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Spotahome quer crescer 150% em Portugal em 2022

Em três anos, a Spotahome já reuniu mais de 12 mil reservas em Portugal, a plataforma quer reinventar o modo como se alugam casas em território nacional. Depois de Lisboa, Porto e Coimbra a plataforma deverá estar disponível em todo o país até ao final do ano

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Em três anos, a Spotahome já reuniu mais de 12 mil reservas em Portugal, a plataforma quer reinventar o modo como se alugam casas em território nacional. Depois de Lisboa, Porto e Coimbra a plataforma deverá estar disponível em todo o país até ao final do ano

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A Spotahome, um marketplace de arrendamento de casas 100% online, já somou mais 12 mil reservas nos três anos de operação no mercado português. A proptech (Property Technology), que se propõe reinventar o modo como se alugam casas, alia tecnologia ao seu modelo de negócio imobiliário e quer ter um papel activo no desenvolvimento tecnológico do sector. Actualmente, a Spotahome está presente em mais de 100 cidades na Europa e no Dubai e em Portugal encontra-se disponível em Lisboa, Porto e Coimbra, mas a intenção é tornar a plataforma disponível no resto do país ainda este ano.

A plataforma nasceu em 2014 pelas mãos de quatro fundadores de nacionalidades diferentes que queriam ajudar a colmatar os problemas que sentiram quando procuravam casa: as casas estavam em vários sites e agências e havia muita falta de transparência no sector. Com o objectivo de facilitar este processo, a Spotahome surgiu com o intuito de agregar todas as opções num só local de pesquisa, garantindo que a oferta correspondia à realidade.

“O grande factor diferenciador da Spotahome é o foco na verificação prévia das casas por uma pessoa associada à empresa, o home checker, que faz vídeos de alta qualidade gratuitos onde se pode ver o estado verdadeiro da casa. Mais de 80% dos inquilinos da Spotahome sabem que as casas são verificadas e que vão entrar num imóvel idêntico ao que viram no anúncio. Esta verificação acompanha o objectivo de promover arrendamentos transparentes e seguros através da tecnologia”, explicam.

Por seu lado, “para os senhorios, a verificação das casas contribui para que seja possível ter anúncios o mais completo possível, sendo que também podem estabelecer restrições ao perfil dos inquilinos e pedir “reuniões virtuais” para conhecerem os futuros inquilinos. Assim, é possível mostrar o verdadeiro potencial das casas e poupar o tempo que gastaria em inúmeras visitas a potenciais arrendatários”.

“Hoje em dia, mais do que nunca, os processos totalmente remotos são os mais privilegiados pelos clientes. A Spotahome ambiciona crescer 150% no ano de 2022 em Portugal e, para atingir este objectivo, queremos ser a primeira escolha para um processo de arrendamento seguro e transparente tanto para os senhorios como para os inquilinos” afirma Pedro Franco Caiado, Country Manager da Spotahome Portugal e UKI.

Para além destas funcionalidades, a Spotahome vai também lançar o Spotahome Plus, um serviço que promove a segurança tanto do senhorio como do inquilino. Garante que a renda que é paga até ao dia 10 de cada mês e cobre até 2 meses de danos. Para o inquilino permite que a reserva seja feita sem pagamento de depósito. Este serviço permite às duas partes um arrendamento seguro e transparente sem surpresas de nenhum dos lados.

Em 2021 a Spotahome fechou uma ronda de investimento de 25 milhões de euros que permitirá que a empresa consolide o seu crescimento e plano de expansão nos países onde está presente, incluindo Portugal.

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Estudo: Portugal é o segundo país mais atractivo para nearshoring na indústria

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento”

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Portugal pode vir a afirmar-se como uma das principais alternativas para a deslocalização de indústrias. Segundo o «Impacts», o estudo da Savills que analisa as grandes tendências no imobiliário à escala global, Portugal é o segundo país mais atractivo para instalar indústrias numa lógica de nearshoring, apenas atrás da República Checa e à frente de economias como Áustria, Taiwan, Reino Unido, Japão, Canadá, Finlândia, Polónia ou Suécia.

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento que foram previamente organizadas para minimizar custos”.

Os investidores nos mercados financeiros procuram cada vez mais empresas com bons critérios de Sustentabilidade, o que está a pressionar os fabricantes para melhorar seu desempenho ESG e forçá-los a reconsiderar as cadeias de abastecimento. Uma das consequências é aumentar a produção para locais mais próximos dos locais de consumo, o nearshoring, em detrimento do modelo seguido nos últimos anos de produção offshoring, onde os custos de mão de obra são mais baixos mas onde os critérios ESG são ainda muito baixos.

A Covid-19 demonstrou que uma cadeia de abastecimento complexa e dispersa pode ser interrompida, enquanto a invasão russa da Ucrânia pode, nas palavras do FMI, “alterar fundamentalmente a ordem económica e geopolítica” a longo prazo.

A reconexão com as cadeias de abastecimento nacionais e regionais parece agora mais importante do que nunca. Segundo Pedro Figueiras, Associate Director de Industrial e Logística da Savills, “Portugal tem feito um caminho muito relevante nas diferentes vertentes ESG, o que a par com outros parâmetros levam a sermos neste momento uma das melhores alternativas para deslocalizar investimentos na indústria”.

“O segmento de logística já estava a assistir a um forte crescimento de investimento. Também na área da indústria há um interesse cada vez maior, tendência que esperamos que se mantenha, o que serão excelentes notícias para o nosso país”, reforça.

Pressão política e sustentabilidade

A política é outro factor que está a moldar as decisões de localização das empresas, especialmente as que estão afectas ao sector de tecnologia. As políticas comerciais da China têm sido alvo de grandes pressões políticas sendo que, na revisão de Outubro de 2021 da política comercial da China pela OMC, os países membros levantaram mais de 2.500 objecções às práticas comerciais desleais no país, aumentando 16% em relação à revisão de 2018. Os governos estão cada vez mais dispostos a utilizar a política industrial para incentivar a produção nacional.

Por outro lado, os consumidores e as empresas, nas economias desenvolvidas estão mais focados em questões ambientais, sociais e de ESG. A deslocalização prejudicou o ambiente: em grande parte, transferiu a produção para economias com padrões ambientais mais fracos, menor eficiência energética e maior consumo de combustíveis fósseis.

Os fabricantes estão sob pressão para melhorar o seu desempenho no âmbito da ESG, o que os obrigará a reconsiderar cadeias de abastecimento globalizadas. Uma pesquisa da PWC realizada em setembro de 2021 descobriu que cerca de 80% dos investidores consideravam as políticas ESG importantes na tomada de decisão de investimento e 50% estavam dispostos a mudar de empresa caso esta não tomasse medidas suficientes neste sentido.

A alteração para um modelo de nearshoring levaria a uma alteração significativa no que respeita aos mercados mais atraentes. As aproximações favorecem economias estáveis, enquanto que os países de baixa renda com políticas de protecção ambiental e de RH pobres, perdem terreno.

No entanto, uma reorganização das cadeias de abastecimento globais para se reconectarem com o consumidor e aumentar a resiliência terá um custo. Simulações da OCDE sugerem que o PIB global cairia 5% num cenário localizado, onde os mercados estariam menos conectados através de cadeias de abastecimento globais. Uma estratégia de nearshoring aumentará a despesa contínua, devido ao custo mais elevado do trabalho em mercados desenvolvidos e da manutenção do inventário nesses mesmos mercados.

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CBRE reforça área de apoio à Promoção Imobiliária

Miguel Alvim, arquitecto de formação, está inserido na equipa de Capital Markets desde 2015 e assume agora a função Head of Development Properties

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A CBRE reforçou a área de Development Properties, que passa a ser liderada por Miguel Alvim. Este departamento está inserido na área de Capital Markets transacionando imóveis que se destinam a promoção ou reabilitação imobiliária.

Miguel Alvim é formado em Arquitectura e em Gestão e integra a equipa de Capital Markets da CBRE desde 2015, onde tem participado em algumas das maiores transações em Portugal, nomeadamente Portfolio Vasco da Gama (escritórios e residencial para reabilitação), Portfolio Connect (logística) ou Portfolio Invictus (escritórios e residencial para reabilitação, no Porto. Iniciou o seu percurso no atelier na RRJ Arquitectos, tendo fundado posteriormente a Alvim Arquitectos, o que lhe permite aportar um know-how diferenciador numa primeira fase de qualquer produto imobiliário.

“A formação e a experiência do Miguel Alvim são uma mais-valia para a nossa área de Development Properties do ponto de vista do aconselhamento na tomada de decisão a proprietários e investidores. Poder utilizar estas competências in house permite-nos um elevado grau de diferenciação no serviço que prestamos ao cliente. Aliada a esta valência, o Miguel tem mais de sete anos de contacto intenso com investidores nacionais e internacionais o que lhe permite rapidamente identificar potenciais compradores para os mais diversos produtos”, explica Nuno Nunes, head of Capital Markets da CBRE.

“É com grande orgulho que assumo a liderança da área de Development Properties na CBRE. Esta área não só é a cara da CBRE no início do ciclo imobiliário como é a génese de qualquer negócio neste sector, no qual procuramos realizar o potencial máximo de cada activo. O meu objectivo passa por maximizar resultados para os nossos clientes, sejam eles particulares, family offices ou institucionais, tanto nos processos de venda ou aquisição, mas também, e em simultâneo, promover cidades sustentáveis, eficientes e acessíveis, orientadas para as pessoas”, afirma Miguel Alvim, Head of Development Properties.

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Maio sustenta recuperação do alojamento local: ocupação de 73% em Lisboa e 56% no Porto

O mês de Maio deu continuidade à recuperação do Alojamento Local (AL) observada na Páscoa, atingindo-se uma taxa de ocupação média de 73% em Lisboa e de 56% no Porto

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Lisboa mantém, assim, a ocupação em níveis máximos, os quais tinham sido atingidos quer no mês anterior quer em Maio de 2019. No caso do Porto, a ocupação média de Maio supera a registada em Abril (54%), mas fica ainda abaixo da observada em Maio de 2019 (66%). Os dados são divulgados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do SIR-Alojamento Local.

Em termos de RevPAR, Lisboa fixou em Maio um novo máximo para este indicador, que atingiu os €71, mais €2 do que no mês anterior e mais €13 do que em Maio de 2019. No Porto, o RevPAR médio em Maio foi de €47, €3 acima quer do mês anterior quer do mesmo mês de 2019, ambos com um RevPAR de €44.

No que respeita o volume de negócios, em Lisboa registaram-se 54.400 noites de AL vendidas em Maio, num volume de negócios de €5,75 milhões. No Porto, no mês em análise foram vendidas 33.750 noites com um volume de facturação de €3,0 milhões. Em qualquer dos mercados, estes níveis ficam pouco abaixo dos observados em Abril, mas permanecem bastante distantes do padrão de Maio de 2019. Há dois anos, o AL em Lisboa vendia em torno das 115.000 noites, facturando €9,4 milhões, enquanto o Porto vendia 70.000 noites para um volume de negócios de €4,8 milhões.
Em termos de diária média, Lisboa atingiu os 105€ e o Porto os 89€ em Maio. Em ambos os casos trata-se do valor mais elevado da série SIR-Alojamento Local, a qual remonta ao início de 2019, superando em mais de €20 as diárias médias praticadas há dois anos.

No que se refere à oferta, Lisboa contabilizava em Maio um total de 2.400 fogos T0/T1 activos no AL e o Porto outros 1.950 fogos. Nas duas cidades, o volume de fogos activos neste tipo de alojamento decresceu face ao mês anterior. Em Lisboa esse decréscimo é de 250 fogos e no Porto é de 430 fogos. Comparativamente a igual mês de 2019, a compressão da oferta é ainda mais expressiva, com Lisboa a contabilizar menos 2.650 fogos em actividade actualmente e o Porto menos 1.470.

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B. Prime coloca Garland no centro do País

Desta forma, a empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, soma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera

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A B. Prime acompanhou a Garland, uma empresa de soluções globais integradas de logística e transporte, na procura de um novo armazém que acolhesse o seu plano de expansão no centro de Portugal.

Com mais de 100 mil m2 de área de armazém, em Portugal, a Garland disponibiliza um conjunto de serviços logísticos que permite gerir toda a cadeia de abastecimento dos seus clientes em regime de outsourcing. Em franca expansão, a Garland soma desta forma mais 16 mil m2 de área ao stock de armazéns onde opera e que se encontram em vários locais de Portugal, desde Cascais, onde tem a sua sede, até Aveiro, Vila Nova de Gaia e Maia.

“Foi com grande empenho e satisfação que uma vez mais acompanhámos, com sucesso, a Garland na identificação de um espaço de armazém logístico/crossdocking, com o intuito de poderem fazer face a um crescimento repentino nas suas operações”, segundo Luís Reis, responsável pelo departamento de logística da B. Prime.

No decorrer de 2022, a consultora regista um acréscimo de 85% de aumento de colocações, face ao mesmo período do ano passado.

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Sociedade britânica vende “Clube VII”

Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited

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Um grupo de investidores portugueses, assessorado pela Antas da Cunha ECIJA adquiriu o “Clube VII”. O helth club localizado em pleno Parque Eduardo VII, em Lisboa, era detido pela sociedade britânica Pacific Investments Management Limited. A equipa multidisciplinar que acompanhou esta transacção foi liderada pelo sócio Henrique Moser e contou, entre outros, com a colaboração das advogadas Carolina Meireles e Mariana Carvalho.

A transacção envolveu a compra das participações sociais representativas do capital social das sociedades que integram o “Clube VII” e implicou a intervenção da sociedade de advogados no planeamento geral da transacção, na realização de uma Due Diligence Legal às sociedades que integram o Grupo “Clube VII” e na preparação, revisão e negociação de toda a documentação necessária, em particular, do contrato de compra e venda das participações sociais.

O “Clube VII” é composto por inúmeros campos de ténis e de paddle, piscina de 25m e ginásio, entre outros espaços de lazer.

A Pacific Investments Management Limited foi assessorada neste negócio pela Pinto Ribeiro Advogados. O montante da aquisição não foi divulgado.

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Área de promoção imobiliária da Mota-Engil com nova imagem

Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers estima colocar no mercado, nos próximos cinco anos, investimentos superiores a 400 milhões de euros

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A empresa de promoção imobiliária do Grupo Mota-Engil apresenta uma imagem renovada e tem como estratégia ser “uma referência no mercado imobiliário”. A “nova” Emerge – Mota-Engil Real Estate Developers conta com uma carteira de activos próprios com áreas brutas de construção acima de 500 mil m2 e estima colocar produtos para venda em mercado, nos próximos cinco anos, de investimentos superiores a 400 milhões de euros.

Segundo a empresa, a imagem renovada visa a aposta no desenvolvimento de “um projecto global de valorização dos activos, fazendo emergir novas estratégias e paradigmas que permitem desenvolver e concretizar soluções imobiliárias inovadoras, sustentáveis, atractivas e agregadoras de valor para todos os stakeholders: colaboradores, parceiros e clientes”.

Alicerçados em décadas de experiência do Grupo Mota-Engil, a aposta da Emerge “é reinventarmo-nos e reinventar o setor imobiliário, transformando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações”, refere Vítor Pinho, CEO da Emerge.

Destaca: “Com uma equipa sólida, respeitamos a herança do passado e renovamos os nossos princípios para respondermos de forma eficiente aos novos desafios, transformando o presente em cada projeto, concebendo e concretizando soluções inovadoras, preparadas para o futuro e    reinventando os espaços e a forma como são pensados e vividos nas suas múltiplas utilizações.

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Quinta da Fonte Business Ecosystem aposta na certificação BREEAM IN-USE

O projecto de certificação visa um total de 15 edifícios do parque de escritórios e deverá estar concluído em 12 meses

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Esta ferramenta, utilizada por 80% do mercado europeu e com mais de 2.2 milhões de edifícios em processo de certificação, fornece informações que permitem aos investidores, proprietários, gestores e ocupantes, determinar e impulsionar melhorias sustentáveis no desempenho operacional dos seus activos.

Num workshop promovido pela Acacia Point juntamente com a Savills, consultora que está a assessorar o projecto de certificação, e em parceria com o BRE Group, foi apresentada e explicada a Certificação BREEAM IN-USE aos vários Stakeholders intervenientes na QDF (Inquilinos, Equipas de manutenção, arquitectos; etc.), explicando o racional deste investimento, os objetivos da obtenção desta certificação nos próximos 12 meses e também que benefícios directos gera.

As políticas de ESG estão hoje no topo da agenda pelo que se torna premente perceber qual o custo operacional dos edifícios através da análise da sua performance. A ferramenta BREEAM IN-USE do BRE Group, permite uma redução média de CO2 na ordem dos 22%, sendo esta adaptável a vários tipos de espaços desde edifícios de escritórios aos industriais, passando pelo retalho, turismo e residencial.

“A nossa consciencialização sobre a sustentabilidade mudou. Sustentabilidade não é apenas sobre carbono. Por isso é importante mudar a forma como vivemos e é necessário que tais alterações sejam acessíveis a todas as pessoas”, afirma Youcef Maharzi, European Business Manager, BRE Group.

A Quinta da Fonte, celebra 30 anos em 2022, e é sede de empresas internacionais nas áreas de tecnologia, farmacêutica, engenharia e serviços financeiros. A sua ambição é a de ser reconhecida como um dos parques de escritórios mais sustentável de Lisboa e tem como objectivo proporcionar maior conforto aos seus utilizadores através de criação de áreas exteriores, espaços verdes, comodidades, infraestruturas de mobilidade eléctrica, entre outros. “Com mais de 35.000 m2 de espaços verdes, uma nova galeria comercial, parafarmácia, frutaria, centros de estética e restaurantes, temos uma renovada infraestrutura na Quinta da Fonte onde o desafio é criar uma comunidade inclusiva e sustentável”, sublinha Luís Rocha Antunes, Managing Director Acacia Point Capital Advisors- Portugal.
Por sua vez, de acordo com André Inocêncio, Head of Property Management, Acacia Point – Portugal, o objectivo passa por “reduzir, dentro de 24 meses, o consumo de água em cerca de 50%, assim como diminuir e otimizar o consumo de energia através da instalação de painéis fotovoltaicos e de green energy”.

Durante o processo de certificação serão analisados cerca de 900 parâmetros dos diversos edifícios em revisão que estarão sujeitos a reavaliações a cada 3 anos. “Os critérios do BRE Group são rigorosos e precisos e, só desta forma, será possível alcançar o nível de “Excellent” do BREEAM IN-USE em 2023”, refere Nuno Fideles, Associate Architect BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal.

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JLL vende Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal

Situado na vila de Colares, em Sintra, este hotel de 3 estrelas com 92 quartos “é um activo ideal para reposicionamento na região”

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A equipa de Hotel Advisory da consultora imobiliária JLL acaba de concluir uma nova operação de investimento em activos hoteleiros no nosso país, com a venda do Vip Inn Miramonte ao Delsk Group Portugal. Este hotel, com uma área de total de 4.610 m2, localiza-se numa das regiões mais interessantes de Sintra, pela proximidade às praias da região e ao Parque Natural de Sintra. A menos de dois quilómetros da Praia Grande ou da Praia das Maçãs, este activo apresenta-se como uma excelente oportunidade para reposicionamento. O valor desta operação não foi revelado.

Localizado a menos de 4 km das vinhas e da vila de Colares, trata-se de um hotel com 92 quartos, com espaço exterior e piscina, bar e restaurante, este último especializado em cozinha internacional e pratos regionais.

“Esta foi uma transacção que, pelas suas características, foi direccionada para um leque muito específico de investidores. A proximidade à cidade de Lisboa, o facto de ser localizado em Sintra e a curta distância à praia foram os fundamentais desta transação. O upside possível para o activo, foi sem dúvida o que mais foi atraindo os diferentes investidores, comentou Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL.

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Re/Max reforça equipas a nível nacional

Nos primeiros cinco meses do ano juntaram-se à imobiliária 2.202 novos consultores. Março com 490 profissionais recrutados foi o mês em destaque. A representar a maior fatia no recrutamento da marca, posicionou-se a zona central de Lisboa (concelho) com 18,9% do total de consultores recrutados, seguida pelo Grande Porto (17,6%)

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A RE/MAX, confirma a aposta no capital humano, tendo apurado que de Janeiro a Maio foram recrutados 2.202 consultores, uma média de 440 profissionais por mês. Em termos de distribuição por regiões, a zona central de Lisboa (concelho) com 18,9% do total de consultores recrutados foi a mais representativa, seguida do Grande Porto (17,6%) e do Centro Norte (15%), que fecham o top 3 das regiões com maior expressão.

Na análise aos dados, é possível verificar que nos primeiros cinco meses do ano, Março foi o mês que registou o maior número de consultores recrutados pela RE/MAX, com 490 a juntarem-se à imobiliária. Janeiro contabilizou 465 novos consultores e Fevereiro 447, períodos também intensos ao nível do recrutamento.

Nos distritos com maior peso no recrutamento sobressaem os de Lisboa e Porto, com 40% e 20,9% respectivamente, o que traduz um peso significativo, mais de metade do recrutamento da rede. Braga, com 8,6%, ocupa a 3ª posição, seguida por Setúbal, com 7,7%. O distrito de Aveiro fecha o top 5, representando 5,4% no volume de recrutamento. A nível de concelhos, o ranking apresenta os cinco melhores: Lisboa (18,9%), Porto (6,8%), Sintra (5,3%), Vila Nova de Gaia (4,2%) e Oeiras com 4,1% do total de consultores recrutados neste período em análise.

“Temos cada vez mais uma equipa especializada e motivada que atrai outros profissionais. Além de que possibilitar altos rendimentos e liberdade na gestão dos assuntos pessoais, também acrescenta responsabilidade pelos mais elevados padrões de satisfação de clientes e parceiros”, sublinha Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal.

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Mapei vai inaugurar novo showroom no edifício Verde Parque

O novo showroom da empresa de produtos de construção irá estender-se por uma área superior a 600 m², no edifício Verde Parque, junto ao Parque das Nações

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Localizado no piso zero, este espaço irá acolher o novo showroom e os escritórios da administração da filial portuguesa do Grupo Mapei, líder mundial no segmento dos produtos químicos para a construção.

Comercializado em regime de co-excluvidade pela JLL e a Worx, o empreendimento Verde Parque é gerido pela Norfin e localiza-se a norte do Parque das Nações, beneficiando de boas acessibilidades, não só ao centro da cidade de Lisboa, mas também às principais vias de acesso para o norte e centro do país. Estendendo-se por uma área de construção de aproximadamente 9.900 m², é composto por dois edifícios de escritórios e conta com estacionamento privativo para 254 viaturas. O primeiro edifício, Lote 2 ergue-se por três pisos e uma área total de 3.700 m², tendo o piso 0 ocupado por um supermercado; já o segundo, o edifício Lote 3, conta com cinco pisos acima do solo e oferece uma área total de 6.300 m².

“Confirmando as nossas boas expectativas, o mercado está a ter um início de ano muito dinâmico, com fortes níveis de procura, não só no centro da cidade, mas também nos eixos mais periféricos; e esta operação com a Mapei vem, uma vez mais colocar essa vitalidade em evidência!”, refere Sofia Tavares, head of office Leasing da JLL.

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