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Bruno Maruta é o novo Diretor de Expansão da Zome

O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019

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Bruno Miguel Maruta é o novo Director de Expansão da Zome, que vem reforçar a área liderada pelo Chief Growth Officer Miguel Aguiar. O novo responsável vai dirigir os c de expansão da Zome e ajudar a empresa a manter a trajectória de crescimento que regista desde a sua criação em 2019.

Chegou ao sector imobiliário em 2020 e iniciou o seu percurso, na Carlton Signature, como Country Manager, tendo passado também pela Riviera Lifestyle Real Estate Portugal. Nestas, Bruno Maruta foi responsável pela introdução da marca internacional no mercado português, gestão e posicionamento da marca para o consumidor nacional e internacional. Ao longo da sua carreira, Bruno Maruta tem desenvolvido experiência na expansão de negócio para mercados internacionais.

“É com muito orgulho que abraço este novo desafio, numa equipa e numa cultura sólidas e com um foco muito grande no acompanhamento do cliente, que é o que melhor caracteriza a Zome. É, também por isso, um enorme privilégio poder liderar o departamento que ajudará a levar a Zome, e a sua visão e forma de trabalhar, a outras cidades da Europa”, sublinha Bruno Maruta.

“Bruno Maruta é um reforço de peso para a equipa da Zome em Portugal e será um acréscimo fundamental para continuarmos a concretizar os ambiciosos objectivos de expansão que definimos para 2022, de duplicar o número de hubs em Portugal e crescer em várias cidades de Espanha. Estamos muito felizes com este reforço e acreditamos que a enorme experiência em expansão do seu currículo será uma mais-valia no caminho de crescimento que ambicionamos para a Zome”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

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Acolad adquire instalações em Carnaxide

A propriedade será destinada aos novos escritórios da Acolad (antiga Amplexor) em Portugal reforçando o investimento do grupo na região. A Cushman & Wakefield assessorou o vendedor, a M7 Real Estate, na operação

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A Cushman & Wakefield aconselhou o investidor pan-europeu e gestor de activos especializado em propriedades para diversos arrendatários na venda de um imóvel de escritórios em Carnaxide, Portugal, em nome do Portuguese Industrial Fund da M7, “PIF”.

A propriedade será destinada aos novos escritórios da Acolad (antiga Amplexor) em Portugal reforçando o investimento do grupo na região, que é considerada o centro tecnológico de mais rápido crescimento na Europa.
Situada nas proximidades de Lisboa, a propriedade compreende cerca de 1.800 m2, com três pisos acima do solo, e está bem posicionada, com ligação directa à autoestrada A5. “Esta propriedade, devido à sua localização e dimensão, deu a resposta que a Acolad procurava para instalar os seus escritórios, e a possibilidade de aquisição tornou a operação mais atractiva”, explica Carlos Oliveira, head of Office agency na Cushman & Wakefield Portugal.

“Após a aquisição deste edifício de escritórios perto de Lisboa, demos início ao processo de reposicionamento do imóvel, envolvendo todas as entidades locais responsáveis. Durante este processo, foi possível aprovar um projecto para a renovação total do edifício, aumentando com sucesso o valor do activo num período relativamente curto. É com grande satisfação que concluímos a venda deste imóvel à Acolad, antecipando o nosso business plan original, confirmando a contínua resiliência do mercado de escritórios português”, refere Leonardo Peres, managing director da M7 Real Estate.

Presente em mais de 25 países, a Acolad destaca-se como líder europeu e top 10 mundial no sector de serviços linguísticos e soluções de conteúdo. Esta operação confirma o plano de expansão do grupo para reforçar a sua presença no país.

“O novo escritório reforça o empenho da Acolad nas operações em Portugal, onde já temos equipas altamente qualificadas em áreas chave, tais como TI, Finanças, Marketing, Qualidade e Operações. Para um negócio global como o nosso, Portugal reúne as condições ideais em termos de acessibilidade, internacionalização e um ambiente orientado para a tecnologia”, justifica Olivier Marcheteau, CEO da Acolad.

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Setúbal: Nova unidade hoteleira conta com investimento de 8,5 M€

Projecto de arquitectura para a construção foi aprovado em Julho. As obras deverão arrancar em Novembro e a abertura do hotel está prevista para o Verão de 2024

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O projecto de arquitectura para a construção de uma nova unidade hoteleira na Estrada das Machadas foi aprovado em Julho pela Câmara Municipal de Setúbal (CMS). De acordo com o Jornal de Negócios, o investimento de oito milhões de euros, por parte do Grupo Mais, agora o novo proprietário do terreno, vai permitir ali construir um edifício de seis pisos com 120 quartos. Obras arrancam em Novembro e a abertura do hotel está prevista para o Verão de 2024, acrescenta o Negócios.

Segundo a informação anteriormente disponibilizada pela CMS, a nova unidade hoteleira vai ser edificada nos números 2, 4 e 6 da Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projecto.

O hotel, com uma área bruta de construção de 3.591,30 metros quadrados (m2), terá uma oferta de 120 quartos distribuídos por seis pisos, uma cave para estacionamento e um piso com valências técnicas.

“Do ponto de vista urbanístico, a proposta apresentada não suscita reservas, respeitando o previsto no PDM em vigor para o local e demais legislação aplicável, pelo que nada obsta quanto à aprovação do projecto de arquitetura”, sublinha a deliberação camarária, em comunicado, à data da aprovação do projecto.

Tendo em conta que se trata de um edifício com uma área total de construção superior a 1500 m2, face ao disposto no Regulamento de Edificação e Urbanização do Município de Setúbal o promotor do projecto deve ceder gratuitamente à autarquia cerca de 1800 m2 destinados a equipamentos e  mais 718 m2 para espaços verdes de utilização colectiva.

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Marco Tairum é o novo Regional Director da Keller Williams em Portugal

Keller Williams anuncia Marco Tairum como o novo Regional Director (CEO) da empresa, assumindo a liderança da Keller Williams em Portugal

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Para Marco Tairum “ser Regional Director da Keller Williams em Portugal é um desafio que abraço com muita felicidade, mas acima de tudo com enorme sentido de responsabilidade. O sucesso que alcançámos até agora está intrinsecamente ligado ao compromisso que todos têm na KW em Portugal com a nossa missão de construir carreiras que valem a pena ter, negócios que valem a pena deter e vidas que valem a pena viver. Isto significa atrair, mas sobretudo desenvolver todos aqueles que depositaram em nós a confiança de os ajudar a alcançar os seus objectivos pessoais e profissionais”, afirma.

Eduardo Garcia e Costa e Nuno Ascensão, Regional Owners Keller Williams Portugal referem que “desde 2018 que o Marco tem tido um papel preponderante na evolução da empresa. E, nos tempos desafiantes que vivemos fê-lo sempre com confiança, determinação e empatia. Há 4 anos, o Marco iniciou o seu percurso na KW, como Responsável de Expansão. Mais tarde assumiu a função de Responsável de Operações. Em todos os desafios destacou-se pela capacidade de entender não só aquilo que directamente afectava a sua função como também como podia contribuir para o crescimento da empresa. Apaixonado pela KW, estudante da empresa, acreditamos que não haveria melhores mãos para nos levar à liderança”.

Sobre o futuro da Keller Williams em Portugal Marco Tairum partilha que “estamos convictos de que cresceremos na medida em que ajudarmos todos os nossos associados a crescer. Sabemos que no contexto actual de instabilidade e incerteza, a qualidade da nossa formação, assente em modelos e sistemas que já deram provas de sucesso nos mais diversos ciclos de mercado, será uma peça fundamental para o nosso sucesso e queremos assim expandir o seu alcance ao maior número de pessoas possível”.

Formado em Administração e Gestão de Empresas pela Universidade Católica de Lisboa e mestre em Marketing, Marco Tairum, conta com uma experiência de 14 anos, tendo assumido responsabilidades em diversas áreas da gestão empresarial, nomeadamente operações, estratégia e expansão, em empresas como a Pricewaterhousecoopers, Sonae MC e na Keller Williams desde 2018.

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10M€ para edifício na Av. Liberdade em Lisboa

O edifício “Projeto Liberty”, localizado na Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi vendido pela Hipoges por um valor superior a 10 milhões de euros a um promotor internacional com o objectivo de se tornar num projecto de redesenvolvimento

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Este edifício é composto por 10 pisos acima do solo e 1 cave de lote completo com um total de cerca de 2.500 m², dividido em 10 unidades independentes, nomeadamente 1 loja de retalho e 9 escritórios, sem propriedade horizontal. De acordo com a Hipoges, trata-se de um activo ideal para vários tipos de compradores, desde fundos internacionais e nacionais a promotores, empreiteiros, escritórios familiares ou investidores institucionais.

Para a Hipoges, esta venda reflecte, uma vez mais, “uma consolidação da posição do grupo na área do Real Estate, com provas dadas na gestão com sucesso de grandes activos, neste caso um edifício completo localizado na avenida mais exclusiva de Portugal, sendo capaz de fazer uma ponte direta entre vendedor e comprador, tanto com unidades granulares como com ativos singulares de alto ticket”, explica Luís Silveira, Director of Real Estate do servicer em Portugal.

Ao longo de todo o processo que antecedeu a venda deste imóvel, a Hipoges procurou desenvolver um conjunto de várias iniciativas que assegurassem a valorização do activo sob gestão. Neste âmbito, é de destacar a apresentação de um estudo de projecto e de um pedido de informação prévia submetido na Câmara Municipal de Lisboa para aprovar uma área de construção adicional, o que veio garantir um aumento do valor patrimonial líquido do imóvel.

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Sinais de recuperação dos Flex Offices na Europa e Portugal não é excepção

Segundo a CBRE, em 2022 os indicadores aumentaram para 11% em Lisboa e 15% no Porto, no primeiro semestre de 2022, o que indicia que “Portugal, à semelhança de outros mercados da Europa Ocidental, regista sinais muito positivos” neste sector

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Há fortes indicadores de ocupação por parte de operadores de escritórios flexíveis um pouco por toda a europa ocidental. Contudo, ainda há margem de crescimento sobretudo na Europa Central e nas regiões de Leste, onde se espera um crescimento já na segunda metade de 2022, segundo o mais recente report da CBRE, “Further Signs of Recovery in the EMEA Flex Office Market, onde são analisadas as principais tendências e perspectivas de crescimento deste segmento.

A procura por parte de ocupantes também se tem feito sentir de forma acentuada, transmitindo uma mensagem bastante positiva sobre este segmento. “No geral, as empresas estão a regressar aos escritórios e aquelas que procuram soluções de curto-prazo encontram resposta para as suas necessidades nos espaços flexíveis”, reforça o estudo.

Nos últimos cinco anos, entre 2017 – 2021, os operadores de escritórios flexíveis representaram 7% e 3% da ocupação de escritórios em Lisboa e Porto respectivamente, um indicador que aumenta para 11% em Lisboa e 15% na região do Porto, no primeiro semestre de 2022, o que indicia que “Portugal, à semelhança de outros mercados da Europa Ocidental, regista sinais muito positivos no sector dos escritórios flexíveis”, considera Cristina Arouca, directora de Research e Data Intelligence na CBRE Portugal.

“Efectivamente para além dos operadores internacionais como a Factory, Regus, Spaces ou We Work, verificamos o desenvolvimento e crescimento de diversas empresas de origem nacional como a Golden Hub, Heden, IdeaHub, LEAP, Maleo, entre outros, que apresentam já uma oferta consolidada na cidade de Lisboa”, acrescenta Cristina Arouca.

O relatório aponta, ainda, as oportunidades de crescimento e expansão dos operadores de escritórios flexíveis no mercado europeu, quer seja através de operações de fusão e aquisição ou através de contratos de gestão.

Recentemente, a CBRE assessorou a We Work na abertura do seu primeiro espaço em Portugal, numa operação de 5.800 metros quadrados no centro de Lisboa e colocou também o primeiro espaço da insígnia Spaces na região do Porto, nomeadamente 4.500 metros quadrados em Matosinhos.

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Obra Nova ERA já representa 15% na facturação do Grupo

Três anos depois de ter sido criado como programa de parceria, o Obra Nova ERA transforma-se numa unidade de negócio autónoma, com uma equipa própria liderada por David Mourão-Ferreira. Até 2025, o Grupo espera que a venda de casas neste segmento supere os 18 milhões de euros

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Com o objectivo de “complementar a oferta de que dispõe”, a rede imobiliária ERA acaba de anunciar a criação do Departamento de Novos Empreendimentos enquanto unidade de negócio autónoma.

Três anos depois de ter sido criado como programa de parceria, o Obra Nova ERA transforma-se assim numa unidade de negócio autónoma, com uma equipa própria liderada por David Mourão-Ferreira. Esta decisão justifica-se não só pelo contexto de mercado pautado pela escassez de oferta habitacional, mas também pelo peso que o programa já tinha nas vendas da ERA: 15% na facturação do Grupo e um crescimento de 38% por comparação a 2020.

Com esta maior autonomia e enfoque na construção nova, espera-se que, até 2025, a venda de casas supere os 18 milhões de euros.

Nos primeiros seis meses de 2022, a ERA lançou 154 novos empreendimentos, angariando mais de 3.400 imóveis novos ou em construção, o que se traduz em 28% do portfólio habitacional angariado pela ERA neste período em análise. Registou-se igualmente um aumento de 36% na facturação face ao período homólogo.

“Este é um projecto com o qual tenho um forte vínculo emocional, pelo facto de o acompanhar desde início e perceber que, no espaço de três anos, se tornou numa área de negócio relevante na empresa, capaz de ser um dos motores de crescimento futuro”, afirma David Mourão-Ferreira, director de Novos Empreendimentos da ERA. 

O desenvolvimento deste segmento não prevê a sobreposição no que é o core business da ERA, mas antes complementar o seu leque de serviços, tirando partido da sua vantagem competitiva no mercado imobiliário.

Até à data, a ERA lançou um total de 900 novos empreendimentos, que se reflectiu num crescimento sustentado de ano para ano.

A estratégia futura pretende um investimento em parcerias com grandes grupos imobiliários, bem como promotores locais, por forma a que a sua oferta não se cinja apenas aos centros urbanos, mas que consiga abranger todo o território nacional.

O projecto Obra Nova ERA foi desenvolvido para responder concretamente às necessidades específicas do mercado português. Aliás, “o objectivo é continuar a acompanhar e a antecipar as tendências e as necessidades do mercado, orientando os promotores para investimentos mais rentáveis e que vão ao encontro das preferências dos clientes”, acrescenta.

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Tetra Pak adquire instalações industriais em Carnaxide

Fábrica da Tetra Pak em Carnaxide regressa, 22 anos depois, ao universo de activos da empresa líder mundial em soluções de processamento e embalagens alimentares

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A Tetra Pak já era arrendatária do espaço, que era gerido pela Norfin, utilizado para produção da Tetra Pak Tubex, mas passou agora à sua aquisição. O imóvel possui 9,900m² e tem uma proximidade privilegiada à A5. A empresa líder mundial em soluções de processamento e embalagens alimentares, foi assessorada pela Cushman & Wakefield neste negócio.

Presente em Portugal desde 1963, a Tetra Pak tem vindo a apostar na produção de alguns dos seus produtos em território nacional, sendo que a compra desta propriedade, onde são produzidas as palhinhas de papel da empresa, representa o investimento contínuo no país, bem como a aposta em soluções que dêem resposta às necessidades dos clientes e preservem o meio ambiente.

“Esta é uma transacção que fez todo o sentido para a Tetra Pak, tendo em conta a relevância desta fábrica para a nossa produção de palhinhas de papel. Esta compra espelha também o investimento que temos vindo a fazer em Portugal e na produção de soluções mais sustentáveis”, refere Ramiro Ortiz, director geral da Tetra Pak Ibéria.

A relação entre a Tetra Pak e a Cushman & Wakefield Portugal remonta a 1989, quando a multinacional sueca mandatou a então George Knight para a venda destas mesmas instalações. Mais tarde, a George Knight associou-se à Healey & Baker, que, posteriormente, foi adquirida pela Cushman & Wakefield. Foi aí que surgiu a Cushman & Wakefield Portugal que, em 2001, vendeu o imóvel ao Fund Vision, gerido pela Norfin, após a venda deste ter sido adiada durante alguns anos. De 2019 a 2022, a propriedade foi segurada pelo CCP 5 – um fundo gerido pela Tristan Capital Partners.

“Esta transição imobiliária remete-nos para a origem da Cushman & Wakefield em Portugal e deixa-nos bastante satisfeitos por passado tantos anos, continuarmos a fazer parte da história da Tetra Pak e a ser a sua escolha na assessoria de transições imobiliárias em Portugal”, sublinha Eric Van Leuven, Head of Portugal da Cushman & Wakefield.

Para o sucesso da transacção, a Tristan Capital Partners contou com o apoio da Norfin, o seu parceiro operacional português. Daniel Lopes, Manager da Norfin, explica que “passados 22 anos, este activo tornou-se um modelo de fábrica, e estamos muito satisfeitos com o resultado”, afirma.

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Maison Eduardo Coelho
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Sotheby’s Realty vende a totalidade Maison Eduardo Coelho em tempo recorde

A marca de imobiliário residencial de luxo fechou a venda do reabilitado edifício Maison Eduardo Coelho a um único investidor

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A Portugal Sotheby’s Realty anuncia a venda da totalidade do empreendimento residencial de luxo Maison Eduardo Coelho em tempo recorde a um investidor.

“A venda do empreendimento residencial Maison Eduardo Coelho correu como expectável e é uma enorme satisfação termos liderado esta operação no mercado imobiliário de luxo, no qual a Portugal Sotheby’s Realty é uma referência. A venda foi efectuada na integra por nós em tempo record e reforça a presença da nossa marca na venda de empreendimentos”, afirma Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s Realty.

O empreendimento residencial de luxo está localizado no Príncipe Real, em Lisboa, e conta com sete apartamentos. O projecto foi criado pela Mexto, empresa suíça de investimento imobiliário especializada no segmento de luxo, e resultou na reabilitação de um edifício histórico do início do século XIX.

Com a arquitectura de João Tiago Aguiar Arquitetos, o edifício Maison Eduardo Coelho é composto por várias unidades habitacionais T1+1, T2, T3 e T3 duplex, com áreas entre os 84 a 343 metros quadrados (m2). Todos os apartamentos dispõem de lugar de estacionamento privativo e arrecadação bem como acesso a varandas privadas. Ao nível do solo, o duplex inclui um terraço com jardim e piscina privativos.

Situado no nº26 da rua Eduardo Coelho, a dois minutos do jardim do Príncipe Real e privilegiando o acesso ao centro da cidade, o empreendimento residencial de luxo distingue-se pelo apartamento mais premium do edifício: a ‘Garden House’, um duplex com jardim, terraço e piscina privada que sobressai pelos seis metros de pé direito.

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APEMIP promove reflexão com agentes da mediação imobiliária

O GIRE – Grupo Imobiliário em Reflexão vai reunir a 6 de Setembro, no Altis Belém, com o objectivo de “procurar soluções, identificar e caracterizar os principais desafios da actividade imobiliária”

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Estudar e analisar “caminhos” que permitam encontrar as melhores soluções à representatividade dos agentes imobiliários é o objectivo do segundo encontro levado a cabo pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que decorre a 6 de Setembro, no hotel Altis Belém.

O GIRE – Grupo Imobiliário em Reflexão, assim se designa a iniciativa, pretende “ouvir agentes imobiliários, procurar soluções, identificar e caracterizar os principais desafios da actividade imobiliária”.

Considerando que “é no diálogo, na troca de opiniões diversas, na construção de fortes sinergias que se constrói uma associação de profissionais da mediação imobiliária cada vez mais forte”, Paulo Caiado, presidente da APEMIP, acredita que “só dessa forma encontraremos fórmulas de convivência e intervenção que protejam a APEMIP de divisões espúrias e acolham no seu seio a generalidade dos profissionais imobiliários de todo o território nacional”.

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LovelyStay factura mais de 7 M€ no Verão de 2022

De acordo com a empresa que actua no mercado de alojamento local, o número excede em 234% os valores referentes ao mesmo período do ano passado e em 337% os de 2019

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Só nos meses de Junho, Julho e Agosto, a LovelyStay, empresa que actua no mercado de alojamento local do país, gerou mais de 7 milhões de euros em receita bruta para os proprietários. O número excede em 234% os valores referentes ao mesmo período do ano passado e em 337% os de 2019, considerado, até então, o melhor ano para o turismo.

“Segundo os dados disponibilizados pelo Turismo de Portugal e pela Plataforma TravelBI, a LovelyStay está com uma rentabilidade média mais elevada do que as propriedades concorrentes. Em Lisboa estamos cerca de 43% acima da média, no Porto 32% e no Algarve 18%. Estes resultados seguem uma evolução positiva da empresa que duplicou a sua carteira de clientes nos últimos três anos e tem uma equipa cada vez mais completa e eficiente”, ressalva William Tonnard, CEO da LovelyStay.

Entre as nacionalidades que mais se hospedaram nas propriedades da LovelyStay, os americanos estão em primeiro lugar, com uma taxa de ocupação de 13,6%, seguidos pelos espanhóis (11,4%), franceses (9,4%), portugueses (7,8%) e ingleses (6,4%).

Com a tendência das reservas a manter-se ainda durante o Outono e Inverno para Lisboa e Porto, a expectativa da LovelyStay para os próximos meses é que, entre Outubro e Março, se ultrapasse os 10 milhões de euros de facturação para os proprietários. Para o Algarve, que é naturalmente a zona mais desafiante do País durante os meses mais frios, a aposta estará em reservas de média duração precisamente para atrair aqueles que querem escapar do rigoroso Inverno europeu e têm a possibilidade de trabalhar de qualquer parte do mundo.

A melhor forma de conhecer a rentabilidade de um imóvel é precisamente compreender o rendimento médio por tipo e por zona. Durante este Verão – Junho, Julho e Agosto, um apartamento T0 teve um rendimento médio mensal de 2.780 euros em Lisboa, 2.338 euros no Porto e 2.428 euros no Algarve. Um apartamento de um quarto (T1) fez uma média de 4.307€ em Lisboa, 3.417€ no Porto e 3.131€ no Algarve.

Quanto a uma propriedade T2, o rendimento médio mensal durante os meses de Verão foi de 6.479 euros em Lisboa, 5.067 euros no Porto e 4.485 euros no Algarve. Em linha com a evolução média dos preços, o rendimento numa propriedade de três quartos foi de 8.246€ em Lisboa, 6.465€ no Porto e 6.621€ no Algarve.

“Estes números são importantes para explicar aos potenciais investidores quais as áreas do país em que é melhor investir e quais as tipologias de propriedade que têm o melhor retorno do investimento. Obviamente, se investir em decoração, em detalhes e conforto para os hóspedes, a rentabilidade aumenta significativamente. É por isso que temos uma equipa especializada que ajuda todos os clientes desde o pedido da licença AL, e até à decoração dos imóveis”, acrescenta William Tonnard.

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