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    Avenue dá início à comercialização do empreendimento Bonjardim (c/ galeria de imagens)

    O empreendimento, que representa um investimento de 57 M€, conta com a JLL, Predibisa e Luximo’s para a sua comercialização

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    A Avenue vai iniciar a comercialização do empreendimento Bonjardim, localizado na Baixa do Porto. Num investimento global de 57 milhões de euros, este empreendimento, rodeado pela Rua do Bonjardim, Rua Formosa e Rua Sá da Bandeira, conjuga habitação e retalho.

    O projecto vai reabilitar o quarteirão D. João I com a construção de cinco novos blocos de edifícios e 16 lojas, estando a obra já bastante avançada. Os pisos abaixo do solo e a estrutura da zona comercial já estão concluídos e a área residencial já apresenta a laje do 1º piso finalizada e o 2º piso em construção num total de cinco pisos.

    O Bonjardim oferece 93 apartamentos, com tipologias de T0 a T4, de 35 m2 a 192 m2, distribuídos por uma área bruta de construção de cerca de 28.000 m2 acima do solo: cerca de 13.250 m2 são destinados a habitação, dos quais, 17% serão desenvolvidos por um parceiro hoteleiro como “branded residences”. 

    A zona de comércio, situada nos pisos térreos, permitirá uma maior interacção do empreendimento com a cidade, com os seus moradores, visitantes e turistas. O projecto inclui ainda uma unidade hoteleira de 4 estrelas, com cerca de 280 quartos, que ocupará uma área total de cerca de 11.200 m2. A exploração desta unidade será da responsabilidade do mesmo parceiro hoteleiro.

    O empreendimento Bonjardim conta ainda com estacionamento coberto, dividido em três pisos subterrâneos, com uma área total de cerca de 21.000 m2. Terá 499 lugares de estacionamento e zonas distintas de uso exclusivo para residentes e outra de uso público com 250 lugares.

    Aberto ao nível do piso comercial para usufruto público da cidade, este condomínio reforça a paisagem contemporânea do Porto. “A praça central do empreendimento, com cerca de 2500 m2, vai contar com zonas ajardinadas, esplanadas, cafés, restaurantes, lojas e serviços com o objectivo de ser o novo centro de atracção e convívio da cidade, acessível a todos”.

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    Remax: Transacções de imóveis de luxo entre Janeiro e Abril movimentam 484 M€

    Portugueses foram os que mais adquiriu casa, com cerca de 73%. Entre os investidores estrangeiros, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário

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    A Remax Collection fechou os primeiros quatro meses do ano com um volume de preços de cerca de 484 milhões de euros, relativos a 1579 transacções e que dá conta de um aumento de 14,70% face ao mesmo período homólogo de 2023.

    Tal como em ciclos anteriores, foram os portugueses quem mais adquiriu casa, cerca de 73%. Entre os investidores além-fronteiras, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses quem mais negoceiam em imobiliário.

    No que diz respeito ao peso por tipo de imóvel, os apartamentos continuam a representar mais de metade das transacções do segmento (82,52%), uma subida percentual (14%) face a 2023.

    Em relação à tipologia, os dados agora apresentados revelam que foram os T2 aqueles que maiores índices de procura registaram de janeiro a abril, com um total de 40,6% imóveis movimentados.

    Para Beatriz Rubio, CEO da Remax, “os números que traduzem a actividade nos primeiros meses do ano da RE/MAX Collection em 2024 foram os melhores de sempre neste período, reflectindo o crescimento face ao ano de 2023, o que demonstra o dinamismo do mercado imobiliário de luxo. Acreditamos que o aumento do portefólio de imóveis de luxo, sobretudo de empreendimentos exclusivos, cada vez mais procurados pelo segmento premium, e a aposta contínua na formação especializada dos nossos consultores seja um factor decisivo para a concretização de negócio”, sublinha.

    Tal como verificado em anos anteriores, a maior fatia do mercado Collection situa-se no distrito de Lisboa, que manteve assim a sua preponderância no conjunto do segmento. O grande destaque vai para o distrito de Coimbra que, pela primeira vez, surge no top 7 dos distritos com mais movimentos, ocupando a sexta posição.

     

    Numa análise mais detalhada, por distrito, é possível constatar que continuam a ser predominantes três concelhos: Lisboa, Porto e Setúbal. As variações mais significativas foram as registadas no Porto, com um aumento a rondar os 13%. Já o distrito de Setúbal reforçou o seu peso, mantendo o terceiro lugar entre os distritos mais importantes.

    De acrescentar que a atribuição da categoria “imóvel de luxo” da Remax Collection baseia-se em critérios de localização, preço, tipologia, design e arquitectura, pelo que excluí, por exemplo, terrenos e lojas da sua lista, contudo, contemplados por outras imobiliárias.

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    Hotel ‘Flor de Sal’, em Viana do Castelo

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    The Editory Collection Hotels adiciona mais uma unidade ao seu portefólio

    O Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, passa assim a ser a 11ª unidade hoteleira da marca da Sonae. Enquanto “referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino” era estratégia integrar no Grupo esta unidade”, segundo Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels

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    O Grupo The Editory Collection Hotels acaba de integrar mais uma unidade no portfólio de hotéis: o Hotel Flor de Sal, em Viana do Castelo, sendo a 11ª unidade a juntar-se à operação do Grupo a nível nacional.

    Localizado mesmo em frente ao mar e a poucos minutos do centro da cidade de Viana do Castelo, o hotel começou a sua actividade em 2004, tendo, recentemente, sido alvo de investimentos de renovação e reconversão energética.

    “O Hotel Flor de Sal é uma referência no Norte do País e perfeitamente estabelecido no destino, e para a nossa marca, é estratégico integrar esta unidade em Viana do Castelo”, afirmou Isabel Tavares, directora geral de Vendas e Marketing da Editory Collection Hotels.

    O Flor de Sal, uma unidade de 4* Estrelas, dispõe de 60 quartos, dos quais oito são suites e uma penthouse, com uma decoração “moderna e sofisticada” na qual imperam os tons claros e as madeiras, a par de muita luz natural e de janelas que permitem “apreciar a vista-mar ou a vista de montanha”.

    Vocacionado para lazer, a unidade apresenta, também, uma forte componente corporativa ao disponibilizar quatro salas de reuniões, uma delas com capacidade até 200 pessoas em plateia, com vista-mar e luz natural, assim como um ginásio e um heath club Solinca, com piscina interior.

    O restaurante Saleiro, com 40 lugares sentados, é, também, uma “referência” da gastronomia tradicional e dos sabores do Alto-Minho. Com serviço de almoços e jantares à Carta, apresenta, ainda, um menu executivo durante a semana e, ao jantar, há condições para refeições de grupos empresariais ou familiares. No bar encontra-se disponível a carta de snacks e de vinhos de várias Regiões Demarcadas.

    O Grupo The Editory Collection Hotels, detido a 100% pela SC Investments, que por sua vez é detida na quase totalidade pela Efanor, em resultado da reestruturação do portfolio da ex-Sonae Capital e agrega os negócios de Hotelaria, Fitness, Tróia e Real Estate que pertenciam à Sonae Capital.

    As restantes unidades da marca são o Porto Palácio Hotel by The Editory (Boavista, Porto), The Editory Artist (Baixa, Porto), The Editory House (Ribeira, Porto), The Editory Boulevard (Aliados, Porto), The Editory Riverside (Santa Apolónia, Lisboa), The Editory Garden (Baixa, Porto), The Editory by The Sea (Troia), Aqualuz Troia Mar & Rio by The Editory (Troia), Troia Residence by Editory (Troia) e Aqualuz Lagos by The Editory (Lagos).

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    LIV Santa Catarina

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    Antigo edifício da CGD transformado em 13 apartamentos de “charme”

    Com promoção da Oxy Capital e da Zaphira Capital, o LIV Santa Catarina está a ser comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle

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    O projecto, da Oxy Capital e da Zaphira Capital, comercializado pela Quintela e Penalva l Knight Frank, em parceria com a Bloom Lifestyle, resulta da transformação de um edifício histórico em 13 apartamentos de “charme”.  A renovação integral inspirou-se na “alma tradicional portuguesa” e no “espírito boémio” de bairro.

    Localizado no centro de Santa Catarina, em Lisboa, entre os bairros da Bica, Bairro Alto, Santos-o-Velho e Chiado, o LIV Santa Catarina, no antigo número 5 da Rua Marechal Saldanha, onde em tempos funcionou uma das dependências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ser alvo de uma reabilitação que combina a “rica história da arquitectura do século XIX com um design de interiores contemporâneo e a solidez estrutural de uma nova construção”.

    “Assistimos a um momento especial assente na notoriedade que Lisboa foi granjeando ao longo dos últimos anos um pouco por todo o mundo. A intenção do comprador internacional já não está condicionada apenas pelo preço. A qualidade da habitação, assim como a oferta de um conjunto de valências que se estendem além das fachadas de um imóvel, tem um papel decisivo na escolha da propriedade e, cada vez mais, terão que estar alinhados com os padrões internacionais de luxo e de vivência das principais capitais do mundo”, salienta Francisco Quintela, sócio fundador da Quintela e Penalva.

    A procura por produtos de excelência é “uma tendência que se irá manter”, não só pelo “conhecimento que os mercados internacionais vão tendo da cidade de Lisboa, mas igualmente pela constante procura de casas no tradicional triângulo associado ao luxo em Lisboa (Chiado-Príncipe Real-Avenida da Liberdade) e face à escassez de produto”, acrescentou Francisco Quintela.

    Foi a pensar neste cliente, “que conhece Lisboa e procura uma arquitectura tradicional sem descurar da qualidade esperada num produto imobiliário ao nível das principais cidades europeias e mundiais”, que foi concebido o LIV Santa Catarina.

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    Corpo Santo 13 comprado por investidores privados

    Investidores privados compram edifício de escritórios junto ao Cais do Sodré. O imóvel, com 4.020 m2, situa-se numa das esquinas mais movimentadas da zona ribeirinha da capital e é actualmente ocupado pelo Tribunal de Relação

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    A zona ribeirinha junto ao Cais do Sodré, Lisboa, foi palco de uma nova transacção, com a compra do edifício de escritórios Corpo Santo 13 por um conjunto de investidores privados, representados pela consultora imobiliária JLL. O imóvel foi vendido com o apoio da consultora imobiliária Cushman & Wakefield enquanto assessor da parte vendedora.

    Em tempos sede da Companhia de Seguros Fidelidade, o icónico imóvel situa-se numa das esquinas mais movimentadas deste eixo do Cais do Sodré, em pleno Largo do Corpo Santo, e distingue-se, entre outros factores, pela sua visibilidade, ao dispor de três frentes de rua. O edifício é actualmente ocupado pelo Tribunal da Relação.
    Outro ponto forte do edifício agora transaccionado é a sua localização privilegiada, próxima de pontos de transporte de metro, comboio e barco, além de estar no epicentro de um bairro muito apelativo para trabalhar, viver ou usufruir em lazer e turismo, onde a oferta de hotéis, retalho e serviços tem vindo a crescer e qualificar-se.

    Para João Sacadura, co-head of commercial real estate investment na JLL, “este imóvel é um activo muito apetecível com um ocupante de excelência. Mas evidencia-se também pelo potencial de reconversão que tem. Dada a sua excelente localização numa das zonas de Lisboa mais dinâmicas em termos de requalificação urbana, é um imóvel com inúmeras possibilidades no futuro”.

    “Foi com enorme prazer que assessorámos o vendedor nesta transacção. Esta demonstra mais uma vez o interesse de investidores por edifícios de escritórios bem localizados, com inquilinos de qualidade, e que têm ainda a plasticidade de poder eventualmente ser convertidos para outros usos”, acrescenta, por sua vez, Cristina Machado, head of office investment da Cushman & Wakefield.

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    C&W responsável pela modernização dos escritórios da Intelcia

    Para uma área de três mil m2, a obra passou por uma intervenção geral de arquitectura, rede de telecomunicações e componente eléctrica, uma nova área dedicada à administração com diversos gabinetes, salas de reunião e uma sala de videoconferência, assim como vários espaços de colaboração e descanso

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    A Cushman & Wakefield (C&W) foi o parceiro escolhido pela Intelcia para a execução da obra de transformação das suas novas instalações no edifício Espace, no Parque das Nações, em Lisboa. O projecto terminou com a entrega de um escritório “moderno e eficiente” num prazo recorde.

    Neste sentido, a consultora prestou serviços de Design & Build para uma área de três mil metros quadrados (m2), sendo que a obra passou por uma intervenção geral de arquitectura, rede de telecomunicações e componente eléctrica. Foi construída uma nova área totalmente dedicada à administração com diversos gabinetes e salas de reunião, incluindo uma sala de videoconferência totalmente equipada. Foram, também, desenhados vários espaços de colaboração e descanso, criando ambientes mais informais e acolhedores no escritório.

    “O desafio principal do projeto passou por executar uma obra com uma dimensão considerável num curto espaço de tempo, sem prejuízo da data estipulada para o início da operação”, afirmou Bruno Martins dos Reis, da equipa de Project & Development Services da Cushman & Wakefield Portugal, acrescentando, ainda, que “foram executados e incorporados neste prazo diversos trabalhos adicionais, respeitando as várias necessidades e requisitos do cliente”.

    Em Portugal desde 2018 e com 13 escritórios espalhados em território nacional, a especialista em contact centres anunciou, recentemente, a expansão da sua oferta e, além de prestar serviços de BPO (Business Process Operations), passou a trabalhar as áreas de Permanent Placement e RPO (recruitment process outsourcing), nomeadamente centrada nas funções de RH, Sales&Marketing, Finance&Banking e Customer Experience.

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    Volume de negócios da Tiko cresce 57% em Portugal

    Entre Janeiro a Abril, o marketplace imobiliário transaccionou cerca de uma centena de imóveis, o que representa um crescimento de 57% face aos números registados os últimos quatro meses de 2023

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    tagsTiko

    A Tiko, marketplace imobiliário, fechou os primeiros quatro meses de 2024 com um crescimento de 57% face aos meses de setembro a dezembro de 2023 em Portugal. Os números reforçam a ideia que os portugueses estão cada vez mais disponíveis para comprar casa através de processo online, particularmente na região de Lisboa (60%) e Setúbal (33%). Ao nível da oferta os apartamentos são o segmento preferido de 64% dos compradores, ainda que os dados da Tiko permitem ainda afirmar que as “vivendas”, nomeadamente com piscina, começam a “ter maior procura”. Nos primeiros quatro meses de 2024 e por comparação aos quatro últimos meses do ano passado este segmento cresceu cerca de 50%.

    De acordo com a Impulsa, a plataforma criada pela proptech para facilitar o trabalho dos consultores no seu dia a dia e que reúne funções como a integração de um CRM, serviço de captação de leads, posicionamento de casas, aconselhamento jurídico e financeiro, e suporte de marketing e atendimento ao cliente, o tempo médio para venda de uma casa foi reduzido em 62% e situa-se agora em 29 dias. Actualmente, 77% do portefólio da Tiko são apartamentos e 23% vivendas nas mais diversas tipologias e com piscina.

    Manuel Holstein, Country Manager da Tiko em Portugal, sublinha que “não obstante 2023 ter sido um ano marcado por algumas dificuldades que influenciaram o mercado, como a subida das taxas de juro, a instabilidade internacional, a Tiko efectuou uma trajectória de crescimento, não apenas em resultados, como também organicamente, com o reforço da sua rede de consultores, que ronda atualmente a meia centena. Face aos últimos quatro meses de 2023, para além da boa performance nos indicadores mais relevantes estes meses de 2024 ficam marcados pelo incremento da experiência de compra de casa através de processos inovadores de trabalho, o que nos permite concluir que os portugueses estão disponíveis para comprar online também a sua casa”.

     

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    © visualhunt.com/ David Sousa Rodrigues

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    Pouca oferta acelera “arrendamento expresso”

    Cerca de 14% da oferta fica menos de 24h no mercado. A análise é do Idealista e tem por base a actividade do primeiro trimestre do ano deste marketplace imobiliário  

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    Cerca de 14% das casas arrendadas através do idealista durante o primeiro trimestre do ano estiveram menos de 24 horas no mercado, segundo a análise de dados deste marketplace imobiliário. Ainda assim, os valores variam consoante o intervalo de preço das casas, sendo que, 25% das casas em Portugal até 750€/mês foram arrendadas em menos de 24 horas, 19% entre 750 e 1.000 euros/mês, 12% entre 1.000 e 1.500 euros/mês e 7% custavam mais de 1.500 euros/mês.

    Analisando as seis capitais de distrito com mais oferta de casas para arrendar no primeiro trimestre, Setúbal foi a cidade onde a percentagem de casas arrendadas em menos de 24 horas foi mais alta, alcançando 32% do total de operações. Seguem-se o Funchal (26%), Faro (20%), Porto (14%), Aveiro (13%) e Lisboa (11%).

    Os arrendamentos mais acessíveis, com preços inferiores a 750 euros mensais, concentram grande parte da procura, marcando assim, as taxas de “arrendamentos expresso” mais elevadas. No Funchal, 100% das casas arrendadas no primeiro trimestre por menos de 750 euros/mês esteve menos de um dia na base de dados do idealista. Segue-se Setúbal, com uma percentagem de 75%, Faro (50%), Aveiro (33%), Porto (30%) e Lisboa (22%).

    À medida que os intervalos de preço sobem, a percentagem de “arrendamentos expresso” reduz-se, apesar de que em alguns mercados esse valor continuar a ser relevante. Nas casas com preços compreendidos entre 750 e 1.000 euros, Faro e Funchal são líderes nos “arrendamentos expresso”, sendo que 33% das casas foram arrendadas em menos de um dia. Segue-se Lisboa (31%), Setúbal (29%), Aveiro (14%), e Porto (11%).

    Já no caso das casas com custo mensal compreendido entre 1.000 e 1.500 euros, 25% foram arrendadas em menos de 24 horas no Funchal e Setúbal, 15% em Lisboa e 14% no Porto. Por último, no arrendamento de casas por mais de 1.500 euros/mês, 10% das casas no Funchal estiveram no mercado menos de um dia, 9% no Porto e 5% em Lisboa.

     

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    DPD inaugura o seu maior hub de encomendas em Portugal

    Novo hub pretende dar resposta ao crescimento da actividade da empresa em Portugal. O hub de Loures representa um investimento de 30 milhões de euros e será decisivo para as metas de crescimento da empresa no país

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    A DPD, empresa de transporte expresso, inaugurou o seu novo hub de distribuição de encomendas em Loures. A aposta no novo centro faz parte do plano de expansão da empresa, que estima fechar o ano de 2024 com uma facturação na ordem dos 115M€ em Portugal, apenas na actividade de transporte expresso. A inauguração contou com a presença do ministro da Economia, Pedro Reis, e o presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão.

    O novo espaço vem dar resposta ao crescimento da actividade que a DPD tem vindo a verificar em Portugal, após em 2023 ter alcançado o seu melhor ano de sempre, ultrapassando o marco histórico dos 101€ milhões de euros em facturação, destacando-se como um dos países em que o grupo Geopost mais cresceu no ano passado.

    “Estamos muito entusiasmados com a inauguração do novo hub, que dá resposta à procura verificada e acompanha a evolução das necessidades dos nossos clientes. Com este novo centro logístico pretendemos prestar serviços de entrega cada vez mais rápidos, fiáveis e sustentáveis. E acreditamos que este será um passo importante para continuarmos a crescer em Portugal, onde esperamos fechar o ano com um crescimento na ordem dos 13%, alcançando os 115M€ de facturação”, refere Olivier Establet, CEO da DPD Portugal.

    “O novo hub tem uma área total de 12.000 metros quadrados (m2): 3.100m2 de escritórios, destinados aos 140 responsáveis pela parte administrativa da empresa, e

    um armazém de 9.000 m2, onde operam 230 colaboradores, encarregues da triagem e distribuição de encomendas. O novo espaço, com uma área total de 12.000 metros quadrados, vai agora juntar no mesmo local a sede da empresa e as respectivas operações na área da Grande Lisboa, actualmente localizadas em São João da Talha (Loures) e Olivais (Lisboa), tornando este hub o maior da DPD em Portugal. O investimento do mesmo ronda os 30 milhões de euros. O hub dispõe de uma máquina de triagem com um sistema de crossbelt único em Portugal que, através dos seus 405 metros de cumprimento, consegue gerir mais de 10.000 encomendas por hora, destinadas à área da Grande Lisboa: Lisboa, Odivelas, Loures, Vila Franca de Xira, Mafra, Torres Vedras, Alenquer, Carregado.

    O edifício conta com uma das mais elevadas certificações Breeam Excellent, sistema de avaliação internacional desenvolvido pelo BRE (Building Research Establishment), que permite medir o grau de sustentabilidade ambiental dos edifícios, e disponibiliza, também, 120 postos de carregamento eléctrico, algo fundamental para a DPD, tendo em conta o seu compromisso com a sustentabilidade e o processo de descarbonização da sua frota.

    Em 2023 a DPD entregou mais de 26 milhões de encomendas em Portugal, através das 14 estações, 1.500 pontos pickup e várias centenas de circuitos de distribuição que possui em todo o território nacional.

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    Pedro Lancastre e Giuseppe Amitrano

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    Pedro Lancastre nomeado o novo CEO da Dils em Portugal

    “A reputação e credibilidade de Pedro Lancastre no sector irão reforçar a nossa marca e contribuir significativamente para a evolução do nosso negócio”, afirmou Giuseppe Amitrano

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    A Dils, grupo imobiliário de origem italiana, acaba de anunciar a nomeação de Pedro Lancastre como CEO para liderar as operações em Portugal. Uma nomeação que surge na sequência da recente aquisição da Castelhana, enquanto estratégia de internacionalização da Dils.

    Pedro Lancastre junta-se assim à Dils, trazendo consigo uma “vasta experiência” no sector imobiliário. Anteriormente, o responsável liderou a JLL em Portugal, uma das maiores consultoras imobiliárias do mercado português, onde desempenhou a função de CEO, tendo a seu cargo a responsabilidade máxima pelas operações e estratégia de negócio da empresa.

    Durante os doze anos do seu mandato, o responsável destacou-se pela sua capacidade de liderança e desempenho, bem como pelo comprovado sucesso na gestão de grandes projectos imobiliários, tendo contribuindo para impulsionar o crescimento e inovação do negócio.

    “Estamos extremamente satisfeitos por receber Pedro Lancastre no nosso grupo para liderar as operações em Portugal. O seu profundo conhecimento do mercado imobiliário português e a sua forte rede de contactos, posicionam-no de forma única para conduzir a futura expansão da Dils no País. Além disso, a sua reputação e credibilidade no sector irão reforçar a nossa marca e contribuir significativamente para a evolução do nosso negócio. O nosso objectivo é acelerar o crescimento no sector residencial e expandir a nossa área de actuação para serviços imobiliários comerciais, tais como escritórios, retalho, logística e hotelaria”, afirmou Giuseppe Amitrano, CEO da Dils.

    Já Pedro Lancastre considera tratar-se de uma “honra” à equipa da Dils. “Com a experiência e conhecimento da Dils, juntamente com a força e o legado impressionante da Castelhana, estamos prontos para acelerar a expansão no mercado e oferecer serviços de excelência aos nossos clientes. Acredito que a minha experiência no mercado imobiliário português permitirá reunir uma equipa de topo extremamente talentosa”, afirmou.

    Para Portugal, a Dils traz o seu modelo de negócio “único”, desenvolvido no mercado italiano, baseado no know-how orientado para a inovação e na capacidade de antecipar tendências do mercado. Este é um passo importante na estratégia de expansão europeia do grupo, que já inclui o mercado holandês e italiano e continuará com planos futuros para Espanha, Alemanha, França, Polónia e Reino Unido.

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    Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin

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    Norfin assinala 25 Anos com objectivo de “continuar a crescer” e a “diversificar o negócio”

    Ao longo destes anos, o Grupo contabiliza a gestão de 34 fundos de um total de 61 veículos, correspondentes a cerca de cinco mil milhões de euros em activos

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    tagsNorfin

    A celebrar 25 anos em Portugal, a Norfin contabiliza a gestão de 34 fundos de um total de 61 veículos, correspondentes a cerca de cinco mil milhões de euros em activos. Para o futuro, o objectivo passa por continuar a crescer “de forma sustentada e sustentável”, através de serviços “profissionais e rigorosos”, confirma Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin.

    “A história mostra-nos que o Grupo tem tido sucesso por saber adaptar-se e posicionar-se, ao longo dos diferentes ciclos económicos e fases do mercado imobiliário, indo ao encontro das necessidades do mercado e, nomeadamente, dos investidores, nacionais e internacionais, que procuram Portugal para investir”, explica Francisco Sottomayor, CEO do Grupo Norfin.

    Neste sentido, e “olhando para o presente e o futuro, a nossa visão é continuar a ultrapassar os limites do que é possível em desenvolvimento urbano e gestão de activos”, reafirma, com o foco em “espaços que não sejam apenas funcionais e apelativos”, mas, também, “sustentáveis e que sirvam e promovam as comunidades a que se destinam”.

    Nos últimos anos, o Grupo tem registado um crescimento significativo no volume de negócios, com os activos sob gestão a ultrapassarem os dois mil milhões de euros em 2024. Do Grande Porto à Grande Lisboa e estendendo-se ao Algarve, a actividade do Grupo está hoje, conjunturalmente, centrada na promoção imobiliária de projetos de habitação, hospitality, mas também de escritórios e logística.

    O Office Park Expo, que deu origem ao Campus da Justiça em Lisboa ou a reabilitação do Palácio da Junqueira, integrado num fundo em 2005, são alguns dos activos sob gestão da Norfin que Francisco Sottomayor destaca.

    Mas actualmente, o CEO acredita que projectos como o Campo Novo, o Monview, em Miraflores ou os “escritórios do futuro” Oriente Green Campus irão “impactar muito positivamente as áreas onde estão localizadas”. A estes junta-se, por exemplo, os diferentes projectos que gerem no Algarve, de Vilamoura a Palmares, entre outros.

    A sustentabilidade dos projectos que gere é outro dos focos do Grupo Norfin.  que, como refere Francisco Sottomayor, acrescentando que “o segredo para acrescentar valor efectivo nos activos que gerimos está em conseguirmos rodear-nos dos melhores advisors, construtores, prestadores de serviços e demais fornecedores, que formam uma equipa alargada com os nossas equipas, distribuídas pelas diferentes áreas de negócio”.

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