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Avenue dá início à comercialização do empreendimento Bonjardim (c/ galeria de imagens)

O empreendimento, que representa um investimento de 57 M€, conta com a JLL, Predibisa e Luximo’s para a sua comercialização

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A Avenue vai iniciar a comercialização do empreendimento Bonjardim, localizado na Baixa do Porto. Num investimento global de 57 milhões de euros, este empreendimento, rodeado pela Rua do Bonjardim, Rua Formosa e Rua Sá da Bandeira, conjuga habitação e retalho.

O projecto vai reabilitar o quarteirão D. João I com a construção de cinco novos blocos de edifícios e 16 lojas, estando a obra já bastante avançada. Os pisos abaixo do solo e a estrutura da zona comercial já estão concluídos e a área residencial já apresenta a laje do 1º piso finalizada e o 2º piso em construção num total de cinco pisos.

O Bonjardim oferece 93 apartamentos, com tipologias de T0 a T4, de 35 m2 a 192 m2, distribuídos por uma área bruta de construção de cerca de 28.000 m2 acima do solo: cerca de 13.250 m2 são destinados a habitação, dos quais, 17% serão desenvolvidos por um parceiro hoteleiro como “branded residences”. 

A zona de comércio, situada nos pisos térreos, permitirá uma maior interacção do empreendimento com a cidade, com os seus moradores, visitantes e turistas. O projecto inclui ainda uma unidade hoteleira de 4 estrelas, com cerca de 280 quartos, que ocupará uma área total de cerca de 11.200 m2. A exploração desta unidade será da responsabilidade do mesmo parceiro hoteleiro.

O empreendimento Bonjardim conta ainda com estacionamento coberto, dividido em três pisos subterrâneos, com uma área total de cerca de 21.000 m2. Terá 499 lugares de estacionamento e zonas distintas de uso exclusivo para residentes e outra de uso público com 250 lugares.

Aberto ao nível do piso comercial para usufruto público da cidade, este condomínio reforça a paisagem contemporânea do Porto. “A praça central do empreendimento, com cerca de 2500 m2, vai contar com zonas ajardinadas, esplanadas, cafés, restaurantes, lojas e serviços com o objectivo de ser o novo centro de atracção e convívio da cidade, acessível a todos”.

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Empreendimentos habitacionais lançados em 2022 já estão 48% vendidos

Nos primeiros seis meses do ano foram lançados 280 novos empreendimentos residenciais no país, num total de 12 mil novos fogos, metade dos quais já estão vendidos. Algarve, a Margem Sul e Oeiras (na AML) têm os melhores desempenhos

Nos primeiros seis meses de 2022 foram lançados em venda cerca de 280 novos empreendimentos residenciais no país, os quais englobam um total de mais de 12.000 fogos. Os dados resultam da nova base de dados “Edifícios em Comercialização” produzida pela Confidencial Imobiliário, que estima que 48% desta oferta chegada ao mercado este ano esteja já vendida.

Lisboa destaca-se como o mercado com maior volume de oferta em venda, com cerca de 1.800 fogos em comercialização, registando uma taxa de comercialização de 36%, um dos ritmos de absorção menos robusto da região metropolitana. No contexto regional, destacam-se Oeiras, com uma taxa de absorção de 72% para um universo de 650 fogos lançados este ano; bem como Loures e Amadora, na coroa de Lisboa e com taxas de absorção em torno dos 50%; e Seixal e Barreiro, na Margem Sul, com vendas a superar os 80%. Estes são mercados que contabilizam entre 400 e 800 fogos em venda.

No Porto, a oferta lançada este ano soma 1.225 unidades, das quais 46% se estima estarem vendidas. Gaia tem indicadores semelhantes, com os mesmos 46% vendidos para um universo superior, em torno dos 1.450 fogos. Matosinhos tem um stock para venda muito menor, em torno dos 200 fogos, assim como a Maia (105 fogos), mas apresentam desempenhos idênticos, garantindo o escoamento, respectivamente, de 43% e 41% das carteiras.

Alargando o foco a outras cidades do país, pode ver-se que a procura por novos fogos está também especialmente activa. Em Aveiro, onde se identificaram cerca de 650 fogos em comercialização, 81% estão já vendidos, uma taxa alcançada também em Guimarães, cuja escala é menor, em torno da centena de fogos. Na capital algarvia, os cerca de 200 fogos identificados estão praticamente todos escoados, apurando-se uma taxa de comercialização superior a 90%.

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Eurostars Hotel Company integra nova unidade em Guimarães e reforça em Portugal

Com esta integração, a cadeia gere agora um total de 23 estabelecimentos em Portugal, um país que se tornou o segundo mercado mais importante para a cadeia, a seguir a Espanha

A Eurostars Hotel Company reforçou a operação em Portugal com a integração de um novo hotel, o Eurostars Santa Luzia 4* (antigo Santa Luzia Art Hotel), localizado em Guimarães. Esta integração reforça o forte empenho da cadeia hoteleira do Grupo Hotusa na internacionalização e consolida a posição do país como o segundo mais importante do grupo, a seguir a Espanha, com uma carteira de 23 estabelecimentos, distribuídos por Lisboa, Porto, Cascais, Figueira da Foz, Matosinhos, Óbidos, Espinho e agora Guimarães, totalizando mais de 1800 quartos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, em consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento. Continuaremos atentos às oportunidades oferecidas por este país, onde já gerimos 23 hotéis, um número que esperamos continuar a aumentar”, sublinhou Amancio López Seijas, presidente do Grupo Hotusa.

O hotel, que funciona em regime de aluguer, dispõe de instalações completas para satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas. Tem 99 quartos espaçosos, decorados em tons quentes e completamente equipados. A sua vasta gama de serviços inclui uma cafetaria, um restaurante, ginásio e uma atraente área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Além disso, o estabelecimento dispõe de uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar. A oferta é completada por quatro salas de diferentes capacidades, ideais para a realização de eventos.

O Eurostars Santa Luzia 4* goza de uma localização privilegiada na cidade de Guimarães, Património Mundial da UNESCO, a apenas 30 minutos do Porto.

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Coporgest conclui Sottomayor Premium Apartments

Composto por 43 apartamentos, desde T1 a T3, com áreas que variam entre os 51 e os 198 m2, o empreendimento goza de uma das melhores localizações em Lisboa

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A Coporgest, empresa especializada no desenvolvimento de projetos imobiliários, acaba de concluir um novo empreendimento residencial no centro de Lisboa. Trata-se do Sottomayor Premium Apartments, um projeto que representou um investimento total de 27 milhões de euros, dirigido ao segmento alto do mercado imobiliário.

Composto por 43 apartamentos, desde T1 a T3, com áreas que variam entre os 51 e os 198 m2, o empreendimento goza de uma das melhores localizações em Lisboa. Atualmente, restam apenas três frações para venda, tendo as restantes sido vendidas por valores que variaram entre os 420 mil euros e 1,75 milhões de euros.

Situado a 500 metros do Marquês de Pombal e da Avenida da Liberdade, o edifício de linhas clássicas, foi adquirido pela Coporgest em estado de ruína. O interior foi totalmente renovado, preservando-se as fachadas e os elementos arquitectónicos de referência. A área bruta de construção é próxima dos 10 mil metros quadrados.

“O empreendimento oferece a vantagem única de permitir unir o melhor de dois mundos: o prazer de estar no centro de Lisboa, a uma curta distância de tudo aquilo que é importante e, simultaneamente, o privilégio de desfrutar da serenidade de uma zona tranquila”, refere Sérgio Ferreira, CEO da Coporgest.

Este é o segundo empreendimento residencial da Coporgest concluído nos últimos meses em Lisboa. Antes, a empresa tinha terminado a construção do Álvares Cabral Premium Apartments, um antigo edifício de escritórios reconvertido em 13 luxuosos apartamentos, onde investiu 21,6 milhões de euros. Desde a sua criação, em 2004, a promotora imobiliária liderada por Sérgio Ferreira já conta com mais de 20 projectos imobiliários desenvolvidos.

 

 

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Escritórios: Sector das telecomunicações potencia crescimento no CBD Baixa, Boavista e Matosinhos

Segundo a Predibisa, o sector de TMT’s & Utilities representou 46% da área total colocada no 2º semestre de 2022 na cidade do Porto

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O sector das telecomunicações – TMT`s & Utilities – motivado pela necessidade de mudança de instalações e expansão de área para espaços superiores a 500 metros quadrados (m2), potenciaram o crescimento do mercado de escritórios, na região do Grande Porto, sobretudo no Central Business District (CBD) da Baixa e da Boavista, mas também Matosinhos, ao longo do último trimestre com um aumento de 50% no total de operações registadas (35 no total) e um crescimento de 100% no volume de área contratada (30.287 m2)

“Apesar da conjuntura actual e depois de dois anos extremamente desafiantes (2020-2021) assistimos agora ao aumento de área colocada; número de operações realizadas e área de superfície média contratualizada, face ao período homólogo, o que nos faz perspectivar um ritmo de recuperação positivo para o segundo semestre de 2022 na cidade do Porto”, segundo o director do departamento “corporate” da Predibisa, João Leite de Castro.

“Verificamos que estes novos projectos, quer pela sua eficiência, quer pela sua sustentabilidade e dimensão, serão uma mais-valia na cidade do Porto, enquanto “destino” empresarial, sobretudo no sector de TMT’s & Utilities, que continua a expandir-se com 46% da área total colocada (14.050 m2) comparativamente a outros sectores, como os “Serviços a Empresas” (7.165 m2), os “Serviços Financeiros” (4.347 m2) e as empresas ligadas ao sector “Outros Serviços” (2.634 m2)”, conclui.

A dinâmica na construção de novos projectos e na reabilitação de espaços de escritórios, cada vez mais eficientes e sustentáveis na cidade, impulsiona o ritmo de procura e a rápida absorção, valorizando também o investimento em zonas estratégicas.

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Chiado conta com nova loja de 600 m2 em comercialização

Na zona de excelência para o comércio de rua em Lisboa, o espaço integra o edifício Ivens 64. É o ressurgir do comércio de rua na capital

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A equipa de Retail Leasing da JLL e da Savills acabam de conquistar um novo mandato, assumindo a comercialização de uma loja com quase 600 m² em pleno coração do Chiado, naquela que é “a” zona de excelência para o comércio de rua na capital portuguesa. Disponível para ocupação imediata, o espaço integra o edifício Ivens 64, contando com uma área total de 587 m² distribuídos entre o piso térreo (472 m²) e -1 (115 m²).

“O ressurgir da dinâmica no comércio de rua está a ser acompanhado de um aumento no número de operadores activamente à procura de espaços no centro de Lisboa. Entre estes, incluem-se várias marcas que procuram lojas disponíveis nas zonas prime, a maior parte das quais de gama alta, pois é aí que encontram uma oferta mais alinhada com os seus requisitos e conceitos. Contudo, a escassez de espaço disponível para ocupação em certas localizações tem vindo a restringir as escolhas, pelo que a entrada no mercado de um activo como o Ivens 64 é sempre acolhida com entusiasmo, pois não só proporciona uma excelente visibilidade numa localização de excelência e de intenso tráfego, como tem a mais-valia de estar disponível para ocupação imediata”, refere Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL

No nº64 da rua Ivens, que faz a ligação entre a Rua Garrett e o Largo da Academia das Belas Artes, a loja conta com uma localização central naquele que é o eixo prime do comércio de rua em Portugal, e no qual coexistem as principais marcas de moda nacionais e internacionais, lado a lado com vários hotéis, museus, restaurantes e verdadeiras referências no comércio tradicional, gerando diariamente um intenso movimento pedonal de milhares de pessoas.

“É um momento de esperança pois, após 2 anos de pandemia, as marcas começam agora a reorganizar-se, dando lugar a relocalizações e abertura de novas lojas. Assiste-se a uma maior exigência por parte das marcas no que respeita à escolha da sua localização, visibilidade e interiores. Cada vez mais se prima pela qualidade das lojas em vez da quantidade. E neste contexto, a loja da Rua Ivens, 64, reúne todos estes requisitos. Uma localização privilegiada que se destaca pelo grande fluxo pedonal da zona, interiores amplos e excelente visibilidade. Um espaço que alia a tradição da cidade à capacidade que cada marca tem de se reinventar para atrair os seus clientes, numa localização onde as cores, formas e aromas se cruzam e cativam diariamente milhares de consumidores”, sublinha Maria Luísa Branco, associate agency retail Savills Portugal.

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Facturação da Century 21 Portugal aumenta 47%

Negócios mediados crescem 59% e ultrapassam os 1 807 M€, o valor dos imóveis transaccionados aumentou 14% e as transacções do segmento internacional disparam 69%. Estes são alguns dos números registados no 1º semestre de 2022 que revelam o dinamismo do mercado. De salientar ainda a quebra de 3% do valor médio dos imóveis vendidos em Lisboa

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Nos primeiros seis meses de 2022, a Century 21 Portugal registou uma facturação superior a 45,7 milhões de euros, o que revela um aumento de 47% face aos cerca de 31 milhões de euros reportados no período homólogo de 2021. Já o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – que integra também a partilha de transacções com outros operadores – superou os 1 807 milhões de euros, num aumento de 59% em comparação com os quase 1 135 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2021.

Entre Janeiro e Junho deste ano, a rede imobiliária realizou 9 804 transacções de venda, o que representa um aumento de 40% face às 7 008 transacções efectuadas no primeiro semestre do ano anterior. As tipologias de imóveis mais procuradas pelas famílias portuguesas continuam a ser os T2 e T3.

No primeiro semestre do ano, o valor médio dos imóveis transaccionados na rede Century 21 Portugal aumentou 14% para os 184 192 euros, em comparação com a média de 161 371 euros registada no mesmo período do ano passado. Apesar do nível de imprevisibilidade do actual contexto macroeconómico, a nível nacional e internacional, os preços de venda de habitações mantiveram uma trajectória ascendente no mercado português.

Quanto ao mercado de arrendamento, no primeiro semestre deste ano foram realizadas 2360 transacções, mais 38% que as 1 708 transacções no segmento de arrendamento registadas em igual período do ano passado. A nível nacional, o valor médio de renda atingiu os 1 038 euros, ao longo do primeiro semestre de 2022, o que revela um aumento de cerca de 27% face à média de 817 euros no valor médio de arrendamento verificada nos primeiros seis meses de 2021.

“Os elevados níveis de procura de casa, tanto para comprar como para arrendar, conjugados com as limitações na oferta de soluções de habitação, em linha com o poder de compra dos portugueses, continua a sustentar uma subida de preços persistente. A excepção é já a cidade de Lisboa, onde o valor médio dos imóveis transaccionados no primeiro semestre deste ano apresentou uma evolução negativa, com muitas famílias a deslocarem-se para a periferia da capital em busca de casas ajustadas aos seus rendimentos. Já o arrendamento começa a recuperar para valores pré pandemia, impulsionado pelo regresso do turismo e pelos muitos jovens que estão a optar por arrendar casa, tendo em conta a dificuldade de cumprir com todos os critérios e requisitos para acesso ao crédito à habitação”, salienta Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal

Zoom aos concelhos de Lisboa, Porto e Algarve

Nas contas apresentadas a imobiliária faz uma análise mais detalhada dos concelhos de Lisboa, Porto e Algarve, onde a Century 21 Portugal regista a esmagadora maioria das transacções imobiliárias. Sobre estes mercados “foi feito o exercício de observar, com maior detalhe, as suas dinâmicas e as evoluções registadas nas comparações com o período homólogo do ano anterior na cidade de Lisboa, Porto e na região do Algarve”, justifica a imobiliária.

No primeiro semestre de 2022, o valor médio de uma habitação transaccionada na rede Century 21 Portugal no Concelho de Lisboa fixou-se nos 293 037 euros, o que representa uma queda de 3% face ao valor médio de 302 117 euros dos imóveis transaccionados no período homólogo do ano anterior.

No Concelho do Porto, o valor médio dos apartamentos vendidos situou-se nos 203 496 euros, enquanto no primeiro semestre de 2021 este valor atingia os 176 316 euros, o que representa uma subida de 15% no valor médio das habitações, na Invicta

No Algarve, o valor médio dos imóveis vendidos nos primeiros seis meses de 2022 foi de 178 565 euros, o que revela uma acentuada subida de 17% face ao valor médio de 152 824 euros dos imóveis transaccionados no período homólogo do ano passado.

No segmento de arrendamento, o Concelho de Lisboa apresentou um valor médio de renda de 1 170 euros, no primeiro semestre de 2022, numa expressiva subida de 15% face ao valor médio de 1 018 euros registados no mesmo período do ano passado. O Concelho do Porto atingiu rendas médias de 1 022 euros, o que traduz um impressionante aumento de 23% relativamente à média de 828 euros de arrendamento verificada no primeiro semestre de 2021. Já no Algarve, o valor médio de renda fixou-se nos 735 euros, o que revela um acréscimo de 9% face aos 675 euros de renda média registada em 2021.

De acordo com Ricardo Sousa, a interpretação das dinâmicas nestas regiões revela que” são os mercados periféricos de Lisboa e do Porto, bem como outras cidades secundárias, que estão a influenciar a actual subida de preços, um efeito que se regista também noutros mercados mais turísticos e de segunda residência, como o Algarve e a Madeira. Esta é uma consequência da elevada taxa de esforço para comprar casa em Lisboa, Oeiras, Cascais e Porto, tendo em consideração a oferta de imóveis residenciais actualmente disponíveis para venda nestas zonas. É também muito importante destacar que nesta análise de mercado estamos a efectuar uma comparação com os indicadores do primeiro semestre de 2021, um período que foi ainda muito marcado pela pandemia e pelos confinamentos, o que limitou bastante os preços de arrendamento, que agora, em 2022, estão a recuperar de dois anos de ajustes de preço causada pelo factor pandemia”, sublinha-

Segmento internacional

Entre Janeiro e Junho de 2022, foram efectuadas 1 863 transacções de clientes internacionais na rede Century 21 Portugal, o que revela um aumento exponencial de 69% relativamente às 1 102 efectuadas no período homólogo do ano anterior. O peso das transacções do segmento internacional representou já 19% do volume de transacções efectuadas nesta rede imobiliária, o que demonstra a retoma dos negócios com clientes de outras geografias e confirma que o mercado imobiliário português se mantém muito atractivo, quer para investidores estrangeiros, quer para clientes de diversas nacionalidades que escolhem Portugal para viver e trabalhar.

Outro aspecto a salientar no primeiro semestre de 2022 é a confirmação das alterações do perfil dos clientes internacionais, com os Estados Unidos da América a manterem-se como nacionalidade dominante, seguidos pela França, Reino Unido e Brasil.

Muitos dos negócios suspensos durante os anos mais críticos da pandemia estão agora a ser concretizados, o que explica o crescimento tão acentuado de transacções no segmento internacional. O aumento da procura por parte dos clientes norte americanos justifica-se pela popularidade que o Portugal está a ganhar nos EUA, enquanto destino turístico.

Evolução da rede a nível nacional

No primeiro semestre de 2022 a Century 21 Portugal continuou a registar a consolidação do crescimento da sua rede nacional, com o início de operação de mais 13 agências, em todo o país. Actualmente, a marca conta com 201 unidades em operação suportadas por uma equipa de mais de 3 700 consultores imobiliários e 250 intermediários de crédito.

“O reduzido nível de desemprego, a poupança acumulada de muitas famílias durante a pandemia, as baixas taxas de juro – mesmo considerando as subidas previstas- o financiamento disponível, o baixo peso do financiamento no volume total de transacções – que actualmente ronda os 50% – são alguns dos factores que continuam a impulsionar e sustentar a procura, aliados ao reduzido stock de imóveis disponíveis para venda, neste momento. Este contexto minimiza o efeito dos níveis de incerteza económica que se vivem actualmente e dão-nos alguma segurança relativamente ao comportamento do mercado imobiliário e à evolução dos preços, em 2022. Contudo, é importante monitorizar bem o impacto da evolução geopolítica da guerra na Europa e dos factores macroeconómicos internacionais na economia nacional”, conclui Ricardo Sousa.

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Investimento captado pelos Vistos Gold no 1º semestre do ano cresceu 33%

Em Junho foram atribuídos 155 vistos, dos quais 126 através da aquisição de bens imóveis, que totalizaram um investimento de 62,3 milhões de euros. A maioria, 68, foi canalizada para projectos de reabilitação urbana

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No primeiro semestre deste ano, o investimento captado através da concessão de Vistos Gold atingiu os 316,2 milhões de euros, mais 33% face a igual período de 2021. Neste período, foram atribuídos 649 ARI. No período em análise Junho é o mês que se destaca já que o investimento captado superou os 77,9 milhões de euros, representando mais 44% face a Maio, mês em que o investimento captado foi de 53,8 milhões de euros.

Assim, em Junho foram atribuídos 155 vistos, dos quais 126 através da aquisição de bens imóveis, que totalizaram um investimento de 62,3 milhões de euros. A maioria, 68, foi canalizada para projectos de reabilitação urbana, para a qual foi canalizada cerca de 24 milhões de euros. No período o montante canalizado para a aquisição de imóveis (58 ARI) foi de 38,4 milhões de euros.

Ainda nesse mês, 28 autorizações de residência foram atribuídas com o argumento de transferência de capitais, cerca de 15,6 milhões de euros e uma para criação de postos de trabalho.

Em Junho, foram atribuídos 30 vistos a cidadãos da China, 30 dos Estados Unidos, 14 da Turquia, 11 da índia e 10 do Brasil. Foram também concedidas 204 autorizações de residência a familiares reagrupados, que somam os 735 no acumulado do ano.

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CBRE assegura gestão do edifício Classique do grupo AGEAS em Lisboa

O imóvel, que conta com cerca de 2.253 metros quadrados, 9 pisos, e 42 lugares de estacionamento, tem como inquilinos a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Nutribalance, a Pares Advogados e a Valores Exclusivos

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A CBRE recebeu a instrução pelo Grupo Ageas Portugal para assegurar a gestão do Edifício Classique, localizado no número 23 da Rua Alexandre Herculano em Lisboa.

O imóvel, que conta com cerca de 2.253 metros quadrados, 9 pisos, e 42 lugares de estacionamento, tem como inquilinos a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Nutribalance, a Pares Advogados e a Valores Exclusivos, empresa de investimentos imobiliários.

“O Edifício Classique é um imóvel com história, mas moderno no seu interior e adaptado aos actuais funcionamentos de escritórios. Esta gestão junta-se a tantas outras do nosso portefólio de activos e vai permitir optimizar o nosso know-how nesta área, com mais um imóvel relevante no mercado”, sublinha Frederico Mondril, Offices and Logistics Property Management Director da CBRE Portugal.

Até ao momento, a CBRE é responsável pela gestão de 140 activos de escritórios e logística no mercado.

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Hipoges: resultados do 1º semestre de 2022 com crescimento transversal

Crescimento de quase 20.000 milhões de euros em activos sob gestão, situando-se agora nos 46.000 milhões de euros, aumento do volume de negócios em 73% dos Corporate Services e criação de novas entidades, traduzem o dinamismo da actividade nos primeiros seis meses do ano

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A Hipoges empresa que actua no sector de asset management, viu reforçada a sua actividade, em toda a linha, nos primeiros seis meses do ano. A começar pelo significativo aumento do valor de activos sob gestão do servicer. Só no primeiro semestre do ano, a Hipoges registou um crescimento de quase 20.000 milhões de euros em activos sob gestão, situando-se agora nos 46.000 milhões de euros. A este resultado somam-se também a aquisição de novos clientes e carteiras, o desenvolvimento de novas linhas de negócio e novas empresas e a expansão da equipa com a integração de mais profissionais experientes e dedicados.

“Contra todas as expectativas, 2022 iniciou-se com um volume muito elevado de operações e estamos convencidos de que vamos poder desempenhar um papel muito relevante no mercado como aconteceu nos últimos anos”, sublinha Claudio Panunzio, Managing Partner da Hipoges.

No início do ano os departamentos de Valuations da Hipoges de Portugal e Espanha passaram a ser regulados pela RICS, uma instituição internacional de qualificação e normalização de terrenos, imóveis e construção. No primeiro semestre de 2022 o grupo criou a Hemisphere, uma nova empresa que actuará de forma autónoma na área das avaliações em Portugal, mas que contará com o apoio do servicer como consultor de mercado, e que servirá para “reforçar a posição do grupo neste sector”.

Noutros serviços, os bons resultados do primeiro semestre do ano estão associados, sobretudo, ao aumento do volume de negócios. É o caso do departamento de Corporate Services, uma equipa dedicada à gestão de veículos de investimento imobiliário e especializada na prestação de serviços corporativos, de contabilidade, tax compliance e reporte financeiro, bem como na gestão de tesouraria e administração, cujo volume de negócios cresceu 73% no período em análise.

O mesmo acontece nos serviços de Securitization Vehicles e Advisory. No que diz respeito ao primeiro, o departamento da Hipoges responsável pela oferta de serviços especializados na constituição e gestão de veículos de titularização e respectivas emissões de valores mobiliários no mercado nacional adianta que, até ao primeiro semestre de 2022, foram emitidos cumulativamente mais de 3.2 mil milhões de euros de notas. Já a equipa de Advisory, cuja actividade assenta na prestação de serviços de assessoria a investidores institucionais e no apoio ao grupo nas suas actividades de expansão noutras linhas de negócio e nas várias operações de aquisição, revela que já assessoraram centenas de operações de crédito e imobiliárias no valor de dezenas de milhões de euros.
Também o departamento de Real Estate esteve em grande destaque nos primeiros seis meses deste ano com um aumento do volume de vendas e com a criação de uma nova secção dedicada a investidores profissionais na sua plataforma imobiliária Portal Now.

“O valor acrescentado dos serviços do grupo encontra-se nas sinergias e no know-how gerado pela actividade de servicing da Hipoges, sendo pioneiros em oferecer aos nossos clientes dados analíticos para cada categoria de ativo”, explica Nuno Godinho, chief corporate services. Já Mário Neves, associate director valuation & technical due diligence do departamento de valuations do servicer, acrescenta que “a “cultura” e conhecimento do mercado imobiliário no grupo Hipoges é um ponto chave para o nosso constante e contínuo desenvolvimento, que sustenta e fortalece o nosso valor”, constata.

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1º direito em Angra do Heroísmo com 68 milhões do PRR

O município de Angra do Heroísmo, nos Açores vai investimento de 68 milhões de euros na reabilitação dos bairros sociais do município

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O município assinou um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) para aceder ao Programa de Apoio ao Acesso à Habitação 1.º Direito. Esse acordo vai vigorar durante seis anos e possibilitar a reabilitação dos bairros sociais do município, muitos dos quais construídos após o sismo de 1980, que destruiu a cidade.

“O acordo de colaboração assinado permite um investimento de 68 milhões de euros, bastante considerável, e poderá ter um financiamento de 100%, no âmbito das verbas do PRR”, afirmou, em conferência de imprensa, a vereadora da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo Fátima Amorim.

O acordo abrange a reabilitação do parque do município destinado à habitação social, o que compreende cerca e 448 casas. A intenção do município é a de arrendar outras habitações, subarrendando-as a famílias carenciadas, por um preço mais baixo.

A Câmara pretende acelerar as obras de reabilitação, de modo a estarem concluídas até Junho de 2026 e o investimento do município poder ser comparticipado a 100% pelo PRR.

“Temos de andar rápido para termos um financiamento do PRR a 100%. Caso não seja possível concluirmos até Junho de 2026, o contrato é por seis anos, podemos também continuar a beneficiar de verbas através do 1.º Direito, não do PRR, mas de outro fundo, que não é a 100%”, sublinhou Fátima Amorim. Segundo a vereadora, a Estratégia Local de Habitação do município vai permitir “implementar soluções habitacionais para 500 agregados familiares e 1500 pessoas”.

O acordo prevê ainda a candidatura a apoios para reabilitação de habitações por parte de privados, num montante de 24 milhões de euros. O que permitirá criar habitação para mais 200 agregados familiares, num total de cerca de 700 pessoas, de acordo com as contas da autarquia.

A Estratégia Local de Habitação do município teve por base um diagnóstico que identificou “737 agregados familiares a viver em situações de carência habitacional, o que corresponde a 2.174 pessoas”. “Este diagnóstico permitiu tipificar as carências existentes no concelho em termos de precariedade, sobrelotação, inadequação e salubridade”, explicou a vereadora.

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