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    Homing Group expande área de negócio em Portugal

    Com duas lojas físicas, uma no Largo do Rato e outra na Avenida Duque d’Avila, em Lisboa, o Grupo vai agora trabalhar também em Cascais, Sintra, Loures e Oeiras

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    A Homing Group, empresa especializada em Alojamento Local e Mediação Imobiliária, vai expandir a sua área de negócio em Lisboa. Actualmente presentes no centro de Lisboa com duas lojas físicas, uma no Largo do Rato e outra na Avenida Duque d’Avila, o grupo vai agora trabalhar também em Cascais, Sintra, Loures e Oeiras.

    Esta expansão vem reforçar o crescimento contínuo do grupo que, num ano marcado pela pandemia em Portugal, conseguiu atingir taxas de ocupação de 89%, sendo os meses de Novembro, Outubro e Setembro os que registaram uma taxa mais elevada, com os valores de 89%, 88% e 84%, respectivamente.

    Segundo João Bolou Vieira, CEO do Grupo Homing, o objectivo passa por “rentabilizar a rede de contactos” e com este crescimento “conseguir atender ainda mais às necessidades dos nossos clientes e manter o nosso foco na estratégia de proximidade e de crescimento do grupo”.

    A Homing iniciou a sua actividade em 2016 e ampliou a operação de Alojamento Local ao Porto e Algarve com duas lojas em 2019. Agora, com esta nova expansão, o grupo irá alargar o seu serviço de gestão total a todos os proprietários de Sintra, Oeiras, Loures e Cascais, com uma presença física no local, reforçando assim a proximidade com a área.

    Através do sistema de parceria, “pretende que os proprietários possam usufruam das múltiplas vantagens de trabalhar com a Homing, desde softwares de optimização de receitas, à estrutura própria de limpezas, de lavandaria e de manutenção” e com isso, “aumentar os rendimentos dos proprietários, sem preocupações e com a vantagem do proprietário utilizar a casa para uso pessoal como férias ou viagens de trabalho”.

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    Sun Cliffs Resort, em Lagos

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    Sotheby’s International Realty antecipa mercado imobiliário de luxo “mais vibrante” com descida das taxas de juro

    Seguindo a tendência internacional, também em Portiugal “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson, CEO em Portugal da consultora

    No Luxury Report Intercalar, o primeiro da Sotheby’s International Realty, a consultora imobiliária antevê uma segunda metade de 2024 mais vibrante no segmento de luxo perante o início da descida das taxas a nível global.

    “Quando divulgámos o Luxury Outlook 2024 em Janeiro, havia uma expectativa de que haveria várias reduções das taxas de juros nos EUA em 2024, com base em indicações dadas pela Reserva Federal dos EUA (Fed). A descida dos juros poderia desbloquear o stock de imóveis, porque taxas mais baixas tornariam os pagamentos mensais das hipotecas mais acessíveis, permitindo o regresso ao mercado de potenciais compradores”, lembra Bradley Nelson, chief marketing officer da Sotheby’s International Realty.

    No momento em que é revelado o Luxury Report Intercalar, pensado para oferecer perspectivas mais dinâmicas sobre a evolução do mercado imobiliário de luxo, as taxas ainda não desceram nos EUA, “mas isso não quer dizer que o mercado imobiliário de luxo estagnou”, acrescenta. A expectativa é de que a Fed possa começar a descer os juros até ao final do ano, acompanhando um movimento que já se regista noutras geografias como é o caso da Zona Euro onde o Banco Central Europeu anunciou em Junho um primeiro corte.

    Os juros elevados impactaram nas transacções, reduzindo o número de operações e, consequentemente, os valores dos imóveis, em geral. Na Europa, assistiu-se a um ligeiro alívio nos preços, de 0,3% na Zona Euro e de 1,1% na União Europeia em 2023, variações que englobam as quebras de 7,1% na Alemanha, fruto do abrandamento económico, mas também subidas em economias que continuaram a apresentar ritmos de crescimento mais elevados, casos da Bulgária (10,1%), Croácia (9,5%), Lituânia (8,3%), Polónia (13%), e Portugal (7,78%).

    Com a descida de juros no horizonte, “poderemos assistir a uma recuperação na procura por imóveis, tanto por parte das famílias como por parte dos investidores, ambos sensíveis aos ciclos de política monetária”, refere Miguel Poisson. “Esta recuperação do lado da procura registar-se-á num contexto que é ainda de reduzida oferta, o que tenderá a traduzir-se em preços mais elevados no imobiliário residencial como um todo”, acrescenta o CEO da Portugal Sotheby’s International Realty. “O segmento de luxo tenderá a destacar-se, antecipando-se por isso um mercado mais vibrante nos próximos meses”, conclui.

    O J.P. Morgan Private Bank aconselhou, ainda em Abril, os seus clientes a investirem no imobiliário de luxo. “Agora é um bom momento para comprar uma casa de luxo”, escreveu o banco de investimento, antecipando a mudança de paradigma. Uma perspectiva corroborada por muitos dos mais de 26 mil especialistas da Sotheby’s International Realty, espalhados por 1.100 escritórios em 83 países e territórios. Em Portugal, a Portugal Sotheby’s International Realty tem 10 escritórios.

    “O momento [para comprar uma casa de luxo] é agora se estiver a olhar para o longo prazo”, diz Sam Jenkins, vice-presidente de Vendas na Jameson Sotheby’s International Realty, em Chicago, Illinois, nos EUA. “Na próxima Primavera poderá ser novamente um frenesim, com múltiplas ofertas e muitos compradores à espera”, acrescenta no Luxury Report Intercalar.

    Esta perspectiva é válida para imóveis em cidades como Nova Iorque, Londres ou Paris, metrópoles que atraem compradores de todo o mundo, mas é também cada vez mais para outras cidades de menor dimensão que assistiram a uma forte procura durante a pandemia de Covid-19.

    “As preferências dos compradores evoluíram, e continuamos a assistir à procura por casas com espaço ao ar livre, ginásios e espaços próprios para escritórios. A flexibilidade oferecida pelo trabalho remoto e híbrido permitiu que os compradores encontrassem um melhor equilíbrio entre trabalho e estilo de vida”, nota o presidente e CEO da Sotheby’s International Realty, Philip A. White Jr..

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    Native Townhouses

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    Belas Clube de Campo faz balanço “muito positivo” da comercialização do Native

    Das 80 unidades lançadas no último ano, 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion foram já comercializados, assim como metade das unidades do Native Townhouses

    O Native, o novo projecto imobiliário no Belas Clube de Campo, completa um ano desde o seu lançamento e tem registado resultados que “atestam o sucesso” do projecto, com as vendas do primeiro semestre de 2024 a duplicarem face ao período homólogo.

    No espaço de um ano foram lançadas 80 novas unidades relativas aos três edifícios do empreendimento. Destas foram já comercializados 60% dos apartamentos correspondentes ao Native Soul e Native Orion.

    Já as Native Townhouses também mostraram um grande dinamismo, com 50% das unidades comercializadas em apenas um mês e meio.

    O Native prevê um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, um projecto voltado para o publico nacional, que representa já mais de 50% das nacionalidades.

    “Um ano após o lançamento do Native, o balanço é muito positivo. Este é um projecto único com uma forte aposta pela arquitcetura, trazendo grandes nomes para o projecto como o arquitecto Miguel Saraiva e o arquitecto Eduardo Capinha Lopes. O objectivo é desenvolver uma oferta diferenciadora, de grande qualidade, destinada essencialmente a famílias nacionais, e que integre todos os serviços essenciais, numa localização privilegiada a apenas 15 minutos do centro de Lisboa” refere Joana Rodrigues Farinha, directora Geral Belas Clube de Campo/Native.

    O Native Orion, com assinatura do arquitecto Capinha Lopes, representa um investimento de 14 milhões de euros, estando a obra a cargo da Casais. Já as Native Soul e Native Townhouses conta com a assinatura do atelier de Miguel Saraiva.

    Além destas unidades, estão ainda em pipeline um total de mais 150 novas casas, incluindo um Hub com piscina, espaço de co-working, co-kitchen, kids club, ginásio, entre outros.

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    WellBe (Parque das Nações)

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    Mercado de escritórios em “franca” recuperação

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto

    De acordo com os dados do primeiro semestre de 2024, divulgado pela consultora Cushman & Wakefield (C&W), os escritórios apresentam uma “franca” recuperação do sector, quando comparado com o período homólogo do ano passado.

    Com um aumento “assinalável” no take-up, tanto em Lisboa como no Porto,  esta evolução foi influenciada pela conclusão de grandes transacções, com os três principais negócios a representarem metade do volume total de Lisboa e um terço no Porto, demonstrando que a dinâmica do mercado está dependente da disponibilidade de áreas significativas em edifícios de qualidade.

    Este indicador, que analisa o volume de área tomada num determinado período é, no primeiro semestre do ano, de 122.600 metros quadrados (m2) para Lisboa, ultrapassando o volume total de todo o ano de 2023 (112.500 (m2) em 9%. Já na cidade do Porto, foram transaccionados 28.400 m2, um aumento homólogo de 13%.

    Segundo Pedro Salema Garção, partner e head of Offices da Cushman & Wakefield Portugal, a “procura por grandes áreas de escritórios permanece activa”, havendo a convicção de que “a introdução de novos edifícios de alta qualidade será fundamental para dinamizar o mercado”.

    Quanto a projecções, e face ao robusto pipeline de negócios em curso, a consultora estima um volume de ocupação a rondar os 200 mil m2 até ao final do ano em Lisboa, enquanto no Porto se prevê aproximadamente 65 mil m2, estimando-se que a renda prime registe uma ligeira subida no Porto, para os €20/m²/mês, estabilizando em Lisboa, nos €28/m²/mês.

    Em relação à actividade da Cushman & Wakefield, a consultora esteve envolvida nas maiores transações dos mercados de Lisboa e Porto do primeiro semestre, nomeadamente a compra (para ocupação própria) pela Caixa Geral de Depósitos do edifício WellBe na capital e o arrendamento da totalidade do Matosinhos Office Center por uma entidade que se mantém confidencial, na cidade Invicta.

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    Nolon comercializa empreendimento Canidelo Residences

    O empreendimento de luxo, composto por seis moradias, conta com a assinatura do gabinete de arquitectura UrbanCore e tem a sua conclusão prevista para o final de 2025

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    A Nolon, marca imobiliária do grupo Finsolutia, está a comercializar o empreendimento Canidelo Residences, formado por seis moradias premium V4 no coração de Canidelo, em Vila Nova de Gaia. Este projecto residencial, com conclusão prevista para o final de 2025, destaca-se como um exemplo de requalificação urbana, respeitando o património cultural da zona envolvente e todas as regulamentações urbanísticas.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura UrbanCore, o design foi pensado ao pormenor para maximizar a relação entre os espaços interiores e o exterior. Foram criados dois logradouros, sendo o primeiro voltado para a via pública e o segundo na zona posterior, destinado ao uso privativo dos moradores.

    O Canidelo Residences é marcado pela sua imagem contemporânea sóbria e design sofisticado, características que se traduzem em espaços amplos no interior e acabamentos de excelência, com vista para o mar e rio Douro.

    Com áreas brutas de construção que variam entre os 319 me e 339 m2, estas moradias de luxo situam-se a uma distância de apenas 5 minutos da Praia de Lavadores, da Reserva Natural do Estuário do Douro e da Douro Marina.
    Neste empreendimento de luxo, as seis moradias, dispostas duas-a-duas em terrenos independentes entre os 288 m2 e os 450 m2, conjugam, assim, a melhor orientação solar e a paisagem envolvente.

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    limehome entra em Portugal e quer chegar às 500 unidades no Porto

    A actividade em Portugal arranca com 48 apartamentos, no Porto e em Évora, mas o objectivo é alcançar rapidamente as 500 unidades no Porto e expandir para o resto do país. No primeiro trimestre do ano a carteira europeia da operadora de apartamentos turísticos ascendeu a 800 unidades

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    A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua actividade em Portugal com cinco propriedades no Porto e em Évora, numa oferta total de 48 apartamentos. “Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto. Prosseguimos o ambicioso objectivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome em Portugal e Espanha. “Com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.”, sublinhou o responsável.

    No Porto uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A renovação do edifício foi meticulosamente coordenada para manter elementos arquitectónicos distintivos, como tectos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo. A Limehome está, também, na Rua Conceição 55, com um total de 17 apartamentos.

    A sul estão contratadas três novas propriedades em Évora, num total de 23 unidades. Dois destes projectos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos.

    A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de Março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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    “Food Halls”: tendência mantém-se firme em toda a Europa

    Relatório da Cushman & Wakefield destaca o crescimento do subsector de Alimentação e Bebidas e a expansão que os mercados de restauração (“food halls”) estão a ter um pouco por toda a Europa, Portugal incluído 

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    O número de mercados de restauração (food halls, no seu termo em inglês) na Europa aumentou quase 50% nos últimos sete anos, estando actualmente abertos 133 espaços deste género e pelo menos nove deverão abrir em breve, de acordo com o último relatório da Cushman & Wakefield (C&W) sobre os Food Halls na Europa

    O total actual representa um aumento em relação aos 90 espaços abertos ou em desenvolvimento em 2017, altura em que a empresa de serviços imobiliários, que prestou consultoria em mais de 1100 negócios no sector da alimentação e bebidas (F&B) na Europa nos últimos três anos, produziu pela primeira vez o seu estudo aprofundado sobre o subsector. Na altura, os mercados de restauração, que ofereciam comida e bebida autênticas, diversificadas e preparadas na hora, num ambiente comum, estavam a ganhar popularidade junto de uma geração mais jovem que procurava experiências únicas e esperava-se que o crescimento continuasse.

    Apesar dos confinamentos provocados pela pandemia e dos aumentos de custos imprevistos que obrigaram ao encerramento de alguns food halls, a tendência geral tem sido a adaptabilidade e o crescimento. O conceito tem vindo a ganhar força no Reino Unido e em França, onde 42 e 20 food halls, respectivamente, estão abertos/previstos, e entrou em novos países, incluindo a Bélgica (4), a República Checa e a Irlanda.

    Com algumas excepções, em que os proprietários lidam directamente com os comerciantes de produtos alimentares, a maioria dos food halls envolvem um operador que arrenda o espaço a um proprietário, normalmente por 10-15 anos. O operador é então responsável: pelo arrendamento aos comerciantes de produtos alimentares; pelos espaços de bar, de convívio e de lazer; pelos serviços de gestão, como a segurança e a limpeza; e pela criação da identidade do food hall. Para além disso, existem numa grande variedade de tamanhos – de 300 m2 a 10.000 m2 – e localizações.

    Catherine Stevenson, da equipa EMEA Cross Border Retail & Leisure da Cushman & Wakefield e coautora do relatório, afirmou: “Um food hall de sucesso é, naturalmente, aquele em que a qualidade da comida é uma prioridade. Os melhores aproveitam também as características únicas da história, da arquitectura e da cultura do seu local. Esta autenticidade transforma uma área de restauração de um local num ponto de referência, atraindo visitantes e desempenhando um papel fundamental na construção de um local. Isto é mais evidente no Time Out Market Lisboa, que se tornou uma das atracções mais populares e frequentemente visitadas em Portugal, transcendendo o seu papel de local para comer para um destino internacionalmente significativo que atrai visitantes de todo o mundo.”

    O relatório destaca vários temas-chave que a Cushman & Wakefield espera que influenciem o crescimento dos mercados de restauração nos próximos anos. Entre estes o crescimento do modelos multiusos, com oferta diversificada de actividades culturais, eventos ou actividades empresariais, novos formatos “é provável que estes formatos incluam locais de centros de transporte, oferecendo uma maior escolha e experiência aos viajantes, e versões mais pequenas em locais de bairro. A localização é fundamental, sendo necessária uma afluência suficiente de pessoas para apoiar as refeições durante todo o dia, sete dias por semana”, refere a consultora. A reconversão de uma antiga estação ferroviária em Nice que foi transformada num pavilhão alimentar com 2 400 m2 é um exemplo de reaproveitamento de edifícios. O efeito “regenerador” destes projectos é a terceira tendência identificada pela Cushman & Wakefield que dá ainda como exemplo o Cambridge Street Collective que inaugurou recentemente em Sheffield como o maior food hall construído para o efeito na Europa, com 2 500 m2, no âmbito de um projecto financiado pela autarquia e centrado na comunidade da cidade.

    “Os mercados de restauração continuam a ser o melhor local para se ir sem fazer reserva, com a garantia de qualidade e diversidade. Embora a comida continue a ser o centro das atenções, existe um interesse crescente nestes espaços como um destino de lazer para clientes de várias nacionalidades. Com o aumento dos custos, os mercados de restauração / food halls evoluíram para se tornarem centros sociais, fomentando um ambiente que incentiva o convívio e conexões significativas”, sublinha Sandra Belo, Associate de Retalho na Cushman & Wakefield, Portugal.

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    Lumare

    Imobiliário

    Fercopor lança segundo projecto de luxo em Vilamoura

    O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos, com tipologias de T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira, do Studio JV

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    Menos de um ano depois do lançamento do projeto Serenity, a promotora imobiliária Fercopor reforça a aposta em Vilamoura no segmento da habitação de luxo. O novo empreendimento Lumare conta com 62 apartamentos T1 a T4 Penthouse, com assinatura do arquitecto João Vieira. No conjunto dos dois empreendimentos, a promotora prevê um investimento de 100 milhões de euros.

    “O mercado imobiliário do Algarve sempre foi dinâmico, mas sente-se uma crescente procura nacional e internacional por projectos de habitação, em que os critérios são diferentes, como o conforto ou a dimensão das áreas. Por isso, a nossa aposta tem sido de criar empreendimentos para quem procura residir ou passar longas temporadas nesta região, um perfil diferenciado no Algarve e em que vemos enorme potencial de crescimento”, afirma Mário Almeida, administrador da Fercopor.

    O novo projecto contempla quatro edifícios, onde se destacam as seis penthouses (duas T4 e quatro T3). Identificadas como Sky Residences, todas têm um amplo terraço e piscina com vista para o mar, em áreas exteriores que chegam aos 358 metros quadrados (m2). Os interiores são também os maiores de todo o empreendimento, chegando aos 195 m2.

    O projecto conta ainda com outros dois conceitos de habitação distintos: as Garden Residences, com jardins privativos no apartamento e as Essence Residences, que reforçam a tónica na dimensão dos espaços interiores e exteriores.

    Em comum, todas as fracções seguem características consideradas “chave” no perfil de habitação desenvolvido pela Fercopor em todos os seus projectos: áreas generosas, acabamentos de qualidade superior e ainda uma forte ligação entre o interior e exterior, que ganhou especial relevância numa região onde o sol e o mar marcam a paisagem.

    “A disposição em diferentes layers proporciona uma variedade de espaços, como terraços e saliências, oferecendo diversas experiências de luz e sombra, garantindo áreas tanto de privacidade quanto de exposição e vista”, explica o João Vieira, responsável pelo projecto.

    “Como resultado, as variações nas tipologias dos apartamentos em cada piso conferem ao edifício uma identidade única”, acrescenta o responsável do Studio JV, que fez valer neste projecto a sua experiência de mais de 20 anos e com projectos na Europa, América do Norte e América do Sul.

    Todas as fracções têm igualmente acesso exclusivo a um leque de comodidades, incluindo sala de massagem, sauna, ginásio e lounge. Do total de 7.794 m2 de terreno, mais de 30% são dedicados a espaços verdes do condomínio, onde se destaca o jardim central com piscina exterior que unifica todos os edifícios.

    O desenvolvimento do Lumare envolveu, por isso, um cuidadoso trabalho de arquitetura paisagista, a cargo do portuense Oh!Land Studio, que assumiu como prioridade a diversidade ecológica e climática, traduzida através da vegetação.

    Ainda este ano, a Fercopor prevê lançar mais dois novos projectos no Norte do Pais: um na Avenida da Boavista, junto ao Parque da Cidade do Porto, e outro em Vila do Conde. Actualmente, encontra-se em fase de construção dos empreendimentos Enlight, Pure e Prisma, na Boavista e o projecto Casa Verde, em Vila do Conde.

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    Bellevue

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    RE Capital inicia comercialização do Bellevue em Cascais

    Promovido pela RE Capital e pelo Grupo Santo, o Bellevue tem conclusão prevista para o primeiro semestre de 2026

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    A empresa RE Capital anuncia o início da comercialização do projecto residencial de luxo Bellevue, em Cascais. O projecto, promovido pela RE Capital e pelo Grupo Santo, entrou já na fase de construção, tendo conclusão prevista para o primeiro semestre de 2026. Com um investimento estimado de 27 milhões de euros, o Bellevue contará com 14 apartamentos.

    Com um traço cosmopolita, o Bellevue já é o segundo projecto da RE Capital com assinatura de arquitectura do atelier ARX Portugal – Arquitectos, que encontrou aqui a oportunidade de criar um condomínio exclusivo de raiz numa localização única. “Inspirado pela vista para o oceano e iluminado por uma exposição solar única, o empreendimento beneficia ainda da localização numa zona residencial seleccionada, composta maioritariamente por condomínios com parque privativo e algumas moradias isoladas com jardins privativos”, indicam os arquitectos.

    Também ao nível de design de interiores, o Bellevue trará a este condomínio de luxo uma “visão sofisticada e exclusive” do espaço como refere Nicola Vaughan Scott, head of Interior Design da RE Capital. “De destacar os acabamentos de máxima qualidade e elementos de design premium como por exemplo as cozinhas profundamente pensadas ao detalhe com assinatura da Poliform, o projecto de iluminação desenhado exclusivamente para o empreendimento, permitindo a melhor dinâmica de iluminação em cada espaço dos apartamentos ou a exaustiva e cuidadosa selecção de materiais e acabamentos, resultando numa harmoniosa relação entre elementos, materialidades e cor”, refere.

    O projecto oferece três conceitos distintos de apartamentos: Garden, Terrace e Penthouse, distribuídos por dois blocos de sete apartamentos cada um, com tipologias que variam do T2 ao T4, com áreas privativas interiores entre 147 metros quadrados (m2)  a 230m2 e todos com “amplas” varandas. Além disso, cada edifício reserva, ainda, os dois últimos pisos para uma magnifica Penthouse, em tipologias T3 duplex e T4 duplex (com áreas totais entre 486 m2 e 604 m2), onde se destaca a vista panorâmica de mar, rooftop e piscina privativos, bem como diversas zonas exteriores com amplos terraços.

    Todos os quartos do Bellevue são em suite para um maior conforto e, no espaço exterior, os residentes dispõem de uma piscina panorâmica e de um jardim de condomínio com a melhor exposição solar. Está também equipado com um ginásio, sauna e salas de massagens exclusivas do condomínio, bem como uma sala multifuncional que beneficia de apoio para food & beverage. O pack de serviços de condomínio propõe ainda Segurança 24/7 e serviço de Concierge a la carte.

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    Avenue investe 150 M€ em novo projecto no Porto

    Com traço da OODA, este condomínio privado distingue-se pelas suas soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade. A comercialização está a cargo, em-exclusividade pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa

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    Com um investimento de 150 milhões, o Fernão Magalhães 127 conta com aproximadamente 49 mil metros quadrados (m2) de área residencial, comercial e de escritórios, e vem contribuir para a revitalização de uma zona nobre da Invicta. Os espaços já estão a ser comercializados, em co-exclusivo pelas consultoras JLL, Luximos Christie’s e Savills/Predibisa.

    Este novo condomínio privado, promovido pela Avenue, distingue-se pela implementação de soluções inovadoras, que unem tecnologia e sustentabilidade.

    “É um projecto” mixed use”, com principal foco na habitação, que vai não apenas requalificar uma importante área urbana, mas também reforçar o investimento da Avenue no Porto. É um empreendimento que reflecte o nosso compromisso com a cidade e com o bem-estar da comunidade local”, afirma Aniceto Viegas, CEO da AVENUE.

    O projecto residencial conta com 334 apartamentos, com tipologias T0 a T3+1, distribuídos por quatro edifícios autónomos entre si e com entradas independentes.

    Os apartamentos, com áreas entre os 35m2 e os 144m2, foram concebidos pela OODA. Cada espaço privilegia a elegância, o conforto e a maximização das tipologias, tornando-as verdadeiramente funcionais. Nos pisos superiores, as varandas e os terraços do Fernão Magalhães 127, têm uma vista desafogada 360º: mar, rio, serra e cidade.

    Os acabamentos, materiais e equipamentos são de qualidade superior, com destaque para marcas nacionais e para a eficiência ambiental, energética e ambiental.

    Está prevista a instalação de painéis fotovoltaicos para a produção de energia eléctrica e todos os apartamentos têm estacionamento privativo coberto, com pré-instalação para carregamento de veículos elétricos e parqueamento de bicicletas.

    Além de estar dotado de soluções técnicas que facilitam o dia a dia dos seus residentes, desde os acessos às instalações, à gestão dos equipamentos dentro de casa, o empreendimento está preparado para responder de forma activa aos desafios no âmbito da sustentabilidade ao integrar a certificação AQUA+ para todas as fracções, certificação energética A e a certificação Wired Score para uma conectividade digital mais rápida.

    O Fernão Magalhães 127 dispõe, ainda, zonas de co-working; espaços verdes com jardins e hortas urbanas, ginásio, pista de corrida, campo de Padel, sala de jogos e uma sala de condomínio e eventos.

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    Construção do empreendimento SAMA acelera

    Promovido pela TAN Investments, o SAMA deverá estar concluído dentro de um ano. Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o empreendimento é composto por 16 villas e o projecto de arquitectura tem a assinatura do atelier CHP Arquitectos

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    No Verão de 2025 o empreendimento turístico SAMA deverá ficar concluído, mas nos próximos meses de Agosto e Setembro já será possível ver a estrutura pronta em todas as 16 moradias e no edifício de recepção que compõem este  boutique resort localizado na região da Comporta.

    Com obra a cargo da empresa FCC Construcción, todas as moradias encontram-se actualmente com a estrutura subterrânea executada e mais de 80% das unidades têm a estrutura acima do solo em fase de execução. “A um ano do fim da construção, estamos focados em garantir um ritmo acelerado e contínuo na obra, com os trabalhos a decorrerem em diferentes fases na totalidade das moradias”, assegura a TAN Investments, promotora do empreendimento.

    Inserido numa área com mais de 86 000 metros quadrados (m²), o SAMA está a ser comercializado pela Athena Advisers. É composto por 16 villas de dois a cinco quartos com uma área bruta de construção acima do solo entre os 200 e os 500 m². Cada moradia inclui terraços panorâmicos sobre a paisagem envolvente e generosas áreas exteriores com piscina, privilegiando a privacidade e tranquilidade dos seus residentes. Os preços das propriedades oscilam entre 1,8 milhões de euros e 5,5 milhões de euros.

    Os futuros proprietários, que adquirem as moradias totalmente mobiladas e equipadas, têm ainda a possibilidade de operar a sua villa no mercado turístico com a equipa profissional de gestão hoteleira do SAMA, usufruindo ainda de todos os serviços do empreendimento.

    O resort inclui ainda uma recepção com o mesmo design das moradias, criada para oferecer serviços de concierge, uma área de refeições, bar e espaços exteriores para o convívio entre vizinhos e hóspedes.

    “Num destino que continua a ser dos mais procurados para a compra de propriedades em Portugal e onde o turismo continua a crescer, é com muito entusiasmo que vemos um dos projectos turísticos mais excepcionais da Comporta a avançar desta forma”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers Portugal. “Muitos clientes procuram propriedades prontas ou em construção e testemunhar este dinamismo dá uma segurança adicional aos investidores, sobretudo num produto com as características do SAMA, onde o retorno será potenciado por uma equipa de gestão hoteleira para operar as propriedades. Estamos, por isso, confiantes que o Verão vai trazer muito dinamismo às vendas na Comporta”.

    Arquitectura integrada na natureza

    Da autoria de Álvaro Manso, o projecto de arquitectura paisagista foi pensado para garantir a integração total das villas no ambiente natural, promovendo o bem-estar e a privacidade dos futuros residentes e hóspedes, que beneficiam de amplos espaços ao ar livre em conexão com a natureza. O projecto adopta ainda práticas sustentáveis, nomeadamente o uso eficiente de água.

    A arquitectura do resort, assinada pelo atelier CHP Arquitectos, é inspirada no estilo árabe, onde sobressaem fachadas em tons de terra e areia e interiores amplos de configuração simples. As grandes portas e janelas em vidro potenciam a entrada de luz natural e prolongam os espaços interiores para o exterior.

    Ainda que a privacidade da localização seja um privilégio do SAMA – situado entre a Comporta e Melides – a acessibilidade aos serviços e lazer da região é outro dos seus pontos fortes. A praia mais próxima, a do Carvalhal, fica apenas a 10 minutos de carro, o campo de golfe de Tróia está a meia hora e o centro da Comporta e de Grândola encontra-se a 17 minutos de condução.

    O empreendimento turístico goza ainda de todas as vantagens reconhecidas a este popular destino da costa alentejana a pouco mais de uma hora a sul de Lisboa: praias de extensos areais, dunas, arrozais, paisagens de pinheiros mansos e gastronomia de sabor alentejano servida nos inúmeros restaurantes da região.

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