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APREN e AP2H2 promoveram debate partidário dedicado à Transição Energética

Duarte Alves (CDU), João Galamba (PS), Jorge Costa (BE) e Salvador Malheiro (PSD) aceitaram o convite das duas associações e defenderam as posições dos seus partidos no que à Transição Energética diz respeito, em antevisão às eleições legislativas do próximo dia 30 de Janeiro

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A APREN – Associação de Energias Renováveis, em colaboração com a AP2H2 – Associação Portuguesa para a Promoção do Hidrogénio, convidou todas as forças políticas para um debate online sobre o tema da Transição Energética, que decorreu na tarde de quinta-feira, 20 de Janeiro.

Quatro forças políticas aceitaram o repto lançado e, da discussão entre os presentes, que contou com a moderação de Miguel Prado, jornalista do Expresso, percebeu-se que é mais aquilo que une do que aquilo que os separa.

O PS, representado por João Galamba, actualmente Secretário de Estado Adjunto e da Energia, defendeu a necessidade de acelerar a capacidade instalada de renováveis, sobretudo de solar, eólica onshore e offshore, em substituição do gás natural. “O eólico offshore parece ser uma área de grande potencial. Tem algo que o solar não tem e que o hidrogénio também traz associado: um enorme desenvolvimento industrial associado”, sublinhou.

Muito dos investimentos já são rentáveis e não carecem de apoios públicos, que podem ser destinados a outras matérias, como os gases renováveis. “Uma grande ou média empresa não precisa de apoios para instalar painéis fotovoltaicos. Pagam-se em três ou quatro anos ou ainda em menos tempo atendendo aos preços de electricidade que temos hoje no mercado”, garante.

O foco deve ser, por isso, a eficiência energética dos edifícios e dos processos produtivos. “Essa é uma área com payback mais longo, que nem sempre seria reforçada se não houvesse apoios públicos”, enfatiza.

Em representação do PSD, Salvador Malheiro, actual presidente da Câmara Municipal de Ovar, concorda. “Não há quilowatt mais barato do que aquele que conseguimos evitar”, sentencia. Por isso mesmo o PSD já propôs que se apostasse na eficiência energética com o apoio fundos europeus.

A CDU defende, igualmente, a aposta na eficiência energética, com o apoio do Estado, nomeadamente para proteger os consumidores mais frágeis. Duarte Alves, Deputado da CDU, lembra que este é um dos vectores principais no caminho para a transição energética. “Por ser um investimento com retorno a mais longo prazo exige investimento público mais determinado”, defende.

Para a CDU esta transição energética deve assegurar a segurança de abastecimento proporcionando ao mesmo tempo preços mais baixos de energia às empresas para que “não mexam nos salários com o argumento de que precisam de ser mais competitivas”.

Para ajudar a resolver o problema dos preços, nomeadamente junto da população mais desfavorecida, o Bloco de Esquerda sugere a instalação de sistemas de autoconsumo comunitários em edifícios do Estado, seguindo a lógica das empresas de serviços energéticos. “Esse modelo pode ser aplicado pelo próprio Estado com taxas de rentabilidade relevantes do ponto de vista da receita pública”, realçou o Deputado Jorge Costa.

Outra ideia do Bloco de Esquerda passa por aproveitar os edifícios públicos para instalação de sistemas fotovoltaicos. Esta seria outra forma de atingir os níveis de produção descentralizada previstos no PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima).

Mas há mais a fazer: para o PSD urge também desburocratizar. “A transição energética deveria ser acompanhada de uma transição digital e de eficiência administrativa, designadamente em instituições que são relevantes nesta matéria, como a DGEG. Temos dificuldades enormes ao nível dos recursos humanos, mas também ao nível dos procedimentos”, lamenta Salvador Malheiro. O PSD propõe um “portal único de licenciamento” para agilizar os processos que possa tirar partido da inteligência artificial.

Todos concordam que a transição energética é uma oportunidade de recuperação da economia com vantagens socioambientais. É também, sobretudo – e sem isso dificilmente teria sucesso – “uma enorme oportunidade de desenvolvimento económico, industrial e tecnológico para o nosso país”, frisou João Galamba.

O debate terminou com o tema da energia nuclear sobre a mesa. Esta é uma opção que a União Europeia trouxe para a praça pública enquanto possível opção limpa para catapultar a transição energética. Mas também aqui a opinião é unânime entre os quatro partidos representados. Nuclear? Não obrigado!

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IP investe 108 M€ em conservação da rede rodoviária

IP vai investir mais de 108 milhões de euros em Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional, abrangendo mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional. A empresa assinou em Maio os novos acordos para o triénio

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No início de maio de 2022 a Infraestruturas de Portugal consignou 18 contratos, no valor global de 108,5 milhões de euros, para a execução de trabalhos de Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional (RRN) que terão lugar ao longo dos próximos três anos. De acordo com a empresa estes contratos, um por cada distrito, “asseguram a realização de trabalhos regulares de manutenção nos mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional, que estão sob gestão directa da IP e têm por objectivo a promoção da manutenção e conservação de todos os elementos/componentes constituintes das Estradas objecto do contrato e Obras de Arte nelas integradas”.

Nestes contratos incluem-se todas as actividades rotineiras de conservação, tanto de carácter curativo como preventivo, de forma a oferecer aos utentes da rede melhores condições de conforto na circulação, agradabilidade de percursos nos itinerários percorridos, e maiores condições de segurança rodoviária.

A maior percentagem dos contratos continua a estar afecta à gestão de pavimentos, 38,2 milhões de euros, correspondendo a cerca 35%), 22, 9 milhões de euros serão afectos às actividades ambientais (21%), sendo que o investimento em conservação de pavimentos subiu cerca de 3% face ao triénio anterior.

Nos presentes contratos o investimento em actividades de Segurança mantém-se em cerca de 10,4%, enquanto as actividades de operação, fiscalização e assistência têm um acréscimo de 2% face ao anterior triénio, sendo agora a quarta actividade com maior investimento.

No âmbito destes contratos está prevista a execução de diversos tipos de trabalhos de manutenção, entre outros: reparação e beneficiação de pavimentos; reposição e adequação da sinalização horizontal e vertical; reparação e adequação de guardas de segurança e outros equipamentos de protecção; estabilização de taludes; conservação de vedações; tratamento dos sistemas de drenagem; limpeza das bermas e zonas adjacentes à faixa de rodagem; reparações e manutenção de obras de arte.

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Riportico fiscaliza restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha

A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal

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A Riportico Engenharia ganhou o contrato de fiscalização e coordenação de segurança da empreitada de consolidação e restauro das muralhas da antiga Fortaleza de Juromenha, nas margens do Alqueva, no Alandroal. A empreitada de fiscalização foi adjudicado pela câmara municipal do Alandroal.

A empreitada de consolidação e restauro das muralhas da Fortaleza de Juromenha envolve um investimento de cerca de cinco milhões de euros, e conta com financiamento do programa operacional regional Alentejo 2020. Prevê-se que a obra termine em Outubro de 2023.

Para além da consolidação e reforço estrutural dos paramentos, sobretudo nas zonas mais degradadas, está também prevista a reconstrução de diversos tipos de alvenaria, como pedra, tijolo e taipa. A fortificação acolhe no seu interior um conjunto de edificações em estado de ruína, com destaque para as igrejas da Misericórdia e Matriz, a cadeia e os antigos paços do concelho.

A Fortaleza de Juromenha está classificada como Imóvel de Interesse Público e, em Julho de 2019, foi integrada na segunda edição do Programa Revive, “que promove e agiliza os processos de reabilitação e valorização de património público devoluto, tornando-o apto para afectação a uma actividade económica com finalidade turística”. Segundo a Câmara Municipal de Alandroal, perspectiva-se que, após a conclusão da empreitada, a Fortaleza de Juromenha venha a ser afecta ao turismo e à criação de unidades hoteleiras, “com vista à geração de riqueza e postos de trabalho, transformando-se num polo turístico de referência nacional”.

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Arranca em Sines a construção do megacentro de dados

O projecto SINES 4.0 “será 100% verde e quando estiver terminado, em 2027, terá 495 MW de capacidade total, sendo composto por nove edifícios”, acrescentou

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A empresa responsável pelo megacentro de dados SINES 4.0 iniciou hoje a construção do primeiro dos nove edifícios do futuro campus, localizado em Sines (Setúbal), cuja conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2023.

Em comunicado, a empresa Start Campus revelou que o edifício NEST – New & Emerging Sustainable Technologies, que corresponde à primeira fase do projecto, terá “uma capacidade de 15 MW [megawatts]” e “representa um investimento de 130 milhões de euros”.

O edifício NEST é a primeira infraestrutura do SINES 4.0, localizado na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS) e que “será um dos maiores campus da Europa” de centros de dados, referiu o promotor.

O projecto SINES 4.0 “será 100% verde e quando estiver terminado, em 2027, terá 495 MW de capacidade total, sendo composto por nove edifícios”, acrescentou, no comunicado.

A Start Campus anunciou, em Abril do ano passado, a construção do megacentro de dados, num investimento global estimado em 3,5 mil milhões de euros. Além do edifício NEST, com 15MW, a concluir até ao primeiro trimestre de 2023, está ainda prevista a construção de “mais oito edifícios com 60 MW de capacidade cada”, indicou.

Segundo a Start Campus, apesar de ser um modelo mais pequeno dos restantes, “o primeiro edifício terá um total de 5 mil metros quadrados”, disponibilidade para “um a seis clientes”, com “seis salas de 2,5MW” e “contará com energia verde e refrigeração sustentável, além de serviços de suporte”.

Na primeira fase, segundo a empresa, serão criados entre 70 e 100 novos postos de trabalho directos em Sines, com “uma forte componente de funções altamente qualificadas, como engenheiros de telecomunicações, mecânicos e eletrotécnicos”, assim como 400 postos de trabalho indirectos. “Desde o ano passado, já foram investidos no projecto 20 milhões de euros”, um montante que representa “a primeira parcela” do investimento global estimado em 3,5 mil milhões de euros “até 2027”, acrescentou.

Para o director executivo da Start Campus, Afonso Salema, “o SINES 4.0 começa agora a ser implementado no terreno e isso é um marco importante” para o projecto, cujo investimento “responde a duas tendências” confirmadas “nos últimos anos: transformação digital e sustentabilidade”.

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Directores de obra e encarregados com forte procura e escassez de oferta

Um estudo elaborado pela consultora Michael Page permite constatar que o sector que tem sido profundamente afectado pela falta de mão de obra essencialmente técnica em funções mais operacionais, depara-se actualmente com a escassez de talento que se torna cada vez mais transversal às várias áreas

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A Michael Page, especialista em recrutamento especializado, acaba de publicar os resultados da análise “Como Atrair Talento no Sector de Engineering & Manufacturing”, segundo a qual o recrutamento das empresas no sector da construção e engenharia “está em alta”.

Falta de talento com tendência a aumentar
Segundo a consultora, a falta de talento no sector da construção, que se tem vindo a verificar nos últimos anos, tem tendência a aumentar e a generalizar-se a todas as áreas de engenharia directamente ligadas ao sector da Construção, nomeadamente, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica e Engenharia Electrotécnica. De acordo com o estudo, onde são abordadas as competências mais valorizadas, as soft skills relevantes e as estratégias mais adequadas para atrair talento num mercado com poucos profissionais especializados disponíveis, o sector que tem sido profundamente afectado pela falta de mão de obra essencialmente técnica em funções mais operacionais, depara-se actualmente com a escassez de talento que se torna cada vez mais transversal às várias áreas. A procura por profissionais qualificados para a área da Construção tem-se sentido, sobretudo, nas zonas urbanas de Lisboa e Porto.

As profissões mais procuradas, no segmento onde a Michael Page actua, são os directores de obra, encarregados gerais, preparadores e engenheiros orçamentistas para a construção. A intenção de contratação faz-se sentir também no sector imobiliário, sendo o perfil mais procurado o de project manager.

Guerra também dificulta
Apesar do dinamismo no recrutamento que se faz sentir, factores como a guerra na Ucrânia, o elevado aumento dos preços dos materiais e a crescente falta de mão de obra qualificada, poderão ter impacto significativo no sector. Para António Costa, senior associate manager da Michael Page , “os sectores da construção e imobiliário vivem nesta fase ainda momentos de alegria e saúde, contudo começam a surgir indicadores, principalmente devido à guerra na Ucrânia que impactam directamente estes negócios e que podem alterar completamente o panorama.

Os preços das matérias-primas continuam a aumentar significativamente, sendo praticamente impossível cumprir obras em construção com os valores previamente orçamentados. Por sua vez fica difícil para os promotores imobiliários assumirem directamente estes custos, sob pena do produto final ficar com valores insuportáveis para o mercado”. Também a Engenharia é uma área de forte procura por talento pelo mercado. De forma idêntica, a área de Engenharia Civil, em grande escala absorvida pelo sector de Property & Construction, tem-se mostrado resiliente, registando e mantendo níveis de actividade de recrutamento muito activos.

Perfis ‘em alta’
A procura de engenheiros com diferentes backgrounds académicos, como mecânica, química, gestão industrial, eletrotécnica, tem-se verificado sobretudo na indústria. Os perfis de Electrotecnia e áreas afectas à Energia são cada vez mais valorizados e procurados, dada a sua relevância, nomeadamente na conversão e transição energética, e no papel das energias renováveis em termos de investimento e recuperação económica para Portugal. “Num sector em que o talento é limitado, as empresas procuram profissionais com competências que acompanhem os processos operacionais tecnológicos em curso e que possam contribuir para a transformação e aumento dos resultados financeiros. Assim, são valorizados conhecimentos de metodologias lean, como Six Sigma Black Belt, desenvolvimento de novos produtos, realização de processos e gestão de múltiplos projectos, aliados a abordagens focadas no cliente, com elevado sentido de responsabilidade e atenção ao detalhe, que se destacam, entre as qualificações mais procuradas”, revelam os responsáveis da Michael Page. Ao nível das soft skills, as empresas valorizam a capacidade de comunicação (essencial para explicar informações técnicas), liderança, pensamento criativo, capacidade de influência e resolução de problemas, essenciais tanto no sector da Construção como de Engenharia. No entender de Joana Reis, senior consultant da Michael Page, “a área técnico-comercial, revela um aumento de procura por perfis cada vez especializados em produtos específicos.

O mercado valoriza o facto de os candidatos conseguirem aportar valor comercial e de negociação, mas também apoio técnico e consultivo aos clientes que gerem. Este aumento de procura de perfis cada vez mais técnicos e especializados, aliado ao mercado de trabalho com níveis relativamente baixos de desemprego, contribui para a escassez de candidatos”. O desafio de atrair profissionais que se faz sentir no mercado de trabalho no sector da construção e engenharia e o aumento da concorrência pelo talento, tem contribuído para importantes aumentos na remuneração salarial. Como indicação, na indústria, um director- geral pode auferir o salário máximo de 170 mil euros, se trabalhar em Lisboa, e a mesma função, na mesma zona geográfica, na área da Construção, até 110 mil euros brutos anuais.

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Prospectiva reconhecida pelo seu “Desempenho e Solidez Financeira” em 2020

Distinção da SCORING incidiu nas categorias Top10+ Sectores – Portugal 2021 e Top10+ Regiões – Portugal 2021 (Lisboa)

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A Prospectiva, empresa de consultoria em engenharia com mais de 40 anos de experiência no mercado, foi distinguida pela SCORING ao nível do seu ‘Desempenho, Solidez Financeira e Notação de Sustentabilidade’ em 2020, em duas categorias: Top10+ Sectores – Portugal 2021 e Top10+ Regiões – Portugal 2021 (Lisboa).

Segundo a SCORING, a Prospectiva apresenta “uma autonomia financeira alta em termos estruturais”. Também no curto prazo, “a liquidez geral é positiva”.

Tendo em conta todos os Índices avaliados pela SCORING, “a Prospectiva está inserida num grupo de empresas que apresentaram os 10 melhores valores de Qualidade Económica de Vendas (Índice de Desempenho e Solidez x Volume de Negócios) no ano de 2020, no total das regiões portuguesas e em Lisboa”, refere, ainda, a empresa de engenharia em comunicado.

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CH Consulting desenvolve projecto de RH no sector hidroeléctrico nos Camarões

A CH Business Consulting ganhou um contrato internacional nos Camarões, com uma intervenção na área de recursos humanos para o desenvolvimento do sector hidroeléctrico

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O projecto, no valor de 365 mil dólares, será financiado pelo Banco Mundial e promovido pelo Ministério da Água e Energia e terá a duração de 12 meses com o objectivo de definir a estratégia de planeamento e desenvolvimento de competências, no sector da energia hidroeléctrica nos Camarões para os próximos 20 anos.

Após a fase de diagnostico, o projecto irá incidir sobre a situação dos recursos humanos e focar-se na avaliação da cadeia de valor do ecossistema educativo, de qualificação e formação de forma a adequá-lo ao sector hidroeléctrico. Na fase seguinte será estudada a viabilidade do país avançar com projectos de investimento que conduzam à modernização de infraestruturas existentes para assegurar um aumento da capacidade produtiva do sector e uma estratégia de valorização dos recursos humanos.

“Este projecto terá um forte impacto na modernização no sector hidroeléctrico camaronês, bem como na própria reestruturação do sistema de ensino do país, dotando-o de uma oferta a nível formativo, mesmo ao nível universitário, alinhada com as reais necessidades do sector”, sublinha Miguel Peixoto, director técnico do projecto.

O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a Luxan Engineering, empresa local, e conta com a coordenação técnica do professor Carmona Rodrigues da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

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Efacec inaugura projecto de “maior central de energia solar” de Moçambique

O projecto com 121.500 módulos fotovoltaicos, localizado em Metoro, no Norte de Moçambique, permitirá uma capacidade de produção de 69 GWh por ano, garantindo o consumo de energia verde a mais de 140.000 pessoas

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O projecto com 121.500 módulos fotovoltaicos, localizado em Metoro, no Norte de Moçambique, permitirá uma capacidade de produção de 69 GWh por ano, garantindo o consumo de energia verde a mais de 140.000 pessoas, o que corresponde a cerca de 75% da população de Pemba, província de Cabo Delgado. Considerada a “maior central de energia solar de Moçambique”, a Efacec realizou o projecto de engenharia, fornecimento e construção, ficando também responsável pela operação e manutenção desta central, instalada numa área de cerca de 65 hectares.

Com a entrada em produção do central solar de Metoro, fica preenchido um dos pressupostos fundamentais para se acelerar o desenvolvimento desta região, com impacto directo na economia local, e na vida das populações, assim como a promoção do acesso à energia a 100% da população moçambicana.

“Com o desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis, a Efacec está há mais de 20 anos a promover o desenvolvimento da evolução energética do país. Agora reforça a sua posição com este projecto, que aumentará a capacidade de produção e diversificará as fontes de energia, aproveitando o elevado potencial do recurso da energia solar, muito consistente ao longo do território e estável durante o ano. Adicionalmente, é um projecto que evidencia a capacidade de execução da equipa Efacec, que demonstrou para lá das competências técnicas, uma resiliência física, social e humana que permitiu concretizar, com sucesso, este projecto, apesar das condições altamente inóspitas, como as que nos acompanharam ao longo do mesmo”, afirma Ângelo Ramalho, CEO da Efacec.

Neste projecto de interesse nacional, onde o apoio e a cooperação com a comunidade e autoridades locais foram uma prioridade desde o primeiro dia, foram criados mais de 400 postos de trabalho durante a etapa de construção. Os empregos locais representaram mais de 90% do total de trabalhadores, mantendo-se padrões extremamente elevados ao longo do período de construção.

A inauguração do projecto contou com a presença de Filipe Nyusi, presidente da República de Moçambique, acompanhado por Carlos Zacarias, ministro dos Recursos Minerais e Energia e Marcelino Gildo Alberto, presidente do Conselho de Administração da Eletricidade de Moçambique.

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Porto de Lisboa avança com aeródromo naval no Tejo

A infraestrutura irá nascer na zona do Mar da Palha e visa dar resposta à procura crescente por parte do sector do turismo. O processo de certificação já arrancou

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A Administração do Porto de Lisboa, APL, vai avançar com a construção de um aeródromo naval na zona do Mar da Palha, no rio Tejo. A certificação da infraestrutura, que visa dar resposta à procura crescente por parte do sector do turismo, arrancou no início de Abril. ”Ao longo dos anos temos vindo a receber manifestações de interesse de entidades privadas que pretendem realizar voos turísticos em hidroavião, dando a conhecer a cidade de Lisboa e arredores de uma forma diferente aos turistas”, justificou Ricardo Medeiros, administrador da APL. De acordo com o mesmo responsável “estamos a recriar, de certa forma, uma actividade que em tempos já aconteceu no rio Tejo, quer na Doca do Bom Sucesso quer na Doca dos Olivais”, sublinhou.

Esta infraestrutura será gerida pela APL e o processo de certificação envolverá um conjunto alargado de entidades como a ANAC, a CML, CPL, etc. O futuro aeródromo naval não terá qualquer barreira física, sendo apenas uma área de referência na zona do Mar da Palha. “Só haverá descolagem ou amaragem com boa visibilidade e espaço livre e suficiente para a operação em segurança”, assegura a entidade.

“Todas as operações de voo serão realizadas com planos de voo submetidos, aprovados e controlados pelas autoridades aeronáuticas. Quando o hidroavião amarar, comporta-se como qualquer embarcação respeitando as regras náuticas como as restantes embarcações, sem qualquer diferença ou conflito com a restante navegação marítima”.

Durante a fase de voo o controlo será responsabilidade das autoridades aeronáuticas e, na fase em que se desloque no espelho líquido, será a APL a controlar, à semelhança do que já faz com a restante navegação, mantendo-se as respectivas competências separadas.

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Tecnológica Cleanwatts promove conjunto de webinars

Objectivo passa por promover as CER e alargar rede de parceiros a Sul do País. As sessões, que se prolongam até Dezembro, decorrem na primeira segunda-feira de cada mês

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts, especialista em soluções digitais para o sector da energia e responsável pela implementação da primeira CER em Portugal, está a organizar uma série de webinars, aberta a todos os interessados, em formato online. As sessões, que se prolongam até Dezembro, decorrem na primeira segunda-feira de cada mês.

O objectivo dos webinars passa por abordar as potencialidades das CER em diversos contextos, como o turismo ou a indústria, as oportunidades de investimento que representam e o enquadramento legal existente. Além disso, será uma forma de prestar todo o apoio aos parceiros e interessados, por exemplo face a dificuldades enfrentadas na angariação de clientes ou com clientes já existentes.

“A construção de uma rede forte de parceiros, que nos ajudem a implementar Comunidades de Energia um pouco por todo o país, é um dos nossos grandes objectivos para este ano. É um projecto em curso, que já iniciámos o ano passado, com a angariação de vários parceiros, mas que pretendemos reforçar e trabalhar continuamente”, afirma Maria João Benquerença, gestora das CER da Cleanwatts, .

Com forte implementação a Norte do país, a empresa pretende com esta iniciativa alargar a rede de parceiros na região Sul. Os webinars, que se destinam a empresários, indústrias e autarquias, arrancam no próximo dia 4 de Abril, tendo como primeiro tema o sector da indústria agroalimentar.

Até ao final do ano, vão também estar em destaque os processos de licenciamento, empreendedorismo social, turismo sustentável ou as CER como projecto municipal para a descarbonização.

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Trabalhos de reforço estrutural na Ponte Rainha D. Amélia com investimento de 1,7 M€

A empreitada já iniciada visa a protecção das fundações e a reabilitação dos pilares da Ponte rodoviária entre o Cartaxo e Salvaterra de Magos

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Os trabalhos de reforço estrutural da Ponte Rainha D. Amélia, que liga os concelhos do Cartaxo e Salvaterra de Magos, no distrito de Santarém, já tiveram início. A intervenção promovida pela Infraestruturas de Portugal (IP), com um investimento de cerca de 1,7 milhão de euros e com um prazo de execução de 270 dias, visa “reforçar as condições de integridade dos pilares da ponte e a protecção das suas fundações contra os efeitos da erosão provocada pela corrente do rio Tejo”.

Os trabalhos a executar foram definidos após os resultados da inspecção subaquática, o levantamento batimétrico e o Estudo Hidrológico e Hidráulico realizado no trecho do rio Tejo onde se insere a ponte.

A empreitada consistirá na limpeza das superfícies dos pilares e encontros, na selagem das juntas entre pedras de alvenaria dos pilares e encontros, com o refechamento com uma argamassa à base de cal hidráulica natural e inertes, na protecção da base dos pilares, através do encamisamento adicional da base dos pilares com recurso a cofragens metálicas e microbetão submerso e na substituição dos aparelhos de apoio sobre o pilar P13 e encontro E2.

A ponte Rainha D. Amélia foi construída em 1903 e tem uma extensão total de 840 metros. Actualmente a sua gestão está protocolada entre a IP e as autarquias do Cartaxo e de Salvaterra de Magos, assumindo os municípios as responsabilidades globais de manutenção geral da estrutura metálica e de vigilância permanente e rigorosa sobre o comportamento das fundações.

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