuarmos perspectivas mais consolidadas, o que nos leva também a crer que estamos a prever esta inauguração para um momento de franca recuperação do sector, com o Porto e Gaia a voltaram a apresentar-se como importantes pólos de procura turística em Portugal”, conclui Elad Dror, CEO do grupo Fortera.

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    Finsolutia reforça capital em 25M€ para “acelerar expansão internacional” da sua plataforma

    Plataforma de originação e gestão de créditos hipotecários, já usada por alguns dos principais stakeholders financeiros nacionais, entra agora numa fase de internacionalização para novos países

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    No âmbito do seu plano estratégico de crescimento, a Finsolutia reforçou o capital em 25 milhões de euros para suportar a expansão internacional da sua plataforma tecnológica para originação, através da qual os bancos suportam o processo operacional de concessão de crédito (avaliação, posterior aprovação e formalização do contrato) e gestão de créditos hipotecários. Uma solução que tem sido adoptada por alguns dos principais stakeholders do sistema financeiro nacional, designadamente o Banco CTT e a Caixa Geral de Depósitos.

    A plataforma tecnológica desenvolvida pela Finsolutia (“4 Sight”) permite às instituições financeiras tirar partido das mais recentes tecnologias disponíveis para automatizar e simplificar processos, com ganhos relevantes em termos de eficiência, eficácia e redução de custos, e em estrito cumprimento com a legislação e regulamentação em vigor.

    A renovação das duas normas reconhecidas como a referência internacional para a gestão da segurança da informação – a ISO 27001 e a ISO 27701 -, e as três novas certificações (ISO22301, ISO37002 e UNE19601), são o reconhecimento internacional dos níveis de exigência que a empresa entrega diariamente a todos os seus clientes e que fazem da Finsolutia uma referência na sua área. Por outro lado, são um passo fundamental no processo de internacionalização da plataforma tecnológica.

    Como garantia dos requisitos da International Organization for Standardization (ISO) para a Gestão da Continuidade do Negócio, a Finsolutia está agora certificada pela ISO 22301, concebida para ajudar as organizações a prevenir, preparar, responder e recuperar de incidentes inesperados.

    Adicionalmente, alcançou a certificação do seu Sistema de Gestão de Compliance Penal conforme a UNE 19601:2017, que veio reforçar a capacidade da empresa de prevenir e gerir responsabilidades legais e penais nas suas operações, estabelecendo mecanismos de controlo interno em relação a atos que possam ser considerados delitos.

    Por último, a Finsolutia concluiu, também, com sucesso a obtenção da designação de empresa certificada na norma ISO37002, relativa à gestão do seu canal de denúncias.

    “Os nossos clientes e parceiros confiam-nos os seus dados. Por isso, trabalhamos em contínuo para aumentar a segurança, resiliência, transparência e eficiência das nossas operações. Mais do que um selo de qualidade, as certificações obtidas são uma demonstração tangível do nosso compromisso em garantir a continuidade operacional e satisfazer as elevadas expetativas dos nossos stakeholders”, destaca Miguel Madeira, CTO, partner & executive managing director da Finsolutia.

    De destacar que a Finsolutia foi a primeira empresa da Península Ibérica a obter com sucesso um “rating” pela agência internacional S&P como “Master Servicer” em empréstimos hipotecários para Espanha, tendo também já recebido a classificação como ‘Special Servicer’ de créditos em Portugal, sendo também distinguida com o nível mais elevado enquanto parceiro Microsoft – o “selo de qualidade” Microsoft Gold Partner.

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    André Jordan, ladeado por empresários como Hugo Santos ferreira, Paes do Amara, Raul Martins ou Polignac de Barros (Crédito: APPII)

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    APPII recorda “legado e inspiração” de André Jordan

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos

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    A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) recorda o “legado e inspiração eterna” de André Jordan, empresário ligado ao turismo, hotelaria e um dos fundadores da associação.

    Em comunicado, o presidente da APPII, Hugo Santos Ferreira, “presta sentida homenagem a um grande amigo a quem a Associação e todo o setor tanto deve”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o ‘Pai’ do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos setores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, pode ler-se no documento.

    “O nosso André Jordan, como sempre o apelidámos, nunca nos deixará, pois o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, do País e do Mundo. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena. Até sempre querido André!”, são as palavras de pesar de Hugo Santos Ferreira.

    A APPII foi fundada pela não de quatro grandes empresários, corria o ano de 1991, sendo eles André Jordan, Henrique de Polignac de Barros, Miguel Paes do Amaral e Steffano Saviotti e Joaquim Silveira.

    André Jordan, empresário dinamizador de vários projetos turísticos, morreu esta sexta-feira aos 90 anos.

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    André Jordan (Crédito Publituris / Frame It)

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    André Jordan (1933-2024): O adeus a um nome ímpar no turismo e hotelaria

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”

    Ricardo Batista

    As suas qualidades humanas e de empresário ímpar valeram-lhe o epíteto de “pai do Turismo português” ou “senhor Quinta do Lago. André Jordan, o “senhor Belas Clube de Campo”, morreu esta sexta-feira, 9 de Fevereiro, aos 90 anos. Com a morte de André Jordan, desaparece uma forma cada vez mais rara de fazer acontecer.

    Nascido em Lviv em 1933, quando a cidade ainda era território polaco, Jordan rumou ao Brasil com a família no ano de 1939, um passo que viria a ser determinante no nascimento do Grupo. Passou por Nova Iorque, onde, em 1968, após a morte do pai, se tornou diretor de desenvolvimento internacional da Levitt & Sons, que à data era o mais importante promotor imobiliário residencial nos EUA.

    Nos anos 1970 André Jordan ruma a Portugal e aqui se torna português, de papel e de coração. “Tenho oito netos nascidos em Portugal e dois dos quatro filhos também”, comentou ao Público em 2018, para explicar que “a segunda metade da minha vida está aqui [em Portugal] e é aqui que eu vou ficar”. Foi em Portugal que concretizou a ideia de fazer crescer a Quinta do Lago, no Algarve, primeiro empreendimento de turismo residencial de luxo do país ligado ao golfe, que acabou por vender no final da década de 80. “Ainda hoje quando vou à Quinta do Lago olho para aquilo e penso: Como é que eu fiz isto tudo sem dinheiro?”, contou o empresário, em 2017, numa entrevista ao Diário de Notícias. Na mesma entrevista, Jordan assumia: “A Quinta do Lago era uma tela em branco, um projeto de raiz num terreno virgem. Mas Vilamoura foi um grande desafio profissional porque já estava metade feita, degradada. Relançar um empreendimento, como conseguimos, e preparar a nova fase de Vilamoura foi um grande desafio. Mas nenhum é preferido. É o mesmo que perguntar qual é dos seus filhos o que gosta mais? Hoje sou casado com Belas. E este espírito de corpo, de amor pela obra que envolve todos os que trabalham num projeto de raiz que me comove muito”.

    Vilamoura que André Jordan referia era o projecto Vilamoura XXI, propriedade da Lusotur que adquiriu em 1995, e aquele que era o maior complexo residencial e de lazer na Europa. Esta empresa foi vendida a investidores espanhóis Prasa, em 2006, por 360 milhões de euros, tendo vendido, posteriormente a Lusotur Golfes por 120 milhões de euros.

    Na região de Lisboa, fundou o projeto Belas Clube de Campo, no concelho de Sintra. Era Doutor Honoris Causa pelo ISCTE, Instituto Universitário de Lisboa, e pela Universidade do Algarve, e estava envolvido em várias organizações. Foi vice-presidente da WTTC, sendo membro honorário nos últimos anos. Era fellow da Duke of Edinburgh International Award Association, tendo sido presidente da secção portuguesa, e durante 17 anos foi Cônsul Honorário do Brasil no Algarve.

    Foi ainda fellow do Royal Institute of Chartered Surveyors. E desde 1999 que integrava o grupo de fundadores da Fundação de Serralves, instituição a cujo Conselho de Administração pertenceu até 2013. Foi o primeiro Presidente do Urban Land Institute – ULI (Portugal), cargo que exerceu entre 2001 e 2004.

    Ao CONSTRUIR, o presidente da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) despede-se do fundador do Grupo Jordan com um “até sempre, querido André” e, em nome da associação, “presta sentida homenagem a um grande amigo e um dos seus fundadores, André Jordan, a quem a Associação e todo o sector tanto deve. A sua inspiração perdurará, certamente, para lá da sua vida terrena”.
    “É, pois, com profundo pesar que vemos partir o Pai do Turismo em Portugal, porém, o seu legado, a sua presença e a sua inspiração serão eternas, em todos nós, na APPII, nos sectores do Imobiliário e do Turismo, no País e no Mundo”, conclui.

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    Ricardo Batista

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    WellBe recebe nova sede da CGD

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 m2 de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho. A mudança efectiva dos 2500 colaboradores para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026

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    A sede da Caixa Geral de Depósitos vai ocupar o novo edifício WellBe, localizado na Avenida Dom João II, na zona do Parque das Nações e actualmente em construção. A aquisição do seu novo edifício-sede foi formalizada esta sexta-feira, dia 9 de Fevereiro, anunciou o banco em comunicado.

    O processo de mudança de instalações teve início em 2020, com a procura de instalações adequadas para os cerca de 2.500 colaboradores que trabalham nos Serviços Centrais. A mudança efectiva para o novo edifício deverá ocorrer durante o ano de 2026.

    Os colaboradores da Caixa foram envolvidos no processo de decisão, tornando evidente a necessidade de escolher uma localização dotada de uma boa rede de transportes públicos, limitando a necessidade de recurso ao veículo privado para as suas deslocações para o trabalho. Tal como já acontece com a actual sede da Caixa, o novo edifício terá a classificação energética A, bem como as certificações Leed e Well, e será inclusiva, permitindo o acesso fácil a pessoas de mobilidade reduzida.

    Promovido em conjunto pela Atenor e Besix Red, o “novo e sustentável” projecto de escritórios, conta com 27.635 metros quadrados (m2) de escritórios e cerca de 1.240 m2 de retalho.

    O projecto que foi desenvolvido desde o conceito até às especificações técnicas, pretende responder às expectativas presentes e futuras dos utilizadores. Desta forma, tem em conta as  condições de promoção de bem-estar, de sustentabilidade e que permitem que o espaço de escritório não seja um obstáculo ao estilo de vida de todos os que o vão utilizar. Entre as muitas características e soluções arquitectónicas e tecnológicas destacam-se as grandes áreas de espaços verdes e a vista sobre o rio Tejo.

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    Grupo Hipoges fecha 2023 com mais de 1.3 MM€ de vendas em activos imobiliários

    Em linha com a tendência de crescimento do sector imobiliário, em 2023 o servicer registou um recorde de vendas a nível global. Portugal também verificou um aumento do valor de vendas, do número de activos sob gestão e de contratos assinados

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    A Hipoges, servicer de referência em Asset Management no Sul da Europa, acaba de revelar que encerrou 2023 com resultados “muito positivos” e que representam “um grande crescimento”. A nível global, o Grupo somou mais de 1.3 mil milhões de euros em vendas de imóveis, “consolidando assim a sua posição de liderança neste sector”.

    Também a nível nacional, o servicer conseguiu aumentar o volume de activos imobiliários em 3,5% comparativamente com 2022, tendo, ainda, registado um crescimento na ordem dos 30% de contratos assinados, quando comparado com o ano anterior.

    Em termos de tipologias vendidas, continua a destacar-se o sector residencial, representando mais de 80% das operações do departamento de Real Estate do grupo.

    Já o sector comercial apresentou, de forma geral no mercado nacional, um decréscimo em comparação com o ano anterior. Ao nível das operações do Grupo, verificou-se uma grande diferença entre o volume de transacções de ambas as tipologias, com o comercial a representar apenas 12% do total de activos imobiliários vendidos.

    Em termos de território, a Hipoges aponta Braga como a zona do País que mais se destacou ao nível do crescimento de vendas, com um aumento de 65% em comparação com 2022. Seguem-se Coimbra e Castelo Branco, com crescimentos de 35% e 38%, respectivamente.

    “Estes valores são resultado de uma tendência que se vem a estabelecer nos últimos tempos e que reflecte um maior interesse pelas periferias, com as grandes cidades do Centro e interior do País a ganharem mais peso ao nível das operações imobiliárias, que oferecem preços mais atractivos”, indicou Nuno Antunes, global chief Real Estate Officer.

    Recorde-se que, recentemente, o Grupo anunciou a venda de uma herdade na região de Estremoz e reforçou o seu compromisso em acompanhar esta tendência do mercado nacional e continuar a apostar neste tipo de activos em localizações estratégicas de Portugal.

    Ainda assim, em 2023, Lisboa continuou a ser a região onde o servicer registou um maior número de vendas, representando mais de 35% do total de operações. Neste pódio encontramos também Setúbal (16%) e o Porto (10%), cidades onde o Grupo continua a ter uma presença muito forte.

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    Pestana Hotel Group expande presença nos EUA com novo hotel em Orlando

    A unidade Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista, com 127 suites espaçosas e mais de 40 metros quadrados, reflecte a estratégia do Grupo na expansão internacional

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    O maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa reforça a sua aposta nos EUA, mercado onde está presente há mais de uma década e onde conta já com três hotéis: dois em Nova Iorque e um em Miami. Orlando, na Flórida, é a localização do quarto hotel do Pestana Hotel Group, nos Estados Unidos. Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista será assim a 109ª unidade da cadeira hoteleira do grupo.

    A expansão para Orlando vem assim complementar a actual oferta do Pestana Hotel Group em Miami, onde inaugurou a sua primeira unidade hoteleira nos EUA, em 2013. Em 2020, o grupo inaugurou o Pestana Park Avenue, localizado no coração de Manhattan, nas proximidades do Empire State Building e, no ano seguinte, em 2021, o Grupo alcançou um marco significativo com a abertura do Pestana CR7 Times Square, que se tornou o hotel número 100 da cadeia hoteleira do Pestana Hotel Group.

    José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group destaca que “o mercado norte-americano continua a ser um pilar estratégico para o Pestana Hotel Group e esta nova aquisição é um reflexo vivo da nossa estratégia asset right, que se concentra em manter a propriedade dos activos nos mercados com maior potencial reconhecido”.

    A cerca de 15 minutos dos principais parques temáticos da Walt Disney World, da Universal Studios e do Sea World, bem como do importante Centros de Convenções de Orlando, um dos maiores dos EUA, mas também muito próximo dos melhores outlets, com inúmeras lojas e restaurantes, o novo Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista oferece 127 suites espaçosas com mais de 40 metros quadrados (m2).

    Vocacionado para viagens em família, mas também, para negócios, dado a sua conclusão próxima do centro de convenções. Encontra-se, também, a poucos minutos da autoestrada Interstate 4, que liga Orlando a diversas cidades e regiões da Flórida.

    O hotel dispõe de várias comodidades incluindo restaurante, bar, jardim, piscina exterior, ginásio, business center e estacionamento.

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    Rendas descem em Lisboa no 4º trimestre de 2023

    Valores dos novos contratos de arrendamento reduzem pelo segundo trimestre consecutivo, mostra o Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário 

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    As rendas dos contratos de arrendamento residencial celebrados em Lisboa no 4º trimestre de 2023 apresentaram uma redução de 2,2% face ao trimestre anterior, mostram os resultados do Índice de Rendas Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário.

    Este é o segundo trimestre consecutivo em que as rendas dos novos contratos descem na capital, consolidando a entrada em terreno negativo registada no 3º trimestre de 2023, quando se observou uma variação em cadeia de -0,5%.

    A segunda metade do ano passado veio, assim, travar o ciclo de fortes aumentos das rendas sentidos desde meados de 2022, com variações em cadeia que se posicionaram entre 5,0% e 10,0% e das quais resultou um crescimento homólogo de 29,6% no 2º trimestre de 2023. Em virtude do comportamento destes dois mais recentes trimestres, a taxa de variação homóloga registou uma significativa desaceleração, fixando-se em 8,7% no 4º trimestre, ou seja, comprimindo em quase 21 pontos percentuais face ao pico do 2º trimestre.

    “A subida vertiginosa das rendas observada a partir de meados de 2022 terá sido, sobretudo, um reflexo da reacção dos proprietários aos limites de actualização então impostos aos contratos vigentes, bem como à crescente incerteza no arrendamento, que se agravou com as medidas anunciadas no âmbito do Mais Habitação. Daí resultou uma subida de quase 30% num ano, escalada após a qual começou a haver a percepção de que o mercado teria atingido o nível máximo de rendas, com um refreamento nos valores praticados nos novos contratos, como é visível nos dois últimos trimestres do ano passado”, explica Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

    No Porto, a tendência é igualmente de desaceleração, embora mantendo as variações trimestrais em terreno positivo. No 4º trimestre de 2023, as rendas dos novos contratos neste mercado apresentaram um aumento trimestral de 0,9%, comparando com o incremento de 3,2% registado no 3º trimestre. Também neste mercado há uma evidente travagem das subidas vertiginosas registadas a partir de meados de 2022, comparando-se a taxa de variação homóloga inédita de 30,2% no 4º trimestre de 2022, com a de 11,7% alcançada no final de 2023.

    Sem prejuízo deste abrandamento, as rendas médias contratadas no cômputo de 2023 continuam a evidenciar o incremento acumulado do último ano e meio, atingindo os 19,0€/m2 em Lisboa e 15,1€/m2 no Porto, conforme os dados do SIR-Arrendamento.

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    Investimento será de “retoma gradual no segundo semestre”

    Depois de quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, 2024 deverá registar um crescimento de 7%

    Cidália Lopes

    O mercado imobiliário antecipa, para 2024, uma “evolução distinta” ao longo do ano e “influenciada pelas expectativas de redução das taxas de juro de referência pelo BCE” na Primavera”. De acordo a consultora da Cushman & Wakefield, “o primeiro semestre continuará a ser ainda caracterizado por alguma estagnação, seguido de uma retoma gradual no segundo semestre”.

    É, por isso, expectável que depois do “abrandamento” verificado em 2023, que “todos os sectores registem aumentos homólogos durante este ano”, indica o 42ª edição do Marketbeat Primavera, realizado pela consultora.

    O estudo destaca, ainda, a importância da sustentabilidade e dos critérios de ESG, transversais a todos os segmentos, que vão continuar a ser o maior enfoque dos intervenientes no mercado, aumentando a disponibilidade para pagar um valor green premium.

    “Efectivamente, ocorreram quebras significativas na actividade de investimento imobiliário comercial, assim como no mercado ocupacional, particularmente no sector de escritórios na Grande Lisboa, onde se atingiu o valor mais baixo de absorção da última década. Ainda assim, houve sectores a demonstrar uma evolução positiva, nomeadamente retalho, que registou uma retoma moderada, e hotelaria, com aumentos transversais para valores acima dos registados em 2019 (pré-pandemia)”, afirma Eric van Leuven, director geral da consultora em Portugal.

    Em 2023, a actividade de investimento imobiliário comercial registou uma “quebra homóloga expressiva” de 44%, com um volume de 1.690 milhões de euros, “em linha com outros mercados europeus” e caracterizado por uma “maior prevalência de transacções de menor dimensão, com o valor médio a reduzir para os 18 milhões de euros”.

    Dada a menor disponibilidade do capital estrangeiro, os investidores domésticos aumentaram a sua quota de mercado para 33% do volume total investido. A maioria do capital foi alocado aos sectores de hotelaria e retalho, que agregaram 38% do volume total investido cada.

    As estimativas actuais reflectem a expectativa de retoma gradual generalizada do investimento em imobiliário comercial na segunda metade de 2024, com o volume associado às transacções actualmente em diversas fases de negociação, e com conclusão prevista para este ano, na ordem dos 1, 8 mil milhões de euros, o que reflectirá um crescimento homólogo de 7%.

    O sector de escritórios deverá ser aquele que irá registar uma maior recuperação, agregando 47% do volume total, seguido da hotelaria com 27%.

    A este valor, a Cushman & Wakefield, antecipa, ainda, um valor acrescido de 1,1 mil milhões em transações, actualmente suspensas, mas com possibilidade de conclusão até ao final de ano, assim como as usuais operações off-market.

    Desta forma, apesar de as yields de referência de mercado poderem ainda sofrer alguma correção em alta durante o início do ano, no final de 2024 deve registar-se uma estabilidade homóloga, possivelmente com redução de yields, e consequente aumento de valor.

    Antecipa-se, ainda, uma retoma progressiva do protagonismo dos grandes investidores internacionais, assim como algum alívio no acesso à dívida bancária e refinanciamento.

    Sobre o autorCidália Lopes

    Cidália Lopes

    Jornalista
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    Keller Williams Portugal fecha 2023 com aumento da quota de mercado

    Em ano de quebra global no sector, a empresa de formação, coaching e tecnologia manteve a facturação alcançada em 2022 , 56 milhões de euros, e registou um aumento de 20% no número de angariações. Dezembro de 2023 foi o melhor mês de sempre para a KW Portugal 

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    Prestes a assinalar a primeira década em território nacional, a Keller Williams Portugal fechou o ano de 2023 com uma facturação de 56 milhões de euros, valor que iguala 2022, o melhor ano de sempre da KW no nosso país. 2023 foi também de crescimento no negócio dos seus consultores, com um aumento do número de angariações em 20%.

    “Num ano em que o mercado decresceu, a Keller Williams Portugal manteve a faturação e aumentou as angariações em 20%” começa por explicar Marco Tairum, CEO da Keller Williams Portugal. “Um desempenho de que muito nos orgulhamos e que só é possível graças ao nosso modelo de negócio e a uma minuciosa preparação junto dos nossos consultores. Um modelo que assenta nas pessoas e no seu valor, que prospera em tempos de crise e que aposta na antecipação – estamos a preparar este cenário há mais de dois anos através da formação, do aperfeiçoamento tecnológico e da permanente monitorização do sector”, continua.

    Dos 30 Market Centers KW dispersos pelo país, cinco fecharam o ano com uma facturação superior a três milhões de euros e 10 ultrapassaram a marca dos dois milhões. Para tal terá contribuído o aumento do número médio de consultores por market center, actualmente nos 88, e o crescimento em número de associados em territórios como Faro e Aveiro, ou a Região Autónoma da Madeira, onde é líder de mercado, quer em número de associados, quer em facturação.

    Os resultados do programa de distribuição de rendimentos Growth Share voltaram a ser uma mais-valia para todos os que contribuíram para o crescimento da rede. Terminado o ano fiscal de 2023, foram distribuídos mais de um milhão de euros pelos associados Keller Williams Portugal. Implementado em 2014, o programa Growth Share já distribuiu 5.2 milhões de euros no nosso país, dois dos quais nos últimos dois anos.

    Marco Tairum reforça ainda que “este será, uma vez mais, um ano desafiante para o sector e por isso mantemos o compromisso de entregar cada vez mais valor aos nossos consultores, criando condições para que reforcem e consolidem os seus negócios. A experiência em outros territórios, nomeadamente nos Estados Unidos, ensina-nos que momentos de mudança são uma oportunidade de crescimento e de ganho de quota de mercado. Estes nossos resultados são a prova de que é possível!”

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    Em cima: Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo),
    Em baixo: Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário) e Mário Silva Costa (Fiscal)

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    PBBR presta assessoria à RE Capital na aquisição de um terreno no Cabanas Golf

    A pbbr prestou assessoria jurídica à RE Capital na aquisição de um dos terrenos incluídos na carteira Eleanor do Novobanco

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    Inserido no empreendimento Cabanas Golf, localizado junto ao TagusPark, em Oeiras, o terreno conta com uma área bruta para construção de 82 mil metros quadrados, tendo já um projecto aprovado, onde se prevê que sejam construídos apartamentos turísticos, espaços comerciais, e ainda, um campo de golfe.

    A assessoria prestada pela pbbr contou com a intervenção de Pedro Pinto (Imobiliário), Tânia Ferreira Osório (Urbanismo), Mário Silva Costa (Fiscal) e Catarina Ruivo Rosa (Imobiliário).

    A RE Capital é uma empresa pan-europeia de investimento, desenvolvimento e gestão de activos imobiliários, com presença em Londres, Lisboa, Luxemburgo e Genebra.

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