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Proptech Tiko chega a Setúbal

Segundo a Tiko, o mercado imobiliário em Setúbal é muito atractivo, com cerca de 20.000 transacções por ano, o que se traduz em mais de 2 mil milhões de euros por ano

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Depois do êxito de Lisboa, a Tiko, a inovadora proptech, que oferece uma forma mais rápida e cómoda de vender ou comprar uma casa, chega à cidade de Setúbal.

Os proprietários nesta cidade podem agora receber uma oferta de compra em apenas 24 horas, bastando para isso o preenchimento de um pequeno formulário online. Para além de comprar a casa em apenas sete dias, a Tiko fornece serviços como apoio hipotecário, diferentes tipos de seguros, mudança, serviços de renovação, entre muitos outros.

Em Setúbal, o tempo médio para vender um imóvel é de seis meses. Graças ao seu modelo de negócio inovador e tecnologia avançada, a Tiko pode fazer ofertas de compra em tempo recorde, 24 horas, e sem necessidade de visitar a casa, reduzindo o tempo necessário para vender um imóvel.

Segundo . Desde que chegámos a Portugal, recebemos mais de 100 pedidos de ofertas de compra com sede em Setúbal, que não nos foi possível satisfazer por não estarmos operacionais”, explica Sina Afra, CEO da Tiko, que diz que a Proptech vai mudar este cenário e tornar a venda de uma casa nesta cidade rápida, transparente e sem problemas.

A Tiko iniciou a sua actividade em Portugal no quarto trimestre de 2021 e tem sentido um grande interesse por parte dos consumidores. De facto, no primeiro mês de 2022, conseguiu obter 10% das transacções imobiliárias em Lisboa através do seu modelo de negócio. A procura e o interesse dos consumidores fora da área levou o primeiro iBuyer internacional a operar no mercado português a acelerar o seu plano de crescimento e a trazer o seu modelo de compra e venda de casa para Setúbal.

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Análise: “2023 deverá manter actividade em níveis dos últimos cinco anos”
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Análise: “2023 deverá manter actividade em níveis dos últimos cinco anos”

De acordo com o estudo anual Market 360º, da JLL, apesar dos desafios económicos que se vivem, 2023 será “um ano dinâmico para o imobiliário português”. Falta de oferta continua a ser uma das principais preocupações do sector

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A consultora imobiliária JLL prevê “um ano dinâmico” para o imobiliário nacional, em linha com os ritmos médios de absorção, ocupação, investimento e valores dos últimos cinco anos, especialmente nos escritórios e na habitação. No balanço apresentado esta quinta-feira, dia 19 de Janeiro, no seu estudo anual Market 360º, a empresa deu conta, ainda, do total de mais de 100 milhões de euros de facturados em 2022, o que representou um crescimento de 7% face a 2021.

“A solidez já mostrada pelos indicadores do mercado em contexto de incerteza, a consolidação de Portugal como destino imobiliário internacional e o desequilíbrio entre a procura forte e a oferta reduzida sustentam as expectativas da consultora num ano de incerteza e desafios macroeconómicos”, indica o estudo.

A JLL antecipa um natural abrandamento na dinâmica da procura quer para ocupação quer para investimento face ao ano passado, pela dupla circunstância de enfrentar um agravamento das condições económicas e comparar-se com níveis recorde de atividade. Contudo, não antecipa quebras disruptivas em termos de montantes transacionados e absorção, prevendo ainda que os preços e as rendas possam manter uma trajetória positiva, mas mais suave. A baixa capacidade de reposição da oferta, que se mantém escassa em todos os segmentos, é uma das explicações para este comportamento.

Recorde-se que o ano 2022 estabeleceu novos recordes na transacção de habitação, com vendas estimadas de 31 mil milhões de euros, e no investimento em imobiliário comercial*, cujo volume ultrapassou a barreira inédita dos 3.400 milhões de euros.

O volume de absorção, também,, tocou novos máximos, atingindo-se a ocupação de 272 mil m2 de escritórios em Lisboa, acima do anterior máximo histórico registado em 2008. Os preços da habitação intensificaram a trajectória de crescimento ao longo do ano e as rendas quer da habitação quer dos imóveis não residenciais, incluindo escritórios, logística e retalho, exibiram igualmente uma tendência positiva.

Pedro Lancastre, ceo da JLL, declara que “encaramos 2023 com bons olhos, pois o imobiliário nacional já deu provas da sua capacidade de resistir a choques externos e adaptar-se rapidamente em contextos de incerteza”. É, no entanto, um “optimismo cauteloso”, na medida em que o agravamento das condições económicas em Portugal e na Europa pode contaminar o mercado imobiliário. “Será um ano de redução do poder de compra das famílias e da capacidade de investimento das empresas, e de maiores restrições no acesso ao financiamento, tudo isto a acontecer numa Europa onde ainda não se sabe muito bem o que esperar em termos de geopolítica”, alerta Pedro Lancastre.

Pedro Lancastre considera, ainda, que “será normal que se repensem estratégias e reposicionem projectos”. Isto porque, “ainda que os promotores e investidores não antecipem quedas significativas na procura, vai haver maior dificuldade no acesso ao financiamento para novos projectos, num contexto em que os custos de construção estabilizam e em que os licenciamentos estão muito demorados”. 

Por isso, “em termos de valor, há condições para estabilizar os preços e as rendas em setores mais aquecidos e dar continuidade à tendência de crescimento em mercados secundários mais afetados pela falta de oferta e para onde a procura se está a direccionar em busca de produtos mais adequados aos seus rendimentos, estejamos a falar de habitação, escritórios ou armazéns”.

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Villages da Natixis em Portugal têm “novas cidades” para visitar

Os escritórios que recriam destinos do mundo contam agora com mais seis cidades: Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn

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A Natixis em Portugal, que se localiza no Porto Business Plaza, inaugurou esta quinta-feira o novo piso das Villages, o projecto inovador de escritórios que recria 12 cidades, tirando partido da mais recente tecnologia para criar uma experiência imersiva, que inclui sons e cheiros, e que afirma este espaço enquanto exemplo pioneiro dos escritórios do futuro.

No novo piso, os colaboradores poderão experienciar uma verdadeira experiência de viagem: a entrada faz-se através de um espaço que simula um aeroporto, com balcões de atendimento aos colaboradores e painéis de informação, que os conduzem para as villages da Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn.

No futuro, para a utilização das villages, os colaboradores poderão consultar quais estão disponíveis num painel de informação à entrada do aeroporto, semelhante ao que encontram na zona das partidas e chegadas de um aeroporto.

“Abrimos as portas de um dos pisos das Villages em Setembro do ano passado e, até agora, a adesão tem sido muito positiva. Com a inauguração deste novo piso vemos finalizada a concretização de um sonho que acreditamos ser a celebração da nossa diversidade cultural enquanto empresa e equipa. É um formato que nos permite potenciar verdadeiros momentos de colaboração e de socialização entre as equipas e transformar a experiência do modelo de trabalho híbrido. Nas Villages, a criatividade e inovação não têm limites.”, afirmaEtienne Huret, director-geral da Natixis em Portugal.

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Merlin Properties lança comercialização da segunda fase do Parque Logístico Lisboa Norte

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil m2 de construção, com 11m de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos e dispõe ainda de um logradouro funcional. A comercialização é da Cushman & Wakefield e a Savills

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Na sequência do sucesso da primeira fase de comercialização do Lisboa Park, que atingiu 100% da sua ocupação e em que foram arrendados 45.000m2 a inquilinos como a DB Schencker, Rangel e Olicargo, a Merlin Properties vai avançar com a comercialização da nova área logística, para a qual escolheu a Cushman & Wakefield e a Savills.

Este segundo armazém logístico é constituído por cerca de 33 mil metros quadrados (m2) de construção, com 11 metros de pé direito livre, um número considerável de cais de descarga hidráulicos, dispondo ainda de um logradouro funcional, com amplas zonas de manobra de veículos de grande porte.

João Cristina, responsável da Merlin Properties em Portugal, explica que “tendo em conta a excelente aceitação do nosso primeiro armazém pelo mercado e a contínua falta de produto logístico, a Merlin reforça a sua aposta no desenvolvimento do Parque Logístico com o objectivo de trazer, o mais rapidamente possível para o mercado, produto de elevada qualidade e que seja uma referência no País”.

Localizado no maior parque logístico nacional, encontra-se numa zona consolidada de transportes e de logística de mercadorias. Dado o fácil acesso às principais vias e eixos rodoviários do País, a apenas 500 metros da auto estrada A1, com ligação à A10 e à A9, o parque situa-se junto à estação ferroviária da Castanheira do Ribatejo, em Vila Franca de Xira, com ligação direta à capital, que se encontra a apenas 30km.

A Merlin Properties, a maior empresa imobiliária espanhola cotada em bolsa e cuja principal actividade é a aquisição e gestão de activos imobiliários comerciais, espera com esta operação em Portugal continuar a reforçar a sua presença no segmento de logística na Península Ibérica, estando presente nos principais pontos-chave da distribuição de mercadorias como Madrid, Barcelona, Valência, Sevilha, Saragoça e Vitória-Bilbau.

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Zome fecha 2022 com volume de negócios de 1000M€

A mediadora imobiliária 100% portuguesa fechou o ano de 2022 com um volume de negócios superior a mil milhões de euros, o que representa um aumento de 35,5% face ao ano anterior. O ano passado ficou marcado também pela duplicação da sua rede

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A Zome obteve um volume de negócios de 1.034 milhões de euros, no ano passado, mais 35,5% do que em 2021. Durante este período, a empresa mediou 5.770 transacções, em linha com o ano anterior, o que representou uma facturação de 27,5 milhões de euros, mais 11,1% do que em 2021.

“2022 foi o ano da consolidação do crescimento da Zome. Chegamos ao mercado em 2019 e temos vindo a registar, ano após ano, um crescimento assinalável e que é ainda mais satisfatório considerando o contexto particularmente desafiante que marcou o ano passado”, sublinha Patrícia Santos. “Entramos em 2023 com a certeza de que este será mais um ano de expansão para a Zome, onde continuaremos a estar focados em desenvolver os nossos colaboradores e em oferecer as melhores soluções a quem nos procura”, acrescenta a CEO da Zome.

A empresa tem actualmente 44 hubs ibéricos, o que significa que a rede duplicou, no ano passado. 2022 foi ainda o ano que marca a estreia da Zome fora de Portugal Continental, com a entrada na Madeira e Açores. Em linha com este crescimento da rede, também o número de colaboradores teve um aumento expressivo de 62,4%. A empresa conta actualmente com 1.744 colaboradores.

“Esta evolução está alinhada com a nossa ambição de crescer em Portugal, mas também em Espanha, multiplicando o ADN Zome pela Península Ibérica. Acreditamos que, muito em breve, vamos assinalar o marco dos 50 hubs imobiliários”, destaca Patrícia Santos.

De 2022 destaca-se ainda o valor médio dos imóveis transaccionados de 218 mil euros, o que significa um aumento de 11,9% face ao ano anterior.

Em Janeiro deste ano, a Zome foi, pelo segundo ano consecutivo, galardoada com o Prémio Cinco Estrelas, na categoria de “Melhor Rede de Franchising”.

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Ageas Portugal tem nova responsável pela área Imobiliária

O Grupo Ageas Portugal inicia o ano com alterações na sua estrutura organizacional na área Imobiliária que passa a ter como responsável Sylvie Vanhoenackere

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Sylvie Vanhoenackere assume a área de Real Estate que desde 2019 era chefiada por Gilles Emond, responsável que “teve um contributo fundamental para o Programa Ageas House – que deu origem aos dois novos edifícios sede, Ageas Tejo e ICON Douro – assim como no desenvolvimento e implementação da estratégia de investimentos imobiliários do Grupo Ageas Portugal”, salienta o grupo. O profissional vai regressar à sede da seguradora, na Bélgica, onde será responsável pela área de Parcerias Público Privadas no sector imobiliário na AG Real Estate.
Sylvie Vanhoenackere é formada em Finanças e Imobiliário, Sylvie encontrava-se, até ao momento, nos escritórios da Bélgica, fazendo parte da AG Real Estate desde 2014.

Ao longo do seu percurso no Grupo Ageas, Sylvie Vanhoenackere geriu processos de Investimentos Imobiliários acima de 600M€ e, mais recentemente, as suas funções estavam ligadas a investimentos com foco no sector da saúde.

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Prémios distinguem imobiliária Remax Portugal

Além de notoriedade, prémios evidenciam factores como “confiança na marca, satisfação de cliente, qualidade de serviço, inovação e boas práticas de recursos humanos”

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A operar no mercado nacional há 23 anos e composta por uma rede acima dos 12 mil profissionais, a Remax Portugal volta a arrecadar vários prémios. Em destaque estão prémios como “Escolha do Consumidor 2023”, “Prémio Cinco Estrelas 2023”, “Superbrands 2022”, “Marca Recomendada 2023” com melhor Índice de Satisfação no Portal da Queixa na categoria “Mediação Imobiliária – Redes”, “Happy Awards 2023”, “Best Team Leaders”, “Powerful Brand – Marcas com Valor 2022” e “Produto do Ano 2023”.

Distinguida novamente como “Escolha do Consumidor 2023”, na categoria “Imobiliárias”, a Remax recebe assim a certificação que atesta o serviço da rede avaliado directamente pelos consumidores. Com 89,2% dos votos, a rede imobiliária alcançou a quinta posição do top nacional de todas as marcas, tendo sido eleita na sua categoria como a “Marca número um na Escolha do Consumidor”.

Na categoria “Imobiliárias”, também conquistou o “Prémio Cinco Estrelas 2023”, que avalia e certifica o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas, a nível nacional, conferem aos seus utilizadores. Foi igualmente reconhecida como “Superbrands 2022”, um prémio que, anualmente, reconhece as marcas de excelência escolhidas pelos consumidores.

Recebeu, também, da Consumers Trust o Prémio “Marca Recomendada 2023. A marca tem vindo a liderar no Portal da Queixa a categoria “Mediação Imobiliária – Redes”, o que lhe permite obter um posicionamento de referência na relação de proximidade e de confiança com os consumidores. O prémio “Marca Recomendada” é um reconhecimento atribuído pelos consumidores no Portal da Queixa, pela forma como mantiveram o elevado nível de performance de uma forma consistente ao longo dos últimos 12 meses. A RE/MAX foi ainda reconhecida pelos “Happy Awards” como “organização feliz”, através da avaliação da satisfação e felicidade dos colaboradores, clientes e fornecedores, com a nota de 88,59%.

Destacar ainda que a RE/MAX foi a vencedora da iniciativa “Powerful Brand | Marcas com Valor 2022” na categoria Consultoras Imobiliárias. Recorde-se que a Powerful Brand é uma ferramenta de benchmark, que mede o valor das marcas, a partir de KPI´s, nos territórios da sustentabilidade, da ética, da inovação, do propósito da marca.  Em evidência também o facto da RE/MAX ter arrecadado o prémio “Produto do Ano 2023”, na categoria “Serviços no Imobiliário”, no qual os consumidores votaram e elegeram o projeto “Clube RE/MAX”.

Também a salientar o “Best Team Leaders”, estudo que identifica e premeia os líderes que se distinguem através da avaliação das suas equipas. Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX conquistou o primeiro lugar na 10ª edição da iniciativa, sendo considerada a melhor líder de equipas em Portugal. Nas categorias “Competência/Característica – delegação” e “Funções – Diretores de Marketing”, os prémios foram para João Ferrão, diretor de marketing da RE/MAX. Outro dos distinguidos da RE/MAX foi Luís Camões, premiado na categoria “Funções – Diretores de Operação”.

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CORUM Eurion compra instalações industriais da Fusion Fuel por 10M€

O fundo gerido pela empresa francesa CORUM Asset Management, adquiriu as instalações industriais à Fusion Fuel, em Benavente, numa operação de sale and leaseback

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A Savills Portugal apoiou a venda e o arrendamento desta operação após ter vendido o activo à Fusion Fuel, no primeiro semestre de 2021. Os trabalhos de remodelação realizados entre 2021 e 2022 transformaram este espaço industrial num edifício verde, com produção de energia renovável em autoconsumo, bem como estações de carregamento de veículos eléctricos, entre outras características que contribuem para o cumprimento dos critérios ESG e tornaram possível a sua integração no fundo CORUM Eurion, um fundo certificado como Socially Responsible Investing.

“A Savills está extremamente orgulhosa de ter gerido com sucesso esta operação de sale and leaseback, depois de ter ajudado a Fusion Fuel a garantir o activo em 2021. Esta transacção bem-sucedida é mais uma demonstração da nossa oferta completa de serviços, que permitiu ao nosso cliente alcançar os seus objectivos, ocupando um activo totalmente concebido para as suas necessidades garantido no âmbito de um arrendamento de longo prazo”, refere Alberto Henriques, Director de Investimento da Savills Portugal

O edifício, localizado no Parque Industrial de Vale Tripeiro, em Benavente, foi construído em 2004 e totalmente remodelado em 2022. A Fusion Fuel, que ocupa toda a instalação, é uma empresa portuguesa e subsidiária da Fusion Fuel Green PLC, cotada na NASDAQ, um líder emergente no sector do hidrogénio verde que criou um gerador solar a hidrogénio modular e integrado, alimentado por um electrolisador PEM miniaturizado, que permite a produção fora da rede de hidrogénio verde.

“Temos a sorte de ter encontrado o parceiro ideal para esta transacção na CORUM. Com uma vasta experiência no mercado português e alinhamento com os nossos princípios fundamentais e a ambição dos objectivos ESG. A CORUM tem fortes sinergias com a nossa empresa, tendo em conta a qualidade do activo, e os nossos objectivos empresariais. Estamos confiantes que esta transacção irá reforçar ainda mais o nosso balanço e proporcionar à Fusion Fuel uma maior flexibilidade para financiar as nossas iniciativas de crescimento na Europa e América do Norte”, sublinha Frederico Figueira de Chaves, Co-Head e Diretor Financeiro da Fusion Fuel.

A CORUM entrou em Portugal em 2014 e já investiu mais de 100 milhões de euros no país, através de uma carteira de quinze edifícios. A CORUM Investments vende os seus fundos Corum Origin e CORUM XL em Portugal, que estão abertos a investidores privados que queiram rentabilizar as suas poupanças através do sector imobiliário. Os fundos imobiliários CORUM investem em imóveis comerciais arrendados a inquilinos robustos financeiramente e a longo-prazo. “Estamos satisfeitos por ter iniciado esta parceria com a Fusion Fuel, um líder emergente no sector do hidrogénio verde com um papel relevante no processo de transição energética globalmente. Este activo cumpre com os mais avançados critérios ESG, está subjacente a um contracto de longo prazo com uma empresa financeiramente sólida em crescimento e está situado numa localização em consolidação para os sectores logístico e industrial. Este investimento marca a quarta aquisição da CORUM em Portugal nos últimos dois anos, o que reforça a nossa dedicação e track record no mercado nacional”, considera por sua vez Miguel Valente Bento, responsável pelos investimentos da CORUM Asset Management no sul da Europa.

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Limehome encerra 2022 com “balanço muito positivo”

A empresa continua a aumentar as operações em toda a Península Ibérica, onde está perto de mil unidades, em mais de 13 cidades. No caso de Portugal, o operador anunciou recentemente o seu primeiro projecto no Porto, em parceria com a Ratisbona

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O especialista em tecnologia hoteleira e operador de serviced apartments totalmente digitalizados, a Limehome, obteve “um balanço muito positivo no exercício do ano de 2022”. “Durante o ano passado, a Limehome abriu aproximadamente de 600 novos apartamentos equipados e com serviços completos em 24 cidades europeias. Isto significa que a empresa tem actualmente mais de 3300 suites abertas e planeadas em 110 localidades na Alemanha, Áustria, Países Baixos, Bélgica, Espanha, Portugal e Hungria”, refere Cesar de Sousa Freitas, diretor geral da Limehome.

“Atingimos os nossos objetivos ambiciosos apesar de ter sido um ano difícil para a indústria, o que mais uma vez demonstra o grande potencial do nosso modelo de negócio. Este é um sinal claro para o mercado”, afirma.

A empresa continua a aumentar as operações em toda a Península Ibérica, onde está perto de mil unidades, em mais de 13 cidades. No caso de Portugal, o operador anunciou recentemente o seu primeiro projecto no Porto, em parceria com a Ratisbona. A par com Lisboa, a cidade invicta, é uma “cidade-chave para o seu crescimento, sem excluir outros destinos de potencial interesse para o seu modelo de negócio, o que lhe permite operar em cidades de diferentes dimensões, tanto capitais como cidades provinciais, diferentes tipos de procura, bem como numa grande variedade de bens imobiliários”.

Também em Espanha reforçou a sua expansão com novas aberturas em cidades onde já tinha presença (Madrid, Barcelona, Málaga, Valencia, Sevilha e Granada), e em novas cidades, como Palma, Haro e Jerez.

Fora da Península Ibérica, e com a abertura de uma última propriedade em Dusseldorf, a Limehome completou a sua presença em todas as cidades alemãs de grau A, assim como em cidades como Amesterdão e Budapeste.

Desta forma, a Limehome indica que “entra no novo ano fiscal com mais de 45 milhões de euros”. No Outono de 2022, os investidores existentes HV Capital, Picus Capital e Lakestar anunciaram a renovação dos seus investimentos. O grupo AW Rostamani Group e a Capital Four investiram pela primeira vez na empresa de tecnologia hoteleira.

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PlanAPP mandatado para a realização de estudos sobre o mercado da habitação

O IHRU atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização de estudos sobre o mercado de habitação em Portugal, entre eles a avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano

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O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) atribuiu ao PlanAPP – Centro de Competências de Planeamento, Políticas e Prospectiva da Administração Pública a realização do estudo relativo ao mercado da habitação, que tem como objectivo analisar as práticas internacionais em matéria de regulação e os respectivos resultados, bem como a situação actual do mercado de arrendamento em Portugal e respectivo regime legal.

O trabalho mais imediato pedido ao PlanAPP passa por uma avaliação do Novo Regime de Arrendamento Urbano, no sentido de tentar apurar o número exacto de agregados abrangidos pelas medidas transitórias de protecção dos arrendatários em situação de carência económica ou com idade igual ou superior a 65 anos ou com deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60% e cujos contratos sejam anteriores ao Regime de Arrendamento Urbano, salvaguardando uma solução definitiva que garanta a protecção do arrendamento e o equilíbrio da relação contratual.

O segundo estudo, no âmbito do qual serão ouvidas as entidades representativas do sector, é mais abrangente e resulta da decisão do Governo, definida num despacho de Setembro de 2022, de avaliar as práticas internacionais em países que enfrentam este contexto comum de difícil acesso das famílias a uma habitação digna e a preços compatíveis com os seus rendimentos, que se tem agravado pela conjuntura internacional particularmente complexa, com origem multifactorial, mas, em particular, em dinâmicas especulativas e financeiras partilhadas.

Para a realização destes estudos, e ao abrigo do protocolo de colaboração assinado entre as duas instituições, o IHRU prestará cooperação técnica ao PlanApp, sendo ainda promovida a participação de investigadores e outros especialistas.

Além da elaboração destes dois documentos, o protocolo assinado entre IHRU e PlanAPP prevê também a realização de seminários, colóquios, conferências e outros eventos de carácter técnico, bem como a concretização de outros projetos de interesse comum, relevantes para a política de habitação.

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Home Tailors Real Estate fecha 2022 com um volume de vendas de 92M€

Actividade do ano transacto representou um crescimento de 18% face a 2021. David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate, acredita que “2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”

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A empresa de mediação imobiliária Home Tailors Real Estate fechou 2022 com um volume de vendas de 92 milhões de euros, o que representou um crescimento de 18% face a 2021.

Foram no total 382 imóveis transaccionados, entre quintas, herdades e moradias, que representaram 23% das unidades vendidas pela Home Tailors, mas corresponderam a mais de 50% no volume de vendas. Cerca de 44% dos imóveis transaccionados tiveram promoção exclusiva da Home Tailors.

Os compradores dividiram-se de forma muito próxima entre nacionais e internacionais. Os compradores portugueses representaram 54% das vendas. Quanto aos compradores internacionais, destacam-se os brasileiros, norte americanos e franceses que procuraram imóveis nas principais avenidas de Lisboa e Cascais e, normalmente, com compras de maior valor.

“Os resultados obtidos em 2022 são muito positivos, fruto do grande esforço e empenho da nossa fantástica equipa a quem desde já agradeço. A Home Tailors nasceu há apenas cinco anos e temos tido um percurso sempre em crescendo. Estamos confiantes que 2023 será mais um ano de crescimento e de reforço da nossa posição no mercado”, considera David Carapinha, ceo & founder da Home Tailors Real Estate.

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